Operando acumulaçãoMercado de criptomoedas claramente em movimento de acumulação, normal no ciclo que o mercado está, somado com a escassez do dinheiro para risco, a tendência é o ativo acumular mesmo.
No presente momento eu não vejo muito fundamento o mercado seguir uma baixa forte abaixo de U$14900, sendo um bom suporte. Após isso vejo 12k e 10k. Abaixo disso, pela informação que temos, é improvável. Os suportes intermediários do Bitcoin são U$17400 e 16k, ótimos pontos de compra.
Como a queda atual se deu por conta do provável M&A da FTX pela Binance, para evitar um problema maior de liquidez, acredito que o mercado já "violinou" e os players voltam a comprar como visto nos pavios deixados nos candles de ontem e hoje. O ideal é operar a acumulação e largar as parciais dentro da região de liquides, nas resistências de 20500, 21500 e 24k, melhorando o preço médio de entrada.
Os fundamentos permanecem os mesmos, o dinheiro segue escasso e o mercado de risco limitado, a novidade é a crise de liquidez que deve ser contornada em breve. 🐂
Gfauth
BBDC4 de volta para a rangeLá vai ele o gigantão Bradesco em busca do seu suporte ao fundo da região de volume, em meados de 17 reais.
O banco operou quase um mês acima das máxima do volume 19,50 e após teste comprador retorna para a região do ano. Vamos que o padrão de comportamento do papel é dentro da região de volume, e isso tem explicação.
BBDC4 é um ativo de blindagem, com volatilidade menor e fundamentos sólidos, é usado para mitigar grandes perdas de carteiras. Fundos, bancos de investimentos e assets usam com frequência esses ativos para reduzir a volatilidade da carteira, por isso é normal observarmos belos movimentos de range.
Eu vou operar com put no preço na perda de 19,50. Expectativa é que em meados de 30 à 45 dias o preço busque o fundo aos 17.
Balanço Q3 - Operando rangeMeu foco aqui é especular o resultado do balanço da Petrobras, é bem difícil ela atingir o objetivo em um dia, mas certamente o otimismo vai se estender como temos visto recentemente.
O balanço Q3 vai pegar uma oscilação de petróleo entre US$87 e US$111 e dólar entre R$5,33 e R$5,41, patamares historicamente elevados.
Vale ressaltar que ela não deve apresentar grande defasagem quando ao preço cobrado no mercado doméstico, mas vamos observar isso no balanço Q4.
No gráfico o preço opera em região de defesa, abaixo de 29 reais após uma queda abrupta, exagerada. Dependendo como os problemas domésticos forem resolvidos, podemos ver a estatal realizando ainda abaixo de 28, o que considero bem barato.
Dadas as circunstancias, acho que o preço deve negociar dentro da região (R$29~R$34) na segunda semana de novembro atingindo o objetivo.
Abaixo de R$27 eu já desconsideraria essa análise. Importante observar o balanço nesta quinta no pós mercado.
Expectativa para a PetrobrasPetrobras vem tendo um ano no mínimo excelente. Negociando em patamares históricos em um ano de crise que também é histórica. Que momento!
Mas de fato começo a achar que estamos próximos do fim do rally, e particularmente por conta da dinâmica de preços de commodities de energia, e a forma como a crise inflacionária está indo — não vou nem mencionar política.
Estamos chegando perto do pico de inflação nos EUA, e potencialmente poderemos ver boas leituras até dezembro, pelo menos de estabilização. Já vemos que outubro será um mês de leitura neutra, ou pelo menos de cessão da queda do IPCA no Brasil, após uma expressiva queda na inflação. A Europa já tem recessão garantida, após esse inverno. O pior ainda não passou, mas os preços de energia estabilizaram substancialmente comparado com 6 meses atrás.
Falando do petróleo, mesmo OPEP+ diminuindo ainda mais a produção, o óleo não se mostrou muito motivado a manter-se acima de 90 dólares o barril e vem retornando novamente para a região de US$80/barril com altas chances de estabilizar em 70. Já vemos um declínio considerável nos preços do gás (NG1!) enquanto as commodities metálicas já vem há meses anunciando o fim do ciclo.
