Ideias da comunidade
BTC/USD — Da POI ao reequilíbrio em 1.414
O preço chegou à zona de interesse marcada no tempo gráfico menor. Durante a queda, formou-se um desequilíbrio importante que ainda não foi reequilibrado.
Considero um possível aprofundamento na POI, seguido de uma reação e de uma expansão de alta. Meu objetivo principal é um reequilíbrio em direção à extensão externa de 1.414 do movimento maior.
Os níveis para realizar lucro em 75% da posição e encerrar totalmente a operação estão marcados no gráfico.
Morning Call - 15/09/2026 - Cautela antes do FedAgenda de Indicadores:
9:00 – BRA – Vendas no Varejo (Julho)
9:15 – USA – Variação Semanal de Empregos Privados ADP
9:30 – USA – Índice Empire State de Atividade Industrial (Setembro)
14:00 – USA – Leilão de T-Bond de 20 anos
17:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal API
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLV2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — recuam nesta terça-feira, com os traders adotando uma postura mais cautelosa às vésperas da decisão do Federal Reserve. Petróleo em alta, rendimentos elevados dos Treasuries e novas dúvidas envolvendo o setor de inteligência artificial mantêm a pressão sobre Wall Street.
A tecnologia continua no centro das atenções após a forte correção observada na segunda-feira. Alphabet e Microsoft recuam mais de 1% no pré-mercado, enquanto as fabricantes de semicondutores, que estiveram entre as mais penalizadas na sessão anterior, operam sem direção definida. Nvidia registra leve alta.
A recente onda de vendas ganhou força depois que líderes de importantes empresas de inteligência artificial defenderam uma desaceleração no desenvolvimento de modelos mais avançados diante de preocupações com segurança.
Ainda não está claro como uma eventual redução no ritmo de desenvolvimento seria implementada ou qual seria seu impacto financeiro. A discussão, porém, surge em um momento de maior sensibilidade para as empresas ligadas à IA, após anos de forte valorização e investimentos bilionários em infraestrutura.
Nancy Tengler, CEO da Laffer Tengler Investments, considera o movimento mais próximo de uma correção do que de uma mudança estrutural na tendência do setor. Para ela, o desempenho extremamente forte das ações relacionadas à IA nos últimos anos abre espaço para períodos de realização sem necessariamente comprometer a tendência mais ampla do mercado.
O principal evento da semana ocorre nesta quarta-feira. Os traders atribuem agora cerca de 92% de probabilidade a uma alta dos juros pelo Federal Reserve, diante de uma inflação ainda acima da meta e de um mercado de trabalho que permanece relativamente sólido.
A expectativa de que o movimento possa representar o início de uma nova sequência de altas também pressiona o mercado de títulos. O rendimento do Treasury de 10 anos atingiu seu maior nível desde 2007, elevando os custos de financiamento e reduzindo a atratividade relativa das ações.
Na avaliação de Saglimbene, a combinação entre inflação persistente, mercado de trabalho resiliente e a necessidade do novo presidente do Fed, Kevin Warsh, de estabelecer credibilidade aumenta significativamente a probabilidade de uma ação nesta semana. Ainda existe uma pequena possibilidade de manutenção dos juros, mas esse cenário passou a ser claramente minoritário na precificação do mercado.
O conflito no Oriente Médio adiciona outra camada de incerteza. Sem sinais relevantes de desescalada, as preocupações com um choque de oferta continuam sustentando os preços da energia.
O Brent avança cerca de 1% nesta manhã, para aproximadamente US$ 105 por barril, mantendo o petróleo em níveis capazes de gerar novas pressões sobre combustíveis, transporte e custos de produção.
Wall Street chega, portanto, à decisão de quarta-feira diante de uma combinação particularmente delicada: petróleo acima de US$ 100, Treasury de 10 anos nos maiores níveis desde 2007 e uma correção justamente nas empresas de inteligência artificial que lideraram a valorização recente das bolsas.
Mais do que a alta de juros em si, amplamente precificada, o mercado deverá buscar na comunicação de Kevin Warsh sinais sobre uma questão cada vez mais importante: o movimento desta semana será apenas um ajuste isolado ou o início de um novo ciclo de aperto monetário nos Estados Unidos?
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — recuam nesta terça-feira e atingem os menores níveis em cerca de três meses, com bancos e empresas de serviços financeiros liderando as perdas. A alta do petróleo e dos rendimentos dos títulos globais amplia a aversão ao risco às vésperas da decisão de juros do Federal Reserve.
O Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 cai 0,3% e atinge seu menor nível desde 12 de junho, enquanto o DAX ACTIVTRADES:GER40 recua 0,4%.
A fraqueza é disseminada entre os setores. Bancos perdem 1,3%, enquanto as empresas de serviços financeiros recuam 2,7%. Entre os principais nomes, UBS despenca 4,2%, Deutsche Bank cai 1,2%, UniCredit perde 2,3% e Standard Chartered recua 2,1%.
A pressão sobre o setor financeiro ganhou força depois que Brian Moynihan, CEO do Bank of America, alertou que as receitas com taxas de banco de investimento poderão cair pelo menos 10% no terceiro trimestre, enquanto as receitas de vendas e negociação devem permanecer praticamente estáveis.
Embora os comentários tenham sido direcionados aos resultados do banco americano, o alerta aumentou a cautela em relação à capacidade das instituições financeiras de sustentar o forte crescimento dos lucros observado nos últimos trimestres.
Para Ipek Ozkardeskaya, analista sênior do Swissquote Bank, o mercado começa a revisar para baixo as expectativas para o setor diante do risco de resultados menos robustos. Essa percepção pressiona simultaneamente as projeções de lucro e as avaliações das ações bancárias.
O movimento ocorre em um ambiente já desfavorável para os ativos de risco. A nova alta do petróleo mantém as preocupações com inflação, enquanto o avanço dos rendimentos dos títulos globais aumenta os custos de financiamento e pressiona as avaliações das ações.
Na Europa, o cenário ganhou força depois que o Banco Central Europeu elevou os juros pela segunda vez neste ano na semana passada. Nos Estados Unidos, os traders aguardam agora a decisão do Federal Reserve nesta quarta-feira, com uma nova alta das taxas amplamente precificada.
No Reino Unido, novos dados mostraram que o número de vagas de emprego caiu para o menor nível em quatro anos, sinalizando perda de força do mercado de trabalho antes da decisão do Banco da Inglaterra na quinta-feira. Apesar da pressão inflacionária provocada pela energia, a expectativa é de que o BoE mantenha os juros inalterados.
Com isso, as bolsas europeias enfrentam uma combinação de revisões negativas para os lucros dos bancos, petróleo elevado e juros de longo prazo em alta, enquanto os traders aguardam as decisões dos principais bancos centrais para avaliar até onde poderá avançar o novo ciclo de aperto monetário.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram majoritariamente em baixa nesta terça-feira, com a alta do petróleo, os juros globais elevados e a cautela antes da decisão do Federal Reserve limitando o apetite por risco na região.
No Japão, o Nikkei 225 TVC:NI225 encerrou próximo da estabilidade, sustentado pela recuperação de algumas das ações mais penalizadas na sessão anterior. SoftBank disparou 9,1%, recuperando boa parte da queda de 10,7% registrada na segunda-feira durante a onda global de vendas de empresas ligadas à inteligência artificial.
Entre as fabricantes de semicondutores, Kioxia avançou 2,73%, enquanto Advantest e Tokyo Electron subiram 0,8% e 0,33%, respectivamente.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI caiu 0,9%, com as principais fabricantes de chips novamente sob pressão. Samsung recuou 0,2% e SK Hynix perdeu 0,4%.
Em Taiwan, o TWSE 50 FTSE:TW50 apresentou uma das maiores quedas da região, com baixa de 1,1%, também pressionado pelo setor de tecnologia. A TSMC, porém, contrariou o movimento e avançou 0,2%.
Na China continental e em Hong Kong, os índices Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Hang Seng HSI:HSI recuaram entre 0,5% e 1,1%, com o setor financeiro entre os principais responsáveis pelas perdas.
Na Austrália, o ASX 200 ASX:XJO caiu 0,9%, pressionado principalmente pelas empresas financeiras e mineradoras.
