Bandeira de Alta - Entenda como operar essa figura gráficaA bandeira de alta é uma figura que indica continuidade de tendência. Pode-se dizer que as bandeiras representam um breve descanso, após um forte movimento de alta, para depois os preços retomarem a direção do movimento original.
O padrão se forma da seguinte maneira: os preços vêm em fortíssimo movimento direcional para cima, isto é, os preços subiram muito em um curto espaço de tempo (chamamos esse movimento de mastro). Então, os preços perdem a força e formam uma consolidação de curta duração. A consolidação pode assumir a forma de um pequeno canal inclinado contra a tendência que chamamos de bandeira.
O rompimento da figura completa o padrão. É possível projetar o movimento após o rompimento medindo a amplitude do mastro e transferindo-a para o ponto de rompimento.
Dessa forma, se a formação do mastro for de R$ 8,00, o mais provável é que os preços percorram uma distância de mais R$ 8,00 a partir do ponto de rompimento.
Geralmente o rompimento da bandeira no gráfico diário não deve demorar mais de quatro semanas para ocorrer. Se ultrapassar esse período é melhor descartar essa formação que pode assumir outras figuras gráficas como retângulos ou triângulos.
O volume durante a formação da bandeira tende a diminuir, aumentando novamente no ponto de rompimento.
No gráfico acima temos duas bandeiras de alta no gráfico diário da Usiminas (USIM5) , sendo que a bandeira 1 rompeu no pregão de 25/11/2025 e após o seu rompimento subiu aproximadamente 14,85% em apenas 11 dias úteis. Em seguida, fez outra bandeira de alta que foi rompida em 23/12/2025 e após o seu rompimento já subiu mais de 15%. Observe que foi traçada a projeção de alta da bandeira 2 que fica em R$ 7,30 e funciona como alvo de lucro aos comprados.
Portanto, fiquem atentos na formação dessa figura gráfica que pode resultar em excelente potencial de lucro no Swing Trade.
Bons estudos e ótimos investimentos a todos!
Ideias da comunidade
O que é Volatilidade Implícita?Pontos Básicos
A volatilidade implícita nos informa qual intervalo percentual o mercado de opções está precificando como um movimento de um desvio padrão (68,3% de probabilidade) para o próximo ano.
Por exemplo, se a IV é de 17%, então o ativo tem a probabilidade de um desvio padrão (68,3%) de se mover 17% em qualquer direção em um ano.
Em vez de usar dados históricos para calcular um movimento de um desvio padrão — que é o que a volatilidade realizada (RV) faz — a volatilidade implícita calcula o intervalo percentual esperado com base no quão “caras” as opções estão em termos relativos.
Se as opções de compra/venda (long) estão em alta demanda e sendo negociadas com um prêmio mais alto, a volatilidade implícita será maior, o que significa que o mercado de opções estará precificando um intervalo percentual mais amplo.
Intermediário: Caro vs. Sobreprecificado
Os traders de volatilidade enfrentam o problema perpétuo de que só podemos saber se as opções estão caras, mas nunca realmente se estão sobreprecificadas (valor acima do justo), pois isso exigiria conhecimento antecipado da volatilidade realizada futura, o que é impossível além das limitações de previsões e estimativas.
Os termos “sobreprecificado” e “subprecificado” não são mais tão usados por traders teóricos de opções, porque seu uso implica que se sabe quanto a opção deveria valer. Na linguagem moderna, diz-se que as opções estão sendo negociadas com uma “IV alta” ou uma “IV baixa”, significando que se tem uma noção de onde a volatilidade implícita esteve no passado e a medida atual é, portanto, alta ou baixa em comparação (McMillan, 2012, p. 689).
Uma das formas de medir essa “carência” relativa da IV rapidamente é com o IV Rank ou Percentil de IV, disponíveis em algumas corretoras e recursos gratuitos na web.
Outro aspecto importante da estratégia com IV é a sua forte reversão à média (mean reversion). A IV de opções de longa duração é mais fácil de prever para fins de negociação, pois há uma grande chance de retornarem às médias históricas profundas, mas a margem de erro é menor ao prever mudanças na IV. Isso ocorre porque opções de longa duração têm mais vega, que é a grega de primeira ordem que mede a sensibilidade do preço de uma opção às mudanças na IV.
Avançado: Dinâmica das Gregas
A volatilidade implícita é de importância fundamental para os traders de opções porque ela oscila, às vezes de forma muito imprevisível, com base nas respostas gerais do mercado de opções. Estar do lado certo dessa mudança pode significar lucro rápido.
As outras gregas principais (delta, gamma e theta) movem-se de forma previsível e mecânica com base em mudanças no preço à vista (spot), no tempo e na IV. No entanto, o vega (mudanças na IV em relação às mudanças no preço) é, por si só, o “curinga” onde o mercado é frequentemente mais ineficiente. Isso ocorre porque os modelos teóricos de precificação de opções assumem que a volatilidade é constante. Enquanto isso, a volatilidade quase nunca é constante. É por isso que a volatilidade implícita é tão ineficiente e interessante para nós como traders: onde há ineficiência, há uma vantagem (edge).
Especialista: Como a IV é Calculada
Em relação ao cálculo da volatilidade implícita para tentar medir a expectativa do mercado sobre a volatilidade futura (Schwager, 2008, p. 579), não existe uma solução em forma fechada conhecida para calcular a IV.
“A volatilidade implícita é o número de volatilidade que, se inserido em um modelo teórico de precificação junto com todas as outras variáveis, resultaria em um valor teórico de uma opção igual ao preço de mercado dessa mesma opção” (Cottle, 2008, p. 382).
O que isto significa é que o processo de cálculo da IV é feito com métodos de “tentativa e erro” (plug-and-play) que testam diferentes entradas de volatilidade até que haja uma correspondência com o preço listado. Isso também assume que todas as outras variáveis — além da volatilidade — são conhecidas e precisas (Natenberg, 2015, p. 545).
Um dos muitos desafios para o mercado de opções é como a volatilidade realizada (RV) oscila de forma confiável dependendo da hora do dia. Em Trading Volatility, Bennett detalha esses padrões repetitivos para as sessões à vista:
Para a maioria dos mercados, a volatilidade intradiária é maior logo após a abertura e pouco antes do fechamento. A volatilidade intradiária tende a cair no meio do dia devido à falta de anúncios e à redução de volumes/liquidez em razão do intervalo de almoço. Por esse motivo, usar uma estimativa de volatilidade mais frequente do que a diária tende a gerar muito “ruído”. Traders que desejam levar em conta preços intradiários devem, em vez disso, usar uma medida de volatilidade avançada. (2014, p. 236)
Esta é uma das muitas razões pelas quais a análise de preços justos de IV é um processo contínuo e dinâmico.
Operação destaque da semana. USD/JPYUSDJPY — Venda após captura de liquidez e falha estrutural
1️⃣ Contexto HTF
O preço realizou a captura da máxima anual de 2025, caracterizando buy-side liquidity. A extensão acima da máxima não apresentou aceitação, indicando maior probabilidade de run de liquidez do que de continuação estrutural.
2️⃣ POI em HTF
Após a varredura da máxima, o preço retornou para um Fair Value Gap relevante em 2H/4H, localizado em zona premium, definido como ponto de interesse institucional.
3️⃣ Construção de liquidez em LTF
Em 15m e 5m, o mercado passou a formar topos praticamente nivelados da sessão de London, além do topo da NY AM do dia anterior, deixando buy-side liquidity claramente visível acima desses highs.