Juntando os últimos dois parágrafos, estabilização da inflação + arrefecimento das commodities, temos ela, a dita recessão.
Recessão é o evento de parada na produção por conta do consumo, será que veremos isso no primeiro capitulo de 2023? Ou será no segundo capitulo? Para mim é certo, só não consigo dizer quando.
Falei tudo isso para justificar — sem falar de pol. — que a PETR4 está no seu topo histórico, e pode estar no último respiro (acima R$35) antes de iniciar a queda/realização. O preço opera em uma região sensível entre 34 e 35 reais, atuando como defesa vendedora, ou o melhor lugar para fazer a oposição de venda.
O VP ao lado infere que a região de liquidez se estende até 29 reais, mas eu espero realizar a operação na primeira saliência do VP em meados de 31,50.
Após a região de defesa em 29, e após os stops abaixo disso, temos a última capitulação em 27,50~, segundo o VP. Vamos ver como o preço se comporta nessa região, sempre atendo ao cenário externo.
Roberto Jefferson day explicadoO que explica o sell-off no mercado brasileiro hoje, em um dia de S&P500 em 1,39%, Stoxx em 1,47%, DXY neutro e Treasuries calmos?
O que vou explicar aqui não é o que o ex-deputado fez ou do que é acusado de fazer, tampouco defender ou atacar. A minha proposta é esmiuçar a interpretação do mercado sobre o fato e entender a oportunidade nesse evento.
Precisamos começar entendendo que segunda-feira se deu início ao evento que apelidei de " hype da virada ", onde o mercado entra em uma semana de festa, precificando positivamente a virada que estava sendo exposta através das pesquisas eleitorais.
O mercado observou como viável uma virada de Jair Bolsonaro pois avançou muito na pesquisa, com especulações (infundadas até o momento) de que o candidato havia ultrapassado o oponente Lula na pesquisa de sexta-feira. O entendimento até o momento é que o mercado havia precificado (até sexta-feira) a vitória de Bolsonaro, em particular as empresas estatais se beneficiarão desta gestão.
Entretanto o episódio de violência envolvendo o Roberto Jefferson no domingo trouxe mal humor ao mercado no day after. A forma como o ex-deputado reagiu a prisão foi, no mínimo, violenta. Mesmo com a tentativa do governo de afastar a relação entre o ex-deputado do presidente, a forma de tratamento que R.J. recebeu foi vista como de um aliado, e a sinalização pegou mal, bem mal e é claro que a oposição usou isso a favor.
A interpretação do mercado é que os votos indecisos que Bolsonaro estaria conquistando ou viria a conquistar em sua campanha e nessa semana, (ocasionando a virada nas pesquisas), podem ter sido afastados após esse infeliz evento envolvendo armas e resistência violenta contra a PF. Este colateral criou motivos para o mercado entrar em sell-off essa segunda-feira, somado ao fator de exagero da semana do hype da virada onde o mercado estava esperando uma desculpa para realizar.
A semana do hype somou 7495 pontos da abertura segunda ao fechamento na sexta-feira. O Roberto Jefferson day ocasionou em uma perda de 4000 pontos em um único pregão do índice futuro, devolvendo 53% de avanço do índice na semana do hype em apenas um dia.
Destaques para estatais, Banco do Brasil -10,03%; Petrobras -9,20%.
As perguntas que ficam são:
Como as pesquisas de terça, quarta e quinta-feira refletirão esse evento?
Será que o mercado antecipou corretamente? Será que o mercado exagerou no sell-off?
Seria esse um real motivador para eleitores indecisos deixarem de votar no governo?
Estariam os investidores estrangeiros percebendo/relembrando o risco Brasil?
Hype da viradaSetor estatal está sofrendo um fenômeno impulsionado pelas pesquisas eleitorais, o fenômeno da virada. De forma injustificada, ou melhor, justificada pelo hype da virada, BBAS3 está operando em preços históricos que considero insustentáveis.
Região de liquidez se estende até a resistência (em rompimento) R$42,33. O suporte da região está em R$38,74. Proponho que até o balanço da companhia esse preço tenha estabilizado próximo a melhor zona de compra, sob pressão vendedora e já no pós eleitoral.
