Dólar perdendo força no mundo! Devido todas as falas de D.Trump, sobre tarifas novas, Groenlândia, investidores estão realocando seu capital, estão fazendo uma rotação, dólar está perdendo muita força frente a maioria das moedas, quem está se beneficiando muito, são os países da américa latina e emergentes, Brasil até então é o queridinho do carry trade, investidor tem liquidez para entrar e sair.
DXY com grandes chances de romper fundo, pode dar muitas oportunidades, observar muito o EUR/USD, AUD/USD e NZD/USD.
EUR/USD: o euro se beneficia muito com o dólar fraco, podendo buscar a máxima de setembro de 2025.
AUD/USD: devido a força do mercado de trabalho na Austrália, superando expectativas, já se fala em aumento de juros no próximo mês, fortalecendo o dólar Australiano, assim com o dólar americano fraco, trás muita força ao par, que está testando topos de setembro de 2024
NZD/USD: Devido a sua exportação de commodities, se fortalece muito frente ao dólar fraco, acompanhando o AUD/USD, podendo ir testar resistência de julho de 2025
Índices do mercado
Operação NAS100 26/01/2026 (+4XR)Relato da Operação — Nasdaq
A operação na Nasdaq foi construída a partir de um contexto institucional bem definido nos tempos maiores (HTF), com foco em continuidade de movimento após captura de liquidez.
Na semana anterior, o mercado deixou uma região clara de desequilíbrio, com sobreposição de FVG e BPR formados na quarta-feira. Essa região permaneceu intocada até a abertura de domingo, quando o mercado abriu com um gap de baixa de aproximadamente 0,48%. Esse gap promoveu uma varredura ampla de liquidez, capturando os fundos formados entre quarta e sexta-feira, incluindo fundos de Londres e Nova York.
Após essa varredura, o preço reagiu exatamente dentro da região de BPR/FVG mapeada em tempos maiores, mostrando defesa clara dessa zona institucional. Importante destacar que, antes desse movimento, o mercado já havia realizado a inversão de um FVG de 4 horas e passou a trabalhar acima dessa região, indicando mudança de estado e aceitação de preços mais altos.
Na quinta-feira, o preço acumulou acima dessa região invertida, formando mínimas relativas, e na sexta-feira deixou uma máxima, sem realizar nova manipulação de fundos. Isso deixou um cenário claro de liquidez pendente acima, especialmente considerando os topos nivelados visíveis no HTF.
Na abertura de domingo, após capturar a liquidez inferior, o preço voltou a trabalhar acima do range anterior e realizou o fechamento completo do gap. A partir desse ponto, o mercado passou a aceitar preços acima do gap, utilizando essa região como suporte. Além disso, o gap coincidiu com um desequilíbrio anterior que havia sido rompido e voltou a ser respeitado, reforçando a confluência da zona.
Durante a sessão asiática, o preço realizou uma correção pontual, formando um fundo intermediário. Na sessão de Londres, esse fundo foi varrido apenas com pavio, seguido de reação imediata, caracterizando uma captura leve de liquidez e confirmação de interesse comprador.
Com a sustentação acima da região institucional e após a inversão das ineficiências formadas no LTF, o mercado ofereceu um pullback técnico em OTE, sem violação da estrutura de alta. Esse retorno ocorreu dentro da perna impulsiva anterior, reforçando o cenário de continuidade.
A execução foi realizada no LTF após a confirmação de aceitação acima da região de OTE, com stop posicionado abaixo da mínima que originou o pullback. O alvo foi definido na máxima do dia anterior (PDH), região clara de liquidez, resultando em uma relação risco-retorno aproximada de 4,3 vezes.
A operação foi baseada em:
• Varredura de liquidez em tempos maiores
• Defesa institucional em região de FVG/BPR
• Aceitação acima do gap de abertura
• Pullback em OTE sem quebra estrutural
• Execução no LTF alinhada à continuidade do fluxo
Análise gráfica FOREX e OURO/PRATA | SEGUNDA 26.01.26 | ConceNeste vídeo faço uma análise gráfica do pré-mercado com foco em estrutura de preço, liquidez e contexto institucional, baseada nos conceitos de ICT (Inner Circle Trader).
Analisamos possíveis cenários de continuação ou reversão, zonas de interesse, highs e lows relevantes, além do comportamento do preço antes da abertura do mercado.
Este conteúdo tem caráter educacional, com o objetivo de descomplicar a leitura do mercado e ajudar no desenvolvimento do seu raciocínio técnico.
Disclaimer
Este vídeo não constitui recomendação de investimento (not financial advice). As análises apresentadas refletem apenas estudos técnicos e não garantem resultados. Cada trader é responsável pelas suas próprias decisões e riscos.
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IBOV Mensal: Rumo a 250 Mil PontosEssa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico mensal do IBOV, rompeu a linha branca 1 da projeção da sequência de Fibonacci indicando uma alta até a linha verde 3, em 250 mil pontos. Poderá retrair até a linha branca -2, porém poderá subir reto pra cima, o preço oscila e é imprevisível a forma que ele se comportará, só tenho o alvo, linha verde 3 e o ponto de stop, fechamento abaixo da linha branca -2.
Comentário Técnico Semanal 23/01/2026Fechamento de mês é o momento de fazer o Global Review, onde analiso os principais mercados do mundo e em busca de um panorama abrangente. Compreender o big picture traz insights para ajudar nos desdobramentos de curto prazo.
Também faço o comentário técnico semanal, onde observo o fechamento de alguns ativos: Nasdaq, S&P , US10y , DX , IBOV, USDBRL e Commodities, para verificar que fato técnicos ocorreram e também para saber o que preciso observar na próxima semana.
Grande Abraço
Leo
O que é Gamma de Opções?Pontos Básicos
O Gamma é uma grega de segunda ordem que mostra dinamicamente a taxa de variação do delta (risco direcional) em comparação com a taxa de variação no ativo subjacente.
Essencialmente, o gamma representa a velocidade com que o delta muda à medida que o preço se move através dos strikes (preços de exercício sobre os quais os contratos de opções se baseiam). Outra forma de expressar isso é que o gamma mostra o quão rápido o delta muda entre pontos de preço fixos em uma ação.
Todas as opções compradas (long options) possuem gamma positivo (long gamma).
Muitos dos modelos na SpotGamma baseiam-se na medição do gamma agregado no mercado. Analisamos todos os strikes em todos os vencimentos para entregar modelos abrangentes que representam níveis estruturais importantes, os quais influenciam a amplitude provável da ação do preço.
Quando medimos que o gamma total do mercado está mais alto, queremos dizer que se espera que o preço seja negociado em um intervalo (range) menor.
Um gamma mais forte no mercado desacelera a ação do preço.
Além disso, níveis de preço específicos com gamma forte no mercado são onde esperamos que o movimento dos preços desacelere, tendo uma chance razoável de reversão.
Intermediário: Como Acompanhar as Mudanças no Gamma do Mercado
Atualizamos os modelos de vanna de mercado e gamma de mercado diariamente como parte do nosso serviço principal. Isso significa que exibimos o posicionamento modelado de vanna e gamma dos market makers (formadores de mercado) e detalhamos as implicações desses fluxos nos relatórios diários. Também discutimos esses assuntos diariamente em um Discord para membros ativos da SpotGamma.
