Comentário Técnico Semanal 14/11/25Todo final de semana observo o fechamento de alguns ativos: Nasdaq, S&P , US10y , DX , IBOV, USDBRL e Commodities, para verificar que fato técnicos ocorreram e também para saber o que preciso observar na próxima semana.
Grande Abraço
Leo
*Não é recomendação de investimento.
Além da Análise Técnica
Now ia the time tô strong buy"Some time ago, I posted an analysis about the altcoin winter. Many laughed, and here we are. I never doubted the Streamr project; 99% of altcoins are pyramid schemes, and Streamr is in the 1% that really has something real to offer. But that's not the point. I'm here to show that a price increase movement has already happened—someone bought a large amount. We are right in the pullback. I invite you to go to the moon right now. The price is stagnant at the low, almost all tokens have already been dumped. It seems like the opportune moment."
Correlação entre Bitcoin e DXYAo longo dos anos, muitos tentaram prever o mercado e, em algum momento, percebem que isso é impossível. No entanto, o mercado constantemente oferece oportunidades para reagirmos a ele, até mesmo com fases e ciclos.
Essas reações podem ser guiadas por catalisadores, pelo contexto macroeconômico e principalmente no curto prazo, pelo comportamento entre compradores e vendedores. É esse balanço entre intenção de compra e venda, incluindo agressões a mercado, que realmente desloca o preço. Por isso, sim: é totalmente possível se especializar em identificar reações, especialmente aquelas que não são tão óbvias para a maioria.
O DXY, por exemplo, costuma ter uma relação/Corelação inversamente proporcional com os ativos de risco. Quando você coloca Bitcoin e DXY lado a lado, é fácil notar pontos importantes em que o DXY marca fundo enquanto o Bitcoin marca topo, e vice-versa.
O problema é que muitas pessoas começam a imaginar cenários extremos: “E se o DXY quebrar essa estrutura de longo prazo? Será o fim do padrão dólar?”, criando inúmeras hipóteses que raramente se concretizam.
Por isso reforço: foque em reagir ao mercado, não em prever o futuro.
Este é um exemplo claro de um movimento cíclico que pode estar diante de nós:
Já aqui temos um cenário onde uma grande quebra de paradigma poderia estar se formando:
Eu sinceramente, penso que você deve estar preparado para os dois cenarios e não ficar preso em viés. Esses são alguns estudos meus que me trazem uma expectativa, com base em estudos do ciclo, veja esses estudos tem como base comportamentos passados, e sabemos que frequentemente as coisas se repetem, minha ideia era escrever esses estudos antes de estarmos nas datas chave, justamente para que o sentimento não impactasse minha leitura de mercado.
Bitcoin e o fim do ciclo de alta!
🚀BITCOIN SE PREPARANDO PARA EXPLODIR 🚀
Bitcoin: Estamos Diante de um Novo Ciclo?
Meu foco não é ser mais um “engenheiro de obra pronta”. Muito pelo contrário. A ideia central aqui é te fazer refletir sobre a importância de ter um plano, seguir esse plano e, acima de tudo, estar disposto a fazer pequenas adaptações ao longo do caminho para alcançar o objetivo.
Hoje, muitos estão confiando cegamente na ideia de um ciclo estendido para o Bitcoin, condicionado a medidas expansionistas e estímulos monetários. E adivinha? Isso pode realmente acontecer, mas ser possivel é diferente de ser provavel, lembre disso.
A pergunta chave é: se acontecer, você estará preparado?
Ou vai ficar criando desculpas por não conseguir se adaptar ao que o mercado entrega?
No fim do dia, não se trata de massagear o ego, dizer “eu avisei” ou tentar provar quem estava certo. Trata-se de estar preparado, ajustar o plano quando necessário e fazer o que precisa ser feito para continuar no jogo. Muitos conseguem ler gráficos, mas poucos de fato, entendem o jogo.
Espero que você aproveite ao máximo os próximos movimentos do mercado!
ETH/USDT - 14/11/2025Here’s the same idea in English, already formatted for you to use as a trade description:
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I’m looking at ETH/USDT with a top-down view, but in this specific scenario my goal is to **trade long inside a broader bearish context**, riding the corrective move up into the higher supply POI (H4 FVG).
On H4 and H1, price has been in a clear downtrend after a strong bearish displacement from a major supply area, so the macro bias is still bearish. However, after that move, price has moved into **discount territory**, near daily demand levels, and is starting to show signs of seller exhaustion.
On M5, the market formed a sequence of lower highs (descending trendline) until it printed a **liquidity sweep** below the previous low around **3.09x–3.10x**, taking out stops in that region. That sweep was quickly rejected, showing absorption of selling and fresh buying interest. From here, my plan is not to short the continuation, but to **participate in the bullish pullback** that can push price up into the next institutional supply zone.
The idea is: I wait for a clear **break of structure to the upside (BoS)** on the intraday chart, breaking the last corrective high. After that BoS, I look for long entries on the **pullback into discount of the new bullish leg**, between the **0.62–0.79 Fibonacci retracements**, roughly around **3.14x–3.16x**. This zone aligns with the “Liquidity Grab + BoS + Retest” pattern projected on the chart.
**Trade idea (long):**
* **Direction:** LONG (buying the corrective move).
* **Entry zone:** around **3.14x–3.16x**, after a confirmed BoS, targeting a deep pullback of the new bullish leg.
* **Stop loss:** below the liquidity-grab low, around **3.09x**, which invalidates the setup if price trades back below that area.
* **Take-profit targets:**
* **TP1:** the **bearish order block** marked on M5, around **3.20x–3.21x**, where I expect the first reaction from supply and partial profit.
* **TP2 (main target):** the higher **H4 supply / FVG** area around **3.33x–3.35x**, where price returns to “expensive” territory in the macro context.
The logic is straightforward: **buy in discount after a liquidity sweep**, ride the corrective leg up into a clear institutional supply zone, and only then consider switching back to a bearish bias. Risk is clearly defined below the swept low, and profit targets are aligned with the intraday bearish OB (TP1) and the higher H4 FVG POI (TP2), making the trade idea easy to understand for any reader.
Morning Call - 14/11/2025 - Tecnologia desaba no MundoAgenda de Indicadores:
9:00 – BRA – Pnad Contínua
10:00 – BRA – Prisma Fiscal
14:00 – USA – PIB do Fed de Atlanta
Agenda de Autoridades:
9:30 e 11:00 – BRA – Membros do BCB tem reunião fechada com economistas.
12:05 – USA – Jeffrey Schmid, do Fed de Kansas City (Vota), discursa sobre política monetária e perspectivas econômicas na conferência híbrida "Energia e Economia: A Geografia dos Fluxos de Energia".
15:00 – BRA – Fernando Haddad, Ministro da Fazenda, participa de cerimônia em Brasília.