O momento é de mercado sensível e requer forte controle de risco, eu não opero no spot ou no margem, mas em opção e não recomendo seguir essa ideia como sugestão , mas sim olhar como uma análise educacional.
Preço não reflete tanto o balanço (ainda)A TSLA stock opera um long legged doji no fundo que forma no curto prazo um fundo duplo, e no médio prazo um fundo duplo de maior amplitude.
Fundos de 14 e 20 de outubro projetam o preço no curto prazo. Fundos de Maio-Junho e Outubro projetam no médio prazo.
O mercado não derreteu após o balanço pior ontem, apesar de sim refletir a piora, ainda reflete expectativas positivas deixadas pela empresa em relação a crise financeira e a alternativa à crise nos combustíveis fosseis. Apoiadores em massa da TSLA não vão se desfazer da mão e fundos devem aproveitar o momento para ir as pechinchas.
Tesla vai ter que comer feijão para ganhar a região de 224 dólares, mas se o fizer deve buscar região topo da região de liquidez. Essa é minha aposta.
Abaixo de 200dol o mercado já inicia uma série de stops, mas por hora confio na defesa.
O mercado precificao resultado do primeiro turno das eleições do Brasil. As expectativas estavam muito definidas para apenas um lado da competição, muito motivado por pesquisas de desempenho, mas a realidade se mostrou diferente, e o mercado teve que precificar a realidade e não a pesquisa.
De fato, o mercado havia precificado uma vitória do candidato Lula e estava se mantendo estável durante todo o período de campanha, com uma volatilidade controlada, em comparação com as últimas eleições.
Com o resultados de Bolsonaro vistos nesse domingo, não apenas do executivo, mas também as conquistas na Câmara e no Senado trazem vantagem competitiva para um segundo mantado do atual presidente, dando mais apoio para suas propostas e deixando seu governo mais fácil no que se refere adquirir apoio e reduzir o ruído de oposição.
Ainda na mesma página, mesmo com uma vitória do candidato Lula, o mercado ainda deve operar tranquilo uma vez que a renovação do legislativo foi substancial, dando segurança para o mercado de que reformas mais radicais de esquerda serão barradas no congresso. Nesse caso, o mercado olha para um Lula equilibrado no centro, enfrentando grande oposição e possivelmente gerando certa segurança fiscal.
A dúvida fica no time ministerial que há de ser apresentado, agora, o mercado fica de olho em quem fará parte do time dos presidenciáveis no executivo para poder projetar com mais horizonte as posições em Brasil.
No gráfico , de olho na resistência de 19200, definida pelo volume e 120k definido pela máxima. Rompimentos com volume nessas regiões sinalizam uma fluxo de compra forte. Defesa em 19200 é esperado.
PRIO3: Minha prediletaPetro Rio passa por um ótimo momento por ocasião do cenário macro. Seu principal produto está negociando em altos preços, e sua moeda local está depreciada ante a moeda de negócio.
O petróleo opera pressionado pelo conflito no Leste Europeu, todos sabem da crise energética que isso gerou. A produção da PRIO opera em tempo de barril caro, e para fins de curiosidade, o barril do WTI opera na margem de US$30~US$60, como uma banda de preço saudável.
Além disso, durante esse período a nossa moeda se manteve depreciada acima de R$5 reais por dólar, na média R$5,20, dando boa previsibilidade para a empresa proteger suas operações.
O preço opera em distribuição estatística forte, olhando para a semana, acredito que o preço ainda fará novo teste no topo. Sobretudo, é bom esperar uma correção até meados de R$26,50, buscando a distribuição de dados no conjunto observado.
Visão no gráfico diário.
Inflação, Selic, Desemprego e DeflaçãoO cenário Brasileiro está mais parecido com o dos EUA do que nunca, pois seguimos tentando desacelerar a economia para frear a inflação, e ainda assim vemos uma taxa de desemprego boa. Veja a linha amarela, onde após o break do corona vírus, o índice de desemprego alcançou 14% e agora recua abaixo dos níveis pré-pandemia, criando sinal de aceleração econômica. As vezes até parece que o que o PG fala é real.
