Sinais múltiplos de divergência no IBOVIbovespa apresenta sinais múltiplos de divergência com formação de topo no gráfico semanal. Detectado 6 sinais de divergências de acordo com os indicadores técnico. Além de estar trabalhando próximo a banda superior de bollinger. O que chama a atenção é a quantidade de indicadores concomitantes. Sugerindo possibilidade de correção dentro de uma tendencia de alta.
Índices do mercado
DXY 1D: OCOIEssa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
Claro OCOI no DXY, usando os topos e o fundo mais baixo traço o canal duplicado do range do padrão e espero que chegue na linha de cima, a linha alvo.
US30 1D: Diamante Perfeito + Duas Bandeiras de AltaEssa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
Diamante perfeito, simplesmente nunca vi uma diamante tão simétrico como esse do US30, 3 topos e 3 fundos, rompeu o último topo e disparou pra cima, depois formou duas bandeiras de alta e foi mais pra cima.
Estamos Repetindo 1998?Em 1998, o Fed reduziu os juros em 75 pontos-base após a crise da Rússia e a quebra do LTCM. O alívio monetário deu fôlego imediato ao mercado, mas também alimentou o melt-up que culminou na bolha da internet. O Nasdaq disparou até 2000, mas o desfecho foi doloroso: a explosão da bolha derrubou o índice em mais de 70%.
🔥 Hoje, o cenário ecoa aquele período. O Fed iniciou o ciclo de cortes e já sinalizou no dot plot mais dois cortes até o fim do ano. O argumento é conter riscos econômicos, mas a consequência pode ser acelerar ainda mais o fluxo para ativos ligados à inteligência artificial — setor que já vive uma euforia parecida com a que vimos no fim dos anos 1990.
⚠️ A história sugere que cortes de juros em momentos de forte entusiasmo não apenas sustentam o rali, mas também podem inflar bolhas. Se a liquidez for liberada enquanto narrativas como a de IA dominam o mercado, o risco é estarmos plantando as sementes de um novo “1999”.
Será que o Fed está resolvendo o problema de curto prazo… mas reacendendo a mesma chama especulativa que vimos há 25 anos?
Se sim, eu que não quero ficar de fora!!
IFNC Índice Financeiro testando rompimento de pivô. Rompe?O IFNC é o índice da B3 que representa o desempenho das ações mais líquidas do setor financeiro, como bancos, seguradoras, administradoras de cartões e serviços financeiros listados na bolsa. É uma forma prática de acompanhar a performance do setor como um todo, servindo de referência tanto para investidores institucionais quanto individuais.
Vale lembrar que índices como o IFNC, assim como o próprio IBOV, não são ativos negociáveis diretamente. Eles funcionam como uma referência para acompanhar o desempenho de setores ou da bolsa como um todo. Para investidores que desejam se expor ao desempenho desses índices, existem os ETFs, que replicam sua variação. No caso do IFNC, um exemplo é o ETF FIND11. Para o Ibovespa, por exemplo, temos o BOVA11.
Abaixo está o link com o gráfico diário desse ETF.
Análise:
Pelo gráfico diário, o IFNC vem de uma tendência de alta iniciada em março de 2020, sustentada por uma linha de tendência de alta bem definida. Essa linha já serviu de suporte em diversas ocasiões. Ontem, o preço testou o topo da série histórica, e agora a confirmação pode vir com o fechamento de hoje acima da região dos 16.100 pontos. É um ponto de atenção relevante para quem acompanha o setor financeiro de forma ampla.
Disclaimer : Esta análise tem fins exclusivamente educacionais e não constitui recomendação de compra ou venda de ativos. Faça sempre sua própria avaliação antes de investir.
"IBOV PODE REALIZAR LUCRO COM COMUNICADO DO BANCO CENTRAL.⚠️ 💥IBOV PODE CAIR !📉💥 DECISÃO DO BANCO CENTRAL BR💥 🇧🇷 PODE MUDAR TUDO!"
