Morning Call - 19/01/2026 - Risk-Off: Tarifas Voltam ao RadarAgenda de Indicadores:
USA – Feriado do dia de Martin Luther King Jr.
8:25 – BRA – Boletim Focus
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLG2026
Estados Unidos
A semana começou com forte queda nos futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USARUS e ACTIVTRADES:USAIND — mesmo em meio ao feriado de Martin Luther King Jr., que mantém as bolsas americanas fechadas e interrompe as negociações dos Treasuries à vista.
As questões geopolíticas voltaram ao centro das atenções após o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçar impor tarifas adicionais a oito países europeus caso os Estados Unidos não sejam autorizados a adquirir a Groenlândia, elevando significativamente o grau de incerteza nos mercados globais.
Em reação, ouro e prata renovaram máximas históricas, enquanto o índice de volatilidade VIX voltou a subir após meses operando em níveis historicamente baixos, sinalizando aumento na busca por proteção.
O feriado nos Estados Unidos reduz o volume de negociações, ambiente que costuma favorecer ativos considerados porto seguro. Embora o mercado à vista de títulos do Tesouro esteja fechado, os contratos futuros seguem sendo negociados. Após uma madrugada marcada por elevada volatilidade, os preços dos Treasuries futuros se estabilizaram próximos aos níveis de fechamento de sexta-feira.
Na semana passada, uma sequência de dados econômicos positivos levou o mercado a praticamente descartar qualquer afrouxamento monetário antes de junho. Atualmente, abril já é precificado com cerca de 65% de probabilidade de manutenção dos juros, reforçando a leitura de cautela por parte do Federal Reserve.
No front corporativo, a temporada de balanços avança, com os grandes bancos dando lugar a um conjunto mais diversificado de empresas. Entre os destaques da semana estão os resultados de Netflix, Johnson & Johnson, General Electric e Intel, que devem ajudar a calibrar as expectativas sobre crescimento, margens e investimentos em 2026.
Especial Geopolítica: Tarifas e Groenlândia
As tensões geopolíticas voltaram ao centro do mercado após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar no sábado que pretende impor uma nova rodada de tarifas comerciais contra países europeus a partir de 1º de fevereiro, condicionando a retirada das medidas à autorização para que os EUA adquiram a Groenlândia. A iniciativa foi amplamente condenada por líderes europeus, que classificaram a estratégia como chantagem econômica.
Segundo Trump, os alvos iniciais incluem Dinamarca, Suécia, França, Alemanha, Holanda, Finlândia, Reino Unido e Noruega. As tarifas adicionais começariam em 10%, somando-se aos 10% a 15% já em vigor sobre diversos produtos. Caso não haja acordo até 1º de junho, a alíquota subiria para 25%. O anúncio ocorre após esses países enviarem contingentes militares simbólicos à Groenlândia em apoio à soberania dinamarquesa.
Os principais Estados-membros da União Europeia reagiram com firmeza. A França defendeu a adoção de contramedidas econômicas inéditas, enquanto Bruxelas avalia retomar um pacote de tarifas próprias sobre cerca de 93 bilhões de euros (US$ 108 bilhões) em importações americanas, suspenso temporariamente no início de agosto por um período de seis meses.
Outra ferramenta em análise é o chamado Instrumento Anticoerção, mecanismo jamais utilizado até hoje, que permitiria ao bloco restringir o acesso de empresas americanas a licitações públicas, investimentos, serviços financeiros e comércio digital — um ponto sensível, já que os EUA mantêm superávit significativo nesse segmento em relação à Europa.
Analistas do Deutsche Bank alertaram que a escalada pode extrapolar o comércio de bens. Segundo o banco, investidores europeus detêm cerca de US$ 8 trilhões em ações e títulos americanos, quase o dobro do volume detido pelo restante do mundo combinado, abrindo espaço para uma eventual repatriação de capital como forma de retaliação.
“Com a posição líquida de investimento internacional dos EUA em níveis negativos recordes, a interdependência entre os mercados financeiros europeu e americano nunca foi tão elevada”, afirmou George Saravelos, do Deutsche Bank. “A instrumentalização dos fluxos de capital — e não apenas do comércio — seria, de longe, o fator mais disruptivo para os mercados.”
O tema deve ganhar ainda mais destaque nesta semana, quando Trump fará o discurso de abertura do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. A Groenlândia tende a ocupar papel central nas discussões com líderes políticos e empresariais globais.
No front comercial, o Parlamento Europeu avalia suspender as negociações do acordo comercial entre UE e EUA. A votação prevista para os dias 26 e 27 de janeiro, que poderia eliminar diversas tarifas de importação, agora corre risco de não ocorrer, ampliando o clima de incerteza para empresas e investidores.
Europa
Os principais índices de ações europeus tem um inicio de semana sombrio, em um ambiente marcado por cautela elevada diante de uma agenda semanal carregada, que inclui a temporada de balanços corporativos e o Fórum Econômico Mundial de Davos, evento que será acompanhado de perto em busca de sinais sobre tarifas comerciais e riscos geopolíticos.
As ações europeias — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — registram quedas acentuadas nesta segunda-feira, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçar impor novas tarifas comerciais caso os EUA não sejam autorizados a comprar a Groenlândia.
A retórica reacendeu tensões comerciais globais, elevou a percepção de risco e lançou dúvidas sobre a durabilidade de acordos previamente firmados, pressionando ativos de risco no continente logo na abertura da semana.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico iniciaram a semana sem direção única, com os traders digerindo dados de atividade econômica da China e avaliando o aumento das tensões geopolíticas entre Estados Unidos e União Europeia.
Na China, os principais índices acionários — Shenzhen SZSE:399001 , Hang Seng HSI:HSI , China A50 FTSE:XIN9 e Shanghai SSE:000001 — apresentaram desempenho misto. Shenzhen SZSE:399001 e Shanghai SSE:000001 encerraram no campo positivo, enquanto China A50 FTSE:XIN9 e Hang Seng HSI:HSI recuaram.
