Morning Call - 09/12/2025 - Nvidia e AMD Sobem com Trump Agenda de Indicadores:
10:15 – USA – Variação Semanal de Empregos Privados ADP
12:00 – USA – Ofertas de Empregos JOLTS
14:00 – USA – Relatório WASDE
15:00 – USA – Leilão de T-Note de 10 anos
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLF2026
Eleições 2026: Flávio Bolsonaro não obteve o apoio desejado dos partidos de centro — nem para avançar com a pauta de anistia do ex-presidente Jair Bolsonaro, nem para viabilizar sua própria candidatura ao Planalto. Após a resistência, o senador mudou o tom: declarou que “sua candidatura não está à venda”, afirmou que “o sobrenome Bolsonaro é uma vantagem sobre Tarcísio” e classificou-se como uma “luz no fim do túnel” para o núcleo bolsonarista, numa tentativa de recuperar protagonismo dentro do grupo.
Fiscal: O PL do Devedor Contumaz deve ser votado hoje e amanhã na Câmara. A proposta mira contribuintes que utilizam a inadimplência fiscal como estratégia permanente de negócio. Pelo texto, será considerado devedor contumaz quem tiver dívida injustificada superior a R$ 15 milhões e equivalente a mais de 100% do patrimônio conhecido, permitindo ao governo aplicar medidas mais rígidas de cobrança.
Ônibus de Graça: O presidente Lula solicitou ao Ministério da Fazenda que acelere os cálculos do programa Tarifa Zero, que prevê transporte público urbano gratuito. A intenção do governo é anunciar o plano já em 2026, ano eleitoral, caso a iniciativa seja considerada fiscalmente viável.
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — operam próximos da estabilidade, enquanto os mercados aguardam a decisão do Federal Reserve nesta quarta-feira. A expectativa é de um corte de 25 pontos-base, mas a votação deve ser uma das mais divididas dos últimos anos.
Os contratos futuros de Fed Funds atribuem cerca de 89% de probabilidade à redução, que levaria a taxa básica do intervalo atual de 3,75% a 4,00% para um nível menor. A projeção de que o colegiado pode se dividir entre sete votos a favor e cinco contra adiciona tensão ao evento, reforçando a visão de que o ciclo de 2026 pode avançar de forma mais cautelosa.
Daniela Hathorn, da Capital.com, resume o clima: “A um dia de um evento tão importante, é comum surgir indecisão e uma postura de esperar para ver o que acontece.”
Na agenda macroeconômica desta terça-feira, os investidores acompanham o relatório de vagas abertas JOLTS e a pesquisa de criação de empregos da ADP, mas a leitura é de que esses dados dificilmente alterarão as apostas para a reunião do Fed.
No noticiário geopolítico e tecnológico, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou ontem que o país permitirá a exportação para a China dos processadores H200 da Nvidia NASDAQ:NVDA — os segundos mais potentes da empresa — mediante uma tarifa de 25%. Chipsets da AMD NASDAQ:AMD e Intel NASDAQ:INTC também devem ser autorizados em breve.
No front corporativo, a temporada de balanços ganha tração esta semana e promete testar o apetite dos investidores por tecnologia e varejo:
Oracle NYSE:ORCL e Broadcom NASDAQ:AVGO devem oferecer um termômetro da demanda por soluções de inteligência artificial.
Costco NASDAQ:COST apresentará resultados que ajudarão a medir a resiliência do consumidor americano.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam sem direção definida nesta terça-feira, em um pregão marcado pela cautela antes da decisão de política monetária do Federal Reserve, que será anunciada amanhã.
O destaque positivo do dia fica com o setor de defesa, que lidera os ganhos com altas entre 4% e 6%, após reportagem da Bloomberg apontar que parlamentares alemães devem aprovar, na próxima semana, contratos recordes de aquisição no valor de 52 bilhões de euros, impulsionando expectativas de forte demanda na indústria militar.
No campo da política monetária, Isabel Schnabel, membro do Banco Central Europeu, afirmou ontem que o próximo movimento do BCE poderá ser uma alta de juros, sinalizando uma possível divergência em relação ao caminho esperado para o Fed. As declarações hawkish pressionaram os mercados de renda fixa: os rendimentos dos títulos de 10 anos da zona do euro subiram para o nível mais alto em vários meses, enquanto os Bunds de 30 anos atingiram a maior taxa em mais de 14 anos.
Entre os destaques corporativos, as ações da Thyssenkrupp LSIN:0O1C despencaram 9,5%, depois que o conglomerado alemão projetou um prejuízo líquido de até 800 milhões de euros em 2026, frustrando as expectativas dos investidores.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico recuaram nesta madrugada, com exceção do Nikkei, que conseguiu sustentar território positivo apoiado pelo desempenho das empresas de tecnologia. Das 225 companhias que compõem o índice, 116 avançaram, contra 109 quedas. Entre os destaques, as fabricantes de equipamentos para semicondutores Disco (+4,7%) e Tokyo Electron (+1,3%), além da produtora de sistemas de testes Lasertec (+3,6%).
Na China continental, os principais índices — Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Shanghai SSE:000001 — encerraram em baixa moderada. Já o Hang Seng HSI:HSI caiu para a mínima de duas semanas, após a reunião de alto escalão do Politburo reduzir as expectativas do mercado de novos estímulos no curto prazo, mesmo com a fragilidade persistente do setor imobiliário.
O Politburo sinalizou que a China continuará a expandir a demanda interna e adotará políticas mais proativas em 2026. Porém, a ausência de medidas concretas desencorajou o mercado. Para Larry Hu, economista da Macquarie, o encontro “reforça que os formuladores de políticas estão confortáveis com a atual trajetória econômica e não sentem urgência em ampliar os estímulos”, especialmente após um 2025 melhor que o previsto, com exportações resilientes apesar da guerra comercial.
Entre os dados divulgados ontem, chamou atenção o superávit comercial, que ultrapassou US$ 1 trilhão pela primeira vez, impulsionado por um salto das exportações para Europa, Austrália e Sudeste Asiático, compensando o enfraquecimento das vendas para os EUA.
Na Austrália, o índice ASX ASX:XJO caiu moderadamente, enquanto os traders digeriam a decisão do RBA de manter os juros em 3,6%, como amplamente esperado. Segundo o banco central, “os riscos para a inflação se inclinaram para cima, mas será necessário mais tempo para avaliar a persistência das pressões inflacionárias”.
Nos demais mercados da região, Kospi TVC:KOSPI (Coreia do Sul) e TWSE 50 FTSE:TW50 (Taiwan) recuaram 0,25% cada, acompanhando o clima de cautela global.
Além da Análise Técnica
Infraestrutura de energia vencerá o silício na IA?A anunciada aquisição da DigitalBridge pela SoftBank representa uma mudança fundamental na cadeia de valor da IA: dos semicondutores para a infraestrutura física que os alimenta. O portfólio de 20,9 GW da DigitalBridge a posiciona como guardiã do escalonamento da IA, resolvendo o principal gargalo da indústria atual: capacidade de energia conectada à rede. Embora a disponibilidade de chips tenha se estabilizado, os atrasos de 3-5 anos na fila de interconexão e a disparada do leilão de capacidade da PJM de US$ 29 para US$ 329 por megawatt-dia revelam que o acesso à eletricidade agora determina a vantagem competitiva. O “Projeto Izanagi” da SoftBank, uma iniciativa de semicondutores para IA de US$ 100 bilhões, exige infraestrutura de implantação imediata que não construível em prazo comercial viável, tornando o “banco de energia” já existente da DigitalBridge um ativo estratégico insubstituível.
