Futuros sobem apesar da hesitação com a Nvidia
Os principais índices americanos seguem em alta na manhã desta quarta-feira. Os futuros do S&P 500 e do Nasdaq sobem 0.22% e 0.34%, respetivamente. Os investidores estão a atribuir uma maior probabilidade a um corte de juros da Fed já em dezembro, após várias intervenções de alguns membros do Fed, o que tem alimentado o apetite pelo risco. Em contrapartida, a Nvidia ontem caiu 2.59%, após a notícia de que a Meta poderá optar por chips da Google para os seus centros de dados. As reações voláteis do mercado aos desenvolvimentos recentes reforçam o nervosismo dos investidores em relação à sustentabilidade do rali nas tecnológicas e evidenciam a crescente dependência do desempenho dos índices americanos em relação à Nvidia.
Henrique Valente – Analista, ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Fed
Fed mais dovish dá suporte ao ouro
Os preços do ouro tocaram um máximo de uma semana antes de devolverem os ganhos nas primeiras negociações de terça-feira. O potencial de valorização do metal precioso está a ser limitado por alguma força do dólar e por um tom geralmente positivo nos mercados acionistas, mas a correção desta manhã dificilmente deverá originar perdas significativas. Os recentes comentários dovish de responsáveis da Reserva Federal, juntamente com semanas de sinais contraditórios que colocaram as expectativas de um corte de juros em dezembro numa verdadeira montanha-russa, estão a alimentar a perceção de que a postura do banco central poderá estar a suavizar — uma dinâmica que é favorável ao ouro. Os traders irão aguardar confirmação através dos dados económicos dos EUA a divulgar ainda hoje, incluindo o PPI e as vendas a retalho de setembro, que poderão fornecer o impulso final para apostas mais significativas em cortes de juros no curto prazo. Num contexto de persistente incerteza económica, turbulência geopolítica e expectativas crescentes de uma Fed mais dovish, a queda de hoje deverá ser vista como uma oportunidade de comprar na baixa, com potencial para mais valorização do metal precioso.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
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Aumento do apetite pelo risco pressiona preços do ouro
Os preços do ouro recuaram ligeiramente nas negociações de quinta-feira de manhã, enfrentando uma forte resistência em torno do nível dos $4.100. Uma recuperação do apetite pelo risco nos mercados acionistas está a penalizar o metal de refúgio. Outro fator que pesa sobre o ouro é o fortalecimento do dólar norte-americano. Vários responsáveis do FOMC têm-se mostrado pouco entusiasmados com a possibilidade de cortar as taxas de juro em dezembro, apontando riscos inflacionistas persistentes — o que reduziu as apostas numa decisão dessa natureza na última reunião de política monetária do ano. Neste contexto, os investidores estarão muito atentos à divulgação, ainda hoje, dos dados adiados relativos às Folhas de Pagamento Não Agrícolas (Non-Farm Payrolls) de setembro. Embora os números digam respeito ao final do verão, continuam a ser relevantes, pois fornecem o retrato mais recente do mercado laboral, substituindo os últimos que estavam disponíveis, relativos a agosto, refletindo o período em que a Fed de Jerome Powell começou a adotar uma posição mais dovish. Uma leitura forte reduziria ainda mais as expectativas de um corte de taxas em dezembro, fortalecendo o dólar e pressionando os preços do ouro, enquanto um número fraco teria provavelmente o efeito oposto.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Ouro entre suporte chave e incerteza sobre juros
Os preços do ouro caíram nas primeiras negociações de terça-feira, antes de recuperarem de um mínimo de uma semana, mantendo-se ligeiramente acima do importante nível de suporte dos $4.000. O metal precioso continua a enfrentar ventos contrários resultantes da diminuição das expectativas de que a Reserva Federal venha a cortar as taxas de juro em dezembro. Com a reabertura do governo dos Estados Unidos, a divulgação de dados económicos será retomada — incluindo o relatório de Emprego Não Agrícola de setembro, que tinha sido adiado — deixando os investidores mais incertos e levando-os a atribuir probabilidades mais baixas a um novo corte de taxas antes do final do ano. Esta dinâmica tem sido reforçada por uma série de declarações públicas cautelosas de membros séniores do FOMC, que demonstraram alguma hesitação em reduzir os custos de financiamento. Ao