Yields do Tesouro norte-americano em máximos desde 2007
As yields das obrigações do Tesouro norte-americano a dez anos ultrapassaram os 5%, atingindo o nível mais elevado desde 2007, com a subida dos preços da energia a alimentar os receios de uma inflação persistente. A interrupção do oleoduto Leste-Oeste saudita e os novos ataques dos Houthis continuam a pesar sobre o sentimento dos mercados, com os ativos de risco em queda. A correção nos semicondutores acrescenta pressão sobre as bolsas, depois de responsáveis de algumas das principais empresas de inteligência artificial terem defendido um abrandamento do desenvolvimento da tecnologia por questões de segurança. Estas declarações aumentaram a incerteza em torno do investimento no setor, numa altura em que os mercados já se mostram cautelosos perante a perspetiva de uma subida dos juros da Reserva Federal amanhã.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Parece que se repeteAnálise do gráfico BTC/USD:
No gráfico diário, é possível observar uma estrutura bastante semelhante entre o movimento de 2021–2022 e o movimento mais recente de 2024–2026. Em ambos os casos aparecem sequências com pontos X–A–B–C–D, com relações proporcionais semelhantes entre os movimentos.
Isso não significa que o histórico vá necessariamente se repetir, mas a comparação chama atenção porque a estrutura atual apresenta algumas semelhanças técnicas com o ciclo anterior. Para mim, é um cenário que merece acompanhamento, principalmente pela reação do preço nas próximas zonas de suporte e resistência.
É uma comparação técnica, não uma previsão de preço.
PCAR3 | A mola está armada? Power Breakout pode estar muito próxDepois de meses em tendência de baixa, PCAR3 construiu uma recuperação consistente e agora chama atenção por um detalhe que todo comprador gosta de ver: o preço não está corrigindo, está acumulando logo abaixo da resistência.
Nas últimas semanas, o papel vem formando uma estrutura semelhante a um Triângulo Ascendente / VCP (Volatility Contraction Pattern), com fundos cada vez mais altos e os vendedores defendendo a mesma região de preço entre R$ 3,00 e R$ 3,08.
📊 O que chama atenção:
✅ EMA 9 acima da SMA 21
✅ Fundos ascendentes
✅ Compressão de volatilidade
✅ Stoch RSI voltando a acelerar para cima
✅ Volume de hoje superior aos últimos pregões
✅ Preço encostado na resistência há vários dias
Esse comportamento costuma mostrar que os vendedores estão sendo absorvidos. Em vez de corrigir forte, o ativo continua "grudado" na máxima da estrutura, demonstrando força relativa.
🎯 O nível que estou acompanhando é R$ 3,08 / R$ 3,09.
Acima dessa região o papel:
rompe a máxima recente;
rompe a congestão das últimas semanas;
rompe a LTB principal;
ativa um possível Power Breakout.
E o mais interessante: o rompimento aconteceria após uma longa fase de compressão, condição que normalmente favorece o famoso follow-through, quando os compradores continuam empurrando o preço após o gatilho.
📈 Possíveis alvos:
R$ 3,20
R$ 3,30
R$ 3,38 (61,8% de Fibonacci)
R$ 3,90 em um cenário mais otimista
Por enquanto, nada confirmado. Mas a sensação é de que a mola está sendo comprimida há semanas e o mercado se aproxima de um ponto em que terá de escolher uma direção.
👀 Alerta configurado em R$ 3,09. Se vier rompimento acompanhado de volume, PCAR3 pode finalmente transformar a atual acumulação em um Power Breakout de verdade.
O que vocês enxergam: absorção e continuação de alta ou mais uma armadilha na resistência dos R$ 3,00?
XAUUSD | Cenário compradorXAUUSD faz uma captura de liquidez macro, testa um bloco do h4, sofre uma absorção pelo m15 e realiza uma quebra de estrutura pelo m15, deixando uma região de consolidação onde se encontra a POC juntamente com um bloco m15. Entrada no bloco e stop técnico abaixo do último fundo válido, mas a forma como o preço vai corrigir vai ser mandatória, caso chegue muito forte desconfigura o cenário. Possibilidade de buscar alvos macro.
Rebound H2 em direção ao POC antes da liquidez inferior
Análise Fundamental
O ouro encontra-se entre duas forças opostas. O CPI dos EUA de agosto subiu 0,4% MoM e 3,4% YoY, elevando as expectativas de um aumento das taxas de juros pelo Fed na próxima semana para cerca de 85%–87%. Ao mesmo tempo, a renovação das tensões no Oriente Médio continua a sustentar a procura por ativos de refúgio, mantendo a volatilidade elevada.
Análise Técnica
No H2, o ouro continua dentro de uma estrutura bearish mais ampla após os recentes CHoCH e BOS.
O preço está atualmente próximo de 4.349, acima da zona de liquidez inferior. Um rebound corretivo poderá desenvolver-se primeiro em direção à zona POC de 4.420–4.450, onde a estrutura anterior do mercado coincide com a resistência do Volume Profile.
