Formação de LTA no gráfico diário da Embraer (EMBJ3)No gráfico diário a Embraer (EMBJ3) entrou em formação de LTA (Linha de Tendência de Alta) que foi iniciada no final de julho do ano passado. Se voltar a subir no pregão de amanhã pode abrir uma oportunidade de compra com alvo no topo deixado em 106,00 e stop loss em 87,59.
Throwback de Retângulo na Porto Seguro (PSSA3)No gráfico diário a Porto Seguro (PSSA3) fez um throwback da figura gráfica retângulo, ou seja, a resistência rompida em 49,92 se transformou em suporte, o que gera uma oportunidade de compra imediata no Swing Trade com alvo em 55,85 (resistência muito forte) e stop loss em 48,99. Esse trading possui uma excelente relação de risco x retorno.
"Relatório Técnico – Alumínio em Alta e os reflexos em CBAV3"🔎 Relatório Técnico – Alumínio em Alta e o Reflexo nas Ações da CBAV3 & na segunda parte um estudo profundo nos resultados já acontecidos da empresa e a expectativa para o 4t2025.🧭🚨
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1. Panorama do Alumínio no Mercado Internacional
O alumínio vem apresentando volatilidade significativa nos últimos meses, oscilando entre US$ 3.000 e US$ 3.270/t na LME.
A commodity é impulsionada por:
Demanda global ligada à transição energética (veículos elétricos, energias renováveis).
Restrições ambientais na Europa e China, que limitam a oferta.
Tarifas dos EUA sobre importações, mantendo preços sustentados.
Apesar da recente correção, o alumínio segue em patamar elevado, indicando fundamentos sólidos de médio prazo.
2. Contextualização da CBAV3
A Companhia Brasileira de Alumínio é uma das principais produtoras integradas da América Latina.
Cotação atual: R$ 10,22 (+0,39% no dia).
Volume negociado: 62,2 milhões, mostrando liquidez razoável.
A ação tende a acompanhar o movimento da commodity, mas com defasagem devido a fatores internos:
Custos energéticos no Brasil.
Exposição ao câmbio (receita dolarizada vs. custos em reais).
Expectativas de resultados trimestrais e guidance da companhia.
3. Correlação Alumínio x CBAV3
📈 Alumínio subiu +1,67% recentemente.
📉 CBAV3 avançou apenas +0,39%, mostrando que o mercado ainda não precificou totalmente o impacto positivo da alta da commodity.
Historicamente, movimentos consistentes do alumínio tendem a se refletir em valorização gradual da CBAV3.
4. Tendência da CBAV3
Curto prazo: volatilidade, acompanhando ajustes da commodity e do câmbio.
Médio prazo: viés positivo, sustentado pela alta estrutural do alumínio e pela demanda global crescente.
Riscos:
Pressão de custos energéticos.
Eventual desaceleração da China.
Oscilações cambiais desfavoráveis.
Oportunidade: se o alumínio mantiver patamar acima de US$ 3.000/t, há espaço para valorização adicional da CBAV3, especialmente se resultados operacionais confirmarem margens mais robustas.
📌 Conclusão: O alumínio vive um momento de sustentação estrutural, e a CBAV3 tende a se beneficiar desse cenário. Apesar da defasagem atual entre a commodity e a ação, o médio prazo aponta para potencial de valorização, condicionado ao controle de custos e ao ambiente macroeconômico.
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📊 Estudo de Valuation e Desempenho Cronológico: CBA (CBAV3)
1️⃣ Introdução e Contextualização Estratégica
A análise da Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) para o biênio 2024-2025 exige atenção à ciclicidade das commodities e à eficiência operacional de um player verticalizado.
🌍 Cenário macroeconômico:
LME média: US$ 2.448/t no 2T25
Resistências próximas: US$ 2.600/t sob tensões geopolíticas
Destaque: Autossuficiência energética e mineral da CBA
📌 Ficha Técnica CBAV3
💵 Cotação Base: R$ 10,22
🏷️ Ticker: B3: CBAV3
🎯 Objetivo: Captura de valor via desalavancagem e eficiência energética
🔎 Premissas: Déficit global de alumínio (350kt no 2T25) + demanda chinesa resiliente
2️⃣ Retrospectiva 2024: Consolidação e Eficiência
✨ Destaques:
⚡ Hedge de Energia: Swap a US$ 45/MWh → previsibilidade em cenário hídrico incerto
📈 EBITDA Ajustado: R$ 339 milhões (Margem 16%)
📉 P/L distorcido pelo prejuízo líquido de R$ 74 milhões (efeito cambial)
🏦 Estrutura de Capital: Prazo médio da dívida em 4,74 anos
💡 So What?
O swap foi o "porto seguro" em 2024. Mas o custo médio de energia sobe para US$ 100/MWh em 2025, exigindo eficiência produtiva.
3️⃣ Primeiro Semestre de 2025: Desafios e Transição
🔧 Manutenção na refinaria de alumina → impacto direto nos custos fixos.
📉 Receita afetada: -R$ 146 milhões (fim contrato Alunorte).
📊 2T25 em Detalhe
💰 EBITDA Ajustado: R$ 189 milhões (-44%)
📊 Receita Líquida: R$ 2.005 milhões (-3%)
📦 Volume de Vendas: 119 kt (-8%)
🏭 Produção Alumínio Líquido: 86 kt (-5%)
📉 Alavancagem: 2,29x
💡 So What?
O Cash Cost subiu para US$ 1.904/t (+16%), pressionando múltiplos. Mas o guidance de US$ 1.700/t pós-ramp-up deve expandir margens.
4️⃣ Terceiro Trimestre de 2025: Estabilização
⚙️ Eventos Críticos:
🔄 Normalização da produção de alumínio líquido
📦 Compra extra de 30kt alumina → última pressão no giro
💵 Emissão de debêntures: R$ 530 milhões (CDI +1,20%, swap 5,88% a.a. dólar)
🌱 ESG: Bond sustentável vinculado à redução de gases de efeito estufa
💡 So What?
📉 Dívida alongada para 5,12 anos
💲 Custo médio em dólar reduzido para 5,95% a.a.