Os dados divulgados mais cedo mostraram que o crescimento econômico chinês desacelerou para 5% em 2025, enquanto a produção industrial avançou 5,2% no período. A taxa de desemprego permaneceu estável em 5,1%. Apesar dos números relativamente sólidos, a crise persistente no setor imobiliário continua pesando sobre o sentimento dos investidores, limitando um avanço mais consistente dos ativos de risco.
No Japão, o Nikkei TVC:NI225 caiu 0,6%, acompanhando o movimento global de realização de lucros. Os investidores aguardam a reunião de política monetária do Banco do Japão na sexta-feira. Embora não seja esperado um aumento imediato da taxa de juros, cresce a expectativa de que os formuladores de política possam sinalizar um aperto monetário já a partir de abril.
O cenário japonês é ainda mais complexo diante do fator político. A primeira-ministra Sanae Takaichi deve dissolver o parlamento nas próximas semanas, abrindo caminho para eleições antecipadas em fevereiro, o que adiciona volatilidade aos ativos locais.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI estendeu sua sequência positiva pela 12ª sessão consecutiva, encerrando o dia com alta de 1,3%, sustentado principalmente por ações ligadas aos setores industrial e de tecnologia.
Nos demais mercados da região, o tom foi de cautela. O TWSE 50 FTSE:TW50 , de Taiwan, e o ASX ASX:XJO , da Austrália, encerraram próximos da estabilidade, refletindo a combinação entre incertezas externas e ausência de novos catalisadores domésticos.
Índices do mercado
Escalada na Gronelândia Pesa nos Índices
O S&P 500 está a negociar em baixa esta manhã, com uma queda superior a 1%, após os desenvolvimentos do fim de semana em torno da Gronelândia, que voltaram a colocar a política comercial e a geopolítica no centro da atenção dos investidores. Donald Trump reiterou as suas ambições em relação à região autónoma da Dinamarca, anunciando que pretende impor tarifas de 10% a vários aliados europeus caso não apoiem o seu plano para adquirir o território. A União Europeia reagiu com fortes críticas à pressão diplomática dos EUA e está a avaliar possíveis retaliações, aumentando o risco de uma nova escalada comercial. Este é o segundo grande evento de risco de janeiro, após a escalada de tensões no Irão, e a reação dos investidores a este desenvolvimento será reveladora do caminho que os ativos de risco pretendem tomar no primeiro trimestre.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Possível Pausa na alta? IBOV | IBOV.USD | Títulos | DI | USDBRLSempre busco interligar mercados como base fundamental da minha análise. Entender a dinâmica do mercado acionário no Brasil, ao meu entendimento, requer uma visão ampla de Dólar e títulos.
Visualizando o IBOV de fechamento desta semana de 12Jan26 Notei uma leve indicação de uma correção, se não para agora, mas com algo bem próximo.
Para trazer um conteúdo mais aprofundado, vou apresentar meus gráficos de:
IBOV | | USDBRL | TVC:BR10Y/TVC:US10Y | FX_IDC:USDBRL*TVC:US10Y | BMFBOVESPA:IBOV/FX_IDC:USDBRL | BMFBOVESPA:IBOV/BMFBOVESPA:IBOV.USD*1000
Começo pelo IBOV, o Gráfico de capa.
O índice brasileiro, mostrou um pequeno recuo na resistência de 165k, as projeções para 175k ou 180k dependem muito de Dólar por volta de R$5,30, considerando o IBOV em Dólar. Com o cenário macro mais desafiador e a risco de qualquer notícia sobre eleições ou avanço com piores informações do Banco Master, tende a elevar a moeda americana e trazer pressões ao IBOV.
Considere olhar o USDBRL, fechou com R$5,36 e mostrou um sinal de possível repique no suporte e se caso o risco aumente, pode voltar a R$5,60.
Os títulos de 10 anos do Brasil e dos EUA, também mostraram que existe um espaço para novos compradores. Esse é um bom mercado para se acompanhar, devido ser muito utilizado por grandes banco e fundos. Compradores podem enfraquecer a demanda por IBOV.
Se a força do USDBRL pode ser um forte demonstrador de risco, imagine somar com os títulos de 10 anos americanos. O risco total contra Brasil em caso de alta e Excelente cenário em caso de baixa. Pois diz que as maiores pressões contra Brasil estão ou fortes ou fracas. Tudo bem que no gráfico não bateu no suporte, mas fechou com leve alta e pode ainda tentar alcançar a resistência.
Agora, vamos olhar do ponto de vista dos americanos, ao verem IBOV. A resistência é forte. O índice chegou perto no início de 2020 e caiu com a pandemia, mas essa linha, vem desde 2012 e 2013, sem ser alcançada.
Por fim, finalizo com uma métrica de acompanhar o Dólar diferente, embora próximo ao USDBRL ele oferece um spred, que normalmente é seguido pelo USDBRL. Fechou com R$5,37, mas com sinal de possível falha na baixa e alcançou um linha interessante de suporte.
Conclusão da Pesquisa:
Os mercados estão interligados e obter uma visão Holística pode te ajudar a entender possíveis posição durante a semana ou para o ano. Espero que esta pesquisa possa servir para você. Se foi interessante, ajude impulsionando-a e compartilhando.
Obrigado!
S&P500 2026: Primeiro o susto depois mais um rallyPostagem é uma opinião. Não é Recomendação de investimento. Investir é arriscado. Para investir, procure orientação certificada e profissional.
Por ondas de elliott o ano de 2026 parece que vai ser de movimentação em roleta russa. Primeiro parece que teremos alguma correção de até 8% dos níveis atuais no que seria uma onda iv de 3. Isso seria o primeiro trimestre de 2026. Depois no segundo trimestre até julho teríamos um momento de alta em que o levaria o S&P500 até 7200 pontos aproximadamente numa onda v de 3. Aí finalmente no segundo semestre teríamos uma correção mais acentuada. A tônica no fim das contas é que o S&P500 não deve ir muito longe nem pra cima nem pra baixo mas deve ter movimentos decididos nos dois sentidos como mostrado no gráfico.