Se os vendedores defenderem esta área, a próxima onda bearish poderá ter como alvo a SSL em 4.280–4.310.
Níveis-chave importantes
4.601 — Major POI
4.510 — OB / Resistência
4.420–4.450 — POC / Sell Zone
4.280–4.310 — SSL / Main Liquidity
Cenário de Trading
A prioridade de sell mantém-se num rebound para 4.420–4.450, seguido de uma confirmação bearish no H2.
Target: 4.280–4.310 SSL.
Invalidação: aceitação no H2 acima da zona POC e continuação de uma estrutura bullish.
Visão Geral
O bias no H2 continua bearish, mas o preço já se encontra em níveis relativamente baixos. O setup mais limpo é esperar por um rebound corretivo em direção ao POC antes de procurar o próximo movimento para a SSL.
O ouro irá primeiro retestar 4.440 antes de fazer um sweep da liquidez abaixo de 4.300?
ideia gold A zona 4.280–4.271 é a principal para mim.
Se o preço entrar nessa zona e aparecer:
rejeição + candle bearish forte + quebra do suporte local + confirmação da vela seguinte, aí temos um SELL muito mais alinhado.
O primeiro objetivo seria a zona 4.271–4.217, onde temos o FVG.
Se essa zona também for perdida com força, o próximo movimento pode procurar 4.257 e depois zonas inferiores.
Irei procurar oportunidades de entrada em TF de 5MIN
Morning Call - 14/09/2026 - Anthropic pede desaceleração da IAAgenda de Indicadores:
8:25 – BRA – Boletim Focus
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLU2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam em forte baixa nesta segunda-feira, pressionados por uma nova onda de vendas nas empresas ligadas à inteligência artificial e pela escalada do petróleo. O movimento ocorre no início de uma semana marcada por decisões de juros nos Estados Unidos e no Japão.
As ações de tecnologia concentram parte importante da aversão ao risco depois que líderes de algumas das principais empresas de inteligência artificial defenderam maior cautela no desenvolvimento de modelos cada vez mais avançados.
No fim de semana, Dario Amodei, CEO da Anthropic, pediu uma desaceleração no avanço das capacidades dos modelos diante dos riscos de uso indevido da tecnologia. As preocupações foram reforçadas por Elon Musk, da xAI, e Sam Altman, CEO da OpenAI, aumentando o receio de que maior regulação e limites ao desenvolvimento possam afetar as expectativas de crescimento do setor.
O movimento adiciona pressão justamente sobre um dos principais pilares da valorização de Wall Street nos últimos anos. Com as empresas relacionadas à IA negociando a múltiplos elevados, qualquer mudança nas expectativas de crescimento ou no ambiente regulatório tende a provocar reprecificações mais intensas.
Ao mesmo tempo, o Oriente Médio volta a aumentar a aversão ao risco. O Brent sobe quase 3% após novos ataques contra a Arábia Saudita e embarcações no Golfo Pérsico ampliarem as preocupações com o fornecimento de petróleo.
A tensão aumentou após um ataque contra um importante oleoduto saudita, enquanto uma reunião prevista para esta segunda-feira em Omã entre Irã e países árabes do Golfo foi adiada. O encontro deveria discutir um possível acordo para normalizar a passagem de embarcações pelo Estreito de Ormuz.
A continuidade das restrições em uma das principais rotas energéticas do mundo aumenta o risco de que os preços do petróleo permaneçam elevados e prolonguem as pressões inflacionárias.
O momento é particularmente delicado para o Federal Reserve. O Índice de Preços ao Consumidor divulgado na sexta-feira veio acima das expectativas e, combinado com a nova alta da energia, praticamente consolidou as apostas em um novo aperto monetário.
Os traders atribuem agora quase 90% de probabilidade a uma alta dos juros pelo Fed na quarta-feira, naquele que seria o primeiro aumento desde meados de 2023. A mudança é significativa: há pouco mais de uma semana, o mercado ainda estava dividido entre aumento e manutenção da taxa.
O Japão também entra no radar, com expectativa de aumento dos juros pelo Banco do Japão nesta semana, reforçando a perspectiva de uma política monetária global mais restritiva.
Para Samy Chaar, economista-chefe da Lombard Odier, os mercados até agora demonstraram relativa resistência diante dos Treasuries próximos de 5% e do petróleo elevado. O risco, porém, aumenta caso as interrupções no Estreito de Ormuz persistam e obriguem os principais bancos centrais a responder de maneira mais agressiva.