16:30 – USA – Lorie Logan, do Fed de Dallas (Não Vota), participa de um bate-papo informal na conferência híbrida "Energia e Economia: A Geografia dos Fluxos de Energia".
17:20 – USA – Raphael Bostic, do Fed de Atlanta (Não Vota), participa de uma conversa moderada na conferência anual da Associação para Análise e Gestão de Políticas Públicas.
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLZ2025
Projeções: A Fazenda revisou ontem a projeção de crescimento do PIB para 2025, de 2,3% para 2,2%, enquanto manteve a estimativa de 2,4% para 2026. Para a inflação, o IPCA projetado para 2025 foi reduzido de 4,8% para 4,6%.
Já a Moody’s elevou sua previsão de crescimento do PIB brasileiro deste ano, de 2,0% para 2,1%. A agência também projeta expansão de 2% para 2026 e 2027, destacando o papel da diversificação doméstica e do setor exportador. A Moody’s observa que a China deverá permanecer como um mercado crucial para as exportações brasileiras de commodities.
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — recuam novamente, em meio à pressão contínua sobre o setor de tecnologia e ao aumento das dúvidas sobre novos cortes de juros pelo Federal Reserve. Nesse ambiente de cautela, o índice de volatilidade VIX ACTIVTRADES:USAVIXX2025 volta a superar os 20 pontos.
Os dados econômicos represados durante o shutdown devem voltar a ser divulgados a partir da próxima semana. No entanto, a BLS — responsável pelo Payroll — pode não publicar a taxa de desemprego, atualmente o indicador mais importante para o Fed. Entre os traders, ganha força a narrativa de que, com o Fed 'às cegas', as chances de um corte em dezembro diminuem.
Além disso, um número crescente de dirigentes do Federal Reserve tem adotado um tom mais cauteloso sobre novas reduções da taxa básica, citando a persistência da inflação e a resiliência do mercado de trabalho. Na CME, a probabilidade majoritária (50,4%) voltou a ser de manutenção da taxa na reunião de dezembro.
No setor tecnológico, as dúvidas aumentam. O forte investimento em data centers levanta o risco de que o crescimento de receita e lucro trazido pela inteligência artificial não seja suficiente nem para compensar a depreciação dessas estruturas — ampliando as incertezas sobre a viabilidade desses investimentos trilionários.
Comentário de Kyle Rodda, da Capital.com: “O foco da onda de vendas é uma combinação de expectativas menores de cortes de juros pelo Fed e a perda de ímpeto nas negociações envolvendo inteligência artificial, em meio ao temor de retorno insuficiente sobre esses investimentos.”
Europa
Os principais índices de ações da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — recuam nesta sexta-feira, ampliando as perdas da sessão anterior. Ainda assim, a região deve encerrar a semana no campo positivo.
No Reino Unido, o mercado acionário é pressionado pela forte alta nos rendimentos dos títulos do governo, após reportagem indicando que a ministra das Finanças, Rachel Reeves, descartou o aumento das alíquotas do imposto de renda no orçamento previsto para o fim do mês. A notícia reacendeu dúvidas sobre como o governo pretende equilibrar as contas públicas. No câmbio, a libra permanece estável frente ao dólar.
No front macroeconômico, o PIB da zona do euro cresceu 0,2% no terceiro trimestre, em linha com as expectativas. Na comparação anual, a economia avançou 1,4%, levemente acima da projeção de 1,3%.
Ásia/Pacífico
Os mercados da Ásia-Pacífico recuaram nesta sexta-feira, acompanhando as perdas de Wall Street, em meio à pressão contínua sobre as ações de tecnologia e ao aumento das dúvidas sobre a probabilidade de novos cortes de juros pelo Fed.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI liderou as quedas, despencando 3,8%, pressionado principalmente por Samsung KRX:005930 (-5,5%) e SK Hynix KRX:000660 (-8,5%), fornecedora de chips de memória para a Nvidia NASDAQ:NVDA . O won sul-coreano, por outro lado, se valorizou 0,7% após o ministro das Finanças afirmar que consultará os principais participantes do mercado cambial para discutir formas de estabilizar a moeda, que recentemente se aproximou do topo de abril, que abre caminho ao menor nível frente ao dólar desde 2009.
Na China, os índices Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Hang Seng HSI:HSI acompanharam o movimento de aversão ao risco e caíram até 2%. Entre os dados econômicos divulgados, a produção industrial avançou 4,9% (abaixo da expectativa de 5,5%), enquanto as vendas no varejo subiram 2,9% (acima da previsão de 2,7%). A taxa de desemprego recuou para 5,1%, ante 5,2% no dado anterior.
No Japão, o Nikkei TVC:NI225 caiu 1,7%, com destaque para o recuo de 6,5% das ações do SoftBank Group. Na Austrália, o índice ASX ASX:XJO encerrou o pregão em baixa de 1,3%.
Commodities
As commodities operam majoritariamente em alta nesta sexta-feira. A prata ACTIVTRADES:SILVER e o cobre ACTIVTRADES:COPPERZ2025 avançam, enquanto o ouro ACTIVTRADES:GOLD recua, pressionado pela valorização do dólar e pela elevação das taxas futuras de juros nos EUA, em meio à crescente dúvida sobre um possível corte pelo Fed na reunião de dezembro.
No mercado de energia, os preços do petróleo Brent ACTIVTRADES:BRENT e WTI ACTIVTRADES:LCRUDE sobem mais de 2%, após um ataque de drone ucraniano atingir o porto de Novorossiysk — um dos principais centros de armazenamento e exportação de petróleo da Rússia. Segundo autoridades russas, o ataque danificou um navio, prédios residenciais e um depósito de petróleo, deixando três tripulantes feridos. O porto suspendeu temporariamente as exportações, e fontes do setor afirmam que os embarques de petróleo bruto via Novorossiysk totalizaram cerca de 761 mil barris por dia em outubro.
Ouro em alta moderada perante incerteza nos EUA
Os preços do ouro estão a negociar ligeiramente em alta esta manhã, apoiados por um clima de cautela nos mercados financeiros. As preocupações de que o dinamismo da economia norte-americana possa estar a enfraquecer, em parte devido a paralisação do governo, continuam a reforçar o apelo do metal como ativo de refúgio. No entanto, o potencial de valorização permanece limitado. Os investidores têm vindo a descontar uma menor probabilidade de um corte das taxas da Fed em dezembro, na sequência de uma série de declarações cautelosas de altos responsáveis, que destacaram o acesso limitado a dados económicos e as persistentes pressões inflacionistas. Esta dinâmica tem vindo a dar suporte ao dólar norte-americano e a limitar novos ganhos para o ouro. Ainda assim, a tendência de fundo mantém-se positiva. Expectativas económicas pessimistas, o aumento da aversão ao risco, a possibilidade de cortes adicionais por parte da Fed para além de dezembro e a instabilidade geopolítica em curso deverão continuar a sustentar o metal precioso nas próximas sessões.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
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Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
#AN029: EUA, Fim da Paralisação, Trump Assina o Acordo.
