Mercados em compasso de espera antes do PCE
Os mercados começam o dia em compasso de espera. O dado mais importante da semana, o Core PCE dos EUA, a métrica preferida da Fed para medir pressões inflacionárias, será publicado hoje ao início da tarde. O sentimento mantém-se construtivo. Os índices americanos continuam perto dos máximos históricos, apoiados pela convicção de que a Fed vai cortar a taxa de referência na reunião da próxima semana. O consenso aponta para uma leitura mensal moderada no PCE. Se o número vier em linha, os mercados deverão terminar a semana com uma nota positiva. Uma leitura mais baixa reforça a ideia de que a desinflação está de volta, o que reduz a pressão sobre as yields e favorece os ativos de risco. Por outro lado, um número acima do esperado reacende dúvidas sobre o ritmo de cortes, empurra yields para cima e pode levar a alguma realização de mais-valias nos setores mais sensíveis às taxas, como o tecnológico. Neste momento, os investidores querem apenas que a desinflação continue a fazer o seu caminho, para que não restem dúvidas sobre o corte de juros na próxima semana.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Índices do mercado
Corrida aos dividendos aquece o mercado e impulsiona o Ibovespa"Corrida aos dividendos aquece o mercado e impulsiona o Ibovespa"
📡 Radar de Proventos
💵 BDVD39 - Global X SuperDividend US ETF | BDR | Dividendo | Com: 02/12 | Pag: 16/12 | Bruto: R$0,190434 | Fech: R$47,63 | DY: 0,39%
💵 BSDV39 - Global X SuperDividend ETF | BDR | Dividendo | Com: 02/12 | Pag: 16/12 | Bruto: R$0,347312 | Fech: R$64,62 | DY: 0,53%
💵 BSRE39 - Global X SuperDividend REIT ETF | BDR | Dividendo | Com: 02/12 | Pag: 16/12 | Bruto: R$0,377203 | Fech: R$117,33 | DY: 0,32%
💵 C1IC34 - The Cigna Group | BDR | Dividendo | Com: 02/12 | Pag: 23/12 | Bruto: R$1,376313 | Fech: R$367,33 | DY: 0,37%
💵 F2NV34 - Franco-Nevada Corp | BDR | Dividendo | Com: 02/12 | Pag: 26/12 | Bruto: R$0,008238 | Fech: R$6,18 | DY: 0,13%
🏥 FLRY3 - Fleury S.A. | Ações | Dividendo/JCP | Com: 02/12 | Pag: 19/12 (JCP) | Bruto: até R$0,403658 | Fech: R$15,91 | DY: até 2,53%
🏢 SCAR3 - São Carlos Empreend. e Part. | Ações | Dividendo | Com: 02/12 | Pag: 11/12 | Bruto: R$7,100797 | Fech: R$27,33 | DY: 25,98% 🚀
🚚 TGMA3 - Tegma Gestão Logística | Ações | Dividendo | Com: 02/12 | Pag: 29/12 | Bruto: R$1,52 | Fech: R$39,39 | DY: 3,85%
🛢️ SLBG34 - Schlumberger Limited | BDR | Dividendo | Com: 02/12 | Pag: 15/01 | Bruto: R$0,733506 | Fech: R$98,09 | DY: 0,74%
🏦 ITUB3/ITUB4 - Itaú Unibanco | Ações | Dividendo/JCP | Com: 09/12 | Pag: 19/12 (Dividendo) | Bruto: R$1,868223 | Fech: R$37,97 / R$41,30 | DY: até 4,92%
⚙️ WEGE3 - WEG S.A. | Ações | Dividendo/JCP | Com: 03/12 | Pag: 12/12 | Bruto: até R$0,341700 | Fech: R$45,18 | DY: até 0,75%
🏭 UGPA3 - Ultrapar Participações | Ações | Dividendo | Com: 05/12 | Pag: 16/12 | Bruto: R$1,00 | Fech: R$21,59 | DY: 4,63%
🏋️ SMFT3 - SmartFit | Ações | JCP | Com: 05/12 | Pag: 13/01 | Bruto: R$0,841734 | Fech: R$25,91 | DY: 3,24%
💊 BLAU3 - Blau Farmacêutica | Ações | JCP | Com: 04/12 | Pag: 16/12 | Bruto: R$0,112561 | Fech: R$13,13 | DY: 0,85%
🥫 CAML3 - Camil Alimentos | Ações | Dividendo/JCP | Com: 04/12 | Pag: 12/12 | Bruto: até R$0,055706 | Fech: R$5,79 | DY: até 0,96%
💊 RADL3 - Raia Drogasil | Ações | Dividendo/JCP | Com: 05/12 | Pag: 29/12 (Dividendo) | Bruto: até R$0,084880 | Fech: R$23,46 | DY: até 0,36%
📌 Destaques:
SCAR3 com DY explosivo de 25,98%.
Itaú (ITUB3/4) e Ultrapar (UGPA3) com yields acima de 4%.
SmartFit (SMFT3) e Tegma (TGMA3) também chamam atenção com DY acima de 3%.
Resumo rápido: O Ibovespa (IBOV) está em alta neste início de dezembro porque muitas empresas estão antecipando a distribuição de dividendos antes da nova tributação que passa a valer em janeiro de 2026. Essa corrida aos dividendos impulsiona o mercado, já que investidores buscam aproveitar os pagamentos ainda isentos.
📈 Por que o IBOV está subindo?
Mudança no Imposto de Renda: A reforma sancionada prevê que, a partir de 1º de janeiro de 2026, dividendos acima de R$ 50 mil por mês terão alíquota de 10%.
Isenção até dezembro de 2025: Dividendos relativos a resultados apurados até 31 de dezembro de 2025 continuam isentos.
Corrida das empresas: Grandes companhias como Vale e Itaú anunciaram pagamentos extraordinários para aproveitar a janela de isenção.
Volume expressivo: Estima-se que os dividendos distribuídos neste fim de ano somem até R$ 85 bilhões.
⚖️ Impactos da tributação
Contribuintes de alta renda: Pessoas físicas com rendimentos mensais acima de R$ 50 mil passam a pagar imposto sobre dividendos.
Investidores estrangeiros: Também terão retenção de 10% sobre valores distribuídos.
Transição até 2028: Há regras adicionais que ajustam a tributação progressivamente, afetando inclusive empresas do Simples.
🔎 Reflexos no mercado
Valorização do IBOV: A antecipação de dividendos aumenta a atratividade das ações, elevando a demanda e puxando o índice.
Liquidez maior: Com mais investidores buscando dividendos, há maior movimentação no mercado.
Efeito temporário: Esse impulso pode ser concentrado em dezembro, já que em janeiro a tributação começa a reduzir o apelo dos dividendos.
👉 Em outras palavras, o rali do IBOV neste mês é um movimento de ajuste estratégico das empresas e investidores diante da nova regra tributária.
📊 Setores em destaque
Financeiro (bancos):
Banco do Brasil (BBAS3), Itaú (ITUB3/ITSA4) e Bradesco (BBDC3/4) estão distribuindo JCP e dividendos extraordinários.
Esse setor é tradicionalmente o maior pagador de proventos e responde por boa parte da liquidez do índice.
Energia elétrica:
Empresas como CEEB, CEBR e outras distribuidoras regionais estão com dividend yields elevados, alguns acima de 10%.
O setor elétrico é conhecido pela previsibilidade e forte geração de caixa, o que favorece dividendos robustos.
Mineração e siderurgia:
Vale (VALE3) e Gerdau (GGBR4/GOAU4) anunciaram pagamentos relevantes.
A alta dos preços de minério e aço em 2025 fortaleceu os resultados e permitiu antecipar dividendos.
Telecomunicações:
Vivo (VIVT3) aparece na agenda com distribuição de proventos.
O setor busca manter atratividade em meio à competição e investimentos em 5G.
Indústria e saúde:
Weg (WEGE3), referência em bens de capital, e Fleury (FLRY3), do setor de saúde, também figuram entre os pagadores.
Mostram que a corrida não se limita a setores tradicionais, mas se espalha por diferentes segmentos.