mesmo tempo, o estatuto de ativo de refúgio do ouro continua a sustentar a procura, numa altura em que a aversão ao risco aumenta nos mercados financeiros, provocando perdas generalizadas nas ações, devido ao crescimento dos receios de uma desaceleração económica. Neste contexto — com o ouro preso entre forças opostas — os investidores aguardam agora a divulgação da última ata do FOMC, na quarta-feira, na expectativa de obterem maior clareza sobre o rumo das taxas de juro da Fed. Quaisquer sinais relativamente à orientação futura da política monetária deverão influenciar o desempenho do dólar norte-americano e, consequentemente, o do metal precioso, dada a correlação inversa existente entre os dois ativos.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Nasdaq recupera após forte correção
Os mercados acionistas recuperaram na sexta-feira, após a forte correção registada nos dias anteriores, num contexto de receios de sobreaquecimento, em particular no setor tecnológico. Os futuros do Nasdaq estão esta manhã a negociar perto dos 25 300 pontos, prolongando a recuperação de sexta-feira, mas os riscos permanecem elevados. Esta semana, os investidores estarão especialmente atentos a dois eventos: a apresentação de resultados da Nvidia, na quarta-feira, e a publicação dos dados de emprego de setembro nos EUA, na quinta-feira, que poderão ser determinantes para a decisão da Reserva Federal sobre as taxas de juro em dezembro. Atualmente, os mercados de previsões atribuem uma probabilidade praticamente idêntica entre a manutenção das taxas e um corte de 25 pontos base, o que aumenta o potencial de volatilidade em caso de surpresa nos dados macroeconómicos.
Henrique Valente – ActivTrades
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U
Ouro em alta moderada perante incerteza nos EUA
Os preços do ouro estão a negociar ligeiramente em alta esta manhã, apoiados por um clima de cautela nos mercados financeiros. As preocupações de que o dinamismo da economia norte-americana possa estar a enfraquecer, em parte devido a paralisação do governo, continuam a reforçar o apelo do metal como ativo de refúgio. No entanto, o potencial de valorização permanece limitado. Os investidores têm vindo a descontar uma menor probabilidade de um corte das taxas da Fed em dezembro, na sequência de uma série de declarações cautelosas de altos responsáveis, que destacaram o acesso limitado a dados económicos e as persistentes pressões inflacionistas. Esta dinâmica tem vindo a dar suporte ao dólar norte-americano e a limitar novos ganhos para o ouro. Ainda assim, a tendência de fundo mantém-se positiva. Expectativas económicas pessimistas, o aumento da aversão ao risco, a possibilidade de cortes adicionais por parte da Fed para além de dezembro e a instabilidade geopolítica em curso deverão continuar a sustentar o metal precioso nas próximas sessões.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Ouro em Alta após Fim do Shutdown nos EUA
Os preços do ouro subiram, atingindo um máximo de três semanas nas primeiras horas de negociação desta quinta-feira. O metal precioso acumulou ganhos superiores a 5% desde o início da semana, sustentado pela perceção generalizada de que a divulgação de dados económicos relevantes — prevista para depois do fim da paralisação do governo norte-americano — revelará fragilidades na economia dos Estados Unidos e aumentará a probabilidade de um novo corte das taxas de juro pela Reserva Federal em dezembro. Esta dinâmica enfraqueceu o dólar e beneficiou o ouro. Ao mesmo tempo, a reabertura do governo dos Estados Unidos gerou tambem algum otimismo nos mercados financeiros e deverá impulsionar os ativos de maior risco, como as ações — um cenário que poderá, em última análise, limitar o potencial de valorização do ouro. Ainda assim, a consolidação dos preços acima do nível dos 4.200 dólares poderá indicar que o caminho de menor resistência continua a ser em sentido ascendente, com as correções a representarem oportunidades de compra.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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O fim do shutdown promete avalanche de dadosDesde o início desta semana, venho lendo notícias sobre o acordo alcançado entre democratas e republicanos. O Senado aprovou, na noite de segunda-feira, um projeto de lei para reabrir o governo, e a Câmara dos Deputados deve aprová-lo o quanto antes. Em seguida, o projeto seguirá para o presidente Donald Trump, que deverá assiná-lo.