Após 43 dias de paralisação total do governo federal, a mais longa da história dos EUA, o governo está oficialmente de volta aos negócios. Olá, sou Andrea Russo, trader de Forex independente e proprietária, além de autora de "O Código Institucional do Forex: 14 Passos para Ler os Mercados como um Banco", com mais de US$ 200.000 em capital sob gestão. Agradeço antecipadamente pelo seu tempo.
Donald Trump assinou o projeto de lei de financiamento aprovado pelo Congresso, restaurando o financiamento temporário para agências federais e garantindo o pagamento retroativo para funcionários federais.
Mas o mercado sabe: isso não é uma solução, é uma trégua.
🔍 O que foi realmente aprovado?
O pacote assinado por Trump é uma resolução provisória que financia o governo apenas até o final de janeiro.
Nenhuma solução para a questão central — os subsídios da Lei de Acesso à Saúde (Affordable Care Act) — apenas a promessa de uma votação futura.
Em outras palavras: a paralisação acabou, mas a incerteza continua.
📉 Impacto econômico a curto prazo
Estimativas iniciais sugerem um custo entre US$ 10 e US$ 15 bilhões em perda de produtividade, menor consumo e contratos congelados.
A curto prazo, veremos:
- Recuperação técnica do consumo: salários, atrasos e contratos federais estão sendo retomados.
- Retomada dos serviços públicos: TSA, USDA, CDC e NIH estão totalmente operacionais novamente.
- Dados macroeconômicos distorcidos: muitos indicadores econômicos foram adiados e agora serão divulgados de forma concentrada, dificultando a avaliação precisa do verdadeiro ritmo da economia.
O risco?
Outra paralisação em algumas semanas, caso o Congresso não chegue a um acordo real.
Gbp/Aud viés de baixa Em questões técnica. O par veio em uma tendência de alta por um bom período, mas vem perdendo força, visto que a economia do reino unido vem abrandando. Mostrando força industrial abaixo do esperado e o PIB
Além disso, Starmer e Reeves, ambos ministros do governo Britânico, abandonam plano de aumento de imposto de renda, com um rombo de 30B a ser preenchido... Libra desvaloriza
Por conseguinte, o AUD vem se fortalecendo. Baixou números de desemprego, alto emprego, inflamação pegajosa.
Isso manterá o RBA em alerta para falas mais agressiva...
Vemos o otimismo global reacendendo, como acordo comerciais sobre tarifas sendo feitos, shotdoow sendo encerrado.
Agora a bola fica com o FED, qual será sua decisão em Dezembro??. Os participantes do mercado já precificam um corte, pois relatórios de empregos viram a tona e forçará o banco ser mais pomba 🕊️...
Negociamos espectativas, não resultados reais
BTC/USDT POSSÍVEL PONTO CHAVE PARA COMPAR TF 1HORABTC/USDT POSSÍVEL PONTO CHAVE PARA COMPAR TF 1HORA
Segue uma nova análise SMC após o último final de semana onde o BTC resolveu subir sem ganho de liquidez...
No último final de semana eu havia postado uma análise de compra para o BTC, contudo eu fiquei na expectativa de que os fundos relativamente iguais deixados durante a mitigação do FVG seriam varridos como liquidez, adicionando assim mais combustível no tanque dos compradores antes de iniciar a alta que levou o preço até 107.500, mas infelizmente o mercado não faz tudo que a gente pensa, mas enfim o mercado subiu na direção imaginada me deixando de fora, o meu trade de compra não foi aberto porque faltava o importantíssimo “ganho de liquidez” para a ponta compradora.
Contudo analisando melhor o BTC hoje quarta feira ou seja 3 dias depois, é notável uma retração de baixa para consumir a liquidez dos fundos EQL do FVG, ai eu começo a me fazer um questionamento que pode fazer algum sentido...
E se a alta do bitcoin sem o ganho de liquidez foi proposital, o movimento pode ter sido apenas para gerar ainda mais liquidez criando ainda mais combustível para a ponta compradora ?
Bom o mercado acaba de consumir a liquidez que eu esperava ser capturada no Domingo (AGORA TEMOS GANHO DE LIQUIDEZ, COMBUSTIVEL PARA SUBIR).
Existe um orderblock de demanda (DEMAND SWING OB+) que deve ser mitigado nas próximas horas, caso o fluxo de 5 minutos fique comprador na mitigação deste OB será aberta uma compra. (Mas é preciso displacement, interesse dos compradores caso ocorra a reversão de fluxo)
VALE3 em ponto de decisão importanteO ativo se aproxima de uma zona-chave de resistência em R$ 66,59.
👉 Caso ocorra o rompimento com volume, os próximos alvos projetados estão nas regiões de R$ 78,55, R$ 85,94 e R$ 97,90 — correspondendo a faixas relevantes de resistência e projeções históricas.
Por outro lado, a falha em superar essa região pode levar o papel a um movimento corretivo (pullback) em torno de R$ 56,59, mantendo a tendência de consolidação de médio prazo.
Atenção redobrada: o comportamento do preço nesse patamar pode definir a próxima direção estrutural do ativo.
A IA pode ver o que as balas não conseguem?A VisionWave Holdings está se transformando de um fornecedor emergente de tecnologia de defesa em um integrador crítico de infraestrutura e plataforma de IA, posicionando-se para capitalizar a demanda global urgente por sistemas militares autônomos. A evolução estratégica da empresa é impulsionada pela instabilidade geopolítica intensificada no Leste Europeu e no Indo-Pacífico, onde conflitos como a guerra na Ucrânia mudaram fundamentalmente a doutrina do campo de batalha de blindagens pesadas tradicionais para plataformas ágeis e autônomas. Com o mercado de veículos terrestres não tripulados militares projetado para atingir US$ 2,87 bilhões até 2030 e uma mudança estrutural para a doutrina de Equipe Homem-Não Tripulada adicionando demanda de longo prazo sustentada, o timing da VisionWave se alinha com ciclos de aquisição acelerados entre aliados da OTAN.
A vantagem competitiva da empresa centra-se em sua plataforma Varan UGV, que integra tecnologia proprietária de radar de imagem 4D e suspensão atuada independentemente para entregar resiliência de missão superior em ambientes extremos. Diferente de sensores convencionais, o radar 4D da VisionWave adiciona dados de elevação às medições padrão, alcançando faixas de detecção excedendo 300 metros enquanto mantém operação confiável através de névoa, chuva e escuridão — capacidades essenciais para prontidão militar 24/7. Essa base tecnológica é fortalecida pela parceria da empresa com a PVML Ltd., criando uma "espinha dorsal digital segura" que resolve o Paradoxo Segurança-Velocidade crítico ao permitir operações autônomas rápidas enquanto mantém protocolos de segurança rigorosos por meio de aplicação de permissões em tempo real.