'IBOVESPA- IBOV-"Rali de Natal queimou a largada? "'IBOVESPA- IBOV -QUEREMOS UM DEZEMBRO IGUAL AO NOVEMBRO "
"Será que o Rali de Natal queimou a largada?"
🔹 Maiores altas do Ibovespa (27/11/2025)
🚀 CVCB3 (CVC Corp): +6,86%
🛒 PCAR3 (Grupo Pão de Açúcar): +3,24%
🏦 IRBR3 (IRB Brasil): +2,94%
👗 LREN3 (Lojas Renner): +2,78%
⚡ RAIZ4 (Raízen): +2,47%
⛽ VBBR3 (Vibra Energia): +2,04%
💊 HYPE3 (Hypera Pharma): +1,58%
🔹 Maiores altas em novembro/2025
🛍️ MGLU3 (Magazine Luiza): +23,26%
🏗️ MRVE3 (MRV): +20%
💊 RADL3 (Raia Drogasil): +18%
🚚 VAMO3 (Vamos): +17%
🏠 CYRE3 (Cyrela): +16%
📈 B3SA3 (B3): +15%
⚡ VBBR3 (Vibra Energia): +15%
📉 Maiores quedas em novembro: HAPV3, EGIE3, BEEF3, RECV3, RAIZ4 (todas acima de -10%).
🔹 Caminho para dezembro e janeiro
🎄 Dezembro: expectativa de “rali de fim de ano”, fluxo estrangeiro e otimismo sazonal.
📊 Prévia da carteira Ibovespa: dias 1, 15 e 30 de dezembro.
🗓️ Janeiro: nova carteira oficial entra em vigor em 5 de janeiro de 2026.
🌍 Fluxo estrangeiro: tradicionalmente forte em janeiro, com ajustes globais de portfólio.
💵 Agenda econômica: inflação e juros no Brasil e EUA serão os principais direcionadores.
🔹 Desempenho do Ibovespa nos últimos 6 meses (junho a novembro/2025)
📈 Junho: +1,33%
📉 Julho: -4,17%
📈 Agosto: +6,28%
📈 Setembro: +3,40%
📈 Outubro: +2,26%
🚀 Novembro: +6,37%
➡️ Acumulado no ano até novembro: +32%
📊 Conclusão
O Ibovespa viveu um rali consistente em 2025, com destaque para varejo, construção civil e consumo doméstico.
Novembro foi o melhor mês em 15 meses, consolidando o índice em recorde histórico.
Dezembro deve manter o viés positivo, mas os investidores já estão posicionando suas carteiras para janeiro, quando entra em vigor a nova composição do índice.
Dezembro 2025 – Janeiro 2026
🔹 Dezembro 2025
📊 1º de dezembro → Primeira prévia da nova carteira teórica do Ibovespa.
🎄 Início de dezembro → Expectativa de “rali de Natal”, com fluxo estrangeiro e otimismo sazonal.
📊 15 de dezembro → Segunda prévia da carteira do Ibovespa.
🏦 Meados de dezembro → Reunião do Copom (Banco Central) sobre a Selic, foco dos investidores.
📊 30 de dezembro → Terceira e última prévia da carteira do Ibovespa.
🎉 Fim de dezembro → Encerramento do ano com possível rali de fim de ano e ajustes de portfólio.
🔹 Janeiro 2026
📊 5 de janeiro → Entrada em vigor da nova carteira oficial do Ibovespa.
🌍 Início de janeiro → Forte fluxo estrangeiro tradicional, com gestores internacionais ajustando portfólios.
🏦 Meados de janeiro → Divulgação de dados de inflação e atividade econômica no Brasil e EUA.
📈 Janeiro inteiro → Ajustes de posições e reequilíbrio de carteiras, com impacto direto nos setores mais pesados do índice.
📊 Conclusão
Dezembro deve ser marcado por otimismo sazonal e prévias da carteira, trazendo volatilidade.
Janeiro será o mês da nova composição oficial do Ibovespa, além de forte entrada de capital estrangeiro e dados econômicos que podem redefinir expectativas para o trimestre.
📊 Setores mais relevantes na nova carteira do Ibovespa (jan/2026)
🔹 Bancos e Financeiro
🏦 Itaú (ITUB4), Bradesco (BBDC3/BBDC4) e Banco do Brasil (BBAS3) continuam entre os maiores pesos.
O setor financeiro segue como pilar do índice, representando grande parte da liquidez da bolsa.
🔹 Commodities
⛏️ Vale (VALE3) mantém posição de destaque, sendo uma das ações mais pesadas do índice.
🛢️ Petrobras (PETR3/PETR4) também segue com peso elevado, refletindo a importância do setor de energia.
🔹 Consumo e Varejo
🛍️ Magazine Luiza (MGLU3) e Lojas Renner (LREN3) ganharam relevância após fortes altas em novembro.
💊 Raia Drogasil (RADL3) deve manter espaço importante, impulsionada pelo setor de saúde e consumo recorrente.
🔹 Construção e Imobiliário
🏗️ MRV (MRVE3) e Cyrela (CYRE3) devem consolidar maior participação, favorecidas pela expectativa de queda de juros.
🔹 Energia e Saneamento
⚡ Vibra Energia (VBBR3) segue com peso relevante.
🚰 Copasa (CSMG3) é apontada por analistas como provável nova entrada na carteira.
📈 Peso dos “gigantes”
Segundo a última composição, cinco papéis juntos (Vale, Petrobras, Itaú, Bradesco e Banco do Brasil) acumulam quase 35% do índice. Isso significa que, mesmo com novas inclusões, os grandes bancos e commodities continuarão ditando o ritmo do Ibovespa.
🔎 Conclusão
Bancos e commodities seguem dominando o índice.
Consumo e construção civil devem ganhar espaço em 2026, refletindo expectativas de juros menores.
A possível entrada da Copasa (CSMG3) reforça a diversificação setorial, trazendo saneamento para o radar dos investidores.
Morning Call - 27/11/2025 - Cautela com FeriadoAgenda de Indicadores:
USA – Feriado de Dia de Ação de Graças
9:30 – UE – BCE divulga Ata da Última Reunião de Política Monetária
14:30 – BRA – Novos Empregos - Caged
14:30 – BRA – Relatório Mensal da Dívida Pública (Coletiva de Imprensa às 15h)
Agenda de Autoridades:
15:00 – BRA – Gabriel Galípolo, presidente do Bacen, palestra no evento Perspectivas 2026, promovido pela Itaú Asset Management, em São Paulo.
15:00 – BRA – Coletiva de Imprensa do Tesouro sobre o Relatório Mensal da Dívida Pública
Brasil
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Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLZ2025
Emprego: A expectativa para o Caged de outubro é de criação de 120 mil vagas, indicando desaceleração frente ao resultado robusto de 213 mil empregos registrados em setembro. O mercado de trabalho aquecido tem sido reiteradamente apontado pelo Banco Central como fator de pressão inflacionária, especialmente sobre os serviços, e um dos elementos que dificulta a convergência da inflação. A taxa de desemprego — que será divulgada amanhã pela Pnad Contínua — permanece em mínimas históricas.
Nesse contexto, é provável que o mercado eleve as apostas de corte da Selic em janeiro, enquanto o diretor Galípolo poderá dar novos sinais durante palestra no Itaú Asset Management, às 15h.
Petrobras: O conselho da estatal deve analisar hoje o Novo Plano de Negócios 2026-2030, cuja apresentação oficial está marcada para sexta-feira, às 16h30. A expectativa é de que o plano traga previsão de US$ 106 bilhões em investimentos, abaixo dos US$ 111 bilhões projetados para o ciclo anterior (2025-2029).
Moody’s: A agência de classificação de risco manteve o rating soberano do Brasil em Ba1, com perspectiva estável. Para a Moody’s, o país se beneficia de uma economia grande, diversificada e relativamente protegida de choques externos, mas enfrenta desafios importantes, como elevado custo da dívida, rigidez orçamentária e forte pressão dos gastos públicos. A agência sinalizou que uma elevação da nota poderia ocorrer caso o país avançasse em reformas estruturais mais profundas, incluindo mudanças no modelo de indexação de benefícios ao salário mínimo, redução de vinculações orçamentárias e novos ajustes na Previdência.