Essa foi a paralisação mais longa da história, e Kevin Hassett, da Casa Branca, afirmou que alguns dados econômicos que deveriam ter sido coletados em outubro podem nunca ser registrados, dificultando a obtenção de uma visão abrangente sobre a saúde da economia americana.
Órgãos estatísticos, como o Departamento de Estatísticas do Trabalho (BLS) e o Departamento do Censo, não conseguiram coletar dados durante a paralisação, o que torna certos relatórios, especialmente aqueles que dependem de métodos manuais de coleta, particularmente vulneráveis.
Há um risco crescente de que o BLS não consiga publicar o índice de preços ao consumidor (CPI) de outubro, um dos principais indicadores de inflação. Economistas também demonstram preocupação com a pesquisa domiciliar que produz a taxa de desemprego. O problema está em como as agências — que já enfrentavam falta de pessoal antes da paralisação — irão priorizar os relatórios pendentes, considerando que novembro já está em andamento. Economistas e investidores se preparam para uma avalanche de dados quando as operações forem retomadas, já que as agências terão de conciliar o calendário de relatórios atrasados com os futuros.
Olhando para os dados anteriores ao shutdown, o mercado de trabalho mostra aumento no desemprego e redução na folha de pagamentos:
A inflação do setor de serviços registrou nova mínima no último dado divulgado, em setembro:
Ao observar as probabilidades implícitas nas opções do FOMC, ainda há uma chance substancial de corte de juros em dezembro mesmo após Powell ter adotado um tom mais hawkish em sua última fala:
Hassett mencionou que o PIB pode ser impactado, mas que esse efeito tende a ser superado no futuro. Os dados de PMI seguem um padrão constante ao longo do ano com a manufatura em contração e o setor de serviços em expansão, o que tem mantido a economia relativamente estável.
As próximas semanas devem esclarecer melhor o rumo da economia. O ativo que observo para esse movimento é o juro, cujo valor de face está em trajetória de valorização desde o Liberation Day. A ideia é estar posicionado para os próximos dados econômicos, que devem confirmar a continuidade da desaceleração, porém em ritmo sustentável, coerente com o cenário de soft landing.
Os juros de 10 anos devem encerrar o ano próximo da máxima anual, em torno de 114 dólares. Cortes em 2026 ainda não estão precificados. As opções indicam que o juro deve permanecer estável em janeiro e março, com probabilidades de retomada dos cortes apenas em abril.
O risco de baixa surge caso os dados sinalizem o temido higher for longer , cenário em que minha visão para os juros deixaria de se sustentar.
Índices recuperam após correção ligada à IA
Os mercados globais estão a recuperar parcialmente esta quinta-feira, após a forte correção registada na véspera, desencadeada por receios de uma bolha nos setores ligados à inteligência artificial. O Nikkei 225 e o Hang Seng avançaram mais de 1%, refletindo a entrada de investidores que aproveitaram a queda para recompor posições. Nos Estados Unidos, o otimismo foi sustentado por dados económicos mais fortes do que o esperado, nomeadamente o crescimento do emprego privado e a resiliência do setor dos serviços, o que sugere que a economia americana continua robusta. Por outro lado, essa mesma força levanta dúvidas sobre a rapidez com que a Reserva Federal poderá reduzir as taxas de juro nas próximas reuniões.
Henrique Valente – ActivTrades
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Temores de Bolha da IA e “Shutdown” nos EUA Impulsionam Ouro
Os preços do ouro subiram nas primeiras horas de negociação desta quarta-feira, beneficiando de uma maior procura por ativos de refúgio e aproximando-se do importante nível dos 4.000 dólares. Os investidores regressaram ao metal precioso a meio da semana, impulsionando uma recuperação num contexto de crescente aversão ao risco nos mercados financeiros. Os receios de uma bolha provocada pela inteligência artificial continuam a dominar a atenção dos investidores, à medida que um número crescente de vozes influentes alerta para a possibilidade de uma correção significativa nos preços das ações. Outro fator de apoio ao ouro é o atual “shutdown” do governo dos Estados Unidos, que impede a divulgação de alguns dados económicos importantes, aumentando a incerteza. No entanto, o potencial de valorização do metal precioso permanece limitado pela força do dólar norte-americano. A postura restritiva do presidente da Reserva Federal, Jerome Powell, continua a lançar dúvidas sobre a probabilidade de um corte nas taxas de juro em dezembro. Estas incertezas têm sustentado o dólar e feito subir os rendimentos das obrigações do Tesouro, pressionando o metal precioso. Neste contexto, os investidores estarão atentos à divulgação dos dados de emprego ADP e do índice PMI dos serviços dos Estados Unidos, previstos para mais tarde hoje, que poderão fornecer novos indícios sobre o estado da economia norte-americana e influenciar as expectativas de cortes das taxas de juro da Fed — e, consequentemente, os preços do ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
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Nasdaq em ligeira correção após semanas de ganhos.