A validação institucional recente da VisionWave ressalta sua transição de jogador emergente para uma equidade defesa-IA confiável. A empresa levantou US$ 4,64 milhões através de exercícios de warrants sem emitir novas ações, demonstrando disciplina financeira e forte confiança dos acionistas enquanto minimiza diluição. Nomeações estratégicas do Almirante Eli Marum e do Embaixador Ned L. Siegel para seu Conselho Consultivo estabelecem pontes operacionais cruciais para sistemas complexos de aquisição de defesa internacional, acelerando o caminho da empresa de validações piloto em 2025 para comercialização em escala. Combinado com a inclusão no S&P Total Market Index e uma classificação técnica 5/5 da Nasdaq Dorsey Wright, a VisionWave apresenta uma proposta de valor abrangente na interseção da demanda geopolítica urgente e tecnologia de defesa autônoma de próxima geração.
Morning Call - 13/11/2025 - Ouro Próximo da MáximaAgenda de Indicadores:
7:00 – BRA – Pesquisa Genial/Quaest
9:00 – BRA – Vendas no Varejo
14:00 – USA – Estoques de Petróleo Bruto DoE
15:00 – USA – Leilão de T-Bond de 30 anos
Agenda de Autoridades:
10:00 – USA – Mary Daly, do Fed de São Francisco (Não Vota), discursa para um grupo de irlandês sobre "bancos centrais, implementação de políticas e balanços patrimoniais".
14:15 – USA – Alberto Musalem, do Fed Bank of St. Louis (Vota), discursa sobre a economia dos EUA e a política monetária no Fórum de Impacto Econômico e Políticas.
14:20 – USA – Beth Hammack, do Fed de Cleveland (Não Vota), participa de um bate-papo informal no Clube Econômico de Pittsburgh.
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLZ2025
Pesquisa Genial/Quaest: Lula reduziu sua vantagem em relação a outros potenciais candidatos, enquanto Tarcísio de Freitas avançou nas intenções de voto, segundo o novo levantamento.
Galípolo: Ontem, o presidente do Banco Central buscou conter a interpretação dovish dada pelo mercado à última ata do Copom, reforçando um tom mais cauteloso em relação a possíveis cortes de juros.
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 e ACTIVTRADES:USARUS — operam próximos da estabilidade nesta quinta-feira, após o Dow Jones ACTIVTRADES:USAIND registrar ontem uma nova máxima histórica. O Nasdaq ACTIVTRADES:USATEC , por sua vez, teve leve recuo, refletindo uma realização no setor de tecnologia. O índice de volatilidade VIX ACTIVTRADES:USAVIXX2025 segue estável em torno de 18 pontos.
Shutdown: O presidente dos EUA, Donald Trump, sancionou na quarta-feira a lei que encerra a paralisação do governo — a mais longa da história, com 43 dias de duração. O acordo garante financiamento federal até 30 de janeiro, mas também prevê que o governo amplie sua dívida, adicionando cerca de US$ 1,8 trilhão por ano ao atual estoque de US$ 38 trilhões.
Os dados econômicos represados durante o shutdown devem voltar a ser divulgados a partir da próxima semana. O relatório de empregos (Payroll) de outubro deve ser um dos primeiros, e o mercado estará atento para verificar se ele confirma os sinais de fraqueza apontados por pesquisas privadas — informação que pode reforçar a expectativa de corte de juros em dezembro.
Fed: No campo monetário, as apostas da CME indicam 54% de probabilidade de um novo corte de juros em dezembro. A normalização das operações do governo reduz parte das incertezas fiscais, mas não altera de forma significativa a postura cautelosa dos mercados em relação ao Federal Reserve.
Europa
Os principais índices de ações da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 e ACTIVTRADES:ITA40 , ACTIVTRADES:SWI20 — operam sem direção definida, com os traders analisando o fim do Shutdown nos EUA e aguardando a volta da divulgação dos dados econômicos no país, que deve acontecer a partir da próxima semana.
No âmbito corporativo, as ações da Siemens XETR:SIE caem 4% depois que o lucro industrial da empresa de engenharia ficou ligeiramente abaixo das previsões do mercado.
No front macroeconômico, a economia do Reino Unido cresceu a um ritmo mais lento que o esperado, enquanto que a indústria apresentou forte contração. A bolsa registrou um movimento de alta e a libra de baixa, seguindo a expectativa de corte de juros do BoE na próxima reunião. Opinião do Deutsche Bank: “Está claro que o verão de 2025 foi um pouco decepcionante… Esperamos que a incerteza orçamentária comece a impactar os gastos em outubro e novembro e que grandes decisões de investimento ou contratação sejam adiadas até o ano novo. No total, ainda esperamos que o PIB anual cresça 1,4% em 2025, mas os riscos de queda em nossas projeções para 2026 já estão surgindo.”
Ásia/Pacífico
Os mercados asiáticos encerraram o pregão desta quinta-feira em alta, embalados pelo fim do shutdown nos Estados Unidos. Entre os destaques, os índices chineses apresentaram os melhores desempenhos — Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e o Hang Seng $HSI:HSI. Já o japonês Nikkei TVC:NI225 e o sul-coreano Kospi TVC:KOSPI avançaram de forma moderada, em meio à realocação de portfólios, com traders reduzindo exposição às empresas de inteligência artificial mais voláteis para aproveitar oportunidades em outros setores.
Na Austrália, o índice ASX ASX:XJO fechou em baixa, após dados de emprego mais fortes que o previsto elevarem a expectativa de manutenção de juros altos por mais tempo.
Iene: ACTIVTRADES:USDJPY ACTIVTRADES:EURJPY
Ontem, o iene japonês atingiu uma mínima histórica de ¥179,49 por euro e o menor nível em nove meses frente ao dólar, cotado a ¥155,05. A moeda segue pressionada pelo elevado endividamento público do Japão — que já supera 200% do PIB —, um quadro que tende a se agravar diante da política fiscal expansionista da nova primeira-ministra, que também tem pressionado o Banco do Japão para reduzir o ritmo de alta das taxas de juros, movimento que pode ocorrer em dezembro.
Na quarta-feira, o ministro das Finanças reiterou que o governo está acompanhando de perto os movimentos do câmbio, em um sinal de que uma nova intervenção no mercado cambial pode estar sendo considerada.
Commodities
As commodities operam em alta nesta quinta-feira. A recente realização do ouro foi curta — a queda atingiu apenas 11,5% em relação ao topo anterior no fim de outubro — e o movimento de recuperação já ganhou força. O ouro ACTIVTRADES:GOLD e a prata ACTIVTRADES:SILVER avançam em direção às máximas recentes, impulsionados pelas expectativas de que a reabertura do governo dos EUA ampliará os níveis de endividamento e de que a retomada da divulgação dos dados atrasados possa fortalecer o argumento por um corte de juros pelo Federal Reserve no próximo mês.