Na avaliação de Chaar, Fed, BCE e outras autoridades monetárias demonstram menor disposição para simplesmente esperar que o choque inflacionário desapareça. A prioridade passa a ser evitar que a alta da energia contamine outros preços e se transforme em uma inflação mais persistente.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam majoritariamente em forte baixa nesta segunda-feira, pressionados por uma onda de vendas nas empresas de tecnologia e por uma nova disparada do petróleo, que reacende as preocupações com inflação e juros.
O Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 recua 1%, enquanto o DAX ACTIVTRADES:GER40 perde 0,5%. A única exceção é o FTSE 100 ACTIVTRADES:UK100 , que avança 0,6%, sustentado principalmente pelas empresas dos setores de saúde e consumo não durável.
A tecnologia concentra as maiores perdas entre os setores, acompanhando a fraqueza observada no setor na Ásia e nos Estados Unidos. O segmento recua cerca de 2% após executivos de algumas das principais empresas de inteligência artificial defenderem maior cautela no desenvolvimento de modelos cada vez mais avançados.
No sábado, Dario Amodei, CEO da Anthropic, pediu que a indústria reduza o ritmo de desenvolvimento das capacidades de seus modelos diante dos riscos de uso indevido da tecnologia.
Para Benjamin Picton, estrategista sênior do Rabobank, chama atenção o fato de líderes de empresas que normalmente competem pela liderança da corrida de IA demonstrarem maior convergência em torno da necessidade de regras mais rígidas — mesmo que isso possa limitar o crescimento futuro do próprio setor.
A reação é particularmente forte entre as fabricantes europeias de semicondutores. Soitec despenca 12,6% e registra a maior queda do STOXX 600. Infineon perde 7,6%, enquanto ASML e ASMI recuam 5,2% e 8,7%, respectivamente.
As mineradoras também apresentam desempenho negativo, com queda de 2,1%, acompanhando a fraqueza dos metais básicos e preciosos.
Na direção oposta, o setor de saúde avança 2,2% e oferece um dos poucos pontos de sustentação para as bolsas. GSK sobe 3,6% depois de divulgar resultados positivos em estudos clínicos envolvendo dois tratamentos contra o câncer de pulmão.
Além da correção da tecnologia, os mercados enfrentam uma nova escalada dos riscos no Oriente Médio.
Os preços do petróleo voltaram a disparar após novos ataques dos houthis contra a Arábia Saudita e ofensivas iranianas contra embarcações no Golfo. O fechamento de um importante oleoduto saudita adicionou novas preocupações sobre a disponibilidade de petróleo no mercado internacional.
Apesar do forte movimento da commodity, as ações europeias de energia operam próximas da estabilidade, sem acompanhar integralmente a valorização do petróleo.
Para a Europa, a alta da energia representa um risco particularmente importante. A dependência de petróleo e gás importados torna a região mais vulnerável à transmissão do choque para os custos das empresas e consumidores, ameaçando simultaneamente a inflação e o crescimento econômico.
O movimento também reforça as apostas em políticas monetárias mais restritivas. Na Europa, o BCE elevou os juros na semana passada, mas o mercado já precifica pelo menos mais 25 pontos-base de aperto até o final do ano.
A mudança nas expectativas vem provocando uma forte reprecificação no mercado de títulos. Os rendimentos soberanos europeus continuam avançando, com o título de referência de 10 anos da região atingindo seu maior nível desde agosto de 2009.
Fora dos mercados, a política europeia também permanece no radar. Na Suécia, os resultados preliminares das eleições de domingo indicam que a oposição de centro-esquerda poderá formar o próximo governo, com uma vantagem estreita de três cadeiras sobre o bloco governista de direita após a apuração da maior parte dos votos.