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — operam próximos da estabilidade nesta quinta-feira, em um pregão de baixa liquidez por conta do feriado de Ação de Graças, que mantém Wall Street fechada hoje e com horário reduzido amanhã.
Na sessão anterior, os índices avançaram levemente, sustentados pelo aumento das apostas em um corte de juros pelo Federal Reserve na reunião de dezembro, o que também manteve o dólar um pouco mais fraco frente às principais moedas globais.
No setor de tecnologia, os traders continuam a demonstrar apetite por risco, deixando de lado — ao menos por enquanto — as preocupações com uma possível bolha de inteligência artificial que havia pressionado os mercados no início de novembro.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam sem direção definida nesta quinta-feira, em um pregão marcado por baixa liquidez, reflexo do feriado nos Estados Unidos e da ausência dos mercados americanos.
Orçamento do Reino Unido:
O Orçamento apresentado ontem pela ministra das Finanças, Rachel Reeves, trouxe um pacote de aumentos de impostos que afetará trabalhadores, poupadores para aposentadoria e investidores. A medida deve gerar um impacto fiscal acumulado de quase £22 bilhões (US$ 28,9 bilhões) ao longo de cinco anos.
A reação nos mercados foi, em grande parte, favorável. Os gilts de 30 anos — título mais sensível a preocupações fiscais de longo prazo — registraram queda de 10,5 pontos-base, para 5,21%, a maior retração diária desde abril.
Comentário de Fiona Cincotta, da City Index: “O que realmente está mexendo com o mercado é o aumento significativo da reserva fiscal pela ministra. Ela praticamente dobrou esse colchão, e isso está sendo absorvido de forma bastante positiva, ajudando a acalmar o mercado de títulos.”
No mercado acionário, a reação também foi construtiva, enquanto no câmbio a libra se fortaleceu diante do dólar, refletindo maior confiança na condução fiscal do governo.
Ásia/Pacífico
Os mercados asiáticos encerraram a sessão desta quinta-feira em alta, acompanhando o avanço das expectativas de que o Federal Reserve possa cortar os juros já na reunião de dezembro.
O Nikkei TVC:NI225 liderou os ganhos na região, subindo 1,2%, impulsionado por ações de tecnologia — com destaque para o SoftBank, que avançou 3,6%. Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI ganhou 0,7%, mesmo após o Banco Central manter a taxa básica de juros em 2,5%, conforme previsto pelo mercado.
Na China, os principais índices — Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Hang Seng HSI:HSI — fecharam em alta moderada, refletindo um ambiente externo mais favorável ao risco. Em Taiwan, o índice das 50 maiores empresas avançou 0,8%, enquanto na Austrália o ASX ASX:XJO registrou leve ganho de 0,1%.
Morning Call - 26/11/2025 - Pré-Feriado AmericanoAgenda de Indicadores:
9:00 – BRA – IPCA-15
10:30 – USA – Pedidos por Seguro-Desemprego
10:30 – USA – Pedidos de Bens Duráveis
12:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto da EIA
14:30 – BRA – Fluxo Cambial Estrangeiros
15:00 – USA – Leilão de T-Note de 7 anos
16:00 – USA – Livro Bege
Brasil
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Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLZ2025
Fiscal: O Senado aprovou por unanimidade o PLP que regulamenta a aposentadoria especial dos agentes comunitários de saúde e dos agentes de combate às endemias, com 57 votos favoráveis, nenhum contrário e duas abstenções. O projeto prevê aposentadoria integral e paridade com os servidores da ativa nos reajustes, além de permitir a concessão do benefício a partir de 52 anos para homens e 50 anos para mulheres, desde que cumpridos 20 anos na função — ou 15 anos na função mais 10 anos de contribuição em outro cargo.
A proposta, que agora segue para a Câmara, é classificada como uma pauta-bomba pelo impacto fiscal projetado. Estimativas apontam:
Previdência: custo de R$ 24,72 bilhões em dez anos;
Confederação Nacional de Municípios: impacto de R$ 103 bilhões para as prefeituras;
Projeções internas do governo indicam impacto acima de R$ 40 bilhões no período.
O Ministério da Fazenda ainda não divulgou número oficial, mas o secretário-executivo, Dario Durigan, já havia alertado que, em caso de aprovação, o governo seria “obrigado” a vetar o projeto e, se o veto fosse derrubado, poderia levar a discussão ao STF.
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — avançam nesta quarta-feira, estendendo o movimento positivo da sessão anterior e em ritmo reduzido antes do feriado de Ação de Graças, que manterá os mercados americanos fechados amanhã e operando em meio expediente na sexta-feira.
O otimismo em Wall Street reflete a crescente convicção de que o Federal Reserve deverá cortar a taxa de juros em dezembro. Indicadores recentes reforçaram esse cenário: as vendas no varejo cresceram abaixo do previsto e a confiança do consumidor voltou a enfraquecer, sugerindo uma economia perdendo tração.
No mercado de juros, os contratos futuros de Fed Funds embutem uma probabilidade implícita de 80,7% para um corte de 25 pontos-base na reunião de 10 de dezembro.
No campo político, a Bloomberg informou ontem que Kevin Hassett, diretor do Conselho Econômico Nacional da Casa Branca, desponta como favorito para assumir a presidência do Fed. O mercado vê Hassett como um nome mais alinhado à visão do presidente Donald Trump, que defende um ambiente de juros estruturalmente mais baixos. Em linha com isso, o secretário do Tesouro, Scott Bessent, afirmou ontem que existe uma “chance muito boa” de Trump anunciar o novo presidente do Fed antes do Natal.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — avançam nesta quarta-feira, amparadas pelo aumento das expectativas de cortes de juros nos EUA e por sinais de progresso nas negociações de paz na Ucrânia. Os investidores também permanecem atentos ao anúncio do novo orçamento do Reino Unido, previsto para hoje.
A ministra das Finanças britânica, Rachel Reeves, deve apresentar uma nova rodada de aumentos de impostos, em uma tentativa de reforçar a credibilidade fiscal do país em meio à deterioração das projeções econômicas.
Comentário de Matthew Ryan, da Ebury: “Alguns aumentos de impostos já estão amplamente precificados. O ponto central para os mercados agora é saber se essas medidas serão suficientes para garantir sustentabilidade fiscal sem comprometer ainda mais o crescimento econômico.”
No front geopolítico, o sentimento também melhorou após o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, indicar disposição para avançar com uma estrutura de paz apoiada pelos Estados Unidos. Ainda assim, parte da incerteza persiste, já que Donald Trump retirou o prazo inicialmente estabelecido para a conclusão de um acordo, o que manteve algum suporte aos preços do petróleo e às ações do setor de defesa europeu.
Entre os destaques corporativos, as ações da Novo Nordisk subiram 1,1% depois que o Medicare dos EUA anunciou que os preços renegociados para 15 de seus medicamentos mais caros devem gerar uma economia de 36% em relação aos gastos anuais recentes.
Ásia/Pacífico
Os mercados asiáticos avançaram nesta quarta-feira, sustentados pelo aumento das expectativas de que o Federal Reserve possa cortar juros já no próximo mês. No acumulado do ano, as bolsas da região apresentam fortes ganhos, beneficiadas pelo crescimento econômico, pela flexibilização monetária e pelo renovado apetite global por risco — especialmente por empresas ligadas à inteligência artificial.
O destaque da sessão foi o Kospi TVC:KOSPI , da Coreia do Sul, que subiu 2,7% e acumula valorização superior a 65% em 2025. Apesar disso, o won sul-coreano figura entre as moedas de pior desempenho contra o dólar no ano, tendo tocado a mínima em mais de sete meses nesta semana. Em resposta à volatilidade, o ministro das Finanças prometeu medidas “rigorosas” para conter movimentos especulativos e comportamento de manada no câmbio. Na quinta-feira, o Banco da Coreia deve manter a taxa básica em 2,50%, diante da pressão no mercado imobiliário e da instabilidade da moeda.