Comentário de Hugo Pascal, trader de metais preciosos da InProved: “A demanda física por prata e ouro permanece robusta, e os indicadores econômicos mais fracos nos EUA formam uma combinação favorável para a valorização dos metais.”
No mercado de energia, os preços do petróleo Brent ACTIVTRADES:BRENT e WTI ACTIVTRADES:LCRUDE sobem levemente, realizando parte da forte queda de ontem. Os contratos recuaram para a mínima de três semanas após a OPEP revisar suas projeções e passar a prever um leve excedente de oferta no mercado global de petróleo em 2026.
Ouro em Alta após Fim do Shutdown nos EUA
Os preços do ouro subiram, atingindo um máximo de três semanas nas primeiras horas de negociação desta quinta-feira. O metal precioso acumulou ganhos superiores a 5% desde o início da semana, sustentado pela perceção generalizada de que a divulgação de dados económicos relevantes — prevista para depois do fim da paralisação do governo norte-americano — revelará fragilidades na economia dos Estados Unidos e aumentará a probabilidade de um novo corte das taxas de juro pela Reserva Federal em dezembro. Esta dinâmica enfraqueceu o dólar e beneficiou o ouro. Ao mesmo tempo, a reabertura do governo dos Estados Unidos gerou tambem algum otimismo nos mercados financeiros e deverá impulsionar os ativos de maior risco, como as ações — um cenário que poderá, em última análise, limitar o potencial de valorização do ouro. Ainda assim, a consolidação dos preços acima do nível dos 4.200 dólares poderá indicar que o caminho de menor resistência continua a ser em sentido ascendente, com as correções a representarem oportunidades de compra.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
BBAS3 - Perdendo velocidade na queda... aguentem mais um pouco!!Acredito que em breve deve subir, recomendo aguardar confirmação para não fazer como eu na última operação que levai stoploss na cara.
MACD vai cruzar: agora estou esperando confirmação de 26 períodos e um candle de reversão.
Grandes trades e abraço!
O fim do shutdown promete avalanche de dadosDesde o início desta semana, venho lendo notícias sobre o acordo alcançado entre democratas e republicanos. O Senado aprovou, na noite de segunda-feira, um projeto de lei para reabrir o governo, e a Câmara dos Deputados deve aprová-lo o quanto antes. Em seguida, o projeto seguirá para o presidente Donald Trump, que deverá assiná-lo.
Essa foi a paralisação mais longa da história, e Kevin Hassett, da Casa Branca, afirmou que alguns dados econômicos que deveriam ter sido coletados em outubro podem nunca ser registrados, dificultando a obtenção de uma visão abrangente sobre a saúde da economia americana.
Órgãos estatísticos, como o Departamento de Estatísticas do Trabalho (BLS) e o Departamento do Censo, não conseguiram coletar dados durante a paralisação, o que torna certos relatórios, especialmente aqueles que dependem de métodos manuais de coleta, particularmente vulneráveis.
Há um risco crescente de que o BLS não consiga publicar o índice de preços ao consumidor (CPI) de outubro, um dos principais indicadores de inflação. Economistas também demonstram preocupação com a pesquisa domiciliar que produz a taxa de desemprego. O problema está em como as agências — que já enfrentavam falta de pessoal antes da paralisação — irão priorizar os relatórios pendentes, considerando que novembro já está em andamento. Economistas e investidores se preparam para uma avalanche de dados quando as operações forem retomadas, já que as agências terão de conciliar o calendário de relatórios atrasados com os futuros.
Olhando para os dados anteriores ao shutdown, o mercado de trabalho mostra aumento no desemprego e redução na folha de pagamentos:
A inflação do setor de serviços registrou nova mínima no último dado divulgado, em setembro:
Ao observar as probabilidades implícitas nas opções do FOMC, ainda há uma chance substancial de corte de juros em dezembro mesmo após Powell ter adotado um tom mais hawkish em sua última fala:
Hassett mencionou que o PIB pode ser impactado, mas que esse efeito tende a ser superado no futuro. Os dados de PMI seguem um padrão constante ao longo do ano com a manufatura em contração e o setor de serviços em expansão, o que tem mantido a economia relativamente estável.
As próximas semanas devem esclarecer melhor o rumo da economia. O ativo que observo para esse movimento é o juro, cujo valor de face está em trajetória de valorização desde o Liberation Day. A ideia é estar posicionado para os próximos dados econômicos, que devem confirmar a continuidade da desaceleração, porém em ritmo sustentável, coerente com o cenário de soft landing.
Os juros de 10 anos devem encerrar o ano próximo da máxima anual, em torno de 114 dólares. Cortes em 2026 ainda não estão precificados. As opções indicam que o juro deve permanecer estável em janeiro e março, com probabilidades de retomada dos cortes apenas em abril.
O risco de baixa surge caso os dados sinalizem o temido higher for longer , cenário em que minha visão para os juros deixaria de se sustentar.
A integração salva a CVS ou a afunda?A CVS Health enfrenta uma convergência perigosa de riscos que ameaça seu modelo de negócios integrado verticalmente. A subsidiária de Gerente de Benefícios de Farmácia (PBM), Caremark, enfrenta escrutínio regulatório intensificado à medida que legisladores miram nas estruturas opacas de rebates e mecanismos de precificação de spread que sustentam a lucratividade do PBM. Ao mesmo tempo, o crescimento explosivo de medicamentos GLP-1 de alto custo para perda de peso criou uma pressão sem precedentes na formulação. A decisão da CVS de excluir o Zepbound da Eli Lilly em favor do Wegovy da Novo Nordisk, baseada puramente no preço, fracassou de forma espetacular. A Lilly retirou publicamente seus funcionários do plano PBM da CVS e mudou para a concorrente Rightway Healthcare, sinalizando um profundo ceticismo de mercado sobre a capacidade da CVS de equilibrar controle de custos com resultados clínicos. Essa deserção valida preocupações de que grandes empregadores estão cada vez mais dispostos a abandonar os "Três Grandes" PBMs por alternativas transparentes.
A estratégia de aquisição da empresa provou-se um desastre econômico, com a CVS registrando uma impressionante baixa de impairment de US$ 5,7 bilhões em goodwill na Oak Street Health no terceiro trimestre de 2025, admitindo efetivamente que os ativos de atenção primária foram superavaliados dramaticamente. Essa baixa massiva compromete a tese central de que a integração vertical de seguros (Aetna), PBM (Caremark) e entrega de cuidados cria valor sinérgico. Enquanto isso, as margens operacionais erodem de múltiplas direções: US$ 833 milhões em encargos de litígio de práticas comerciais passadas, taxas de dispensação de genéricos em declínio à medida que medicamentos GLP-1 de marca caros deslocam genéricos, e a realidade estrutural de que a proteção robusta de patentes em medicamentos GLP-1 estendendo-se até os anos 2040 elimina a alavancagem tradicional do PBM de ameaçar competição genérica.