Avançado: Casos de Uso Táticos
O quão fora do dinheiro (OTM) ou dentro do dinheiro (ITM) uma opção está também afeta o comportamento do gamma.
Opções Long OTM: Ao manter opções compradas OTM, o investidor se beneficia da “vantagem ofensiva” do gamma, o que significa que ele aumenta os deltas e, portanto, a exposição direcional à medida que a operação se torna cada vez mais correta em relação à direção.
Opções Long ITM: Por outro lado, ao manter opções compradas ITM, beneficia-se da “vantagem defensiva” do gamma. Isso ocorre porque os deltas (e a exposição direcional) diminuirão a velocidade à medida que a operação se torna cada vez mais errada em relação à direção.
Especialista: Dinâmica das Gregas
De certa forma, o gamma é considerado a “mágica” das opções, pois o tamanho da exposição direcional (delta) aumenta quando se está certo sobre a direção (aumentando os lucros) e diminui quando se está errado (diminuindo as perdas). No entanto, o custo dessa mágica é o decaimento temporal (theta).
A conexão com os market makers é que, quando eles estão comprados em gamma (gamma de mercado positivo), eles operam contra a direção da tendência para garantir lucros após movimentos favoráveis com tamanho aumentado graças ao gamma. É por isso que o gamma positivo do mercado tende a criar um ambiente de volatilidade realizada reduzida (movimentos de preço menores).
Quando o gamma é considerado sob a perspectiva do seu próprio portfólio e não do mercado, ele mostra se você está contando com movimentos grandes ou pequenos. Sempre que estiver comprado em opções, você estará sempre:
Long Gamma (Gamma positivo)
Long Vega (Vega positivo)
Short Theta (Theta negativo)
Isso significa que você se beneficia fortemente de picos na IV (volatilidade implícita) e de movimentos acentuados do mercado (se estiver com o delta protegido/delta hedged). Você pode fechar posições com lucro ou negociar o ativo subjacente contra a direção do lucro para travar ganhos e reduzir riscos; isso é chamado de gamma scalping. O objetivo aqui é gerar mais caixa com o gamma scalping do que o valor perdido com o theta (passagem do tempo).
Se estiver vendido em gamma (short gamma), essas dinâmicas se invertem e o risco de pinagem (pin risk) também se torna um problema. Quando vendidos em opções, queremos pequenos movimentos de mercado para coletar mais através do theta do que perdemos com grandes movimentos. Além disso, se grandes movimentos retornarem ao ponto de partida, isso anula o prejuízo para o vendedor da opção (na ausência de complexidades de hedge). Como ser short gamma significa ser short vega, posições vendidas em gamma se beneficiam quando a IV diminui.
Sobre o pin risk, isso significa que aqueles que detêm opções vendidas OTM enfrentam um risco crescente de exercício (assignment) à medida que se aproximam do dinheiro (at the money), pois não estão mais no caminho de precificar um resultado onde a opção expira sem valor.
Em relação ao impacto da IV no próprio gamma, uma diminuição na IV geralmente aumenta o gamma porque há mais mudança de delta entre os strikes, já que menos IV significa um intervalo implícito menor. Também se segue que, como a volatilidade implícita é proporcional à raiz quadrada do tempo, o aumento do tempo enfraquecerá o gamma.
Especialista: Exceção à Dinâmica
No entanto, a dinâmica desta regra geral torna-se invertida em opções profundamente OTM, caso em que “o gamma cairá se reduzirmos a volatilidade e subirá se aumentarmos a volatilidade ” (Natenberg, 2015, p. 151). Esta é uma diferença comportamental nas faixas mais amplas de moneyness (o quão OTM ou ITM uma opção está). É útil conhecer essa exceção para perceber que as regras gerais próximas ao dinheiro não são universais, mas é melhor focar principalmente nas regras gerais para não se distrair na compreensão da dinâmica.
DXY e o BrasilO DXY que representa a cotação do US$ contra vários pares de moedas não está em seu melhor momento. Nossa posição vem vendida desde Dezembro de 2025. Fizemos uma onda 12345, corrigimos cravados no 61,8% e já estamos em vias de aumentar a mão de novo pela 3a. vez, engatando uma onda 3️⃣. Obviamente isso reflete no Brasil também, haja visto que o US$ está caindo por aqui também. Em essa onda 3️⃣ se confirmando no DXY, por aqui no 🇧🇷 a gente tende a ir buscar o 5.046 que seria uma correção 78,6% no semanal. Então, analisando o mercado internacional a não ser que algo mude radicalmente, o DXY vai sim afundar. Isso no leva ao WIN que historicamente andou contra o DXY e contra o WDO. Este só vai ter um lugar para ir. Para cima. Aguardemos.
Morning Call - 22/01/2026 - Russell na Máxima e VIX cai forteAgenda de Indicadores:
9:30 – UE – BCE divulga Ata da Última Reunião de Política Monetária
10:30 – USA – PIB do 3º Trimestre
10:30 – USA – PCE do 3º Trimestre (Deflator do PIB)
10:30 – USA – Pedidos por Seguro-Desemprego
11:00 – BRA – Arrecadação Federal
12:00 – USA – Índice de Preços PCE
12:00 – USA – Renda e Gastos Pessoais
14:00 – USA – PIB-Agora do Fed de Atlanta
14:00 – USA – Estoques de Petróleo Bruto da EIA
15:00 – USA – Leilão de T-Note de 10 anos
Agenda de Autoridades:
7:30 – USA – Donald Trump, presidente dos EUA, participa do anúncio da carta constitutiva do "Conselho da Paz" e deixa Davos.
Agenda de Balanços:
8:25 – USA – General Electric Aerospace
9:00 – USA – P&G: Procter & Gamble
18:01 – USA – Intel
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLG2026
A arrecadação federal deve encerrar o ano fiscal de 2025 com crescimento de 4,3%, alcançando R$ 2,884 trilhões, um novo recorde da série histórica. O desempenho reflete a combinação de maior atividade econômica ao longo do ano e o reforço de receitas vinculadas a tributos financeiros e à folha de pagamentos.
Para dezembro, a mediana das projeções aponta uma arrecadação de R$ 290,1 bilhões, acima do registrado em novembro (R$ 226,753 bilhões). A melhora mensal é atribuída principalmente ao aumento das receitas com IOF e contribuições previdenciárias, típicas do último mês do ano, quando há maior volume de operações financeiras e pagamentos sazonais.
O resultado reforça a percepção de um encerramento de ano fiscal mais favorável para os cofres públicos, ainda que o debate sobre a sustentabilidade do quadro fiscal no médio prazo permaneça no radar dos investidores e formuladores de política econômica.
Estados Unidos
Os índices futuros de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USARUS e ACTIVTRADES:USAIND — operam em alta nesta quinta-feira, enquanto o dólar permanece estável e o ouro recua, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, descartar o uso da força para anexar a Groenlândia e suspender as ameaças de tarifas comerciais contra oito países europeus.
O alívio no cenário geopolítico reduziu significativamente a aversão ao risco nos mercados globais. O índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIX, conhecido como o “termômetro do medo” de Wall Street, recuou de forma expressiva, sinalizando melhora no sentimento dos investidores.