A tese da transação vai além dos fundamentos imobiliários e chega ao posicionamento geopolítico na era da IA soberana. A pegada global diversificada da DigitalBridge via Vantage, Switch e Scala oferece a distribuição territorial que os Estados-nação exigem cada vez mais por soberania de dados. As instalações Tier 5 Platinum da Switch, protegidas por mais de 950 patentes em gestão térmica e protocolos de segurança, criam um fosso defensivo em torno de cargas de trabalho governamentais críticas. No entanto, a análise do CFIUS representa risco material de execução; propriedade estrangeira de infraestrutura que hospeda dados classificados do DoD provavelmente exigirá isolamento operacional ou alienação de ativos sensíveis. O caminho regulatório espelha o precedente da Sprint da SoftBank, mas em ambiente de segurança nacional muito mais restritivo onde data centers são agora classificados como infraestrutura crítica ao lado das telecomunicações.
Os mercados financeiros precificaram inicialmente a DigitalBridge como um REIT de transição em vez de plataforma de infraestrutura de grau utilidade, com a ação negociada abaixo das estimativas de valor intrínseco de US$ 25-35 antes da alta de 50%. Os Fee-Related Earnings cresceram 43% ano a ano no 3º trimestre de 2025, refletindo alocação institucional de capital em infraestrutura digital ignorada pelo mercado em meio à complexidade GAAP. A validação estratégica vai além da SoftBank; qualquer adquirente reconhece que replicar 21 GW de capacidade de energia assegurada custaria múltiplos do valor da empresa DigitalBridge. Com ou sem fechamento do negócio, o “SoftBank put” estabeleceu um piso de valuation, sinalizando que na fase de industrialização da IA de 2025 a terra é vendida por megawatt, não por acre.
Ouro Consolida Acima dos $4.200 Antes da Reunião do FOMC
Os preços do ouro subiram ligeiramente nas primeiras negociações de terça-feira e estão atualmente a manter-se acima dos 4.200 dólares. O metal precioso tem permanecido dentro de uma faixa estreita ao longo da última semana, à medida que os compradores de ouro aguardam a conclusão da reunião do FOMC de amanhã e a decisão sobre as taxas de juro antes de efetuarem novas operações. Um corte de 25 pontos base é considerado praticamente certo e já está refletido nos mercados financeiros. No entanto, o verdadeiro foco dos traders será a declaração de política monetária e os comentários do presidente da Reserva Federal após a reunião, que poderão fornecer pistas sobre o futuro rumo da política monetária do banco central. Um cenário dovish, no qual Powell confirme, na prática, novos cortes nas taxas em 2026, deverá enfraquecer o dólar norte-americano e apoiar os preços do ouro, devido à correlação inversa entre ambos os ativos, com o nível dos 4.300 dólares a surgir como potencial alvo de curto prazo. Por outro lado, e é precisamente por isso que os traders têm aguardado pacientemente por esta reunião, uma posição mais hawkish seria mais surpreendente e poderia ter um impacto de mercado mais forte. Nesse cenário, os ganhos do dólar poderão ser significativos e o preço do metal precioso poderá cair e testar o suporte dos 4.100 dólares.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
"Bradesco-BBDC4 - isto não é bom"*"TOPO DUPLO PARCIAL ATÉ O MOMENTO"
📑 Relatório Consolidado – Conversa sobre Bradesco (BBDC4)
1. Contexto inicial
Você abriu um gráfico do Banco Bradesco S.A. (BBDC4) na B3 e viu isto:
O preço esta em R$19,00, com queda de −2,76% no dia.
Volume negociado: 36,84 milhões de ações.
Máxima: R$19,69 | Mínima: R$18,78.
2. Fatos interessantes sobre o Bradesco
Fundado em 1943, é um dos maiores bancos privados do Brasil.
As ações preferenciais (PN) como BBDC4 dão prioridade em dividendos, mas sem direito a voto.
O Bradesco disputa historicamente com o Itaú Unibanco a liderança em ativos.
Está presente no Índice Ibovespa e possui operações internacionais.
3. Análise gráfica
EMA 9 (R$19,27): preço abaixo → pressão vendedora no curto prazo.
SMA 200: referência de longo prazo; se abaixo, indica tendência de baixa mais ampla.
Suporte imediato: R$18,78.
Resistência imediata: R$19,27 (EMA 9) e R$19,69 (máxima).
Interpretação: movimento de correção/queda, mas rompimento acima de R$19,69 invalidaria cenário negativo.
4. Notícias recentes
Bradesco Saúde lançou novos produtos em evento no Rio de Janeiro (CVG-RJ).
Analistas destacam o Bradesco em carteiras de dividendos de dezembro, após lucro recorde de R$6,2 bilhões no 3T25.
Contexto de mercado: Ibovespa em máximas históricas, setor bancário visto como estratégico para renda passiva.
5. Padrão técnico discutido: Topo Duplo
Características: dois picos próximos, separados por um vale; confirmação ocorre no rompimento do suporte.
No caso atual:
Topo em torno de R$19,69.
Suporte crítico em R$18,78.
Se romper para baixo, padrão de reversão ganha força.
Se romper para cima, invalida o topo duplo e retoma tendência de alta.
6. Contribuição analítica
O cenário atual mostra pressão vendedora e risco de formação de topo duplo.
Notícias positivas (novos produtos e dividendos robustos) podem atuar como contrapeso, sustentando expectativas de investidores.
Estratégia de acompanhamento:
Monitorar suporte em R$18,78.
Observar reação do preço frente à EMA 9 e SMA 200.
Considerar impacto das notícias sobre dividendos e saúde, que podem atrair compradores.
✅ Síntese final: O Bradesco vive um momento de tensão técnica (pressão vendedora e possível topo duplo), mas com fundamentos sólidos e notícias positivas que podem sustentar o papel. O equilíbrio entre análise gráfica e contexto fundamental será decisivo para os próximos movimentos.
Morning Call - 08/12/2025 - Ibovespa Pode se Recuperar?Agenda de Indicadores:
8:25 – BRA – Boletim Focus
Brasil
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Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLF2026
Eleições 2026: Flávio Bolsonaro admitiu no domingo que pode não levar sua pré-candidatura presidencial até o fim: "Olha, tem uma possibilidade para eu não ir até o fim, eu tenho um preço para isso, eu vou negociar." Nos bastidores, a leitura predominante no mercado político é de que a declaração funciona como um movimento estratégico da família Bolsonaro para abrir espaço de negociação em torno de uma eventual anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Em entrevista posterior, Flávio reforçou que “Tarcísio é o principal cara do nosso time hoje” e que o “preço” para retirar a candidatura seria “Bolsonaro livre, nas urnas”, deixando claro o objetivo central do aceno.
Datafolha: A pesquisa Datafolha divulgada no sábado mostra que a rejeição à família Bolsonaro (Flávio, Eduardo e Michelle) supera 35%. No cenário de segundo turno, Flávio aparece com 36%, contra 51% de Lula — uma diferença de 15 pontos. Mesmo com rejeição elevada (44%), Lula ainda venceria Tarcísio de Freitas: 47% a 42%, segundo o instituto.