💥 SUPER QUARTA: O DIA QUE PODE VIRAR O MERCADO DE CABEÇA PRA BAIXO! Brasil e Estados Unidos tomam decisões cruciais sobre suas taxas de juros. O Banco Central brasileiro pode surpreender, enquanto o Federal Reserve dos EUA sinaliza mudanças que afetam o mundo inteiro. 📉 O Ibovespa está sob pressão, o dólar oscila, e investidores estão em alerta máximo. Entenda os riscos, os cenários e o que esperar das próximas horas. Este vídeo traz uma análise completa, com dados, contexto e projeções para quem quer se proteger ou aproveitar as oportunidades.
Relatório de Análise Macroeconômica e Projeção para a Decisão do Copom
Resumo Executivo
Este relatório apresenta uma análise aprofundada dos mais recentes dados macroeconômicos brasileiros, englobando o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) de Vendas no Varejo e a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua. A análise revela um cenário de contrastes significativo, onde a atividade econômica mostra sinais claros de resfriamento, enquanto o mercado de trabalho mantém uma resiliência notável. A inflação, embora em desaceleração no seu índice geral, persiste em segmentos cruciais, como o de serviços. Diante desse quadro de desinflação incompleta e de pressão advindas do mercado de trabalho, a decisão mais voluntária e logicamente consistente para o Comitê de Política Monetária (Copom) é a manutenção da taxa Selic em 15,00% ao ano. A comunicação oficial do Banco Central será o ponto focal da atenção dos mercados, com a expectativa de que a autoridade monetária reforce a necessidade de vigilância e a dependência de dados para ancorar com certeza as expectativas de inflação de longo prazo.
1. Introdução: O Contexto da Reunião do Copom
A economia brasileira se encontra em um ponto de inflexão crítica, com a próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, que se inicia em 16 de setembro e terá sua decisão anunciada no dia 17, ocorrendo sob um cenário de sinais macroeconômicos divergentes. Enquanto alguns indicadores, como o de atividade e o de comércio, apontam para a efetividade da política monetária restritiva rompida, outros, em especial os relativos ao mercado de trabalho e à inflação de serviços, sinalizando desafios persistentes para as declarações do processo desinflacionário.
O objetivo deste relatório é integrar os dados dos principais indicadores econômicos para fornecer um panorama coeso e fundamentado. O objetivo é conectar as leituras de inflação, atividade econômica e mercado de trabalho para projetar, com alto grau de confiança, a decisão de política monetária do Banco Central.
2. Análise dos Indicadores Chave: A Radiografia dos Dados Recentes
A avaliação do Comitê de Política Monetária se baseia em um amplo conjunto de informações sobre a evolução da economia brasileira e mundial.1A seguir, um resumo dos últimos dados disponíveis:
📊✨ Resumo dos Últimos Dados Econômicos (2025) ✨📊
🔹 IPCA (Inflação ao consumidor) 📅 Agosto de 2025 📉 Variação mensal: -0,11% 😮 📊 Acumulado 12 meses: 5,13% 🔥💰
🔹 IBC-Br (Atividade Econômica) 📅 Julho de 2025 📉 Variação mensal (ajustada): -0,5% 🧊📉 📈 Acumulado 12 meses: 3,5% 🚀📊
🔹 Vendas no Varejo 🛍️🛒 📅 Julho de 2025 📉 Variação mensal (ajustada): -0,3% 😬📉 📈 Acumulado 12 meses: 2,5% 💼💵
🔹 Taxa de Desocupação 👷♀️👨🏭 📅 Trimestre encerrado em Julho de 2025 📉 5,6% — Mínima histórica desde 2012! 🏆🎯🎉
🔹 Massa Salarial 💸💼 📅 Trimestre encerrado em Julho de 2025 💰 R$ 352,3 bilhões — Recorde histórico! 🤑📈🏅
2.1. Inflação (IPCA): A Desinflação Agregada e as Pressões Persistentes
O IPCA, índice oficial de inflação do país, apresentou uma deflação de -0,11% em agosto de 2025, o que contrasta com a inflação acumulada de 5,13% em 12 meses.2Essa desaceleração do índice geral reflete principalmente a melhoria no comportamento dos preços de alimentos e a deflação nos combustíveis10, que foram impulsionadas por fatores de oferta mais desenvolvidos. Embora essa trajetória agregada seja positiva, ela ainda não representa uma vitória sobre a inflação.
