Comentário Técnico Semanal 06/02/2026Fechamento de mês é o momento de fazer o Global Review, onde analiso os principais mercados do mundo e em busca de um panorama abrangente. Compreender o big picture traz insights para ajudar nos desdobramentos de curto prazo.
Também faço o comentário técnico semanal, onde observo o fechamento de alguns ativos: Nasdaq, S&P , US10y , DX , IBOV, USDBRL e Commodities, para verificar que fato técnicos ocorreram e também para saber o que preciso observar na próxima semana.
Grande Abraço
Leo
Oportunidade de compra em MSFTBom dia, pessoal. Estou criando esse post para falar exclusivamente da Análise Técnica da Microsoft. Pois os fundamentos, no meu ponto de vista - já passam no crivo.
No meu ver, o Mercado, como sempre, está exagerando. Sempre sobe demais ou sempre corrige demais e são nesses episódios que surge a oportunidade.
Vamos lá:
A região dos US$ 400 ganha relevância extrema para MSFT sob a ótica da análise técnica, especialmente quando observamos o gráfico semanal, onde há uma confluência rara de fatores técnicos importantes.
Principais pontos de atenção:
-LTA com início em 2020 (fundo da pandemia) passando exatamente por essa faixa de preço
-Preço testando o Key Level em US$ 400, nível técnico de altíssima relevância histórica
-RSI semanal em região de sobrevenda, sugerindo possível exaustão do movimento corretivo (ou não).
-Preço está a apenas ~6% da MM200 semanal, média extremamente respeitada ao longo da tendência de longo prazo
-Fechamento de um gap gigantesco no gráfico Diário.
Em resumo, essa região dos U$400 onde a MSFT está, trata-se de uma zona crítica de decisão - onde o comportamento do preço tende a definir se estamos diante de continuidade estrutural da tendência de alta ou teremos uma correção ainda maior, com alvo nos U$335 (-16%).
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OPINIÃO PESSOAL:
Para o curtíssimo prazo acredito que os U$400 possam servir como suporte, e se não ele, a MA200, que está a 6% abaixo do preço. Isso se não houver nenhum evento ou notícia inesperada de extrema relevância que venha a impulsionar o mercado americano para baixo. (Uma asneira do Trump, por exemplo).
COMO IREI OPERAR:
Vou comprar metade da mão hoje e a outra metade deixo para adicionar caso o preço busque a MA200 do semanal.
Usarei um stop bem técnico - não financeiro (logo, enorme e bem seguro)
Meu alvo é no topo anterior (+42%), porém o consenso dos analistas é U$635,00.
Mesmo com um stop gigantesco, o alvo maior ainda compensa a operação.
Morning Call - 06/02/2026 - Bitcoin e Amazon. Entenda a VolatiliAgenda de Indicadores:
12:00 – USA – Uni. Michigan: Expectativa de Inflação de 1 e 5 anos
12:00 – USA – Uni. Michigan: Confiança do Consumidor
Agenda de Autoridades:
11:30 – USA – Philip Jefferson, vice-presidente do Fed (Vota), discursa sobre as perspectivas econômicas e a dinâmica da inflação pelo lado da oferta perante a Brookings Institution, em Washington.
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Estados Unidos
Os futuros dos índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam levemente no campo positivo, após acentuada queda das ações ontem. Em destaque hoje, as ações da Amazon afundam 7,5%, após apresentar um investimentos de capital (capex) de US$ 200 bilhões. O índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIX recua 5%, mas mantendo-se acima dos 20 pontos.
Os futuros dos índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam em leve alta nesta sexta-feira, em um movimento de recuperação técnica após a forte liquidação da véspera. O fôlego dos mercados, contudo, é contido pelo tombo de 7,5% nas ações da Amazon, que sofrem o impacto direto do anúncio de um capex bilionário de US$ 200 bilhões para os próximos anos.
A cautela ainda impera no pregão, com o índice de volatilidade VIX recuando 5%, mas sustentando-se acima dos 20 pontos. A permanência do indicador nesse patamar sinaliza que o trader continua em alerta, monitorando de perto se a agressiva expansão da infraestrutura tecnológica das Big Techs será convertida em lucro operacional no curto prazo.
Resultado da Amazon
A Amazon planeja elevar seus investimentos de capital (capex) em mais de 50% em 2026, sinalizando um aporte de US$ 200 bilhões para sustentar a corrida pela liderança em inteligência artificial. O anúncio, porém, azedou o humor de Wall Street: as ações da gigante do e-commerce despencaram 7,7% no pré-mercado, refletindo o receio dos investidores com a pressão sobre as margens.
Durante a teleconferência com analistas, o CEO Andy Jassy adotou uma postura defensiva, contrastando com o otimismo recente da Alphabet. Jassy justificou a desaceleração relativa da AWS — que cresceu 24% no trimestre, atingindo uma receita anualizada de US$ 142 bilhões — argumentando que a escala da Amazon é substancialmente maior que a de seus pares, o que torna taxas de expansão agressivas mais desafiadoras.
A AWS continua sendo o pulmão financeiro do grupo, respondendo por mais de 60% do lucro operacional. Apesar do faturamento de US$ 35,6 bilhões no quarto trimestre, o mercado puniu a companhia pela comparação direta com os rivais: o Google Cloud saltou 48% e o Azure, da Microsoft, avançou 39%.
O apetite por investimentos é generalizado. Juntas, Amazon, Microsoft, Google e Meta devem despejar mais de US$ 630 bilhões em infraestrutura este ano. O recado dos balanços, contudo, é uniforme: o mercado financeiro não aceita mais apenas promessas tecnológicas e exige retornos financeiros tangíveis para justificar a queima de caixa.
Para o primeiro trimestre de 2026, a Amazon projetou lucro operacional entre US$ 16,5 bilhões e US$ 21,5 bilhões, vindo abaixo do consenso de US$ 22,04 bilhões esperado pelos analistas. Além do custo da IA, o balanço sofrerá o impacto de US$ 1 bilhão em gastos extras com o Project Kuiper, a operação de internet via satélite da companhia.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam em queda nesta sexta-feira, caminhando para um fechamento semanal negativo. O pessimismo é alimentado pela cautela dos traders com o setor de software e por uma safra de balanços decepcionantes, com destaque para a crise na Stellantis.
As ações da Stellantis desabaram 14%, provocando a suspensão das negociações, após a montadora reportar encargos de 22,2 bilhões de euros no segundo semestre. O resultado reflete a revisão agressiva em seus planos para veículos elétricos. O movimento contagiou o setor automotivo, que recua 2,4% e lidera as perdas setoriais no continente.
O setor de tecnologia também exerce forte pressão negativa, acompanhando o estresse nas empresas de software e a repercussão dos balanços das Big Techs americanas. O cenário reforça a percepção de que o mercado está recalibrando as expectativas de crescimento e margens operacionais para o segmento.
No campo oposto, a Societe Generale saltou 6% após superar as previsões de lucro do quarto trimestre e elevar sua meta de rentabilidade para 2026. Já a Novo Nordisk avançou 4,2%, impulsionada pela sinalização da FDA de que endurecerá o cerco contra medicamentos falsificados, protegendo a exclusividade de seus tratamentos para perda de peso.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
A onda de aversão ao risco que derrubou Wall Street reverberou pelos mercados asiáticos nesta sexta-feira, espalhando perdas e volatilidade entre índices regionais, metais preciosos e criptoativos. O movimento reflete uma rotação massiva de capital: investidores migram do setor tecnológico para ativos defensivos, enquanto questionam o retorno real sobre os pesados gastos em inteligência artificial.
Na quinta-feira, o Nasdaq estendeu as perdas pelo terceiro dia consecutivo, pressionado pelo temor de que novos modelos de IA corroam as margens das empresas de software.