No Japão, o Nikkei TVC:NI225 avançou 1,8%, apoiado por setores de utilidades públicas, imobiliário e financeiro. O SoftBank subiu 5,6%, liderando os ganhos. No câmbio, o iene manteve-se estável em ¥156 por dólar, enquanto no mercado de juros os rendimentos de curto prazo alcançaram níveis vistos pela última vez em 2008, refletindo apostas crescentes de que o Banco do Japão pode cortar juros já no próximo mês — especulação reforçada após a reunião da primeira-ministra Sanae Takaichi com o presidente do BoJ, Kazuo Ueda.
Na Nova Zelândia, o banco central reduziu a taxa básica em 25 pontos-base, para 2,25%, como esperado. Apesar do corte, o tom mais moderado do comunicado impulsionou o dólar neozelandês, que saltou 1,3% frente ao dólar americano.
Na China, os principais índices — Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Hang Seng HSI:HSI — encerraram em alta moderada. O Grupo Alibaba recuou 1,27% após divulgar queda de 78% no Ebitda ajustado, puxada pelo segmento de comércio instantâneo, embora a receita total tenha superado as projeções.
Na Austrália, o ASX ASX:XJO subiu 0,8%, mesmo após o CPI de outubro ter acelerado acima do previsto, reacendendo a possibilidade de encerramento do ciclo de cortes de juros no país.
Futuros sobem apesar da hesitação com a Nvidia
Os principais índices americanos seguem em alta na manhã desta quarta-feira. Os futuros do S&P 500 e do Nasdaq sobem 0.22% e 0.34%, respetivamente. Os investidores estão a atribuir uma maior probabilidade a um corte de juros da Fed já em dezembro, após várias intervenções de alguns membros do Fed, o que tem alimentado o apetite pelo risco. Em contrapartida, a Nvidia ontem caiu 2.59%, após a notícia de que a Meta poderá optar por chips da Google para os seus centros de dados. As reações voláteis do mercado aos desenvolvimentos recentes reforçam o nervosismo dos investidores em relação à sustentabilidade do rali nas tecnológicas e evidenciam a crescente dependência do desempenho dos índices americanos em relação à Nvidia.
Henrique Valente – Analista, ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Morning Call - 25/11/2025 - Dia de Indicadores EconômicosAgenda de Indicadores:
10:15 – USA – Variação Semanal de Empregos Privados ADP
10:30 – USA – IPP
10:30 – USA – Vendas no Varejo
12:00 – USA – Confiança do Consumidor CB
14:00 – USA – PIB do Fed de Atlanta
15:00 – USA – Leilão de T-Note de 5 anos
18:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal API
Agenda de Autoridades:
10:00 – BRA – Gabriel Galípolo, presidente do Bacen, participa de audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal, em Brasília.
Brasil
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Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLZ2025
Fiscal: O Senado pode votar a qualquer momento o projeto que concede aposentadoria especial a agentes de saúde, medida que pode gerar um impacto de até R$ 21 bilhões nas contas públicas. A proposta, vista como uma pauta-bomba pelo governo, surge em meio à reação do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, à indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal.
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — operam em leve baixa nesta terça-feira, após o forte desempenho do Nasdaq ACTIVTRADES:USATEC na véspera, quando o índice saltou 2,7% impulsionado por Google, Broadcom, Palantir e Tesla. As expectativas de corte de juros pelo Fed também seguem no centro das atenções.
A Alphabet, controladora do Google NASDAQ:GOOGL , subiu mais de 6% ontem e se aproximou de uma avaliação de US$ 4 trilhões. Segundo reportagem do The Information, a Meta estaria negociando com o Google para utilizar seus chips de IA em data centers a partir de 2027 e para alugar capacidade já no próximo ano. A divulgação recente do Gemini 3, nova versão do modelo de IA da empresa e bem recebida pelos usuários, reforçou o otimismo, beneficiando todo o setor tecnológico.
No mercado de crédito, cresce a percepção de que o Fed está mais próximo de um novo corte de 25 pontos-base. Christopher Waller, do Fed, afirmou que os dados recentes mostram um mercado de trabalho suficientemente fraco para justificar mais flexibilização. Mary Daly, presidente do Fed de São Francisco, reforçou que prefere agir logo para evitar um enfraquecimento abrupto no emprego. As declarações seguem o tom de John Williams, do Fed de Nova York, que sugeriu na sexta-feira que um corte em dezembro é uma possibilidade real.
Na CME, as apostas de um corte de juros em dezembro saltaram para aproximadamente 81%, ante 42% há apenas uma semana. O Goldman Sachs projeta um corte este mês e mais dois em março e junho de 2026, o que levaria a taxa para a faixa de 3,00% a 3,25%.
Ao longo do dia, os traders acompanharão a divulgação de dados atrasados — vendas no varejo, inflação ao produtor, preços de imóveis e confiança do consumidor. No entanto, esses indicadores podem ter impacto limitado nas expectativas para a decisão do Fed no próximo mês, dado o atraso na coleta causado pelo shutdown.
Os mercados de ações e títulos dos EUA estarão fechados na quinta-feira devido ao feriado de Ação de Graças e funcionarão em horário reduzido na sexta-feira.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — apresentam um desempenho fraco nesta terça-feira, em meio à cautela dos traders antes da divulgação dos dados econômicos dos Estados Unidos, apesar do avanço das apostas em cortes de juros na maior economia do mundo.
No front geopolítico, líderes da União Europeia se reuniram ontem para discutir o plano de paz de 28 pontos inicialmente formulado por autoridades americanas e russas, sem participação da Ucrânia ou de outros países europeus. Em resposta, Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, reforçou o apoio inequívoco a Kiev, afirmando que 'somente a Ucrânia pode decidir sobre suas forças armadas'. O setor de defesa europeu reage com alta nesta terça-feira, após acumular perdas superiores a 5% nos últimos dias.
No Reino Unido, os mercados seguem em compasso de espera pelo Orçamento de Outono, que será apresentado amanhã. A expectativa é de que o governo anuncie uma série de aumentos de impostos, elevando o nível de incerteza para os investidores.
Ásia/Pacífico
Os mercados asiáticos encerraram em alta nesta terça-feira, impulsionados pelo aumento das apostas em um corte de juros pelo Fed e pelo otimismo com o setor global de tecnologia.
Na China, os índices Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Hang Seng HSI:HSI avançaram até 1,5%, após uma conversa telefônica considerada positiva entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente Xi Jinping. Trump deverá visitar Pequim em abril, a convite do governo chinês, movimento visto como um passo para distensionar a relação bilateral.
No Japão, o retorno após o feriado trouxe desempenho irregular entre as ações, resultando em um fechamento praticamente estável do Nikkei $TVC:NI225. Durante a madrugada, Trump também conversou por telefone com a primeira-ministra Sanae Takaichi, em tentativa de reduzir as tensões diplomáticas entre Japão e China. A relação entre os dois países se deteriorou depois que Takaichi afirmou, no início de novembro, que um ataque chinês a Taiwan poderia provocar uma resposta militar japonesa.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI subiu 0,3%, sustentado pelo desempenho das empresas de tecnologia. Já na Austrália, o ASX ASX:XJO registrou alta mais modesta, de 0,1%.
Comentário Técnico Semanal 24/11/25Todo final de semana observo o fechamento de alguns ativos: Nasdaq, S&P , US10y , DX , IBOV, USDBRL e Commodities, para verificar que fato técnicos ocorreram e também para saber o que preciso observar na próxima semana.
Grande Abraço
Leo
*Não é recomendação de investimento.
“DXY no Limite: Reação na LTA e o Teste Decisivo da LTB”DXY respeita novamente a LTA de longo prazo e reage na região de suporte dinâmico.
Agora o índice volta a mirar a LTB, onde deve enfrentar nova pressão vendedora.
A questão principal neste momento é: haverá rompimento?
• Rompendo a LTB, o dólar ganha espaço para retomar força global.
• Perdendo a LTA, abre-se espaço para uma correção mais profunda.
E sobre estar “caro ou barato”?
O dólar não é caro nem barato — é estratégico.