S&P500 EW - Pessimismo OtimistaEssa postagem não é recomendação de investimento. É uma análise opinativa, subjetiva e, portanto, sujeita a erros. Não negocie com base nela e procure um assessor de investimento credenciado.
Contagem de Ondas de Elliott para o S&P500. Cenário muito difícil para esse tipo de análise, contagem mostrada é totalmente não convencional e portanto além de subjetiva ela é improvável. Estou tentando visualizar um ending diagonal .
No entanto é a única que consigo encaixar na movimentação dos últimos anos (errei consideravelmente ao apostar em cenários mais convencionais de Elliott no passado).
Nesse cenário estamos entrando numa onda 4 e depois teriamos mais uma onda 5 de alta que ai poderia fechar um ciclo.
Desse modo 2025 seria um ano corretivo de maneira semelhante ao que foi 2022 e depois teriamos mais um movimento de alta em 2026.
Não se surpreenda se essa análise estiver equivocada.
Morning Call - 16/01/2026 - Futuros de NY Sobem Para RecordeAgenda de Indicadores:
9:00 – BRA – IBC-Br
11:15 – USA – Produção Industrial
Agenda de Autoridades:
10:00 – BRA – Gabriel Galípolo, presidente do BCB, participa da Cerimônia alusiva aos 90 anos de criação do salário-mínimo e de lançamento da Medalha Comemorativa, no Rio de Janeiro
09:30 às 12:30 – Reunião Trimestral de Economistas e Diretores do BCB (fechado à imprensa)
13:00 – USA – Michelle Bowman, vice-presidente de Supervisão do Fed (Vota), discursa sobre as perspectivas para a economia e a política monetária no Fórum Econômico da Nova Inglaterra
17:30 – USA – Philip Jefferson, vice-presidente do Fed (Vota), discursa sobre as perspectivas econômicas e a implementação da política monetária na Conferência do Instituto Americano de Pesquisa Econômica da Universidade Atlântica da Flórida
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLG2026
IBC-Br: O IBC-Br deve registrar alta de 0,35% em novembro, após a queda de 0,25% observada em outubro, refletindo principalmente o impulso sazonal das vendas da Black Friday. No entanto, a melhora do indicador não altera a leitura de tendência de médio prazo da atividade econômica, sendo interpretada mais como um efeito pontual do consumo no fim do ano.
Ainda assim, o resultado pode retardar marginalmente o início do ciclo de cortes da Selic, embora o mercado siga amplamente consensual em torno de março como o mês de início da flexibilização, conforme precificado na curva de juros.
O debate sobre o timing da queda da Selic deve ganhar destaque ao longo do dia. Economistas de São Paulo participam nesta quinta-feira de reuniões com diretores do Banco Central, organizadas em dois grupos — o primeiro às 9h30 e o segundo às 11h —, nas quais o ritmo da atividade, o comportamento da inflação e os riscos para a política monetária estarão no centro das discussões.
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USAIND — avançam novamente nesta sexta-feira, enquanto o Russell 2000 ACTIVTRADES:USARUS renova máxima histórica, sustentado pelo desempenho positivo das empresas de menor capitalização, mesmo em meio a um novo impulso do setor de tecnologia.
O movimento ganhou força após a divulgação dos balanços de Goldman Sachs e Morgan Stanley, que superaram as expectativas do mercado na véspera. As ações das instituições subiram cerca de 4% e 6%, respectivamente, reforçando o otimismo com a saúde do setor financeiro.
Para Larry Adam, diretor de investimentos da Raymond James, “os fundamentos seguem muito sólidos”, citando crescimento de lucros acima da média, margens resilientes, avanço da receita e a expectativa de cortes de juros pelo Fed ainda neste ano. Adam, no entanto, pondera que avaliações elevadas aumentam o risco de correções no curto prazo.
No mercado cambial, o dólar permanece próximo da máxima em seis semanas, apoiado por uma sequência de indicadores econômicos positivos nos Estados Unidos. Entre eles, dados divulgados recentemente mostraram uma queda inesperada nos novos pedidos de auxílio-desemprego, reforçando a leitura de um mercado de trabalho ainda resiliente.
“As evidências crescentes de estabilidade no mercado de trabalho estão reduzindo as chances de um corte de juros em abril”, afirmou Jose Torres, da Interactive Brokers. Segundo ele, analistas de renda fixa estão cada vez mais confiantes de que o próximo corte na taxa básica pode ficar para depois da transição na presidência do Fed, possivelmente a partir de junho.
De acordo com a ferramenta FedWatch da CME, os mercados agora atribuem 67% de probabilidade de manutenção dos juros na reunião de abril do Federal Reserve, ante 37% há um mês. Para junho, a chance de taxas inalteradas também subiu, passando de 17% para 37,5%, refletindo uma reprecificação relevante das expectativas de política monetária.
Europa
Os principais índices de ações europeus — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam em queda nesta sexta-feira, pressionados pelo recuo dos preços das commodities metálicas, que pesa sobre as ações de mineradoras e limita o desempenho dos mercados, apesar da força relativa dos setores de defesa e tecnologia.
Ao longo da semana, uma intensa agenda de balanços corporativos sustentou o apetite por risco e levou alguns índices a renovarem máximas. No entanto, com escassez de novos dados econômicos previstos para esta sexta-feira, os investidores tendem a direcionar suas decisões a partir dos desdobramentos geopolíticos, que voltam a ganhar protagonismo.
As ações de mineradoras listadas em Londres recuam até 2,5%, refletindo a queda dos preços do ouro e da prata, em um contexto de redução das tensões geopolíticas globais. Em movimento oposto, os papéis do setor de defesa avançam moderadamente, após acumularem duas sessões consecutivas de perdas.