Segundo Prashant Bhayani, do BNP Paribas, "está ocorrendo uma rotação massiva, e o Nasdaq está claramente apresentando um desempenho inferior ao do S&P e a ações de bens de consumo essenciais, que são consideradas 'chatas'… O mercado está começando a dizer 'ok, sim, a IA é muito interessante', mas as pessoas também estão se perguntando 'Qual será o meu retorno?'"
A Ásia operou sob forte estresse, com destaque para a Coreia do Sul. O índice Kospi TVC:KOSPI chegou a despencar 5%, acionando um circuit breaker antes de reduzir as perdas para -1,4%. Na China continental e em Hong Kong — Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 , Hang Seng HSI:HSI e Shanghai SSE:000001 —, o tom foi majoritariamente negativo, com os principais índices de Shenzhen e Xangai encerrando o pregão no vermelho.
Em contrapartida, o Japão e Taiwan mostraram resiliência. O Nikkei TVC:NI225 subiu 0,8%, impulsionado pela expectativa de uma vitória expressiva da primeira-ministra Sanae Takaichi nas eleições de domingo. Em Taiwan, a valorização da TSMC (+0,85%) foi o suporte necessário para manter o TWSE 50 FTSE:TW50 em território positivo, com alta de 0,3%.
Já na Oceania, o pessimismo foi mais acentuado. O ASX 200 ASX:XJO , da Austrália, liderou as baixas na região ao recuar mais de 2%, com perdas generalizadas em todos os setores listados.
Criptoativos
As criptomoedas afastam-se das suas máximas históricas. ACTIVTRADES:BTCUSD ACTIVTRADES:ETHUSD
Após recuar mais de 10% na véspera e atingir a mínima de 16 meses, o bitcoin ensaia uma recuperação nesta sexta-feira, ao menos no período da manhã. Durante a madrugada, no entanto, a pressão vendedora levou a maior criptomoeda do mundo a testar o nível psicológico dos US$ 60.000.
Apesar da alta pontual, o bitcoin segue próximo do menor patamar desde outubro de 2024, um mês antes da vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais dos EUA. À época, o então candidato havia sinalizado apoio ao mercado de criptomoedas, expectativa que não se materializou da forma como parte dos traders projetava.
Para Chris Weston, da Pepperstone: “Muitas posições grandes e superlotadas estão sendo desmontadas de forma muito rápida, e você pode-se questionar se isso foi um sinal de alerta ou apenas coincidência”, referindo-se a decepção com Donald Trump.
O sentimento negativo também reflete a recente correção em outros ativos, como metais preciosos e ações. Ouro e prata, por exemplo, passaram a exibir maior volatilidade, pressionados por posições alavancadas e fluxos especulativos.
“O bitcoin se aproximar novamente dos US$ 60.000 não significa o fim das criptomoedas, mas evidencia que investidores que trataram o ativo como algo sem controle rigoroso de risco agora estão pagando o preço, assim como ocorreu com correções abruptas em ativos vistos como porto seguro, como ouro e prata, quando a alavancagem e a narrativa se anteciparam à realidade”, afirmou Joshua Chu, copresidente da Associação Web3 de Hong Kong.
Segundo ele, investidores excessivamente alavancados ou que assumiram que os preços subiriam indefinidamente estão sendo forçados a lidar, de forma abrupta, com a volatilidade real dos mercados e a importância da gestão de risco.
Em nota, analistas do Deutsche Bank destacaram que os ETFs de bitcoin à vista nos EUA registraram saídas superiores a US$ 3 bilhões em janeiro, após retiradas de aproximadamente US$ 2 bilhões em dezembro e US$ 7 bilhões em novembro, reforçando o movimento de redução de exposição institucional ao ativo.
Aceitação institucional e fluxo de compra sustentam SKYX em altaO ativo SKYX segue ganhando atenção do mercado, com movimentos consistentes de valorização e forte aceitação por investidores. Parcerias estratégicas com NVIDIA, lançamentos em Target e Lowe’s e recente validação institucional destacam o potencial de crescimento. O cenário atual indica oportunidade para investidores atentos, com perspectiva de continuidade positiva no curto e médio prazo.
Pode uma empresa de testes ser a infraestrutura oculta da IA?A Teradyne executou uma das reviravoltas estratégicas mais dramáticas da indústria de semicondutores, transformando-se de uma empresa de testes focada em dispositivos móveis em uma força dominante na validação de infraestrutura de IA. Com a inteligência artificial impulsionando mais de 60% da receita total no final de 2025, a empresa posicionou-se na junção crítica onde chips de última geração encontram a implantação no mundo real. O novo modelo de ganhos "evergreen" da gerência visa US$ 6 bilhões em receita anual e lucros por ação não-GAAP entre US$ 9,50 e US$ 11,00. Os resultados do 4º trimestre de 2025 sublinham essa mudança: receita recorde de US$ 1,083 bilhão e crescimento de 44% em relação ao ano anterior, impulsionado quase inteiramente pela demanda de testadores de IA.
O fosso técnico da empresa vai muito além do equipamento de teste automatizado tradicional. A solução UltraPHY 224G da Teradyne atende às taxas de dados emergentes de 224 Gb/s críticas para clusters de IA de próxima geração , enquanto o testador Magnum 7H visa o próximo ciclo de memória HBM4—um mercado onde a intensidade de teste é 10x maior que a da DRAM padrão. A joint venture com a MultiLane posiciona a Teradyne para capturar o mercado de testes de interconexão de alta velocidade desde o wafer até o data center. Enquanto isso, a divisão de robótica está migrando para a "IA Física", integrando modelos de aprendizado profundo em robôs colaborativos que se adaptam a ambientes dinâmicos. Um centro de fabricação estratégico em Detroit apoiará uma expansão tripla com grandes clientes de e-commerce em 2026.
Os ventos contrários geopolíticos permanecem administráveis, mas exigem navegação vigilante. Embora a China representasse historicamente 25-30% da receita , a mudança do governo Trump de "presunção de negação" para revisões "caso a caso" para exportações de computação avançada proporciona flexibilidade regulatória. No entanto, tarifas de 25% sobre componentes semicondutores avançados que passam por instalações nos EUA complicam as cadeias de suprimentos globais. O formidável portfólio de patentes da Teradyne, com mais de 5.000 patentes, serve como armadura legal e dissuasão tecnológica. A parceria com a TSMC reforça a liderança em metodologias de empilhamento 3D essenciais para as arquiteturas HBM4 e UCIe.
A tese de investimento centra-se no posicionamento de mercado estrutural. A Teradyne comanda 50% de participação de mercado em testes "XPU" e visa 30% em testes de GPU. Embora a concentração de clientes e a pressão de venda institucional representem riscos de curto prazo , a orientação da gerência para o 1º trimestre de 2026 de US$ 1,15-US$ 1,25 bilhão em receita sinaliza uma trajetória sustentada. A convergência de fotônica de silício, memórias HBM4 e robótica de IA Física cria múltiplos vetores de expansão. Para investidores, a Teradyne representa uma camada arquitetônica essencial que possibilita a transição da pesquisa para a implantação em escala de produção.
Poderá a América quebrar o monopólio de Terras Raras da China?A USA Rare Earth (Nasdaq: USAR) está no centro da aposta industrial mais ambiciosa da América em décadas. A empresa persegue uma estratégia verticalmente integrada "da mina ao íman", concebida para quebrar o domínio da China sobre os elementos de terras raras — materiais críticos que alimentam tudo, desde veículos elétricos a caças F-35. Com a China a controlar 70% da mineração global e mais de 90% da capacidade de refinação, os EUA enfrentam uma vulnerabilidade estratégica que ameaça a defesa e a transição energética. Restrições chinesas recentes à exportação de gálio aceleraram o cronograma da empresa para o final de 2028.