Uma análise mais aprofundada da composição do IPCA revela uma dicotomia. Enquanto os preços de bens e commodities (ligados a choques de oferta e câmbio) estão caindo, a inflação de serviços permanece alta e resiliente.10Essa persistência é uma rotina da demanda interna e está intrinsecamente ligada aos custos de mão de obra. A estabilidade dos preços, para o Banco Central, somente será alcançada quando todas as fontes de pressão inflacionária, especialmente as ligadas à demanda doméstica, estiverem sob controle. A persistência da inflação de serviços sugere que a política monetária, embora eficaz em frear a demanda por bens, ainda não foi suficiente para desaquecer a demanda por serviços, o que representa a "última milha" do processo desinflacionário, geralmente o mais difícil.
2.2. Atividade Econômica (IBC-Br): O Arrefecimento da Demanda
O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma prévia do PIB, registrou uma queda de -0,5% em julho de 2025, na comparação mensal dessazonalizada.3Este resultado marcou o terceiro recuo consecutivo e ficou aquém das expectativas do mercado.11A queda na atividade econômica foi generalizada, com recuos na indústria (-1,1%), agropecuária (-0,8%) e serviços (-0,2%).4
A ampla disseminação da queda por todos os setores é uma evidência concreta de que a política monetária restritiva do Banco Central está funcionando conforme o planejado.11A retração não é um evento isolado, mas um movimento sistêmico de desaceleração da economia, o que é um pré-requisito para a desinflação sustentada. Este dado, por si só, poderia alimentar o debate sobre o início de um ciclo de cortes de juros, mas a sua interpretação deve ser contextualizada com os outros indicadores, particularmente o do mercado de trabalho.
2.3. Vendas no Varejo: O Reflexo da Demanda Contida
As vendas do comércio varejista registraram uma queda de -0,3% em julho, na comparação com junho.5Este é o quarto resultado negativo consecutivo do setor, diminuindo uma "perda de fôlego no curto prazo".5A retração no varejo é o reflexo mais direto do impacto das altas taxas de juros no consumo das famílias. A queda foi mais acentuada em segmentos como tecidos e vestuário (-2,9%) e equipamentos de informática (-3,1%), enquanto até mesmo o setor de hipermercados e produtos alimentícios recuou (-0,3%).5
Esta retração consistente no consumo de bens valida a eficácia da política monetária no controle da demanda agregada. O aumento do custo do crédito e a persistência da inflação elevam o endividamento e inibem as compras, especialmente de bens duráveis e semiduráveis. A queda nas vendas no varejo demonstra que o abertura monetária está alcançando seu objetivo de desaquecer o consumo, mas, conforme observado na análise do IPCA, este efeito ainda não se traduziu na desaceleração da demanda por serviços.
2.4. Mercado de Trabalho (PNAD Contínua): O Ponto de Controvérsia
A taxa de desocupação do trimestre encerrado em julho de 2025 caiu para 5,6%, a menor taxa desde o início da série histórica em 2012.7A população atingiu um novo recorde de 102,4 milhões de pessoas, e a massa salarial real alcançou o maior valor da série histórica, chegando a R$ 352,3 bilhões.7
A força do mercado de trabalho é um fator fundamentalmente pró-inflacionário.14A combinação de desemprego baixo e crescente impulsiona a demanda e aumenta os custos de produção, dificultando o processo de desinflação. A queda na população desalentada demonstra que as pessoas estão, de fato, encontrando emprego, e não abandonando a força de trabalho.7Essa resiliência do emprego e da renda é o principal obstáculo para que o Copom inicie um ciclo de cortes de juros. A política de juros altos precisa ser mantida para que a desaceleração da economia, já visível no IBC-Br e no varejo, finalmente se reflita no mercado de trabalho e, subsequentemente, na inflação de serviços.