Corroborando com isso, a inflação nos Imóveis segue em trajetória de queda, talvez causada pela baixa demanda? Estamos no nível pré-pandemia e com tendência de desaceleração maior, com inflação de imóveis próximo de 0, o que isso quer dizer?
Olhando para o copo meio cheio, é ótimo a inflação de imóveis estar recuando, mais dinheiro no bolso do cidadão e melhores negócios para o setor.
Olhando para o copo meio vazio, mais dinheiro na economia, mais consumo, mais inflação. Ainda não sei ler o impacto do IGP-M negativo no mercado imobiliário, mas suponho que uma falta de demanda pode ser o resultado da deflação.
Mas, nem tudo é um mar de rosas, hoje tivemos os dados de IPCA e ao abrir o dado podemos ver mais uma vez que os ativos ainda continuam pressionados, mas que a discrepância dos preços de transportes continuam causando a impressão de deflação. Na imagem abaixo podemos ver quando forte é o peso em pontos que o transporte faz no índice (-72p.p.). Isso não quer dizer que o BC não está no caminho certo, ou que não está vencendo a batalha, mas ainda não vemos desaceleração substancial de alimentos, bens de consumo, saúde e educação, por isso as médias dos núcleos acelera a 0,66% no IPCA de agosto.
Fala finalizar, a SELIC ainda pode ser alterada em setembro, após fala do RCN no evento do Valor, dizendo que há espaço para aumento residual de 0,25% na taxa. O brasil ainda tem uma das inflações mais altas do mundo, empatado com México e Irlanda (8,7% CPI YoY). RCN ainda ressalta que além da eleição, o futuro do Fiscal do país é incerto independentemente de quem assumir a cadeira da presidência.
Ainda assim nossa bolsa sustenta altas, porque?
Apesar da inflação alta, o diferencial de juros segue atrativo no Brasil. Além dos juros, o mundo vê inflação causada por commodities, e nossa bolsa deita e rola quando as commodities performam bem, afinal, somos um exímio produtor. As perguntas que ficam são:
Até quando as commodities vão pressionar?
A recessão é o resultado de uma aceleração da indústria e do consumo de commodities, então o quão longe a recessão está?
O quanto o Brasil sofrerá com a política de juros Americana e Europeia?
Seria esse o início da recessão?
Sumário
- Inflação: QUANDL:BCB/13522
- Taxa de Desemprego: QUANDL:BCB/24369
- IGP-M: QUANDL:BCB/189
- Taxa Selic: QUANDL:BCB/432
Uma abraço e bom final de semana!
Juros precificam melhora econômica momentâneaEm meio a crise inflacionária, os Juros curtos atuaram em harmonia até que a SELIC terminal fosse precificada em 13,75%. O DI23 diminuiu sua volatilidade em meados de 22 de julho, próximo ao último COPOM em Agosto. A partir dessa data, os outros DIs curtos, 2024 e 2025 seguiram precificando a queda na percepção de inflação decorrente os eventos nos preços de energia no Brasil.
A percepção de queda nos Juros mostra como os investidores olham com otimismo os próximos anos no Brasil, vendo uma desaceleração maior na inflação, e a precificação de redução de juros para 11,50% ao fim de 2023.
Esse descolamento sinaliza bem a recuperação das ações de varejo, bem como a desaceleração no dólar nos últimos dias, afinal, política monetária contracionista consiste em juros elevados, e expansionista em juros baixos.
A pergunta que fica é, essa sinalização de deflação é permanente ou artificial?
Se você procura bons sinais de correlação para operar o mercado futuro de Dólar, sugiro prestar mais a atenção em um DI curto (DI1F25) e um Di longo (DI1F29), para ter uma boa noção da percepção de crédito futura. Embora estamos poucos dias das eleições e isso trás volatilidade de forma geral, as taxas de Juros vem influenciando o dólar no intraday de forma muito assertiva.
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Ah esses ChinesesMinha visão para a Vale ganha viés negativo novamente por conta do nosso maior cliente, de novo.