No setor de tecnologia, a ASML, maior fabricante mundial de equipamentos para a produção de chips, sobe cerca de 0,5%, um dia após ultrapassar a marca de US$ 500 bilhões em valor de mercado. O papel segue apoiado pela elevação de sua meta de preço pelo Morgan Stanley, reforçando o otimismo estrutural com a cadeia global de semicondutores.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram a sexta-feira sem direção única, com destaque para novas máximas históricas nos índices Kospi TVC:KOSPI , da Coreia do Sul, e TWSE 50 FTSE:TW50 , de Taiwan.
Em Taiwan, as ações da TSMC avançaram quase 3%, sustentadas por um resultado corporativo robusto e pelo acordo comercial firmado com os Estados Unidos. Pelo entendimento, empresas taiwanesas do setor de semicondutores se comprometeram a investir ao menos US$ 250 bilhões em capacidade produtiva nos EUA, em troca de tarifas mais baixas. O movimento impulsionou o TWSE 50 FTSE:TW50 , que fechou em alta de 1,9%.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI estendeu sua sequência positiva pela 11ª sessão consecutiva, encerrando o dia com ganho de 0,9%. Entre os destaques, as ações da Samsung subiram 3,5%, enquanto a SK Hynix avançou 0,9%, beneficiadas pelo otimismo persistente em torno do setor de tecnologia e semicondutores.
No Japão, o Nikkei TVC:NI225 recuou 0,3%, pressionado principalmente pela valorização do iene. A moeda ganhou força após a ministra das Finanças afirmar que o governo não descarta nenhuma medida para conter a volatilidade cambial excessiva, incluindo uma possível intervenção coordenada com os Estados Unidos. O iene também reagiu a uma reportagem da Reuters indicando que membros do Banco do Japão veem espaço para antecipar o próximo aumento de juros, com abril surgindo como uma possibilidade concreta.
Na China, os mercados acionários — Shenzhen SZSE:399001 , Hang Seng HSI:HSI , China A50 FTSE:XIN9 e Shanghai SSE:000001 — encerraram o pregão no campo negativo, interrompendo uma sequência de quatro semanas consecutivas de ganhos, em meio a realizações de lucro e cautela com o cenário macroeconômico.
Na Austrália, o ASX ASX:XJO avançou 0,5%, sustentado principalmente pelo bom desempenho do setor financeiro, enquanto as ações de mineradoras operaram de forma mista ao longo da sessão.
O que é Volatilidade Implícita?Pontos Básicos
A volatilidade implícita nos informa qual intervalo percentual o mercado de opções está precificando como um movimento de um desvio padrão (68,3% de probabilidade) para o próximo ano.
Por exemplo, se a IV é de 17%, então o ativo tem a probabilidade de um desvio padrão (68,3%) de se mover 17% em qualquer direção em um ano.
Em vez de usar dados históricos para calcular um movimento de um desvio padrão — que é o que a volatilidade realizada (RV) faz — a volatilidade implícita calcula o intervalo percentual esperado com base no quão “caras” as opções estão em termos relativos.
Se as opções de compra/venda (long) estão em alta demanda e sendo negociadas com um prêmio mais alto, a volatilidade implícita será maior, o que significa que o mercado de opções estará precificando um intervalo percentual mais amplo.
Intermediário: Caro vs. Sobreprecificado
Os traders de volatilidade enfrentam o problema perpétuo de que só podemos saber se as opções estão caras, mas nunca realmente se estão sobreprecificadas (valor acima do justo), pois isso exigiria conhecimento antecipado da volatilidade realizada futura, o que é impossível além das limitações de previsões e estimativas.
Os termos “sobreprecificado” e “subprecificado” não são mais tão usados por traders teóricos de opções, porque seu uso implica que se sabe quanto a opção deveria valer. Na linguagem moderna, diz-se que as opções estão sendo negociadas com uma “IV alta” ou uma “IV baixa”, significando que se tem uma noção de onde a volatilidade implícita esteve no passado e a medida atual é, portanto, alta ou baixa em comparação (McMillan, 2012, p. 689).
Uma das formas de medir essa “carência” relativa da IV rapidamente é com o IV Rank ou Percentil de IV, disponíveis em algumas corretoras e recursos gratuitos na web.
Outro aspecto importante da estratégia com IV é a sua forte reversão à média (mean reversion). A IV de opções de longa duração é mais fácil de prever para fins de negociação, pois há uma grande chance de retornarem às médias históricas profundas, mas a margem de erro é menor ao prever mudanças na IV. Isso ocorre porque opções de longa duração têm mais vega, que é a grega de primeira ordem que mede a sensibilidade do preço de uma opção às mudanças na IV.
Avançado: Dinâmica das Gregas
A volatilidade implícita é de importância fundamental para os traders de opções porque ela oscila, às vezes de forma muito imprevisível, com base nas respostas gerais do mercado de opções. Estar do lado certo dessa mudança pode significar lucro rápido.
As outras gregas principais (delta, gamma e theta) movem-se de forma previsível e mecânica com base em mudanças no preço à vista (spot), no tempo e na IV. No entanto, o vega (mudanças na IV em relação às mudanças no preço) é, por si só, o “curinga” onde o mercado é frequentemente mais ineficiente. Isso ocorre porque os modelos teóricos de precificação de opções assumem que a volatilidade é constante. Enquanto isso, a volatilidade quase nunca é constante. É por isso que a volatilidade implícita é tão ineficiente e interessante para nós como traders: onde há ineficiência, há uma vantagem (edge).
Especialista: Como a IV é Calculada
Em relação ao cálculo da volatilidade implícita para tentar medir a expectativa do mercado sobre a volatilidade futura (Schwager, 2008, p. 579), não existe uma solução em forma fechada conhecida para calcular a IV.