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — operam com leve viés positivo praticamente estáveis, enquanto os mercados apostam que o Federal Reserve anunciará um corte de juros na reunião desta quarta-feira, em uma decisão que pode se tornar uma das mais conturbadas dos últimos anos.
Os contratos futuros de Fed Funds atribuem cerca de 86% de probabilidade a uma redução de 25 pontos-base na taxa básica, atualmente entre 3,75% e 4,00%. Diante desse nível de convicção, qualquer manutenção seria vista como um verdadeiro choque de mercado. Uma pesquisa da Reuters com 108 analistas mostra que apenas 19 esperam juros inalterados; o restante projeta corte.
Para Nabil Milali, gestor de portfólio da Edmond de Rothschild Asset Management:
“Todos estão esperando o corte do Fed agora… mas o mais importante será saber quantos dissidentes haverá… Esta poderá ser uma das primeiras reuniões da história recente em que a decisão será dividida, com sete membros a favor e cinco contra, um sinal significativo para as expectativas de redução das taxas no próximo ano.”
O FOMC não registra três ou mais votos dissidentes desde 2019, algo que aconteceu apenas nove vezes desde 1990, o que reforça o potencial de volatilidade.
Para o JPMorgan, o Fed poderá realizar outro corte em janeiro, como medida preventiva diante do enfraquecimento gradual do mercado de trabalho, antes de iniciar uma longa pausa na política monetária.
No front corporativo, a agenda de balanços desta semana promete testar o apetite por tecnologia e consumo.
• Oracle e Broadcom devem oferecer um termômetro da demanda por soluções ligadas à inteligência artificial.
• Costco divulgará números que ajudarão a medir a força do consumidor americano.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam sem direção clara nesta segunda-feira. A pressão vinda das empresas de consumo básico compensa os ganhos moderados nos setores industrial e de saúde, enquanto os traders adotam maior cautela antes da decisão de política monetária do Federal Reserve, marcada para quarta-feira.
Em sua decisão desta semana, o Banco Nacional Suíço pode sinalizar novo afrouxamento das condições monetárias para tentar conter a forte valorização do franco suíço, que segue pressionando as exportações e a inflação doméstica. No entanto, a instituição enfrenta um dilema: com a taxa básica já em 0%, o espaço para flexibilização é limitado, e há resistência interna em retornar ao território de juros negativos.
O setor de bens de consumo essenciais foi o principal peso sobre o índice, com a Unilever recuando 3,7% após concluir a cisão da marca Magnum.
A L'Oréal também contribuiu para o movimento negativo, caindo 1,8% depois de anunciar que elevará sua participação na suíça Galderma para 20%. A aquisição animou os papéis da Galderma, cujas ações subiram 2,8%.
Na contramão, o setor industrial avançou 0,2%, impulsionado pelas empresas de defesa. O segmento segue altamente sensível às notícias sobre a guerra entre Rússia e Ucrânia: teve fortes quedas quando um cessar-fogo parecia próximo em novembro, mas recuperou parte das perdas com o aumento da incerteza nas últimas semanas.
Entre os destaques corporativos, a Ferrari caiu 2,7% após o Morgan Stanley rebaixar a recomendação do papel de “acima da média do mercado” para “neutra”, citando limites para o crescimento no curto e médio prazo.
Já as ações da Renk e da Bayer subiram 3,5% e 3,1%, respectivamente, após receberem elevações de rating por parte do Citigroup e do JPMorgan.
Ásia/Pacífico
Os mercados da Ásia-Pacífico começaram a semana majoritariamente em alta, com os traders equilibrando notícias do setor de tecnologia e novos indicadores econômicos.
No Japão, o índice Nikkei TVC:NI225 avançou de forma moderada, mas os ganhos foram limitados pela queda de 3,3% das ações do SoftBank Group. A empresa é uma das maiores investidoras da OpenAI, e reportagens do fim de semana indicaram que Sam Altman, CEO da criadora do ChatGPT, teria emitido um alerta interno de “código vermelho” após o Gemini 3, do Google, superar o modelo da OpenAI em vários testes.
Esse clima reforça a cautela recente dos traders com as avaliações elevadas das empresas ligadas à inteligência artificial, que já haviam desencadeado uma onda de vendas no mês passado. “Há uma sensação de superaquecimento nas ações de tecnologia, o que as deixa vulneráveis à pressão vendedora”, afirmou Fumika Shimizu, da Nomura Securities.
Para Masahiro Ichikawa, da Sumitomo Mitsui DS Asset Management, “os preços devem andar de lado por enquanto; altas a partir daqui carregam riscos maiores”.
No campo macroeconômico, o PIB japonês contraiu 0,6% no terceiro trimestre e 2,3% na taxa anualizada, pior do que o esperado. Ainda assim, o mercado segue apostando em um aumento de 25 pontos-base nos juros do BoJ na próxima semana, diante da pressão inflacionária e do aumento dos salários.
Na China continental, os principais índices — Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Shanghai SSE:000001 — avançaram moderadamente. Autoridades reforçaram que seguirão estimulando a demanda doméstica e adotarão medidas mais proativas em 2026, incluindo política fiscal mais ativa e monetária mais flexível. No fim de semana, o regulador de valores mobiliários também anunciou que permitirá mais flexibilidade nos requisitos de capital e alavancagem para grandes instituições financeiras.
Entre os dados macro, a balança comercial surpreendeu com alta de 5,9% nas exportações, impulsionadas por novos mercados fora dos EUA. As importações, porém, cresceram 1,9%, abaixo do consenso.
Na Austrália, o índice ASX ASX:XJO recuou ligeiramente, com as mineradoras puxando o movimento. Os investidores aguardam a decisão do RBA na terça-feira, com manutenção de juros praticamente garantida.
Há poucas semanas, o mercado precificava um corte no início de 2026, mas a combinação de demanda interna forte, emprego aquecido e inflação persistentemente elevada fez crescer a aposta de que o próximo movimento do banco central será uma alta, possivelmente em maio.
Nos demais mercados, o Kospi TVC:KOSPI da Coreia do Sul subiu mais de 1%, o Hang Seng HSI:HSI recuou 1,2% em Hong Kong, e o TWSE 50 de Taiwan ganhou 0,8%.
Uma empresa pode ser dona do fundo do mar?A Kraken Robotics emergiu como força dominante em inteligência submarina, surfando três megatrends convergentes: a militarização da infraestrutura do leito marinho, a transição energética global para eólica offshore e a obsolescência tecnológica dos sonares legados. A tecnologia Synthetic Aperture Sonar (SAS) da empresa oferece resolução de 3 cm independente de alcance – 15 vezes superior aos sistemas convencionais – enquanto as baterias SeaPower tolerantes à pressão resolvem o gargalo de autonomia que atormentou veículos submarinos autônomos por décadas. Esse fosso tecnológico, protegido por 31 patentes concedidas em 19 famílias, transformou a Kraken de fabricante de sensores de nicho em plataforma verticalmente integrada de inteligência submarina.
A metamorfose financeira valida esse posicionamento. Receita do 3º trimestre de 2025 cresceu 60% A/A para US$ 31,3 milhões, margens brutas expandiram-se para 59% e EBITDA ajustado subiu 92% para US$ 8,0 milhões. A fortaleza do balanço com US$ 126,6 milhões em caixa (aumento de 750% em relação ao ano anterior) dá capital para uma estratégia dupla: crescimento orgânico via iniciativa de Infraestrutura Submarina Crítica da OTAN e aquisições estratégicas, como a compra de US$ 17 milhões da 3D at Depth, que adicionou capacidade LiDAR submarina. A reavaliação de 1.000% do mercado desde 2023 reflete não excesso especulativo, mas reconhecimento fundamental de que a Kraken controla infraestrutura crítica para a emergente economia azul.