O sucesso depende de um apoio governamental extraordinário. Uma carta de intenções de 1,6 mil milhões de dólares do Departamento de Comércio, somada a 1,5 mil milhões de investimento privado, totaliza 3,1 mil milhões em financiamento potencial. O governo deterá uma participação de 10%, sinalizando uma parceria público-privada sem precedentes. Este capital apoia toda a cadeia de valor: extração em Round Top (Texas), separação química no Colorado e fabrico de ímanes em Oklahoma. O depósito de Round Top é geologicamente único, contendo 15 dos 17 elementos de terras raras processáveis através de lixiviação económica.
Além dos minerais, o projeto testa a resiliência industrial americana. A iniciativa "Project Vault" estabelece uma reserva mineral estratégica de 12 mil milhões de dólares. Alianças com a Austrália, Japão e Reino Unido criam uma rede de cadeias de suprimentos "friend-shored" para contrariar a influência de Pequim. A aquisição da britânica Less Common Metals fornece experiência de refinação indisponível fora da China. Em janeiro de 2026, a empresa produziu o seu primeiro lote de ímanes de neodímio em Oklahoma, provando a sua capacidade técnica.
O caminho continua perigoso. Críticos apontam atrasos e volatilidade inerente a empresas pré-receita. Investidores "short" alegam um potencial de queda de 75%, questionando a idade do equipamento. No entanto, o imperativo estratégico é inegável: sem terras raras domésticas, os EUA não manterão a superioridade tecnológica. O objetivo de 2030 de processar 8.000 toneladas de terras raras pesadas poderá remodelar as cadeias de suprimentos globais, determinando se a América recupera a sua soberania industrial.
ESTC Elastic em ponto de suporte interessante.A Elastic é uma empresa de tecnologia focada em soluções de busca, análise de dados e observabilidade, sendo conhecida principalmente pela plataforma Elastic Stack, amplamente utilizada para monitoramento, segurança e gerenciamento de grandes volumes de informação. Seu modelo de negócio é baseado em software e serviços voltados para empresas que lidam com dados em escala.
Pelo gráfico semanal, ESTC encontra se em uma região técnica bastante relevante, que pode ser interpretada como um ponto de suporte na faixa entre $58,00 e $60,00. Essa região já foi testada diversas vezes ao longo do tempo, com pelo menos três toques bem definidos, o que dá importância técnica a esse nível. Apesar de já ter ocorrido tentativas de rompimento dessa faixa no passado, o preço voltou a respeitar essa região e agora se encontra novamente testando esse suporte, o que torna esse ponto especialmente interessante para observação.
Além disso, é possível traçar uma linha de tendência de alta a partir dos fundos mais recentes, ainda que essa linha tenha apenas dois toques e uma inclinação pequena. Por ter poucos toques, essa linha ainda não é tão confiável do ponto de vista técnico, mas ajuda a reforçar a ideia de que o ativo vem tentando se estruturar acima dessa região. Caso o suporte entre $58,00 e $60,00 não se sustente, uma próxima área de atenção pode surgir mais abaixo, por volta de $55,00, onde poderia ocorrer um novo teste e, eventualmente, a formação de um terceiro toque nessa linha de tendência.
Segue abaixo um link para que possam ser observados alguns indicadores fundamentalistas da empresa, que considero importantes para complementar a leitura gráfica. Entre eles, vale destacar o comportamento da receita, que vem mostrando crescimento ao longo do tempo, enquanto a margem líquida ainda não se apresenta de forma tão atrativa. Esses dados ajudam a trazer uma visão mais completa sobre a saúde financeira da empresa e devem ser considerados junto com a análise técnica.
br.tradingview.com
Disclaimer: Esta análise tem fins exclusivamente educacionais e não constitui recomendação de compra ou venda de ativos. Faça sempre sua própria avaliação antes de investir.
A L3Harris justifica o seu prémio P/E de quase 40x?A L3Harris Technologies posicionou-se como o "Disruptor de Confiança" no cenário global de defesa, unindo os gigantes aeroespaciais tradicionais aos inovadores tecnológicos ágeis. Operando nos domínios espacial, aéreo, terrestre, marítimo e cibernético, a empresa alinha-se com as prioridades de segurança nacional mais críticas, num momento em que os gastos globais com defesa deverão atingir $2,6 biliões até ao final de 2026.
Os ventos geopolíticos favoráveis são substanciais:
Rearmamento Europeu: A guerra na Ucrânia impulsionou um rearmamento massivo; a Rússia gastou cerca de $157 mil milhões em defesa apenas em 2025.
Indo-Pacífico: Os orçamentos de defesa na Ásia-Pacífico excedem agora os $530 mil milhões anuais.
Contratos: A L3Harris garantiu recentemente um contrato de $2,2 mil milhões para o sistema de Alerta Antecipado e Controlo Aerotransportado da Coreia.
A empresa reportou que 2025 foi um "ponto de inflexão claro", com receitas anuais de $21,9 mil milhões. O rácio book-to-bill de 1,3x sinaliza uma carteira de encomendas recorde. No entanto, os resultados do quarto trimestre revelaram complexidades, com as receitas a ficarem 2,95% abaixo das previsões devido a uma paralisação governamental de 43 dias.
Um desenvolvimento transformador surgiu no início de 2026 com o investimento de $1 mil milhão no seu negócio de Soluções de Mísseis, que a empresa pretende lançar em bolsa (IPO) na segunda metade de 2026. Com um portfólio de 3.908 patentes, a L3Harris continua a ser uma pedra angular da base industrial de defesa moderna. Contudo, os investidores devem ponderar este posicionamento excecional face à sua avaliação rica de quase 40x P/E, o que deixa pouco espaço para erros de execução.
BWA BorgWarner parece ter rompido uma região de resistência.A BorgWarner é uma empresa do setor automotivo, focada no desenvolvimento e fornecimento de componentes para sistemas de propulsão, eletrificação e eficiência energética. Atua globalmente atendendo montadoras e vem passando por um processo de adaptação ao movimento de transição para veículos elétricos e híbridos.
Pelo gráfico semanal, BWA está rompendo uma região de resistência marcada por três toques bem definidos ao longo do tempo, sendo o primeiro no início de 2018, o segundo em maio de 2021 e o terceiro em julho de 2023. Agora, em janeiro de 2025, ocorreu o quarto toque, que resultou no rompimento dessa região. São toques espaçados, com intervalos longos, o que dá relevância técnica a esse rompimento. Antes disso, o ativo passou por um período que pode ser interpretado como acumulação e, após o rompimento, encontra se levemente lateralizado há cerca de quatro semanas.
No aspecto fundamental, os dados de crescimento e rentabilidade mostram que a receita permaneceu praticamente estável entre 2022 e 2025. O lucro líquido apresentou uma leve queda e a margem líquida vem caindo desde 2022, apesar de no trimestral mais recente haver sinais de reação, possivelmente ligados ao ciclo do setor. Do ponto de vista técnico, se a região dos $49,35 for superada, o preço pode dar continuidade à tendência de alta iniciada com esse rompimento. Como hoje é domingo, o comportamento do candle semanal que se inicia amanhã será importante para avaliar a consistência desse movimento.
Disclaimer : Esta análise tem fins exclusivamente educacionais e não constitui recomendação de compra ou venda de ativos. Faça sempre sua própria avaliação antes de investir.
EWAtividade principal da NYSE:EW : Líder na produção de válvulas para o tratamento minimamente invasivo de defeitos cardíacos (TAVR, TMTT).
Aceleração do crescimento: O crescimento acelerou de aproximadamente 7% no início de 2025 para 11% no terceiro trimestre de 2025.