A CVS enfrenta vulnerabilidades sistêmicas adicionais em domínios geopolíticos, tecnológicos e científicos. A dependência da empresa de Ingredientes Farmacêuticos Ativos obtidos da China e da Índia a expõe a interrupções na cadeia de suprimentos, tarifas e mandatos de fabricação doméstica obrigatórios, mas caros. Sua vasta infraestrutura integrada cria um ponto único de falha atraente para ciberataques, agravado pelo investimento de US$ 20 bilhões em tecnologia para interconectar ainda mais todos os segmentos. Mais criticamente, os fabricantes de produtos farmacêuticos detêm alavancagem sem precedentes devido à exclusividade de patentes estendida de terapias GLP-1 inovadoras, sem alívio genérico significativo por 15-20 anos, forçando a CVS a uma escolha perpétua entre excluir medicamentos superiores e perder clientes, ou aceitar cobertura que erode severamente as margens.
Até que a CVS demonstre retenção sustentável de clientes PBM entre grandes empregadores, integração bem-sucedida de seus ativos de entrega de saúde sem mais impairments, e uma estratégia viável para navegar o assalto regulatório à economia tradicional do PBM, o perfil de investimento permanece fundamentalmente desafiado. A deserção da Lilly representa mais do que uma perda de cliente única; ela expõe fragilidade estrutural em um modelo de negócios cada vez mais desalinhado com as demandas do mercado por transparência, adequação clínica e inovação tecnológica.
Dow Jones atinge os 48.000 pontos
O índice Dow Jones atingiu um novo máximo histórico nas negociações de terça-feira e mantém-se esta manhã próximo dos 48.000 pontos. O desempenho foi impulsionado por ganhos em sectores não tecnológicos, como indústria e energia, refletindo uma rotação dos investidores para áreas mais tradicionais da economia. O sentimento positivo também foi sustentado pela perspetiva do fim da paralisação do governo norte-americano, o que reduziu os receios de uma disrupção económica a curto prazo e trouxe maior apetite pelo risco. Em contraste, as empresas ligadas à inteligência artificial estiveram sob pressão, com destaque para a Nvidia, que desvalorizou 2,3% após a SoftBank ter vendido a sua participação na empresa. A operação reforçou a perceção de que o sector tecnológico pode estar exposto a uma correção depois de fortes valorizações ao longo do ano.
Henrique Valente – ActivTrades
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#AN028: Londres desafia a União Europeia e suspende fundos
A notícia de que o Reino Unido decidiu não contribuir com os € 6,75 bilhões destinados ao novo Fundo Europeu de Defesa envia um sinal político e econômico claro a Bruxelas. Olá, sou Andrea Russo, trader independente de Forex e trader proprietário com US$ 200.000 em capital sob gestão. Agradeço desde já a sua atenção.
Por trás dessa decisão não está apenas uma questão financeira, mas uma estratégia precisa de independência industrial e militar, visando reafirmar a soberania britânica pós-Brexit.
💼 Implicações econômicas e geopolíticas
O fundo europeu foi concebido para financiar projetos conjuntos de defesa e tecnologia, reduzindo a dependência dos Estados Unidos e fortalecendo a capacidade militar autônoma da UE.
Ao se recusar a participar, Londres envia uma mensagem dupla:
Econômica: Prioridade é dada aos seus próprios orçamentos e à sua indústria de defesa nacional, que teve uma forte recuperação nos últimos dois anos com encomendas da Ucrânia, do Oriente Médio e de países da OTAN. Estratégico: O Reino Unido não pretende se vincular a planos de defesa europeus que possam competir com a OTAN, da qual continua sendo um membro fundamental.
📉 Impacto no Mercado
Nos mercados cambiais, a notícia tende a fortalecer temporariamente a libra esterlina (GBP), pois é percebida como um gesto de autonomia e estabilidade fiscal — menos gastos públicos em um contexto de tensões sobre os orçamentos da UE.
No entanto, o efeito pode ser de curta duração: a decisão aprofunda o conflito com Bruxelas, alimentando riscos políticos e potenciais atritos comerciais, especialmente se a UE reagir com medidas restritivas sobre contratos militares conjuntos ou exportações.
No mercado de ações, as ações de empresas britânicas do setor de defesa (BAE Systems, Rolls-Royce Defence) podem se beneficiar do sentimento "patriótico" e do aumento de encomendas domésticas.
No mercado de títulos, porém, o efeito é neutro: a medida não altera a classificação de risco soberano, mas reforça a ideia da libra como uma moeda de refúgio regional em uma Europa dividida entre austeridade e gastos com defesa.
🌍 Riscos para a UE
Para Bruxelas, a falta de contribuição de Londres complica a construção de uma política de defesa comum:
menos financiamento para programas industriais compartilhados,
maior dependência da Alemanha e da França,
e uma percepção de instabilidade institucional europeia, um fator que tende a enfraquecer o euro (EUR).
Ibov em dólar super o nível de Dezembro 2019O Banco Central do Brasil manteve o discurso duro, mas o mercado entendeu a mensagem como um sinal de estabilidade e, paradoxalmente, isso reacendeu o apetite por risco.
Na ata divulgada após a reunião de novembro, a autoridade monetária reforçou sua confiança de que juros elevados por mais tempo serão suficientes para garantir a convergência da inflação à meta. A Selic permaneceu em 15% pela terceira vez consecutiva, consolidando o ciclo de aperto mais longo das últimas duas décadas.
O recado implícito foi claro: o combate à inflação está próximo de seu ponto de maturação. O IPCA de outubro, que avançou apenas 0,09% no mês e acumulou 4,68% em 12 meses, abaixo das projeções, reforça essa percepção. O cenário combina desaceleração dos preços, queda nas expectativas de inflação futura e uma economia que segue crescendo de forma moderada.
Com isso, a curva de juros começou a precificar o início de um ciclo de cortes já no primeiro trimestre de 2026. Os contratos de swap para janeiro de 2027 recuaram mais de 13 pontos-base, indicando que o mercado passou a enxergar espaço para flexibilização da política monetária antes do que se imaginava. Essa reprecificação, aliada à inflação mais comportada, tem efeito direto sobre o câmbio e sobre o apetite por ativos brasileiros, dois vetores que explicam o rali recente do Ibovespa em dólar.
Enquanto isso, o fluxo estrangeiro volta a se intensificar. Em meio a um cenário global de juros altos por mais tempo nos EUA, investidores buscam mercados emergentes com prêmio real elevado e o Brasil, com Selic real acima de 10%, desponta como um porto seguro relativo. O ganho adicional vem da valorização das commodities e da melhora dos balanços corporativos domésticos, especialmente no setor financeiro e de energia.