Tensões geopolíticas aceleraram a demanda, com a sabotagem do Nord Stream como ponto de inflexão em compras de defesa. A missão Baltic Sentry da OTAN e o foco em proteger 97% do tráfego de internet transportado por cabos submarinos criam ventos favoráveis sustentados. A tecnologia da Kraken participou de sete equipes navais no REPMUS 2025, demonstrando interoperabilidade agnóstica de plataforma que a posiciona como padrão universal. Combinada com exposição ao superciclo de eólica offshore (250 GW até 2030) e potenciais operações de mineração em águas profundas avaliadas em US$ 177 trilhões em recursos, a Kraken se colocou como fornecedora indispensável de “picaretas e pás” para múltiplos vetores de crescimento secular simultaneamente.
Ouro acima de $4.200 à espera da decisão da Fed
Os preços do ouro subiram ligeiramente nas negociações de segunda-feira de manhã, recuperando terreno acima do nível dos 4.200 dólares, mas o metal precioso permanece dentro de um intervalo estreita onde tem estado ao longo das últimas sessões. Apesar das condições favoráveis, incluindo o aumento das expectativas de uma Reserva Federal mais dovish e a persistência da instabilidade geopolítica, os investidores que habitualmente apostam no ouro aguardam pacientemente pela reunião da Fed desta semana e pela decisão sobre as taxas antes de retomarem as compras. Com um corte de 25 pontos base amplamente esperado e já incorporado nos preços, o foco na quarta-feira irá centrar-se na conferência de imprensa após a decisão e nos comentários do presidente da Fed, Jerome Powell. Estes deverão moldar o sentimento dos investidores relativamente ao futuro percurso das taxas de juro do banco central, influenciando o desempenho do dólar americano e, devido à correlação inversa entre ambos os ativos, também o do ouro. Caso o presidente da Reserva Federal sinalize novas reduções dos custos de financiamento em 2026, haverá margem para uma maior fraqueza do dólar, sendo provável que os preços do ouro evoluam na direção oposta.
Ricardo Evangelista - ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
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Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
BITCOIN 2025-27Atualizando minha previsão anual para BTC. Não estudei por muito tempo, mas deve ser muito próximo do programado pelas leis que regem o universo segundo as técnicas de Gann ORIGINAIS. Os pontos também são regiões de reversão.
Se romper 70k, 35k a 40k é esperado.
Não se iludam com o que os famosos ou youtubers da moda dizem. Eles não querem que você e mais ninguém venda. Antes deles.
Holder é uma falácia.
Existe topo pra se vender e fundo pra se comprar.
₢Fabio Zam Eclipse Invest
XRP pode ter uma alta nos proximos dias Em um cenário onde a grande maioria das criptomoedas enfrenta um momento de retração, o XRP demonstra um raro sinal de força , consolidando-se como o único ativo no positivo entre os 10 principais tokens do mercado . Enquanto gigantes como Bitcoin, Ethereum, Solana e BNB registram quedas consecutivas nas últimas 24 horas, o XRP caminha na contramão, sustentado por fundamentos que apontam para uma movimentação estratégica de bastidores e um descolamento do comportamento geral do setor.
Análises gráficas recentes revelam uma divergência crucial: o volume de negociação do XRP está aumentando mesmo diante das quedas de preço . Esse fenômeno sugere que, ao contrário do pânico de vendas visto em outros ativos, o que está ocorrendo é uma acumulação agressiva por parte de grandes investidores , também conhecidos como "baleias". O volume diário impressionante de 5,57 bilhões de dólares posicionou o ativo em quarto lugar geral, superando concorrentes como Dogecoin e BNB, o que reforça a tese de que o capital está se posicionando estrategicamente em vez de liquidar posições.
Esse movimento de entrada de capital é impulsionado também pelo recente lançamento de ETFs de XRP , que nas últimas duas semanas atraíram atenção significativa tanto de investidores institucionais quanto individuais. O comportamento do mercado indica que os fluxos de entrada estão aumentando durante as retrações, um padrão que historicamente precede fortes recuperações em ativos de alta liquidez . Em vez de distribuição, o cenário atual aponta para um renovado interesse em acumulação, sinalizando confiança das grandes entidades na tendência futura do preço .
Por fim, é importante contextualizar a volatilidade recente. Apesar da correção que levou o preço de uma máxima de $3,66 para um suporte forte na faixa de $1,00 , o ativo ainda acumula uma valorização expressiva nos últimos seis meses, tendo saído da casa dos 50 centavos. Com os dados on-chain sugerindo um possível ponto de inflexão nos ciclos de liquidez, o XRP parece estar se preparando para uma recuperação fundamental robusta , podendo reagir de forma mais vigorosa do que o restante do mercado assim que o cenário geral se estabilizar.
DASH/USDT CORREÇÃO TIME FRAME 1 HORADASH/USDT CORREÇÃO TIME FRAME 1 HORA
Tudo bem pessoal ? Possível pull back em Dash
Segue uma análise dentro do conceito SMC com minha visão sobre os players institucionais dentro do atual cenário.
A altcoin em questão esta com o fractal de H1 comprado com (iCHoCH +iBos) assim sendo temos um orderflow instaurado do lado comprador com a forte possibilidade de correção para buscar liquidez interna da estrutura SWING H1 vendida... então é cedo para pensar em alguma reversão de tendência mas como o fluxo esta comprado no fractal de 1 hora vamos a favor do fluxo comprador neste momento.
Comentário Técnico Semanal 05/12/25Fechamento de mês é o momento de fazer o Global Review, onde analiso os principais mercados do mundo e em busca de um panorama abrangente. Compreender o big picture traz insights para ajudar nos desdobramentos de curto prazo.
Também faço o comentário técnico semanal, onde observo o fechamento de alguns ativos: Nasdaq, S&P , US10y , DX , IBOV, USDBRL e Commodities, para verificar que fato técnicos ocorreram e também para saber o que preciso observar na próxima semana.
Grande Abraço
Leo
Morning Call - 05/12/2025 - Bolsas Sobem Antes de PCEAgenda de Indicadores:
9:00 – BRA – IPP
12:00 – USA – Índice de Preços PCE
12:00 – USA – Renda e Gastos Pessoais
12:00 – USA – Uni. Michigan: Expectativa de Inflação de 1 e 5 anos
12:00 – USA – Uni. Michigan: Confiança do Consumidor
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLF2026
Juros: O PIB divulgado ontem mostrou crescimento de 0,1% no terceiro trimestre e 1,8% na comparação anualizada, números praticamente em linha com as expectativas. Apesar da leitura modesta, o ponto que animou os mercados foi a perceptível desaceleração do consumo e do setor de serviços, justamente os componentes que vinham preocupando o Banco Central pela pressão inflacionária. Esse arrefecimento da demanda reforça a avaliação de que o BC poderá ter mais espaço para iniciar cortes de juros em um horizonte relativamente próximo.
Orçamento de 2026: No campo fiscal, o Congresso aprovou sem grandes resistências o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2026, que agora segue para sanção do presidente.