🔮 Prepara terreno para recuperação do Dividend Yield em 2026
5️⃣ Guidance e Perspectivas para o 4T25
📌 Pontos-chave:
🔒 Hedge Accounting: impacto contábil de R$ 93 milhões (sem saída de caixa)
🚀 Cenário Otimista: LME > US$ 2.550/t + queda nos insumos
🛑 Cenário Conservador: prêmios regionais estagnados + atraso no ramp-up
💡 So What?
CBAV3 a R$ 10,22 oferece opcionalidade gratuita sobre energia renovável (115MWm eólicos a partir de 2027).
6️⃣ Conclusão: Síntese do Valor Intrínseco
📌 Tese: Normalização de margens após ciclo de manutenção severo.
🔎 3 Pontos Fundamentais até o fim de 2025
📉 Convergência do Cash Cost → US$ 1.700/t
💵 Alavancagem < 2,29x
⚡ Execução do Guidance de Energia → avanço nos ativos eólicos
tese de investimento e timing de mercado.
📌 Resumo da situação da CBA (CBAV3):
O 1S25 foi o piso operacional (EBITDA comprimido, Cash Cost alto).
O 3T25 marca estabilização com ramp-up da alumina e alongamento da dívida.
O 4T25 traz opcionalidade via hedge e energia renovável futura.
O preço atual (R$ 10,22) reflete parte dos riscos, mas ainda não precifica totalmente os ativos energéticos e a normalização de margens.
🎯 Interpretação prática:
Neutro (Hold): Se o investidor busca segurança, o momento ainda é de transição. A alavancagem está relativamente alta e o mercado pode continuar pressionando múltiplos até a confirmação da queda do Cash Cost.
Compra (Buy): Para quem tem horizonte de médio/longo prazo, a tese é de recuperação operacional + desalavancagem. O upside está na normalização de margens e no valor intrínseco dos ativos energéticos, que hoje não estão refletidos no preço.
💡 So What?
No curto prazo → postura neutra faz sentido.
No médio/longo prazo → há argumentos sólidos para compra, especialmente se o investidor tolera volatilidade e acredita na execução da gestão.
👉 Em termos de recomendação de mercado, muitos analistas classificariam como “neutro com viés positivo”: esperar sinais claros de estabilização, mas já enxergar valor escondido no ativo.
Morning Call - 06/02/2026 - Bitcoin e Amazon. Entenda a VolatiliAgenda de Indicadores:
12:00 – USA – Uni. Michigan: Expectativa de Inflação de 1 e 5 anos
12:00 – USA – Uni. Michigan: Confiança do Consumidor
Agenda de Autoridades:
11:30 – USA – Philip Jefferson, vice-presidente do Fed (Vota), discursa sobre as perspectivas econômicas e a dinâmica da inflação pelo lado da oferta perante a Brookings Institution, em Washington.
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Estados Unidos
Os futuros dos índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam levemente no campo positivo, após acentuada queda das ações ontem. Em destaque hoje, as ações da Amazon afundam 7,5%, após apresentar um investimentos de capital (capex) de US$ 200 bilhões. O índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIX recua 5%, mas mantendo-se acima dos 20 pontos.
Os futuros dos índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam em leve alta nesta sexta-feira, em um movimento de recuperação técnica após a forte liquidação da véspera. O fôlego dos mercados, contudo, é contido pelo tombo de 7,5% nas ações da Amazon, que sofrem o impacto direto do anúncio de um capex bilionário de US$ 200 bilhões para os próximos anos.
A cautela ainda impera no pregão, com o índice de volatilidade VIX recuando 5%, mas sustentando-se acima dos 20 pontos. A permanência do indicador nesse patamar sinaliza que o trader continua em alerta, monitorando de perto se a agressiva expansão da infraestrutura tecnológica das Big Techs será convertida em lucro operacional no curto prazo.
Resultado da Amazon
A Amazon planeja elevar seus investimentos de capital (capex) em mais de 50% em 2026, sinalizando um aporte de US$ 200 bilhões para sustentar a corrida pela liderança em inteligência artificial. O anúncio, porém, azedou o humor de Wall Street: as ações da gigante do e-commerce despencaram 7,7% no pré-mercado, refletindo o receio dos investidores com a pressão sobre as margens.
Durante a teleconferência com analistas, o CEO Andy Jassy adotou uma postura defensiva, contrastando com o otimismo recente da Alphabet. Jassy justificou a desaceleração relativa da AWS — que cresceu 24% no trimestre, atingindo uma receita anualizada de US$ 142 bilhões — argumentando que a escala da Amazon é substancialmente maior que a de seus pares, o que torna taxas de expansão agressivas mais desafiadoras.
A AWS continua sendo o pulmão financeiro do grupo, respondendo por mais de 60% do lucro operacional. Apesar do faturamento de US$ 35,6 bilhões no quarto trimestre, o mercado puniu a companhia pela comparação direta com os rivais: o Google Cloud saltou 48% e o Azure, da Microsoft, avançou 39%.
O apetite por investimentos é generalizado. Juntas, Amazon, Microsoft, Google e Meta devem despejar mais de US$ 630 bilhões em infraestrutura este ano. O recado dos balanços, contudo, é uniforme: o mercado financeiro não aceita mais apenas promessas tecnológicas e exige retornos financeiros tangíveis para justificar a queima de caixa.
Para o primeiro trimestre de 2026, a Amazon projetou lucro operacional entre US$ 16,5 bilhões e US$ 21,5 bilhões, vindo abaixo do consenso de US$ 22,04 bilhões esperado pelos analistas. Além do custo da IA, o balanço sofrerá o impacto de US$ 1 bilhão em gastos extras com o Project Kuiper, a operação de internet via satélite da companhia.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam em queda nesta sexta-feira, caminhando para um fechamento semanal negativo. O pessimismo é alimentado pela cautela dos traders com o setor de software e por uma safra de balanços decepcionantes, com destaque para a crise na Stellantis.