Segmento de crescimento elevado: A terapia mitral e tricúspide (TMTT) está a crescer 50% a 60% por ano. Poderá duplicar a sua participação na receita para mais de 20% até 2030 (de 9%).
Perspetiva para 2026: A administração espera um crescimento das receitas de aproximadamente 10%.
Desenvolvimentos e atualizações recentes
Negócio da JenaValve concluído (com uma reviravolta): A 9 de janeiro de 2026, um tribunal bloqueou a aquisição de 945 milhões de dólares devido a preocupações com o monopólio no tratamento da regurgitação aórtica (RA). Apesar disso, a empresa elevou a sua projeção de lucro por ação ajustado para 2026 para 2,90 a 3,05 dólares.
Nova válvula aprovada: A FDA aprovou a SAPIEN M3 em dezembro de 2025 — o primeiro sistema de substituição da válvula mitral por cateter do mundo. O lançamento está previsto para o início de 2026.
Plano de crescimento para 2030: A estratégia apresentada em dezembro visa atingir os 2 mil milhões de dólares de receitas no segmento TMTT até 2030.
Especificações para 2026: Crescimento das receitas de 8 a 10%, lucro por ação (EPS) de 2,80 a 2,95 dólares.
Principais catalisadores
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Morning Call - 29/01/2026 - Copom Surpreende! Big Techs MistasAgenda de Indicadores:
10:30 – USA – Pedidos Semanais de Seguro-Desemprego
10:30 – USA – Produtividade e Custo Unitário da Mão de Obra (3º Tri)
10:30 – USA – Balança Comercial (Nov)
10:30 – USA – Vendas no Atacado (Nov)
10:30 – USA – Encomendas à Indústria (Nov)
10:30 – USA – Pedidos de Bens Duráveis (Nov)
14:00 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta
15:00 – USA – Leilão de T-Note de 7 anos
Agenda de Balanços:
18:05 – USA – Visa (4,5% de peso no Dow Jones)
18:30 – USA – Apple (8,6% de peso no Nasdaq, 6,8% no S&P500 e 3,7% no Dow Jones)
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLG2026
Copom sinaliza corte de juros em março
Como amplamente esperado, o Copom manteve a taxa Selic em 15%, mas abriu de forma clara a porta para o início do ciclo de afrouxamento monetário já na reunião de março.
Em um ambiente de inflação mais comportada e com sinais mais evidentes de transmissão da política monetária, o Banco Central avaliou que chegou o momento de “calibrar o nível de juros” e afirmou que pretende “iniciar a flexibilização da política monetária em sua próxima reunião”.
O comunicado reforçou o compromisso com a meta de inflação, destacando a necessidade de “serenidade quanto ao ritmo e à magnitude dos cortes”, além de ressaltar que a evolução do ciclo dependerá de fatores que aumentem a confiança no atingimento da meta no horizonte relevante.
Apesar de o comitê reafirmar uma postura de cautela diante de um cenário ainda marcado por elevada incerteza, diversas casas de análise passaram a trabalhar com a hipótese de um corte inicial de 50 pontos-base. Segundo Sergio Goldenstein, um corte inicial de 0,50 ponto percentual é coerente com o compromisso do BC de preservar a serenidade do ciclo, sobretudo diante da grande distância entre a taxa de juros corrente e a taxa neutra.
Para muitos analistas, o comunicado teve um viés claramente mais dovish do início ao fim, especialmente pela retirada de duas frases que vinham sustentando o tom mais conservador do Banco Central nos últimos meses.
Estados Unidos
Os futuros dos índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam próximos da estabilidade nesta sessão, refletindo a reação mista aos resultados das grandes empresas de tecnologia e a decisão do Federal Reserve de manter as taxas de juros inalteradas, sem fornecer sinais claros sobre quando os custos de financiamento poderão começar a cair. O índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIX avança levemente.
Na CME, a ferramenta FedWatch aponta que o mercado atribui 86% de probabilidade de manutenção dos juros na reunião de 18 de março, e 74% de chance de manutenção também no encontro de 29 de abril, reforçando a leitura de um Fed paciente e dependente de dados antes de iniciar o ciclo de cortes.
Resultado da Meta Platforms (+7,6%)
A receita da Meta Platforms, controladora do Facebook, cresceu 24% no trimestre encerrado em dezembro, impulsionada pela melhora na segmentação de anúncios online viabilizada por inteligência artificial. Para o trimestre atual, a empresa projeta um crescimento ainda mais acelerado, de 33%.
A adoção de IA também sustentou uma projeção de receita para o primeiro trimestre acima das estimativas do mercado, reforçando a percepção de que o forte crescimento das vendas poderá financiar a expansão agressiva dos investimentos em data centers. A Meta prevê que esses gastos aumentem até 87% neste ano, alcançando US$ 135 bilhões.
Segundo John Belton, gestor de portfólio da Gabelli Funds, “os números da Meta refletem de forma muito interessante a atitude do mercado em relação aos investimentos em inteligência artificial. Em condições normais, o mercado estaria preocupado, mas a empresa apresentou uma previsão de receita bastante otimista para o primeiro trimestre.”
A Meta também vem acumulando contratos com grandes provedores de nuvem, como o Google, cujas ações sobem quase 2% no pré-mercado de Nova York — um sinal positivo para os resultados da gigante de buscas na próxima semana.
O CEO e fundador da Meta, Mark Zuckerberg, afirmou que o uso da IA “melhorará a qualidade da experiência orgânica e da publicidade”. Ele também destacou que a superinteligência — um marco teórico em que máquinas superam o raciocínio humano — permitirá à empresa oferecer experiências de IA altamente personalizadas para sua ampla base de usuários. A Meta projeta um aumento de 43% nas despesas totais em 2026, para US$ 169 bilhões.
Resultado da Microsoft (-6,4%)
A Microsoft reportou crescimento em sua divisão de computação em nuvem, o Azure, ligeiramente acima das expectativas, mas ainda considerado fraco diante dos gastos trimestrais recordes da companhia.
O mercado reagiu negativamente à divulgação de que a OpenAI representa cerca de 45% da carteira de pedidos ligada à estratégia de IA da empresa, levantando preocupações sobre risco de concentração. Estima-se que até US$ 280 bilhões estejam potencialmente expostos, especialmente em um momento em que a startup enfrenta maior competição e sinais de perda de tração.
“Os fortes laços da Microsoft com a OpenAI sustentam sua liderança em IA corporativa, mas também introduzem um risco de concentração”, afirmou Zavier Wong, analista da eToro. O criador do ChatGPT, inclusive, teria emitido um alerta interno em dezembro após o lançamento do Gemini 3, do Google, que recebeu avaliações positivas.
A Microsoft indicou que o crescimento do Azure deve se manter estável entre janeiro e março, após uma desaceleração no final de 2025, atribuída em parte a restrições na capacidade de chips de IA.
Em teleconferência, a diretora financeira Amy Hood afirmou: “Se tivéssemos alocado todas as unidades de processamento gráfico que entraram em operação no primeiro e segundo trimestres exclusivamente para o Azure, o crescimento teria superado 40%.” Ela acrescentou que o direcionamento de chips para desenvolvimento interno limitou o avanço da divisão.
Resultado da Tesla (+3%)
Seguindo a tendência das demais big techs, a Tesla, de Elon Musk, anunciou uma forte intensificação nos investimentos em inteligência artificial, dobrando seu capex para mais de US$ 20 bilhões em 2026. Os recursos serão direcionados principalmente ao desenvolvimento de robôs humanoides e veículos totalmente autônomos.
Após a divulgação do plano de gastos recordes, as ações reduziram parte dos ganhos iniciais, depois de subir até 3,5% com a divulgação de lucro e receita trimestrais acima das expectativas.