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — operam com leve viés positivo nesta sexta-feira, em um pregão marcado por cautela antes da divulgação de um importante indicador de inflação nos EUA. Mesmo assim, os índices caminham para a segunda semana consecutiva de ganhos, sustentados pela expectativa de que o Federal Reserve seguirá adiante com um corte de juros na reunião da próxima semana. Esse cenário enfraqueceu o dólar durante a madrugada e deu fôlego adicional ao ouro, que avança de forma moderada.
No front macroeconômico, o PCE de setembro — a medida de inflação preferida do Fed — deve mostrar alta de 0,2% no núcleo, mantendo a taxa anual estável em 2,9%. Já os pedidos semanais de auxílio-desemprego recuaram na leitura de quinta-feira, aliviando temores sobre um enfraquecimento mais brusco do mercado de trabalho, embora o efeito do feriado de Ação de Graças possa ter influenciado os números.
Na curva futura, os contratos negociados na CME apontam 87% de probabilidade de um corte de 25 pontos-base na decisão de 10 de dezembro, reforçando o clima de otimismo moderado que permeia os mercados globais.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam em leve alta nesta sexta-feira, em um pregão de cautela enquanto os traders aguardam os próximos dados de inflação nos EUA, que podem fortalecer as apostas para o encontro do Fed da semana que vem.
Na Europa, a política monetária voltará ao foco na próxima semana, com uma bateria de decisões envolvendo o Banco da Inglaterra, o Banco Central Europeu, o Riksbank (Suécia) e o Norges Bank (Noruega). A expectativa é de um tom mais equilibrado, já que a desaceleração da economia convive com pressões inflacionárias em alguns setores.
No campo geopolítico, o continente segue atento ao andamento das negociações mediadas pelos EUA para um possível cessar-fogo entre Rússia e Ucrânia — tema que continua impactando as ações do setor de defesa. Enquanto isso, notícias corporativas pontuais têm influenciado de forma desigual os principais índices da região.
Ásia/Pacífico
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram majoritariamente em alta nesta madrugada, à exceção do Nikkei TVC:NI225 , que recuou 1,1% e quebrou uma sequência de três pregões positivos. O enfraquecimento da bolsa japonesa ocorreu em meio à crescente especulação de que o Banco do Japão poderá elevar os juros na reunião da próxima quinta-feira. Esse movimento antecipado já aparece na curva: o rendimento dos JGBs de 2 anos atingiu o maior nível em 18 anos, sustentando a valorização do iene frente ao dólar durante a madrugada.
Na China, os principais índices — Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 , Shanghai SSE:000001 e Hang Seng HSI:HSI — avançaram modestamente, apoiados pelo renovado entusiasmo em torno do setor doméstico de semicondutores. O destaque absoluto foi a Moore Threads, frequentemente apelidada de “a Nvidia da China”, que saltou quase 500% em sua estreia na bolsa. Investidores apostam que a empresa, atualmente sancionada pelos EUA, será uma das maiores beneficiadas do esforço de Pequim para fortalecer a autonomia tecnológica no segmento de chips.
No setor imobiliário, o mercado segue pressionado: analistas projetam uma queda de 3,7% nos preços residenciais em 2025, com tendência negativa até 2026, antes de uma possível estabilização somente em 2027.
Nas demais praças, o Kospi TVC:KOSPI liderou os ganhos da região, impulsionado pelo salto superior a 11% das ações da Hyundai. O australiano ASX ASX:XJO avançou de forma moderada, enquanto o TWSE 50, de Taiwan, registrou alta de 0,7%.
Mercados em compasso de espera antes do PCE
Os mercados começam o dia em compasso de espera. O dado mais importante da semana, o Core PCE dos EUA, a métrica preferida da Fed para medir pressões inflacionárias, será publicado hoje ao início da tarde. O sentimento mantém-se construtivo. Os índices americanos continuam perto dos máximos históricos, apoiados pela convicção de que a Fed vai cortar a taxa de referência na reunião da próxima semana. O consenso aponta para uma leitura mensal moderada no PCE. Se o número vier em linha, os mercados deverão terminar a semana com uma nota positiva. Uma leitura mais baixa reforça a ideia de que a desinflação está de volta, o que reduz a pressão sobre as yields e favorece os ativos de risco. Por outro lado, um número acima do esperado reacende dúvidas sobre o ritmo de cortes, empurra yields para cima e pode levar a alguma realização de mais-valias nos setores mais sensíveis às taxas, como o tecnológico. Neste momento, os investidores querem apenas que a desinflação continue a fazer o seu caminho, para que não restem dúvidas sobre o corte de juros na próxima semana.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
TOTAL (1S) - Estudo InstitucionalO que estamos vivendo com o Bitcoin neste exato momento é um turning point institucional de magnitude histórica e, mais importante, irreversível.
Nos últimos 10–15 dias, os maiores asset allocators dos Estados Unidos de uma vez por todas e passaram a recomendar oficialmente exposição alocada em Bitcoin para seus clientes privados e institucionais:
• BlackRock → guidance de 1–2%
• Fidelity → guidance de 2–5% (a mais agressiva até o momento)
• Morgan Stanley → guidance de 2–4%
• Bank of America → guidance de 1–4% em portfólios multi-asset
• Vanguard → após anos de bloqueio, liberou compra de spot Bitcoin ETFs em suas plataformas
Isso não é mais “tolerância”. Isso é recomendação ativa de overweight estratégico.
Traduzindo em números reais de fluxo potencial:
• Bank of America sozinho gere ~US$ 2,1 trilhões em wealth management.
• Apenas 1% médio dessa base = ~US$ 21 bilhões de demanda nova.
2–3% médio (guidance consolidado do setor) = US$ 42–63 bilhões só desse player.
• Some BlackRock (~US$ 3,5T em private wealth + advisory), Fidelity (~US$ 4,5T), Morgan Stanley (~US$ 1,4T) e o efeito cascata começa a ficar na casa de centenas de bilhões em 12–36 meses.
Esse dinheiro estava literalmente trancado por política interna de compliance há uma década. O portão foi aberto. Não tem volta.
Do ponto de vista técnico e de fluxo institucional:
• O preço está consolidando acima da VWAP anual e da EMA-200 semanal pela primeira vez na história com volume institucional crescente (Coinbase Premium positivo sustentado + CME open interest all-time high).
• Basis trade (cash & carry) em níveis extremos → hedge funds e prop desks estão long spot + short futuros perpétuos, travando yield de 10–20% a.a. com risco quase zero. Isso reduz oferta disponível no spot e cria um chão de aço.
• ETF flow diário médio nas últimas 4 semanas: +US$ 1,2–1,8 bi (níveis de março/abril 2024, mas com preço 70% mais alto → mesma quantidade de BTC comprada está custando 70% mais dólares).
Macro overlay:
A curva de probabilidade de corte de 25 bps em janeiro caiu de 95–98% para ~89% em poucos dias. O mercado está reprecificando o “pivot dovish eterno”. Isso normalmente seria bearish para risco… mas o Bitcoin está subindo junto com o dólar e os yields porque o driver dominante agora não é mais liquidez global barata, é realocação estrutural de portfólio 60/40 para 58/40/2 (ou 55/40/5 nos modelos mais agressivos).
Resumo da análise (leitura fria institucional):
Os portfólios de referência globais estão sendo forçados a carregar Bitcoin como linha separada de ativo. Quem não tiver exposição mínima vai apresentar tracking error positivo persistente contra os benchmarks que já estão incluindo BTC (ex.: family offices, endowments, fundos soberanos).