No mercado de renda fixa, os títulos do Tesouro dos EUA (PU – Preço Unitário) registraram recuperação, após a recente onda de vendas ter levado o rendimento da Treasury de 10 anos ao maior patamar desde agosto. O movimento reflete uma recomposição de posições defensivas diante da diminuição das incertezas políticas e comerciais.
Lisa Cook e a Suprema Corte
A tentativa do presidente Donald Trump de destituir a diretora do Federal Reserve, Lisa Cook, fracassou em audiência na Suprema Corte dos Estados Unidos nesta quarta-feira. A maioria dos ministros demonstrou ceticismo em relação ao esforço do governo para afastá-la do cargo com base em acusações de fraude hipotecária — alegações que Cook nega.
Pelo menos seis dos nove magistrados levantaram questionamentos sobre a legalidade da iniciativa da Casa Branca, ressaltando que nenhum presidente conseguiu demitir um diretor em exercício nos 112 anos de história do Federal Reserve, o que reforça o caráter sensível do caso para a independência da autoridade monetária.
A Corte analisa se Cook pode permanecer no cargo enquanto contesta a tentativa de demissão. Instâncias inferiores já autorizaram sua permanência, e os ministros podem optar por rejeitar o recurso emergencial do governo, permitindo que o processo siga nos tribunais inferiores.
O julgamento foi acompanhado de perto pelo atual presidente do Fed, Jerome Powell, e pelo ex-presidente da instituição, Ben Bernanke, que estiveram presentes durante quase duas horas de argumentos orais.
Nos mercados, a percepção de fortalecimento da independência do Fed ajudou a sustentar o apetite por risco, contribuindo para a manutenção do viés positivo nas bolsas de Nova York.
Trump recua nas tarifas e afirma que um acordo sobre a Groenlândia foi alcançado
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recuou de forma abrupta nesta quarta-feira das ameaças de impor tarifas comerciais como instrumento de pressão para a aquisição da Groenlândia. Em declaração feita durante sua participação no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, Trump descartou o uso da força militar e afirmou que um acordo estaria próximo para encerrar a disputa envolvendo o território dinamarquês.
A mudança de tom ocorre após semanas de retórica agressiva que chegaram a tensionar a aliança da OTAN e reacender temores de uma nova guerra comercial global. No último fim de semana, Trump havia ameaçado impor tarifas crescentes sobre exportações de oito países europeus para os Estados Unidos, caso não avançassem as negociações sobre a Groenlândia.
Após se reunir com o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, Trump afirmou que os aliados poderiam estruturar um novo acordo que atendesse aos interesses estratégicos dos EUA no Ártico. Entre eles, a implementação de um sistema de defesa antimísseis apelidado de “Cúpula Dourada” e o acesso a minerais críticos, ao mesmo tempo em que conteria a expansão da influência da Rússia e da China na região.
“É um acordo que agrada a todos. Um acordo de longo prazo, o melhor possível”, afirmou Trump a jornalistas. “Ele coloca todos em uma posição muito favorável, especialmente no que diz respeito à segurança e aos recursos minerais. É um acordo para sempre.”
Diplomatas europeus reconhecem que o recuo não resolve completamente a disputa, mas avaliam que ajuda a evitar uma ruptura aberta entre aliados, criando espaço para que as divergências sejam tratadas de forma mais reservada e diplomática.
Ainda permanece incerto que tipo de acordo poderia atender às exigências de Trump por uma forma de “propriedade” ou controle definitivo sobre a Groenlândia — posição rejeitada publicamente tanto pelos líderes locais quanto pelo governo da Dinamarca, que reiteram que o território não está à venda.
Em comunicado, um porta-voz da OTAN afirmou que as negociações entre Dinamarca, Groenlândia e Estados Unidos seguirão com o objetivo de garantir que Rússia e China não obtenham influência econômica ou militar na região. Até o momento, não foram divulgados datas ou locais para as próximas rodadas de diálogo.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — disparam nesta quinta-feira, reagindo positivamente ao recuo do presidente dos Estados Unidos,
Donald Trump, na imposição de novas tarifas comerciais e à sinalização de que não pretende usar força militar nas negociações envolvendo a Groenlândia.
A mudança de tom reduziu de forma relevante os temores de uma nova escalada nas tensões comerciais transatlânticas, estimulando o apetite por risco e favorecendo setores mais sensíveis a tarifas.
Entre os destaques, o setor automotivo lidera os ganhos, com algumas empresas registrando altas de até 5%, refletindo o alívio nas preocupações com possíveis sobretaxas sobre exportações para o mercado americano. O setor farmacêutico também avança, subindo até 1,2%, beneficiado pela elevada exposição das empresas europeias de saúde às vendas nos Estados Unidos.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico avançaram em bloco nesta quinta-feira, com destaque para novas máximas históricas dos índices Kospi TVC:KOSPI , da Coreia do Sul, e TWSE 50 FTSE:TW50 , de Taiwan.
O movimento positivo foi impulsionado pela melhora do ambiente geopolítico, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recuar das ameaças de impor tarifas a países europeus e afirmar que não pretende usar força militar para adquirir a Groenlândia — uma sinalização que reduziu a aversão ao risco global.
Em Taiwan, o TWSE 50 FTSE:TW50 liderou os ganhos na região, com alta de 2%, sustentado principalmente pelo setor de semicondutores. A TSMC avançou 1,2%, reforçando o otimismo com a cadeia global de tecnologia.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI subiu 0,9%, chegando a superar momentaneamente a marca psicológica dos 5 mil pontos. Entre os destaques, a Samsung Electronics ganhou 1,87%, enquanto que sua fabricante de baterias, a Samsung SDI, disparou 18,7%, diante do forte fluxo comprador.
Na China, os principais índices — Shenzhen SZSE:399001 , Hang Seng HSI:HSI , China A50 FTSE:XIN9 e Shanghai SSE:000001 — registraram altas moderadas, em um pregão marcado por desempenho setorial misto. O setor financeiro operou em baixa, enquanto empresas ligadas a minerais estratégicos figuraram entre as maiores altas.
No Japão, o Nikkei TVC:NI225 avançou 1,8%, voltando a negociar próximo das máximas históricas, à medida que os investidores antecipam a decisão do Banco do Japão na sexta-feira. A expectativa é de manutenção dos juros no curto prazo, com um possível aumento sendo considerado para a reunião de abril.
Já na Austrália, o ASX ASX:XJO subiu 0,8%, com desempenho positivo do setor financeiro compensando a fraqueza das mineradoras.
Perdeu a última negociação da TACO?
O ouro atingiu um novo recorde acima de US$ 4.800 na quarta-feira, com os investidores buscando refúgios seguros em meio a novas ameaças tarifárias da Casa Branca.
Esse movimento agora está se revertendo. Em uma publicação nas redes sociais, o presidente Donald Trump disse que não planeja mais impor tarifas aos países europeus que se opuseram à sua ambição de adquirir a Groenlândia para os EUA. Ele escreveu: “Não vou impor as tarifas que estavam programadas para entrar em vigor em 1º de fevereiro”.
As ações dos EUA se recuperaram com a mudança. O Dow Jones subiu 588,64 pontos, enquanto o SP500 subiu 1,16% e o Nasdaq ganhou 1,18%.