4️⃣ Expansão e captura
O preço expandiu em direção à liquidez, criou um FVG no caminho, entrou no POI de HTF e realizou a captura dos topos nivelados de London e do topo da NY AM do dia anterior.
5️⃣ Rejeição e mudança de estado
Após a captura, houve rejeição do nível, retorno abaixo dos topos capturados e inversão do FVG (IFVG). Em seguida, ocorreu um Market Structure Shift (MSS) no M5, confirmando mudança de viés 🔻
6️⃣ Retração e zona de entrada
Durante a retração, o preço formou um BPR (Balanced Price Range), com sobreposição de FVG + IFVG, alinhado com MMXM/OTE e com a quebra de uma linha de tendência de alta que acumulava liquidez abaixo.
7️⃣ Execução
A entrada foi planejada na venda do reteste do BPR, somente após confirmação estrutural no LTF, seguindo o modelo:
Liquidity Grab + MSS + IFVG + BPR + MMXM.
Estudos: Vale, união de técnica e fundamentalista, sugere um up?
Fiz um estudo sobre a Vale com os resultados do 3T25 e dados técnicos e quero compartilhar com vocês os principais pontos.
O que os fundamentos mostram:
A Vale entregou um trimestre sólido. EBITDA de US$ 4,4 bilhões (+17% vs ano passado), margem de 42% e o mais importante: geração de caixa livre de US$ 1,6 bilhão, um salto de 205%. A produção de minério atingiu 94 milhões de toneladas, maior nível desde 2018. A alavancagem está em apenas 0,8x EBITDA, o que dá muita tranquilidade pro balanço.
O modelo de valuation que rodei aponta preço justo na casa dos R$ 86,00 e taxa de crescimento descontado de 05% ( Conservador), a empresa estima 3%, mas teve média de -2% nos últimos 5 anos. Se alcançar o projetado, representa um upside interessante considerando os patamares atuais.
O que o gráfico está dizendo:
Aqui mora o ponto que mais me chamou atenção. Depois de 3 anos de correção (desde o topo de 2021), o papel parece estar virando a página. O rompimento da LTB de longo prazo, aliado ao suporte que segurou na região entre R$50,00 e sugere que estamos no início de um novo ciclo.
Minha leitura:
Não é todo dia que fundamento e técnico conversam tão bem. A empresa está gerando caixa, desalavancando, e o gráfico está confirmando reversão de tendência. Os riscos existem (principalmente os passivos de Brumadinho e Samarco, que somam US$ 4,4 bi em provisões), mas estão endereçados e sendo executados.
Disclaimer: Esta análise reflete minha opinião pessoal e não constitui recomendação de investimento. Faça sempre sua própria análise antes de tomar qualquer decisão.
Golden Cross x Death Cross: o que eles realmente nos dizem?Olá, comerciantes! 🤝🏻
É difícil percorrer um feed de notícias sobre criptomoedas sem ver uma manchete gritando sobre uma “Cruz Dourada” se formando no Bitcoin ou avisando sobre a aproximação de uma sinistra “Cruz da Morte”. Mas o que esses sinais clássicos de MA podem realmente significar? Eles são tão proféticos quanto parecem, ou há mais nuances na história? Vamos detalhar isso.
O básico: o que são cruzes douradas e cruzes da morte?
Em sua essência, ambos os padrões são simples cruzamentos de médias móveis. Elas ocorrem quando duas médias móveis —normalmente a de 50 dias e a de 200 dias— se cruzam em um gráfico.
Golden Cross: Quando o MA de 50 dias ultrapassa o MA de 200 dias, sinalizando uma possível mudança de uma fase de baixa para uma tendência de alta. Muitas vezes, é visto como um sinal de força renovada e uma tendência de alta de longo prazo.
Cruz da Morte: Quando a MA de 50 dias cruza abaixo da MA de 200 dias, sugerindo uma possível transição de alta para baixa, sugerindo uma pressão descendente prolongada.
Por que eles funcionam (e quando não funcionam)
Em teoria, a ideia é simples: o MA de 50 dias representa um sentimento de curto prazo, enquanto o MA de 200 dias captura um impulso de longo prazo. Quando a ação do preço de curto prazo ultrapassa as médias de longo prazo, ela é vista como um sinal de alta (cruz dourada). Quando cai abaixo, é baixista (cruz da morte).
Isso destaca um ponto chave: os sinais de cruzamento da média móvel são inerentemente atrasados. Eles são baseados em dados históricos, portanto, não podem prever movimentos futuros de preços em tempo real.
🔹 Outubro de 2020: Golden Cross
No gráfico semanal BTC/USDT, podemos ver claramente uma Golden Cross se formando em outubro de 2020. O MA de 50 semanas (curto prazo) ultrapassou o MA de 200 semanas (longo prazo), marcando o início da alta explosiva do Bitcoin de cerca de $11.000 para seu recorde histórico acima de $60.000 em 2021. Esse sinal se alinhou com o crescente interesse institucional e a narrativa pós-redução pela metade, reforçando a tese do touro.
🔹 Junho de 2021: Death Cross
Poucos meses após o pico do Bitcoin, uma Cruz da Morte surgiu por volta de junho de 2021, perto da marca de $35.000. No entanto, esse foi mais um sinal de atraso: quando apareceu, a forte queda de mais de $60 mil já havia ocorrido. Curiosamente, o mercado se estabilizou pouco depois, com uma recuperação acima de $50 mil no final daquele ano, mostrando que os sinais da Cruz da Morte nem sempre são o fim da história.
🔹 Meados de 2022: Outra Cruz da Morte
Em meados de 2022, o BTC formou outra Cruz da Morte durante seu prolongado mercado baixista. Este se alinhou melhor com a tendência mais ampla, já que o preço continuou caindo para $15.000, refletindo pressões macro, como políticas monetárias mais rígidas e o colapso dos principais players do espaço criptográfico.
🔹 Início de 2024: retorno da Golden Cross
A Golden Cross mais recente apareceu no início de 2024, sinalizando um novo impulso de alta. Esse crossover precedeu uma alta significativa, empurrando o Bitcoin acima de $100.000 em meados de 2025, como pode ser visto em seu gráfico. Embora fatores macro (como aprovações de ETFs ou clareza regulatória) também tenham desempenhado um papel, esse sinal de MA coincidiu com uma mudança notável no sentimento.
⚙️ Cruz Dourada ≠ Rally Garantido, Cruz da Morte ≠ Doom
Embora esses crossovers MA sejam limpos e atraentes, eles não são infalíveis. Sua natureza retardada significa que eles geralmente confirmam tendências em vez de predizê-las. Por exemplo, em junho de 2021, a Cruz da Morte apareceu depois de grande parte da pressão de venda já ter se esgotado. Por outro lado, em outubro de 2020 e no início de 2024, as Golden Crosses se alinharam com mudanças ascendentes genuínas.
Por que se preocupar com esses sinais?
Porque eles nos ajudam a contextualizar o sentimento do mercado. A cruz dourada e a cruz da morte refletem a psicologia coletiva dos comerciantes — otimismo e medo. Mas, para realmente entendê-los, precisamos combiná-los com volume, estrutura de mercado e narrativas macro.
Então, as cruzes douradas e as cruzes da morte são sinais confiáveis ou apenas manchetes atraentes?