As ações da Stellantis desabaram 14%, provocando a suspensão das negociações, após a montadora reportar encargos de 22,2 bilhões de euros no segundo semestre. O resultado reflete a revisão agressiva em seus planos para veículos elétricos. O movimento contagiou o setor automotivo, que recua 2,4% e lidera as perdas setoriais no continente.
O setor de tecnologia também exerce forte pressão negativa, acompanhando o estresse nas empresas de software e a repercussão dos balanços das Big Techs americanas. O cenário reforça a percepção de que o mercado está recalibrando as expectativas de crescimento e margens operacionais para o segmento.
No campo oposto, a Societe Generale saltou 6% após superar as previsões de lucro do quarto trimestre e elevar sua meta de rentabilidade para 2026. Já a Novo Nordisk avançou 4,2%, impulsionada pela sinalização da FDA de que endurecerá o cerco contra medicamentos falsificados, protegendo a exclusividade de seus tratamentos para perda de peso.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
A onda de aversão ao risco que derrubou Wall Street reverberou pelos mercados asiáticos nesta sexta-feira, espalhando perdas e volatilidade entre índices regionais, metais preciosos e criptoativos. O movimento reflete uma rotação massiva de capital: investidores migram do setor tecnológico para ativos defensivos, enquanto questionam o retorno real sobre os pesados gastos em inteligência artificial.
Na quinta-feira, o Nasdaq estendeu as perdas pelo terceiro dia consecutivo, pressionado pelo temor de que novos modelos de IA corroam as margens das empresas de software.
Segundo Prashant Bhayani, do BNP Paribas, "está ocorrendo uma rotação massiva, e o Nasdaq está claramente apresentando um desempenho inferior ao do S&P e a ações de bens de consumo essenciais, que são consideradas 'chatas'… O mercado está começando a dizer 'ok, sim, a IA é muito interessante', mas as pessoas também estão se perguntando 'Qual será o meu retorno?'"
A Ásia operou sob forte estresse, com destaque para a Coreia do Sul. O índice Kospi TVC:KOSPI chegou a despencar 5%, acionando um circuit breaker antes de reduzir as perdas para -1,4%. Na China continental e em Hong Kong — Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 , Hang Seng HSI:HSI e Shanghai SSE:000001 —, o tom foi majoritariamente negativo, com os principais índices de Shenzhen e Xangai encerrando o pregão no vermelho.
Em contrapartida, o Japão e Taiwan mostraram resiliência. O Nikkei TVC:NI225 subiu 0,8%, impulsionado pela expectativa de uma vitória expressiva da primeira-ministra Sanae Takaichi nas eleições de domingo. Em Taiwan, a valorização da TSMC (+0,85%) foi o suporte necessário para manter o TWSE 50 FTSE:TW50 em território positivo, com alta de 0,3%.
Já na Oceania, o pessimismo foi mais acentuado. O ASX 200 ASX:XJO , da Austrália, liderou as baixas na região ao recuar mais de 2%, com perdas generalizadas em todos os setores listados.
Criptoativos
As criptomoedas afastam-se das suas máximas históricas. ACTIVTRADES:BTCUSD ACTIVTRADES:ETHUSD
Após recuar mais de 10% na véspera e atingir a mínima de 16 meses, o bitcoin ensaia uma recuperação nesta sexta-feira, ao menos no período da manhã. Durante a madrugada, no entanto, a pressão vendedora levou a maior criptomoeda do mundo a testar o nível psicológico dos US$ 60.000.
Apesar da alta pontual, o bitcoin segue próximo do menor patamar desde outubro de 2024, um mês antes da vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais dos EUA. À época, o então candidato havia sinalizado apoio ao mercado de criptomoedas, expectativa que não se materializou da forma como parte dos traders projetava.
Para Chris Weston, da Pepperstone: “Muitas posições grandes e superlotadas estão sendo desmontadas de forma muito rápida, e você pode-se questionar se isso foi um sinal de alerta ou apenas coincidência”, referindo-se a decepção com Donald Trump.
O sentimento negativo também reflete a recente correção em outros ativos, como metais preciosos e ações. Ouro e prata, por exemplo, passaram a exibir maior volatilidade, pressionados por posições alavancadas e fluxos especulativos.
“O bitcoin se aproximar novamente dos US$ 60.000 não significa o fim das criptomoedas, mas evidencia que investidores que trataram o ativo como algo sem controle rigoroso de risco agora estão pagando o preço, assim como ocorreu com correções abruptas em ativos vistos como porto seguro, como ouro e prata, quando a alavancagem e a narrativa se anteciparam à realidade”, afirmou Joshua Chu, copresidente da Associação Web3 de Hong Kong.
Segundo ele, investidores excessivamente alavancados ou que assumiram que os preços subiriam indefinidamente estão sendo forçados a lidar, de forma abrupta, com a volatilidade real dos mercados e a importância da gestão de risco.
Em nota, analistas do Deutsche Bank destacaram que os ETFs de bitcoin à vista nos EUA registraram saídas superiores a US$ 3 bilhões em janeiro, após retiradas de aproximadamente US$ 2 bilhões em dezembro e US$ 7 bilhões em novembro, reforçando o movimento de redução de exposição institucional ao ativo.
Oportunidade de compra em MSFTBom dia, pessoal. Estou criando esse post para falar exclusivamente da Análise Técnica da Microsoft. Pois os fundamentos, no meu ponto de vista - já passam no crivo.
No meu ver, o Mercado, como sempre, está exagerando. Sempre sobe demais ou sempre corrige demais e são nesses episódios que surge a oportunidade.
Vamos lá:
A região dos US$ 400 ganha relevância extrema para MSFT sob a ótica da análise técnica, especialmente quando observamos o gráfico semanal, onde há uma confluência rara de fatores técnicos importantes.
Principais pontos de atenção:
-LTA com início em 2020 (fundo da pandemia) passando exatamente por essa faixa de preço
-Preço testando o Key Level em US$ 400, nível técnico de altíssima relevância histórica
-RSI semanal em região de sobrevenda, sugerindo possível exaustão do movimento corretivo (ou não).
-Preço está a apenas ~6% da MM200 semanal, média extremamente respeitada ao longo da tendência de longo prazo
-Fechamento de um gap gigantesco no gráfico Diário.