Analistas destacaram que os resultados evidenciam a crescente divergência entre as ambições corporativas em IA e a demanda dos investidores por retornos no curto e médio prazo.
“O mercado parece estar questionando se esses aumentos massivos nos gastos de capital gerarão retornos suficientes. Isso reflete uma divergência crescente entre os objetivos estratégicos das empresas de tecnologia em IA e a paciência de Wall Street com ciclos de investimento sem prazo definido”, afirmou Jesse Cohen, analista sênior da Investing.com.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam em alta nesta quinta-feira, sustentadas pela valorização do petróleo e dos metais preciosos, que ajudou a compensar as incertezas ligadas à temporada de resultados corporativos. A exceção é o índice alemão DAX 40 ACTIVTRADES:GER40 , que recua cerca de 1%, pressionado pelas ações da SAP após a empresa decepcionar o mercado com seu balanço.
O setor de mineração lidera os ganhos, com alta média de 2,7%, ainda refletindo a forte valorização das commodities metálicas. As ações de energia também avançam, acompanhando a retomada dos preços do petróleo.
As preocupações persistentes com tensões comerciais e riscos geopolíticos reforçaram a demanda por ativos de proteção, impulsionando o ouro como porto seguro, enquanto a prata também avançou, beneficiada pela busca por alternativas mais acessíveis ao metal amarelo.
Já o petróleo registra leve alta diante de temores sobre possíveis interrupções na cadeia global de suprimentos, fortalecendo o desempenho das ações ligadas a commodities.
No radar geopolítico, investidores seguem atentos ao risco de uma escalada no Oriente Médio, após o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçar uma ação militar contra o Irã caso não haja avanços em um acordo sobre armas nucleares.
Resultado da SAP (-13,6%)
As ações da SAP, empresa de maior peso no índice alemão DAX 40 (14,4%) e maior fabricante de software da Europa, caminhavam para registrar sua maior queda diária desde outubro de 2020, após um balanço incapaz de reverter a tendência negativa que já havia eliminado cerca de US$ 150 bilhões em valor de mercado desde o pico registrado em 2025.
A companhia reportou receita do quarto trimestre em linha com as estimativas, mas frustrou nas métricas mais sensíveis ao crescimento, com uma carteira de pedidos em nuvem e uma projeção de receita para 2026 abaixo do esperado pelo mercado.
“A SAP precisava entregar uma aceleração mais ampla para contrariar o pessimismo em torno do setor. Com a combinação de guidance fraco e revisão limitada, esperamos um desempenho inferior das ações”, afirmou Balajee Tirupati, analista do Citi.
Assim como outras empresas de software na Europa e em Wall Street, a SAP vem sendo pressionada pelos crescentes temores de disrupção provocada pela inteligência artificial, que têm levado investidores a reavaliar modelos de negócio, poder de precificação e perspectivas de crescimento de longo prazo.
RKLB - Operavel mas com precaução. O papel esta a desenvolver se bem. Porem esta alta, dois últimos dois dias, nao vêm com grande números de negociações.
Então porquê que está subir?
Pode entrar mais volume no rompimento de amanhã ou de sexta?
Talvez quem sabe.
O que e vocês acham?
Digam me a vossa opinião por favor. 👇
Figr - tendência de alta O papel a desenvolver dentro de uma tendência de alta fez um movimento corretivo com volume de negociação à descrição.
Retestou o nosso nivel quase milimetricamente. Eu ja considero valido para operar.
Lembrar que stops e perca sao desnecessárias. O stop deve ser sempre posto num ponto técnico não emocional.
Rkt - esperar também é operar Este papel encontra se numa tendência corretiva no preço com volume a confirmar.
Encontrou agora nivel de suporte. Movimento esperado ate ao final do mês:
-Fechou abaixo fechou acima.
- ou segura no suporte e faz um fechamento acima da maxima do candle prévio com volume a acompanhar.
Lembro que eu apenas estou a partilhar a minha visão de analise técnica
Nao é recomendação.
Não tem gatinhos nao digo onde comprar.
rachaduras que devem normalizar AGORAcódigo similar ao XLF financial sector- não existe bullmarket sem XLF
pode notar que sutilmente ele veio dando sinais de reversão antes do SP500.
( se pegar o setor de staples XLP fica ainda pior)- é necessário que isso retorne nos proximos dias e deixe um bear trap.
Como Negociar os Resultados da Tesla sem Questionar os NúmerosEste artigo não é relevante para o público residente em Portugal ou no Brasil.
A Tesla chega aos resultados do quarto trimestre nesta quarta-feira com as expectativas já ajustadas para baixo e o preço situado em sua linha de tendência de longo prazo. Com a volatilidade quase garantida e a convicção em falta, a reação do mercado provavelmente importará muito mais do que os números principais.
Uma Tendência Forte, mas o Momentum Está Diminuindo
A estrutura de preço mais ampla da Tesla parece otimista, com uma tendência de alta clara de seis meses definida pela linha de tendência ascendente desde as mínimas de abril de 2025. Essa tendência ainda está intacta e continua a moldar o panorama geral.
No entanto, a ação do preço recente enfraqueceu. O rompimento do período festivo acima dos picos duplos de outubro-novembro não se sustentou, e o novo ano começou com um movimento de volta para baixo da média móvel de 50 dias. Em vez de repicar de forma limpa, o preço recuou em direção ao suporte da tendência, onde o interesse de compra tem sido hesitante até agora.
Isso levou a uma compressão em vez de uma resolução. Um intervalo de curto prazo começou a se formar logo acima da linha de tendência, sinalizando indecisão à medida que os resultados se aproximam e definindo os parâmetros de curto prazo para qualquer movimento pós-balanço.
Deixe o Preço, não as Previsões, Liderar a Operação
Os resultados transformam a Tesla em um evento de volatilidade, em vez de uma ação de acompanhamento de tendência. O movimento inicial é frequentemente impulsionado por manchetes e algoritmos, tornando as reações precoces não confiáveis e difíceis de operar.
O que importa é a continuidade. Se os resultados forem absorvidos e o preço se mantiver acima do intervalo em desenvolvimento, a tendência de alta mais ampla permanece intacta. Caso contrário, um rompimento para baixo sugeriria que a fraqueza recente está ganhando tração.
Com as margens de curto prazo sob pressão, mas as narrativas de longo prazo ainda em jogo, a paciência é a vantagem. Os resultados não criam tendências; eles revelam se o mercado ainda acredita nelas.
Gráfico de Velas Diário TSLA
O desempenho passado não é um indicador confiável de resultados futuros.
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Morning Call - 27/01/2026 - UnitedHealth caí 9% antes de balançoAgenda de Indicadores:
9:00 – BRA – IPCA-15 (Jan)
10:15 – USA – Variação Semanal de Empregos Privados ADP
11:00 – USA – Preços dos Imóveis S&P Global
12:00 – USA – Confiança do Consumidor do Conference Board
15:00 – USA – Leilão de T-Note de 5 anos
18:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal API
Agenda de Autoridades:
USA – Donald Trump realizará um "grande pronunciamento" em passagem pelo Estado de lowa
Agenda de Balanços:
7:55 – USA – UnitedHealth - UNH (8,3% de peso no Dow Jones)
13:45 – FRA – LVMH (10,2% de peso no CAC40 e 5,3% no Euro Stoxx 50)
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLG2026
IPCA-15: A mudança da bandeira tarifária para verde deve promover uma desaceleração marginal no IPCA-15 de janeiro, com alta estimada em 0,22% (ante 0,25% em dezembro). No entanto, o cenário de 12 meses aponta para alta de 4,52%, ante 4,41% do mês anterior, rompendo o teto da meta de inflação (4,5%).