Seu gráfico nos conta as duas histórias: às vezes funcionam, às vezes enganam. Qual é a sua opinião? Você usa esses sinais de MA em suas negociações ou prefere outros métodos? Vamos discutir abaixo! 💬
Operação XAU/USD DESTAQUE DA SEMANA.📌 Diário de Trade – Gold (XAUUSD) | Contexto ICT + Gestão
🔎 Contexto HTF (Narrativa Institucional)
O preço do Gold (XAUUSD) chegou a uma região relevante de PD Array em HTF, composta por:
• Imbalance / Fair Value Gap (FVG)
• Order Block HTF
• Região de POE (Point of Equilibrium) dentro do range macro
• IFVG macro em H4, previamente formado e rompido para cima, deixando claro que o desequilíbrio não foi respeitado para baixa, passando a atuar como zona de sustentação institucional
Esse IFVG em H4 foi um ponto-chave da leitura, pois:
• Indicava falha do deslocamento baixista
• Confirmava aceitação de preço acima do desequilíbrio
• Reforçava o viés direcional bullish no contexto macro
Antes de alcançar esse POI, o mercado construiu fundos relativamente equalizados, deixando liquidez clara abaixo do preço. Essa liquidez foi devidamente capturada, e somente após essa varredura o preço interagiu com a região institucional de HTF.
O contexto macro também favorecia ativos de proteção (commodities), diante de:
• Incertezas econômicas recentes
• Enfraquecimento pontual do USD
• Fluxo bullish estrutural para ouro, prata e commodities correlacionadas
• Posterior aceleração com o Payroll, reforçando o deslocamento direcional
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📉 Desenvolvimento Estrutural (HTF → LTF)
Após a liquidity sweep dos fundos anteriores:
• O preço reagiu ao POI de HTF
• Respeitou o IFVG macro em H4 como suporte
• Voltou a trabalhar acima da região de captação
• Iniciou Market Structure Shift (MSS) para alta
• Passou a romper estruturas altistas, deixando desbalanços (FVGs) no caminho
No 15 minutos, essa narrativa ficou ainda mais clara:
• Rejeição limpa no Order Block + FVG HTF
• Aceitação acima do IFVG macro
• Deslocamento com BMS (Break in Market Structure)
• Formação de FVGs válidos para continuação
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🎯 Execução da Entrada (LTF)
Após a confirmação estrutural:
• Esperei o BMS altista
• Identifiquei um setup de continuação com FVG + estrutura
• Entrada comprada no reteste do FVG
• Stop-loss abaixo da estrutura de LTF (estrutura que originou o deslocamento)
📍 Alvos planejados:
• Topo do dia 06
• Continuação em direção ao ATH, alinhado ao contexto macro, estrutural e institucional
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📊 Gestão da Operação
• Realizei parcial técnica após novas quebras de estrutura
• Conduzi a posição respeitando a leitura estrutural
• Encerramento total da posição antes das notícias de alto impacto (sexta-feira)
Mesmo com o mercado seguindo posteriormente até o alvo principal, a decisão de saída foi intencional e consciente, priorizando gestão de risco frente à volatilidade do noticiário.
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🧠 Avaliação Final & Aprendizado
✔️ Leitura estrutural correta (HTF + LTF)
✔️ Liquidez bem mapeada e capturada antes do movimento
✔️ IFVG macro em H4 atuando como suporte institucional
✔️ Execução limpa em FVG após MSS
✔️ Gestão ativa com parcial e condução técnica
🔎 Ponto de atenção:
A saída antecipada foi uma decisão defensiva, não um erro técnico. Em cenários semelhantes, vale ponderar:
• Redução parcial de posição em vez de zerar
• Ou condução protegida enquanto o IFVG macro e a estrutura permanecerem válidos
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📌 Conclusão:
Trade totalmente alinhado aos conceitos de ICT (Liquidity → PD Arrays → IFVG → MSS → Entry Model). Operação limpa, bem estruturada e com forte confluência macro, HTF e LTF.
Operação XAG/USD (PARCIAL+TIROU NA CONDUÇÃO E SEGUIU VIES)📈 XAGUSD (Prata) – Compra em IFVG HTF | Contexto Técnico + Macro
Essa operação na Prata (XAGUSD) foi uma compra baseada em confluência técnica de HTF com contexto macro bullish para commodities.
No pano de fundo, o mercado vinha precificando um cenário de incerteza no dólar, especialmente no curto prazo. No início de 2025, eventos geopolíticos relevantes (como a operação envolvendo a Venezuela) ajudaram a sustentar uma narrativa de risco, ainda que moderada, favorecendo ativos de proteção e commodities como ouro e prata.
Esse ambiente macro reforçava o viés comprador, principalmente após correções mais profundas.
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📍 Contexto Técnico – Liquidez e POI HTF
Tecnicamente, o preço:
• Capturou o fundo do primeiro dia
• Em seguida, capturou o fundo do dia 05/01/2026
• No dia 08/01, após essa varredura de sell-side liquidity, o mercado chegou a uma região macro de IFVG + IFVG em HTF, ainda não mitigada
Após testar esse POI institucional:
• O preço reclamou o nível
• Voltou a trabalhar acima da captura
• Demonstrou defesa clara do POI, validando a região como zona de interesse institucional
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📍 Confirmação Estrutural (HTF → LTF)
Depois da reação no POI macro, o mercado:
• Passou a quebrar estruturas de alta
• Gerou displacement bullish
• Deixou Inverse Fair Value Gaps (IFVGs) no movimento de expansão
Esse comportamento confirmou mudança de fluxo de ordens para compra, alinhando perfeitamente macro + técnico.
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📍 Execução – Entry Model
A entrada seguiu o modelo ICT clássico:
• Compra no reteste do IFVG em LTF
• Stop logo abaixo do próprio IFVG
• Stop curto e agressivo, porém tecnicamente válido dentro do contexto
Mesmo com risco elevado:
• O preço respeitou o POI
• Prosseguiu com o movimento
• Continuou quebrando estruturas altistas
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📍 Gestão da Operação
Durante o desenvolvimento:
• Fiz parcial após nova quebra de estrutura
• Ajustei a posição para 0x0 (BE)
O mercado:
• Realizou uma correção mais profunda
• Voltou exatamente ao meu preço de entrada
• Me retirou da operação na condução
• E, logo depois, seguiu para o alvo principal, respeitando totalmente o contexto
Importante destacar que o movimento ganhou aceleração adicional com a divulgação do Payroll na sexta-feira, reforçando o fluxo comprador em commodities e confirmando a leitura direcional.
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📍 Erro Identificado
❌ Erro de condução, não de leitura nem de entrada.
O ajuste para 0x0 foi prematuro.
O correto teria sido:
• Manter o stop abaixo do Order Block / estrutura anterior
• Permitir que o preço respirasse dentro do fluxo
• Conduzir o trade respeitando a estrutura, não apenas o preço de entrada
O mercado reagiu exatamente no Order Block, região que teria protegido a posição.
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📍 Aprendizado (ICT View)
✅ Contexto macro alinhado
✅ Liquidez bem trabalhada
✅ PD Array HTF respeitado
✅ Entrada técnica válida
⚠️ Condução precisa respeitar estrutura, não ansiedade
📌 Regra reforçada:
BE cedo demais transforma trade vencedor em trade neutro.
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🎯 Conclusão
O contexto estava correto.
A leitura técnica e macro estavam alinhadas.
O mercado entregou exatamente o movimento esperado.
O ajuste necessário está na gestão pós-entrada.
Erro anotado, aprendizado consolidado e processo refinado.