O Nasdaq recua cerca de 1,5%, negociando em torno dos 25.620 pontos, após várias semanas de ganhos consecutivos impulsionados pelo entusiasmo em torno da inteligência artificial. O sector tecnológico, em especial o círculo de empresas ligadas à OpenAI, tem sido o principal motor desta valorização. Contudo, as avaliações extremamente elevadas começam a gerar desconforto entre investidores que temem sinais de exuberância excessiva. A Palantir apresentou ontem resultados trimestrais que superaram as expectativas de Wall Street, levando a uma valorização superior a 3% e a um rácio preço/vendas de 80x, ilustrando bem a magnitude do rally nas tecnológicas. No final da semana, será publicado o relatório de empregos não-agrícolas nos EUA, um dado relevante para a próxima decisão da Fed sobre as taxas de juro, agendada para o início de dezembro.
Henrique Valente – ActivTrades
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Ouro Beneficia da Incerteza e do Estatuto de Refúgio
Os preços do ouro subiram nas primeiras horas de negociação desta quinta-feira, prolongando o que tem sido, até agora, uma semana muito positiva para o metal precioso, com ganhos superiores a 5,7%. Os investidores têm vindo a comprar ouro como ativo de refúgio, conscientes de que tende a ter um bom desempenho em períodos de incerteza — e há bastante disso a dominar as manchetes atualmente. A paralisação em curso do governo dos EUA está a impedir a divulgação de dados económicos, forçando os investidores a navegar, em certa medida, às cegas, enquanto o recente agravamento das tensões comerciais entre os EUA e a China continua a ser motivo de preocupação, lançando dúvidas sobre as perspetivas de crescimento da economia global. Ao mesmo tempo, é cada vez maior a expetativa de que a Reserva Federal mantenha uma postura dovish no médio a longo prazo, criando uma pressão negativa sobre o dólar norte-americano — o que sustenta os preços do ouro devido à correlação inversa entre os dois ativos. Neste contexto, e com investidores, encorajados pelos ganhos recentes, a ignorar os sinais técnicos que apontam para condições de sobrecompra, poderá ainda haver margem para novas subidas nos preços.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Ouro continua o rali e ultrapassa os 4.200 dólares
Os preços do ouro atingiram um máximo histórico nas primeiras horas de negociação desta quarta-feira, ultrapassando o nível dos 4.200 dólares. A procura pelo metal precioso mantém-se robusta, sustentada por fortes fluxos de refúgio seguro e pela perceção crescente de que o sentimento no seio da Reserva Federal se está a tornar cada vez mais dovish. Investidores preocupados continuam a refugiar-se no ouro à medida que a incerteza aumenta, impulsionada pela paralisação do governo dos EUA, que tem um impacto negativo nas perspetivas económicas e impede a divulgação de dados económicos. A recente intensificação das tensões comerciais entre os EUA e a China, que reavivou receios de uma guerra comercial total entre as duas maiores economias do mundo, também está a alimentar a valorização. Na ausência de novos indicadores económicos, os investidores estão atentos às declarações públicas de altos responsáveis da Reserva Federal, que continuam a abrir caminho para novos cortes nas taxas de juro — uma dinâmica que favorece o metal precioso. Neste contexto, e com o aumento da atividade especulativa entre os operadores, o caminho de menor resistência continua a ser em alta, sendo provável que eventuais recuos sejam vistos como oportunidades de compra.
