"#PETR4 em compasso de espera""#PETR4 em compasso de espera"- o ativo está esperando por algo , isto é nítido , pois não sabe se parte pra cima dos 33 para buscar 34 ou se realiza lucro nos 31,60 para buscar os 31 e depois os 29,90.
O petróleo está em região de muita resistência nos 89 dólares , região que se vencida com confiança pode buscar os 90 dólares.
Se estiver esperando o petróleo vencer os 89 dólares , #PETR4 passa sem tomar opinião pelos 33,00.
Pelo lado de noticia fica muito complicado , pois é um ativo muito complexo e envolvido com disputas judiciais, uma delas de explorações em novas regiões do país.
Opep
"#Petrobrás Segundo Semestre"A Petrobrás está em uma região em que os compradores não estão dispostos a pagar pelos 32,00 reais até o momento. Há uma expectativa que a empresa queimou caixa para manter por vários dias a gasolina e o diesel com defasagem média de 20%.
Há novos entrantes no papel as vezes de maneira até inesperada mostrando uma forte força compradora.
Tem a expectativa da liberação pelo IBAMA da exploração na Foz do Amazonas, para muitos seria um nova Pré Sal .
"Níveis que a OPEP sempre atua cortando produção"As comodities perderam o ímpeto para continuar nos patamares de preços que tinham e motivo para tentar um repique. O mercado aguarda o que irá acontecer o Brent nestes níveis de preço. Nas outras ocasiões o cartel agiu cortando produção e "desfibrilando" a sonolenta comodities. Vamos aguardar o que acontece , a reunião está da Opep será daqui á alguns dias, mas pode vir algo antes disto.
"Brent em patamares que liga o sinal de alerta da OPEP"O Brent chegou em um importante suporte Mensal na região dos 70,00 USD, região em que há possibilidade de chamar comprador e atenção da OPEP. Caso esta região seja perdida deve buscar os 65,00 USD , acho que há pouco gatilho para ele buscar este patamar de preço , mas como os dias estão sendo muito tumultuados vamos aguardar. A condição para buscar este nível de preço deve estar associado a uma baixa atividade global .
Barril a $300?Em março deste ano, Alexander Novak, vice primeiro-ministro russo alertou sobre o aumento nos preços do barril de petróleo para a Europa, dizendo que havia a possibilidade dos preços alcançarem $300,00/barril. “O aumento nos preços seria imprevisível. Seria 300 dólares por barril, se não mais”.
Os preços subiram até a região de $138,00 mas não mais que isso, o mercado segue formando topos e fundos descendentes e rompeu ontem, dia 07/09/22, com uma barra grande, um fundo importante e acionou um pivô de baixa que abre alvos para os preços $86,00 e $82,00 inicialmente, mas ainda um terceiro alvo na região dos $77,00.
A queda dos preços é seguida pela decisão da (OPEP+) - Organização dos Países Exportadores de Petróleo - em mantar a oferta em 100 mil barris por dia no mês de setembro.
Segundo Haitham al-Ghais, ao canal de notícias estatal argelino: “Ainda estamos vendo um aumento na demanda por petróleo quando comparada com o período da pandemia da COVID-19 em 2020-21. Há uma recuperação pós-pandemia, e ainda estamos vendo isso, mas há uma diminuição relativa em seu ritmo”.
Operando Petróleo com contextoMercado espera a decisão do Cartel do Petróleo, OPEP para hoje onde foi anunciado um aumento na oferta de óleo no mercado. O cartel define com as petroleiras parceiras quantos barris de petróleo serão produzidos diariamente, assim controlando a oferta da commodity e consequentemente o preço. Hoje o aumento da produção de petróleo é esperado pelo mercado para compensar uma queda na produção russa, que caiu cerca de 1 milhão de bpd devido às sanções.
Mas nem tudo é tão simples no momento temos duas notícias sendo discutidas:
A saída da Rússia da OPEP+ o que impactaria negativamente a produção, aumentando o preço do óleo, com isso a OPEP anunciaria um aumento da produção para suprir a saída da Rússia. Todavia o boato pode ser desmentido hoje, há suspeitas que foi uma notícia plantada no WSJ.
O embargo ao petróleo da Rússia ela União Europeia ameaça a economia local, gerando demanda maior em novas cadeias de suprimento. Embora o embargo esteja em empasse nessa semana, a oferta da Rússia ainda precisa ser suprida, então o aumento da oferta é esperado por conta disso também.
Sabemos pela região de volume que o preço está encontrando estabilidade na região entre 100 e 110, com margem de 95 à 115. Boa operação de caixote vendendo do 110 até 100.
Atenção para ações de petroleiras no Brasil. Atenção especial para a queda no preço do óleo, tirando um pouco da pressão no preço dos combustíveis. A pergunta é, quanto tempo isso irá durar?
Não posso descartar a hipótese da OPEP dar de ombros a essas situações e manter a produção, o que pode estressar o óleo e até mesmo romper o 115, stopando a operação.
