Regiões Importantes para o WING26 – hoje, 16/01/2026Planejamento e Organização
-Com base em métricas autorais estabeleço regiões para que sejam observadas em suas operações, de acordo com o seu operacional. Respeite sempre o seu operacional (o seu setup)!
-As regiões não são recomendações! Não façam compras ou vendas nas regiões apresentadas neste artigo. Elas servem como estudo de mercado para auxiliar o seu entendimento do momentum.
-Operações intraday (que iniciam e encerram no mesmo pregão) são de altíssimo risco e com bastante volatilidade. Além dos movimentos do ativo fique atento(a) as principais notícias durante o pregão.
REGIÕES IMPORTANTES:
Leia todo o conteúdo acima!
>Ponto CENTRAL |167.440|
-Zona Média SUPERIOR |169.230|
Região Superior: 169.980 até 168.480
-Zona Média INFERIOR |165.650|
Região Inferior: 166.400 até 164.900
Fibonacci _ Retrações:
163.965 (≈23.6%)
161.455 (≈38.2%)
159.425 (≈50.0%)
-157.390 (≈61.8%)
154.500 (≈78.6%)
Disclaimer
Planejar e executar uma operação no contrato de WIN requer atenção aos detalhes, uma estratégia bem definida e o comprometimento com o seu operacional. Os aspectos mencionados acima são elaborados com o intuito educacional e não são uma recomendação deste analista. Os estudos realizados neste artigo refletem, única e exclusivamente, as opiniões pessoais do analista. Reforço, turma, que não são recomendações de compra e(ou) venda de qualquer ativo. Este estudo foi feito pelo Analista de Valores Mobiliários - Pessoa Natural (Autônomo) – Netto Alves (CNPI-T 9820), nos termos da Resolução CVM no 20/2021 conforme previsto no art. 3o, inc. I. O conteúdo deste estudo não é garantia ou promessa de desempenho real, pois dados e retornos passados não são garantia de resultado futuro. Importante ressaltar que operar no mercado financeiro envolve riscos e não há nada que possa garantir rentabilidade.
Ideias da comunidade
Operação destaque da semana. USD/JPYUSDJPY — Venda após captura de liquidez e falha estrutural
1️⃣ Contexto HTF
O preço realizou a captura da máxima anual de 2025, caracterizando buy-side liquidity. A extensão acima da máxima não apresentou aceitação, indicando maior probabilidade de run de liquidez do que de continuação estrutural.
2️⃣ POI em HTF
Após a varredura da máxima, o preço retornou para um Fair Value Gap relevante em 2H/4H, localizado em zona premium, definido como ponto de interesse institucional.
3️⃣ Construção de liquidez em LTF
Em 15m e 5m, o mercado passou a formar topos praticamente nivelados da sessão de London, além do topo da NY AM do dia anterior, deixando buy-side liquidity claramente visível acima desses highs.
4️⃣ Expansão e captura
O preço expandiu em direção à liquidez, criou um FVG no caminho, entrou no POI de HTF e realizou a captura dos topos nivelados de London e do topo da NY AM do dia anterior.
5️⃣ Rejeição e mudança de estado
Após a captura, houve rejeição do nível, retorno abaixo dos topos capturados e inversão do FVG (IFVG). Em seguida, ocorreu um Market Structure Shift (MSS) no M5, confirmando mudança de viés 🔻
6️⃣ Retração e zona de entrada
Durante a retração, o preço formou um BPR (Balanced Price Range), com sobreposição de FVG + IFVG, alinhado com MMXM/OTE e com a quebra de uma linha de tendência de alta que acumulava liquidez abaixo.
7️⃣ Execução
A entrada foi planejada na venda do reteste do BPR, somente após confirmação estrutural no LTF, seguindo o modelo:
Liquidity Grab + MSS + IFVG + BPR + MMXM.
Morning Call - 16/01/2026 - Futuros de NY Sobem Para RecordeAgenda de Indicadores:
9:00 – BRA – IBC-Br
11:15 – USA – Produção Industrial
Agenda de Autoridades:
10:00 – BRA – Gabriel Galípolo, presidente do BCB, participa da Cerimônia alusiva aos 90 anos de criação do salário-mínimo e de lançamento da Medalha Comemorativa, no Rio de Janeiro
09:30 às 12:30 – Reunião Trimestral de Economistas e Diretores do BCB (fechado à imprensa)
13:00 – USA – Michelle Bowman, vice-presidente de Supervisão do Fed (Vota), discursa sobre as perspectivas para a economia e a política monetária no Fórum Econômico da Nova Inglaterra
17:30 – USA – Philip Jefferson, vice-presidente do Fed (Vota), discursa sobre as perspectivas econômicas e a implementação da política monetária na Conferência do Instituto Americano de Pesquisa Econômica da Universidade Atlântica da Flórida
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLG2026
IBC-Br: O IBC-Br deve registrar alta de 0,35% em novembro, após a queda de 0,25% observada em outubro, refletindo principalmente o impulso sazonal das vendas da Black Friday. No entanto, a melhora do indicador não altera a leitura de tendência de médio prazo da atividade econômica, sendo interpretada mais como um efeito pontual do consumo no fim do ano.
Ainda assim, o resultado pode retardar marginalmente o início do ciclo de cortes da Selic, embora o mercado siga amplamente consensual em torno de março como o mês de início da flexibilização, conforme precificado na curva de juros.
O debate sobre o timing da queda da Selic deve ganhar destaque ao longo do dia. Economistas de São Paulo participam nesta quinta-feira de reuniões com diretores do Banco Central, organizadas em dois grupos — o primeiro às 9h30 e o segundo às 11h —, nas quais o ritmo da atividade, o comportamento da inflação e os riscos para a política monetária estarão no centro das discussões.
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USAIND — avançam novamente nesta sexta-feira, enquanto o Russell 2000 ACTIVTRADES:USARUS renova máxima histórica, sustentado pelo desempenho positivo das empresas de menor capitalização, mesmo em meio a um novo impulso do setor de tecnologia.
O movimento ganhou força após a divulgação dos balanços de Goldman Sachs e Morgan Stanley, que superaram as expectativas do mercado na véspera. As ações das instituições subiram cerca de 4% e 6%, respectivamente, reforçando o otimismo com a saúde do setor financeiro.
Para Larry Adam, diretor de investimentos da Raymond James, “os fundamentos seguem muito sólidos”, citando crescimento de lucros acima da média, margens resilientes, avanço da receita e a expectativa de cortes de juros pelo Fed ainda neste ano. Adam, no entanto, pondera que avaliações elevadas aumentam o risco de correções no curto prazo.
No mercado cambial, o dólar permanece próximo da máxima em seis semanas, apoiado por uma sequência de indicadores econômicos positivos nos Estados Unidos. Entre eles, dados divulgados recentemente mostraram uma queda inesperada nos novos pedidos de auxílio-desemprego, reforçando a leitura de um mercado de trabalho ainda resiliente.
“As evidências crescentes de estabilidade no mercado de trabalho estão reduzindo as chances de um corte de juros em abril”, afirmou Jose Torres, da Interactive Brokers. Segundo ele, analistas de renda fixa estão cada vez mais confiantes de que o próximo corte na taxa básica pode ficar para depois da transição na presidência do Fed, possivelmente a partir de junho.
De acordo com a ferramenta FedWatch da CME, os mercados agora atribuem 67% de probabilidade de manutenção dos juros na reunião de abril do Federal Reserve, ante 37% há um mês. Para junho, a chance de taxas inalteradas também subiu, passando de 17% para 37,5%, refletindo uma reprecificação relevante das expectativas de política monetária.
Europa
Os principais índices de ações europeus — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam em queda nesta sexta-feira, pressionados pelo recuo dos preços das commodities metálicas, que pesa sobre as ações de mineradoras e limita o desempenho dos mercados, apesar da força relativa dos setores de defesa e tecnologia.
Ao longo da semana, uma intensa agenda de balanços corporativos sustentou o apetite por risco e levou alguns índices a renovarem máximas. No entanto, com escassez de novos dados econômicos previstos para esta sexta-feira, os investidores tendem a direcionar suas decisões a partir dos desdobramentos geopolíticos, que voltam a ganhar protagonismo.
As ações de mineradoras listadas em Londres recuam até 2,5%, refletindo a queda dos preços do ouro e da prata, em um contexto de redução das tensões geopolíticas globais. Em movimento oposto, os papéis do setor de defesa avançam moderadamente, após acumularem duas sessões consecutivas de perdas.
No setor de tecnologia, a ASML, maior fabricante mundial de equipamentos para a produção de chips, sobe cerca de 0,5%, um dia após ultrapassar a marca de US$ 500 bilhões em valor de mercado. O papel segue apoiado pela elevação de sua meta de preço pelo Morgan Stanley, reforçando o otimismo estrutural com a cadeia global de semicondutores.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram a sexta-feira sem direção única, com destaque para novas máximas históricas nos índices Kospi TVC:KOSPI , da Coreia do Sul, e TWSE 50 FTSE:TW50 , de Taiwan.