Ele só parece caro para quem não possui exposição.
O investidor consciente entende que exposição cambial não é aposta:
é proteção, diversificação e visão de longo prazo.
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Índice S&P 500-A PERGUNTA É: vai continuar caindo?Resposta direta: Apesar da queda recente do S&P 500, a maioria das previsões de grandes bancos e analistas aponta para uma tendência de alta em 2026, com metas entre 7.700 e 7.800 pontos, sugerindo que a correção atual pode ser temporária.
🔎 Situação atual
O índice fechou em 6.538 pontos, queda de −1,56% no último pregão.
Foi o 4º dia consecutivo de perdas, pressionado por preocupações com valuations e resultados corporativos.
A volatilidade aumentou, refletindo cautela dos investidores antes de balanços importantes (como Nvidia e Walmart).
📊 Projeções de mercado
UBS: espera que o S&P 500 chegue a 7.700 pontos em 2026, apoiado por crescimento de lucros e impacto da inteligência artificial.
Morgan Stanley: elevou sua meta para 7.800 pontos em 12 meses, indicando início de um novo ciclo de alta após três anos de recessão cíclica.
Traders Union: prevê oscilações de curto prazo, mas com recuperação gradual ao longo de 2026, chegando perto de **7.800 pontos em novembro do próximo ano.
⚖️ Interpretação
Curto prazo: o índice pode continuar pressionado por resultados corporativos e ajustes de valuations, mantendo risco de novas quedas.
Médio e longo prazo: projeções de bancos e casas de análise sugerem retomada da alta, sustentada por lucros fortes e expansão em setores como tecnologia e saúde.
Indicadores técnicos: se o SPX permanecer abaixo da SMA 200, o viés de baixa continua; mas cruzamentos positivos da EMA 9 podem sinalizar retomada.
👉 Em resumo: há risco de queda no curto prazo, mas o consenso dos analistas é que o S&P 500 deve retomar a tendência de alta em 2026, com metas próximas de 7.700–7.800 pontos.
📊 Desempenho real do SPX
Valor atual: 6.538 pontos, queda de −1,56% no último pregão.
Nos últimos meses:
1 mês: −2,94%
3 meses: +3,85%
6 meses: +11,81%
12 meses: +12,25%
🏦 Previsões dos bancos e analistas
UBS: prevê 6.600 pontos até o final de 2025, com alta moderada, mas alerta para volatilidade.
Morgan Stanley: mais otimista, projeta 7.800 pontos em 12 meses, indicando início de um novo ciclo de alta.
Traders Union: prevê recuperação gradual em 2026, chegando a 7.782 pontos em novembro de 2026.
⚖️ Comparação
Curto prazo (2025):
O SPX está em torno de 6.500–6.600 pontos, alinhado com a projeção mais conservadora do UBS.
A queda recente mostra que o mercado ainda enfrenta correções e volatilidade.
Médio prazo (2026):
As previsões de Morgan Stanley e Traders Union são mais otimistas, apontando para 7.700–7.800 pontos.
Isso representa uma alta de cerca de +18% a +20% em relação ao nível atual.
6.500 📉 SPX atual
6.600 🏦 UBS (2025)
7.700 🚀 Morgan Stanley (12 meses)
7.782 📈 Traders Union (2026)
📌 Conclusão
Alinhamento atual: o desempenho real está próximo da projeção do UBS (mais conservadora).
Expectativa futura: se o mercado retomar força, pode se aproximar das metas mais otimistas de Morgan Stanley e Traders Union.
Em resumo: curto prazo ainda pressionado, mas longo prazo com consenso de alta.
Morning Call - 21/11/2025 - Realização ou Queda Forte?Agenda de Indicadores:
USA – Vencimento Mensal de Opções sobre Ações e Índices
10:30 – USA – Rendimento Real
11:45 – USA – PMIs da S&P Global (Prévia)
12:00 – USA – Uni. Michigan: Expectativa de Inflação de 1 e 5 anos
12:00 – USA – Uni. Michigan: Confiança do Consumidor
Brasil
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Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLZ2025
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — estendem a forte correção registrada na véspera. O relatório de empregos dos EUA frustrou expectativas ao não oferecer sinais claros sobre a trajetória de curto prazo da política monetária, levando traders a reduzirem exposição a risco, mesmo após os números sólidos da Nvidia.
A sessão de ontem foi marcada por intensa volatilidade. Wall Street abriu em rali, impulsionada pelo balanço da Nvidia e pelos dados de emprego. Mas o entusiasmo evaporou rapidamente: a Nvidia virou de +5% para -3%, arrastando o setor de semicondutores e desencadeando um forte movimento de risk-off. O Nasdaq fechou em -2% após ter subido 2,6% na máxima, enquanto o VIX disparou acima de 27 pontos, refletindo a escalada na demanda por proteção.
O vencimento de opções também contribuiu para a turbulência. Hoje expiram cerca de US$ 3,1 trilhões em opções — incluindo US$ 1,7 trilhão em contratos ligados ao S&P 500 e US$ 725 bilhões em opções de ações individuais — o que tende a amplificar movimentos de curto prazo.
Nos EUA, o relatório de empregos mostrou a criação de 119 mil vagas em setembro, acima do esperado. Porém, a taxa de desemprego subiu para 4,3% e os dados anteriores foram revisados para baixo, deixando um quadro misto para o Federal Reserve, que decidirá a taxa de juros no próximo mês. O próximo Payroll será divulgado apenas em 16 de dezembro, após a reunião do Fed marcada para 10/12. Na CME, as apostas voltaram a apontar 67% de probabilidade de corte, após terem recuado para 58% ontem.
No campo discursivo, membros do Fed reforçaram o tom cauteloso. Beth Hammack, presidente do Fed de Cleveland, alertou que cortes adicionais agora poderiam gerar riscos relevantes para a economia. Já a governadora Lisa Cook afirmou ver possibilidade de quedas acentuadas nos preços dos ativos, caso as condições financeiras afrouxem antes da hora.
Europa
Os principais índices de ações à vista da Europa operam em baixa de até 1,5%, enquanto os futuros exibem movimentos mistos devido às diferenças nos horários de negociação — ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:ITA40 e $ACTIVTRADES:SWI20.
Nos mercados globais, o sentimento segue pressionado pelas preocupações com as avaliações elevadas das empresas de tecnologia e pelo temor de um Federal Reserve mais firme, fatores que mantêm os investidores avessos ao risco. Além disso, as ações do setor de defesa europeu recuam após sinais de possível avanço diplomático para encerrar a guerra entre Rússia e Ucrânia.
Os traders também monitoram atentamente os desdobramentos de um novo plano discutido pelos EUA para encerrar o conflito, que incluiria a redução das forças armadas da Ucrânia e concessões territoriais significativas. O índice europeu de defesa recua cerca de 3%, estendendo o movimento iniciado em outubro.
O índice EuroStoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 caminha para uma queda semanal próxima de 3%, o pior desempenho desde o anúncio das tarifas americanas no início de abril.
Ásia/Pacífico
A onda de cautela que tomou conta de Wall Street na quinta-feira se espalhou para os mercados asiáticos nesta sexta, depois de o tão esperado relatório de empregos dos EUA falhar em oferecer sinais claros sobre o rumo da política monetária no curto prazo. Mesmo após os resultados robustos da Nvidia, traders seguiram reduzindo exposição a ativos de risco.
O clima negativo foi mais intenso na Coreia do Sul, onde o Kospi TVC:KOSPI desabou 3,8%. Em Taiwan, o índice TWSE FTSE:TW50 recuou 3,4%, enquanto o ASX ASX:XJO australiano caiu 1,6%. A China acompanhou o mau humor regional, com Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Hang Seng HSI:HSI acumulando quedas próximas de 2,4%. No Japão, o Nikkei TVC:NI225 caiu 2,4%, mesmo após o anúncio de um pacote fiscal maciço pelo governo.