ERRO OPERAÇÃO AUD/USD📉 AUDUSD – Venda baseada em correlação do USD (Erro de timing HTF)
Essa operação foi uma venda em LTF no AUDUSD, executada após o preço reagir a um Order Block de estrutura e realizar captura de buy-side liquidity, varrendo topos nivelados (equal highs).
A entrada foi feita no reteste de uma Fair Value Gap (FVG), com stop acima da estrutura responsável pela varredura e alvo projetado em liquidez sell-side em aberto.
A ideia direcional dessa venda não surgiu isoladamente. Ela estava correlacionada com uma venda simultânea no GBPUSD, baseada na narrativa de que, no início de 2026, o USD vinha apresentando força relativa, favorecendo vendas em pares contra o dólar.
👉 Essa lógica macro faz sentido, porém o erro não esteve na ideia, e sim no timing técnico.
Ao revisar o trade, ficou claro que no timeframe semanal do AUDUSD ainda existia um PD Array dominante acima do preço, composto por uma região clara de IFVG + FVG no Weekly, que ainda não havia sido mitigada.
Ou seja, institucionalmente, o mercado ainda precisava subir antes de entregar um movimento de distribuição mais consistente.
Mesmo com sinais técnicos em LTF (liquidez, FVG e micro estrutura), o preço:
• Rompeu o topo do Order Block
• Continuou avançando
• Foi buscar exatamente o POI principal em HTF (Weekly)
📌 Ponto importante:
Após o preço realmente atingir essa região macro, o mercado repetiu praticamente o mesmo setup, porém agora no momento correto:
• O preço realizou Market Structure Shift (MSS)
• Deixou FVGs sobrepostos
• Passou a entregar narrativa clara de venda
• E então desenvolveu o movimento conforme o contexto esperado
Isso confirma que:
• ✅ A leitura direcional estava correta
• ❌ O erro foi antecipar a venda
• ❌ O trade foi feito antes da mitigação do PD Array dominante
📌 Aprendizado principal:
Narrativa macro e correlação servem para definir o viés, não para antecipar entradas.
No ICT, PD Arrays de HTF sempre têm prioridade absoluta sobre correlação intermarket.
Correlação escolhe o ativo
HTF define o momento
LTF apenas executa
Essa operação reforça que não se deve forçar trades “casados” entre pares apenas porque compartilham a mesma moeda. Cada ativo tem sua própria estrutura, liquidez e tempo institucional.
👉 Conclusão:
O contexto estava certo.
A execução foi prematura.
Erro de timing, não de leitura — aprendizado anotado e corrigido.
ERRO SAIDA PREMATURA USD/JPY 📈 Diário de Trade – USDJPY (Buy)
Metodologia: ICT Concepts
📍 Contexto HTF – PD Arrays & Viés
A entrada compradora no USDJPY foi fundamentada na interação do preço com um PD Array relevante em HTF, especificamente uma Inverse Fair Value Gap (IFVG).
Havia também, em H1, um FVG composto, reforçando a confluência institucional na mesma região de preço.
O mercado:
• Interagiu com o POI em HTF
• Demonstrou rejeição clara
• Passou a aceitar preços acima do nível, sugerindo mitigação institucional
Mesmo sem uma quebra estrutural clara em HTF, o comportamento do preço indicou defesa da região, permitindo buscar compras com confirmação em LTF.
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📍 Confirmação em LTF – Order Flow
Em LTF, o preço:
• Produziu uma quebra de mínima estrutural interna (internal MSS)
• Gerou displacement bullish
• Deixou imbalances / IFVGs no movimento de expansão
Essa sequência (MSS → displacement → imbalance) confirmou mudança de fluxo de ordens em LTF, alinhando timing com o contexto de HTF.
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📍 Narrativa de Liquidez – Acumulação
Após a primeira expansão, o mercado entrou em fase de acumulação em LTF, caracterizada por:
• Equal lows (fundos praticamente nivelados)
• Construção de sell-side liquidity interna
O preço então:
• Capturou essa liquidez
• Voltou o range
• Voltou a negociar acima da estrutura delimitada
Esse comportamento validou o modelo clássico de liquidity grab → continuation.
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📍 Execução – Entry Model
A compra foi executada seguindo o modelo ICT:
• Gatilho no reteste do IFVG em LTF
• Entrada após captura de liquidez e reclaim estrutural
• Stop-loss abaixo do fundo anterior em LTF
• Trade com risco bem definido
A leitura técnica e o timing foram corretos.
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📍 Desenvolvimento da Operação
Nos primeiros minutos:
• O preço reagiu de forma positiva
• Confirmou o bullish order flow
Posteriormente:
• Houve uma retração
• O preço trabalhou momentaneamente abaixo do nível de BMS
• Não houve stop-out
• A estrutura principal permaneceu válida
O mercado seguiu entregando continuidade e, posteriormente, desenvolveu um movimento que alcançou mais de +4R.
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📍 Erro Técnico Identificado
❌ Erro exclusivo de gestão, não de leitura.
Falhas:
• Saída prematura
• Nenhuma parcial
• Stop não ajustado para BE (0x0)
• Trade encerrado por incerteza subjetiva, não por invalidação técnica
Resultado: saída com lucro mínimo, praticamente 0x0, enquanto o trade válido entregou +4R.
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📍 ADENDO IMPORTANTE – Contexto Macro & Correlação JPY (Nota para Revisão Futura)
Este trade ocorreu em um cenário de lateralização do USDJPY, o que implica:
• JPY neutro (sem força direcional clara)
• Mercado operando em equilíbrio institucional
• Ambiente propício a:
• Liquidity grabs
• Falsos rompimentos
• Movimentos técnicos de curta/média extensão
📌 Implicações práticas:
• Pares sufixados em JPY tendem a reagir mais à moeda base (USD, EUR, GBP) do que ao JPY
• O mercado não recompensa swings longos sem gestão
• Continuação existe, mas exige:
• Parciais
• BE cedo
• Runner reduzido
❗ Erro crítico neste trade:
Mesmo com leitura correta, não adaptei a gestão ao regime de mercado lateral, tratando a operação como swing direcional, quando o cenário exigia gestão ativa.
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📍 Aprendizado Consolidado (ICT View)
✅ PD Arrays corretamente identificados
✅ Confirmação estrutural em LTF
✅ Modelo técnico respeitado
⚠️ Gestão precisa respeitar o regime de mercado (trend x range)
👉 Ajustes obrigatórios para próximos trades em JPY:
• BE após reação inicial
• Parciais em PD Arrays intermediários
• Runner somente enquanto o order flow permanecer válido
• Nunca sair por ruído macro sem invalidação técnica
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🧠 Regra de Ouro (Anotar e Revisar)
USDJPY lateral = JPY neutro
JPY neutro = mercado técnico
Mercado técnico exige gestão, não convicção
OPERAÇÃO NO GBP/USD COM LUCRO, E ERRO DE SAIDA.📉 Diário de Trade – GBPUSD (Sell)
Metodologia: ICT Concepts
📍 Contexto HTF (Narrativa Institucional)
O preço do GBPUSD atingiu um Premium PD Array, especificamente uma Fair Value Gap (FVG) em H4, alinhada com a presença de um Central Range (CTR) válido no contexto de HTF.
Essa região já indicava probabilidade de distribuição, e o preço chegou até ela após buscar liquidez buy-side.
O mercado varreu:
• O topo do dia 09/2025
• Os equal highs / recent highs formados recentemente
Essa movimentação caracterizou uma Buy-Side Liquidity Sweep, reforçando o viés vendedor dentro da narrativa institucional.