Isso transforma “não ter Bitcoin” de uma posição “conservadora” para uma posição de risco ativo de carreira para o gestor.
Quem está posicionado desde 2020–2023 já viveu 12+ “Black Fridays” por ano e sabe que volatilidade é o preço da assimetria.
Agora a volatilidade continua existindo, mas o fluxo mudou de lado: o downside está sendo absorvido por mãos institucionais que compram toda oferta em escala.
O muro caiu.
O risco real não é mais estar dentro.
É continuar fora enquanto os trilhões entram.
CRYPTOCAP:TOTAL CRYPTO:BTCUSD #Institucional #BTC
Ouro ronda os $4,200 antes dos dados PCE
Os preços do ouro recuaram ligeiramente nas primeiras negociações de quinta-feira, mas permanecem próximos do nível dos $4.200. Uma combinação de fatores de suporte — incluindo a fraqueza do dólar após a divulgação de dados dececionantes sobre o emprego nos EUA, comentários dovish de vários responsáveis da Fed e tensões geopolíticas persistentes — tem ajudado a sustentar o metal precioso. No entanto, muitos investidores continuam cautelosos antes da divulgação, amanhã, do índice PCE, a principal medida de inflação seguida pela Fed. Em simultâneo, um aumento do apetite pelo risco nos mercados acionistas está a limitar o potencial de valorização do ouro. Neste contexto, os traders estarão atentos à divulgação, ainda hoje, dos pedidos iniciais de subsídio de desemprego nos EUA, bem como aos dados do PCE de amanhã. Se estes indicadores confirmarem as expectativas de abrandamento do mercado laboral e estabilização da inflação, as apostas em cortes das taxas de juro por parte da Fed poderão aumentar, pressionando o dólar e criando margem para novas subidas nos preços do ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Gigantes de dados sobreviverão ao próprio sucesso?A Snowflake Inc. (NYSE: SNOW) está em uma encruzilhada crítica, enfrentando o que o relatório chama de “tempestade perfeita de ventos contrários convergentes”. Apesar de superar as estimativas do terceiro trimestre fiscal de 2026 com US$ 1,21 bilhão em receita (+29% A/A), as ações despencaram porque os investidores focaram na desaceleração do crescimento e em guidance futuro preocupante. A empresa que outrora representou o domínio dos data warehouses em nuvem agora trava uma guerra em várias frentes contra concorrentes agressivos, mudanças de paradigma tecnológico e pressões macroeconômicas que alteraram fundamentalmente as avaliações de SaaS.
O relatório identifica várias ameaças estruturais que corroem a posição competitiva da Snowflake. A Databricks emergiu como força ascendente, avaliada recentemente em US$ 100 bilhões contra ~US$ 88 bilhões de valor de mercado da Snowflake, crescendo receita acima de 50% ao ano contra 29% da Snowflake. A ascensão do Apache Iceberg, formato aberto de tabelas que permite armazenar dados em object storage barato em vez do sistema proprietário da Snowflake, ameaça canibalizar a receita de armazenamento de alta margem. Além disso, a Net Revenue Retention caiu de picos acima de 150% para 125%, indicando saturação entre clientes empresariais e dificuldade de expansão dentro de contas existentes.
Além da dinâmica competitiva, a Snowflake enfrenta desafios macroeconômicos e geopolíticos que agravam suas dificuldades. O fim das taxas de juros próximas de zero comprimiu as avaliações de ações de crescimento de longa duração, enquanto empresas mudaram gastos de TI de migração para nuvem para otimização e infraestrutura de IA – orçamentos fluindo para GPUs e treinamento de LLMs em vez de data warehousing tradicional. Os ataques de credential-stuffing de 2024 em contas de clientes, embora não tenham sido uma violação da plataforma, danificaram a reputação de “seguro por design” da Snowflake exatamente quando preocupações com soberania de dados e fragmentação regulatória forçam implantações caras de infraestrutura em múltiplas jurisdições. A empresa precisa executar uma pivotagem impecável para análise alimentada por IA enquanto abraça formatos abertos sem destruir seu modelo de negócios – um clássico dilema do inovador que determinará se a Snowflake reconquistará sua antiga dominância de mercado ou se contentará com o status de utilidade madura e commoditizada.
Morning Call - 04/12/2025 - DXY cai pelo 10º diaAgenda de Indicadores:
9:00 – BRA – PIB
9:30 – USA – Demissões Anunciadas Challenger
10:30 – USA – Pedidos por Seguro-Desemprego
11:00 – BRA – Congresso Nacional vota o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2026, aprovado ontem noite na Comissão Mista do Orçamento (CMO)
15:00 – BRA – Balança Comercial
Agenda de Autoridades:
9:00 – BRA – Presidente Lula, participa da 6ª Reunião Plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS)
13:30 – BRA – Governador de SP, Tarcísio de Freitas, palestra na Associação Comercial de SP
14:00 – USA – Michelle Bowman, vice-presidente de Supervisão do Fed (Vota) - Em período de Silêncio
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLF2026
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — operam com leve viés altista nesta quinta-feira, embalados pela crescente convicção de que o Fed poderá cortar os juros já na próxima semana. A percepção ganhou força após uma bateria de indicadores apontar para um mercado de trabalho em desaceleração, enquanto o dólar recuou pelo décimo pregão consecutivo frente ao DXY ACTIVTRADES:USDINDZ2025 — sequência que, se confirmada, será a mais longa em mais de meio século.
A sessão de ontem reforçou esse humor positivo: o relatório de empregos do setor privado mostrou a maior queda em mais de dois anos e meio, e o PMI de serviços revelou atividade estável em novembro, embora com ritmo de contratações mais fraco. No conjunto, os dados alimentam a leitura de que a economia está perdendo tração sem entrar em colapso — cenário que abre espaço para flexibilização monetária.
Na curva futura, os contratos negociados na CME atribuem 89% de probabilidade a um corte de 25 pontos-base na reunião do Fed de 10 de dezembro.
No câmbio, o índice do dólar ACTIVTRADES:USDINDZ2025 recuou mais 0,05% e caminha para a décima queda diária consecutiva, a mais longa série de perdas desde pelo menos 1971. A fraqueza da moeda ocorre apesar da leve alta nos rendimentos dos Treasuries: o yield do título de 10 anos TVC:US10Y avançou 2,7 pontos-base, para 4,083%.
O movimento na renda fixa também refletiu uma reportagem do Financial Times, segundo a qual traders expressaram preocupação ao Tesouro dos EUA sobre a possível indicação de Kevin Hassett para substituir Jerome Powell em 2025. O temor é de que Hassett, visto como alinhado às preferências de Donald Trump, adote cortes agressivos de juros independentemente das condições econômicas.
Michael Brown, da Pepperstone, resumiu o dilema: “Assim como ocorre com Stephen Miran, Hassett enfrentaria enorme resistência no FOMC se defendesse reduções rápidas e pouco ancoradas nas taxas. Sem uma justificativa econômica sólida, dificilmente obteria votos suficientes para sustentar esse tipo de mudança.”
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — registram leve alta nesta quinta-feira, com os setores industrial e automotivo puxando os ganhos enquanto os traders digerem um conjunto heterogêneo de notícias corporativas.
No segmento industrial, Schneider Electric e Siemens Energy avançam 3% e 2,5%, respectivamente, após o JPMorgan elevar a recomendação das duas companhias de Neutra para Acima da Média.