Em Taiwan, as ações da TSMC avançaram quase 3%, sustentadas por um resultado corporativo robusto e pelo acordo comercial firmado com os Estados Unidos. Pelo entendimento, empresas taiwanesas do setor de semicondutores se comprometeram a investir ao menos US$ 250 bilhões em capacidade produtiva nos EUA, em troca de tarifas mais baixas. O movimento impulsionou o TWSE 50 FTSE:TW50 , que fechou em alta de 1,9%.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI estendeu sua sequência positiva pela 11ª sessão consecutiva, encerrando o dia com ganho de 0,9%. Entre os destaques, as ações da Samsung subiram 3,5%, enquanto a SK Hynix avançou 0,9%, beneficiadas pelo otimismo persistente em torno do setor de tecnologia e semicondutores.
No Japão, o Nikkei TVC:NI225 recuou 0,3%, pressionado principalmente pela valorização do iene. A moeda ganhou força após a ministra das Finanças afirmar que o governo não descarta nenhuma medida para conter a volatilidade cambial excessiva, incluindo uma possível intervenção coordenada com os Estados Unidos. O iene também reagiu a uma reportagem da Reuters indicando que membros do Banco do Japão veem espaço para antecipar o próximo aumento de juros, com abril surgindo como uma possibilidade concreta.
Na China, os mercados acionários — Shenzhen SZSE:399001 , Hang Seng HSI:HSI , China A50 FTSE:XIN9 e Shanghai SSE:000001 — encerraram o pregão no campo negativo, interrompendo uma sequência de quatro semanas consecutivas de ganhos, em meio a realizações de lucro e cautela com o cenário macroeconômico.
Na Austrália, o ASX ASX:XJO avançou 0,5%, sustentado principalmente pelo bom desempenho do setor financeiro, enquanto as ações de mineradoras operaram de forma mista ao longo da sessão.
Compra buscando 200EMA (PVRSA)Preço com fundos mais altos, indicando uma possível alta. Quebra do dragão com volume notável atinge a 200EMA e retorna para o dragão e não o quebra com volume notável. Existe uma probabilidade do preço tocar a 200 Ema novamente.
entrada realizada dia 26-12-25
objetivo principal 200 EMa
Gerenciamento:
Stop loss = 1.5 *ATR
TP1 = 1*ATR
TP2 = 200 EMA
XAUUSD: Análise e Estratégia de Mercado para 16 de Janeiro.Análise Técnica do Ouro:
Resistência Diária: 4700, Suporte: 4550
Resistência em 4 Horas: 4640, Suporte: 4570
Resistência em 1 Hora: 4625, Suporte: 4580
No gráfico diário, o ouro está a consolidar em níveis elevados. A tendência de alta não se manteve. Durante as sessões asiática e europeia, o preço oscilou em torno da média móvel a 5 dias (MM5), que está em alinhamento altista. Os níveis de suporte estão a subir num padrão escalonado, indicando um canal ascendente bastante estável. O preço está a testar repetidamente o suporte da MM5. As disputas de curto prazo entre compradores e vendedores centram-se em torno dos 4600. Este padrão de consolidação está alinhado com a tendência do mercado para se consolidar em torno de níveis redondos. Os recuos de curto prazo não são motivo para pânico; o foco deve ser a continuação da tendência de alta.
O gráfico de 1 hora mostra o mercado a consolidar em níveis elevados. Atualmente, cada recuo é relativamente limitado, com as máximas e mínimas a subirem num padrão escalonado. Esteja ciente dos riscos associados à sessão de negociação de sexta-feira. É impossível prever o topo agora; concentre-se nos níveis de preço psicológicos em torno de números redondos. A gama de negociação de curto prazo a observar é de 4630 a 4580.
Estratégia de negociação:
COMPRA: perto de 4585
COMPRA: perto de 4570
Mais análises →
XAUUSD H1 – Consolidação LateralConsolidação Lateral, Aguardando a Quebra da Faixa
O ouro no gráfico de H1 está atualmente negociando dentro de uma faixa lateral clara perto do ATH, mostrando sinais de equilíbrio após o recente movimento impulsivo. Neste estágio, o mercado não está em tendência — está construindo liquidez e aguardando uma explosão.
ESTRUTURA DO MERCADO
O preço está se consolidando dentro de uma ampla caixa lateral após falhar em continuar a subir a partir do ATH.
Múltiplas rejeições em ambos os lados da faixa confirmam que nem compradores nem vendedores têm controle total ainda.
Esse comportamento geralmente aparece antes de uma expansão da volatilidade.
ZONAS CHAVE & LIQUIDEZ
Faixa superior – Resistência / Gatilho de Quebra:
~4620 – 4640
A aceitação acima desta zona sinalizaria uma renovada força bullish e abriria o caminho para novos máximos.
Equilíbrio na faixa média:
O preço atual está flutuando em torno da área de equilíbrio, onde sinais falsos são comuns. Paciência é necessária aqui.
Faixa inferior – Suporte de alta liquidez:
~4580 – 4590
Essa zona absorveu pressão de venda várias vezes. Uma reação limpa aqui poderia apoiar um retorno à faixa.
Suporte de liquidez mais profunda:
~4515 – 4520
Se a faixa romper para baixo, é aqui que a forte demanda e liquidez provavelmente estarão.
CENÁRIOS PARA OBSERVAR
Cenário de quebra bullish:
O preço se mantém acima da faixa inferior e rompe limpo acima de 4620–4640.
A aceitação acima da faixa confirma a continuidade em direção a novos níveis de ATH.
Cenário de varredura de liquidez bearish:
O preço passa abaixo de 4580–4590, acessando liquidez mais profunda.
Uma falha em retomar a faixa deslocaria a tendência de curto prazo para baixo.
RESUMO
Estado atual: Lateral / consolidação
O mercado está se comprimindo e construindo liquidez
As melhores operações ocorrem após a quebra da faixa, não dentro dela
Deixe o preço mostrar a direção antes de se comprometer
Neste ambiente, a disciplina importa mais do que a atividade — aguarde pela quebra e opere na reação, não no ruído.
NVTSNavitas Semiconductor ( NASDAQ:NVTS ): Estratégia 2.0 e a Viragem para a IA
A Navitas é uma empresa ambiciosa no mercado dos semicondutores de potência (GaN e SiC). A empresa está a romper intencionalmente com o seu negócio tradicional de carregamento de dispositivos móveis, de baixa margem, para se reinventar como fornecedor de alta margem para data centers de IA e infraestruturas industriais.
Impulsionadores Estratégicos de Crescimento
A estratégia "Navitas 2.0" centra-se na captação de setores de elevado crescimento utilizando duas tecnologias principais:
GaN (Nitreto de Gálio): Soluções compactas de alta frequência para bastidores de servidores.
SiC (Carbeto de Silício): Módulos de ultra-alta tensão para redes elétricas e postos de carregamento de veículos elétricos.
Principais Catalisadores:
Parceria com a NVIDIA: Desenvolvimento de novas arquiteturas de fontes de alimentação de 800 V para fábricas de IA.
Módulos de Próxima Geração: Lançamento de módulos SiC de 2,3 kV e 3,3 kV para redes inteligentes e armazenamento de energia.
Fabrico nos EUA: Parceria com a GlobalFoundries para produzir chips de GaN nos EUA, reduzindo a dependência de Taiwan e desbloqueando contratos governamentais.
Aliança Estratégica: Colaboração com a Cyient para a entrada no mercado das energias renováveis e infraestruturas para veículos elétricos.
Saúde Financeira e Projecções
A empresa atravessa atualmente a fase mais crítica da sua transformação. Embora a receita atual seja baixa, o balanço continua livre de dívidas.
Último Panorama Financeiro (2025-2026):
Receita (4º trimestre de 2025): ~7 milhões de dólares (Projeção para o ponto mais baixo do ciclo).
Posição de Caixa: ~150 milhões de dólares (Dívida zero) – proporcionando uma base sólida para o futuro.
Margem Bruta (Últimos Doze Meses): 24%.
Avaliação: A relação preço/vendas mantém-se elevada, cerca de 35, à medida que o mercado precifica o crescimento futuro impulsionado pela IA.
Guião de Receitas (Estimativas):
2025: ~45 milhões de dólares (Ano de transição)
2026: ~US$ 36 milhões (Finalização da mudança estratégica)
2027: ~66 milhões de dólares (+80% em relação ao ano anterior) – Lançamento previsto de grandes projetos de IA.
2028: ~130 milhões de dólares (+96% em termos homólogos) – Ponto de equilíbrio/Lucro operacional esperado.
Tese de Investimento
Aposta na Infraestrutura de IA: Se a Navitas se integrar com sucesso na cadeia de fornecimento de hiperescaladores (Amazon, Google, Microsoft) através da sua parceria com a NVIDIA, as ações poderão apresentar um crescimento explosivo.
Mudança Estratégica Operacional: A transição de carregadores móveis para soluções de energia industrial/IA melhora significativamente as margens de lucro a longo prazo.
Sentimento do Mercado: O principal gatilho para uma inversão de tendência será o fim da queda da receita trimestral, sinalizando que a transição para a "Navitas 2.0" está completa.
A demanda geopolítica e industrial está impulsionando o mercado!
O mercado de prata passou recentemente por uma volatilidade significativa, com os preços oscilando drasticamente após atingirem recordes históricos.