⸻
📍 Confirmação de Viés (Market Structure Shift)
Após a captura de liquidez em HTF, o preço:
• Gerou displacement bearish
• Produziu uma quebra clara de estrutura (MSS – Market Structure Shift)
Durante esse movimento, um Order Block pré-existente (Elder Block) foi violado, passando a atuar como Breaker Block, validando a mudança de fluxo de ordem para venda.
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📍 PD Arrays Ativos
• H4 FVG (Premium) – região de interesse principal
• Breaker Block – PD Array de continuidade
• LTF FVGs – pontos de reentrada
• LTF Order Blocks – confirmação de fluxo institucional
O preço passou a respeitar esses PD Arrays de forma limpa e técnica.
⸻
📍 Execução LTF (Entry Model)
A atuação foi feita exclusivamente a favor do fluxo, utilizando o modelo clássico de ICT:
• Entrada no reteste do Breaker Block
• Stop posicionado acima da estrutura em LTF
• Gestão baseada em risk defined
A primeira tentativa foi encerrada em 0x0, devido a uma reação momentânea contra a posição, preservando capital sem violar o plano.
Posteriormente, o preço:
• Formou nova estrutura em LTF
• Deixou liquidez interna (internal liquidity)
• Capturou essa liquidez e retornou para o reteste em FVG
A segunda entrada foi executada no reteste do FVG, mantendo o stop acima do topo em LTF, o mesmo nível da tentativa anterior.
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📍 Continuidade e Reentradas (Narrativa de Fluxo)
Após a confirmação do bearish order flow, o mercado continuou entregando:
• Novas quebras de estrutura (bearish BOS/MSS)
• Múltiplas oportunidades de venda
• Retestes técnicos em:
• Fair Value Gaps
• Order Blocks / Breaker Blocks
O preço se deslocou de forma limpa, eficiente e com baixa agressão contra a posição, caracterizando um movimento institucionalmente saudável e de alta probabilidade.
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📍 Resultado e Gestão
• Risco por trade: US$ 5
• Resultado final: +US$ 30
• Retorno: +5R
Embora o preço tenha alcançado o alvo principal, a saída foi feita de forma antecipada, mesmo com o mercado continuando a respeitar os PD Arrays e oferecendo continuidade.
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📍 Erro Técnico Identificado (ICT View)
❌ Falha na gestão de saída, não na leitura de mercado
O contexto, o timing e a execução estavam corretos.
O erro foi não explorar o full distribution move, que poderia ter sido conduzido com:
• Parciais em PD Arrays intermediários
• Runner até liquidez sell-side
• Potencial de 10R
ERRO NO CHF/JPYMinha operação foi com o contexto que o preço montou uma estrutura de acumulação, deixou alguns fundos no mesmo nível, e captrou um pouco abaixo deles, essa movimentação aconteu em um fvg que obeservei em htf, mas não era tão nitido pois ja havia sido testado como fvg anteriormente, e o preço estava quase já no fechamento desse desbalçando.
quando o preço capturou liquidez e voltou a trabalhar dentro do range que eu delimitei, eu entrei comprado no resteste em um FVG apos um BMS em LTF, preço chegou a andar pagou mais de 1XR porem voltou contra e me stopou.
Meu principal erro também como no EUR/JPY, foi não ter feito parcial nem observado BE, preço me liquidou e trabalhou brevemente abaixo, chegou em uma região de breaker e seguiu o primeiro viés indo a direção de liquidez acima seguindo o contexto esperado.
A primeira captura aonde montei minha operação não foi tão nítida, preço primeiramente ficou brugando antes de realmente captrar , candles deixando pavio antes de realmente fechar abaixo da linha que delimitei, isso deixo a CDL com uma menor probabilidade, mais ainda sim valido.
ERRO OPERAÇÃO NO EUR/JPYA operação foi depois de uma CDL, preço chegou no primeiro IFVG que identifiquei no passado em HTF,preço montou estruturas relativamente no mesmo nível em LTF, e essa CDL tinha capturado a liquidez também a PDL do dia 5.
Após capturar e voltar no range que delimitei, identifiquei setups de compra, minha ordem foi no reteste de um fvg composto por um ifvg.
Analise valida, preço andou em direção e chegou a pagar mais de 3x o risco retorno,meu principal erro aqui foi não ter feito parcial, nem ter analisado a possibilidade de um BE.
Preço me fez de liquidez, trabalhando brevemente abaixo da minha região e reagindo ao segundo IFVG que tinha identificado no Macro, capturou liquidez abaixo dos fundos e deu uma exelente oportunidade de compra que contia FVG,IFVG, preço seguiu o contexto e buscou regiões ja esperadas, ou seja acertei o contexto técnico, mas errei a condução do primeiro trade, não fazendo parcial, nem colocando no BE,
Não entrei no reteste pois ja tinha atingido o stop do dia, mas era uma entrada muito valida com todos contextos técnicos, ate o momento esta em busca o alvo principal , ja pagando mais de 6XR.
ERRO EUR/AUD Meu erro no EUR/AUD foi ter acreditado em uma estrutura de captura, identifiquei pontos que poderiam ser liquidados, e comprei quando o preço fez uma leve captura e voltou a trabalhar dentro do range que delimitei, comprei com um setup de CDL+IFVG+FVG montei compra no retest e stop abaixo.
realmente havia uma estrutura, porem não reagiu de forma clara em HTF no POI, so encostou nesse poi que eu limitei, mas checando essa região mais meticulosamente, observei que antigamente o preço ja havia feito o reteste no FVG, apenas tinha um espaço em vácuo em HTF, mas não um real desbalço que não foi equilibrado .
O jeito também que fez a CDL(captura de liquidez) foi não foi o cenário mais favorável, preço deixou rejeição nos pavis, mas não realmente confirmou abaixo da região, fez pouco deslocamento na captura, oque eu vejo como um sinal contra a analise.
Em HTF agora analisando melhor também consigo enxergar liquidez em aberto abaixo da minha região de entrada, erro que pesa imensamente o contexto da operação
IDENTIFIAÇÃO DE ERROErro USD/CAD foi ter ido contra a inversão do HTF, preço esta em flow altista apos reagir a um poi macro (IFVG,FVG) antes de chegar na região capturou liquidez, deixando o contexto com mais veracidade, fez a inversão de um FVG apos reagir a esse POI HTF, e entrei vendido em uma região de continuidade de uma possível retração em LTF de um FVG, que inclusive foi no primeiro teste, não ouve nenhuma captura de liquidez LTF, entrei vendido apos somente um BMS depois que reagiu nos primeiro minutos.
Pesquisa de Possível Long/Short em GMAT3/DXCO3
Contexto Macro: O Índice de Materiais Básicos
O IMAT (Índice de Materiais Básicos da B3) com o RSI demonstrando divergência que sugere perda de momentum comprador.
A zona de resistência entre 6.300-6.400 pontos historicamente representa uma região de consolidação.
A Tese: Long GMAT3 / Short DXCO3
Quando antecipamos uma correção setorial, a estratégia de pairs trading permite capturar o alpha relativo entre empresas do mesmo setor, neutralizando parcialmente o risco direcional do mercado.
Por que GMAT3 na ponta comprada?
O Grupo Mateus (GMAT3) encontra-se em região de suporte crítico na faixa dos R$ 4,40-4,50, após uma correção expressiva desde os R$ 9,50 no início de 2024. O papel acumula queda superior a 50% e agora testa uma zona de acumulação histórica (região sombreada no gráfico), onde compradores já demonstraram interesse no passado. A formação de candles de indecisão nessa região, combinada com a magnitude da queda, sugere exaustão vendedora e potencial de reversão ou ao menos um repique técnico.