ELE AINDA MOVE O MUNDOCom as tensões entre Rússia e Ucrânia, além da escassez de petróleo no mundo, o preço da commodity não para de subir, e os analistas falam que não vai parar tão cedo. Alguns já falam do barril acima de $100,00 (cem dólares).
Há um discurso muito forte sobre a “agenda ESG”. Homens como Larry Fink, fundador e CEO da Blackrock, maior gestora de ETFs no mundo, defendem uma agenda verde, e ameaçam desinvestir em empresas que não a adotarem.
Semana passada, Charlie Munger, sócio de Warren Buffett, disse que Larry Fink está dominando o mundo, afinal, com um número cada vez maior de ETFs, a gestora está ocupando assentos em milhares de companhias.
Munger disse que não quer viver num mundo dominado por Fink. Como os ETFs têm uma participação expressiva nas empresas, a Blackrock passa a ter um poder muito grande e a conseguir impor sua própria vontade.
Se os investidores comprassem os papéis das empresas, teriam participações nelas. Como investem via ETFs, quem senta no conselho são as gestoras dos ETFs, e não os investidores donos das ações.
O problema do discurso ESG, defendido por Fink, é que o mundo não está preparado para ele. Muitas empresas de petróleo deixaram de receber investimentos por serem consideradas anti-ambientais, mas, a estrutura energética do mundo é movida a petróleo.
Querem banir o petróleo sem mudar a matriz energética. Isso não vai dar certo. Se querem acabar com o uso do petróleo, é necessário investimentos maciços em energias renováveis.
Agora, por conta disso, o petróleo sobe, e isso é ruim para a economia global, porque aumenta a inflação. Justamente no período em que os EUA decidiram aumentar suas taxas de juros.
Com a iminência de uma guerra, o caldo tende a azedar ainda mais. Prevejo que a OPEP entrará em ação na tentativa de aumentar a produção de petróleo este ano. Do contrário, o preço de tudo vai subir.
Afinal, o petróleo move os navios e caminhões que transportam nossas mercadorias. O mundo precisa ser sustentável, mas para que isso seja efetivo precisamos colocar um bom plano em prática.
Até lá, não podemos banir o petróleo.
Renan Antunes
UKOIL indice do BRENT indicador de PETR4Não é recomendação de operação. Não sou analista, é apenas estudo para aprendizado e posterior consulta.
Índice UKOIL do petróleo BRENT é um forte indicador para Petrobrás. Porém ativo depende das decisões de produção da OPEP e OPEP+. Quando eles decidem aumentar a produção podem derrubar o preço da commoditie, assim como o preço pode subir em caso de conflitos políticos ou guerras.
Resultado da reunião da OPEP 30/11/2020 - Os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) chegaram a um consenso sobre a necessidade de prorrogar os atuais cortes de produção da commodity por três meses a partir de janeiro, e trabalharão para convencer seus aliados na Opep+, um grupo mais amplo, a apoiar o movimento, disse nesta segunda-feira o ministro de Energia da Argélia.
Reunião com OPEP+ deve acontecer no decorrer da semana.
OPEP
Dos cinco membros fundadores da OPEP, quatro eram do Oriente Médio (Arábia Saudita, Irã, Iraque e Kuwait) e um da América do Sul (Venezuela).
OPEP+
Foi como acabou conhecida a aliança entre a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e outros países com grande produção de petróleo, principalmente a RÚSSIA. A nomenclatura OPEP+ vem sendo utilizada com frequência desde 2016, quando a OPEP, em parceria com outros países não-OPEP, acordaram em limitar a produção dos países-membros em mais de 30 milhões b/d, por meio da Declaração de Cooperação. Após uma queda no final de 2014, devido à crescimento forte da produção norte-americana não-convencional no shale, o acordo OPEP+ foi um sucesso, iniciando um gradual processo de recuperação de preços
Cenários pós-OPEPEm 29/11 o papel testou a resistência de R$ 15,30 definida por uma linha de tendência de baixa terciária que já dura mais de um mês. Fechou em um candle de baixa (quase um marubozu), porém, o volume – abaixo da média - não confirmou a tendência de baixa.
Em relação ao cenário macroeconômico, para 30/11, é esperada uma alta volatilidade do papel, devido a reunião da OPEP e a decisão sobre o corte na produção e consequentemente elevação dos preços do petróleo. Tal decisão ainda é incerta, uma vez que o Irã, um dos principais produtores, diverge do resto do grupo.
Alguns analistas também afirmam que este risco já está precificado. Porém, como ainda existe incerteza quanto ao desenrolar do acordo, acredito que o papel vai apresentar baixa, com a mudança forte e reversão da tendência caso ocorra o acordo com preços na faixa de US$ 50-60, ou permanência da tendência se o preço for cotado entre US$ 45-50. No cenário otimista, o papel tem potencial para romper a média de 21 períodos e espaço para suber até as bandas superiores em aproximadamente 18,00.
Como ainda estou aprendendo, adicionei algumas zonas de compra e venda. Mas, senti falta de uma ferramenta que definisse uma zona neutra também.