O setor automotivo também se destaca, impulsionado por Porsche (+3,7%) e Mercedes-Benz (+5,1%). O movimento ocorre após o presidente dos EUA, Donald Trump, propor na quarta-feira um afrouxamento nos padrões de eficiência de combustível, medida que favorece a produção e venda de veículos movidos a gasolina.
Entre os bancos, Société Générale sobe 1,9% após o Goldman Sachs elevar sua recomendação para Compra, citando melhora no desempenho e potencial de valorização.
Na ponta negativa, a Philips lidera as perdas, despencando 6,6%, após declarações em uma conferência levantarem preocupações entre traders sobre o ritmo de crescimento da companhia em 2026.
O setor de bebidas premium também pressiona o mercado: Rémy Cointreau cai 2,7% e Diageo recua 1,2%, após o UBS rebaixar as recomendações para ambas diante de sinais de demanda mais fraca.
Ásia/Pacífico
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram a quinta-feira majoritariamente em alta, com a Bolsa de Tóquio alcançando o maior nível em três semanas. O índice japonês Nikkei TVC:NI225 liderou o movimento, avançando 2,3%, impulsionado pelo forte rali das fabricantes de robôs em meio ao entusiasmo com a chamada “inteligência artificial física” — a integração de IA diretamente ao hardware industrial.
A Fanuc disparou 12,98% após anunciar uma parceria estratégica com a Nvidia para desenvolver robôs industriais equipados com sistemas avançados de IA. A Nabtesco, outra gigante do setor de robótica, subiu 11,28%, enquanto o SoftBank Group — conhecido por seus investimentos agressivos em tecnologia — avançou 9,18%.
No mercado de crédito, a nova emissão de títulos da dívida pública japonesa registrou a maior demanda em mais de seis anos, aliviando parte da preocupação dos traders sobre a trajetória fiscal de longo prazo do país. O resultado contrasta com o recente aumento das dúvidas sobre a sustentabilidade das finanças japonesas — um debate que, inclusive, tem ecoado em outras grandes economias diante do rápido crescimento das dívidas soberanas.
Segundo Kazuaki Shimada, da IwaiCosmo Securities, "O foco do mercado mudou das ações de semicondutores para as ações relacionadas à robótica. Isso significa que os investidores continuam buscando novos temas".
Na China, o desempenho foi misto: Shenzhen SZSE:399001 e China A50 FTSE:XIN9 registraram ganhos moderados, enquanto o Shanghai SSE:000001 fechou em leve queda. Em Hong Kong, o Hang Seng HSI:HSI também mostrou avanços tímidos.
Nas demais praças, o australiano ASX ASX:XJO e o TWSE subiram de forma moderada, ao passo que o Kospi TVC:KOSPI da Coreia do Sul encerrou o pregão ligeiramente em baixa.
BTC/USDT URSOS AGRESSIVOS 70k AINDA POSSÍVEL.BTC/USDT URSOS AGRESSIVOS 70k AINDA POSSÍVEL.
Tudo bem pessoal ? Possível Bear market começando hoje.
Segue uma nova análise dentro do conceito SMC com minha visão sobre os players institucionais dentro do atual cenário.
Os vendedores retomaram o fluxo vendedor dentro da estrutura Swing H1 ha poucos minutos atrás e o cenário não parece bom a longo prazo, tudo indica que o último fundo na região de 82k será rompido e isso pode ser o inicio de um Bear Market que pode durar alguns anos podendo levar o preço abaixo de 60k novamente.
Hoje 28/11/2025 acaba de ser consumida toda a liquidez interna da estrutura swing H1 e como estamos na zona extrema de venda no alinhamento do fluxo de 5 minutos para venda foi aberto um swing trade de venda RRR 1:37
"FLEURY -FLRY3- o que está por trás do GAP DE BAIXA"📉 Ação FLRY3 (Fleury SA): cotada a R$ 15,10, com queda de −6,21% no dia.
📊 Movimento diário:
Abertura: R$ 15,30
Máxima: R$ 15,33
Mínima: R$ 15,06
momento: R$ 15,10
🔄 Volume negociado: 1,52 milhões.
📈 Indicadores técnicos exibidos:
EMA 9 (média móvel exponencial de 9 períodos): R$ 15,61
SMA 200 (média móvel simples de 200 períodos): não especificado no trecho, mas presente no gráfico.
🕒 Horário da última atualização: 14:59:49 (UTC-3).
Em resumo: a ação da Fleury (FLRY3) tem uma forte queda de mais de 6% no dia, em R$ 15,10, com volume relevante e indicadores técnicos mostrando pressão negativa no curto prazo.
A queda recente das ações da Fleury (FLRY3) está ligada principalmente a dois fatores: o corte de recomendação do JP Morgan para venda e o impacto da negociação “ex-dividendos” e “ex-JCP”, que naturalmente pressiona os preços.
🔎 Principais motivos da queda
Rebaixamento pelo JP Morgan
O banco reduziu a recomendação de FLRY3 de compra (overweight) para venda (underweight).
O motivo foi o desinteresse da Rede D’Or em avançar com uma possível fusão ou combinação de negócios.
Isso gerou percepção de menor potencial de crescimento e levou a uma das maiores quedas do Ibovespa no dia.
Rumores e negociações frustradas com a Rede D’Or
Notícias de que as conversas entre Fleury e Rede D’Or não avançaram criaram incerteza sobre o futuro estratégico da empresa.
O mercado reagiu negativamente, com quedas superiores a 4% em alguns pregões.
Distribuição de dividendos e JCP
A Fleury anunciou pagamento de R$ 128 milhões em JCP e R$ 362 milhões em dividendos.
A partir de 3 de dezembro, as ações passaram a ser negociadas “ex-dividendos” e “ex-JCP”, o que reduz o preço nominal dos papéis.
Esse efeito técnico contribuiu para a queda observada.
📈 O que isso indica para investidores
Curto prazo:
Pressão negativa deve continuar enquanto o mercado ajusta o preço após dividendos e absorve o rebaixamento dos analistas.
Expectativa de volatilidade elevada, especialmente sem perspectivas claras de fusão ou expansão.
Longo prazo:
A empresa segue sólida financeiramente, distribuindo quase R$ 500 milhões aos acionistas.
Porém, sem a parceria com a Rede D’Or, o crescimento orgânico pode ser mais lento, exigindo atenção a resultados trimestrais e novas estratégias.
Ouro desliza antes dos dados da inflação
Os preços do ouro recuaram ligeiramente nas primeiras negociações de quarta-feira e estão atualmente a manter-se ligeiramente acima dos 4.200 dólares. O metal precioso encontra-se numa trajetória descendente esta semana, tendo registado quedas em todas as sessões até agora. Isto acontece numa altura em que os investidores otimistas em relação ao ouro permanecem cautelosos antes da divulgação de importantes dados económicos, incluindo o relatório do índice PCE desta sexta-feira. Sendo a medida de inflação preferida da Reserva Federal, a leitura do PCE deverá influenciar as expectativas quanto ao rumo das taxas de juro da Fed, o que, por sua vez, afetará o dólar norte-americano e, em última análise, os preços do ouro, devido à correlação inversa entre os dois ativos. Entretanto, as esperanças de uma resolução a curto prazo para a guerra na Ucrânia dissiparam-se, e as tensões voltam a aumentar, particularmente após as recentes ameaças do Presidente russo de um conflito com a Europa. Neste contexto, marcado por uma perspetiva negativa para o dólar e por uma instabilidade geopolítica crescente que reforça o apelo do ouro como ativo de refúgio, poderá haver margem para uma recuperação dos preços do metal precioso, sobretudo se os próximos dados económicos confirmarem um arrefecimento da economia americana e uma estabilização da inflação. Um cenário desta natureza tenderia a resultar numa maior fraqueza do dólar e em novos ganhos para o ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Morning Call - 03/12/2025 - Bitcoin Acelera AltaAgenda de Indicadores:
BRA – O Congresso deve votar hoje o PL que aumenta a tributação de bets e fintechs, além do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2026 na Comissão Mista do Orçamento (CMO) e amanhã no Plenário.