Em resumo, essa região dos U$400 onde a MSFT está, trata-se de uma zona crítica de decisão - onde o comportamento do preço tende a definir se estamos diante de continuidade estrutural da tendência de alta ou teremos uma correção ainda maior, com alvo nos U$335 (-16%).
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OPINIÃO PESSOAL:
Para o curtíssimo prazo acredito que os U$400 possam servir como suporte, e se não ele, a MA200, que está a 6% abaixo do preço. Isso se não houver nenhum evento ou notícia inesperada de extrema relevância que venha a impulsionar o mercado americano para baixo. (Uma asneira do Trump, por exemplo).
COMO IREI OPERAR:
Vou comprar metade da mão hoje e a outra metade deixo para adicionar caso o preço busque a MA200 do semanal.
Usarei um stop bem técnico - não financeiro (logo, enorme e bem seguro)
Meu alvo é no topo anterior (+42%), porém o consenso dos analistas é U$635,00.
Mesmo com um stop gigantesco, o alvo maior ainda compensa a operação.
Aceitação institucional e fluxo de compra sustentam SKYX em altaO ativo SKYX segue ganhando atenção do mercado, com movimentos consistentes de valorização e forte aceitação por investidores. Parcerias estratégicas com NVIDIA, lançamentos em Target e Lowe’s e recente validação institucional destacam o potencial de crescimento. O cenário atual indica oportunidade para investidores atentos, com perspectiva de continuidade positiva no curto e médio prazo.
Pode uma empresa de testes ser a infraestrutura oculta da IA?A Teradyne executou uma das reviravoltas estratégicas mais dramáticas da indústria de semicondutores, transformando-se de uma empresa de testes focada em dispositivos móveis em uma força dominante na validação de infraestrutura de IA. Com a inteligência artificial impulsionando mais de 60% da receita total no final de 2025, a empresa posicionou-se na junção crítica onde chips de última geração encontram a implantação no mundo real. O novo modelo de ganhos "evergreen" da gerência visa US$ 6 bilhões em receita anual e lucros por ação não-GAAP entre US$ 9,50 e US$ 11,00. Os resultados do 4º trimestre de 2025 sublinham essa mudança: receita recorde de US$ 1,083 bilhão e crescimento de 44% em relação ao ano anterior, impulsionado quase inteiramente pela demanda de testadores de IA.
O fosso técnico da empresa vai muito além do equipamento de teste automatizado tradicional. A solução UltraPHY 224G da Teradyne atende às taxas de dados emergentes de 224 Gb/s críticas para clusters de IA de próxima geração , enquanto o testador Magnum 7H visa o próximo ciclo de memória HBM4—um mercado onde a intensidade de teste é 10x maior que a da DRAM padrão. A joint venture com a MultiLane posiciona a Teradyne para capturar o mercado de testes de interconexão de alta velocidade desde o wafer até o data center. Enquanto isso, a divisão de robótica está migrando para a "IA Física", integrando modelos de aprendizado profundo em robôs colaborativos que se adaptam a ambientes dinâmicos. Um centro de fabricação estratégico em Detroit apoiará uma expansão tripla com grandes clientes de e-commerce em 2026.
Os ventos contrários geopolíticos permanecem administráveis, mas exigem navegação vigilante. Embora a China representasse historicamente 25-30% da receita , a mudança do governo Trump de "presunção de negação" para revisões "caso a caso" para exportações de computação avançada proporciona flexibilidade regulatória. No entanto, tarifas de 25% sobre componentes semicondutores avançados que passam por instalações nos EUA complicam as cadeias de suprimentos globais. O formidável portfólio de patentes da Teradyne, com mais de 5.000 patentes, serve como armadura legal e dissuasão tecnológica. A parceria com a TSMC reforça a liderança em metodologias de empilhamento 3D essenciais para as arquiteturas HBM4 e UCIe.
A tese de investimento centra-se no posicionamento de mercado estrutural. A Teradyne comanda 50% de participação de mercado em testes "XPU" e visa 30% em testes de GPU. Embora a concentração de clientes e a pressão de venda institucional representem riscos de curto prazo , a orientação da gerência para o 1º trimestre de 2026 de US$ 1,15-US$ 1,25 bilhão em receita sinaliza uma trajetória sustentada. A convergência de fotônica de silício, memórias HBM4 e robótica de IA Física cria múltiplos vetores de expansão. Para investidores, a Teradyne representa uma camada arquitetônica essencial que possibilita a transição da pesquisa para a implantação em escala de produção.
Poderá a América quebrar o monopólio de Terras Raras da China?A USA Rare Earth (Nasdaq: USAR) está no centro da aposta industrial mais ambiciosa da América em décadas. A empresa persegue uma estratégia verticalmente integrada "da mina ao íman", concebida para quebrar o domínio da China sobre os elementos de terras raras — materiais críticos que alimentam tudo, desde veículos elétricos a caças F-35. Com a China a controlar 70% da mineração global e mais de 90% da capacidade de refinação, os EUA enfrentam uma vulnerabilidade estratégica que ameaça a defesa e a transição energética. Restrições chinesas recentes à exportação de gálio aceleraram o cronograma da empresa para o final de 2028.
O sucesso depende de um apoio governamental extraordinário. Uma carta de intenções de 1,6 mil milhões de dólares do Departamento de Comércio, somada a 1,5 mil milhões de investimento privado, totaliza 3,1 mil milhões em financiamento potencial. O governo deterá uma participação de 10%, sinalizando uma parceria público-privada sem precedentes. Este capital apoia toda a cadeia de valor: extração em Round Top (Texas), separação química no Colorado e fabrico de ímanes em Oklahoma. O depósito de Round Top é geologicamente único, contendo 15 dos 17 elementos de terras raras processáveis através de lixiviação económica.
Além dos minerais, o projeto testa a resiliência industrial americana. A iniciativa "Project Vault" estabelece uma reserva mineral estratégica de 12 mil milhões de dólares. Alianças com a Austrália, Japão e Reino Unido criam uma rede de cadeias de suprimentos "friend-shored" para contrariar a influência de Pequim. A aquisição da britânica Less Common Metals fornece experiência de refinação indisponível fora da China. Em janeiro de 2026, a empresa produziu o seu primeiro lote de ímanes de neodímio em Oklahoma, provando a sua capacidade técnica.