Segurança e rentabilidade da IA preocupam mercados
Os futuros do Nasdaq abriram com um gap estão a negociar em baixa esta manhã, com uma desvalorização superior a 1,50%. As empresas ligadas à inteligência artificial estão a ser penalizadas pelos apelos de alguns dos principais executivos do setor a um abrandamento do desenvolvimento da tecnologia, devido a preocupações com a segurança. Estes receios somam-se às dúvidas sobre o retorno dos elevados investimentos em inteligência artificial. Embora as receitas estejam a crescer, permanece a incerteza sobre quando esse crescimento se traduzirá em ganhos suficientes para justificar a dimensão da despesa. Na Ásia, a SoftBank caiu cerca de 11%, a SK Hynix recuou 6,4% e a Samsung perdeu 4,1%. Do lado macroeconómico, a subida do preço do petróleo continua a pressionar a inflação, reforçando as expectativas de uma subida da taxa diretora da Reserva Federal na reunião desta quarta-feira.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
BTCUSD - Reacumulação de Wyckoff📊 Contexto: Após forte movimentação de alta, o BTC para antes de realizar a captura de liquidez macro no topo e começa a formar uma estrutura de distribuição, porém ao longo da construção se percebe que é uma reacumulação de Wyckoff, realizando uma pequena captura de liquidez intermediária no topo e realizando agora o último processo de captura de liquidez no fundo (SPRING) em uma região de demanda forte (bloco H2).
🎯 Ideia: Aguardar uma quebra de estrutura de alinhamento de fluxo pelo m15 ou até mesmo pelo m5 visando surfar toda essa movimentação de alta.
📍 Região de interesse: A primeira região de interesse é a captura de liquidez total no topo, região do 82826.
#tradingview #trading #priceaction #leituradopreco #liquidez
Onde Você Deve Traçar um Perfil de Volume de Intervalo Fixo?Este artigo não é relevante para o público residente em Portugal ou no Brasil.
O Perfil de Volume de Intervalo Fixo (Fixed Range Volume Profile) pode nos dar uma visão muito útil de onde se concentrou a maior quantidade de atividade operacional durante um movimento em particular. A parte difícil costuma ser decidir exatamente onde esse perfil deve começar e terminar.
Não existe um intervalo único que seja sempre o correto. O intervalo deve refletir a fase do mercado que você está tentando compreender e, à medida que o preço se desenvolve, a pergunta que você está se fazendo pode mudar junto com ele. A recente ação do preço do ouro oferece um exemplo muito claro de como se pode aplicar um Perfil de Volume de Intervalo Fixo e, em seguida, ir atualizando-o conforme o movimento avança.
Comece com o movimento que deseja medir
Antes de traçar um Perfil de Volume de Intervalo Fixo, é útil definir exatamente qual parte do mercado você deseja analisar.
O ouro passou recentemente várias semanas se consolidando dentro de uma cunha que se estreitava antes de romper com força para a alta. O rompimento marcou uma mudança clara de comportamento, com o preço acelerando para longe da consolidação antes de atingir, finalmente, uma linha de tendência de baixa de mais longo prazo.
Com esse movimento inicial concluído, havia dois pontos relativamente evidentes a partir dos quais construir o perfil: a mínima imediatamente anterior ao rompimento da cunha e a máxima posterior onde o impulso comprador estagnou pela primeira vez.
Gráfico de velas diário do ouro (vista ampliada)
O desempenho passado não é um indicador confiável de resultados futuros.
Gráfico de velas diário do ouro (vista em detalhe)
O desempenho passado não é um indicador confiável de resultados futuros.
Traçar o perfil ao longo deste movimento específico nos permite ver onde se concentrou a maior parte das negociações durante o avanço. Em particular, o Ponto de Controle (Point of Control — PoC) identifica o preço no qual se registrou o maior volume dentro do intervalo selecionado.
Por essa razão, escolher bem o intervalo é fundamental. Estender o perfil ao longo de meses de ação do preço sem relação alguma responderia a uma pergunta diferente, enquanto começá-lo no meio do impulso comprador excluiria uma parte importante do movimento que estamos tentando compreender.
Observe o que acontece durante o recuo
A informação que o perfil produz torna-se especialmente útil quando o preço começa a fazer um recuo (pullback).
Após atingir a linha de tendência de baixa de longo prazo, o ouro recuou em direção ao Ponto de Controle do impulso inicial. Em vez de presumir que o PoC forneceria suporte automaticamente, podíamos utilizar essa zona como um ponto de referência e observar como o preço se comportava quando retornava a ela.
Neste caso, os compradores voltaram a entrar perto da zona e o ouro realizou posteriormente um segundo impulso para a alta.
Gráfico de velas diário do ouro
O desempenho passado não é um indicador confiável de resultados futuros.
A distinção é importante. O Ponto de Controle não previu o repique; simplesmente destacou uma zona onde anteriormente havia sido realizado um volume considerável de negociações.