Sim a China está aumentando os lockdowns mais uma vez, diminuindo então as cadeias de produção e demanda, cadeias de transporte e entrega, assim prejudicando nossas maiores exportadoras. Não é a toa que tivemos uma queda no Minério de 800 yuans negociando hoje a 690 yuans, uma queda expressiva para o minério que estava em tom de recuperação em Junho. Essa madrugada o Governo Chinês pediu para a população estocar comida... Que medida desastrosa.
Isso sem dúvida ferra a Vale. Temos balanço no fim do mês, dia 28 de Julho, onde veremos provavelmente um balanço forte da mineradora, o que é favorável e pode mostrar que a empresa esta barata (ou não) e também as projeções da empresa.
O que pode ir contra a minha análise é o preço do dolar que favorece a Vale, afinal, ela vende seu produto em moeda estrangeira. Ressaltando, enquanto o minério negociar abaixo de 750, teremos pressão na Vale, e isso depende diretamente da China.
No gráfico o mercado negocia pertinho do suporte de 72, e deve perder esse suporte hoje. Alvo 1 em 68,80. Alvo 2 nos 100% da fibo fica em 62,50. Bons negócios.
Muito grande para falharToo big to fail eles dizem, e eu concordo. A abundância de petróleo no Brasil é o que faz esse país ser inquebrável, juntamente com o Agro e os Minérios.
Empresas estatais como a Petrobras não vão quebrar, não tem como isso acontecer e estamos vivendo um grande momento, onde a Petrobras está fazendo grandes lucros por conta do preço do Dólar e do barril de petróleo Brent. Apesar do governo atacar os dividendos que a PETR4 paga aos acionistas, eles nunca mencionam que são o sócio majoritário e que tiram uma fatia bem gorda da operação da empresa. É engraçado como o governo está disposto a acabar com a imagem de uma das maiores petroleiras do mundo, a joia preciosa do Brasil, em nome de criar uma narrativa eleitoreira.
A tentativa de intervenção na política de preços é visto como ruim para os investidores. Esse é o momento que veremos uma debandada dos acionistas para sair do risco do setor estatal. Dado esse cenário, independentemente do preço do barril, acredito que a Petrobras deve cair e buscando a mínima de Janeiro 2022, aos 23 reais. Ainda conto com o suporte em 20,50 caso o preço derreta mais.
Sobretudo, não é nem de longe o fim da empresa, duvido que o governo consiga privatiza-la neste momento, e caso percam a eleição, isso não vai acontecer, por isso pode ser uma boa promoção de compra...
Caso o governo não consiga alcançar seus objetivos de intervir na política de paridade de preços da empresa (o que faz ela ser lucrativa), podemos ver a Petrobras retomando 30 reais com facilidade, até mesmo fazendo nova máxima.
BBDC4 - Operando RangeVivemos um tempo de estresse para os bancos, e o Bradesco está particularmente volátil — in a good way.
BBDC4 está negociando numa range de preços bem particular, entre meados de 20 e 17, o que é um tanto volátil para os bancos. Os tempos atuais não vão muito bem para nosso setor financeiro, por um lado com a Taxa de Juros mais alta, maior o lucro dessas empresas, mas em contrapartida, menor a demanda por dinheiro, pois o dinheiro está caro!
Quanto mais pressão inflacionária temos no setor de energia e de alimentos, mais força o Banco Central do Brasil a rever seu plano de voo e talvez aumentar ainda mais os juros. Vemos os DIs mais longos (24 e 25) precificando isso nesse mês de Junho, pois já estão nas máximas de Março, quando a política monetária dos Bancos Centrais no mundo ficou mais Hawkish.
Semana que vem temos outra super quarta e mais uma decisão de política monetária que deve balançar os mercados.
Para mim, os bancos em geral estão em um movimento de contração, ITSA4, SANB11, BBDC4. O BBAS3 ainda tem suas particularidades por ser estatal. Ainda assim, o Bradesco é o banco com melhor estrutura gráfica para operar agora.
Acredito que o movimento vendedor deve seguir até o suporte em meados de 18 reais, até antes da divulgação do balanço e dos dividendos dia 04/06.