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Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Ouro Ultrapassa os 4.000 Dólares
Os preços do ouro continuam a subir, atingindo um novo máximo histórico acima dos 4.000 dólares nas primeiras horas de negociação desta quarta-feira, refletindo uma forte procura por ativos de refúgio. As persistentes tensões geopolíticas e a incerteza económica gerada pelas tarifas, bem como o enfraquecimento do dólar norte-americano — que já perdeu 9% desde o início do ano — e as compras significativas realizadas por alguns bancos centrais têm impulsionado o metal precioso para ganhos que ultrapassam os 50% em 2025. Nas últimas sessões, o panorama geopolítico deteriorou-se ainda mais, com a paralisação do governo nos Estados Unidos a agravar uma narrativa económica já negativa, e uma crise política em França a ameaçar desestabilizar os mercados de dívida soberana em toda a Europa. Esta dinâmica, aliada a alguma atividade especulativa desencadeada pelos ganhos recentes, significa que os preços estão agora, tecnicamente, em território de sobrecompra. No entanto, esse facto — juntamente com a recente recuperação do dólar norte-americano, que normalmente atuaria como um fator de pressão sobre o ouro devido à correlação inversa entre os dois ativos — tem sido, até agora, ignorado pelos investidores otimistas em relação ao metal. Com um enquadramento macroeconómico altamente favorável e expectativas crescentes de que a Reserva Federal venha a cortar as taxas de juro mais duas vezes em 2026, os investidores estarão atentos à divulgação das atas mais recentes do FOMC ainda hoje, bem como às declarações públicas de vários responsáveis de alto nível. Neste contexto, poderá haver espaço para novas valorizações do preço do ouro, sendo provável que quaisquer correções sejam vistas pelos investidores otimistas como oportunidades de compra.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
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Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
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Preços do Ouro Ultrapassam os 3.900 Dólares
Os preços do ouro continuam a sua trajetória ascendente sustentados por fundamentais altamente favoráveis, atingindo um novo máximo histórico nas primeiras horas da sessão de segunda-feira. As expectativas dos investidores de que a Reserva Federal dos EUA realizará mais dois cortes de taxas este ano estão a apoiar o sentimento do mercado, enquanto no Japão, a vitória de um candidato com perfil fiscalmente dovish nas eleições para a liderança partidária — e a sua provável nomeação como próximo primeiro-ministro — reduziu as expectativas de um aperto monetário no curto prazo por parte do Banco do Japão. Ao mesmo tempo, a persistente incerteza geopolítica e económica, combinada com a continuação do encerramento do governo dos EUA, continua a alimentar a procura por ativos de refúgio. A compra técnica, desencadeada pela ultrapassagem do nível dos 3.900 dólares, está também a acrescentar dinamismo ao movimento ascendente. Com o enquadramento macroeconómico a manter-se favorável e os sinais técnicos a reforçarem a tendência bullish, eventuais correções nos preços poderão ser vistas como oportunidades de compra, abrindo caminho a novas valorizações.
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Wall Street em Máximos Apesar do Shutdown
Os futuros do S&P500 estão a negociar em 6725 esta manhã, à medida que os investidores relativizam o impasse político em Washington que levou à primeira paralisação do governo em sete anos. Este bloqueio ameaça atrasar a divulgação de dados económicos cruciais, incluindo o relatório de emprego de sexta-feira, uma vez que muitos serviços públicos estão suspensos. Apesar disso, o consenso nos mercados é de que a paralisação não durará muito tempo. O foco dos investidores permanece nas expectativas de cortes de taxas por parte da Reserva Federal, reforçadas pela fraqueza recente nos indicadores do mercado de trabalho privado. Neste contexto, as bolsas norte-americanas continuam a negociar em máximos históricos, sustentadas pelo alívio das yields das obrigações do Tesouro e pela valorização de setores como saúde e tecnologia. Na Europa, o otimismo também prevalece. O DAX tem vindo a registar ganhos nos últimos dias, impulsionado pela força das farmacêuticas, pelo bom desempenho do setor tecnológico e pela expetativa de políticas orçamentais mais flexíveis na Alemanha. O apetite por risco mantém-se elevado, apesar da fragilidade macroeconómica da região.