“A volatilidade implícita é o número de volatilidade que, se inserido em um modelo teórico de precificação junto com todas as outras variáveis, resultaria em um valor teórico de uma opção igual ao preço de mercado dessa mesma opção” (Cottle, 2008, p. 382).
O que isto significa é que o processo de cálculo da IV é feito com métodos de “tentativa e erro” (plug-and-play) que testam diferentes entradas de volatilidade até que haja uma correspondência com o preço listado. Isso também assume que todas as outras variáveis — além da volatilidade — são conhecidas e precisas (Natenberg, 2015, p. 545).
Um dos muitos desafios para o mercado de opções é como a volatilidade realizada (RV) oscila de forma confiável dependendo da hora do dia. Em Trading Volatility, Bennett detalha esses padrões repetitivos para as sessões à vista:
Para a maioria dos mercados, a volatilidade intradiária é maior logo após a abertura e pouco antes do fechamento. A volatilidade intradiária tende a cair no meio do dia devido à falta de anúncios e à redução de volumes/liquidez em razão do intervalo de almoço. Por esse motivo, usar uma estimativa de volatilidade mais frequente do que a diária tende a gerar muito “ruído”. Traders que desejam levar em conta preços intradiários devem, em vez disso, usar uma medida de volatilidade avançada. (2014, p. 236)
Esta é uma das muitas razões pelas quais a análise de preços justos de IV é um processo contínuo e dinâmico.
Análise gráfica FOREX e OURO/PRATA | Pré mercado 12.01.26 | Neste vídeo faço uma análise gráfica do pré-mercado com foco em estrutura de preço, liquidez e contexto institucional, baseada nos conceitos de ICT (Inner Circle Trader).
Analisamos possíveis cenários de continuação ou reversão, zonas de interesse, highs e lows relevantes, além do comportamento do preço antes da abertura do mercado.
Este conteúdo tem caráter educacional, com o objetivo de descomplicar a leitura do mercado e ajudar no desenvolvimento do seu raciocínio técnico.
Disclaimer
Este vídeo não constitui recomendação de investimento (not financial advice). As análises apresentadas refletem apenas estudos técnicos e não garantem resultados. Cada trader é responsável pelas suas próprias decisões e riscos.
análise gráfica, pré-mercado, ict, inner circle trader, price action, liquidez, estrutura de mercado, trading, nasdaq, us100, futuros, mercado financeiro, day trade, smart money, análise técnica
Ouro ultrapassa os 4500 dólares à medida que a confiança nos...Ouro ultrapassa os 4500 dólares à medida que a confiança nos dados dos EUA é posta à prova
Os dados sobre o emprego nos EUA relativos a dezembro provocaram uma reação confusa e ambivalente no mercado.
De acordo com o Bureau of Labor Statistics, o número total de empregos não agrícolas aumentou em 50 000 em dezembro. Por si só, esse título parece indicar que a economia continua a criar empregos, mas a um ritmo muito lento.
No entanto, os meses anteriores também foram revisados para baixo, incluindo novembro de 64.000 para 56.000 e outubro de -173.000 para -105.000.
O ouro ultrapassando o nível de 4.500 reforçou a sensação de que os mercados estão lutando para chegar a uma interpretação clara dos dados.
Além do relatório sobre a folha de pagamento, reportagens no Japão apontaram para uma possível eleição antecipada em fevereiro de 2026, o que pode ser importante para a cotação do iene.
DXY CONFIRMANTO ALTADXY CONFIRMANTO ALTA
Tudo bem pessoal ?
Segue uma nova análise dentro do conceito SMC com minha visão sobre os players institucionais dentro do atual cenário.
Podemos notar que o DXY fez uma quebra de estrutura de 1 hora dentro da estrutura do diário, indicando que vamos subir para corrigir o range mensal, preenchendo as ineficiências e buscando liquidez do lado comprador.
Comentário Técnico Semanal 10/01/2026Fechamento de mês é o momento de fazer o Global Review, onde analiso os principais mercados do mundo e em busca de um panorama abrangente. Compreender o big picture traz insights para ajudar nos desdobramentos de curto prazo.
Também faço o comentário técnico semanal, onde observo o fechamento de alguns ativos: Nasdaq, S&P , US10y , DX , IBOV, USDBRL e Commodities, para verificar que fato técnicos ocorreram e também para saber o que preciso observar na próxima semana.
Grande Abraço
Leo
cautela para S&P500(SPX)Preço a testar resistência importante após forte movimento de alta. Vela atual apresenta range estreito com volume elevado, caracterizando teste de oferta / possível absorção na resistência. Não há confirmação de rompimento até o momento.
Enquanto abaixo da resistência, o cenário favorece consolidação ou falha, com atenção à mínima da vela atual como nível crítico. Perda desse nível pode gerar correção em direção a 6.699 e, em extensão, 6.508.
Caso haja rompimento e fechamento acima da resistência com manutenção/expansão de volume, o mercado valida a absorção e abre espaço para continuação da tendência de alta.
Até confirmação, operações devem priorizar gestão de risco e evitar antecipação.
Estatísticas de Níveis-Chave do SPX da SpotGammaCall Wall (Parede de Calls)
Definição: Define o limite superior do intervalo de negociação diário provável.
A Call Wall se manteve em 83% das sessões de negociação diárias, o que significa que a máxima intradiária não ultrapassou esse nível.
Em 88% das sessões, o SPX fechou abaixo da Call Wall.
Após o rompimento da Call Wall, os retornos futuros médios são diminutos: -7 bps (pontos-base) para o retorno de 1 dia e 5 bps para o retorno de 5 dias.
Caso de Uso: Considere um call spread acima da Call Wall para capitalizar sobre a resistência neste nível, esperando que o preço da ação não suba além desse ponto.
Put Wall (Parede de Puts)
Definição: Define o limite inferior do intervalo de negociação diário provável.