O ouro perdeu os ganhos anteriores. Embora o ouro continue em níveis historicamente altos, a remoção do prazo da tarifa de 1º de fevereiro reduziu o prêmio de risco imediato dos EUA.
Morning Call - 20/01/2026 - Risk-Off antes de Davos!Agenda de Indicadores:
10:15 – USA – Variação Semanal de Empregos Privados ADP
18:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal API
Agenda de Balanços:
8:30 – USA – 3M
18:01 – USA – Netflix
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLG2026
Segundo o Fundo Garantidor de Créditos (FGC), cerca de 600 mil credores do Banco Master já solicitaram o ressarcimento dos valores cobertos pela garantia. Desse total, aproximadamente 400 mil finalizaram todo o processo de solicitação e estão aptos a receber os pagamentos, que começaram a ser liberados nesta segunda-feira (19).
O FGC estima que até 800 mil credores têm direito ao ressarcimento, com um valor total que pode ultrapassar R$ 40 bilhões. O processo segue em andamento para os demais credores que ainda não concluíram a solicitação da garantia.
Estados Unidos
Os índices futuros de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USARUS e ACTIVTRADES:USAIND — registram mais um dia de forte queda, pressionados pelo aumento das incertezas geopolíticas e comerciais ligadas à estratégia tarifária do presidente dos EUA, Donald Trump.
No front jurídico, o governo americano sinalizou que não pretende recuar de sua política comercial mesmo diante de uma eventual derrota na Suprema Corte. O representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, afirmou que a Casa Branca planeja substituir imediatamente quaisquer tarifas que venham a ser derrubadas pelo tribunal por novos tributos, utilizando outros instrumentos legais disponíveis.
Embora Greer tenha demonstrado confiança em uma decisão favorável sobre o uso da lei de emergência de 1977, que sustenta grande parte das tarifas atualmente em vigor, ele ressaltou que o presidente dispõe de múltiplas alternativas jurídicas para manter as tarifas como pilar central da política comercial. Segundo Greer, caso necessário, o governo estaria pronto para agir “já no dia seguinte” à decisão da Corte.
A Suprema Corte dos EUA pode se pronunciar sobre o tema ainda nesta terça-feira ou nos próximos dias. O julgamento é visto como um teste crucial dos limites do poder presidencial, colocando em xeque a autoridade do Executivo para impor tarifas de forma unilateral — uma prerrogativa que vem sendo questionada inclusive por parlamentares republicanos.
Além da disputa tarifária, o mercado acompanha com atenção o chamado caso Lisa Cook, que envolve a possibilidade de afastamento da diretora do Federal Reserve. A expectativa é saber se os juízes irão preservar a independência da autoridade monetária frente à pressão política ou abrir espaço para interferência do Executivo.
O presidente do Fed, Jerome Powell, deve participar dos argumentos orais na Suprema Corte nesta quarta-feira (21), em um episódio que adiciona mais um elemento de incerteza ao ambiente já deteriorado para os ativos de risco globais.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — despencam nesta terça-feira, atingindo o menor nível em quase duas semanas, à medida que cresce a aversão ao risco diante das ameaças tarifárias do presidente dos EUA, Donald Trump, que voltaram a colocar a Groenlândia no centro das tensões geopolíticas e comerciais.
Trump reiterou que pretende implementar, a partir de 1º de fevereiro, uma onda de tarifas progressivas contra oito países europeus, condicionando qualquer recuo à autorização para que os Estados Unidos adquiram a Groenlândia. A retórica elevou os temores de uma nova escalada na guerra comercial, minando o otimismo que marcou o início do mês nos mercados da região.
O tema ganha ainda mais relevância nesta semana, com líderes políticos e empresariais reunidos em Davos, durante o Fórum Econômico Mundial, onde investidores acompanham atentamente qualquer sinalização sobre política econômica, comércio internacional e riscos geopolíticos.
Em paralelo, a atenção do mercado também se volta para os Estados Unidos, onde a Suprema Corte deve julgar a legalidade das tarifas impostas por Trump ainda nesta terça-feira.
No noticiário corporativo, as ações da Renault Group subiram 1,2% após a montadora francesa informar um crescimento de 3,2% no volume de vendas em 2025. Já no setor de luxo, a LVMH recuou 2,2%, pressionada pelas declarações de Trump, que ameaçou impor uma tarifa de até 200% sobre vinhos e champanhes franceses como forma de pressionar o presidente Emmanuel Macron a aderir à sua iniciativa no Conselho da Paz.
Entre os indicadores econômicos, dados recentes apontaram para um enfraquecimento do mercado de trabalho britânico. Bem visto pelos traders, a desaceleração do crescimento salarial, reduz a pressão inflacionária e abre espaço para uma postura mais flexível do Banco da Inglaterra, atualmente cauteloso com a persistência da inflação.
No cenário macro, a Fitch Ratings estima que a imposição de tarifas adicionais de 10% pelos Estados Unidos poderia reduzir o PIB da Zona do Euro em cerca de 0,5% até 2027. Caso as tarifas avancem para 25%, o impacto seria aproximadamente o dobro. A Alemanha aparece como a economia mais vulnerável, com uma perda estimada entre 0,8% e 0,9% do PIB já no próximo ano.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram esta terça-feira majoritariamente em queda, pressionados pela combinação de incertezas geopolíticas e comerciais entre Estados Unidos e União Europeia, pelo aperto regulatório contra a especulação no mercado acionário chinês e pela convocação de eleições antecipadas no Japão, que reacendeu preocupações fiscais.
Na China, todos os principais índices acionários — Shenzhen SZSE:399001 , Hang Seng HSI:HSI , China A50 FTSE:XIN9 e Shanghai SSE:000001 — fecharam no campo negativo. O movimento ocorre após o regulador do mercado de capitais multar um trader em quase US$ 12 bilhões por manipulação de mercado e impor uma proibição de negociação por três anos, em mais um capítulo da ofensiva contra práticas irregulares.
Ao longo da última semana, as bolsas de Xangai e Shenzhen intensificaram a fiscalização, adotando medidas contra centenas de operações consideradas anormais, incluindo manipulação de preços e uso de ordens falsas. Além disso, diversas empresas listadas passaram a ser investigadas por divulgação potencialmente enganosa de informações.
As ações refletem a tentativa dos reguladores de conter o ritmo acelerado de valorização do mercado, após volumes de negociação em Xangai atingirem o maior patamar em uma década. Na semana passada, a China também endureceu as regras para financiamento via margem, reforçando o viés de contenção.
No campo da política monetária, o PBoC manteve inalteradas as taxas de referência para empréstimos (LPR) de 1 ano em 3,0% e 5 anos em 3,5%, como amplamente esperado. Este foi o oitavo mês consecutivo sem alterações.
No Japão, o índice Nikkei TVC:NI225 recuou 1,1%, enquanto os juros de longo prazo atingiram novas máximas históricas, em meio à crescente apreensão com a deterioração fiscal e o anúncio de eleições antecipadas.
Após dias de especulação, a primeira-ministra Sanae Takaichi confirmou na segunda-feira a convocação de eleições gerais para 8 de fevereiro. Entre as propostas anunciadas, está a suspensão por dois anos do imposto nacional de 8% sobre alimentos, medida que pode reduzir a arrecadação anual do governo em cerca de US$ 32 bilhões.