Primeiro alvo: 1,054 (+16,78% de upside relativo)
Segundo alvo: 1,185 (+36,56% de upside relativo)
A linha de tendência de alta (LTA) de longo prazo no ratio oferece sustentação técnica para a posição, com o preço testando e respeitando esse suporte dinâmico.
Por que DXCO3 na ponta vendida?
A Dexco (DXCO3) também corrigiu forte desde os R$ 8,20, porém se encontra em posição técnica mais vulnerável. O papel negocia a R$ 5,26, ainda distante do suporte mais relevante na região dos R$ 4,60-4,70. Diferentemente de GMAT3, que já testou e está reagindo em seu suporte principal, DXCO3 permanece em tendência de baixa sem sinais claros de reversão, com espaço técnico para buscar níveis inferiores. Essa assimetria — um papel em suporte forte versus outro ainda que favorece a operação Long/Short.
Gestão de Risco
Não é uma recomendação de compra ou venda, sim um estudo. Analise seu perfil de investidor. É importante uso de derivativos como opção em Hedger.
Conclusão
A combinação de fadiga técnica no IMAT com o ratio GMAT3/DXCO3 em suporte histórico configura uma assimetria interessante para pairs trading. A estratégia permite exposição ao setor de materiais básicos com hedge parcial contra movimentos direcionais adversos.
Estatísticas de Níveis-Chave do SPX da SpotGammaCall Wall (Parede de Calls)
Definição: Define o limite superior do intervalo de negociação diário provável.
A Call Wall se manteve em 83% das sessões de negociação diárias, o que significa que a máxima intradiária não ultrapassou esse nível.
Em 88% das sessões, o SPX fechou abaixo da Call Wall.
Após o rompimento da Call Wall, os retornos futuros médios são diminutos: -7 bps (pontos-base) para o retorno de 1 dia e 5 bps para o retorno de 5 dias.
Caso de Uso: Considere um call spread acima da Call Wall para capitalizar sobre a resistência neste nível, esperando que o preço da ação não suba além desse ponto.
Put Wall (Parede de Puts)
Definição: Define o limite inferior do intervalo de negociação diário provável.
A Put Wall se manteve em 89% das sessões de negociação diárias, o que significa que a mínima intradiária não caiu abaixo desse nível.
Em 93% das sessões, o SPX fechou acima da Put Wall.
Após o rompimento da Put Wall, os retornos futuros são visivelmente positivos: média de 14 bps em 1 dia, 7 bps em 5 dias e 39 bps em 10 dias.
Caso de Uso: Venda puts cobertas por caixa (cash-secured puts) no nível ou logo abaixo da Put Wall para coletar prêmio, antecipando que a Put Wall atue como suporte.
Volatility Trigger (Gatilho de Volatilidade)
Definição: Este indicador proprietário detecta o nível abaixo do qual esperamos um comportamento de maior volatilidade; acima deste nível, esperamos menor volatilidade no mercado.
Quando o SPX abre acima do Vol Trigger, a volatilidade realizada (RV) média de 5 dias é menor em comparação a quando o SPX cai abaixo dele.
Cenário Volatilidade Realizada Média (5 dias)
SPX Abre Acima do Volatility Trigger 13%
SPX Abre Abaixo do Volatility Trigger 18%
Quando o SPX fecha acima do Vol Trigger, o desvio padrão dos retornos futuros (de 1 e 5 dias) é menor do que quando fecha abaixo.
Cenário Desvio Padrão (Retorno 1 dia) Desvio Padrão (Retorno 5 dias)
SPX fecha acima do Vol Trigger 0,9% 2,0%
SPX fecha abaixo do Vol Trigger 1,3% 2,7%
Caso de Uso: Quando o preço estiver acima do Vol Trigger, considere vender puts para coletar prêmio, apostando que o preço permanecerá acima do gatilho; se o preço cair abaixo do Vol Trigger, pode-se executar uma trava de baixa com puts (bear put spread) para lucrar com a queda esperada com risco controlado.
1-Day Move (Movimento de 1 Dia)
Definição: Este nível reflete um movimento de 1 desvio padrão para o dia, baseado em análise proprietária de dados históricos.
O Movimento Implícito de 1 Dia não é rompido em 35% dos dias de negociação para o SPX.
O SPX fecha dentro do Movimento Implícito de 1 Dia em 76% dos dias de negociação.
Caso de Uso: Considere montar um Iron Condor de curto prazo com as extremidades (asas) estruturadas em torno do Movimento Implícito de 1 Dia para aproveitar a volatilidade esperada para aquele dia.
AUDUSD Análise de Manutenção Acima de 0,67200 PMI de Serv EUA📊O par EASYMARKETS:AUDUSD está sendo negociado a 0,67216, mantendo-se acima de 0,67200, em uma retomada de alta após pullback. Hoje, o PMI de Serviços pode impulsionar o par se positivo ou desvalorizar se negativo, mas o cenário permanece altista, com order blocks entre 0,67150 e 0,67050 como suporte.
📈 Análise Técnica:
🔹 Retomada Altista: O preço a 0,67216 rompeu BOS (Break of Structure), com suporte na LTA (linha de tendência de alta) em 0,67200.
🔹 Order Blocks: Suporte em 0,67150–0,67050; sustentação reforça alta.
🔹 Resistência: 0,67300 (próxima) e 0,67500 (estendida).
🔹 Momentum: RSI em zona altista (cerca de 60), com MACD positivo.
🔹 Volume: Moderado, aumento esperado no PMI.
📢 Cenários:
✅ Altista: PMI positivo acima de 0,67200 leva a 0,67300, impulsionando alta.
⚠️ Baixista: PMI negativo e perda de 0,67150 mira 0,67050.
📅 Eventos Relevantes:
🔹 PMI de Serviços: Hoje, dados fortes favorecem AUD; fracos desvalorizam.
🔹 Dólar: Movimentos do USD podem influenciar.
🚨: AUD/USD acima de 0,67200 retoma alta, com order blocks em 0,67150–0,67050. PMI de Serviços pode impulsionar a 0,67300 ou desvalorizar. Monitore dados. 🔥📈
Analista da easyMarkets, Fabricio N.
⚠️ Aviso: Esta não é uma recomendação de compra ou venda. Faça sua própria análise.
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Quem controla a Venezuela observa o Norte do Brasil05 de janeiro de 2026
— porque ali está uma das maiores reservas estratégicas do planeta
Eu parto do fato duro, mensurável, que incomoda qualquer análise superficial: o Brasil detém algo entre 20% e 25% das reservas conhecidas de terras raras do mundo, um volume que nos coloca consistentemente entre os dois maiores detentores globais, rivalizando em potencial com a própria China. Isso não é discurso nacionalista, é geologia. O detalhe que muda o jogo é que uma parte relevante desse potencial está concentrada justamente no Norte do país, com destaque para a Amazônia setentrional e para Roraima, uma região que, por coincidência nenhuma, faz fronteira direta com a Venezuela.
Quando falo em terras raras, não estou falando de minério comum. Estou falando de 17 elementos químicos críticos para a economia do século XXI: neodímio, disprósio, térbio, praseodímio, ítrio, cério, entre outros. Sem eles, não existe turbina eólica eficiente, não existe carro elétrificado em escala, não existe míssil de precisão, não existe radar moderno, não existe data center energético, não existe transição energética real. Terras raras não movem só máquinas, movem soberania tecnológica. Hoje, mais de 80% do processamento global desses elementos passa direta ou indiretamente pela China. Esse é o gargalo que o mundo tenta quebrar desesperadamente.