A situação na Venezuela reacendeu a demanda por ativos de refúgio, beneficiando tanto o ouro quanto a prata, à medida que os investidores buscam proteção contra riscos geopolíticos. Isso demonstra que as tensões geopolíticas são um fator-chave para a compra de metais preciosos como ativos de refúgio.
Em geral, a afirmação de que os riscos geopolíticos estão impulsionando os preços da prata se reflete diretamente nos dados de preços.
Essa alta é resultado de múltiplos fatores, incluindo a demanda por ativos de refúgio, a oferta restrita e o aumento do uso industrial, que, em conjunto, moldam o atual mercado volátil da prata.
A prata ultrapassar os US$ 100 é apenas uma questão de tempo!
EURJPY e as diferentes hipótesesNesta operação vou entrar com uma posição longa.
Analisando o par nos time-frames de 1 hora e no diário penso que o par vá continuar com o bullish que tem vindo a realizar.
Existem diferentes hipóteses de entrada neste par:
1ª hipótese: A possibilidade de o par estar a criar um momento de reversão/pull-back que começou no dia 19 de dezembro de 2025 a criar o retângulo que vai ser rompido entre os preços 182,572 e 184,919 e a zona da reversão/pull-back a começar no dia 13 de janeiro de 2026 depois de ter rompido o preço 184,919.
2ª hipótese: a criação de um canal paralelo que começou a partir do dia 9 de dezembro de 2025 e onde a entrada vai ser realizada depois de o par voltar a atingir o meio deste mesmo canal e a realizar uma tendência de alta.
Como apoio para esta análise foram utilizados alguns indicadores e dados que vão sendo divulgados e que estão relacionados com este par.
Aviso Legal:
Conteúdo informativo, sem recomendações. O autor não se responsabiliza por decisões tomadas com base neste perfil. Consulte um profissional antes de investir.
USDCAD = USDJPYNesta operação vou entrar com uma posição longa.
O estudo realizado para a entrada nesta operação foi idêntico ao realizado em USDJPY.
Utilizando um limite inferior a 1,36423, um superior a 1,41404 e um intermédio (no qual vai ser realizada a operação) a 1,39197.
O objetivo principal nesta operação vai ser a zona entre o preço 1,39197 e 1,41404 (take-profit).
Como apoio para esta análise foram utilizados alguns indicadores e dados que vão sendo divulgados e que estão relacionados com este par.
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SYNE3 Análise da AçãoSYNE3 Análise da Ação
Os indicadores técnicos diários estão positivos. A ação segue com movimentos de preço positivos. O papel está muito próximo da média móvel de 21 dias e esperamos que consiga rompê-la para cima. Caso mantenha movimentos de preço acima dessa média, a resistência em 5,21 poderá ser acompanhada. Em um cenário negativo, será necessário o rompimento para baixo do suporte em 4,66. A continuidade positiva dos indicadores pode aumentar a probabilidade de movimentos de preço favoráveis para a ação.
Resistências: 4,87 - 5,21
Suportes: 4,66 - 4,44
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As informações, comentários e recomendações aqui contidas não constituem consultoria de investimentos. O serviço de consultoria de investimentos é prestado no âmbito de um contrato de consultoria assinado entre o investidor e instituições autorizadas como corretoras, gestoras de portfólio e bancos que não recebem depósitos. O que está escrito nesta página reflete apenas opiniões pessoais. Essas opiniões podem não ser adequadas à sua situação financeira, nem às suas preferências de risco e retorno. Portanto, não deve ser tomada nenhuma decisão de investimento com base nas informações aqui apresentadas.
"MAGALU-MGLU3- sobe com setores em expansão no varejo"Hoje eu poderia colocar até no momento todos estes títulos:
"Varejo em alta: Magazine Luiza dispara com crescimento das vendas no setor"
"Boom do consumo impulsiona MGLU3: varejo brasileiro surpreende em janeiro"
"Magazine Luiza acompanha retomada do varejo e sobe mais de 7% no pregão"
"Força do varejo brasileiro leva ações da Magalu a novos patamares"
"Setores em expansão no varejo aquecem expectativas e valorizam MGLU3"
Mas a maré não está para peixe. Continuamos com receio do resultado do 4º trimestre de 2025, as ultimas linhas do balanço onde entra juros da dívida. Não podemos deixar de exaltar o momento que fez o setor específico do varejo respirar.
📈 Movimento do Preço
A ação fechou em R$ 9,00, com uma alta de +7,14% no dia. Esse tipo de variação é considerado bastante expressivo para um único pregão.
O preço mínimo do dia foi R$ 8,40 e o máximo R$ 9,10, mostrando uma faixa de oscilação relativamente estreita.
📊 Indicadores Técnicos
A Média Móvel Exponencial (EMA 9) está em R$ 8,77, indicando que o preço atual está acima dessa média — um sinal de força de curto prazo.
A Média Móvel Simples (SMA 200) está em R$ 8,66, e o preço também está acima dela, o que sugere tendência positiva no longo prazo.
🔄 Volume e Liquidez
O volume negociado demonstra alta liquidez e interesse dos investidores nesse pregão.
🛒 Contexto da Empresa
A Magazine Luiza é uma das maiores varejistas do Brasil, com forte presença digital. Movimentos bruscos nas ações costumam estar ligados a expectativas sobre vendas, balanços trimestrais ou mudanças no setor de e-commerce.
Resumo rápido: No momento, a ação da Magazine Luiza (MGLU3) está cotando a R$ 9,00, em alta de +7,14%, impulsionada pelo resultado positivo das vendas no varejo brasileiro em janeiro, que cresceram 9% acima dos níveis pré-pandemia
📊 Contexto do Varejo Brasileiro
Crescimento geral: As vendas no varejo brasileiro em janeiro subiram 9%, superando os níveis de fevereiro de 2020, antes da pandemia.
Varejo ampliado: Incluindo veículos, materiais de construção e atacado alimentício, o crescimento foi de 5,7% acima do patamar pré-crise.
Projeções futuras: O Índice Antecedente de Vendas (IAV-IDV) prevê expansão moderada até janeiro de 2026, com alta de 2,3% em janeiro.
✅ Setores que foram bem
Supermercados e hipermercados: Crescimento consistente, com alta projetada de 2,5% em janeiro de 2026.
Produtos alimentícios, bebidas e fumo: Também em expansão, com estimativa de 3,5% em janeiro.
Artigos farmacêuticos: Segmento em destaque, contribuindo fortemente para o avanço geral.
❌ Setores que foram mal
Materiais de construção: Apesar de estar incluído no varejo ampliado, teve desempenho mais fraco, abaixo da média.
Veículos: Segmento ainda enfrenta dificuldades, com vendas menos dinâmicas.
Outros bens duráveis: Como eletrodomésticos e móveis, tiveram recuperação mais lenta, pressionados por juros altos.
📈 Impacto nas ações da Magazine Luiza
O otimismo com o varejo, especialmente em setores ligados ao consumo básico e farmacêutico, aumenta a confiança dos investidores em empresas de e-commerce e varejo físico.
A cotação atual de R$ 9,00 reflete esse movimento, com a ação operando acima das médias móveis de curto e longo prazo, sinalizando força compradora.
O volume de negócios elevado mostra que o mercado está reagindo diretamente às notícias positivas do varejo.
Alô AMBEV, dobra a produção aí! - #ABEV3Apesar do dividendo está abaixo da taxa de juros atual, vejo a AMBEV sendo um ativo bem interessante no longo prazo, tendo como ponto forte margens historicamente elevadas em comparação ao setor, geração de caixa consistente, baixo endividamento (estrutura financeira saudável), forte capacidade de repassar inflação no longo prazo, dividendos recorrentes, embora não muito altos. Cresce mais via reajuste de preços, ganho de eficiência, produtos premium (ex: Budweiser, Stella, Corona). Tem os pontos de atenção como a carga tributária no Brasil, que é bem elevada.
Fundamentalmente é uma Ação interessante no longo prazo.
Graficamente vem seguindo uma linha de tendência baixista, não acompanhou a subida do IBOVESPA dando oportunidade para comprar por um preço justo. Não vem desmontrando uma rompimento de tedência e sim uma lateralização, ao longo dos ultimos anos, dando oportunidade de compra, isso se baseando na Teoria de Dow. Análise por Ondas de Elliott. a ação concluiu um grande ciclo de alta (Ondas 1 a 3) entre 2003 e 2018, com topo em R$ 24–25. Desde 2018, o ativo está em uma Onda 4 corretiva, longa e lateral, típica de empresas maduras, a Onda 4 apresenta estrutura complexa (triângulo / canal de baixa), indicando acumulação, o preço segue respeitando as regras de Elliott (sem perda da Onda 1). Gosto muito de utilizar o indicador Ichimoku, o preço ainda dentro, abaixo da Kumo, indicando tendência neutra a baixista no longo prazo, vejo como oportunidade.
Compre em recuos!