O impacto foi imediato no mercado de renda fixa. Os rendimentos dos títulos do governo japonês (JGBs) de 30 anos dispararam mais de 30 pontos-base, a maior alta diária desde abril do ano passado, aproximando-se do patamar inédito de 4%.
Na madrugada, o apetite pelos papéis japoneses foi testado em um leilão do Ministério das Finanças, que ofertou cerca de 800 bilhões de ienes em títulos com vencimento em 20 anos. A relação demanda/oferta caiu para 3,19, ante 4,1 no leilão de dezembro, sinalizando menor interesse dos investidores.
Após o leilão, os preços dos títulos aceleraram as quedas, empurrando os rendimentos para níveis históricos. O JGB de 10 anos atingiu 2,35%, maior patamar desde fevereiro de 1999, enquanto o título de 40 anos subiu 26 pontos-base, alcançando o recorde de 4,205%.
Nos demais mercados da região, o Kospi TVC:KOSPI da Coreia do Sul recuou 0,4%, após renovar recorde na sessão anterior. Já o ASX ASX:XJO da Austrália caiu 0,66%, pressionado principalmente pelos setores financeiro e de mineração. Na contramão, o TWSE 50 FTSE:TW50 , de Taiwan, conseguiu fechar em alta, sustentado pelo desempenho positivo das ações da TSMC.
Morning Call - 19/01/2026 - Risk-Off: Tarifas Voltam ao RadarAgenda de Indicadores:
USA – Feriado do dia de Martin Luther King Jr.
8:25 – BRA – Boletim Focus
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLG2026
Estados Unidos
A semana começou com forte queda nos futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USARUS e ACTIVTRADES:USAIND — mesmo em meio ao feriado de Martin Luther King Jr., que mantém as bolsas americanas fechadas e interrompe as negociações dos Treasuries à vista.
As questões geopolíticas voltaram ao centro das atenções após o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçar impor tarifas adicionais a oito países europeus caso os Estados Unidos não sejam autorizados a adquirir a Groenlândia, elevando significativamente o grau de incerteza nos mercados globais.
Em reação, ouro e prata renovaram máximas históricas, enquanto o índice de volatilidade VIX voltou a subir após meses operando em níveis historicamente baixos, sinalizando aumento na busca por proteção.
O feriado nos Estados Unidos reduz o volume de negociações, ambiente que costuma favorecer ativos considerados porto seguro. Embora o mercado à vista de títulos do Tesouro esteja fechado, os contratos futuros seguem sendo negociados. Após uma madrugada marcada por elevada volatilidade, os preços dos Treasuries futuros se estabilizaram próximos aos níveis de fechamento de sexta-feira.
Na semana passada, uma sequência de dados econômicos positivos levou o mercado a praticamente descartar qualquer afrouxamento monetário antes de junho. Atualmente, abril já é precificado com cerca de 65% de probabilidade de manutenção dos juros, reforçando a leitura de cautela por parte do Federal Reserve.
No front corporativo, a temporada de balanços avança, com os grandes bancos dando lugar a um conjunto mais diversificado de empresas. Entre os destaques da semana estão os resultados de Netflix, Johnson & Johnson, General Electric e Intel, que devem ajudar a calibrar as expectativas sobre crescimento, margens e investimentos em 2026.
Especial Geopolítica: Tarifas e Groenlândia
As tensões geopolíticas voltaram ao centro do mercado após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar no sábado que pretende impor uma nova rodada de tarifas comerciais contra países europeus a partir de 1º de fevereiro, condicionando a retirada das medidas à autorização para que os EUA adquiram a Groenlândia. A iniciativa foi amplamente condenada por líderes europeus, que classificaram a estratégia como chantagem econômica.
Segundo Trump, os alvos iniciais incluem Dinamarca, Suécia, França, Alemanha, Holanda, Finlândia, Reino Unido e Noruega. As tarifas adicionais começariam em 10%, somando-se aos 10% a 15% já em vigor sobre diversos produtos. Caso não haja acordo até 1º de junho, a alíquota subiria para 25%. O anúncio ocorre após esses países enviarem contingentes militares simbólicos à Groenlândia em apoio à soberania dinamarquesa.
Os principais Estados-membros da União Europeia reagiram com firmeza. A França defendeu a adoção de contramedidas econômicas inéditas, enquanto Bruxelas avalia retomar um pacote de tarifas próprias sobre cerca de 93 bilhões de euros (US$ 108 bilhões) em importações americanas, suspenso temporariamente no início de agosto por um período de seis meses.
Outra ferramenta em análise é o chamado Instrumento Anticoerção, mecanismo jamais utilizado até hoje, que permitiria ao bloco restringir o acesso de empresas americanas a licitações públicas, investimentos, serviços financeiros e comércio digital — um ponto sensível, já que os EUA mantêm superávit significativo nesse segmento em relação à Europa.
Analistas do Deutsche Bank alertaram que a escalada pode extrapolar o comércio de bens. Segundo o banco, investidores europeus detêm cerca de US$ 8 trilhões em ações e títulos americanos, quase o dobro do volume detido pelo restante do mundo combinado, abrindo espaço para uma eventual repatriação de capital como forma de retaliação.
“Com a posição líquida de investimento internacional dos EUA em níveis negativos recordes, a interdependência entre os mercados financeiros europeu e americano nunca foi tão elevada”, afirmou George Saravelos, do Deutsche Bank. “A instrumentalização dos fluxos de capital — e não apenas do comércio — seria, de longe, o fator mais disruptivo para os mercados.”
O tema deve ganhar ainda mais destaque nesta semana, quando Trump fará o discurso de abertura do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. A Groenlândia tende a ocupar papel central nas discussões com líderes políticos e empresariais globais.
No front comercial, o Parlamento Europeu avalia suspender as negociações do acordo comercial entre UE e EUA. A votação prevista para os dias 26 e 27 de janeiro, que poderia eliminar diversas tarifas de importação, agora corre risco de não ocorrer, ampliando o clima de incerteza para empresas e investidores.
Europa
Os principais índices de ações europeus tem um inicio de semana sombrio, em um ambiente marcado por cautela elevada diante de uma agenda semanal carregada, que inclui a temporada de balanços corporativos e o Fórum Econômico Mundial de Davos, evento que será acompanhado de perto em busca de sinais sobre tarifas comerciais e riscos geopolíticos.
As ações europeias — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — registram quedas acentuadas nesta segunda-feira, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçar impor novas tarifas comerciais caso os EUA não sejam autorizados a comprar a Groenlândia.
A retórica reacendeu tensões comerciais globais, elevou a percepção de risco e lançou dúvidas sobre a durabilidade de acordos previamente firmados, pressionando ativos de risco no continente logo na abertura da semana.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico iniciaram a semana sem direção única, com os traders digerindo dados de atividade econômica da China e avaliando o aumento das tensões geopolíticas entre Estados Unidos e União Europeia.
Na China, os principais índices acionários — Shenzhen SZSE:399001 , Hang Seng HSI:HSI , China A50 FTSE:XIN9 e Shanghai SSE:000001 — apresentaram desempenho misto. Shenzhen SZSE:399001 e Shanghai SSE:000001 encerraram no campo positivo, enquanto China A50 FTSE:XIN9 e Hang Seng HSI:HSI recuaram.