A Put Wall se manteve em 89% das sessões de negociação diárias, o que significa que a mínima intradiária não caiu abaixo desse nível.
Em 93% das sessões, o SPX fechou acima da Put Wall.
Após o rompimento da Put Wall, os retornos futuros são visivelmente positivos: média de 14 bps em 1 dia, 7 bps em 5 dias e 39 bps em 10 dias.
Caso de Uso: Venda puts cobertas por caixa (cash-secured puts) no nível ou logo abaixo da Put Wall para coletar prêmio, antecipando que a Put Wall atue como suporte.
Volatility Trigger (Gatilho de Volatilidade)
Definição: Este indicador proprietário detecta o nível abaixo do qual esperamos um comportamento de maior volatilidade; acima deste nível, esperamos menor volatilidade no mercado.
Quando o SPX abre acima do Vol Trigger, a volatilidade realizada (RV) média de 5 dias é menor em comparação a quando o SPX cai abaixo dele.
Cenário Volatilidade Realizada Média (5 dias)
SPX Abre Acima do Volatility Trigger 13%
SPX Abre Abaixo do Volatility Trigger 18%
Quando o SPX fecha acima do Vol Trigger, o desvio padrão dos retornos futuros (de 1 e 5 dias) é menor do que quando fecha abaixo.
Cenário Desvio Padrão (Retorno 1 dia) Desvio Padrão (Retorno 5 dias)
SPX fecha acima do Vol Trigger 0,9% 2,0%
SPX fecha abaixo do Vol Trigger 1,3% 2,7%
Caso de Uso: Quando o preço estiver acima do Vol Trigger, considere vender puts para coletar prêmio, apostando que o preço permanecerá acima do gatilho; se o preço cair abaixo do Vol Trigger, pode-se executar uma trava de baixa com puts (bear put spread) para lucrar com a queda esperada com risco controlado.
1-Day Move (Movimento de 1 Dia)
Definição: Este nível reflete um movimento de 1 desvio padrão para o dia, baseado em análise proprietária de dados históricos.
O Movimento Implícito de 1 Dia não é rompido em 35% dos dias de negociação para o SPX.
O SPX fecha dentro do Movimento Implícito de 1 Dia em 76% dos dias de negociação.
Caso de Uso: Considere montar um Iron Condor de curto prazo com as extremidades (asas) estruturadas em torno do Movimento Implícito de 1 Dia para aproveitar a volatilidade esperada para aquele dia.
DAX Ultrapassa 25.000 Pontos Impulsionado pelo Setor de Defesa
O DAX ultrapassou pela primeira vez a marca dos 25.000 pontos nesta quarta-feira, dando continuidade ao forte arranque de 2026. O principal índice alemão foi impulsionado sobretudo pela perspetiva de um aumento significativo dos gastos do governo em defesa e infraestrutura, o que reforçou as expectativas de uma recuperação da economia alemã. Adicionalmente, os desenvolvimentos geopolíticos na Venezuela, após o ataque dos EUA e a captura de Nicolás Maduro, alimentaram a expectativa de queda nos preços do petróleo, um fator positivo para a economia global por aliviar pressões inflacionárias e abrir espaço para futuros cortes nas taxas de juro, sustentando assim o otimismo dos investidores.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Morning Call - 06/01/2026 - Ativos se Estabilizam após RecordesAgenda de Indicadores:
10:00 – BRA – PMI do Setor de Serviço
10:00 – DE – IPC da Alemanha
11:45 – USA – PMI de Serviços S&P Global
15:00 – BRA – Balança Comercial
18:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal API
Agenda de Autoridades:
10:00 – USA – Thomas Barkin, do Fed de Richmond (Não Vota), discursa na Conferência de Previsões Econômicas da Câmara de Comércio de Raleigh para 2026.
15:15 – USA – Geraldo Alckmin, Vice-Presidente, profere coletiva de imprensa falando sobre a Balança Comercial
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLG2026
Balança Comercial: Impulsionada pelo forte desempenho das exportações do agronegócio e da indústria extrativa, a balança comercial brasileira deve encerrar dezembro com um superávit de US$ 7,1 bilhões, acelerando em relação aos US$ 5,842 bilhões registrados em novembro. Para o acumulado de 2025, o superávit deve ser em torno de US$ 65,0 bilhões, após ganho de US$ 74,6 bilhões em 2024.
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — operam próximos da estabilidade nesta sessão, após o Dow Jones ter renovado sua máxima histórica ontem, sustentado pelas expectativas de um ambiente de juros mais baixos nos Estados Unidos.
No campo geopolítico, o mercado acompanha os planos do presidente Donald Trump de se reunir ainda nesta semana com executivos de grandes petrolíferas americanas para discutir um possível aumento da produção de petróleo na Venezuela. A sinalização reforçou o desempenho das ações do setor, com destaque para Chevron e Exxon, que se beneficiam da perspectiva de maior acesso à oferta e reposicionamento estratégico na região.
No mercado de juros, os contratos futuros negociados na CME indicam que 84% dos traders apostam na manutenção da taxa básica na reunião do Federal Reserve marcada para 28 de janeiro. Ontem, o presidente do Fed de Minneapolis, Neel Kashkari, chamou atenção para os riscos de uma deterioração mais rápida do mercado de trabalho, alertando que a taxa de desemprego pode “disparar” caso a economia perca tração.
Nesse contexto, o relatório mensal de empregos dos EUA, que será divulgado na sexta-feira, ganha peso adicional e deverá ser decisivo para calibrar as expectativas do mercado em relação aos próximos passos da política monetária americana.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operaram sem direção definida nesta terça-feira, após diversos índices terem renovado máximas históricas na sessão anterior. O movimento reflete um mercado que segue confiante nas perspectivas econômicas, mesmo diante da escalada das tensões geopolíticas globais.