Mesmo com incertezas fiscais e a proximidade das eleições de 2026, o investidor estrangeiro percebe que o Banco Central brasileiro está jogando no campo da credibilidade. Gabriel Galípolo manteve o tom cauteloso, mas transmitiu uma mensagem de confiança: a inflação está cedendo e o pior já passou. A perspectiva de estabilidade política até o ciclo eleitoral, somada à queda gradual das expectativas de inflação, reforça a atratividade da Bolsa em dólares que está em seu melhor momendo desde Dezembro de 2019:
No fim das contas, o Índice Bovespa em dólar sobe porque o investidor estrangeiro começa a enxergar valor onde antes via apenas risco. O câmbio estabilizado, a inflação sob controle e a promessa de um ciclo de corte de juros — ainda que gradual — criam o tipo de combinação rara em economias emergentes: prêmio real alto, crescimento moderado e credibilidade monetária.
O Brasil, ao menos por enquanto, parece ser o “carry trade” mais seguro do mundo.
Barreiras Regulatórias Podem Criar Monopólios de Defesa?O Catalisador Geopolítico por Trás da Transformação da Draganfly
A Draganfly Inc. (DPRO) está executando um pivô estratégico de inovadora de drones comerciais para fornecedora de infraestrutura de defesa, uma transformação impulsionada pela necessidade geopolítica em vez de competição de mercado tradicional. A Lei de Autorização de Defesa Nacional (NDAA) criou um fosso regulatório que manda a exclusão de tecnologia fabricada no exterior das cadeias de suprimentos críticas dos EUA, desqualificando imediatamente players dominantes como a DJI da China. Como uma das poucas fabricantes norte-americanas compatíveis com NDAA, a Draganfly ganha acesso exclusivo a bilhões em contratos governamentais. A plataforma Commander 3XL da empresa, com capacidade de carga de 22 libras, design modular patenteado e software especializado para ambientes sem GPS, já está implantada em ramos do Departamento de Defesa, validando sua credibilidade técnica em aplicações militares de alto risco.
Posicionamento Estratégico e Integração ao Ecossistema de Defesa
A empresa reduziu o risco de entrada no mercado de defesa por meio de parcerias estratégicas com a Global Ordnance, um contratante principal da Agência de Logística de Defesa que fornece expertise logística crucial e capacidades de conformidade regulatória. O nomeação do ex-Secretário Interino de Defesa Christopher Miller para o conselho fortalece ainda mais a credibilidade institucional. A Draganfly está escalando rapidamente a capacidade por meio de uma nova instalação em Tampa, Flórida, estrategicamente localizada perto de clientes militares e governamentais principais, mantendo um modelo de ativos leves com apenas 73 funcionários ao alavancar fabricantes de contrato certificados pela AS9100. Essa abordagem minimiza o risco de despesa de capital enquanto garante responsividade a licitações governamentais grandes. O portfólio de propriedade intelectual da empresa, com 23 patentes emitidas e taxa de concessão USPTO de 100%, protege inovações fundamentais em controle de voo VTOL, design de estrutura modular, sistemas de rastreamento alimentados por IA e tecnologia de robótica mutante.
O Paradoxo de Valoração e Trajetória de Crescimento
Apesar de perdas abrangentes de US$ 3,43 milhões no 1º trimestre de 2025 sobre receita de apenas US$ 1,55 milhão, o mercado atribui à Draganfly uma valoração premium de 16,6x Preço-para-Livro. Esse aparente desalinhamento reflete o reconhecimento dos investidores de que as perdas atuais representam investimentos iniciais necessários em prontidão de defesa, expansão de instalações, certificação de manufatura e desenvolvimento de parcerias. Analistas preveem crescimento explosivo superior a 155% em 2026, impulsionado pela execução de contratos militares. O mercado de drones militares deve mais que dobrar de US$ 13,42 bilhões (2023) para US$ 30,5 bilhões até 2035, com ministérios de defesa em todo o mundo acelerando investimentos em tecnologias de drones ofensivas e defensivas. A vantagem competitiva da Draganfly reside não na resistência ou alcance superior — o Puma 3 AE da AeroVironment oferece 2,5 horas de tempo de voo versus 55 minutos do Commander 3XL — mas na capacidade de carga pesada essencial para implantar equipamentos especializados como sensores LiDAR de longo alcance e o sistema de desminagem M.A.G.I.C.
A Questão Crítica do Risco de Execução
A tese de investimento da Draganfly centra-se no alinhamento governamental estratégico superando déficits operacionais atuais. A empresa recentemente garantiu um contrato do Exército dos EUA para sistemas de drones Flex FPV, incluindo capacidades de manufatura incorporadas em instalações de Forças dos EUA no exterior, uma validação tanto de capacidade técnica quanto de flexibilidade de cadeia de suprimentos. Projetos de integração como o sistema de desminagem de campos minados M.A.G.I.C. demonstram utilidade crítica de missão além do reconhecimento convencional. No entanto, o caminho para a rentabilidade depende inteiramente da execução: escalar com sucesso a capacidade de produção, navegar ciclos de aquisição governamental longos e converter o pipeline de defesa em receita realizada. A empresa está posicionada para se tornar um player principal, especificamente no segmento de multirotores de levantamento pesado seguros e compatíveis com NDAA, não para dominar aplicações comerciais de massa ou ISR de asa fixa generalizada. A questão fundamental permanece se a Draganfly pode executar sua estratégia de defesa rápido o suficiente para justificar sua valoração premium antes que concorrentes desenvolvam capacidades comparáveis compatíveis com NDAA.
Morning Call - 11/11/2025 - Europa Registra Novo RecordeAgenda de Indicadores:
USA – Feriado do Dia dos Veteranos – Mercado de Treasury fechado
CAD – Feriado do Dia da Lembrança
8:00 – BRA – Ata do Copom
9:00 – USA – IPCA
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLZ2025
Ata do Copom: O documento, que será divulgado nesta terça-feira, deve trazer novos sinais sobre as projeções do Banco Central para a inflação de 2026 e 2027, com destaque para a incorporação, ou não, dos efeitos da ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda. A medida tende a aumentar a renda disponível das famílias, o que pode pressionar tanto a inflação quanto o hiato do produto. Essa avaliação será determinante para o cronograma de política monetária: dependendo da leitura do BC, o início do ciclo de flexibilização pode ocorrer já em janeiro ou ser adiado para março ou até abril.
Relatório de Estabilidade Financeira: O Banco Central divulgará o documento nesta quarta-feira, acompanhado de uma coletiva de imprensa com a participação do presidente Gabriel Galípolo, do diretor de Fiscalização Ailton de Aquino Santos e do diretor de Política Econômica Diogo Guillen. O relatório deve apresentar uma avaliação detalhada das condições do sistema financeiro nacional, incluindo indicadores de solidez bancária, crédito e riscos macrofinanceiros.
