Alphabet mostrou que IA não ia matar o caixa dela como está sendo exposto em diversas outras companhias (NVIDIA, Oracle, AMD). Mas a IA promete melhorar o caixa.

No 3T25, o Google entregou crescimento forte em anúncios e, principalmente, aceleração no Cloud: receita total de US$ 102,35 bi, publicidade subindo ~12,6%, Cloud crescendo ~34% para US$ 15,16 bi.
Enquanto isso, a Nvidia entrou numa fase mais “chata”, pois o mercado já precifica perfeição e qualquer ruído vira freio. Um ruído enorme é China/exportações e tivemos exemplo nesta semana: a conversa sobre retomada/condições de exportação voltou a bater no papel e o tema segue como incerto, com incerteza regulatória + pedidos pendentes + exigência de pagamento antecipado, etc.
Frente a isso, o mercado começou a enxergar o Google como uma empresa completa para IA, não só “empresa de ads”. Ele tem distribuição (Search/Android/YouTube), dados, modelos (Gemini/DeepMind), Cloud e, crucialmente, compute próprio (TPUs), ou seja, ele reduz a dependência do “custo Nvidia” e ainda pode capturar margem na infra. Essa narrativa ficou bem mais forte com a percepção de avanço do Gemini e do ecossistema.
Somado ao fato da Alphabet operar um programa gigante de recompra de ações + capex de 90+bi de dólares para investimento, pronto, você tem uma empresa com receita e independente para criar sistemas de inteligência artificial e distribuí-los.
Isso não quer dizer que a Google não vá tropeçar em algum momento; o investimento se dá em constante vigília nos riscos inerentes. Dentre os riscos de baixa, estão os de sempre, as leis antimonopólio nos EUA e na Europa e, é claro, o risco mais discutido recentemente, o tamanho absurdo de capex de empresas de tecnologia em Inteligência Artificial.
No 3T25, o Google entregou crescimento forte em anúncios e, principalmente, aceleração no Cloud: receita total de US$ 102,35 bi, publicidade subindo ~12,6%, Cloud crescendo ~34% para US$ 15,16 bi.
Enquanto isso, a Nvidia entrou numa fase mais “chata”, pois o mercado já precifica perfeição e qualquer ruído vira freio. Um ruído enorme é China/exportações e tivemos exemplo nesta semana: a conversa sobre retomada/condições de exportação voltou a bater no papel e o tema segue como incerto, com incerteza regulatória + pedidos pendentes + exigência de pagamento antecipado, etc.
Frente a isso, o mercado começou a enxergar o Google como uma empresa completa para IA, não só “empresa de ads”. Ele tem distribuição (Search/Android/YouTube), dados, modelos (Gemini/DeepMind), Cloud e, crucialmente, compute próprio (TPUs), ou seja, ele reduz a dependência do “custo Nvidia” e ainda pode capturar margem na infra. Essa narrativa ficou bem mais forte com a percepção de avanço do Gemini e do ecossistema.
Somado ao fato da Alphabet operar um programa gigante de recompra de ações + capex de 90+bi de dólares para investimento, pronto, você tem uma empresa com receita e independente para criar sistemas de inteligência artificial e distribuí-los.
Isso não quer dizer que a Google não vá tropeçar em algum momento; o investimento se dá em constante vigília nos riscos inerentes. Dentre os riscos de baixa, estão os de sempre, as leis antimonopólio nos EUA e na Europa e, é claro, o risco mais discutido recentemente, o tamanho absurdo de capex de empresas de tecnologia em Inteligência Artificial.
Este é um estudo pessoal e não recomendação de investimento. Negocie pelo seu próprio risco.
Publicações relacionadas
Aviso legal
As informações e publicações não se destinam a ser, e não constituem, conselhos ou recomendações financeiras, de investimento, comerciais ou de outro tipo fornecidos ou endossados pela TradingView. Leia mais nos Termos de Uso.
Este é um estudo pessoal e não recomendação de investimento. Negocie pelo seu próprio risco.
Publicações relacionadas
Aviso legal
As informações e publicações não se destinam a ser, e não constituem, conselhos ou recomendações financeiras, de investimento, comerciais ou de outro tipo fornecidos ou endossados pela TradingView. Leia mais nos Termos de Uso.