O caminho continua perigoso. Críticos apontam atrasos e volatilidade inerente a empresas pré-receita. Investidores "short" alegam um potencial de queda de 75%, questionando a idade do equipamento. No entanto, o imperativo estratégico é inegável: sem terras raras domésticas, os EUA não manterão a superioridade tecnológica. O objetivo de 2030 de processar 8.000 toneladas de terras raras pesadas poderá remodelar as cadeias de suprimentos globais, determinando se a América recupera a sua soberania industrial.
ESTC Elastic em ponto de suporte interessante.A Elastic é uma empresa de tecnologia focada em soluções de busca, análise de dados e observabilidade, sendo conhecida principalmente pela plataforma Elastic Stack, amplamente utilizada para monitoramento, segurança e gerenciamento de grandes volumes de informação. Seu modelo de negócio é baseado em software e serviços voltados para empresas que lidam com dados em escala.
Pelo gráfico semanal, ESTC encontra se em uma região técnica bastante relevante, que pode ser interpretada como um ponto de suporte na faixa entre $58,00 e $60,00. Essa região já foi testada diversas vezes ao longo do tempo, com pelo menos três toques bem definidos, o que dá importância técnica a esse nível. Apesar de já ter ocorrido tentativas de rompimento dessa faixa no passado, o preço voltou a respeitar essa região e agora se encontra novamente testando esse suporte, o que torna esse ponto especialmente interessante para observação.
Além disso, é possível traçar uma linha de tendência de alta a partir dos fundos mais recentes, ainda que essa linha tenha apenas dois toques e uma inclinação pequena. Por ter poucos toques, essa linha ainda não é tão confiável do ponto de vista técnico, mas ajuda a reforçar a ideia de que o ativo vem tentando se estruturar acima dessa região. Caso o suporte entre $58,00 e $60,00 não se sustente, uma próxima área de atenção pode surgir mais abaixo, por volta de $55,00, onde poderia ocorrer um novo teste e, eventualmente, a formação de um terceiro toque nessa linha de tendência.
Segue abaixo um link para que possam ser observados alguns indicadores fundamentalistas da empresa, que considero importantes para complementar a leitura gráfica. Entre eles, vale destacar o comportamento da receita, que vem mostrando crescimento ao longo do tempo, enquanto a margem líquida ainda não se apresenta de forma tão atrativa. Esses dados ajudam a trazer uma visão mais completa sobre a saúde financeira da empresa e devem ser considerados junto com a análise técnica.
br.tradingview.com
Disclaimer: Esta análise tem fins exclusivamente educacionais e não constitui recomendação de compra ou venda de ativos. Faça sempre sua própria avaliação antes de investir.
A L3Harris justifica o seu prémio P/E de quase 40x?A L3Harris Technologies posicionou-se como o "Disruptor de Confiança" no cenário global de defesa, unindo os gigantes aeroespaciais tradicionais aos inovadores tecnológicos ágeis. Operando nos domínios espacial, aéreo, terrestre, marítimo e cibernético, a empresa alinha-se com as prioridades de segurança nacional mais críticas, num momento em que os gastos globais com defesa deverão atingir $2,6 biliões até ao final de 2026.
Os ventos geopolíticos favoráveis são substanciais:
Rearmamento Europeu: A guerra na Ucrânia impulsionou um rearmamento massivo; a Rússia gastou cerca de $157 mil milhões em defesa apenas em 2025.
Indo-Pacífico: Os orçamentos de defesa na Ásia-Pacífico excedem agora os $530 mil milhões anuais.
Contratos: A L3Harris garantiu recentemente um contrato de $2,2 mil milhões para o sistema de Alerta Antecipado e Controlo Aerotransportado da Coreia.
A empresa reportou que 2025 foi um "ponto de inflexão claro", com receitas anuais de $21,9 mil milhões. O rácio book-to-bill de 1,3x sinaliza uma carteira de encomendas recorde. No entanto, os resultados do quarto trimestre revelaram complexidades, com as receitas a ficarem 2,95% abaixo das previsões devido a uma paralisação governamental de 43 dias.
Um desenvolvimento transformador surgiu no início de 2026 com o investimento de $1 mil milhão no seu negócio de Soluções de Mísseis, que a empresa pretende lançar em bolsa (IPO) na segunda metade de 2026. Com um portfólio de 3.908 patentes, a L3Harris continua a ser uma pedra angular da base industrial de defesa moderna. Contudo, os investidores devem ponderar este posicionamento excecional face à sua avaliação rica de quase 40x P/E, o que deixa pouco espaço para erros de execução.
POSSÍVEL SETUP DE SWING TRADE – SMFT3📊 POSSÍVEL SETUP DE SWING TRADE – SMFT3
Ativo em tendência de alta no semanal, realizando correção dentro de um canal ascendente bem definido.
🧱 Estrutura de mercado
Topos e fundos ascendentes preservados
Correção atual levando o preço para a base do canal
Região coincide com antiga zona de suporte
📍 Região de interesse
O preço trabalha próximo à faixa dos R$22–23, área que pode funcionar como: ✔️ Suporte estrutural
✔️ Região de pullback na tendência principal
🎯 Possível cenário de trade
Operação a favor da tendência (continuidade de alta)
Entrada (gatilho ideal):
🔹 Candle de força compradora na base do canal
🔹 Rompimento da máxima do candle de reação
Alvos projetados
1️⃣ Topo do canal
2️⃣ Região dos R$30–32 (alvo gráfico + projeções de analistas para a Smart Fit)
Invalidação do cenário:
❌ Perda consistente da base do canal
❌ Fechamento abaixo da região de suporte recente
⚖️ Relação risco x retorno
📉 Risco curto (abaixo do suporte)
📈 Potencial de movimento amplo até o topo da estrutura
🧠 Resumo técnico:
Ativo em correção dentro de tendência de alta → possível oportunidade de compra em pullback, desde que haja confirmação de retomada da força compradora.