O ouro abriu com uma alta significativa na segunda-feira em meio a preocupações do mercado, atingindo repetidamente novas máximas em torno de 4630. Parece estar preparado para uma tendência de alta sustentada em dezembro. O principal nível a ser observado no médio prazo permanece o nível de suporte/resistência anterior de 4550. O trading de curto prazo deve se concentrar em comprar em recuos, evitando adivinhar topos. Isso não significa que você não possa comprar em níveis mais altos; enquanto o preço permanecer acima de 4550, esse nível é considerado um forte suporte. A tendência principal atual é de oscilação ascendente. As Bandas de Bollinger de 1 hora estão se estreitando gradualmente, indicando um mercado saudável e um potencial movimento direcional. O foco principal hoje é se o nível de 4550 se mantém (mantenha uma perspectiva otimista acima desse nível). Abrir posições compradas em níveis mais altos exige considerável habilidade técnica. O mercado atual está forçando você a comprar; se você hesitar e tentar adivinhar topos cegamente, provavelmente cometerá erros. Evite participar da oscilação neutra do gráfico de 1 hora. Ontem, um amigo seguiu meu conselho e abriu uma posição comprada em um rompimento acima de 4560, lucrando perfeitamente em 4600. Continuo a seguir o princípio de acompanhar a tendência e ser cauteloso contra ela!
No geral, considere uma pequena posição comprada na faixa de 4570-4575 e aumente a posição comprada na faixa de 4560-4555. Se houver um forte movimento de alta e um reteste da faixa de 4530-4520 seguido por uma correção, considere entrar em uma posição comprada na faixa de 4610-4600. Atualmente, o nível de preço não é adequado para participação.
TSM Após balanço bom, parece buscar a projeção de 100% de Fibo.A Taiwan Semiconductor Manufacturing Company é uma das maiores e mais importantes fabricantes de semicondutores do mundo, atuando como fornecedora estratégica para empresas de tecnologia, eletrônicos, inteligência artificial e computação de alto desempenho. Seu modelo de negócio é focado em fabricação sob contrato, com forte vantagem competitiva em escala, tecnologia e eficiência.
Pelo gráfico semanal, a empresa vem de uma tendência de alta iniciada em meados de agosto de 2015, sustentada por uma linha de tendência de alta bem definida. Recentemente, foi traçada uma projeção de Fibonacci considerando um fundo, o topo da pernada e a correção subsequente. O preço respeitou os níveis clássicos de Fibonacci ao longo do tempo, inclusive permanecendo por um período relevante dentro do range entre 50% e 61,8%, o que caracteriza uma correção saudável em gráfico semanal. Com o rompimento dessa região, o próximo alvo natural passa a ser o nível de 100% da projeção, que representa um potencial de apreciação superior a 50% a partir do ponto atual.
Esse movimento técnico ganha ainda mais relevância quando observado em conjunto com o resultado divulgado em 15 de janeiro de 2026. O balanço veio acima das expectativas tanto em lucro quanto em receita, com surpresas positivas expressas em percentual, informação que foi destacada diretamente no gráfico para facilitar a leitura. A confluência entre estrutura técnica bem respeitada e dados fundamentalistas melhores que o esperado reforça o interesse pelo ativo neste momento, sempre lembrando que o gráfico semanal exige paciência e acompanhamento por fechamento.
Disclaimer :
Esta análise tem fins exclusivamente educacionais e não constitui recomendação de compra ou venda de ativos. Faça sempre sua própria avaliação antes de investir.
OS JUROS NÃO CAEM MAIS, JÁ ESTAMOS EM DOMINÂNCIA FISCAL"OS JUROS NÃO IRÃO CAIR, JÁ ESTAMOS EM DOMINÂNCIA FISCAL"
OS JUROS NÃO CAEM MAIS, JÁ
ESTAMOS EM DOMINÂNCIA FISCAL
Relatório de Inteligência Macroeconômica: A Dicotomia do
Crescimento sob Juros Restritivos e o Risco de Dominância Fiscal
Data: 15 de Janeiro de 2026
Assunto: Análise Estrutural dos Dados de Varejo de Novembro/2025, Dinâmica Inflacionária e
Cenário Fiscal para o Ano Eleitoral de 2026.
1. Sumário Executivo e Tese Central
A divulgação dos resultados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) pelo Instituto Brasileiro
de Geografia e Estatística (IBGE) na manhã desta quinta-feira, 15 de janeiro de 2026, marca
um ponto de inflexão na análise da conjuntura econômica nacional. Os dados revelam um
crescimento de 1,0% no volume de vendas do varejo restrito em novembro de 2025 na
comparação com outubro, e uma expansão de 1,3% na comparação interanual.1 Este
desempenho, significativamente acima da mediana das expectativas de mercado — que
projetava uma alta modesta de 0,30% na margem 2 — consolida uma narrativa que desafia a
ortodoxia dos modelos de transmissão da política monetária: a economia brasileira apresenta
uma resistência estrutural ao ciclo de aperto monetário, mantendo o consumo aquecido
mesmo diante de uma Taxa Selic estacionada em patamares contracionistas de 15,00% ao
ano.5
A tese central deste relatório é que o Brasil atravessa um fenômeno de "imunização parcial"
aos juros. Esta imunização é sustentada por três pilares interconectados que neutralizam o
efeito da política monetária: (1) um canal de renda historicamente robusto, com desemprego
em mínimas de 5,2% e massa salarial recorde, que se sobrepõe ao canal de crédito; (2) um
efeito riqueza perverso derivado do rentismo, onde as taxas de juros elevadas transferem
renda para as classes de maior poder aquisitivo, sustentando o consumo de bens e serviços
premium; e (3) um impulso fiscal expansionista em ano eleitoral, materializado no Orçamento
de 2026 recém-sancionado com R$ 61 bilhões em emendas parlamentares.7
Este cenário coloca o Banco Central do Brasil em uma encruzilhada complexa. A convergência
da inflação para a meta de 3,0% torna-se uma tarefa de Sísifo, onde o esforço monetário é
constantemente compensado pela expansão fiscal e pela inércia dos preços de serviços. O
risco de dominância fiscal — momento em que a política monetária perde a capacidade de
controlar o nível de preços devido à insustentabilidade da dívida pública — deixa de ser uma
hipótese teórica remota para figurar como um cenário de cauda com probabilidade crescente
nas avaliações de risco para o final da década.
Ao longo deste documento, dissecaremos as minúcias dos dados setoriais do varejo, a
dinâmica inflacionária subjacente, as pressões do calendário eleitoral sobre as contas
públicas e as implicações desse "novo normal" de juros altos para a alocação de capital e a
estratégia macroeconômica.
2. Anatomia do Varejo em Novembro de 2025:
Resiliência e Heterogeneidade
A análise granular dos dados da PMC de novembro de 2025 oferece insights profundos sobre
o comportamento do consumidor brasileiro e a eficácia das promoções sazonais em um
ambiente de crédito caro.
2.1. O Desempenho Agregado e a Quebra de Expectativas
O avanço de 1,0% no volume de vendas do varejo restrito em novembro, após uma alta de
0,5% em outubro 2, sinaliza uma reaceleração da atividade no quarto trimestre de 2025.
Cristiano Santos, gerente da pesquisa do IBGE, destaca que este é o segundo mês
consecutivo de crescimento consistente, rompendo com o padrão de estabilidade (variações
próximas de zero) observado entre abril e setembro de 2025.1
Este resultado surpreendeu o mercado, cujas projeções coletadas pela Reuters apontavam
para uma alta de apenas 0,30% na margem e 0,20% na comparação anual.2 O fato de o
resultado real (1,3% anual) ter superado em mais de seis vezes a expectativa anual indica um
erro sistemático nos modelos econométricos dos analistas, que provavelmente
superestimaram o impacto restritivo dos juros de 15% sobre a propensão marginal a consumir
das famílias.
Além disso, o patamar de vendas de novembro de 2025 situa-se 11% acima do nível
pré-pandemia (fevereiro de 2020) 9, evidenciando que o varejo não apenas recuperou as
perdas passadas, mas estabeleceu um novo piso de atividade, sustentado por mudanças
estruturais na renda e no emprego.
2.2. A Influência da "Black Friday" e a Elasticidade-Preço
O desempenho de novembro foi fortemente influenciado pelas promoções da Black Friday.
Segundo o IBGE, esta foi a "melhor promoção desde 2021".1 Este dado é crucial para
entender a psicologia do consumidor atual: ele é altamente sensível a preços e oportunidades
de desconto, mas possui liquidez para aproveitar essas ofertas.
A elasticidade-preço da demanda manifestou-se com clareza no setor de Equipamentos e
material para escritório, informática e comunicação, que registrou um salto de 4,1% na
comparação mensal e impressionantes 9,9% na comparação anual.10 Este comportamento
sugere que, embora o crédito seja caro, as famílias acumularam poupança ou utilizaram a
renda corrente (13º salário e bônus) para adquirir bens duráveis de tecnologia quando o
preço se tornou atrativo. A estratégia dos varejistas de sacrificar margem para girar estoque
encontrou uma demanda reprimida pronta para agir.
2.3. Análise Setorial: Vencedores e Perdedores
A dispersão dos resultados entre as oito atividades pesquisadas pelo IBGE revela a dicotomia
econômica mencionada anteriormente. Sete das oito atividades registraram alta na margem,
o que denota um crescimento disseminado e não apenas concentrado em nichos
específicos.1
Tabela 1: Desempenho Detalhado do Varejo (Novembro 2025)
📋 Desempenho Detalhado do Varejo – Novembro 2025
Varejo Restrito (Total)
Variação mensal (Nov/Out): +1,0%
Variação anual (Nov25/Nov24): +1,3%
Dinâmica: Forte tração impulsionada por renda e promoções.