Japão anuncia pacote de estímulos:
O grande destaque da madrugada foi a aprovação de um pacote de estímulos de US$ 135 bilhões, a primeira grande iniciativa econômica da primeira-ministra Sanae Takaichi. As preocupações com a crescente expansão fiscal têm pressionado o iene japonês, que opera na mínima histórica frente ao euro e no menor nível em 10 meses contra o dólar. Esse movimento mantém viva a possibilidade de uma nova intervenção no câmbio.
Houve, porém, algum alívio no mercado de câmbio e renda fixa, após Takaichi afirmar que a emissão total de títulos do governo (JGBs) será menor que a do ano passado, o que ajudou a derrubar os rendimentos em toda a curva.
Ao mesmo tempo, indicadores mantêm a pressão sobre o Banco do Japão. A inflação ao consumidor subiu 3% em outubro na comparação anual, reforçando as apostas de que o BoJ pode elevar os juros já em janeiro. O governador Kazuo Ueda disse que a instituição discutirá “a viabilidade e o momento” de um aperto monetário nas próximas reuniões.
Comentário de Min Joo Kang do ING: "Se o iene japonês permanecer fraco e os dados futuros confirmarem tanto a recuperação econômica quanto o aumento da inflação, acreditamos que o Banco do Japão agirá, baseando sua decisão em dados e mantendo a independência da influência política."
“Linha do Tempo da Volatilidade: O Papel do VIX”🕰️ “Linha do Tempo da Volatilidade: O Papel do VIX”
📊 Tema principal: Índice de Volatilidade S&P 500 (VIX).
🔢 Valor atual: 27,71 pontos, com alta de +5,11%.
⏱️ Intervalos de tempo disponíveis: 30 minutos, diário (1D), semanal (S), mensal (M).
📈 Indicadores técnicos exibidos:
EMA 9 (média móvel exponencial de 9 períodos, fechamento).
SMA 200 (média móvel simples de 200 períodos, fechamento).
💹 Painel de negociação: mostra opções de compra e venda no nível atual (27,71).
O VIX é conhecido como “Índice do Medo” porque reflete a expectativa de volatilidade futura do mercado de ações. Quando ele sobe, significa que os investidores estão mais inseguros e o risco percebido aumenta; quando cai, indica maior confiança e estabilidade.
🔎 Como interpretar o movimento do VIX em relação ao mercado de ações
O que o VIX mede: Ele não mostra a volatilidade passada, mas sim a expectativa futura de oscilações no S&P 500 para os próximos 30 dias.
Alta do VIX (como agora, +5,11%):
Indica maior incerteza e medo dos investidores.
Geralmente está associado a quedas ou instabilidade no mercado de ações, pois os investidores buscam proteção contra riscos.
Pode sinalizar que os investidores estão comprando opções de venda (puts) para se proteger de possíveis quedas.
Queda do VIX:
Reflete confiança e menor percepção de risco.
Normalmente acompanha períodos de alta ou estabilidade nos mercados.
Uso prático para investidores:
Serve como um termômetro de risco: traders e gestores usam o VIX para ajustar estratégias de hedge e decidir se devem reduzir ou aumentar exposição em ações.
É útil para identificar momentos de pânico ou euforia no mercado.
Pode ser integrado em estratégias de diversificação e proteção de portfólio.
O movimento atual do VIX (27,71 pontos, em alta) sugere que os investidores estão mais preocupados com a volatilidade futura do mercado. Isso costuma indicar pressão negativa sobre os preços das ações e maior busca por proteção.
Aqui vai uma lista com emojis para facilitar a leitura sobre como interpretar os movimentos do VIX em relação ao mercado de ações:
📈 Alta do VIX → sinal de medo e incerteza; investidores esperam maior volatilidade e possíveis quedas nas ações.
🛡️ Busca por proteção → aumento na compra de opções de venda (puts) para se proteger contra riscos.
📉 Queda do VIX → indica confiança e estabilidade; geralmente acompanha períodos de alta ou tranquilidade no mercado.
🔔 Níveis elevados do VIX → podem sinalizar momentos de pânico ou estresse financeiro, servindo como alerta para gestores e traders.
🧭 Uso prático → funciona como termômetro de risco, ajudando na decisão de reduzir ou aumentar exposição em ações.
⚖️ Diversificação → o VIX é usado em estratégias de hedge para equilibrar portfólios em tempos de incerteza.
👉 Em resumo: quanto mais alto o VIX, maior o medo; quanto mais baixo, maior a confiança.
Aqui está uma lista clara com emojis mostrando as faixas típicas do VIX e o que cada uma costuma indicar para o mercado de ações:
🟢 VIX abaixo de 15 (baixo) → mercado confiante, baixa percepção de risco, geralmente associado a períodos de alta estável nas ações.
🟡 VIX entre 15 e 25 (moderado) → volatilidade normal, investidores atentos mas sem pânico; pode indicar oscilações pontuais sem grandes crises.
🔴 VIX acima de 25 (alto) → sinal de preocupação significativa; investidores esperam fortes oscilações ou quedas, muitas vezes em momentos de crise ou incerteza global.
🚨 VIX acima de 40 (extremo) → pânico no mercado; costuma ocorrer em eventos raros e graves, como crises financeiras ou choques inesperados.
👉 Em resumo: quanto mais alto o VIX, maior o medo e a volatilidade esperada; quanto mais baixo, maior a confiança e estabilidade.
Hoje
Resumir os principais pontos desta página
Aqui está um resumo dos principais pontos da página que você está visualizando:
📊 Tema principal: Índice de Volatilidade S&P 500 (VIX).
🔢 Valor atual: 27,71 pontos, com alta de +5,11%.
⏱️ Intervalos de tempo disponíveis: 30 minutos, diário (1D), semanal (S), mensal (M).
📈 Indicadores técnicos exibidos:
EMA 9 (média móvel exponencial de 9 períodos, fechamento).
SMA 200 (média móvel simples de 200 períodos, fechamento).
💹 Painel de negociação: mostra opções de compra e venda no nível atual (27,71).
🗂️ Ferramentas adicionais: editor Pine Script, opções para salvar/publicar o gráfico, e diferentes períodos de análise (1D, 5D, 1M, 3M, 6M, YTD, 1A, 5A, Todos).
Em resumo, a página apresenta um gráfico técnico do VIX, destacando sua alta recente e oferecendo ferramentas de análise com médias móveis e intervalos de tempo variados.
👉 Quer que eu detalhe como interpretar esse movimento do VIX em relação ao mercado de ações?
sim
O VIX é conhecido como “Índice do Medo” porque reflete a expectativa de volatilidade futura do mercado de ações. Quando ele sobe, significa que os investidores estão mais inseguros e o risco percebido aumenta; quando cai, indica maior confiança e estabilidade.
🔎 Como interpretar o movimento do VIX em relação ao mercado de ações
O que o VIX mede: Ele não mostra a volatilidade passada, mas sim a expectativa futura de oscilações no S&P 500 para os próximos 30 dias.
Alta do VIX (como agora, +5,11%):
Indica maior incerteza e medo dos investidores.
Geralmente está associado a quedas ou instabilidade no mercado de ações, pois os investidores buscam proteção contra riscos.
Pode sinalizar que os investidores estão comprando opções de venda (puts) para se proteger de possíveis quedas.
Queda do VIX:
Reflete confiança e menor percepção de risco.
Normalmente acompanha períodos de alta ou estabilidade nos mercados.
Uso prático para investidores:
Serve como um termômetro de risco: traders e gestores usam o VIX para ajustar estratégias de hedge e decidir se devem reduzir ou aumentar exposição em ações.
É útil para identificar momentos de pânico ou euforia no mercado.
Pode ser integrado em estratégias de diversificação e proteção de portfólio.
📌 Resumindo
O movimento atual do VIX (27,71 pontos, em alta) sugere que os investidores estão mais preocupados com a volatilidade futura do mercado. Isso costuma indicar pressão negativa sobre os preços das ações e maior busca por proteção.
👉 Se quiser, eu posso montar um quadro comparativo mostrando como diferentes níveis do VIX (baixo, médio, alto) costumam impactar o mercado de ações. Deseja que eu organize isso para você?