Na decomposição do índice, as estimativas indicam aceleração das pressões em preços livres, que devem passar de 0,31% para 0,35%, com destaque para alimentação no domicílio, cuja variação salta de 0,10% para 0,49%, e para bens industriais, que saem de -0,05% para 0,45%, refletindo repasses de custos e normalização de preços.
Por outro lado, é esperada uma descompressão relevante em serviços, de 0,70% para 0,20%, além de queda nos preços administrados, que devem passar de 0,08% para -0,11%, impactados diretamente pela redução da tarifa de energia elétrica.
Estados Unidos
Os índices futuros de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam em alta nesta sessão, com exceção do Dow Jones ACTIVTRADES:USAIND , que é pressionado pelo forte recuo das ações da UnitedHealth, que caem mais de 9% no pré-mercado.
Os papéis da UnitedHealth apresentam elevada volatilidade após o governo dos EUA propor um aumento nos pagamentos às seguradoras do Medicare, medida que impacta diretamente o modelo de negócios da companhia. Às 7h55 (horário de Brasília), a empresa divulga seu resultado corporativo, evento que tende a ampliar a volatilidade do Dow Jones, índice no qual a UnitedHealth possui peso relevante de aproximadamente 8,2%.
No campo positivo, o setor de tecnologia lidera os ganhos, em antecipação à divulgação dos balanços de quatro das chamadas Sete Magníficas. O mercado mantém uma postura construtiva, com traders apostando que os resultados possam novamente superar as expectativas, sustentando o rali recente do setor.
Entre as commodities, ouro e prata seguem renovando máximas históricas. Segundo Christopher Louney, estrategista de commodities da RBC Capital Markets, “a natureza frenética da incerteza global, combinada com a fraqueza do dólar, tem sido o principal motor desta nova perna de alta do ouro”. Louney avalia que o movimento pode se estender até o início de setembro ou, alternativamente, até meados de dezembro. Com base nos padrões observados em 2025, o estrategista projeta que o ouro possa atingir US$ 7.100 por onça até o fim do ano, reforçando o metal precioso como um dos principais ativos de proteção em um ambiente de elevada incerteza macroeconômica e geopolítica.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam em alta nesta terça-feira, impulsionadas por uma sequência de notícias corporativas positivas, que ajudaram a aliviar as preocupações dos investidores com as recentes tensões comerciais globais.
O destaque do dia fica por conta da Puma, cujas ações dispararam 19%, atingindo o maior nível desde março do ano passado, após a empresa anunciar a venda de uma participação de 29% para a chinesa Anta Sports por US$ 1,8 bilhão. O mercado avalia que a operação deve fortalecer a presença da marca no altamente lucrativo mercado consumidor chinês.
No setor farmacêutico, a suíça Roche informou que um ensaio clínico de fase II de seu medicamento experimental para obesidade, o CT-388, administrado por injeção semanal, apresentou resultados positivos. As ações da companhia sobem quase 1% na sessão.
Em paralelo, o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, afirmou que a Índia e a União Europeia concluíram um acordo comercial histórico, que estava em negociação há vários anos, adicionando um viés construtivo ao sentimento nos mercados europeus.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
As ações asiáticas subiram nesta terça-feira, com os traders demonstrando otimismo diante de uma série de balanços de grandes empresas americanas ao longo da semana. Ainda assim, a incerteza gerada pelas mais recentes medidas tarifárias do presidente dos EUA, Donald Trump, contra a Coreia do Sul impulsionou a busca por proteção, levando o ouro e a prata a novas altas.
Na noite de segunda-feira, Trump acusou o parlamento sul-coreano de “não cumprir” o acordo comercial com Washington e afirmou que elevaria as tarifas sobre as importações da quarta maior economia da Ásia para os Estados Unidos para 25%.
Apesar das novas ameaças, o índice sul-coreano Kospi TVC:KOSPI liderou os ganhos na região e registrou nova máxima histórica, encerrando o dia em alta de 2,7%. As ações de tecnologia puxaram o movimento, com Samsung e SK Hynix avançando 4,9% e 8,7%, respectivamente.
“O entusiasmo em torno da semana mais movimentada da temporada de resultados levou os traders a aumentar a exposição ao setor de tecnologia antes da divulgação dos balanços de quatro das sete maiores empresas do segmento”, afirmou Jose Torres, economista sênior da Interactive Brokers.
Na sexta-feira, a ministra da Indústria da Coreia do Sul, Kim Jung-kwan, deve visitar Washington, o que pode ajudar a aliviar as tensões comerciais e conceder algum tempo adicional para que o governo sul-coreano trabalhe na recomposição das relações bilaterais.
No Japão, o índice Nikkei TVC:NI225 avançou 0,9%, impulsionado por ações de tecnologia, como a Advantest, que saltou 5,9%. Em contrapartida, a recente valorização do iene voltou a pressionar empresas exportadoras, especialmente do setor automotivo.
Em outras praças da região, os índices chineses — Shenzhen SZSE:399001 , Hang Seng HSI:HSI , China A50 FTSE:XIN9 e Shanghai SSE:000001 — registraram altas modestas. Em Taiwan, o TWSE 50 FTSE:TW50 subiu 0,8%, apoiado principalmente pela valorização dos papéis da TSMC.
Na Austrália, com a volta do feriado, o ASX ASX:XJO avançou 0,9%, impulsionado pelos ganhos das mineradoras.
Salesforce: Nova Empreiteira de Defesa dos EUA?A Salesforce atingiu um ponto de inflexão definitivo que transforma fundamentalmente a sua identidade corporativa. A empresa, historicamente conhecida como fornecedora de software comercial, garantiu um contrato massivo de 5,64 mil milhões de dólares com o Exército dos EUA, estendendo-se até 2035. Pela primeira vez, a gigante tecnológica posiciona-se como uma "empreiteira principal de defesa", abraçando a provocadora mudança de nome do Departamento de Defesa para "Departamento de Guerra" pela administração Trump. Este movimento não só estabiliza o fluxo de receitas da empresa com um acordo de longo prazo a preço fixo, como também a coloca no centro da competição geopolítica EUA-China.
O mercado respondeu com entusiasmo — os analistas aumentaram os preços-alvo para mais de 320 dólares por ação, e os investidores veem o contrato como uma garantia de fluxo de caixa semelhante a obrigações. As ações da empresa subiram para a faixa dos 257 dólares no início de 2026, refletindo a reavaliação de Wall Street da Salesforce como infraestrutura nacional crítica, em vez de um negócio SaaS volátil. No entanto, o pivô acarreta riscos significativos. Coloca em perigo as operações da Salesforce na China e levanta sérias questões sobre a soberania de dados na Europa, particularmente dado o CLOUD Act dos EUA. Com 20% das receitas provenientes da Europa, a Salesforce entra em conflito direto com as exigências de soberania digital de líderes como Macron e Scholz.
A dimensão tecnológica é igualmente convincente: a Salesforce está a investir agressivamente no Agentforce, a sua plataforma de agentes de IA autónomos, competindo diretamente com a Palantir pelo domínio no mercado de software governamental. A tecnologia promete uma automação radical da logística militar e da gestão de pessoal. O CEO Marc Benioff enfatizou a sua vantagem de preço, superando os concorrentes ao amortizar os custos de I&D através da sua enorme base comercial. No entanto, permanecem dúvidas: poderá esta mudança estratégica proporcionar retornos a longo prazo, ou a empresa ver-se-á presa em guerras comerciais e sanções que minam a rentabilidade futura?
NETO mais recente desempenho da Cloudflare confirma a sua grande mudança de foco, de fornecedor de CDN para uma plataforma empresarial fundamental para a segurança, redes e computação de IA.
Principais destaques financeiros (3º trimestre de 2025)
Receita: 562 milhões de dólares (+31% em relação ao ano anterior).
