Morning Call - 04/12/2025 - DXY cai pelo 10º dia

Agenda de Indicadores:
9:00 – BRA – PIB
9:30 – USA – Demissões Anunciadas Challenger
10:30 – USA – Pedidos por Seguro-Desemprego
11:00 – BRA – Congresso Nacional vota o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2026, aprovado ontem noite na Comissão Mista do Orçamento (CMO)
15:00 – BRA – Balança Comercial
Agenda de Autoridades:
9:00 – BRA – Presidente Lula, participa da 6ª Reunião Plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS)
13:30 – BRA – Governador de SP, Tarcísio de Freitas, palestra na Associação Comercial de SP
14:00 – USA – Michelle Bowman, vice-presidente de Supervisão do Fed (Vota) - Em período de Silêncio
Brasil

Acompanhe o Pré-Market de NY:
EWZ
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ITUB
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BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLF2026
Estados Unidos

Os futuros das ações de Nova York —
USA500,
USATEC,
USAIND e
USARUS — operam com leve viés altista nesta quinta-feira, embalados pela crescente convicção de que o Fed poderá cortar os juros já na próxima semana. A percepção ganhou força após uma bateria de indicadores apontar para um mercado de trabalho em desaceleração, enquanto o dólar recuou pelo décimo pregão consecutivo frente ao DXY $ACTIVTRADES:USDINDZ2025 — sequência que, se confirmada, será a mais longa em mais de meio século.
A sessão de ontem reforçou esse humor positivo: o relatório de empregos do setor privado mostrou a maior queda em mais de dois anos e meio, e o PMI de serviços revelou atividade estável em novembro, embora com ritmo de contratações mais fraco. No conjunto, os dados alimentam a leitura de que a economia está perdendo tração sem entrar em colapso — cenário que abre espaço para flexibilização monetária.
Na curva futura, os contratos negociados na CME atribuem 89% de probabilidade a um corte de 25 pontos-base na reunião do Fed de 10 de dezembro.
No câmbio, o índice do dólar $ACTIVTRADES:USDINDZ2025 recuou mais 0,05% e caminha para a décima queda diária consecutiva, a mais longa série de perdas desde pelo menos 1971. A fraqueza da moeda ocorre apesar da leve alta nos rendimentos dos Treasuries: o yield do título de 10 anos
US10Y avançou 2,7 pontos-base, para 4,083%.
O movimento na renda fixa também refletiu uma reportagem do Financial Times, segundo a qual traders expressaram preocupação ao Tesouro dos EUA sobre a possível indicação de Kevin Hassett para substituir Jerome Powell em 2025. O temor é de que Hassett, visto como alinhado às preferências de Donald Trump, adote cortes agressivos de juros independentemente das condições econômicas.
Michael Brown, da Pepperstone, resumiu o dilema: “Assim como ocorre com Stephen Miran, Hassett enfrentaria enorme resistência no FOMC se defendesse reduções rápidas e pouco ancoradas nas taxas. Sem uma justificativa econômica sólida, dificilmente obteria votos suficientes para sustentar esse tipo de mudança.”
Europa

As ações europeias —
GER40,
GERMID50,
EURO50,
FRA40,
ESP35,
UK100,
ITA40 e
SWI20 — registram leve alta nesta quinta-feira, com os setores industrial e automotivo puxando os ganhos enquanto os traders digerem um conjunto heterogêneo de notícias corporativas.
No segmento industrial, Schneider Electric e Siemens Energy avançam 3% e 2,5%, respectivamente, após o JPMorgan elevar a recomendação das duas companhias de Neutra para Acima da Média.
O setor automotivo também se destaca, impulsionado por Porsche (+3,7%) e Mercedes-Benz (+5,1%). O movimento ocorre após o presidente dos EUA, Donald Trump, propor na quarta-feira um afrouxamento nos padrões de eficiência de combustível, medida que favorece a produção e venda de veículos movidos a gasolina.
Entre os bancos, Société Générale sobe 1,9% após o Goldman Sachs elevar sua recomendação para Compra, citando melhora no desempenho e potencial de valorização.
Na ponta negativa, a Philips lidera as perdas, despencando 6,6%, após declarações em uma conferência levantarem preocupações entre traders sobre o ritmo de crescimento da companhia em 2026.
O setor de bebidas premium também pressiona o mercado: Rémy Cointreau cai 2,7% e Diageo recua 1,2%, após o UBS rebaixar as recomendações para ambas diante de sinais de demanda mais fraca.
Ásia/Pacífico

Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram a quinta-feira majoritariamente em alta, com a Bolsa de Tóquio alcançando o maior nível em três semanas. O índice japonês Nikkei
NI225 liderou o movimento, avançando 2,3%, impulsionado pelo forte rali das fabricantes de robôs em meio ao entusiasmo com a chamada “inteligência artificial física” — a integração de IA diretamente ao hardware industrial.
A Fanuc disparou 12,98% após anunciar uma parceria estratégica com a Nvidia para desenvolver robôs industriais equipados com sistemas avançados de IA. A Nabtesco, outra gigante do setor de robótica, subiu 11,28%, enquanto o SoftBank Group — conhecido por seus investimentos agressivos em tecnologia — avançou 9,18%.
No mercado de crédito, a nova emissão de títulos da dívida pública japonesa registrou a maior demanda em mais de seis anos, aliviando parte da preocupação dos traders sobre a trajetória fiscal de longo prazo do país. O resultado contrasta com o recente aumento das dúvidas sobre a sustentabilidade das finanças japonesas — um debate que, inclusive, tem ecoado em outras grandes economias diante do rápido crescimento das dívidas soberanas.
Segundo Kazuaki Shimada, da IwaiCosmo Securities, "O foco do mercado mudou das ações de semicondutores para as ações relacionadas à robótica. Isso significa que os investidores continuam buscando novos temas".
Na China, o desempenho foi misto: Shenzhen
399001 e China A50
XIN9 registraram ganhos moderados, enquanto o Shanghai
000001 fechou em leve queda. Em Hong Kong, o Hang Seng
HSI também mostrou avanços tímidos.
Nas demais praças, o australiano ASX
XJO e o TWSE subiram de forma moderada, ao passo que o Kospi
KOSPI da Coreia do Sul encerrou o pregão ligeiramente em baixa.
9:00 – BRA – PIB
9:30 – USA – Demissões Anunciadas Challenger
10:30 – USA – Pedidos por Seguro-Desemprego
11:00 – BRA – Congresso Nacional vota o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2026, aprovado ontem noite na Comissão Mista do Orçamento (CMO)
15:00 – BRA – Balança Comercial
Agenda de Autoridades:
9:00 – BRA – Presidente Lula, participa da 6ª Reunião Plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS)
13:30 – BRA – Governador de SP, Tarcísio de Freitas, palestra na Associação Comercial de SP
14:00 – USA – Michelle Bowman, vice-presidente de Supervisão do Fed (Vota) - Em período de Silêncio
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY:
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York —
A sessão de ontem reforçou esse humor positivo: o relatório de empregos do setor privado mostrou a maior queda em mais de dois anos e meio, e o PMI de serviços revelou atividade estável em novembro, embora com ritmo de contratações mais fraco. No conjunto, os dados alimentam a leitura de que a economia está perdendo tração sem entrar em colapso — cenário que abre espaço para flexibilização monetária.
Na curva futura, os contratos negociados na CME atribuem 89% de probabilidade a um corte de 25 pontos-base na reunião do Fed de 10 de dezembro.
No câmbio, o índice do dólar $ACTIVTRADES:USDINDZ2025 recuou mais 0,05% e caminha para a décima queda diária consecutiva, a mais longa série de perdas desde pelo menos 1971. A fraqueza da moeda ocorre apesar da leve alta nos rendimentos dos Treasuries: o yield do título de 10 anos
O movimento na renda fixa também refletiu uma reportagem do Financial Times, segundo a qual traders expressaram preocupação ao Tesouro dos EUA sobre a possível indicação de Kevin Hassett para substituir Jerome Powell em 2025. O temor é de que Hassett, visto como alinhado às preferências de Donald Trump, adote cortes agressivos de juros independentemente das condições econômicas.
Michael Brown, da Pepperstone, resumiu o dilema: “Assim como ocorre com Stephen Miran, Hassett enfrentaria enorme resistência no FOMC se defendesse reduções rápidas e pouco ancoradas nas taxas. Sem uma justificativa econômica sólida, dificilmente obteria votos suficientes para sustentar esse tipo de mudança.”
Europa
As ações europeias —
No segmento industrial, Schneider Electric e Siemens Energy avançam 3% e 2,5%, respectivamente, após o JPMorgan elevar a recomendação das duas companhias de Neutra para Acima da Média.
O setor automotivo também se destaca, impulsionado por Porsche (+3,7%) e Mercedes-Benz (+5,1%). O movimento ocorre após o presidente dos EUA, Donald Trump, propor na quarta-feira um afrouxamento nos padrões de eficiência de combustível, medida que favorece a produção e venda de veículos movidos a gasolina.
Entre os bancos, Société Générale sobe 1,9% após o Goldman Sachs elevar sua recomendação para Compra, citando melhora no desempenho e potencial de valorização.
Na ponta negativa, a Philips lidera as perdas, despencando 6,6%, após declarações em uma conferência levantarem preocupações entre traders sobre o ritmo de crescimento da companhia em 2026.
O setor de bebidas premium também pressiona o mercado: Rémy Cointreau cai 2,7% e Diageo recua 1,2%, após o UBS rebaixar as recomendações para ambas diante de sinais de demanda mais fraca.
Ásia/Pacífico
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram a quinta-feira majoritariamente em alta, com a Bolsa de Tóquio alcançando o maior nível em três semanas. O índice japonês Nikkei
A Fanuc disparou 12,98% após anunciar uma parceria estratégica com a Nvidia para desenvolver robôs industriais equipados com sistemas avançados de IA. A Nabtesco, outra gigante do setor de robótica, subiu 11,28%, enquanto o SoftBank Group — conhecido por seus investimentos agressivos em tecnologia — avançou 9,18%.
No mercado de crédito, a nova emissão de títulos da dívida pública japonesa registrou a maior demanda em mais de seis anos, aliviando parte da preocupação dos traders sobre a trajetória fiscal de longo prazo do país. O resultado contrasta com o recente aumento das dúvidas sobre a sustentabilidade das finanças japonesas — um debate que, inclusive, tem ecoado em outras grandes economias diante do rápido crescimento das dívidas soberanas.
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Nas demais praças, o australiano ASX
Opere comigo ao Vivo os principais ativos globais: Ouro, Petróleo, Nasdaq, Ibovespa, Dólar e muito mais. Me chame no WhatsApp: wa.me/qr/2JZ2YOJM7DSYF1 - 49 99188 6710
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As informações e publicações não se destinam a ser, e não constituem, conselhos ou recomendações financeiras, de investimento, comerciais ou de outro tipo fornecidos ou endossados pela TradingView. Leia mais nos Termos de Uso.
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