Equipamentos e Material de Escritório/Informática
Variação mensal: +4,1%
Variação anual: +9,9%
Dinâmica: Efeito Black Friday; alta elasticidade a descontos; demanda reprimida.
Móveis e Eletrodomésticos
Variação mensal: +2,3%
Variação anual: +5,2%
Dinâmica: Recuperação pontual; uso de crediário próprio das lojas e cartões.
Artigos Farmacêuticos, Médicos e Perfumaria
Variação mensal: +2,2%
Variação anual: +7,2%
Dinâmica: Demanda inelástica; envelhecimento populacional; setor defensivo.
Outros Artigos de Uso Pessoal e Doméstico
Variação mensal: +2,0%
Variação anual: +4,7%
Dinâmica: Inclui lojas de departamento e vendas online; forte correlação com e-commerce.
Livros, Jornais, Revistas e Papelaria
Variação mensal: +1,5%
Variação anual: +5,9%
Dinâmica: Recuperação de base fraca; sazonalidade de material escolar antecipada.
Hiper e Supermercados, Alimentos, Bebidas
Variação mensal: +1,0%
Variação anual: +1,0%
Dinâmica: Vetor principal: massa salarial e transferências de renda (Bolsa Família).
Combustíveis e Lubrificantes
Variação mensal: +0,6%
Variação anual: N/A
Dinâmica: Mobilidade urbana normalizada; correlação com atividade de serviços.
Tecidos, Vestuário e Calçados
Variação mensal: -0,8%
Variação anual: Negativo
Dinâmica: Único setor em queda; substituição de gastos por bens duráveis na Black Friday.
Fonte: Consolidação de dados IBGE e Broadcast.1
O setor de Hiper e Supermercados, com alta de 1,0% 1, é o fiel da balança. Representando
mais de 50% do peso do índice, seu crescimento é prova cabal de que a restrição monetária
não atingiu o consumo de bens essenciais. A trégua na inflação de alimentos em domicílio 1
aumentou o poder de compra real das famílias de baixa renda, que destinam a maior parte do
orçamento a esta categoria.
Por outro lado, o recuo de 0,8% em Tecidos, Vestuário e Calçados 10 pode ser interpretado
como um efeito substituição: diante do orçamento restrito e das promoções agressivas em
eletrônicos e eletrodomésticos, as famílias adiaram a renovação do guarda-roupa para
priorizar bens de maior valor agregado ofertados com desconto.
2.4. O Varejo Ampliado e a Sensibilidade aos Juros
A análise do Varejo Ampliado, que inclui veículos e materiais de construção, oferece a
evidência mais clara do impacto dos juros de 15%. O índice geral ampliado cresceu 0,7% na
margem 12, impulsionado pelo varejo restrito, mas os componentes sensíveis ao crédito
mostram fraqueza estrutural.
● Veículos, motos, partes e peças: Registrou queda de 0,2% na margem e um recuo
profundo de 5,8% na comparação anual.9 Este é o setor onde a política monetária
"morde". O financiamento de veículos (CDC) é extremamente sensível à taxa de juros.
Com a Selic a 15%, o custo final ao consumidor supera frequentemente 2,5% ao mês,
inviabilizando a renovação de frota para a classe média típica. A queda de 5,8% em 12
meses confirma que o ciclo de bens duráveis de alto valor financiado está travado.
● Material de Construção: Apresentou alta de 0,8% na margem, mas queda de 3,0% na
comparação anual.9 A leve recuperação mensal pode estar ligada a pequenas reformas
de fim de ano (pagas com 13º salário), mas a queda anual reflete o desaquecimento do
mercado imobiliário e a retração nos financiamentos para construção e reforma.
2.5. Disparidades Regionais
A recuperação do varejo não é uniforme geograficamente. Dados do IBGE mostram que o
crescimento ocorreu em 23 das 27 unidades da federação na comparação mensal. Destaque
para Rondônia (+9,2%), Roraima (+4,5%) e Espírito Santo (+4,3%).11
Esses outliers positivos, especialmente na região Norte, podem estar correlacionados com a
dinâmica do agronegócio e mineração, além de transferências de renda federais que têm
peso desproporcional nessas economias locais. Em contraste, estados mais industrializados
ou dependentes de serviços urbanos, como o Rio de Janeiro (-0,7%), apresentaram
desempenho mais fraco, refletindo as dificuldades fiscais locais e a dinâmica do mercado de
trabalho metropolitano. No Paraná, o varejo acumulou alta de 2,4% no ano, acima da média
nacional, impulsionado por eletrodomésticos (+14,5%) 13, sugerindo uma economia regional
mais resiliente.
3. O Paradoxo da Renda e a Ineficácia da Transmissão
Monetária
A persistência do crescimento do varejo em um ambiente de juros reais ex-ante próximos de
9,5% (Selic de 15% menos inflação esperada de 4,06%) exige uma explicação teórica robusta.
Por que a política monetária não está contendo a demanda agregada conforme previsto nos
modelos do Banco Central?
3.1. O Canal da Renda Sobrepuja o Canal do Crédito
A explicação primordial reside na força extraordinária do mercado de trabalho. A taxa de
desemprego caiu para 5,2% no trimestre encerrado em novembro de 2025, a menor da série
histórica do IBGE.14 Mais do que a quantidade de empregos, a qualidade da renda melhorou
em termos agregados.
A massa de rendimento real habitual atingiu o recorde de R$ 363,7 bilhões, com crescimento
de 5,8% no ano e 2,5% no trimestre.15 Isso significa que há uma injeção líquida de quase R$
20 bilhões a mais na economia em comparação com o ano anterior, proveniente apenas do
trabalho.
Esse volume colossal de renda nova entra na economia com alta velocidade de circulação.
Diferentemente do crédito, que depende da confiança e do custo do dinheiro, a renda do
trabalho é convertida quase imediatamente em consumo, especialmente nas faixas de renda
média e baixa. O varejo de supermercados e farmácias é o principal beneficiário desse fluxo.
O consumidor não precisa se endividar para comprar; ele usa o salário valorizado acima da
inflação.
3.2. Pleno Emprego e Pressão Salarial
O nível de 5,2% de desemprego sugere que a economia brasileira opera acima do seu nível de
pleno emprego (NAIRU), gerando pressões salariais. O rendimento médio real habitual
cresceu 4,5% no ano, atingindo R$ 3.574.15
Essa dinâmica cria um ciclo de retroalimentação: empresas contratam para atender a
demanda; a escassez de mão de obra eleva os salários; salários maiores aumentam o
consumo; o consumo sustenta as vendas das empresas. A política monetária, atuando apenas
sobre o custo do capital, tem dificuldade em romper esse ciclo inercial de renda-consumo
sem causar um choque recessivo muito mais profundo, o que o Banco Central tem evitado até
o momento.
3.3. O Efeito Riqueza do Rentismo (O "Hedge" das Classes Altas)
Um aspecto frequentemente subestimado é o efeito distributivo dos juros altos. Com a Selic a
15%, o Brasil oferece um dos maiores retornos reais do mundo para o capital financeiro. As
famílias detentoras de patrimônio líquido investido em renda fixa (CDI, Tesouro Selic,
LCIs/LCAs) experimentam um aumento significativo em sua renda disponível sem necessidade
de esforço produtivo adicional.
Esse fenômeno, conhecido como "efeito renda do rentismo", sustenta o consumo das classes
A e B. Isso explica a resiliência do setor de serviços de alto padrão e do mercado de luxo, que
continua crescendo concentrado em marcas exclusivas (BMW, Mercedes-Benz, Volvo detêm
66% do mercado premium).16 Enquanto a classe média baixa sofre com o encarecimento do
f
inanciamento do carro popular, a classe alta compra veículos premium à vista ou com taxas
subsidiadas pelas montadoras, utilizando os rendimentos de suas aplicações financeiras.
Essa bifurcação do consumo ("K-shaped recovery") dilui a eficácia da política monetária, pois
uma parcela relevante da demanda (a de alta renda) torna-se positivamente correlacionada
com a alta de juros, ao invés de negativamente.
3.4. A Dinâmica do Crédito: Inadimplência vs. Concessão
Embora o crédito esteja caro, ele não desapareceu. O endividamento das famílias está
elevado, mas a concessão de crédito livre ainda mostra alguma vitalidade em linhas de curto
prazo. Contudo, a inadimplência começa a ser um sinal de alerta amarelo. Dados do Banco
Central mostram que a inadimplência da carteira de crédito livre para pessoas físicas subiu
para 6,3%, um avanço de 1,0 ponto percentual em doze meses.17
O aumento da inadimplência, paradoxalmente, convive com o aumento das vendas. Isso
sugere que as famílias estão priorizando o consumo corrente em detrimento do pagamento
de dívidas passadas, ou "rolando" o endividamento enquanto o mercado de trabalho permitir.
Bancos privados já adotam cautela na concessão 18, mas o impulso da renda tem sido
suficiente para manter a roda girando por enquanto.