Essa atividade prévia nos dá um motivo para prestar atenção quando o preço retorna, mas é a reação posterior que determina se a zona continua sendo relevante. Uma rejeição de preços mais baixos, um período de consolidação ou uma renovada pressão compradora podem oferecer informações adicionais que uma linha horizontal por si só não pode fornecer.
Atualize o intervalo à medida que o preço se desenvolve
O impulso comprador posterior do ouro também demonstra por que um Perfil de Volume de Intervalo Fixo não permanece necessariamente "fixo" para sempre.
O primeiro perfil foi desenhado para responder a uma pergunta específica: onde se concentrou a atividade operacional durante a primeira perna do rompimento?
Uma vez que o ouro encontrou suporte e avançou em direção a uma nova máxima, passou a haver um movimento mais amplo a ser analisado. O ponto de partida original continuava relevante porque marcava a origem do avanço, mas o final do intervalo podia ser estendido para incorporar o segundo impulso para a alta.
Gráfico de velas diário do ouro
O desempenho passado não é um indicador confiável de resultados futuros.
Fazer isso muda a distribuição do volume porque agora estamos medindo toda a atividade operacional que ocorreu desde a mínima prévia ao rompimento até a máxima mais recente.
Desde então, o ouro recuou com força em direção a outra zona de alto volume e ao Ponto de Controle gerado por este intervalo mais amplo. Mais uma vez, isso não significa que o suporte vá aparecer de forma automática.
O que isso nos indica é que o preço está retornando a uma zona onde o mercado realizou anteriormente um volume significativo de negócios. Se os compradores começarem a defender a zona e o preço começar a se estabilizar, essa aceitação prévia pode continuar sendo relevante. Se, por outro lado, o ouro for negociado de forma decisiva através da zona e começar a se consolidar abaixo dela, a incapacidade do PoC em atuar como suporte ofereceria, por si só, uma informação muito útil sobre a mudança de caráter do movimento.
Permita que a pergunta defina o intervalo
Não existe um lugar universalmente correto para traçar um Perfil de Volume de Intervalo Fixo, já que diferentes intervalos respondem a diferentes perguntas:
Um trader que analisa uma consolidação completa pode optar pelos limites dessa consolidação.
Um trader que estuda um rompimento pode medir desde a origem do movimento até a máxima de oscilação (swing high) posterior.
À medida que essa tendência avança, o intervalo pode ser estendido para incorporar a nova ação do preço, mantendo um ponto de início estruturalmente relevante.
O importante é evitar escolher o intervalo simplesmente porque ele gera níveis atraentes no gráfico. Primeiro decida qual fase do mercado você está tentando entender e, em seguida, deixe que essa estrutura determine o intervalo.
Em última análise, o Perfil de Volume de Intervalo Fixo é um mapa de onde se concentrou anteriormente a atividade operacional. O Ponto de Controle e outras zonas de alto volume nos mostram onde prestar maior atenção, mas é a reação do mercado quando essas zonas são revisitadas que nos diz se elas ainda importam.
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CFDs são instrumentos complexos e apresentam um alto risco de perder dinheiro rapidamente devido à alavancagem. 79.75% das contas de varejo perdem dinheiro ao negociar CFDs com este fornecedor. Você deve considerar se compreende como funcionam e se pode correr o risco de perder seu dinheiro.
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ETH no 4H: Perda do Suporte na média 100 e Mira a 200O Ethereum cedeu na sessão e perdeu a região da média móvel de 100 períodos no gráfico de 4 horas. No entanto, o piso do caixote de consolidação ainda está sendo defendido neste exato momento.
Se essa última linha de defesa falhar e o preço romper o fundo da estrutura, o caminho fica aberto para buscar liquidez e testar diretamente a média móvel de 200 períodos, que avança como o principal suporte dinâmico e zona natural para o próximo bloco de acumulação
Sweep da SSL antes da recuperação
Análise Fundamental
O ouro continua sob pressão antes da reunião do Fed de 15–16 de setembro. Os mercados estão a precificar cerca de 89% de probabilidade de uma subida das taxas de juro em 25 pontos-base, enquanto o dólar americano atingiu o máximo de uma semana e o rendimento dos Treasuries a 10 anos está próximo de 5%. O Brent acima dos 107 dólares também mantém elevadas as preocupações com a inflação. As tensões no Médio Oriente continuam a oferecer algum suporte à procura por ativos de refúgio, mas o ambiente macroeconómico permanece difícil para o ouro no curto prazo.