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — operam levemente negativo, após forte ganhos na sessão anterior. Ontem, as maiores empresas de tecnologia ligadas à inteligência artificial registraram sua maior alta em um único dia desde maio. A Nvidia NASDAQ:NVDA saltou 5,8%, enquanto que o Google NASDAQ:GOOGL ganhou 4%. Essa melhora da percepção sobre ativos de risco, mantém o índice de volatilidade VIX ACTIVTRADES:USAVIXX2025 estável em torno de 18,5 pontos.
Shutdown: O Senado aprovou no domingo, por 60 votos a 40, uma medida que busca encerrar a paralisação do governo federal, que já dura 40 dias. O pacote combina um financiamento temporário até janeiro de 2026 com três projetos de lei de gastos para o restante do ano fiscal. A proposta ainda precisa passar pela Câmara, onde deve ser votada na quarta-feira, antes de seguir para sanção do presidente Trump. Caso o cronograma seja mantido, o governo será reaberto na sexta-feira.
PIB: Estimativas indicam que o shutdown pode reduzir o crescimento do PIB no quarto trimestre entre 0,4 e 1 ponto percentual. No entanto, experiências anteriores mostram que a atividade econômica tende a se recuperar no trimestre seguinte, compensando parte das perdas iniciais.
Fed: No campo monetário, as apostas na CME indicam agora 64% de probabilidade de um novo corte de juros em dezembro, refletindo a expectativa de que a normalização do governo reduza parte da incerteza fiscal, mas sem alterar substancialmente a visão cautelosa do mercado em relação ao Fed.
Dividendos Tarifários: Trump prometeu neste domingo, em sua rede social Truth Social, que pretende pagar a cada americano um “dividendo tarifário” de pelo menos US$ 2.000, financiado pelos recursos arrecadados com o tarifaço imposto a outros países. Segundo o presidente, apenas pessoas de alta renda ficariam de fora do benefício. Em entrevista, o secretário do Tesouro, Scott Bessent, admitiu que ainda não discutiu a proposta com Trump, mas sugeriu que o pagamento poderia ocorrer de “diversas formas”, como por meio de compensação fiscal. A ideia, embora vista como uma tentativa de estímulo econômico, levanta dúvidas sobre sua viabilidade orçamentária e os efeitos inflacionários de uma medida dessa magnitude.
Europa
Os principais índices europeus — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 e ACTIVTRADES:FRA40 — operam em alta nesta terça-feira, com os traders ainda repercutindo o possível fim do shutdown nos EUA e resultados positivos de empresas do setor de telecomunicações no continente.
Os índices FTSE 100 ACTIVTRADES:UK100 , do Reino Unido, IBEX 35 ACTIVTRADES:ESP35 , da Espanha, e FTSE MIB ACTIVTRADES:ITA40 , da Itália, renovam máximas históricas.
No câmbio, a libra ACTIVTRADES:GBPUSD esterlina recua frente ao dólar após a desaceleração do crescimento salarial no Reino Unido para 4,6% em setembro, enquanto a taxa de desemprego subiu para 5%. Os dados reforçam as expectativas de que o Banco da Inglaterra possa cortar os juros já no próximo mês. Os rendimentos dos títulos do governo britânico (gilts - TVC:GB02Y ) também recuam em todos os vértices da curva.
Na Suíça, o Swiss Market Index (SMI) ACTIVTRADES:SWI20 ganhou força diante da expectativa de um acordo com os Estados Unidos para reduzir tarifas comerciais. O setor de luxo é destaque.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados asiáticos encerraram o pregão desta terça-feira sem direção única, com alguns índices realizando parte dos ganhos da véspera. O otimismo em torno do iminente fim do shutdown nos Estados Unidos perdeu força, enquanto preocupações com as altas avaliações do setor de tecnologia voltaram a pesar sobre o sentimento dos mercados.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI liderou os ganhos, avançando 0,8%, embora o won tenha se desvalorizado para o menor nível frente ao dólar desde abril. No Japão, o Nikkei TVC:NI225 recuou levemente, com o iene atingindo mínima de nove meses. Considerado um ativo de segurança, a moeda japonesa foi pressionada pelo recente aumento do apetite global por risco.
Na China, os principais índices — Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 e China A50 FTSE:XIN9 — corrigiram parte das altas anteriores, registrando perdas de até 1%. Em contrapartida, o Hang Seng HSI:HSI , de Hong Kong, manteve-se levemente positivo.
Na Austrália, o ASX ASX:XJO encerrou o pregão próximo da estabilidade.
Commodities
As commodities de valor — ouro ACTIVTRADES:GOLD e prata ACTIVTRADES:SILVER — avançam para o maior nível em três semanas, enquanto o cobre ACTIVTRADES:COPPERZ2025 , uma commodity de perfil industrial, registra leve movimento de baixa.
A recente valorização do ouro reflete o foco renovado nas preocupações fiscais dos Estados Unidos. A reabertura do governo tende a abrir espaço para novos gastos financiados por endividamento, além da possibilidade do pagamento de um cheque de US$ 2.000 prometido por Trump a cada cidadão americano. Outro fator de apoio é a retomada da divulgação de dados econômicos, que pode reforçar as apostas em um corte de juros pelo Fed em dezembro.
No mercado de energia, os preços do petróleo Brent ACTIVTRADES:BRENT e WTI ACTIVTRADES:LCRUDE sobem de forma moderada, sustentados pela expectativa de reabertura do governo americano, o que poderia impulsionar a demanda nas próximas semanas.
Tecnológicas recuperam e NVIDIA lidera ganhos
Os índices americanos recuperaram na segunda-feira, apoiados pela maior probabilidade de reabertura do governo dos EUA. A menor incerteza política deu algum alívio aos mercados e trouxe de volta o apetite pelo risco. O VIX, o índice que mede a volatilidade implícita do S&P 500 com base nos preços das opções, desceu para o nível mais baixo das últimas semanas, sinal de que os investidores estão menos preocupados com os riscos subjacentes. Neste ambiente mais construtivo, as tecnológicas voltaram a liderar os ganhos, com destaque para a NVIDIA. As acções avançaram mais de 6%, prolongando a trajectória de valorização que tem caracterizado o sector ligado à inteligência artificial. A empresa, que continua a beneficiar de uma procura excepcional pelos seus chips e que vai apresentar resultados na próxima semana, recebeu uma revisão em alta do preço-alvo por parte do Citigroup, agora colocado nos 220 dólares. O mercado reagiu também às expectativas de vendas mais fortes para 2025, reforçando a ideia de que a procura por capacidade de computação especializada ainda está longe de abrandar. Apesar do momento positivo, mantêm-se dúvidas sobre a sustentabilidade do rali caso o contexto macro volte a deteriorar-se ou surjam sinais de saturação no mercado de semicondutores. Ainda assim, por agora, os investidores parecem concentrar-se nos benefícios imediatos da estabilização política em Washington e no contínuo entusiasmo em torno da inteligência artificial.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.






