Pode o Mercado de Ações Britânico Sobreviver às Suas Ruas?O desempenho superior recente do FTSE 100 de 10,9% no ano até o momento contra o retorno de 8,8% do S&P 500 mascara vulnerabilidades estruturais mais profundas que ameaçam a viabilidade de longo prazo do mercado do Reino Unido. Embora essa alta temporária pareça ser impulsionada pela rotação de investidores de ações de tecnologia americanas supervalorizadas para setores tradicionais do Reino Unido, ela obscurece décadas de desempenho inferior: o FTSE 100 entregou apenas 5,0% de retornos anualizados na última década, em comparação com 13,2% do S&P 500. O peso pesado do índice em finanças, energia e mineração, combinado com exposição mínima a empresas de tecnologia de alto crescimento, deixou-o fundamentalmente desalinhado com os drivers de crescimento da economia moderna.
O panorama econômico do Reino Unido apresenta desafios crescentes que se estendem além da composição do mercado. A inflação subiu para 3,8% em julho, superando as previsões e aumentando a probabilidade de taxas de juros altas sustentadas que poderiam amortecer a atividade econômica. Os déficits governamentais atingiram £20,7 bilhões em junho, levantando preocupações sobre sustentabilidade fiscal, enquanto a incerteza política sob o novo governo Trabalhista cria hesitação adicional dos investidores. A instabilidade geopolítica mudou o apetite por risco para 61% dos investidores institucionais do Reino Unido, com metade adotando estratégias mais defensivas em resposta às tensões globais.
Mais significativamente, a agitação civil emergiu como uma ameaça econômica quantificável que impacta diretamente as operações comerciais e a estabilidade do mercado. A mobilização de extrema-direita e manifestações anti-imigração resultaram em confrontos violentos em cidades do Reino Unido, com mais de um quarto das empresas do Reino Unido afetadas por agitação civil em 2024. Os tumultos após o incidente de esfaqueamento em Southport geraram perdas seguradas estimadas em £250 milhões, com quase metade das empresas afetadas forçadas a fechar instalações e 44% relatando danos à propriedade. Líderes empresariais agora veem a agitação civil como um risco maior do que o terrorismo, exigindo medidas de segurança aumentadas e cobertura de seguro que erodem a lucratividade.
O futuro do FTSE 100 depende de sua capacidade de evoluir além de sua composição setorial tradicional, enquanto navega em um ambiente doméstico cada vez mais volátil, onde a violência política se tornou um risco comercial material. A resiliência aparente do índice mascara fraquezas fundamentais que, combinadas com os custos crescentes da instabilidade social e política, ameaçam minar a confiança dos investidores de longo prazo e o crescimento econômico. Sem adaptação estrutural significativa e gerenciamento eficaz dos riscos de desordem civil, o índice de referência do Reino Unido enfrenta uma trajetória incerta em uma era em que a violência de rua se traduz diretamente em preocupações de sala de reuniões.
SP500: Zona de Decisão — Rally ou Retorno ao Suporte de 6.100?Na semana do dia 31 de março, o SP500 rompeu um fundo importante, com queda de -9,20%. Já na semana do dia 23 de junho, o índice rompeu o topo histórico, e desde então vem escalando até atingir quase a mesma amplitude em alta — cerca de +9,20%.
📊 Essa simetria cria um ponto crítico no gráfico: estamos em uma zona de decisão.
👉 Se os dados projetados desta semana vierem em linha com a fraqueza esperada (ISM contraído e payroll baixo), o índice pode confirmar o rally e buscar os 6.580–6.600.