Os dados divulgados mais cedo mostraram que o crescimento econômico chinês desacelerou para 5% em 2025, enquanto a produção industrial avançou 5,2% no período. A taxa de desemprego permaneceu estável em 5,1%. Apesar dos números relativamente sólidos, a crise persistente no setor imobiliário continua pesando sobre o sentimento dos investidores, limitando um avanço mais consistente dos ativos de risco.
No Japão, o Nikkei TVC:NI225 caiu 0,6%, acompanhando o movimento global de realização de lucros. Os investidores aguardam a reunião de política monetária do Banco do Japão na sexta-feira. Embora não seja esperado um aumento imediato da taxa de juros, cresce a expectativa de que os formuladores de política possam sinalizar um aperto monetário já a partir de abril.
O cenário japonês é ainda mais complexo diante do fator político. A primeira-ministra Sanae Takaichi deve dissolver o parlamento nas próximas semanas, abrindo caminho para eleições antecipadas em fevereiro, o que adiciona volatilidade aos ativos locais.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI estendeu sua sequência positiva pela 12ª sessão consecutiva, encerrando o dia com alta de 1,3%, sustentado principalmente por ações ligadas aos setores industrial e de tecnologia.
Nos demais mercados da região, o tom foi de cautela. O TWSE 50 FTSE:TW50 , de Taiwan, e o ASX ASX:XJO , da Austrália, encerraram próximos da estabilidade, refletindo a combinação entre incertezas externas e ausência de novos catalisadores domésticos.
Escalada na Gronelândia Pesa nos Índices
O S&P 500 está a negociar em baixa esta manhã, com uma queda superior a 1%, após os desenvolvimentos do fim de semana em torno da Gronelândia, que voltaram a colocar a política comercial e a geopolítica no centro da atenção dos investidores. Donald Trump reiterou as suas ambições em relação à região autónoma da Dinamarca, anunciando que pretende impor tarifas de 10% a vários aliados europeus caso não apoiem o seu plano para adquirir o território. A União Europeia reagiu com fortes críticas à pressão diplomática dos EUA e está a avaliar possíveis retaliações, aumentando o risco de uma nova escalada comercial. Este é o segundo grande evento de risco de janeiro, após a escalada de tensões no Irão, e a reação dos investidores a este desenvolvimento será reveladora do caminho que os ativos de risco pretendem tomar no primeiro trimestre.
Henrique Valente – ActivTrades
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Possível Pausa na alta? IBOV | IBOV.USD | Títulos | DI | USDBRLSempre busco interligar mercados como base fundamental da minha análise. Entender a dinâmica do mercado acionário no Brasil, ao meu entendimento, requer uma visão ampla de Dólar e títulos.
Visualizando o IBOV de fechamento desta semana de 12Jan26 Notei uma leve indicação de uma correção, se não para agora, mas com algo bem próximo.
Para trazer um conteúdo mais aprofundado, vou apresentar meus gráficos de:
IBOV | | USDBRL | TVC:BR10Y/TVC:US10Y | FX_IDC:USDBRL*TVC:US10Y | BMFBOVESPA:IBOV/FX_IDC:USDBRL | BMFBOVESPA:IBOV/BMFBOVESPA:IBOV.USD*1000
Começo pelo IBOV, o Gráfico de capa.
O índice brasileiro, mostrou um pequeno recuo na resistência de 165k, as projeções para 175k ou 180k dependem muito de Dólar por volta de R$5,30, considerando o IBOV em Dólar. Com o cenário macro mais desafiador e a risco de qualquer notícia sobre eleições ou avanço com piores informações do Banco Master, tende a elevar a moeda americana e trazer pressões ao IBOV.
Considere olhar o USDBRL, fechou com R$5,36 e mostrou um sinal de possível repique no suporte e se caso o risco aumente, pode voltar a R$5,60.
Os títulos de 10 anos do Brasil e dos EUA, também mostraram que existe um espaço para novos compradores. Esse é um bom mercado para se acompanhar, devido ser muito utilizado por grandes banco e fundos. Compradores podem enfraquecer a demanda por IBOV.
Se a força do USDBRL pode ser um forte demonstrador de risco, imagine somar com os títulos de 10 anos americanos. O risco total contra Brasil em caso de alta e Excelente cenário em caso de baixa. Pois diz que as maiores pressões contra Brasil estão ou fortes ou fracas. Tudo bem que no gráfico não bateu no suporte, mas fechou com leve alta e pode ainda tentar alcançar a resistência.
Agora, vamos olhar do ponto de vista dos americanos, ao verem IBOV. A resistência é forte. O índice chegou perto no início de 2020 e caiu com a pandemia, mas essa linha, vem desde 2012 e 2013, sem ser alcançada.
Por fim, finalizo com uma métrica de acompanhar o Dólar diferente, embora próximo ao USDBRL ele oferece um spred, que normalmente é seguido pelo USDBRL. Fechou com R$5,37, mas com sinal de possível falha na baixa e alcançou um linha interessante de suporte.
Conclusão da Pesquisa:
Os mercados estão interligados e obter uma visão Holística pode te ajudar a entender possíveis posição durante a semana ou para o ano. Espero que esta pesquisa possa servir para você. Se foi interessante, ajude impulsionando-a e compartilhando.
Obrigado!
S&P500 2026: Primeiro o susto depois mais um rallyPostagem é uma opinião. Não é Recomendação de investimento. Investir é arriscado. Para investir, procure orientação certificada e profissional.
Por ondas de elliott o ano de 2026 parece que vai ser de movimentação em roleta russa. Primeiro parece que teremos alguma correção de até 8% dos níveis atuais no que seria uma onda iv de 3. Isso seria o primeiro trimestre de 2026. Depois no segundo trimestre até julho teríamos um momento de alta em que o levaria o S&P500 até 7200 pontos aproximadamente numa onda v de 3. Aí finalmente no segundo semestre teríamos uma correção mais acentuada. A tônica no fim das contas é que o S&P500 não deve ir muito longe nem pra cima nem pra baixo mas deve ter movimentos decididos nos dois sentidos como mostrado no gráfico.
S&P500 EW - Pessimismo OtimistaEssa postagem não é recomendação de investimento. É uma análise opinativa, subjetiva e, portanto, sujeita a erros. Não negocie com base nela e procure um assessor de investimento credenciado.
Contagem de Ondas de Elliott para o S&P500. Cenário muito difícil para esse tipo de análise, contagem mostrada é totalmente não convencional e portanto além de subjetiva ela é improvável. Estou tentando visualizar um ending diagonal .
No entanto é a única que consigo encaixar na movimentação dos últimos anos (errei consideravelmente ao apostar em cenários mais convencionais de Elliott no passado).
Nesse cenário estamos entrando numa onda 4 e depois teriamos mais uma onda 5 de alta que ai poderia fechar um ciclo.
Desse modo 2025 seria um ano corretivo de maneira semelhante ao que foi 2022 e depois teriamos mais um movimento de alta em 2026.
Não se surpreenda se essa análise estiver equivocada.