VULC3 Análise da AçãoVULC3 Análise da Ação
Os indicadores técnicos diários estão positivos. A ação permanece lateralizada acima do suporte em 17,71, o que pode indicar que a probabilidade de recuperação vem aumentando gradualmente. A principal questão neste ponto é: a queda já terminou? Ainda existe o risco de um recuo até a média móvel de 200 dias (16,55). Por isso, o nível de 17,71 é um suporte muito importante. Caso esse suporte não seja rompido para baixo e a ação consiga romper para cima a média móvel de 21 dias (18,61), pode voltar a apresentar uma possibilidade de recuperação. Com os indicadores em posição positiva, nossa expectativa também permanece positiva
Resistências: 18,40 - 18,67 - 18,94
Suportes: 17,71 - 17,48 - 17,17
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As informações, comentários e recomendações aqui contidas não constituem consultoria de investimentos. O serviço de consultoria de investimentos é prestado no âmbito de um contrato de consultoria assinado entre o investidor e instituições autorizadas como corretoras, gestoras de portfólio e bancos que não recebem depósitos. O que está escrito nesta página reflete apenas opiniões pessoais. Essas opiniões podem não ser adequadas à sua situação financeira, nem às suas preferências de risco e retorno. Portanto, não deve ser tomada nenhuma decisão de investimento com base nas informações aqui apresentadas.
VIVA3 Análise da AçãoVIVA3 Análise da Ação
Os indicadores técnicos diários estão positivos.A ação começou a se manter acima da média móvel de 200 dias. Esperamos uma recuperação a partir desse nível. Caso supere a média móvel de 21 dias, a probabilidade de fortalecimento do suporte pode aumentar. Com os indicadores começando a apresentar sinais positivos em movimento ascendente a partir de níveis mais baixos, acrescentamos a possibilidade de movimentos positivos de preço na ação. Em um cenário de realização de lucros no índice Bovespa, que se encontra em níveis elevados, investidores que saírem de outras ações em alta podem considerar a entrada neste papel, que apresenta potencial de valorização.
Resistências: 29,15 - 30,25 - 31,29
Suportes: 27,10 - 26,34 - 25,30
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PCAR3 Análise da AçãoPCAR3 Análise da Ação
Os indicadores técnicos diários estão positivos. A ação conseguiu se manter acima da média móvel de 200 dias (3,61), porém o movimento lateral de preços continua. A ação não conseguiu acompanhar a alta do índice e, em um possível recuo do índice, investidores que realizarem lucro em outras ações podem passar a considerar a entrada neste papel. Tecnicamente, no momento, a ação está negociando nos mesmos níveis da média móvel de 21 dias (3,81). Caso consiga realizar fechamentos acima dessa média, pode haver um aumento na força do suporte. Se romper essa média para cima, também terá superado a média móvel de 50 dias. O fato de os indicadores estarem em posição intermediária e positivos pode indicar a possibilidade de um movimento de preço favorável na ação
Resistências: 3,94 - 4,13
Suportes: 3,70 - 3,55 - 3,47
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BEEF3 Análise da AçãoBEEF3 Análise da Ação
Os indicadores técnicos diários estão positivos. A ação subiu cerca de 20% desde o dia 8 de janeiro. Nos últimos quatro fechamentos diários, apresentou movimento lateral e parece não ter conseguido superar o nível de resistência em 6,27. O fato de os indicadores começarem a apontar negativamente para baixo a partir de níveis de topo pode ter aumentado o risco de uma possível realização de lucros na ação. Caso o suporte se mantenha, será necessário romper primeiramente o nível de resistência para cima e continuar os movimentos de preço acima desse patamar; caso contrário, a pressão vendedora pode se intensificar. A forte alta do índice Bovespa também pode aumentar essa pressão de venda.
Resistências: 6,27 - 6,67 - 6,81 - 7,00
Suportes: 6,08 - 5,86 - 5,58
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BWA BorgWarner parece ter rompido uma região de resistência.A BorgWarner é uma empresa do setor automotivo, focada no desenvolvimento e fornecimento de componentes para sistemas de propulsão, eletrificação e eficiência energética. Atua globalmente atendendo montadoras e vem passando por um processo de adaptação ao movimento de transição para veículos elétricos e híbridos.
Pelo gráfico semanal, BWA está rompendo uma região de resistência marcada por três toques bem definidos ao longo do tempo, sendo o primeiro no início de 2018, o segundo em maio de 2021 e o terceiro em julho de 2023. Agora, em janeiro de 2025, ocorreu o quarto toque, que resultou no rompimento dessa região. São toques espaçados, com intervalos longos, o que dá relevância técnica a esse rompimento. Antes disso, o ativo passou por um período que pode ser interpretado como acumulação e, após o rompimento, encontra se levemente lateralizado há cerca de quatro semanas.
No aspecto fundamental, os dados de crescimento e rentabilidade mostram que a receita permaneceu praticamente estável entre 2022 e 2025. O lucro líquido apresentou uma leve queda e a margem líquida vem caindo desde 2022, apesar de no trimestral mais recente haver sinais de reação, possivelmente ligados ao ciclo do setor. Do ponto de vista técnico, se a região dos $49,35 for superada, o preço pode dar continuidade à tendência de alta iniciada com esse rompimento. Como hoje é domingo, o comportamento do candle semanal que se inicia amanhã será importante para avaliar a consistência desse movimento.
Disclaimer : Esta análise tem fins exclusivamente educacionais e não constitui recomendação de compra ou venda de ativos. Faça sempre sua própria avaliação antes de investir.
EWAtividade principal da NYSE:EW : Líder na produção de válvulas para o tratamento minimamente invasivo de defeitos cardíacos (TAVR, TMTT).
Aceleração do crescimento: O crescimento acelerou de aproximadamente 7% no início de 2025 para 11% no terceiro trimestre de 2025.
Segmento de crescimento elevado: A terapia mitral e tricúspide (TMTT) está a crescer 50% a 60% por ano. Poderá duplicar a sua participação na receita para mais de 20% até 2030 (de 9%).