👉 Mas, se houver perda do fundo da semana anterior, abre espaço para uma correção mais profunda, com alvo direto no topo histórico rompido na região dos 6.100 — suporte estrutural relevante.
📅 Projeções Macros da Semana:
🔹 Terça-feira (02/09):
• PMI Industrial (S&P Global – Ago): expectativa de 53,3 → leve expansão.
• ISM Manufacturing PMI (Ago): esperado em 48,9 → contração industrial.
• ISM Emprego (Industrial): projeção em 43,4 → fraqueza no mercado de trabalho.
• ISM Preços: esperado em 65,1 → pressões de custo ainda presentes.
• GDPNow (Fed Atlanta – Q3): mantido em +3,5%.
🔹 Quarta-feira (03/09):
• JOLTS (Jul): esperado em 7,240M, abaixo do anterior (7,437M).
• Encomendas à Indústria (Jul): projeção de -1,3%.
• Livro Bege (Fed): esperado reforçar quadro de desaceleração moderada.
🔹 Quinta-feira (04/09):
• ADP (Ago): projeção de +71 mil empregos, bem abaixo da média.
• PMI Serviços (S&P Global – Ago): esperado em 55,4, ainda em expansão.
• ISM Não-Manufatura (Ago): previsto em 50,5, próximo da neutralidade.
• Produtividade (Q2): esperado em +2,9%.
• Custo Unitário do Trabalho (Q2): esperado em +0,9% (desaceleração).
🔸 Sexta-feira (05/09):
👉 Payroll (Ago):
• Empregos: +74 mil
• Desemprego: 4,3%
• Ganho médio por hora: +0,3% m/m
• Taxa de participação: 62,2%
• Desemprego ampliado (U6): 7,9%
⸻
🔎 Conclusão:
O SP500 está em zona decisiva.
• Acima do fundo da semana passada: pode confirmar rally rumo aos 6.580–6.600.
• Abaixo do fundo: caminho aberto para retestar o topo histórico rompido em 6.100 como suporte primário.
📌 O dado chave será o Payroll de sexta-feira, que pode redefinir expectativas de corte do Fed e ditar o próximo movimento do índice.
NASDAQ | SIMETRIA DE MOVIMENTOS?Será que a região dos 24.500/25.000 será o ponto final do rali? 🤔
O mesmo padrão gráfico que vimos no SP500 (postado aqui em 30/08) começa a aparecer no Nasdaq: uma simetria clara entre a queda e a alta.
👉 Se essa leitura se confirmar, o mercado pode estar entrando em uma zona de decisão crítica, onde qualquer rompimento ou falha pode ditar o próximo grande movimento.
ta no radar...
O aumento da Oracle cria um novo homem mais rico e os traders...O aumento da Oracle cria um novo homem mais rico e os traders esperam um corte de 50 pontos base
As ações da Oracle subiram 35% após a empresa ter anunciado um aumento nas reservas de nuvem impulsionado pela demanda por IA. A recuperação impulsionou o CEO Larry Ellison acima de Elon Musk para o topo do ranking global de riqueza.
Em contrapartida, a Apple caiu 3%, já que o lançamento do iPhone 17 não impressionou. No entanto, seus novos AirPods Pro 3, que podem traduzir idiomas em tempo real, geraram algum burburinho e entusiasmo.
Na frente econômica, a inflação dos preços ao produtor (PPI) dos EUA caiu 0,1% em agosto, contrariando as expectativas de um aumento de 0,3%.
Foi a primeira queda mensal em quatro meses e deu impulso à visão de que a desinflação está de volta aos trilhos antes do relatório do índice de preços ao consumidor (IPC) de quinta-feira.
A combinação de dados mais fracos do PPI e dados do NFP abaixo do esperado na semana passada reforçou as especulações de que o Federal Reserve poderia anunciar um corte maior do que o esperado de 50 pontos-base na taxa de juros na próxima semana.