É aqui que o Norte do Brasil entra como peça central. Estudos geológicos recentes indicam que áreas específicas de Roraima apresentam concentrações excepcionalmente altas, muito acima da média mundial, com volumes que, se confirmados plenamente, colocam a região como uma das maiores fronteiras minerais ainda não exploradas do planeta. Em termos simples: o mundo não precisa apenas do nosso minério, precisa de uma alternativa sistêmica à dependência chinesa. E alternativas desse tamanho não aparecem todo ano.
Agora entra a variável política. A Venezuela não é o prêmio; ela é o facilitador estratégico. Quem exerce controle político, econômico ou operacional sobre a Venezuela não ganha acesso automático ao subsolo brasileiro, mas ganha algo quase tão valioso quanto isso: posição geográfica, inteligência regional e capacidade de pressão indireta. Controlar a Venezuela significa controlar um território que funciona como corredor, laboratório e antecâmara. Ali se testam rotas, narrativas, modelos de logística, discursos ambientais, sanções seletivas e até a temperatura diplomática da região. Isso reduz brutalmente o custo de leitura do Norte do Brasil como teatro estratégico.
Não se trata de atravessar fronteiras com caminhões ou soldados. Isso é papo de século passado. O jogo moderno acontece antes da perfuração: acontece no financiamento, na tecnologia de separação química, no domínio do processamento, nas regras ambientais internacionais, nos acordos de “cooperação” que parecem neutros, mas carregam cláusulas de controle. Quem controla o entorno influencia o ritmo, o formato e as condições da exploração. E em mercados estratégicos, controlar o como costuma ser mais poderoso do que controlar o onde.
A importância das nossas reservas para o mundo é simples de resumir: sem elas, a transição energética global fica refém de um único polo; com elas, o equilíbrio geopolítico muda. O Brasil tem capacidade de ser fiel da balança entre blocos, não apenas exportando minério, mas definindo padrões de processamento, cadeias industriais e acordos tecnológicos. É exatamente por isso que o interesse cresce, que o radar se intensifica e que a Venezuela, como fronteira politicamente condicionada, vira peça útil no tabuleiro.
O chão continua sendo nosso, ninguém discute isso seriamente. Mas o jogo não é sobre posse física, é sobre controle estratégico ao longo do tempo. Quem entende isso cedo protege melhor. Quem acorda tarde descobre que perdeu poder sem nunca ter perdido território.
Rafael Lagosta
S&P 500 (SP500): Análise de Rompimento e leve Alta?📊 O índice EASYMARKETS:SPIUSD no gráfico de 1 hora está saindo de uma consolidação a 6,930, com possível rompimento altista impulsionado pelo corte de juros. O preço testou a linha de tendência de baixa, com cruzamento de médias bullish e volume comprador.
📈 Análise Técnica:
🔹 Rompimento: O preço rompeu a LTB (cerca de 6,900), confirmando continuidade altista após consolidação.
🔹 Cruzamento de Médias: As médias (ex.: 50 e 200 períodos) cruzaram bullish, reforçando o momentum.
🔹 Resistência: 6,950 (R1); rompimento leva a 7,000.
🔹 Suporte: 6,900 (LTB rompida) e 6,865 (P).
🔹 Momentum: RSI em zona altista (cerca de 62), com MACD positivo.
🔹 Volume: Comprador dominante, com aumento no rompimento.
📢 Cenários:
✅ Altista: Sustentação acima de 6,930 leva a 6,950 e 7,000, impulsionado por juros baixos.
⚠️ Baixista: Perda de 6,900 reverte para 6,865.
📅 Eventos Relevantes:
🔹 Corte de Juros: Anúncio recente favorece ações.
🔹 Dados dos EUA: Relatórios de emprego podem sustentar a alta.
🚨 Conclusão: S&P 500 a 6,930 rompe LTB com cruzamento bullish, mirando 6,950. Suporte em 6,900. Monitore volume e dados econômicos. 🔥📈
Analista da easyMarkets, Fabricio N.
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XAU/USD (Ouro): Mudança de Estrutura e Cruzamento de Médias📈 XAU/USD (Ouro): Análise de Mudança de Estrutura e Cruzamento de Compra? 📊
O ouro (XAU/USD) EASYMARKETS:XAUUSD no gráfico de 1 hora está sendo negociado a 4,398, após uma mudança de estrutura de preço, com cruzamento de compra e volume comprador. O preço testou a média de 200 períodos e pode romper a resistência em 4,400, confirmando força altista.
📈 Análise Técnica:
🔹 Mudança de Estrutura: O preço rompeu a tendência de baixa anterior, com suporte na média de 200 períodos (cerca de 4,380).
🔹 Cruzamento de Compra: As médias móveis (ex.: 50 e 200 períodos) confirmaram cruzamento bullish, reforçando o momentum.
🔹 Resistência: 4,400; rompimento abre para 4,420.
🔹 Suporte: 4,380 (média de 200) e 4,360 (se pullback).
🔹 Momentum: RSI em zona altista (cerca de 60), com MACD positivo.
🔹 Volume: Comprador dominante, com aumento no teste da média.
📢 Cenários:
✅ Altista: Rompimento de 4,400 com volume leva a 4,420, impulsionado pela força compradora.
⚠️ Baixista: Perda de 4,380 reverte para 4,360.
📅 Eventos Relevantes:
🔹 Dados dos EUA: Lançamentos de hoje (ex.: emprego) podem enfraquecer o USD, favorecendo ouro.
🔹 Geopolítica: Tensões globais apoiam demanda por safe-haven.
🚨 Conclusão: XAU/USD a 4,398 mostra mudança de estrutura com cruzamento de compra e teste na média de 200. Rompimento de 4,400 confirma alta. Monitore volume e dados de hoje. 🔥📈
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Intraday, Medium-Term e Long-Term Bitcoin #BTC #ETHBINANCE:BTCUSDT
Análise Intraday, Médio Prazo e Longo Prazo do Bitcoin #BTC (Português e Inglês)
Em se tratando de um período mais longo (gráfico 1D), temos uma divergência de queda no topo e, neste momento, estamos dentro de um triângulo (que, neste caso, é um padrão de continuidade de queda). Afinal, acredito que já estamos em bear market. Quem procurar um post de alguns meses atrás que escrevi verá que fiz essa análise quando o BTC ainda estava acima de 110.000, informando que eu acreditava em uma queda mais forte naquele momento, pois havia muita liquidez a ser capturada na região de 106.000 (dentro dessa zona). Depois, falei do padrão de Wyckoff (distribuição) que estava se formando após atingirmos as máximas duas vezes, o que sinalizava maior probabilidade de uma pernada de queda, replicando o movimento final de Wyckoff (onde ele espelha o lado esquerdo que foi usado para subir, porém agora faz o movimento oposto para distribuir e iniciar a queda).
Continuo crendo nessa análise de médio prazo (Diário e Semanal): estamos dentro de um grande padrão de Wyckoff. Para quem opera no longo prazo (meses e anos), obviamente, esse padrão passa a funcionar como um ponto de início de acumulação com DCA, à medida que o preço vai caindo, melhorando o preço médio. Já para quem opera swing trade, usam esse padrão para realizar lucros, distribuindo nas micro-pernadas de alta (chamando o varejo para comprar) e usando isso para vender sem derrubar muito o preço e sem quebrar a crença na alta — pois, assim, terão liquidez para a saída de suas posições.