Ao longo de 2025, os mercados europeus foram sustentados principalmente pela queda das taxas de juros e pelo forte aumento dos gastos com defesa. Embora analistas reconheçam que os retornos em 2026 possam ser mais moderados, o potencial de crescimento estrutural ainda permanece no radar dos investidores.
Comentário de Matthew Sherwood, da Economist Intelligence Unit: “Estamos nos acostumando com um cenário de incerteza elevada. Ainda existe um otimismo cauteloso, apoiado por iniciativas que continuam favorecendo o crescimento.”
No campo macroeconômico, os PMIs industriais confirmaram uma desaceleração do setor, mas seguem acima da linha de 50 pontos, indicando que a atividade ainda cresce, embora em ritmo mais moderado.
No Reino Unido, a perda de fôlego do PMI industrial reforçou as expectativas de cortes de juros pelo Banco da Inglaterra, o que acabou favorecendo o desempenho do FTSE 100 ACTIVTRADES:UK100 , mais sensível a um ambiente de política monetária mais acomodatícia.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados acionários da Ásia ampliaram os ganhos nesta terça-feira, acompanhando o movimento positivo observado em Wall Street. Os índices da China continental — Shenzhen SZSE:399001 , Shanghai SSE:000001 e China A50 FTSE:XIN9 — avançaram de forma consistente, assim como o Hang Seng HSI:HSI , em Hong Kong. No Japão, o Nikkei TVC:NI225 também operou em alta, sustentado pelo bom desempenho do setor de tecnologia.
Na Coreia do Sul e em Taiwan, o desempenho foi ainda mais expressivo. Os índices Kospi TVC:KOSPI e TWSE 50 FTSE:TW50 renovaram máximas históricas, impulsionados por fortes ganhos nas ações ligadas à cadeia global de semicondutores. A TSMC avançou 2,3%, enquanto a SK Hynix disparou 4,3%, refletindo o apetite contínuo dos investidores por empresas expostas ao ciclo de investimentos em inteligência artificial.
De maneira geral, os traders optaram por deixar em segundo plano a instabilidade política na Venezuela e concentraram suas atenções nos próximos dados macroeconômicos dos Estados Unidos, além da continuidade do boom de investimentos em IA, que segue dando sustentação ao sentimento positivo nos mercados globais.
Na região do Pacífico, o ASX ASX:XJO da Austrália destoou do movimento positivo e encerrou o pregão em queda de 0,5%. O índice foi pressionado principalmente pelos setores financeiro, de saúde, comércio e transporte, enquanto o segmento de mineração conseguiu registrar mais uma sessão de ganhos, apoiado pela valorização das commodities.
S&P 500 (SP500): Análise de Rompimento e leve Alta?📊 O índice EASYMARKETS:SPIUSD no gráfico de 1 hora está saindo de uma consolidação a 6,930, com possível rompimento altista impulsionado pelo corte de juros. O preço testou a linha de tendência de baixa, com cruzamento de médias bullish e volume comprador.
📈 Análise Técnica:
🔹 Rompimento: O preço rompeu a LTB (cerca de 6,900), confirmando continuidade altista após consolidação.
🔹 Cruzamento de Médias: As médias (ex.: 50 e 200 períodos) cruzaram bullish, reforçando o momentum.
🔹 Resistência: 6,950 (R1); rompimento leva a 7,000.
🔹 Suporte: 6,900 (LTB rompida) e 6,865 (P).
🔹 Momentum: RSI em zona altista (cerca de 62), com MACD positivo.
🔹 Volume: Comprador dominante, com aumento no rompimento.
📢 Cenários:
✅ Altista: Sustentação acima de 6,930 leva a 6,950 e 7,000, impulsionado por juros baixos.
⚠️ Baixista: Perda de 6,900 reverte para 6,865.
📅 Eventos Relevantes:
🔹 Corte de Juros: Anúncio recente favorece ações.
🔹 Dados dos EUA: Relatórios de emprego podem sustentar a alta.
🚨 Conclusão: S&P 500 a 6,930 rompe LTB com cruzamento bullish, mirando 6,950. Suporte em 6,900. Monitore volume e dados econômicos. 🔥📈
Analista da easyMarkets, Fabricio N.
⚠️ Aviso: Esta não é uma recomendação de compra ou venda. Faça sua própria análise.
Isenção de Responsabilidade:
A conta easyMarkets no TradingView permite que você combine as condições líderes do setor easyMarkets, negociação regulamentada e spreads fixos reduzidos com a poderosa rede social do TradingView para traders, gráficos e análises avançadas. Acesso sem derrapagem em ordens limitadas, spreads fixos apertados, proteção de saldo negativo, sem taxas ou comissões ocultas e integração perfeita.
Quaisquer opiniões, notícias, pesquisas, análises, preços, outras informações ou links para sites de terceiros contidos neste site são fornecidos "no estado em que se encontram", destinam-se apenas a ser informativos, não são um conselho nem uma recomendação, nem pesquisa, ou um registro de nossos preços de negociação, ou uma oferta ou solicitação de uma transação em qualquer instrumento financeiro e, portanto, não devem ser tratados como tal. As informações fornecidas não envolvem quaisquer objetivos específicos de investimento, situação financeira e necessidades de qualquer pessoa específica que possa recebê-las. Esteja ciente de que o desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho e/ou resultados futuros. Desempenho passado ou cenários prospectivos com base nas crenças razoáveis do provedor terceirizado não são uma garantia de desempenho futuro. Os resultados reais podem diferir materialmente daqueles previstos nas declarações de desempenho prospectivas ou passadas. A easyMarkets não faz nenhuma representação ou garantia e não assume nenhuma responsabilidade quanto à precisão ou integridade das informações fornecidas, nem qualquer perda decorrente de qualquer investimento com base em uma recomendação, previsão ou qualquer informação fornecida por terceiros.