Análise Técnica
No H1, o ouro mantém uma estrutura bearish após repetidos sinais de CHoCH e a formação contínua de Lower Lows.
O preço está atualmente a negociar perto de 4.296, próximo do mínimo anterior em torno de 4.277. A próxima área importante é a 4.245–4.260 SSL, onde um último liquidity sweep poderá completar a atual onda bearish.
Se os compradores reagirem fortemente nesta zona, o ouro poderá iniciar uma recovery em direção à 4.340–4.360 Fibo Zone, seguida pelo 4.400–4.420 POC.
Níveis-chave importantes
4.490–4.510 — OB + Support / Major Resistance
4.400–4.420 — POC
4.340–4.360 — Fibo Zone
4.245–4.260 — SSL / Main Liquidity
Cenário de Trading
A prioridade Buy surge apenas após um sweep na zona 4.245–4.260, seguido de confirmação bullish no H1.
Target: primeiro 4.340–4.360, depois 4.400–4.420.
Invalidation: aceitação no H1 abaixo da zona SSL.
Visão Geral
A estrutura no H1 permanece bearish, por isso comprar demasiado cedo é menos atrativo. O setup mais limpo é esperar que a liquidez inferior seja tomada antes de procurar uma possível onda de recovery.
Será que o ouro fará primeiro o sweep da SSL antes de recuperar em direção a 4.400?
NVDA Diário: Projeção de Última Perna de Alta "do Ogro"Essa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico diário da NVDA, ocorreu o rompimento do fundo da última perna de alta, poderá retrair para cima até 100% e deverá cair até o(s) alvo(s) da projeção de Fibonacci.
Essa é uma projeção muito usada pelo Ogro de Wall Street, posso ter errado alguma ponta da projeção mas, na minha opinião, essa projeção está perfeita.
XAUUSD — Tendência bearish, à espera do pullbackPulso do Mercado
O ouro continua sob pressão antes da decisão da Fed.
Yields elevadas dos Treasuries, um dólar americano mais firme e fortes expectativas de uma subida das taxas continuam a limitar o potencial de alta. Os preços elevados do petróleo também mantêm vivas as preocupações com a inflação, por isso a volatilidade poderá continuar elevada.
O Que o Gráfico Mostra
O XAUUSD continua bearish no H1.
O preço continua a formar lower highs e lower lows, enquanto o último breakdown empurrou o ouro de volta para a estrutura de suporte inferior em torno de 4.255–4.265.
O preço atual, perto de 4.283, já está próximo do suporte, por isso eu evitaria perseguir novos shorts aqui.
Um rebound corretivo poderá primeiro atingir 4.307–4.318, que corresponde à estrutura quebrada mais próxima e à primeira resistência.
Se o preço recuperar mais, a zona mais importante encontra-se em 4.345–4.357. Esta é a principal zona de rejeição no gráfico e uma área mais limpa para observar um possível regresso dos vendedores.
Se esta zona se mantiver, poderá desenvolver-se uma nova onda bearish em direção a 4.255–4.265, seguida da zona de demand mais profunda 4.225–4.240.
Níveis Importantes
4.425–4.435 — Resistência superior principal
4.345–4.357 — Principal zona de rejeição
4.307–4.318 — Primeira resistência
4.255–4.265 — Zona de suporte
4.225–4.240 — Principal zona de demand
O Meu Plano Principal
O plano principal continua bearish.
Prefiro esperar primeiro por uma recuperação do preço em direção a 4.307–4.318.
Se o rebound for mais forte, 4.345–4.357 é a melhor zona de venda a observar.
Uma reação bearish clara a partir da resistência poderá levar o ouro de volta para 4.255–4.265 e, mais tarde, para a zona de demand mais profunda.
O Que Quero Ver
Quero ver o rebound formar outro lower high e falhar abaixo das zonas de resistência assinaladas.
Um movimento sustentado no H1 acima de 4.357 enfraqueceria o setup bearish imediato. Uma recuperação mais forte acima da principal resistência superior poderia sugerir uma mudança estrutural mais ampla.
Leitura Final
A tendência H1 continua a favorecer os vendedores, mas o preço já está perto do suporte.
Por enquanto, prefiro esperar pelo pullback e vender a partir da resistência em vez de perseguir o movimento para baixo, especialmente porque a decisão da Fed poderá gerar forte volatilidade em ambas as direções.






