Sources:
Bora Investir - B3
VIX - o que é, significado e definição | Bora Investir
Finclass
Índice VIX: o que é, para que serve, como calcular e interpretar
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em vez de quadro monte em lista com emojis
Claro! Aqui vai uma lista com emojis para facilitar a leitura sobre como interpretar os movimentos do VIX em relação ao mercado de ações:
📈 Alta do VIX → sinal de medo e incerteza; investidores esperam maior volatilidade e possíveis quedas nas ações.
🛡️ Busca por proteção → aumento na compra de opções de venda (puts) para se proteger contra riscos.
📉 Queda do VIX → indica confiança e estabilidade; geralmente acompanha períodos de alta ou tranquilidade no mercado.
🔔 Níveis elevados do VIX → podem sinalizar momentos de pânico ou estresse financeiro, servindo como alerta para gestores e traders.
🧭 Uso prático → funciona como termômetro de risco, ajudando na decisão de reduzir ou aumentar exposição em ações.
⚖️ Diversificação → o VIX é usado em estratégias de hedge para equilibrar portfólios em tempos de incerteza.
👉 Em resumo: quanto mais alto o VIX, maior o medo; quanto mais baixo, maior a confiança.
Quer que eu organize também exemplos de faixas típicas do VIX (baixo, médio, alto) e o que cada uma costuma indicar para o mercado?
sim
Perfeito! Aqui está uma lista clara com emojis mostrando as faixas típicas do VIX e o que cada uma costuma indicar para o mercado de ações:
🟢 VIX abaixo de 15 (baixo) → mercado confiante, baixa percepção de risco, geralmente associado a períodos de alta estável nas ações.
🟡 VIX entre 15 e 25 (moderado) → volatilidade normal, investidores atentos mas sem pânico; pode indicar oscilações pontuais sem grandes crises.
🔴 VIX acima de 25 (alto) → sinal de preocupação significativa; investidores esperam fortes oscilações ou quedas, muitas vezes em momentos de crise ou incerteza global.
🚨 VIX acima de 40 (extremo) → pânico no mercado; costuma ocorrer em eventos raros e graves, como crises financeiras ou choques inesperados.
👉 Em resumo: quanto mais alto o VIX, maior o medo e a volatilidade esperada; quanto mais baixo, maior a confiança e estabilidade.
Quer que eu conecte esses níveis do VIX com exemplos históricos (como crises ou períodos de calmaria) para deixar ainda mais concreto?
sim
Aqui está uma lista com exemplos históricos de diferentes níveis do VIX e o que eles significaram para o mercado:
🟢 VIX baixo (abaixo de 15)
Exemplo: 2017 → período de calmaria e confiança nos mercados, com o VIX frequentemente abaixo de 12.
Interpretação: investidores confiantes, pouca volatilidade, bolsas em alta constante.
🟡 VIX moderado (15–25)
Exemplo: 2019 → antes da pandemia, o VIX oscilava nessa faixa, refletindo atenção mas sem pânico.
Interpretação: volatilidade normal, oscilações pontuais sem grandes crises.
🔴 VIX alto (acima de 25)
Exemplo: Crise financeira de 2008 → o VIX ultrapassou 80 pontos em outubro, sinalizando pânico extremo.
Interpretação: investidores em busca de proteção, quedas acentuadas nas bolsas.
🚨 VIX extremo (acima de 40)
Exemplo: Pandemia de COVID-19 em março de 2020 → o VIX chegou a 82, refletindo medo global e forte queda das ações.
Exemplo adicional: Crash de 1987 (Black Monday) → o VIX disparou, marcando um dos maiores episódios de pânico da história.
Interpretação: momentos raros de crise sistêmica, com liquidez reduzida e investidores em pânico.
📌 Resumo:
VIX baixo → confiança e estabilidade.
VIX moderado → atenção, mas sem crise.
VIX alto → preocupação significativa, quedas prováveis.
VIX extremo → pânico e crises históricas.
📌 Interpretação dos eventos
📉 1987 – Black Monday → VIX disparou, refletindo pânico extremo nos mercados.
💥 2008 – Crise financeira global → VIX ultrapassou 80 pontos, sinalizando medo generalizado e quedas acentuadas.
😌 2017 – Calmaria → VIX abaixo de 12, indicando confiança e estabilidade prolongada.
⚠️ 2019 – Pré-pandemia → VIX entre 15 e 25, volatilidade moderada, investidores atentos mas sem pânico.
🦠 2020 – COVID-19 → VIX chegou a 82, um dos maiores níveis da história, refletindo medo global.
📊 Comportamento do VIX em 2022–2023
🟡 2022 – Volatilidade moderada a alta
O VIX oscilou entre 20 e 35 pontos, refletindo a preocupação dos investidores com a inflação global, aumento das taxas de juros pelo Federal Reserve e tensões geopolíticas (como a guerra na Ucrânia).
Apesar de não atingir os níveis extremos da pandemia, o índice mostrou que o mercado ainda estava em alerta.
🟡 2023 – Retorno à normalidade relativa
O VIX recuou para a faixa de 15 a 20 pontos durante boa parte do ano.
Esse movimento indicou maior confiança dos investidores, com a percepção de que a inflação estava sendo controlada e que o risco sistêmico havia diminuído.
Ainda assim, houve picos ocasionais ligados a eventos específicos, como incertezas sobre política monetária e crises bancárias regionais nos EUA.
📌 Interpretação
2022 → mercado em transição, ainda nervoso, mas longe do pânico da pandemia.
2023 → estabilização, com o VIX voltando a níveis considerados normais, sinalizando confiança maior.
Tendência geral → o VIX mostrou que os investidores estavam saindo de um ambiente de crise para um cenário de atenção moderada, típico de ciclos econômicos em ajuste.
"DXY em 100 e Real em queda""Real em ajuste pós-feriado e DXY firme nos 100 pontos: sinais de dólar mais forte no Brasil"
O DXY mantém-se próximo dos 100 pontos, sinalizando força relativa do dólar frente às principais moedas globais. O Real Brasileiro, por sua vez, está em torno de 0,19 USD/BRL, após valorização de cerca de 9% no último ano, mas mostra sinais de fraqueza no curto prazo. Essa combinação sugere que o dólar pode ganhar tração no Brasil nos próximos pregões, especialmente após o feriado e diante da expectativa de ajustes externos e internos.
🌍 Panorama Internacional
DXY em 100 pontos: O índice dólar está em uma zona de suporte histórico. Relatórios recentes indicam que o Fed mantém cautela sobre cortes de juros, o que sustenta o dólar.
Dados dos EUA: O mercado de trabalho mostrou criação de empregos acima do esperado, mas com aumento da taxa de desemprego. Isso gera incerteza sobre a política monetária, mas reduz a probabilidade de cortes agressivos.
Fluxo global: A busca por ativos de segurança mantém o dólar como porto seguro, reforçando sua posição frente a moedas emergentes.
🇧🇷 Contexto Brasileiro
Cotação atual: O real está em 0,19 USD, equivalente a cerca de R$ 5,30 por dólar.
Valorização anual: Apesar da alta de 9% no último ano, o real perdeu força recentemente, refletindo ajustes pós-feriado e expectativas sobre política fiscal e monetária.
Banco Central: A Selic permanece em patamar elevado (15%), mas há dúvidas sobre quando os cortes começarão. Isso gera volatilidade e pressiona o câmbio.
🔎 Implicações
Curto prazo: A combinação de DXY firme e real enfraquecido sugere tendência de alta do dólar no Brasil.
Médio prazo: Se o Fed mantiver juros elevados e o Brasil sinalizar cortes futuros, o diferencial de taxas pode reduzir a atratividade do real, ampliando a pressão cambial.
Volatilidade: Notícias sobre commodities e política fiscal brasileira podem suavizar ou intensificar os movimentos.
💡 Em resumo: o dólar global mostra resiliência, e o real enfrenta ajustes internos. A tendência imediata é de dólar mais forte no Brasil, mas o cenário dependerá da política monetária dos EUA e da condução fiscal doméstica.
📅 Linha do Tempo – Eventos e Impactos no BRL/USD
Semana 1 – Pós-feriado no Brasil
Ajustes de fluxo cambial e retomada de operações.