Morning Call - 16/01/2026 - Futuros de NY Sobem Para RecordeAgenda de Indicadores:
9:00 – BRA – IBC-Br
11:15 – USA – Produção Industrial
Agenda de Autoridades:
10:00 – BRA – Gabriel Galípolo, presidente do BCB, participa da Cerimônia alusiva aos 90 anos de criação do salário-mínimo e de lançamento da Medalha Comemorativa, no Rio de Janeiro
09:30 às 12:30 – Reunião Trimestral de Economistas e Diretores do BCB (fechado à imprensa)
13:00 – USA – Michelle Bowman, vice-presidente de Supervisão do Fed (Vota), discursa sobre as perspectivas para a economia e a política monetária no Fórum Econômico da Nova Inglaterra
17:30 – USA – Philip Jefferson, vice-presidente do Fed (Vota), discursa sobre as perspectivas econômicas e a implementação da política monetária na Conferência do Instituto Americano de Pesquisa Econômica da Universidade Atlântica da Flórida
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLG2026
IBC-Br: O IBC-Br deve registrar alta de 0,35% em novembro, após a queda de 0,25% observada em outubro, refletindo principalmente o impulso sazonal das vendas da Black Friday. No entanto, a melhora do indicador não altera a leitura de tendência de médio prazo da atividade econômica, sendo interpretada mais como um efeito pontual do consumo no fim do ano.
Ainda assim, o resultado pode retardar marginalmente o início do ciclo de cortes da Selic, embora o mercado siga amplamente consensual em torno de março como o mês de início da flexibilização, conforme precificado na curva de juros.
O debate sobre o timing da queda da Selic deve ganhar destaque ao longo do dia. Economistas de São Paulo participam nesta quinta-feira de reuniões com diretores do Banco Central, organizadas em dois grupos — o primeiro às 9h30 e o segundo às 11h —, nas quais o ritmo da atividade, o comportamento da inflação e os riscos para a política monetária estarão no centro das discussões.
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USAIND — avançam novamente nesta sexta-feira, enquanto o Russell 2000 ACTIVTRADES:USARUS renova máxima histórica, sustentado pelo desempenho positivo das empresas de menor capitalização, mesmo em meio a um novo impulso do setor de tecnologia.
O movimento ganhou força após a divulgação dos balanços de Goldman Sachs e Morgan Stanley, que superaram as expectativas do mercado na véspera. As ações das instituições subiram cerca de 4% e 6%, respectivamente, reforçando o otimismo com a saúde do setor financeiro.
Para Larry Adam, diretor de investimentos da Raymond James, “os fundamentos seguem muito sólidos”, citando crescimento de lucros acima da média, margens resilientes, avanço da receita e a expectativa de cortes de juros pelo Fed ainda neste ano. Adam, no entanto, pondera que avaliações elevadas aumentam o risco de correções no curto prazo.
No mercado cambial, o dólar permanece próximo da máxima em seis semanas, apoiado por uma sequência de indicadores econômicos positivos nos Estados Unidos. Entre eles, dados divulgados recentemente mostraram uma queda inesperada nos novos pedidos de auxílio-desemprego, reforçando a leitura de um mercado de trabalho ainda resiliente.
“As evidências crescentes de estabilidade no mercado de trabalho estão reduzindo as chances de um corte de juros em abril”, afirmou Jose Torres, da Interactive Brokers. Segundo ele, analistas de renda fixa estão cada vez mais confiantes de que o próximo corte na taxa básica pode ficar para depois da transição na presidência do Fed, possivelmente a partir de junho.
De acordo com a ferramenta FedWatch da CME, os mercados agora atribuem 67% de probabilidade de manutenção dos juros na reunião de abril do Federal Reserve, ante 37% há um mês. Para junho, a chance de taxas inalteradas também subiu, passando de 17% para 37,5%, refletindo uma reprecificação relevante das expectativas de política monetária.
Europa
Os principais índices de ações europeus — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam em queda nesta sexta-feira, pressionados pelo recuo dos preços das commodities metálicas, que pesa sobre as ações de mineradoras e limita o desempenho dos mercados, apesar da força relativa dos setores de defesa e tecnologia.
Ao longo da semana, uma intensa agenda de balanços corporativos sustentou o apetite por risco e levou alguns índices a renovarem máximas. No entanto, com escassez de novos dados econômicos previstos para esta sexta-feira, os investidores tendem a direcionar suas decisões a partir dos desdobramentos geopolíticos, que voltam a ganhar protagonismo.
As ações de mineradoras listadas em Londres recuam até 2,5%, refletindo a queda dos preços do ouro e da prata, em um contexto de redução das tensões geopolíticas globais. Em movimento oposto, os papéis do setor de defesa avançam moderadamente, após acumularem duas sessões consecutivas de perdas.
No setor de tecnologia, a ASML, maior fabricante mundial de equipamentos para a produção de chips, sobe cerca de 0,5%, um dia após ultrapassar a marca de US$ 500 bilhões em valor de mercado. O papel segue apoiado pela elevação de sua meta de preço pelo Morgan Stanley, reforçando o otimismo estrutural com a cadeia global de semicondutores.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram a sexta-feira sem direção única, com destaque para novas máximas históricas nos índices Kospi TVC:KOSPI , da Coreia do Sul, e TWSE 50 FTSE:TW50 , de Taiwan.
Em Taiwan, as ações da TSMC avançaram quase 3%, sustentadas por um resultado corporativo robusto e pelo acordo comercial firmado com os Estados Unidos. Pelo entendimento, empresas taiwanesas do setor de semicondutores se comprometeram a investir ao menos US$ 250 bilhões em capacidade produtiva nos EUA, em troca de tarifas mais baixas. O movimento impulsionou o TWSE 50 FTSE:TW50 , que fechou em alta de 1,9%.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI estendeu sua sequência positiva pela 11ª sessão consecutiva, encerrando o dia com ganho de 0,9%. Entre os destaques, as ações da Samsung subiram 3,5%, enquanto a SK Hynix avançou 0,9%, beneficiadas pelo otimismo persistente em torno do setor de tecnologia e semicondutores.
No Japão, o Nikkei TVC:NI225 recuou 0,3%, pressionado principalmente pela valorização do iene. A moeda ganhou força após a ministra das Finanças afirmar que o governo não descarta nenhuma medida para conter a volatilidade cambial excessiva, incluindo uma possível intervenção coordenada com os Estados Unidos. O iene também reagiu a uma reportagem da Reuters indicando que membros do Banco do Japão veem espaço para antecipar o próximo aumento de juros, com abril surgindo como uma possibilidade concreta.
Na China, os mercados acionários — Shenzhen SZSE:399001 , Hang Seng HSI:HSI , China A50 FTSE:XIN9 e Shanghai SSE:000001 — encerraram o pregão no campo negativo, interrompendo uma sequência de quatro semanas consecutivas de ganhos, em meio a realizações de lucro e cautela com o cenário macroeconômico.
Na Austrália, o ASX ASX:XJO avançou 0,5%, sustentado principalmente pelo bom desempenho do setor financeiro, enquanto as ações de mineradoras operaram de forma mista ao longo da sessão.
O que é Volatilidade Implícita?Pontos Básicos
A volatilidade implícita nos informa qual intervalo percentual o mercado de opções está precificando como um movimento de um desvio padrão (68,3% de probabilidade) para o próximo ano.