O que esperar do FOMC para o BTCÉ um ano de paciência para as criptomoedas. O mercado está em mais uma fase de acumulação sem direção definida ainda, porém com variáveis no ar, fatos que ainda causam medo no mercado de risco, principalmente nessa semana e especial hoje temos o FOMC. O que esperar do FOMC?
✔O comitê vai subir juros em 0,5bp nos EUA, e os Juros Americanos vão para 1%a.a.
✔No comunicado saberemos como serão as próximas altas, palavras como igual, mesma magnitude ou mesma amplitude serão esperadas;
✔O comitê vai informar como o balanço de ativos do FED será despejado no mercado;
✔Também é esperado que entre 80 e 105 bilhões de dólares por mês em títulos serão vendidos.
Mas essas afirmações é o que o mercado já sabe, ou já tomou como real. Para combater a inflação acelerada, a autoridade montaria precisa desestimular a economia. Olhando para os indicadores econômicos e as falas do dirigentes do Federal Reserve os investidores conseguem fazer essas estimativas e se posicionar nesse cenário, por isso essas informações não farão preço. O que faz preço nesses eventos é a surpresa, mas o que é a surpresa?
💥Caso o comitê suba juros em 0,75bp, isso certamente estressaria o mercado de risco negativamente (BTC para baixo).
💥Anúncio de um aperto monetário maior que o esperado continuamente — exemplo 0,75bp por reunião (BTC pra baixo muito forte).
💥A situação quase impossível onde o comitê decide subir apenas 0,25bp, o que eleva o risco do mercado e aumenta o risco de recessão. (BTC pra baixo muito forte)
💥Vendas abaixo de 60bilhões por mês dos títulos do balanço. (BTC para baixo).
A surpresa é exatamente o que não está no cenário dos investidores, lembra que eles já estão posicionados baseados em todas as informações de falas de dirigentes e indicadores econômicos? Pois então, a surpresa gera correria, gera volatilidade e gera falta de liquidez. Por isso entender o dia de hoje pode ser uma oportunidade sem igual.
Minha opinião
Nada de novo, o FOMC está precificado dentro das expectativas acima mencionadas, e conhecendo o Jerome Powell, ele vai acalmar o mercado como sempre no seu melhor tom Dovish. Eu acho que o mercado vai inclusive comprar risco, ou seja, teremos um movimento altista no mercado de Ações e Criptomoedas, dar previsibilidade e segurança é a habilidade especial o Jayjay.
O mercado quer:
Previsibilidade;
Estabilidade;
Horizonte.
Só assim para tomar uma decisão de longo prazo e deitar tranquilo a cabeça no travesseiro. Atenção para o perguntas e respostas a partir das 15:30!
Todavia eu estarei super atento para qualquer surpresa pontual que possa levar a uma breve saída do BTC. Uma queda até uns 34mil pode ser uma boa entrada comprada para mim. No meu gráfico estou olhando para o movimento lateral, acho prudente operar a favor da defesa nas extremidades. Considero um rompimento abaixo de 30mil ou acima de 50mil.
Dólar rejeita 4700e volta a ganhar força acima dos 4800, formando região de liquidez importante. A incerteza nos mercados globais volta a pressionar as moedas para cima apesar dos bons números vindos da China. O mercado está sensível e reagindo bem a cada notícia que alivia a inflação, mas reagindo muito mal a notícias que pioram.
>Os dados de emprego Brasileiros sugerem um aumento da inflação, segundo Caged, até mesmo o PIB no Focus vem sendo revisado para cima, mostrando pungência econômica.
>Enquanto isso no velho continente, a Europa aprova embargo parcial ao petroleo Russo, deixando de consumir 2/3 da commodity até o fim de 2022. Para suprir a demanda a OPEP aumentou levemente sua produção, o que não foi visto como positivo. Petróleo para cima = inflação para cima.
>Ao mesmo passo que a China vem reabrindo integralmente, consumindo cada vez mais commodities e ajudando o Brasil na sua retomada econômica.
Depois desse cenário conturbado, temos o fator técnico, o movimento do dólar rejeitou a continuidade de queda abaixo de 4700, retomando 4800 e formando um potencial padrão de inversão, que pode ser observado como um OCO invertido nos tempos gráficos menores.