Transição para o mercado empresarial: 4.009 grandes clientes (com um volume de negócios superior a 100 mil dólares/ano) representam agora 73% da receita total, um aumento face aos 67% do ano passado.
O free cash flow atingiu os 75 milhões de dólares (margem de 13%), sustentando a trajetória rumo à meta de receitas anuais de 5 mil milhões de dólares até 2028.
Transformação estratégica:
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Poderá a Soberana da Cirurgia Sobreviver ao Próprio Sucesso?A Intuitive Surgical encontra-se num paradoxal cruzamento no início de 2026. Apesar de apresentar resultados impressionantes no quarto trimestre de 2025, com 2,87 mil milhões de dólares em receitas e um crescimento homólogo de 18,8%, a líder indiscutível na cirurgia assistida por robótica enfrenta pressões sem precedentes em múltiplas frentes. O lançamento bem-sucedido do sistema da Vinci 5, com tecnologia inovadora de feedback de força e aprovação da FDA para procedimentos cardíacos, posiciona a empresa para capturar novos mercados. No entanto, este triunfo tecnológico coincide com um "abismo de patentes", dado que propriedade intelectual crítica expirou em janeiro de 2026, abrindo a porta para que concorrentes repliquem funcionalidades centrais que anteriormente definiam o fosso competitivo da Intuitive.
A fortaleza da empresa está sitiada por ângulos inesperados. O litígio antitrust da Restore Robotics, reforçado pela autorização da FDA para instrumentos remanufaturados de terceiros, ameaça comoditizar a componente de alta margem do modelo de negócio "razor-and-blade" da Intuitive — instrumentos e acessórios que representam mais de 50% da receita. Entretanto, a guerra geopolítica transformou a gestão da cadeia de abastecimento numa estratégia existencial: a China controla 90% da capacidade de refinação de elementos de terras raras críticos para os motores dos robôs, com restrições de exportação suspensas apenas até novembro de 2026. Tarifas que atingem 145% em componentes essenciais comprimem as margens, apesar das orientações da gestão que mantêm margens de lucro bruto de 67-68% através de uma engenharia de custos agressiva.
O cenário macroeconómico agrava estes desafios. As projeções da Intuitive para 2026 apontam para uma desaceleração do crescimento de procedimentos para 13-15%, uma inevitabilidade matemática à medida que a empresa enfrenta a saturação nos mercados principais dos EUA e tem de extrair crescimento de fontes mais difíceis: expansão internacional com taxas de reembolso mais baixas, novas indicações complexas como a cirurgia cardíaca e centros de cirurgia ambulatória sensíveis ao preço. O modelo de receita recorrente da empresa, com 81% do rendimento proveniente da base instalada de mais de 9.000 sistemas, proporciona resiliência, mas os hospitais que enfrentam inflação salarial e restrições de capital escrutinam cada compra de um robô de 2 milhões de dólares com uma intensidade sem precedentes.
A Intuitive permanece soberana no bloco operatório, mas 2026 revela que manter a hegemonia requer mestria para além da inovação cirúrgica. A empresa deve, simultaneamente, fortificar-se contra interrupções na cadeia de abastecimento, defender o seu modelo económico em tribunal, penetrar em novas fronteiras clínicas sem tecnologia hática total (a autorização cardíaca restringe notavelmente o feedback de força em corações batendo) e navegar pelas vulnerabilidades de cibersegurança à medida que os sistemas se integram nas redes hospitalares. O "Bisturi Soberano" continua afiado, mas a mão que o empunha deve agora ser tão hábil na estratégia geopolítica, defesa jurídica e segurança digital quanto é no avanço das fronteiras da cirurgia minimamente invasiva.
google a testar suportes, vai continuar em alta?A GOOGL continua a em uma forte tendência de alta.
neste momento esta em uma zona de suporte.
é importante nao perder essa região dos 319$
vamos continuar a analisar de mais perto no contexto de uma hora (1H) para ver se o trade continua a fazer sentido ou nao!
Morning Call - 23/01/2026 - Intel desaba mais de 13%Agenda de Indicadores:
11:45 – USA – PMIs da S&P Global (Prévia)
12:00 – USA – Uni. Michigan: Expectativa de Inflação de 1 e 5 anos
12:00 – USA – Uni. Michigan: Confiança do Consumidor
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLG2026
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, reforçou ontem que sua única intenção é disputar a reeleição ao Palácio dos Bandeirantes em 2026, descartando qualquer possibilidade de concorrer à Presidência da República.
Estados Unidos
Os índices futuros de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USARUS e ACTIVTRADES:USAIND — operam em leve baixa nesta sexta-feira, após o balanço da Intel ser mal recebido pelo mercado e contaminar o sentimento em outras ações do setor de tecnologia. O índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIX, conhecido como o “termômetro do medo” de Wall Street, apresenta variação contida, sugerindo cautela, mas sem sinais de estresse mais agudo.
Enquanto isso, os mercados de metais preciosos renovaram máximas históricas, em um ambiente de dólar enfraquecido. O ouro avançou pelo quinto dia consecutivo, a prata saltou 2,8% e a platina também atingiu novos recordes, refletindo a busca por ativos de proteção em meio à deterioração da confiança nos Estados Unidos.
“A fraqueza do dólar reflete uma perda de credibilidade e prestígio dos EUA”, afirmou Kyle Rodda, analista sênior de mercado da Capital.com, em Melbourne. “A alta do ouro é o espelho dessa perda de credibilidade. Existem vários fatores impulsionando o metal, mas, nesta semana, o principal é a erosão da confiança nos Estados Unidos”, acrescentou.
Resultado da Intel
A Intel informou nesta quinta-feira que enfrentou dificuldades para atender à forte demanda por chips de servidores utilizados em data centers voltados à inteligência artificial e apresentou projeções de receita e lucro para o próximo trimestre abaixo das estimativas do mercado. A combinação desses fatores fez com que as ações da companhia despencassem cerca de 13% no pregão estendido.
As projeções reforçam os desafios estruturais enfrentados pela Intel em um setor altamente cíclico, no qual os produtos atuais refletem decisões estratégicas tomadas anos atrás. Embora as ações da empresa acumulem alta de cerca de 40% no último mês, o momento operacional segue pressionado. Recentemente, a companhia lançou um novo chip para laptops — visto como peça-chave na tentativa de recuperar a liderança no mercado de computadores pessoais — justamente em um contexto em que a escassez de chips de memória ameaça limitar as vendas de todo o setor.
Executivos da Intel admitiram que a empresa foi surpreendida pela aceleração da demanda por processadores centrais (CPUs) para servidores, que operam em conjunto com os chips de IA. Mesmo com suas fábricas operando próximas do limite, a companhia não consegue ampliar a oferta desses componentes, deixando de capturar receitas relevantes no segmento de data centers. Ao mesmo tempo, o foco no lançamento do novo chip para PCs tem pressionado as margens de lucro.
Para o trimestre atual, a Intel projeta receita entre US$ 11,7 bilhões e US$ 12,7 bilhões, abaixo da estimativa média dos analistas, de US$ 12,51 bilhões, reforçando a percepção de um curto prazo desafiador para a empresa em meio à corrida global por capacidade em inteligência artificial.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — recuam nesta sexta-feira, interrompendo a mais longa sequência de ganhos semanais desde maio, à medida que os traders reavaliam os riscos após o recente agravamento das tensões comerciais envolvendo a Groenlândia.
“Temos observado um aumento generalizado da incerteza neste ano. Mesmo que a questão da Groenlândia pareça temporariamente resolvida, os itraders permanecem cautelosos porque temem que o tema volte ao radar”, afirmou Michael Field, estrategista-chefe de ações europeias da Morningstar.