4. A Inflação no "Último Quilômetro": Inércia e Difusão
A resiliência da atividade econômica cobra seu preço na dinâmica inflacionária. O Índice
Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) encerrou 2025 com alta acumulada de
4,26%.19 Embora dentro do intervalo de tolerância (teto de 4,50%), o índice está
desconfortavelmente acima da meta central de 3,00% e mostra sinais qualitativos
preocupantes para 2026.
4.1. O Salto no Índice de Difusão
O sinal de alerta mais estridente vem do índice de difusão — métrica que indica a
porcentagem de itens da cesta do IPCA que apresentaram aumento de preços. Este indicador
saltou de 56% em novembro para 60% em dezembro de 2025.20
Uma difusão de 60% indica que a inflação deixou de ser um problema de choques de oferta
pontuais (como uma quebra de safra afetando apenas alimentos) para se tornar um processo
generalizado de remarcação de preços. A difusão de itens não alimentícios, especificamente,
disparou de 49% para 65% 20, evidenciando que a pressão se espalhou para bens industriais
e serviços.
4.2. A Rigidez dos Serviços Subjacentes
A inflação de serviços, intimamente ligada ao hiato do produto e ao mercado de trabalho,
mostra-se resiliente. A média móvel de três meses dos núcleos de serviços subjacentes
acelerou para 5,1% anualizado em dezembro.21
Com o reajuste do salário mínimo para R$ 1.621 a partir de janeiro de 2026 (+6,78%) 22,
estabelece-se um novo piso nominal para os custos de serviços intensivos em mão de obra
(domésticos, reparos, beleza, alimentação fora do lar). Essa indexação salarial atua como um
mecanismo de realimentação inercial, dificultando a convergência da inflação para a meta de
3% sem uma desaceleração econômica que o atual cenário de pleno emprego não permite.
4.3. Expectativas Desancoradas
O mercado financeiro, captando esses sinais, mantém suas expectativas de inflação
desancoradas. O Boletim Focus projeta um IPCA de 4,06% para 2026 e 3,80% para 2027.23 O
fato de as expectativas de longo prazo (2027-2028) estarem estacionadas acima da meta
sugere uma falta de credibilidade na capacidade do Banco Central de entregar a inflação no
alvo, dada a pressão fiscal e a inércia da atividade. Esta desancoragem obriga o BC a manter
os juros mais altos por mais tempo, elevando o custo do desinflacionamento.
5. Dominância Fiscal e o Orçamento de 2026: O
Elefante na Sala
A discussão macroeconômica brasileira em 2026 é inevitavelmente gravitada pelo conceito de
Dominância Fiscal. Este fenômeno, teorizado por Sargent e Wallace, descreve uma situação
onde a política monetária perde a primazia no controle da inflação porque a política fiscal
torna-se insustentável. Se o mercado acredita que o governo não pagará sua dívida através
de superávits futuros, mas sim através de inflação (monetização), subir juros torna-se
contraproducente, pois apenas acelera o crescimento da dívida e o risco de calote,
depreciando o câmbio e gerando mais inflação.
5.1. O Orçamento Eleitoral e a Expansão de Gastos
A sanção do Orçamento de 2026 pelo Presidente Lula, ocorrida em 14 de janeiro, confirmou
os temores de uma política fiscal expansionista em ano eleitoral. O orçamento prevê
despesas totais de R$ 6,5 trilhões (incluindo rolagem da dívida) e, crucialmente, um volume
recorde de R$ 61 bilhões em emendas parlamentares.7
Essas emendas, em grande parte impositivas, funcionam como uma injeção direta de liquidez
nas bases eleitorais (municípios), pulverizando recursos em obras e serviços locais. O efeito
multiplicador desses gastos é alto e ocorre justamente no período pré-eleitoral,
contrabalanceando o esforço contracionista da Selic.
Além disso, programas sociais como o Bolsa Família (R$ 158,6 bilhões) e o Pé-de-Meia (R$
11,47 bilhões) mantêm a renda das camadas mais baixas elevada 24, sustentando o consumo
básico que observamos nos dados do varejo.
5.2. A Meta Fiscal: Ficção vs. Realidade
Oficialmente, a meta fiscal para 2026 é de um superávit primário de 0,25% do PIB (aprox. R$
34,5 bilhões).24 Contudo, a credibilidade dessa meta é nula junto aos agentes de mercado. O
Boletim Focus projeta um déficit primário de 0,53% do PIB para 2026.25
A discrepância entre o discurso oficial e a projeção de mercado deve-se à prática recorrente
de excluir despesas do cálculo da meta (como os R$ 57 bilhões em precatórios) e à
superestimação de receitas. Economistas como Felipe Salto e Rafaela Vitória alertam que a
meta fiscal precisará ser alterada ou que o governo dependerá de receitas extraordinárias
incertas para fechar as contas.26
Essa falta de transparência e compromisso fiscal real corrói a âncora fiscal, elevando o
prêmio de risco embutido na curva de juros.
5.3. A Trajetória da Dívida e o Risco de Ruptura
A consequência aritmética de déficits primários recorrentes somados a juros reais elevados é
o crescimento explosivo da dívida pública. O economista-chefe da XP, Caio Megale, alerta
que "será difícil alcançar meta fiscal positiva em 2026" e que o país vive "à beira da
dominância fiscal".27
Projeções de mercado indicam que a Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) pode atingir 82%
do PIB ao final de 2026 e caminhar para 90% até 2028 se não houver correção de rota.28
Com a Selic a 15%, o custo de carregamento dessa dívida é proibitivo. O governo gasta cerca
de 7-8% do PIB apenas com o pagamento de juros nominais. Isso cria um círculo vicioso: o
risco fiscal eleva os juros neutros; juros altos pioram a dívida; a piora da dívida eleva o risco
f
iscal.
Economistas divergem se já estamos em dominância fiscal plena ou não 29, mas o
comportamento dos ativos — com a curva de juros longa abrindo taxas apesar da inflação
corrente "controlada" — sugere que o mercado opera sob a premissa de dominância fiscal
incipiente.
6. O Cenário Internacional: Ventos Contrários de
Washington
A complexidade doméstica é amplificada por um ambiente externo que deixou de ser
favorável. A expectativa de um ciclo agressivo de cortes de juros nos Estados Unidos foi
frustrada.
6.1. O "Fed" e a Geopolítica de Trump
O Federal Reserve enfrenta seu próprio dilema. Com a economia americana resiliente e a
inflação ainda acima da meta de 2%, a precificação de cortes de juros foi adiada. Bancos
como J.P. Morgan agora preveem manutenção de juros altos ou até altas futuras em cenários
extremos (2027), enquanto Goldman Sachs e Barclays adiaram a expectativa de cortes para
meados ou final de 2026.31
A tensão política entre Donald Trump e Jerome Powell adiciona volatilidade.32 A possibilidade
de interferência política no Fed ou de políticas fiscais expansionistas (cortes de impostos) nos
EUA mantém os Treasuries americanos pagando taxas atrativas.
6.2. Impacto no "Carry Trade" e no Câmbio
Para o Brasil, juros altos nos EUA (na faixa de 3,5% - 4,0% ou mais) reduzem o diferencial de
juros (carry trade). Embora a Selic de 15% ainda ofereça um prêmio robusto, o risco fiscal
brasileiro diminui a atratividade ajustada ao risco dessa operação.
Isso pressiona a taxa de câmbio. O dólar abriu o dia 15/01/2026 cotado a R$ 5,38, com
volatilidade.33 Um câmbio depreciado atua como mais um vetor inflacionário (via preços de
importados e combustíveis), limitando ainda mais o espaço de manobra do Banco Central do
Brasil.
7. Mercado Financeiro: Reação e Precificação
(15/01/2026)
A reação dos mercados financeiros aos dados de varejo e ao cenário orçamentário reflete a
cautela extrema dos investidores.
7.1. Inclinação da Curva de Juros (Steepening)
Observamos um movimento clássico de inclinação da curva de juros (DI Futuro).
● Parte Curta (2026-2027): As taxas operam estáveis ou com leve alta, precificando a
manutenção da Selic em 15% por um período prolongado (Higher for Longer). O
mercado abandonou as apostas de cortes no curto prazo.34
● Parte Longa (2029-2035): As taxas abriram significativamente. O Tesouro IPCA+ 2035
atingiu rendimento de IPCA + 7,66%, e o prefixado 2035 chegou a 13,69%.35
○ Interpretação: O prêmio de risco na parte longa reflete o temor de insolvência fiscal
ou de retorno da inflação descontrolada. Taxas reais acima de 7,5% são
historicamente associadas a períodos de crise aguda de confiança.
7.2. Bolsa de Valores e Setores
O Ibovespa renovou máxima histórica aos 165 mil pontos 36, mas esse número esconde uma
rotação setorial importante.
● Varejo Cíclico: Ações como Magazine Luiza e Casas Bahia tiveram alta no dia
impulsionadas pelo dado de curto prazo do varejo, mas sofrem estruturalmente com o
custo da dívida.
● Setor Financeiro e Alta Renda: Bancos (Itaú, Bradesco) e varejo de alta renda (Vivara)
mostram desempenho superior, beneficiando-se dos spreads altos e da resiliência do
consumo de luxo.