Ascenção ininterrupta do índice da bolsa japonesaAnálise feita por Matheus Lima, analista CNPI-T 7387.
Não é a primeira vez que a tendência de alta do TICKMILL:JP225 se torna um destaque aqui no meu radar de oportunidades, mas é importante atualizar a leitura após correções no preço.
A TENDÊNCIA
A tendência de alta é predominante neste mercado desde abril deste ano, com mínima registrada nas proximidade do 30.000. E assim como a teoria de fractais explica, é possível identificar períodos corretivos no meio do caminho, o que naturalmente abre uma janela de oportunidades para quem quer surfar o movimento, mesmo que de forma especulativa como traders fazem de costume.
A CORREÇÃO RECENTE
Um topo foi formado milimetricamente abaixo do 44.000, o que deu origem ao canal de correção ilustrado dentro deste canal amarelo na imagem.
Durante este período de mais de 16 dias, o índice TICKMILL:JP225 chegou a cair até -5% com características claras e muito técnicas de tendência (topos e fundos descendentes respeitando simetrias proporcionais).
ATH
O rompimento deste canal corretivo deu início ao movimento de alta que superou sua máxima histórica, e como de costume, realizou uma correção logo em seguida, sendo pressionado por uma oferta acima da média. Foi exatamente neste momento que a queda veio de encontro com a proporção áurea de fibonacci, dando espaço para os compradores começarem a absorver a queda e estruturar o início do novo movimento de alta neste momento.
A PROJEÇÃO
É comum utilizarmos amplitudes anteriores para projetar movimentações futuras, e usando de referência a alta anterior, é possível encontrar o preço 45.900 que também flerta com a projeção de 161,8% a 45.730.
É importante salientar que o preço mencionado é usado em tempos gráficos grandes como o H4, logo, não espera-se que isso ocorrerá em poucos dias partindo desta análise.
Análise Técnica do Ibovespa (IBOV) - Gráfico DiárioO Ibovespa fechou em alta de 1,17% aos 142.640 marcado novo topo histórico. O pregão foi caracterizado com movimento de alta e volume de negociação acima da média diária. Na sexta feira tivemos divulgação dos dados de emprego americano (Payroll) que vieram abaixo do esperado. Mostrando que o mercado de trabalho está enfraquecendo e aumentando a chance de corte de taxa de juros americana. O fundo prévio foi deslocado para regiao de 139.500 havendo regiao de suporte tambem em 136.900. A proxima resistencia será em 142.880. Como projeção de alvo de alta, destaco os 147.900. Atenção a movimentação de fluxo estrangeiro na bolsa brasileira, é necessario entrada de "dinheiro gringo" para continuação da tendencia de alta.
Comentário Técnico Semanal 05/09/25** Áudio parece que ficou baixo :( sorry folks **
Todo final de semana observo o fechamento de alguns ativos: Nasdaq, S&P , US10y , DX , IBOV, USDBRL e Commodities, para verificar que fato técnicos ocorreram e também para saber o que preciso observar na próxima semana.
Grande Abraço
Leo
*Não é recomendação de investimento.
SP500 | FAKE E? A estrutura Wyckoff do SP500 avançou com força: rompimento do Creek, entrada no mSOS e parcial feita! Amém?!
Maaaas os dados do Payroll de agosto jogaram pressão no mercado.
Resumo dos dados:
• Empregos: 22K (vs 75K esperado)
• Desemprego: 4,3%
• U6: 8,1%
• Setores cíclicos (manufatura, construção, governo, serviços) destruindo vagas
Macro vira o jogo:
• Tese de soft landing enfraquece — hard landing no radar
• Tese de soft landing enfraquece — hard landing no radar
P.S. O BLS (Bureau of Labor Statistics) está prestes a revisar os dados de criação de empregos dos 12 meses encerrados em março de 2025;
• A revisão preliminar deve indicar uma redução de até -950 mil empregos, conforme projeção do Goldman Sachs;
• Essa seria a maior revisão negativa desde 2010;
US500 | Wyckoff is Good - Pero la parcial es Mejor! Atualizando a ideia de ontem: a estrutura de Wyckoff se confirmou lindamente com o início da Fase E.