Por exemplo, se a IV é de 17%, então o ativo tem a probabilidade de um desvio padrão (68,3%) de se mover 17% em qualquer direção em um ano.
Em vez de usar dados históricos para calcular um movimento de um desvio padrão — que é o que a volatilidade realizada (RV) faz — a volatilidade implícita calcula o intervalo percentual esperado com base no quão “caras” as opções estão em termos relativos.
Se as opções de compra/venda (long) estão em alta demanda e sendo negociadas com um prêmio mais alto, a volatilidade implícita será maior, o que significa que o mercado de opções estará precificando um intervalo percentual mais amplo.
Intermediário: Caro vs. Sobreprecificado
Os traders de volatilidade enfrentam o problema perpétuo de que só podemos saber se as opções estão caras, mas nunca realmente se estão sobreprecificadas (valor acima do justo), pois isso exigiria conhecimento antecipado da volatilidade realizada futura, o que é impossível além das limitações de previsões e estimativas.
Os termos “sobreprecificado” e “subprecificado” não são mais tão usados por traders teóricos de opções, porque seu uso implica que se sabe quanto a opção deveria valer. Na linguagem moderna, diz-se que as opções estão sendo negociadas com uma “IV alta” ou uma “IV baixa”, significando que se tem uma noção de onde a volatilidade implícita esteve no passado e a medida atual é, portanto, alta ou baixa em comparação (McMillan, 2012, p. 689).
Uma das formas de medir essa “carência” relativa da IV rapidamente é com o IV Rank ou Percentil de IV, disponíveis em algumas corretoras e recursos gratuitos na web.
Outro aspecto importante da estratégia com IV é a sua forte reversão à média (mean reversion). A IV de opções de longa duração é mais fácil de prever para fins de negociação, pois há uma grande chance de retornarem às médias históricas profundas, mas a margem de erro é menor ao prever mudanças na IV. Isso ocorre porque opções de longa duração têm mais vega, que é a grega de primeira ordem que mede a sensibilidade do preço de uma opção às mudanças na IV.
Avançado: Dinâmica das Gregas
A volatilidade implícita é de importância fundamental para os traders de opções porque ela oscila, às vezes de forma muito imprevisível, com base nas respostas gerais do mercado de opções. Estar do lado certo dessa mudança pode significar lucro rápido.
As outras gregas principais (delta, gamma e theta) movem-se de forma previsível e mecânica com base em mudanças no preço à vista (spot), no tempo e na IV. No entanto, o vega (mudanças na IV em relação às mudanças no preço) é, por si só, o “curinga” onde o mercado é frequentemente mais ineficiente. Isso ocorre porque os modelos teóricos de precificação de opções assumem que a volatilidade é constante. Enquanto isso, a volatilidade quase nunca é constante. É por isso que a volatilidade implícita é tão ineficiente e interessante para nós como traders: onde há ineficiência, há uma vantagem (edge).
Especialista: Como a IV é Calculada
Em relação ao cálculo da volatilidade implícita para tentar medir a expectativa do mercado sobre a volatilidade futura (Schwager, 2008, p. 579), não existe uma solução em forma fechada conhecida para calcular a IV.
“A volatilidade implícita é o número de volatilidade que, se inserido em um modelo teórico de precificação junto com todas as outras variáveis, resultaria em um valor teórico de uma opção igual ao preço de mercado dessa mesma opção” (Cottle, 2008, p. 382).
O que isto significa é que o processo de cálculo da IV é feito com métodos de “tentativa e erro” (plug-and-play) que testam diferentes entradas de volatilidade até que haja uma correspondência com o preço listado. Isso também assume que todas as outras variáveis — além da volatilidade — são conhecidas e precisas (Natenberg, 2015, p. 545).
Um dos muitos desafios para o mercado de opções é como a volatilidade realizada (RV) oscila de forma confiável dependendo da hora do dia. Em Trading Volatility, Bennett detalha esses padrões repetitivos para as sessões à vista:
Para a maioria dos mercados, a volatilidade intradiária é maior logo após a abertura e pouco antes do fechamento. A volatilidade intradiária tende a cair no meio do dia devido à falta de anúncios e à redução de volumes/liquidez em razão do intervalo de almoço. Por esse motivo, usar uma estimativa de volatilidade mais frequente do que a diária tende a gerar muito “ruído”. Traders que desejam levar em conta preços intradiários devem, em vez disso, usar uma medida de volatilidade avançada. (2014, p. 236)
Esta é uma das muitas razões pelas quais a análise de preços justos de IV é um processo contínuo e dinâmico.
Análise gráfica FOREX e OURO/PRATA | Pré mercado 12.01.26 | Neste vídeo faço uma análise gráfica do pré-mercado com foco em estrutura de preço, liquidez e contexto institucional, baseada nos conceitos de ICT (Inner Circle Trader).
Analisamos possíveis cenários de continuação ou reversão, zonas de interesse, highs e lows relevantes, além do comportamento do preço antes da abertura do mercado.
Este conteúdo tem caráter educacional, com o objetivo de descomplicar a leitura do mercado e ajudar no desenvolvimento do seu raciocínio técnico.
Disclaimer
Este vídeo não constitui recomendação de investimento (not financial advice). As análises apresentadas refletem apenas estudos técnicos e não garantem resultados. Cada trader é responsável pelas suas próprias decisões e riscos.
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Ouro ultrapassa os 4500 dólares à medida que a confiança nos...Ouro ultrapassa os 4500 dólares à medida que a confiança nos dados dos EUA é posta à prova
Os dados sobre o emprego nos EUA relativos a dezembro provocaram uma reação confusa e ambivalente no mercado.
De acordo com o Bureau of Labor Statistics, o número total de empregos não agrícolas aumentou em 50 000 em dezembro. Por si só, esse título parece indicar que a economia continua a criar empregos, mas a um ritmo muito lento.
No entanto, os meses anteriores também foram revisados para baixo, incluindo novembro de 64.000 para 56.000 e outubro de -173.000 para -105.000.
O ouro ultrapassando o nível de 4.500 reforçou a sensação de que os mercados estão lutando para chegar a uma interpretação clara dos dados.
Além do relatório sobre a folha de pagamento, reportagens no Japão apontaram para uma possível eleição antecipada em fevereiro de 2026, o que pode ser importante para a cotação do iene.
DXY CONFIRMANTO ALTADXY CONFIRMANTO ALTA
Tudo bem pessoal ?
Segue uma nova análise dentro do conceito SMC com minha visão sobre os players institucionais dentro do atual cenário.
Podemos notar que o DXY fez uma quebra de estrutura de 1 hora dentro da estrutura do diário, indicando que vamos subir para corrigir o range mensal, preenchendo as ineficiências e buscando liquidez do lado comprador.
Comentário Técnico Semanal 10/01/2026Fechamento de mês é o momento de fazer o Global Review, onde analiso os principais mercados do mundo e em busca de um panorama abrangente. Compreender o big picture traz insights para ajudar nos desdobramentos de curto prazo.
Também faço o comentário técnico semanal, onde observo o fechamento de alguns ativos: Nasdaq, S&P , US10y , DX , IBOV, USDBRL e Commodities, para verificar que fato técnicos ocorreram e também para saber o que preciso observar na próxima semana.
Grande Abraço
Leo






