Os mercados foram sacudidos ao longo da semana depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou impor tarifas a oito países europeus até que Washington fosse autorizado a adquirir a Groenlândia. Embora o presidente tenha recuado posteriormente, citando um entendimento com a OTAN, o episódio reforçou a percepção de que as tarifas seguem sendo utilizadas como instrumento de pressão política.
“Poucos traders comemoraram a desescalada. A forma como o episódio se desenrolou foi vista como um teste desnecessário e imprudente à credibilidade e à coesão da OTAN. A leitura predominante é que se trata apenas de um alívio temporário, e dificilmente será a última crise transatlântica desta administração”, avaliaram estrategistas do Atlantic Council.
No campo macroeconômico, os dados de PMIs indicaram aceleração da atividade nos setores de serviços e indústria da Alemanha e do Reino Unido, enquanto a França registrou desaceleração no setor de serviços, reforçando o quadro de crescimento desigual entre as principais economias da região.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico avançaram nesta sexta-feira, após o Banco do Japão manter as taxas de juros inalteradas, enquanto o ouro e a prata renovaram máximas históricas em meio à retomada da pressão sobre o dólar americano.
Na Coreia do Sul, o índice Kospi TVC:KOSPI atingiu uma nova máxima histórica e superou a marca simbólica dos 5.000 pontos, consolidando um marco que o presidente Lee Jae-myeung havia prometido alcançar por meio de reformas estruturais no mercado financeiro e mudanças na política tributária.
Em Taiwan, o índice TWSE 50 FTSE:TW50 liderou os ganhos na região, com alta de 1%, impulsionado principalmente pelas ações da TSMC, que avançaram 0,6%.
Na China, os principais índices — Shenzhen SZSE:399001 , Hang Seng HSI:HSI , China A50 FTSE:XIN9 e Shanghai SSE:000001 — registraram altas moderadas, movimento que também foi acompanhado pelo índice australiano ASX $ASX:XJO.
No Japão, o Nikkei TVC:NI225 subiu 0,8%, apoiado por comentários do presidente do BC, Ueda, e por dados de inflação em linha com as expectativas. Os preços ao consumidor avançaram 2,4% em dezembro na comparação anual, reforçando a percepção de continuidade do crescimento da economia japonesa.
Especial BoJ
O Banco do Japão manteve a taxa básica de juros em 0,75%, decisão amplamente esperada pelo mercado após a elevação de 0,5% realizada em dezembro. O banco reiterou projeções de inflação mais elevadas e reforçou que seguirá atento aos riscos associados à fraqueza do iene e alta dos rendimentos da dívida.
Em coletiva de imprensa, o presidente do banco central, Kazuo Ueda, afirmou que os aumentos salariais recorrentes vêm estimulando as empresas a repassar custos trabalhistas aos preços, fortalecendo o argumento de uma inflação resiliente.
“Com o avanço gradual dos preços e dos salários, entramos em uma fase em que precisamos avaliar se essa dinâmica será mantida e em que ritmo, analisando diversos indicadores antes de decidir sobre a trajetória dos juros”, disse Ueda.
No colegiado, o conselheiro Hajime Takata chegou a propor um novo aumento de juros pela segunda reunião consecutiva. A iniciativa não encontrou apoio entre os demais membros, mas evidenciou um viés mais conservador emergente dentro do Conselho.
Nas projeções econômicas, o Banco do Japão adotou um tom mais construtivo, afirmando que o ciclo positivo entre renda e consumo “deve se fortalecer gradualmente”. A autoridade monetária revisou para cima suas estimativas de crescimento e inflação para os anos fiscais de 2025 e 2026 e manteve a avaliação de que a economia segue em trajetória de recuperação moderada.
Apesar do discurso mais firme, o mercado cambial reagiu de forma volátil. O iene inicialmente se desvalorizou, mas posteriormente registrou um movimento abrupto de valorização, acendendo o alerta entre investidores para uma possível intervenção das autoridades monetárias.
A ministra das Finanças, Satsuki Katayama, evitou comentar se o ministério realizou verificações no mercado de câmbio após a oscilação da moeda.
No mercado de renda fixa, Ueda adotou um tom mais direto ao abordar a alta dos rendimentos dos títulos públicos japoneses. Segundo ele, o aumento acelerado das taxas de longo prazo está sendo monitorado de perto.
“Os juros de longo prazo estão subindo em um ritmo bastante rápido. Estamos preparados para agir prontamente diante de movimentos excepcionais ou desordenados, em coordenação com o governo”, afirmou, sem detalhar quais instrumentos poderiam ser utilizados.
Desde 2024, o Banco do Japão vem reduzindo gradualmente suas compras de títulos, dentro de um cronograma previamente definido. A instituição reiterou, no entanto, que poderá interromper esse processo ou realizar operações emergenciais de compra caso surjam episódios de estresse extremo nos mercados financeiros.
Velocidade Vence Guerras? A Aposta Bilionária da TextronA Textron Inc. transformou-se de um conglomerado diversificado em uma integradora focada em aeroespaço e defesa, posicionada na interseção da urgência geopolítica e da inovação tecnológica. O pivô estratégico da empresa centra-se na aceleração da implementação da aeronave "tiltrotor" Bell MV-75 para o programa de Aeronaves de Assalto de Longo Alcance do Futuro (FLRAA) do Exército dos EUA, que atende a requisitos operacionais críticos na região do Indo-Pacífico. Com a capacidade de voar duas vezes mais rápido e mais longe que os helicópteros Black Hawk legados, o MV-75 resolve o problema da "tirania da distância" nas operações do teatro do Pacífico. Simultaneamente, a Textron Systems garantiu contratos significativos para embarcações de superfície não tripuladas e veículos blindados de apoio à Ucrânia. Ao mesmo tempo, o segmento de Aviação mantém uma demanda robusta com uma carteira de pedidos (backlog) de US$ 7,7 bilhões, apesar das restrições na cadeia de suprimentos.
Os resultados do terceiro trimestre de 2025 demonstraram força operacional com um EPS ajustado de US$ 1,55, superando as estimativas de consenso, um crescimento de receita de 5% ano a ano para US$ 3,6 bilhões e uma impressionante expansão de 26% no lucro do segmento. A administração executou uma estratégia disciplinada de alocação de capital, desinvestindo ativos de baixo desempenho, como o negócio de esportes motorizados Arctic Cat, para concentrar recursos em oportunidades de alta margem em aeroespaço e defesa. O segmento de Aviação gerou US$ 1,5 bilhão em receita com forte poder de precificação, enquanto a carteira de pedidos de US$ 8,2 bilhões da Bell reflete a natureza de longo prazo dos contratos de defesa. O fosso tecnológico da Textron inclui patentes críticas em sistemas VTOL de Alta Velocidade com rotores dobráveis, capacidades de manufatura aditiva e o drone de carga elétrico Nuuva V300, que realizou seu primeiro voo em janeiro de 2026.
Analistas financeiros sugerem uma subavaliação significativa, com modelos de fluxo de caixa descontado (DCF) indicando um valor intrínseco de US$ 135 por ação em comparação aos níveis atuais de negociação, implicando um desconto de 30%, uma vez que o mercado não precificou totalmente a rampa de produção do FLRAA. A convergência dos cortes esperados nas taxas de juros do Federal Reserve, a demanda sustentada por jatos executivos de indivíduos de alto patrimônio líquido e a modernização acelerada da defesa criam múltiplos ventos a favor. Embora os gargalos na cadeia de suprimentos de titânio e a escassez de mão de obra qualificada permaneçam como restrições, os investimentos da Textron em automação, conformidade de segurança cibernética CMMC e foco estratégico a posicionam como uma arquiteta principal dos sistemas de guerra e transporte de próxima geração, com visibilidade de receita estendendo-se por toda a década.






