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As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Ouro Regista Melhor Desempenho Mensal em Mais de uma Década
Os preços do ouro subiram ligeiramente nas primeiras horas de negociação desta terça-feira, atingindo mais um recorde histórico. O metal precioso continua a encontrar forte suporte num contexto de tensões geopolíticas elevadas e de persistente incerteza económica, fatores que reforçam o seu apelo como ativo de refúgio. Também a alimentar a atual valorização — que coloca o ouro no caminho para o seu melhor desempenho mensal dos últimos 14 anos — estão as expectativas cada vez mais dovish em relação à Reserva Federal. Com os mercados a anteciparem dois novos cortes nas taxas de juro até ao final do ano e mais reduções em 2026, o dólar norte-americano tem vindo a depreciar-se face às principais moedas, numa dinâmica altamente favorável ao ouro. A somar a este cenário, cresce a probabilidade de uma paralisação do governo dos Estados Unidos no início de outubro, à medida que Democratas e Republicanos continuam sem alcançar um acordo bipartidário para desbloquear os fundos federais necessários ao funcionamento dos serviços públicos na maior economia do mundo. Tal cenário introduziria uma camada adicional de incerteza, levando os investidores a reforçar a exposição a ativos de refúgio — e criando espaço para novas valorizações no preço do ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Preço do Ouro Ultrapassa os 3800 USD
Os preços do ouro iniciaram a semana em terreno positivo, atingindo novos máximos históricos acima dos 3.800 dólares. O metal precioso está a encontrar suporte numa altura em que o dólar norte-americano prolonga as suas perdas face às principais moedas — uma dinâmica positiva para o ouro devido à correlação inversa entre o preço dos dois ativos. O dólar está novamente sob pressão, não apenas devido às expectativas cada vez mais dovish em relação à Reserva Federal, mas também por receios de que um impasse bipartidário no financiamento no Congresso dos EUA possa levar a uma paralisação do governo no início de outubro. Tal cenário representaria um golpe significativo para a atividade económica norte-americana e poderia também atrasar a divulgação de dados importantes, incluindo o relatório do mercado de trabalho (non-farm payrolls) previsto para sexta-feira. Neste contexto — e com a persistente incerteza geopolítica e económica a reforçar o apelo do ouro como ativo de refúgio, juntamente com as contínuas compras em larga escala por parte dos bancos centrais, nomeadamente na China e noutros países que procuram aumentar as suas reservas de ouro — o caminho de menor resistência para o metal precioso permanece inclinado para o lado ascendente, deixando antever a possibilidade de novas valorizações em direção ao nível dos 3.900 dólares.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
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Ouro Estável em 3.750 Dólares à Espera do PCE
Os preços do ouro estão praticamente inalterados no início da sessão europeia, mantendo-se em torno dos 3.750 dólares, nível que está a emergir como um novo suporte. O metal precioso encontra-se preso entre forças opostas: por um lado, uma série de dados económicos norte-americanos mais fortes do que o esperado e comentários cautelosos de alguns responsáveis da Reserva Federal estão a impulsionar uma recuperação do dólar, o que exerce pressão sobre o ouro. Por outro lado, vozes divergentes dentro da Fed defendem uma orientação mais dovish, aumentando as expectativas de cortes de juros mais agressivos — uma dinâmica que enfraquece o dólar e apoia o ouro. Neste contexto, o caminho de menor resistência para o metal precioso continua inclinado para a valorização, uma vez que a incerteza geopolítica e económica em curso continua a reforçar o seu apelo como ativo de refúgio. Ainda assim, a divulgação hoje do índice PCE — a medida de inflação preferida pela Fed — poderá fornecer alguma orientação de curto prazo em qualquer direção, sobretudo se a leitura divergir significativamente das expectativas do mercado.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Turbulência Geopolítica Beneficia Ouro
Os preços do ouro subiram ligeiramente nas primeiras horas de negociação desta quinta-feira, mantendo-se ligeiramente acima dos 3.750 dólares à medida que a sessão europeia tinha início. O metal precioso continua a ser sustentado por uma forte procura por ativos de refúgio, com as tensões geopolíticas ainda elevadas na Europa de Leste e no Médio Oriente, e a incerteza económica alimentada por dúvidas em torno do impacto das tarifas e receios de um regresso da inflação. Por outro lado, a recente recuperação do dólar norte-americano criou um obstáculo para o ouro. Comentários de altos responsáveis da Reserva Federal adoptaram um tom mais cauteloso, moderando as expectativas de cortes agressivos nas taxas de juro por parte do banco central — uma dinâmica que levou o dólar a recuperar parte das perdas recentes e limitou o potencial de valorização do metal. Neste contexto, os investidores estarão atentos às declarações públicas dos responsáveis da Fed, bem como à divulgação de importantes dados económicos dos EUA, incluindo o PIB e a inflação medida pelo PCE, que fornecerão pistas importantes sobre o estado da maior economia do mundo e poderão influenciar as perspetivas para a política monetária da Reserva Federal.