8. Perspectivas para a Política Monetária: O Que
Esperar do Copom?
Diante do quadro de atividade aquecida, inflação inercial e risco fiscal, a próxima reunião do
Copom (27 e 28 de janeiro de 2026) reveste-se de importância crítica.37
8.1. Cenários de Decisão
1. Cenário Base (Manutenção em 15,00%): É o consenso majoritário. O BC deve manter a
taxa inalterada, mas endurecer o comunicado (Hawk), explicitando que a convergência
da inflação está ameaçada pela política fiscal e pela atividade forte. A estratégia será
manter os juros restritivos por tempo indeterminado até que o hiato do produto abra ou
as expectativas reancorem.
2. Cenário de Risco (Elevação de Juros): Embora menos provável no curto prazo, a tese
de gestoras como a Adam Capital — que veem chance de Selic parada ou até subindo —
ganha força.38 Se o dólar disparar ou a inflação de serviços acelerar mais, o BC pode ser
forçado a dar um "choque de credibilidade" elevando a taxa, a despeito do custo
político.
8.2. A Narrativa da "Ineficácia"
O BC precisará endereçar a narrativa de que a política monetária "não funciona". A
comunicação deve enfatizar que a política está funcionando (vide setor de veículos e crédito
corporativo), mas que seus efeitos estão sendo mascarados pelo impulso fiscal e de renda. O
reconhecimento explícito da descoordenação entre política fiscal e monetária pode gerar
ruído político com o governo, mas é necessário para a transparência técnica.
9. Conclusão e Estratégia
O Brasil inicia 2026 sob o signo de um desequilíbrio macroeconômico perigoso: uma
economia que cresce impulsionada por gastos públicos e consumo das famílias, mas que
acumula desequilíbrios fiscais e inflacionários que cobram seu preço na taxa de juros.
Para investidores e gestores corporativos, a leitura é clara:
1. Não apostar contra o consumo no curto prazo: O varejo deve continuar
surpreendendo positivamente no primeiro semestre devido ao calendário eleitoral e à
renda forte.
2. Cautela extrema com a dívida pública: O risco de cauda fiscal é elevado. A proteção
em ativos reais ou indexados à inflação (IPCA+) de prazos curtos/médios é preferível a
prefixados longos.
3. Juros "Higher for Longer": Planejamentos financeiros devem assumir um custo de
capital (Selic) de dois dígitos por todo o horizonte de 2026. A era dos juros baixos
📊 Indicadores-Chave e Projeções – Brasil (Jan/26 → Final 2026)
💰 Selic
Atual: 15,00%
Projeção: 12,25%
Tendência: 🔼 Alta (manutenção em 14–15%)
📈 IPCA (Inflação 12m)
Atual: 4,26%
Projeção: 4,06%
Tendência: 🔼 Alta (serviços pressionados)
📊 PIB
Atual: N/A
Projeção: 1,80%
Tendência: 🔼 Alta (revisões para cima após varejo forte)
📉 Déficit Primário
Atual: -0,48% (2025)
Projeção: -0,53%
Tendência: ⚠️ Piora (gastos eleitorais)
💵 Dólar
Atual: R$ 5,38
Projeção: R$ 5,40+
Tendência: 🌪️ Volátil (risco fiscal)
XAUUSD Setup: Aguardando o desconto para comprar ouro"O Ouro está esticado e operar rompimento agora é pedir para ser estopado. Como operadores
institucionais, nós não perseguimos o preço; nós deixamos o preço vir até a nossa zona.
O Plano de Voo:
O gráfico mostra uma clara intenção de buscar liquidez mais alta, mas precisamos de um preço de desconto (Discount Zone).
• Entrada Otimizada: Aguardando retorno à base de demanda em xxxx.
• Stop Loss: Protegido abaixo da invalidação estrutural.
• Take Profit: Liquidez externa em xxxx.
Paciência paga. Deixe o mercado vir até você. 🦅"
A Armadilha dos Vendedores e o alvo de 4670"Ouro (Gold) segue em estrutura macro de alta, mas o varejo está sendo induzido a vender no topo.
Análise Técnica (SMC):
1. Liquidez Capturada: O preço limpou os Highs anteriores, gerando liquidez de compra.
2. Inducement (Indução): O movimento atual de baixa é corretivo para mitigar ordens pendentes.
3. Zona de Interesse (POI): Estou aguardando o preço reagir no Order Block de H1/H4 na região de 4578.00 - 4582.00.
📉 O que esperar: Uma queda corretiva para limpar os 'early buyers' (compradores apressados).
📈 Gatilho: Confirmação de força na zona de 4580 para buscar o alvo final em 4670.97.
Não opere o que você acha, opere o que o gráfico mostra. Siga o rastro do dinheiro."
Regiões Importantes para o WING26 – hoje, 15/01/2026Planejamento e Organização
-Com base em métricas autorais estabeleço regiões para que sejam observadas em suas operações, de acordo com o seu operacional. Respeite sempre o seu operacional (o seu setup)!
-As regiões não são recomendações! Não façam compras ou vendas nas regiões apresentadas neste artigo. Elas servem como estudo de mercado para auxiliar o seu entendimento do momentum.
-Operações intraday (que iniciam e encerram no mesmo pregão) são de altíssimo risco e com bastante volatilidade. Além dos movimentos do ativo fique atento(a) as principais notícias durante o pregão.
REGIÕES IMPORTANTES:
Leia todo o conteúdo acima!
>Ponto CENTRAL |167.590|
-Zona Média SUPERIOR |169.230|
Região Superior: 169.980 até 168.480
-Zona Média INFERIOR |165.950|
Região Inferior: 166.700 até 165.200
Fibonacci _ Retrações:
163.420 (≈23.6%)
161.015 (≈38.2%)
159.065 (≈50.0%)
-157.120 (≈61.8%)
154.350 (≈78.6%)
Disclaimer
Planejar e executar uma operação no contrato de WIN requer atenção aos detalhes, uma estratégia bem definida e o comprometimento com o seu operacional. Os aspectos mencionados acima são elaborados com o intuito educacional e não são uma recomendação deste analista. Os estudos realizados neste artigo refletem, única e exclusivamente, as opiniões pessoais do analista. Reforço, turma, que não são recomendações de compra e(ou) venda de qualquer ativo. Este estudo foi feito pelo Analista de Valores Mobiliários - Pessoa Natural (Autônomo) – Netto Alves (CNPI-T 9820), nos termos da Resolução CVM no 20/2021 conforme previsto no art. 3o, inc. I. O conteúdo deste estudo não é garantia ou promessa de desempenho real, pois dados e retornos passados não são garantia de resultado futuro. Importante ressaltar que operar no mercado financeiro envolve riscos e não há nada que possa garantir rentabilidade.
XAUUSD (H4) – QUEBRA DE LINHA DE TENDÊNCIA CONFIRMADAXAUUSD (H4) – QUEBRA DA LINHA DE TENDÊNCIA CONFIRMADA, AGORA É TUDO SOBRE COMPRAR NO PONTO BAIXO.
Contexto macroeconômico
Fluxos de ativos de refúgio ainda estão apoiando metais preciosos à medida que a incerteza geopolítica aumenta. As manchetes sobre a situação dos EUA–Venezuela e a resistência política podem manter a ação do preço reativa, o que significa que picos acentuados e varreduras de liquidez são muito possíveis antes que o mercado se comprometa com a próxima perna.
Visão técnica (H4)
A estrutura bullish permanece intacta: máximas mais altas + mínimas mais altas.
O preço quebrou a linha de tendência/resistência e está segurando acima da área de "resistência de compra" em torno de 4550 → um sinal positivo para a continuação.
A extensão de Fibonacci 1.618 acima é um grande ímã de liquidez, mas também uma zona onde a realização de lucros de curto prazo pode acionar um retrocesso.
Níveis chave
Suporte pivot: 4550–4545
Suporte mais profundo: 4475–4455 (área de equilíbrio dentro do canal de alta)
Resistência alvo: 4760–4770 (zona de Fibo 1.618 / "venda Fibonacci")
Cenários de negociação
Cenário 1: COMPRA seguindo a tendência (preferido)
Entrada: Comprar na correção 4552–4560
SL: 4540
TP1: 4635–4660
TP2: 4720–4740
TP3: 4760–4770
Plano: esperar uma reação clara no novo suporte após a quebra, então seguir a tendência.
Cenário 2: COMPRA mais segura após uma varredura de liquidez mais profunda
Se o preço cair fortemente em liquidez fina/notícias:
Entrada: Comprar 4475–4455
SL: 4435
TP: 4550 → 4635 → 4760
Cenário 3: VENDA de reação (apenas a curto prazo)
Somente se houver uma rejeição clara nas máximas:
Zona de venda: 4760–4770
SL: 4785
TP: 4685 → 4635 → 4550
Conclusão
O viés H4 permanece bullish após a quebra da linha de tendência. A melhor abordagem é não correr atrás — aguardar uma queda até 4550 para comprar com estrutura. A VENDA é apenas uma reação tática se o preço rejeitar fortemente na extensão 1.618.