Aviso de Risco: 74% das contas de investidores de varejo perdem dinheiro ao negociar CFDs com este provedor. Você deve considerar se pode correr o alto risco de perder seu dinheiro. Consulte nossa isenção de responsabilidade de risco completa em nosso site.
FTSE 100 faz história ao ultrapassar a barreira dos 10.000 ponto
Esta manhã, o FTSE 100 fez história ao romper a barreira psicológica dos 10.000 pontos, atingindo um novo máximo histórico. Este desempenho superior, que destaca Londres face à abertura mais contida de Wall Street, é sustentado pelo superciclo das matérias-primas e pela valorização dos metais preciosos, que mantêm o ímpeto após os ganhos expressivos de 2025. A confiança dos investidores é reforçada pela robustez do setor aeroespacial e de defesa: empresas como a Rolls-Royce e a Melrose Industries sobem mais de 3%, capitalizando o ciclo global de investimento em segurança e aviação civil. Esta rotação para setores menos tecnológicos é vista com otimismo pelo mercado, uma vez que atenua o receio de uma concentração excessiva de capital nas empresas de inteligência artificial.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Nasdaq Confirmando Market Maker Sell model (MMSM)
Londres foi levado, ou seja descaracterizou a possivel manipulação da ásia para continuação de alta. Procuraremos boas vendas na sexta feira.
Programa invertido para Venda. Alvo é no mínimo 50% da pernada de alta, mas o alvo principal é na caixa verde (consolidação Original)
NAS 100 Retoma o MARKET MAKER BUY MODEL???
O preço faz uma entrega de baixa muito clara em time frame menor (m15 e m5) ele faz um Modelo de venda MARKET MAKER SELL MODEL (MMSM) porém ele está tendencioso a segurar na região que haviamos comentado no post anterior, que é na penultima acumulação. A entrega de hoje e sexta feira indicará se retomamos o caminho de alta. Reparem a quantidade de Liquidez acima, ou seja motivos para continuar subindo tem muito forte. Hoje acabei pegando um belo trade na manipulação da Ásia feita por Londres. Mas a alta pra mim só confirma depois de rompermos a linha pontilhada assim como está desenhado. Otimo dia a todos.
Contexto do DXY em 2025 sob Trump📉 Contexto do DXY em 2025 sob Trump
Início do ano: O DXY começou 2025 em torno de 108 pontos, mas acumulou queda de aproximadamente 12% ao longo do ano.
Fim do ano: O índice está próximo de 98 pontos, refletindo uma das maiores desvalorizações do dólar em quase uma década.
Políticas de Trump:
Tarifaço: A imposição de tarifas comerciais reduziu a confiança internacional no dólar.
Fiscal e dívida: O aumento das preocupações fiscais e da dívida dos EUA pressionou a moeda.
Expectativas de juros: O mercado passou a apostar em cortes de juros pelo Federal Reserve, o que enfraqueceu ainda mais o dólar.
Comparação internacional: O dólar perdeu força não só frente a moedas fortes (euro, iene, libra), mas também em relação a moedas emergentes como o real.
Cenário macro: Apesar de dados positivos do PIB dos EUA, a inflação elevada e a menor demanda por títulos do Tesouro como “porto seguro” mantêm o viés negativo para o dólar.
📊 Impacto prático
Investidores globais migraram para outras moedas e ativos, reduzindo a atratividade do dólar.
Mercados emergentes como o Brasil se beneficiaram, com o real se fortalecendo frente ao dólar em 2025.
Perspectiva para 2026: Analistas projetam que o dólar deve continuar pressionado, a menos que haja mudanças significativas na política fiscal ou monetária dos EUA.
📊 Comparação do Dólar frente às principais moedas em 2025
O ano de 2025 foi marcado por uma forte desvalorização do dólar, refletindo o contexto político e econômico dos EUA sob o governo Trump. Vamos ver como isso impactou frente às principais moedas:
💶 Euro (EUR/USD)
O euro ganhou força e fechou o ano em torno de 1,18 USD, uma valorização de cerca de +13%. A estabilidade fiscal da zona do euro atraiu investidores e reduziu a dependência do dólar.
💴 Iene (JPY/USD)
O iene manteve sua posição como ativo de segurança, com leve valorização de +0,39% frente ao dólar. Em momentos de incerteza, investidores buscaram refúgio na moeda japonesa.
🇧🇷 Real (BRL/USD)
O real surpreendeu e se fortaleceu em aproximadamente +12%, com fluxo de capital para emergentes e queda da atratividade do dólar. Isso trouxe alívio para importadores e consumidores brasileiros.
📉 Resumo geral:
O DXY caiu para a faixa dos 98 pontos, acumulando uma das maiores quedas da década.
Políticas fiscais e comerciais dos EUA reduziram a confiança internacional no dólar.
Investidores migraram para alternativas como euro, iene e até moedas emergentes como o real.
Nas100
A entrega do preço Chega até a consolidação original (Marcação em verde) e inicia uma retração, este movimento é um clássico Formador de mercado de venda MMSM em períodos curtos como m5 e m1, fica claro lá. No entanto aqui no H1 iremos identificar como uma purga (captura de liquidez) para continuar a alta desde que nao perca estas linhas pontilhadas que representa a penúltima consolidação do do MMBM que está ocorrendo. Caso ele perca, iremos considerar a reversão do programa para venda, marcando a consolidação do topo como consolidação original. Hoje com o FOMC ficará claro a intenção do movimento.
The price delivery reaches the original consolidation (marked in green) and begins a pullback. This movement is a classic sell market maker for the MMSM in short timeframes like M5 and M1, as clearly shown there. However, here on the H1 timeframe, we will identify it as a purge (liquidity capture) to continue the upward trend, provided it doesn't lose these dotted lines representing the penultimate consolidation of the MMBM that is occurring. If it loses this line, we will consider reversing the program to sell, marking the top consolidation as the original consolidation. Today, with the FOMC, the intention of the movement will become clear.






