Além disso o mercado já vem trabalhando na região de 4800 e 4850 há algumas semanas, com falsos rompimentos já demonstra a segunda vez que o mercado busca liquidez nas extremidades mas rapidamente volta para dentro da região de controle. O próximo teste deve ser em 4850 e um ensaio de rompimento deve ser esperado.
Particularmente acredito que o mercado descontou o que precisava e pode retomar testes em 4950 e 5000 até o fim do mês, dependendo de como ficar o cenário após a próxima super quarta (15/06) onde o FED e o BCB vão decidir sua política de juros e o guidance.
Bons negócios.
O que esperar o BCE?Que o BCE vai subir a taxa de juros, não é novidade, porém não será nessa reunião, mas sim em Julho. O ponto principal que o mercado aguarda é a fala da Presidente do Banco Central Europeu, a Cristine Lagarde.
A pressão dos preços do setor de Energia, impulsionados pelas decisões da OPEP e pelo conflito no leste Europeu, pioram e pressionam cada vez mais o BCE a ser mais duro com os Juros. Se isso não bastasse, o preço dos alimentos também pressionam por conta do conflito, uma vez que a Europa é majoritariamente importadora de alimentos.
O perfil Dovish da Lagarde preocupa os investidores que estão esperando por um posicionamento mais duro do BCE, para um combate mais eficiente contra a inflação. Além disso, também espera-se o anuncio do fim do pacote de estímulos na Europa que foi usada para recuperar o bloco após o Covid.
Tendo isso em vista, todos os holofotes se voltam para a comitiva de imprensa, onde os investidores conseguem entender qual serão os próximos passos do BCE e assim conseguir planejar seus investimentos. Os grandes players precisam de previsibilidade, quanto mais incertezas, pior para os preços.
Qualquer comunicado dovish deve impulsionar o mercado para baixo.
Um posicionamento mais hawkish deve mostrar serviço e animar os investidores, impulsionando o mercado para cima.
Muita atenção para hoje.
GGBR4 - Na corda bambaGerdau vai muito bem em momento que lhe favorece e muito, mesmo assim existem gargalos a serem observados. Todos sabemos que o ciclo de commodities está pungente, ainda assim, alguns eventos recentes estão afetando a dinâmica desses ativos e das empresas que trabalham no setor.
Começando pelos pontos positivos, Gerdau prospecta ferro e também produz aço, componente fundamental para automóveis, eletrodomésticos, construção civil, embarcações dentre outros. Vários clientes no mundo e receita em dolar. Com a alta do Minério de Ferro e do Dólar, Gerdau se beneficiou e muito, com alta sólida desde o fundo da pandemia.
O abacaxi é que um dos maiores compradores é a China e é exatamente essa a maior dor de cabeça no momento. Com a política de Covid 0 na China, as fabricas estão com as produções parcialmente paradas ou completamente paradas, gerando baixa demanda à indústria de materiais Brasileira. Mesmo as fabricas em regiões não afetadas pelo Covid 0, o material de importação demora para chegar devido ao alto volume de transito nos portos de entrada, afetando diretamente a cadeia de suprimentos de entrada e saída da China. E mesmo nas fabricas fora da China, a produção está lenta pois faltam componentes produzidos na China.
É um fator decisivo pra empresa continuar ganhando valor, ainda assim, a empresa está em um ótimo momento teve uma alta de 19% do lucro líquido no último balanço, e não estou vendo (ainda) uma queda eminente. O preço da GGBR4 está negociando em uma região de liquidez entre R$27 e R$29,50, dando uma ótima possibilidade de operações nas extremidades. Estou em call dentro do preço esperando uma retomada da ação para meados de R$29.
Acredito que apenas a perda da região de 26,2 é decisiva para uma continuidade no movimento vendedor.
Operando Petróleo com contextoMercado espera a decisão do Cartel do Petróleo, OPEP para hoje onde foi anunciado um aumento na oferta de óleo no mercado. O cartel define com as petroleiras parceiras quantos barris de petróleo serão produzidos diariamente, assim controlando a oferta da commodity e consequentemente o preço. Hoje o aumento da produção de petróleo é esperado pelo mercado para compensar uma queda na produção russa, que caiu cerca de 1 milhão de bpd devido às sanções.