Perspetiva para 2026: A administração espera um crescimento das receitas de aproximadamente 10%.
Desenvolvimentos e atualizações recentes
Negócio da JenaValve concluído (com uma reviravolta): A 9 de janeiro de 2026, um tribunal bloqueou a aquisição de 945 milhões de dólares devido a preocupações com o monopólio no tratamento da regurgitação aórtica (RA). Apesar disso, a empresa elevou a sua projeção de lucro por ação ajustado para 2026 para 2,90 a 3,05 dólares.
Nova válvula aprovada: A FDA aprovou a SAPIEN M3 em dezembro de 2025 — o primeiro sistema de substituição da válvula mitral por cateter do mundo. O lançamento está previsto para o início de 2026.
Plano de crescimento para 2030: A estratégia apresentada em dezembro visa atingir os 2 mil milhões de dólares de receitas no segmento TMTT até 2030.
Especificações para 2026: Crescimento das receitas de 8 a 10%, lucro por ação (EPS) de 2,80 a 2,95 dólares.
Principais catalisadores
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O POST QUE VOCÊ ESTAVA ESPERANDO SOBRE BBAS3 | COMPRE SEM MEDO.INTRODUÇÃO
BBAS3 decepcionou com um péssimo resultado abaixo do esperado.. e o mercado puniu.
É o que justifica essa "vomitada" de 27% desde o topo histórico. Pra um banco desse calibre é bastante coisa...O banco perdeu 40bilhões de MarketCap em poucas semanas.
E agora? É o fim do agro? É o fim do banco?
A maioria das pessoas que conheço está pessimista... e isso é ótimo!
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ANÁLISE TÉCNICA:
-RSI entrando no território de sobrevenda no semanal que marcou os últimos fundos
-Chegamos no ponto da acumulação anterior (range dos 19.00 aos 21.50)
-O preço está testando a linha de retorno de um alargamento
-LTA bem relevante, traçada do fundo do COVID. (Essa LTA vem lá de 2016 no mensal)
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ANÁLISE FUNDAMENTALISTA
-Postei uma imagem no meio do gráfico pra ilustrar o absurdo que é o MarketCap do banco do brasil ser menor que o do Bradesco neste momento...
-Valor Patrimonial é 170bi.... o MarketCap é 120bi... ou seja, o mercado não está aceitando sequer pagar o que a empresa tem de patrimônio líquido. (P/VP 0.70X)
-BBAS3 pagou 14% de dividendo nos últimos 12 meses e é o mais descontado dentre seus pares,
aqui estamos falando de uma empresa cujo business é sólido (banco) e que é basicamente um "pivô" no nosso país. Imprescindível e crucial pra nossa economia.
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MODUS OPERANDI
PRETENDO COMPRAR OS 10% DE QUEDA DOS 21.70 ATÉ OS 19.00 DIVIDINDO A MÃO EM 3.
Morning Call - 29/01/2026 - Copom Surpreende! Big Techs MistasAgenda de Indicadores:
10:30 – USA – Pedidos Semanais de Seguro-Desemprego
10:30 – USA – Produtividade e Custo Unitário da Mão de Obra (3º Tri)
10:30 – USA – Balança Comercial (Nov)
10:30 – USA – Vendas no Atacado (Nov)
10:30 – USA – Encomendas à Indústria (Nov)
10:30 – USA – Pedidos de Bens Duráveis (Nov)
14:00 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta
15:00 – USA – Leilão de T-Note de 7 anos
Agenda de Balanços:
18:05 – USA – Visa (4,5% de peso no Dow Jones)
18:30 – USA – Apple (8,6% de peso no Nasdaq, 6,8% no S&P500 e 3,7% no Dow Jones)
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLG2026
Copom sinaliza corte de juros em março
Como amplamente esperado, o Copom manteve a taxa Selic em 15%, mas abriu de forma clara a porta para o início do ciclo de afrouxamento monetário já na reunião de março.
Em um ambiente de inflação mais comportada e com sinais mais evidentes de transmissão da política monetária, o Banco Central avaliou que chegou o momento de “calibrar o nível de juros” e afirmou que pretende “iniciar a flexibilização da política monetária em sua próxima reunião”.
O comunicado reforçou o compromisso com a meta de inflação, destacando a necessidade de “serenidade quanto ao ritmo e à magnitude dos cortes”, além de ressaltar que a evolução do ciclo dependerá de fatores que aumentem a confiança no atingimento da meta no horizonte relevante.
Apesar de o comitê reafirmar uma postura de cautela diante de um cenário ainda marcado por elevada incerteza, diversas casas de análise passaram a trabalhar com a hipótese de um corte inicial de 50 pontos-base. Segundo Sergio Goldenstein, um corte inicial de 0,50 ponto percentual é coerente com o compromisso do BC de preservar a serenidade do ciclo, sobretudo diante da grande distância entre a taxa de juros corrente e a taxa neutra.
Para muitos analistas, o comunicado teve um viés claramente mais dovish do início ao fim, especialmente pela retirada de duas frases que vinham sustentando o tom mais conservador do Banco Central nos últimos meses.
Estados Unidos
Os futuros dos índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam próximos da estabilidade nesta sessão, refletindo a reação mista aos resultados das grandes empresas de tecnologia e a decisão do Federal Reserve de manter as taxas de juros inalteradas, sem fornecer sinais claros sobre quando os custos de financiamento poderão começar a cair. O índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIX avança levemente.
Na CME, a ferramenta FedWatch aponta que o mercado atribui 86% de probabilidade de manutenção dos juros na reunião de 18 de março, e 74% de chance de manutenção também no encontro de 29 de abril, reforçando a leitura de um Fed paciente e dependente de dados antes de iniciar o ciclo de cortes.
Resultado da Meta Platforms (+7,6%)
A receita da Meta Platforms, controladora do Facebook, cresceu 24% no trimestre encerrado em dezembro, impulsionada pela melhora na segmentação de anúncios online viabilizada por inteligência artificial. Para o trimestre atual, a empresa projeta um crescimento ainda mais acelerado, de 33%.