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BBAS3: preço recua, lucro desacelera e o gráfico acende alertasBanco do Brasil (BBAS3)
A cotação atingiu o topo em R$ 29,31. Considerando a mínima mais relevante em R$ 7,14 (2020), o movimento de alta acumulado foi de aproximadamente +314%.
É importante contextualizar esse rali com os fundamentos: no auge do movimento, o lucro líquido alcançou R$ 32,53 bilhões, enquanto atualmente está em R$ 12,82 bilhões, indicando uma desaceleração relevante na geração de resultados.
No gráfico, alguns níveis de atenção ficam evidentes (linhas horizontais em amarelo), que marcaram zonas importantes de decisão do mercado no passado.
No momento, com a cotação em torno de R$ 21,50, o preço retorna para a região de 50% de retração de Fibonacci, zona clássica de equilíbrio entre compradores e vendedores.
🔎 Ponto-chave de acompanhamento:
O rompimento da região de R$ 18,08 pode confirmar a continuidade da tendência de baixa, abrindo espaço para movimentos mais profundos.
Acima disso, o ativo permanece em uma zona de correção dentro do movimento maior.
Morning Call - 15/01/2026 - Resultado da TSMC Impulsiona Nasdaq Agenda de Indicadores:
9:00 – BRA – Vendas no Varejo
9:30 – UE – BCE divulga Ata da última Reunião de Política Monetária
10:30 – USA – Pedidos Semanais por Seguro-Desemprego
10:30 – USA – Índice Empire State de Atividade Industrial
10:30 – USA – Índice de Atividade Industrial do Fed Filadélfia
Agenda de Autoridades:
10:35 – USA – Raphael Bostic, do Fed de Atlanta (Não Vota), discursa sobre as perspectivas econômicas na reunião do Conselho de Administração da Câmara de Comércio da Região Metropolitana de Atlanta
11:15 – USA – Michael Barr, Governador do Fed (Vota), participa do painel "Stablecoins" na Conferência "Futuro das Finanças" da Wharton School da Universidade da Pensilvânia
14:40 – USA – Thomas Barkin, do Fed de Richmond (Não Vota), discursa na Conferência de Previsões Financeiras da Associação de Banqueiros da Virgínia/Câmara de Comércio da Virgínia
15:30 – USA – Jeffrey Schmid, do Fed de Kansas City (Não Vota), discursa sobre política monetária e perspectivas econômicas no Clube Econômico de Kansas City
Resultados Corporativos:
4:00 - TSMC
8:00 - BlackRock
9:30 - Goldman Sachs
9:30 - Morgan Stanley
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLG2026
Eleições 2026: A pesquisa Genial/Quaest mostrou que a vantagem do presidente Lula diminuiu no primeiro e segundo turno contra seus principais opositores, Tarcísio de Freitas e Flávio Bolsonaro. No segundo turno, Lula lidera com 5 pontos de vantagem contra Tarcísio e 7 pontos de vantagem contra Flávio.
Haddad Deixará Fazenda: Haddad confirmou ontem a noite que deixará o Ministério da Fazenda ainda neste mês, sem trazer informações sobre quem será seu substituto. O ministro afirmou que pretende ajudar no esforço pela reeleição do presidente Lula, reafirmando que não pretende ser candidato, embora não descarte dialogar com o PT sobre essa possibilidade.
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — operam em alta nesta quinta-feira, sustentados pelo forte desempenho do setor de tecnologia após a divulgação do balanço da TSMC.
A maior fabricante mundial de chips avançados para inteligência artificial reportou resultados acima das expectativas no quarto trimestre e projetou crescimento robusto para 2026, reforçando a narrativa de demanda estruturalmente forte por semicondutores ligados à IA. O balanço divulgado na madrugada impulsiona o apetite por risco no pré-mercado de Nova York, com reflexos diretos nas ações de grandes empresas do setor de tecnologia e inteligência artificial.
O movimento ajuda a sustentar principalmente os contratos do Nasdaq, em um momento em que o mercado vinha passando por rotação setorial e realização de lucros nas empresas de semicondutores nos últimos pregões. A leitura positiva do resultado da TSMC reacende a confiança de que os investimentos em IA seguem gerando retorno, mesmo diante de juros ainda elevados e de um Federal Reserve mais cauteloso.
Além do noticiário corporativo, os investidores seguem monitorando o cenário macroeconômico e político nos EUA, incluindo as tensões recentes entre Donald Trump e Jerome Powell, bem como as expectativas em torno da política monetária. Apesar do ambiente de incerteza, o desempenho da TSMC fornece um catalisador claro de curto prazo, permitindo que os futuros americanos iniciem o dia em terreno positivo.
Europa
Os principais índices de ações europeus — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — ampliaram os ganhos nesta quinta-feira, sustentados por uma combinação de dados econômicos positivos e pelo forte desempenho do setor de tecnologia.
O principal catalisador do pregão foi o setor de semicondutores. Os investidores reagiram de forma positiva ao balanço da TSMC, maior fabricante mundial de chips avançados para inteligência artificial, que reportou lucro no quarto trimestre acima das expectativas. O resultado impulsionou as ações da ASML, maior fornecedora global de equipamentos para a indústria de semicondutores, que avançaram 6,7% e renovaram máxima histórica. Com isso, o índice europeu de tecnologia subiu 2,5%, liderando os ganhos no STOXX 600.
Além do noticiário corporativo, o cenário macroeconômico também contribuiu para o tom mais construtivo do mercado. No Reino Unido, dados divulgados mostraram que a economia cresceu acima do esperado em novembro, reforçando a percepção de resiliência da atividade na região.
Em outra frente, os dados de inflação da Suécia também ajudaram a sustentar o sentimento positivo. Os preços ao consumidor medidos pelo índice com taxa de juros fixa subiram 2,1% em dezembro na comparação anual, em linha com a meta do banco central, reduzindo preocupações sobre novos apertos monetários no curto prazo.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram a quinta-feira sem direção única, com o Kospi TVC:KOSPI , principal índice da Coreia do Sul, liderando os ganhos e renovando máxima histórica.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI avançou 1,6%, após o banco central manter a taxa básica de juros em 2,50% e sinalizar o encerramento do ciclo de flexibilização monetária, priorizando a estabilidade financeira. A recente desvalorização do won reduziu o espaço para novos estímulos, reforçando uma postura mais cautelosa da autoridade monetária. No mercado acionário, o desempenho foi amplamente positivo: as ações da Kia dispararam 6,7%, enquanto Hyundai subiu 2,5% e Samsung avançou 2,6%.
Nos demais mercados da região, o pregão foi marcado pela continuidade da rotação de carteiras, com realização de lucros em ações de tecnologia — especialmente nos segmentos de semicondutores e inteligência artificial — e busca por oportunidades em setores mais descontados.
No Japão, o Nikkei TVC:NI225 recuou 0,4%, pressionado pelas quedas da SoftBank (-5%) e da Advantest (-2,5%). Na direção oposta, os setores financeiro e de bens de consumo duráveis apresentaram forte desempenho, com destaque para a Toyota, que avançou 2,5%.
No mercado cambial, o iene voltou a se valorizar, afastando-se do nível de 160 ienes por dólar, após o Ministério das Finanças do Japão alertar para a possibilidade de intervenção cambial. Os rendimentos dos títulos do governo japonês também recuaram, afastando-se das máximas históricas recentes.
Na China, os mercados acionários tiveram desempenho misto. O China A50 FTSE:XIN9 e o Shenzhen SZSE:399001 encerraram em alta, enquanto o Shanghai SSE:000001 e o Hang Seng HSI:HSI registraram leves quedas, pressionados principalmente pelo desempenho negativo das empresas de tecnologia.
Na Austrália, o ASX ASX:XJO subiu 0,5%, sustentado pelo avanço das ações da BHP, que registraram alta superior a 2,6%.
Especial TSMC
A TSMC, maior fabricante mundial de chips avançados voltados à inteligência artificial, anunciou nesta quinta-feira um salto de 35% no lucro do quarto trimestre, superando amplamente as expectativas do mercado e alcançando um recorde histórico. A companhia também apresentou projeções robustas para 2026 e reforçou os planos de expansão de sua capacidade produtiva nos Estados Unidos.
Beneficiando-se do que classifica como a “megatendência da IA”, a TSMC afirmou que tanto seus clientes diretos quanto os consumidores finais estão enviando sinais fortes de demanda, com pedidos crescentes por capacidade produtiva. Nesse contexto, a empresa estima que sua receita em 2026 avance cerca de 30% em dólares.
A fabricante taiwanesa, que tem Nvidia e Apple entre seus principais clientes, anunciou no ano passado investimentos adicionais de US$ 100 bilhões nos EUA, somando-se aos US$ 65 bilhões já comprometidos para a construção de três fábricas no estado do Arizona — uma delas já em operação.
O avanço acelerado da inteligência artificial tem permitido à TSMC ampliar ainda mais sua vantagem competitiva. Hoje, a companhia é a empresa listada mais valiosa da Ásia, com valor de mercado próximo a US$ 1,4 trilhão, mais do que o dobro da capitalização da sul-coreana Samsung.
Em reação aos resultados e às projeções, as ações da TSMC sobem quase 6% no pré-mercado de Nova York.






