Mas nem tudo é tão simples no momento temos duas notícias sendo discutidas:
A saída da Rússia da OPEP+ o que impactaria negativamente a produção, aumentando o preço do óleo, com isso a OPEP anunciaria um aumento da produção para suprir a saída da Rússia. Todavia o boato pode ser desmentido hoje, há suspeitas que foi uma notícia plantada no WSJ.
O embargo ao petróleo da Rússia ela União Europeia ameaça a economia local, gerando demanda maior em novas cadeias de suprimento. Embora o embargo esteja em empasse nessa semana, a oferta da Rússia ainda precisa ser suprida, então o aumento da oferta é esperado por conta disso também.
Sabemos pela região de volume que o preço está encontrando estabilidade na região entre 100 e 110, com margem de 95 à 115. Boa operação de caixote vendendo do 110 até 100.
Atenção para ações de petroleiras no Brasil. Atenção especial para a queda no preço do óleo, tirando um pouco da pressão no preço dos combustíveis. A pergunta é, quanto tempo isso irá durar?
Não posso descartar a hipótese da OPEP dar de ombros a essas situações e manter a produção, o que pode estressar o óleo e até mesmo romper o 115, stopando a operação.
Na melhor hipótese não muda nadaTempos difíceis para o Varejo, um setor que surpreendeu se reinventando em 2020, agora sofre com o arrefecimento econômico.
Estive comparando o Ibovespa e os setor de varejo e observo que apesar da grade volatilidade, o setor não entra na onda de otimismo como o setor financeiro, óleo/gás, agro , alimentar, etc... denotando bem o cenário de incerteza que o setor passa.
Aqui um comparativo do IFNC com o ICON, ambos índices setoriais. Desde o recente fundo do Ibov em 103mil, o setor financeiro recuperou igualmente, enquanto o varejo seguiu lateral, sem motivação, abrindo a famigerada "boca de jacaré".
Não preciso nem comentar sobre como a Vale e principalmente a Petrobras vem performando bem e segurando o Ibov de queda ainda mais acentuadas, em comparação com índices Americanos.
Dito isso, não estou acreditando que a Magalu vá muito mais além que R$2,67 para baixo e 5,76 para cima. Acho difícil a empresa cair tanto assim, ainda mais uma empresa grande e sólida como Magalu que tem tudo para passar essa fase de dificuldade. Sobretudo, não acredito com o horizonte atual que a ação vá ganhar muito acima de 5,76, em um cenário de inflação e incerteza global é difícil acreditar no setor.
Defini esses pontos de suporte e resistência olhando para o passado, usando escala logarítmica. O período de amostra é 2018-2019:
Porque o dólar perdeu os 5?Tivemos algumas mudanças grandes no cenário internacional que pode beneficiar e muito os países emergentes.
Recentemente o Banco Central Chinês reduziu semana passa a sua taxa de juros longa acima da expectativa, e esse movimento foi muito bem recebido pelo mercado global, em especial os emergentes.
Se isso não bastasse, vemos sinalizações de reabertura da China. Para quem não está acompanhando, a China está sob uma política de Covid Zero, mantendo importantes cidades completamente em lockdown. Nas ultimas semanas a China vem gradativamente reabrindo alguns pontos importantes da China com uma sinalização positiva de continuidade de reabertura.
A reabertura deve fomentar a demanda de materiais do mercado internacional e voltar a entregar os semiacabados produzidos na China. Esse tipo de demanda é extremamente positivo para o Brasil, uma vez que a China é o nosso maior cliente de commodities. Uma nova entrada de capital é esperada nesse intervalo de tempo em que o Brasil deve reagir positivamente ao "boom" de reabertura no parceiro asiático.
Eu apresso-me em ressaltar que os problemas domésticos continuam, e ainda temos um ano eleitoral no radar, mas no memento esse não é o driver.






