Tendência inicial de pressão no real, com dólar mais firme.
Semana 2 – Dados de inflação nos EUA (CPI/PPI)
Se vierem acima do esperado → reforçam dólar forte (DXY sobe).
Se abaixo → aumentam apostas em cortes de juros, favorecendo moedas emergentes como o real.
Semana 3 – Reunião do Comitê de Política Monetária (Copom – Brasil)
Expectativa sobre manutenção ou cortes da Selic.
Cortes acelerados → reduzem atratividade do real, pressionando BRL/USD.
Manutenção → fortalece o real, limitando alta do dólar.
Semana 4 – Reunião do Federal Reserve (FOMC – EUA)
Decisão sobre juros americanos.
Postura hawkish → dólar global se fortalece, BRL/USD tende a subir.
Postura dovish → real pode ganhar espaço, dólar perde força.
Semana 5 – Dados de emprego nos EUA (Payroll)
Mercado de trabalho aquecido → reforça dólar.
Sinais de desaceleração → favorecem moedas emergentes.
🔎 Conclusão
O curto prazo favorece o dólar, com DXY em 100 pontos e real pressionado pós-feriado. O médio prazo dependerá do equilíbrio entre:
Política monetária do Fed (juros EUA)
Política monetária do Copom (Selic Brasil)
Dados econômicos (inflação e emprego)
💡 Em resumo: cada semana traz gatilhos que podem inverter ou reforçar a tendência.
SPX US🌎A primeira onda do impulso atual terminou e agora estamos na segunda.
A meta da segunda onda foi atingida — o gap foi fechado.
Uma ruptura de 6870 confirmará que estamos entrando na terceira onda.
Essa marcação se encaixa bem com a alta de Ano Novo.
Além disso, a expectativa de um corte na taxa de juros do Fed, bem como o fim do lockdown, sustentarão o ímpeto de alta.
SPX 5M: Retrações e Projeções | Gain 5x1 Loss IIEssa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 5 minutos do SPX, rompeu o nível de 100% da retração da última perna de baixa indicando uma alta até os demais níveis da retração. Os círculos amarelos mostram os grupos de últimos 3 candles rompidos para definir os topos e fundos.
Estrutura ABC em formação, no DXY?No gráfico diário do DXY, observo a possibilidade de um movimento de recuperação de aproximadamente 0,67% para cima, com potencial para fechamento de um gap segundo a leitura de gaps descrita por Al Brooks — isto é, regiões de preço onde o mercado deixou um vazio na transição entre barras e que costumam funcionar como imãs de preço dentro de um trading range.
Essa expectativa de alta vem após o preço ter testado a EMA de 20, em uma forma de primeira perna deixando um padrão IOI (Inside–Outside–Inside Bar). Esse tipo de configuração, quando rompido para cima neste contexto, leva muitas vezes a tentativa do mercado de testar regiões acima.
Num contexto mais amplo, ainda estamos trabalhando dentro de uma lateralidade (trading range). A última perna de alta formada anteriormente ocorreu em três pernas, sendo elas marcadas como 1, 3 e 5, e sendo na forma de uma wedge, e também vista nas 5 ondas de Elliot e agora podemos estar vendo desenvolvendo a primeira perna de correção dessa wedge – que seria a perna A de uma possível estrutura ABC.
Dentro dessa leitura, o mercado:
testa novamente a região de gap ou máxima recente;
retoma a movimentação de queda para atingir regiões mais baixas dentro do range e cumprir ciclos deste trading range e wedge.
Para esta semana, a expectativa é que o mercado possa buscar esse pequeno movimento de alta, completando o teste do gap, antes de mostrar maior clareza sobre o próximo movimento direcional.
Comentário Técnico Semanal 14/11/25Todo final de semana observo o fechamento de alguns ativos: Nasdaq, S&P , US10y , DX , IBOV, USDBRL e Commodities, para verificar que fato técnicos ocorreram e também para saber o que preciso observar na próxima semana.
Grande Abraço
Leo
*Não é recomendação de investimento.
Correlação entre Bitcoin e DXYAo longo dos anos, muitos tentaram prever o mercado e, em algum momento, percebem que isso é impossível. No entanto, o mercado constantemente oferece oportunidades para reagirmos a ele, até mesmo com fases e ciclos.
Essas reações podem ser guiadas por catalisadores, pelo contexto macroeconômico e principalmente no curto prazo, pelo comportamento entre compradores e vendedores. É esse balanço entre intenção de compra e venda, incluindo agressões a mercado, que realmente desloca o preço. Por isso, sim: é totalmente possível se especializar em identificar reações, especialmente aquelas que não são tão óbvias para a maioria.
O DXY, por exemplo, costuma ter uma relação/Corelação inversamente proporcional com os ativos de risco. Quando você coloca Bitcoin e DXY lado a lado, é fácil notar pontos importantes em que o DXY marca fundo enquanto o Bitcoin marca topo, e vice-versa.
O problema é que muitas pessoas começam a imaginar cenários extremos: “E se o DXY quebrar essa estrutura de longo prazo? Será o fim do padrão dólar?”, criando inúmeras hipóteses que raramente se concretizam.
Por isso reforço: foque em reagir ao mercado, não em prever o futuro.
Este é um exemplo claro de um movimento cíclico que pode estar diante de nós:
Já aqui temos um cenário onde uma grande quebra de paradigma poderia estar se formando:
Eu sinceramente, penso que você deve estar preparado para os dois cenarios e não ficar preso em viés. Esses são alguns estudos meus que me trazem uma expectativa, com base em estudos do ciclo, veja esses estudos tem como base comportamentos passados, e sabemos que frequentemente as coisas se repetem, minha ideia era escrever esses estudos antes de estarmos nas datas chave, justamente para que o sentimento não impactasse minha leitura de mercado.
Bitcoin e o fim do ciclo de alta!
🚀BITCOIN SE PREPARANDO PARA EXPLODIR 🚀
Bitcoin: Estamos Diante de um Novo Ciclo?
Meu foco não é ser mais um “engenheiro de obra pronta”. Muito pelo contrário. A ideia central aqui é te fazer refletir sobre a importância de ter um plano, seguir esse plano e, acima de tudo, estar disposto a fazer pequenas adaptações ao longo do caminho para alcançar o objetivo.
Hoje, muitos estão confiando cegamente na ideia de um ciclo estendido para o Bitcoin, condicionado a medidas expansionistas e estímulos monetários. E adivinha? Isso pode realmente acontecer, mas ser possivel é diferente de ser provavel, lembre disso.
A pergunta chave é: se acontecer, você estará preparado?
Ou vai ficar criando desculpas por não conseguir se adaptar ao que o mercado entrega?
No fim do dia, não se trata de massagear o ego, dizer “eu avisei” ou tentar provar quem estava certo. Trata-se de estar preparado, ajustar o plano quando necessário e fazer o que precisa ser feito para continuar no jogo. Muitos conseguem ler gráficos, mas poucos de fato, entendem o jogo.
Espero que você aproveite ao máximo os próximos movimentos do mercado!
Trump deixando o cargo - risco aumenta após e-mails de EpsteinTrump deixando o cargo - Risco político aumenta após e-mails de Epstein
Jeffrey Epstein alegou que Donald Trump passou horas em uma casa com uma das vítimas do falecido traficante e sugeriu que o presidente dos EUA estava ciente de suas atividades, de acordo com um e-mail divulgado pelos democratas do Congresso.
Será que este último escândalo será suficiente para tirar Trump do cargo? Provavelmente não, mas ainda há uma chance não nula.
Por enquanto, o fim potencial da paralisação do governo parece estar ofuscando qualquer reação do mercado. Ainda assim, os traders não devem ignorar o que uma mudança na liderança pode significar.
Na semana passada, exploramos como uma presidência de J.D. Vance poderia remodelar os mercados dos EUA, desafiando os monopólios corporativos e potencialmente fortalecendo o dólar. A mesma lógica se aplica aqui: se Trump perder a presidência, os mercados poderão rapidamente começar a precificar as perspectivas econômicas do próximo governo.






