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Ouro permanece firme mas tensões preocupam investidores
Os preços do ouro subiram ligeiramente nas primeiras horas de negociação desta quarta-feira, consolidando-se acima dos 3.750 dólares e mantendo-se próximos do máximo histórico atingido na sessão anterior. O metal precioso está a beneficiar de uma maior procura por ativos de refúgio, à medida que as tensões se intensificam na Europa de Leste e no Médio Oriente, na sequência de vários incidentes envolvendo aeronaves e drones russos a entrarem no espaço aéreo da NATO, bem como da ofensiva contínua de Israel em Gaza. O aumento da turbulência geopolítica está a intensificar os riscos existentes e, juntamente com a incerteza económica provocada pelas tarifas, está a reforçar o apelo do ouro, que muitos investidores consideram o ativo refúgio por excelência. Ao mesmo tempo, o metal está a encontrar apoio adicional nas expectativas de que a Reserva Federal venha a concretizar mais dois cortes de 25 pontos base nas taxas de juro antes do final do ano, com mais reduções a seguir em 2026. Este cenário dovish é negativo para o dólar e favorável ao ouro, devido à correlação inversa entre os dois ativos, ao mesmo tempo que alimenta receios de um possível regresso da inflação — um cenário que sustenta uma perspetiva otimista e que poderá abrir caminho a novas valorizações do metal precioso.
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Ouro em Novo Recorde com Escalada das Tensões Geopolíticas
O preço do ouro atingiu um novo máximo histórico esta manhã, depois de ter subido cerca de 2% desde o início da semana, sustentado pela procura de refúgio seguro e pelas expectativas de uma Fed mais dovish. As tensões geopolíticas estão a intensificar-se na Europa de Leste e no Médio Oriente, enquanto os mercados antecipam novos cortes de juros até 2026, o que implica que, dentro de um ano, as taxas poderão estar 1 ponto percentual, ou até mais, abaixo. Este cenário cria espaço para uma maior fraqueza do dólar e aumenta as preocupações com a inflação, ambos fatores que sustentam a procura pelo metal precioso. As declarações do responsável da Fed Stephen Miran reforçaram esta perspetiva dovish, sugerindo que a taxa dos Fed Funds deverá estabilizar abaixo dos 3%, num cenário que poderia significar mais 1 a 1,5 pontos percentuais de cortes até ao final de 2026. Olhando para o dia de hoje, os principais riscos para o ouro são o discurso de Powell e a divulgação dos PMI nos EUA. Um tom sóbrio do presidente da Fed e números mais fortes dos PMI poderão criar uma pressão temporária sobre o ouro. Neste contexto, espero que os preços se consolidem acima dos 3.750 dólares no curto prazo, com margem para mais valorização e um novo nível de resistência em torno dos 3.900 dólares.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Procura de Refúgio Impulsiona Ouro para Máximos Históricos
O ouro está a subir hoje e atingiu um novo máximo histórico, apoiado pela procura de refúgio seguro, à medida que os investidores reagem a uma escalada das tensões geopolíticas na Europa, após vários incidentes envolvendo drones e caças russos a entrarem no espaço aéreo de países da NATO. O metal precioso beneficiou também de um ligeiro enfraquecimento do dólar norte-americano. Mais tarde, vários responsáveis da Fed deverão proferir discursos públicos. Embora não sejam esperadas surpresas, qualquer inclinação clara no sentido de cortes de juros mais agressivos ou de uma postura mais restritiva poderá afetar o desempenho do dólar e, por consequência, influenciar o preço do ouro, dada a correlação inversa entre os dois ativos. O consenso geral é de que os responsáveis da Fed manterão a orientação dovish sinalizada na última reunião do FOMC. A atenção deverá continuar centrada no equilíbrio entre os riscos do mercado de trabalho e a inflação persistentemente elevada, mantendo em aberto a possibilidade de novos cortes de juros até ao final do ano, criando uma dinâmica que deixa espaço para mais perdas do dólar. Neste contexto, o ouro deverá continuar a ser suportado pela procura de refúgio seguro e pela fraqueza adicional do dólar, com os 3.750 dólares por onça a surgirem como nível de resistência de curto prazo.
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