A adoção de IA também sustentou uma projeção de receita para o primeiro trimestre acima das estimativas do mercado, reforçando a percepção de que o forte crescimento das vendas poderá financiar a expansão agressiva dos investimentos em data centers. A Meta prevê que esses gastos aumentem até 87% neste ano, alcançando US$ 135 bilhões.
Segundo John Belton, gestor de portfólio da Gabelli Funds, “os números da Meta refletem de forma muito interessante a atitude do mercado em relação aos investimentos em inteligência artificial. Em condições normais, o mercado estaria preocupado, mas a empresa apresentou uma previsão de receita bastante otimista para o primeiro trimestre.”
A Meta também vem acumulando contratos com grandes provedores de nuvem, como o Google, cujas ações sobem quase 2% no pré-mercado de Nova York — um sinal positivo para os resultados da gigante de buscas na próxima semana.
O CEO e fundador da Meta, Mark Zuckerberg, afirmou que o uso da IA “melhorará a qualidade da experiência orgânica e da publicidade”. Ele também destacou que a superinteligência — um marco teórico em que máquinas superam o raciocínio humano — permitirá à empresa oferecer experiências de IA altamente personalizadas para sua ampla base de usuários. A Meta projeta um aumento de 43% nas despesas totais em 2026, para US$ 169 bilhões.
Resultado da Microsoft (-6,4%)
A Microsoft reportou crescimento em sua divisão de computação em nuvem, o Azure, ligeiramente acima das expectativas, mas ainda considerado fraco diante dos gastos trimestrais recordes da companhia.
O mercado reagiu negativamente à divulgação de que a OpenAI representa cerca de 45% da carteira de pedidos ligada à estratégia de IA da empresa, levantando preocupações sobre risco de concentração. Estima-se que até US$ 280 bilhões estejam potencialmente expostos, especialmente em um momento em que a startup enfrenta maior competição e sinais de perda de tração.
“Os fortes laços da Microsoft com a OpenAI sustentam sua liderança em IA corporativa, mas também introduzem um risco de concentração”, afirmou Zavier Wong, analista da eToro. O criador do ChatGPT, inclusive, teria emitido um alerta interno em dezembro após o lançamento do Gemini 3, do Google, que recebeu avaliações positivas.
A Microsoft indicou que o crescimento do Azure deve se manter estável entre janeiro e março, após uma desaceleração no final de 2025, atribuída em parte a restrições na capacidade de chips de IA.
Em teleconferência, a diretora financeira Amy Hood afirmou: “Se tivéssemos alocado todas as unidades de processamento gráfico que entraram em operação no primeiro e segundo trimestres exclusivamente para o Azure, o crescimento teria superado 40%.” Ela acrescentou que o direcionamento de chips para desenvolvimento interno limitou o avanço da divisão.
Resultado da Tesla (+3%)
Seguindo a tendência das demais big techs, a Tesla, de Elon Musk, anunciou uma forte intensificação nos investimentos em inteligência artificial, dobrando seu capex para mais de US$ 20 bilhões em 2026. Os recursos serão direcionados principalmente ao desenvolvimento de robôs humanoides e veículos totalmente autônomos.
Após a divulgação do plano de gastos recordes, as ações reduziram parte dos ganhos iniciais, depois de subir até 3,5% com a divulgação de lucro e receita trimestrais acima das expectativas.
Analistas destacaram que os resultados evidenciam a crescente divergência entre as ambições corporativas em IA e a demanda dos investidores por retornos no curto e médio prazo.
“O mercado parece estar questionando se esses aumentos massivos nos gastos de capital gerarão retornos suficientes. Isso reflete uma divergência crescente entre os objetivos estratégicos das empresas de tecnologia em IA e a paciência de Wall Street com ciclos de investimento sem prazo definido”, afirmou Jesse Cohen, analista sênior da Investing.com.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam em alta nesta quinta-feira, sustentadas pela valorização do petróleo e dos metais preciosos, que ajudou a compensar as incertezas ligadas à temporada de resultados corporativos. A exceção é o índice alemão DAX 40 ACTIVTRADES:GER40 , que recua cerca de 1%, pressionado pelas ações da SAP após a empresa decepcionar o mercado com seu balanço.
O setor de mineração lidera os ganhos, com alta média de 2,7%, ainda refletindo a forte valorização das commodities metálicas. As ações de energia também avançam, acompanhando a retomada dos preços do petróleo.
As preocupações persistentes com tensões comerciais e riscos geopolíticos reforçaram a demanda por ativos de proteção, impulsionando o ouro como porto seguro, enquanto a prata também avançou, beneficiada pela busca por alternativas mais acessíveis ao metal amarelo.
Já o petróleo registra leve alta diante de temores sobre possíveis interrupções na cadeia global de suprimentos, fortalecendo o desempenho das ações ligadas a commodities.
No radar geopolítico, investidores seguem atentos ao risco de uma escalada no Oriente Médio, após o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçar uma ação militar contra o Irã caso não haja avanços em um acordo sobre armas nucleares.
Resultado da SAP (-13,6%)
As ações da SAP, empresa de maior peso no índice alemão DAX 40 (14,4%) e maior fabricante de software da Europa, caminhavam para registrar sua maior queda diária desde outubro de 2020, após um balanço incapaz de reverter a tendência negativa que já havia eliminado cerca de US$ 150 bilhões em valor de mercado desde o pico registrado em 2025.
A companhia reportou receita do quarto trimestre em linha com as estimativas, mas frustrou nas métricas mais sensíveis ao crescimento, com uma carteira de pedidos em nuvem e uma projeção de receita para 2026 abaixo do esperado pelo mercado.
“A SAP precisava entregar uma aceleração mais ampla para contrariar o pessimismo em torno do setor. Com a combinação de guidance fraco e revisão limitada, esperamos um desempenho inferior das ações”, afirmou Balajee Tirupati, analista do Citi.
Assim como outras empresas de software na Europa e em Wall Street, a SAP vem sendo pressionada pelos crescentes temores de disrupção provocada pela inteligência artificial, que têm levado investidores a reavaliar modelos de negócio, poder de precificação e perspectivas de crescimento de longo prazo.






