Entrei na continuidade do mSOS/LPS, e no rompimento do Creek fiz parcial — só seguindo o script. 📈
Os dados macro de hoje (PMI e ISM) vieram favoráveis e ajudaram a empurrar o mercado. A leitura estava clara, era só confiar no plano.
Pode me chamar de fraco 😅, mas preferi garantir parte do lucro. Agora é esperar os dados de amanhã:
ou sigo até 6.570 (projeção de 100% da estrutura formada),
e se o movimento continuar, até 6.640 (alvo de 200%).
Ou então viro a mão mesmo, kkkkk.
Sinistro iminente nos mercados📊 CAPITALCOM:US500 US500 – Cenário Atual
🔹 Após a divulgação de diversos dados fracos de emprego nos EUA, o índice mostra:
📈 Topo relevante: forte barreira de resistência, difícil de ser rompida.
💼 Excesso de players comprados: aumenta a chance de distribuição de lucros.
⚠️ Risco de correção: possível movimento de realização que pode pressionar o mercado.
📉 Cenário Técnico
🔻 Abaixo de 6400 pontos → tende a buscar o fundo anterior no semanal.
🩸 Operações de short bem posicionadas podem se tornar mais atrativas do que compras mal calibradas.
SP500 | In Wyckoff We Thrust Again?A contagem Wyckoff volta ao centro do radar com um possível cenário de reacumulação no gráfico de 4H do SP500.
Já seguimos a trilha dessa estrutura em outras oportunidades ( veja aqui ) e mais uma vez a metodologia nos coloca frente a uma encruzilhada técnica e macro: após um Shakeout clássico na Fase C, o ativo reagiu com uma sequência de LPSs e mSOS, sugerindo início da Fase D — ponto onde normalmente os grandes players voltam a carregar.
🔍 Mas será que dessa vez vai?
O pano de fundo macroeconômico ajuda a dar mais peso ao argumento:
• PMIs mistos , mas com viés de desaceleração em setores-chave;
• Mercado de trabalho com sinais de alívio , preparando o palco para o dado mais importante da semana: Payroll (06/09).
• E o mais importante: 96,6% de probabilidade de corte de juros pelo Fed na reunião de 17 de setembro, segundo o CME FedWatch .
📌 Por outro lado, a inflação segue estacionada acima da meta de 2% , o que mantém o Fed em um dilema: ceder aos sinais de fraqueza cíclica ou manter o discurso duro para domar a inflação de serviços?
👉 Enquanto isso, o preço está nos contando uma história clara.
Se o Payroll vier abaixo do esperado, o cenário de reacumulação rumo a novos topos históricos ganha tração . Caso contrário, podemos ver o mercado frustrar o otimismo técnico — como já vimos em outras fases D incompletas.
Juros de Longo Prazo Disparam e Pressionam Bolsas Europeias
Os mercados financeiros iniciaram setembro sob pressão dos títulos de dívida soberana. Os juros de longo prazo voltaram a níveis não vistos desde a crise de 2011, refletindo receios com a sustentabilidade das contas públicas na Europa. A instabilidade política em França foi o catalisador imediato, mas o movimento rapidamente alastrou a outros mercados, incluindo o Reino Unido, onde a yield a 30 anos atingiu 5,74%, o valor mais alto desde 1998. Esta escalada penalizou as bolsas, com o DAX e o IBEX entre os mais afetados a recuar 1.7% e 1.4% respetivamente na terça-feira. A subida dos custos de financiamento expõe a fragilidade da dívida de longo prazo e reforça a perceção de risco num contexto de crescente dependência da emissão de dívida para suportar gastos públicos.
Henrique Valente – ActivTrades
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