10:00 – BRA – PMI de Serviços
10:15 – USA – Variação de Empregos Privados ADP
11:15 – USA – Produção Industrial
11:45 – USA – PMI de Serviços S&P Global
12:00 – USA – PMI de Serviços ISM
12:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto da EIA
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLZ2025
Novas Taxas sobre Bets e Fintechs: O Congresso deve aprovar hoje o pacote de taxação sobre bets e serviços financeiros digitais, com potencial de elevar a arrecadação em pelo menos R$ 5 bilhões em 2026, podendo chegar a R$ 10 bilhões. O projeto reajusta a alíquota das apostas esportivas: dos atuais 12%, passará para 15% em 2026 e 2027, e depois 18% a partir de 2028. Outras medidas incluem o aumento da tributação sobre JCP, de 15% para 17,5%, além da elevação da CSLL para fintechs, que sobe de 9% para 12% em 2025. Já as instituições de pagamento terão aumento de 15% para 17,5%.
Eleições 2026: O presidente Lula afirmou que só irá definir em março de 2026 se disputará a reeleição, reconhecendo que a idade será um fator determinante. “Estou com 80 anos e, para ser candidato, preciso estar 100%”, declarou.
Pesquisa Atlas Intel/Bloomberg: Levantamento divulgado ontem mostra uma leve piora nos índices do governo e na intenção de voto de Lula. Ele caiu de 51,3% para 48,4% desde outubro, enquanto Tarcísio subiu de 30,4% para 32,5%. A percepção negativa do governo avançou para 48,6%, ultrapassando a soma de ótimo e bom, que ficou em 44,4%.
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — operam em alta modesta, diante da expectativa de corte de juros do Fed na reunião do dia 10.
Na CME, os contratos futuros seguem indicando 87% de probabilidade de um corte na taxa de juros do Fed nesta reunião, movimento reforçado por uma série de declarações mais conciliadoras de autoridades americanas nos últimos dias.
Situação Financeira da Strategy:
A situação financeira da Strategy continua chamando atenção pelo contraste entre seu valor de mercado e o gigantesco patrimônio em criptoativos. A companhia dispõe de US$ 1,44 bilhão em caixa, montante reservado para o pagamento de dividendos nos próximos dois anos — cerca de US$ 750 milhões por ano.
O comando segue nas mãos de Michael Saylor, que mantém o cargo de CEO mesmo após enfrentar uma das maiores destruições de valor já registradas em uma empresa listada: as ações despencaram de US$ 333 para apenas US$ 0,42, uma queda de 99,8%. A longa permanência no cargo reflete, em parte, o perfil do próprio Saylor, acostumado a períodos de extrema volatilidade.
O grande ativo da Strategy está no seu enorme portfólio de criptoativos. A empresa detém 650.000 bitcoins, equivalentes a US$ 60,5 bilhões ao preço atual de US$ 93.000 por BTC. Já as ações sendo negociadas a US$ 185 no pré-market desta quarta-feira, precificando o valor de mercado da companhia em torno de US$ 69 bilhões.
Nos últimos dias o mercado chegou a precificar a Strategy abaixo do valor de suas reservas em bitcoin, um movimento que reacendeu discussões sobre precificação, governança e a sustentabilidade de seu modelo extremamente alavancado em cripto.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — avançaram ligeiramente nesta quarta-feira, apoiadas pelo fortalecimento dos setores de tecnologia e industrial. O apetite global por risco voltou a melhorar, compensando o noticiário corporativo misto que circulou ao longo da manhã.
Entre os destaques, o setor de tecnologia foi novamente o principal motor de alta na região, caminhando para a quarta sessão consecutiva de ganhos. As empresas industriais acompanharam o movimento, com o subsetor de defesa liderando o grupo, subindo cerca de 1%.
No campo geopolítico, persistiu a incerteza em relação à guerra na Ucrânia. Após uma reunião de cinco horas no Kremlin entre Vladimir Putin e enviados de Donald Trump, Rússia e Estados Unidos não chegaram a um entendimento sobre um possível acordo de paz, deixando indefinido o prazo para qualquer cessar-fogo.
Do lado macroeconômico, os PMIs de serviços da zona do euro vieram acima das expectativas, indicando uma atividade em expansão. Ainda assim, a volatilidade permaneceu limitada, em um ambiente em que o BCE já opera com juros considerados próximos ao patamar neutro, reduzindo a margem para surpresas de política monetária.
Ásia/Pacífico
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram a quarta-feira sem direção única, refletindo um ambiente de maior seletividade por parte dos investidores. O destaque positivo veio do Japão, onde o índice Nikkei TVC:NI225 avançou mais 1%, impulsionado pela força do setor de tecnologia. As ações do SoftBank saltaram 6,38%, enquanto Advantest e Tokyo Electron registraram altas de 5,3% e 4,73%, respectivamente. Em contrapartida, o movimento de rotação penalizou bancos e montadoras: Mitsubishi Financial e Sumitomo Mitsui Financial caíram cerca de 2%, enquanto Toyota (-1,3%), Honda (-0,8%) e Nissan (-1,9%) recuaram ao longo do pregão.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI acompanhou o bom humor de Wall Street e subiu 1%. No macro, o PIB do país cresceu 1,3% no terceiro trimestre, ligeiramente acima da estimativa preliminar de 1,2%, reforçando a resiliência da economia sul-coreana.
Já na Austrália, o ASX ASX:XJO fechou com alta moderada. O PIB do terceiro trimestre avançou 2,1% — abaixo da estimativa de 2,2%, mas ainda assim o maior crescimento em quase dois anos, o que sustentou parte do otimismo local.
A exceção na região ficou por conta da China e de Hong Kong, onde os índices — Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Hang Seng HSI:HSI — caíram até 1,2%. A fraqueza refletiu novas preocupações sobre a desaceleração do setor de serviços e a prolongada crise imobiliária do país.
O PMI de serviços chinês avançou em novembro no ritmo mais lento em cinco meses, reduzindo o apetite por risco em meio às pressões crescentes sobre o setor imobiliário. A Vanke voltou ao centro das atenções depois que a Fitch Ratings colocou a companhia em "Observação Negativa" e rebaixou os títulos de uma subsidiária, em meio à tentativa da incorporadora de adiar o pagamento de um título onshore que vence este mês.
Segundo Lu Ting, economista-chefe da Nomura: “Em 2026, esperamos uma moderação no crescimento das exportações, enquanto o setor imobiliário — que atingiu o pico em meados de 2021 — pode permanecer em queda por mais um ano, com poucas evidências de uma recuperação significativa.”






