Porém, no curtíssimo prazo, para quem opera intraday, buscando movimentos curtos (day traders): neste exato momento, 01/01/2026, (12h30 horário de Brasília ou 15h30 horário de Londres), o BTC está em US$ 88.200, mas apresenta divergência de queda e está abaixo de uma região de micro resistência, o que sinaliza maior probabilidade de queda. Para day traders, eu teria como alvo a região de US$ 87.100 ou até mais abaixo, em US$ 86.500. O stop ficaria bem curto, um pouco acima da micro resistência — um trade de alta recompensa versus baixa perda.
Evidentemente, esta é uma análise educativa. Não se trata de recomendação de tomada de posições de compra ou venda, mas apenas a divulgação de movimentos que eu tomo ou tomaria, relacionados às minhas estratégias de trading.
English Version
Intraday, Medium-Term, and Long-Term Analysis of Bitcoin #BTC (Portuguese and English)
For a longer time horizon (1D chart), we have a bearish divergence at the top, and at this moment we are inside a triangle (which, in this case, is a bearish continuation pattern). In fact, I believe we are already in a bear market. Anyone who looks up a post from a few months ago that I wrote will see I shared this analysis when BTC was still above 110,000, stating that I expected a stronger drop at that time, since there was a lot of liquidity to be captured around the 106,000 region (within that zone). After that, I talked about the Wyckoff (distribution) pattern that was forming after we hit the highs twice, which signaled a higher probability of a downward leg, replicating the final Wyckoff move (where it mirrors the left side that was used to rise, but now moves in the opposite direction to distribute and start declining).
I still stand by this medium-term (Daily and Weekly) view: we are inside a large Wyckoff pattern. For those operating on the long term (months and years), this pattern naturally becomes a potential starting point for accumulation using DCA, as price drops and improves the average entry. For swing traders, this pattern is often used to take profits, distributing into small bullish legs (drawing retail buyers in) and using that flow to sell without pushing price down too aggressively or breaking the bullish narrative — ensuring liquidity to exit their positions.
However, in the very short term, for those trading intraday and seeking short moves (day traders): at this exact moment, 01/01/2026 (12:30 Brasília time or 15:30 London time), BTC is at US$ 88,200, but it shows bearish divergence and is below a micro-resistance area, which suggests a higher probability of further downside. For day traders, I would target the US$ 87,100 region, or even lower at US$ 86,500. The stop would be very tight, slightly above the micro-resistance — a trade with high reward versus low risk.
Obviously, this is educational analysis. This is not a recommendation to buy or sell, but only the disclosure of moves I take or would take according to my trading strategies.
ANALISE BITCOIN - 2026 teremos um Inverno Cripto severo?Análise do Bitcoin para o Ciclo 2026: Fim da Festa ou Apenas um Intervalo?
Com base no cenário de encerramento de 2025 e projeções macroeconômicas para 2026, aqui está uma análise detalhada dividida em fundamentos, técnica e cenários de preço.
1. O Contexto Atual (Virada 2025/2026)
O Bitcoin encerra 2025 com um gosto agridoce. Após atingir uma máxima histórica (ATH) próxima de US$ 126.000 em outubro de 2025, o ativo sofreu uma correção severa de ~30%, negociando agora na faixa de US$ 88.000 a US$ 93.000. O sentimento mudou de euforia para cautela extrema ("Extreme Fear").
2. Análise Fundamentalista: O Cabo de Guerra
Para 2026, os fundamentos mostram uma batalha entre a liquidez global e a exaustão do ciclo de 4 anos.
Fatores Altistas (Bullish)
Institucionalização Vertical: Diferente de 2021, o mercado agora possui ETFs à vista e tesourarias corporativas (empresas comprando BTC para o caixa). Isso cria um "piso" de preço mais alto. A expectativa é que 2026 veja a entrada massiva de fundos de pensão e soberanos.
Macroeconomia e Juros: O mercado projeta que o Federal Reserve (EUA) continue cortando juros em 2026 para evitar recessão. Juros menores = Dólar mais fraco = Ativos de risco (Bitcoin) mais fortes.
Regulação: Espera-se a aprovação de leis como o Market Clarity Act nos EUA, trazendo segurança jurídica que pode destravar bilhões de dólares de investidores conservadores.
Fatores Baixistas (Bearish)
Ameaça de "Deflação Pós-Inflação": Analistas (como Mike McGlone da Bloomberg) alertam que, após o pico inflacionário, podemos entrar em uma recessão deflacionária em 2026. Nesse cenário, todos os ativos de risco, incluindo ações e cripto, sofrem quedas bruscas.
Exaustão da Demanda: Dados on-chain mostram que a demanda de varejo enfraqueceu no final de 2025. O "dinheiro novo" parou de entrar com força, deixando o preço sustentado apenas por HODLers (investidores de longo prazo).
3. Análise Técnica: Níveis Críticos
Graficamente, o Bitcoin está em uma zona de correção dentro de uma tendência de alta maior.
Suportes (Onde comprar/segurar):
US$ 84.000: Primeiro suporte imediato. Perder isso abre caminho para quedas maiores.
US$ 70.000 - US$ 74.000: Zona de compra institucional forte.
US$ 53.000 - US$ 58.000: O "fundo do poço" técnico caso entremos em um mercado de urso (Bear Market).
Resistências (Onde o preço trava):
US$ 100.000: A barreira psicológica. O BTC precisa reconquistar os 6 dígitos para retomar a confiança.
US$ 126.000: A máxima histórica de 2025.
Indicadores: O preço perdeu a média móvel de 50 dias (sinal de fraqueza curto prazo), e o RSI (Índice de Força Relativa) mostra divergências de baixa, sugerindo que os vendedores ainda estão no controle neste início de ano.
4. Teremos um "Inverno Cripto" em 2026?
A resposta mais provável é NÃO um inverno profundo (como 2022), mas sim um "Ano de Ressaca" ou Lateralização.
Padrão Histórico: Historicamente, o ano após o pico do ciclo (que seria 2026, considerando o pico em 2025) tende a ser de correção.
O Novo Normal: Com a presença de ETFs (BlackRock, Fidelity), a volatilidade tende a diminuir. Em vez de cair 80% (o padrão dos invernos anteriores), o Bitcoin pode cair 40-50% do topo e ficar "andando de lado" por meses.
Risco Real: Um inverno severo só deve ocorrer se houver uma recessão global grave nos EUA/Europa, forçando liquidação geral de ativos.
5. Onde o Preço Pode Chegar? (Cenários)
Estas são projeções baseadas em analistas de mercado (JP Morgan, Standard Chartered, etc.):
Pessimista (Bear) US$ 55k - US$ 65k Recessão global ou falha regulatória grave.
Base (Lateral) US$ 90k - US$ 120k Mercado digere a alta de 2025; acumulação institucional.
Otimista (Bull) US$ 150k - US$ 250k "Impressão de dinheiro" agressiva pelos bancos centrais + choque de oferta.
O cenário otimista é de baixissima probabilidade
Conclusão para o Investidor
2026 deve ser um ano de paciência. Se você é trader, a volatilidade lateral será excelente. Se é holder, prepare-se para ver o patrimônio estagnado ou em leve queda antes da próxima grande pernada de alta (provavelmente mirando 2027+).






















