Fed mais dovish dá suporte ao ouro
Os preços do ouro tocaram um máximo de uma semana antes de devolverem os ganhos nas primeiras negociações de terça-feira. O potencial de valorização do metal precioso está a ser limitado por alguma força do dólar e por um tom geralmente positivo nos mercados acionistas, mas a correção desta manhã dificilmente deverá originar perdas significativas. Os recentes comentários dovish de responsáveis da Reserva Federal, juntamente com semanas de sinais contraditórios que colocaram as expectativas de um corte de juros em dezembro numa verdadeira montanha-russa, estão a alimentar a perceção de que a postura do banco central poderá estar a suavizar — uma dinâmica que é favorável ao ouro. Os traders irão aguardar confirmação através dos dados económicos dos EUA a divulgar ainda hoje, incluindo o PPI e as vendas a retalho de setembro, que poderão fornecer o impulso final para apostas mais significativas em cortes de juros no curto prazo. Num contexto de persistente incerteza económica, turbulência geopolítica e expectativas crescentes de uma Fed mais dovish, a queda de hoje deverá ser vista como uma oportunidade de comprar na baixa, com potencial para mais valorização do metal precioso.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
EUA
WTI Pressiona em Baixa Perante Risco de Aumento da Oferta Global
Os preços do petróleo WTI caíram na abertura da sessão de segunda-feira, prolongando o ímpeto negativo da semana anterior. A descida do preço do crude reflete as expectativas de um crescimento mais lento da procura futura, numa altura em que a incerteza económica continua a limitar o optimismo. Ao mesmo tempo, o recente plano de paz proposto pelos Estados Unidos para a Ucrânia que, se implementado, poria fim às sanções impostas à Rússia que têm restringido as suas exportações de crude, está a influenciar o sentimento do mercado. Continua longe de estar garantido que o plano, na sua forma actual, seja aceite por Kiev e pelos seus aliados europeus. No entanto, a posição firme assumida pela administração norte-americana ao tentar fazer avançar a proposta está a ser interpretada pelos traders como um sinal de que o petróleo russo poderá regressar aos mercados mainstream. Este cenário aumentaria uma oferta global já abundante e criaria margem para novas quedas nos preços.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Aumento do apetite pelo risco pressiona preços do ouro
Os preços do ouro recuaram ligeiramente nas negociações de quinta-feira de manhã, enfrentando uma forte resistência em torno do nível dos $4.100. Uma recuperação do apetite pelo risco nos mercados acionistas está a penalizar o metal de refúgio. Outro fator que pesa sobre o ouro é o fortalecimento do dólar norte-americano. Vários responsáveis do FOMC têm-se mostrado pouco entusiasmados com a possibilidade de cortar as taxas de juro em dezembro, apontando riscos inflacionistas persistentes — o que reduziu as apostas numa decisão dessa natureza na última reunião de política monetária do ano. Neste contexto, os investidores estarão muito atentos à divulgação, ainda hoje, dos dados adiados relativos às Folhas de Pagamento Não Agrícolas (Non-Farm Payrolls) de setembro. Embora os números digam respeito ao final do verão, continuam a ser relevantes, pois fornecem o retrato mais recente do mercado laboral, substituindo os últimos que estavam disponíveis, relativos a agosto, refletindo o período em que a Fed de Jerome Powell começou a adotar uma posição mais dovish. Uma leitura forte reduziria ainda mais as expectativas de um corte de taxas em dezembro, fortalecendo o dólar e pressionando os preços do ouro, enquanto um número fraco teria provavelmente o efeito oposto.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Dow Jones atinge os 48.000 pontos
O índice Dow Jones atingiu um novo máximo histórico nas negociações de terça-feira e mantém-se esta manhã próximo dos 48.000 pontos. O desempenho foi impulsionado por ganhos em sectores não tecnológicos, como indústria e energia, refletindo uma rotação dos investidores para áreas mais tradicionais da economia. O sentimento positivo também foi sustentado pela perspetiva do fim da paralisação do governo norte-americano, o que reduziu os receios de uma disrupção económica a curto prazo e trouxe maior apetite pelo risco. Em contraste, as empresas ligadas à inteligência artificial estiveram sob pressão, com destaque para a Nvidia, que desvalorizou 2,3% após a SoftBank ter vendido a sua participação na empresa. A operação reforçou a perceção de que o sector tecnológico pode estar exposto a uma correção depois de fortes valorizações ao longo do ano.
Henrique Valente – ActivTrades
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Tecnológicas recuperam e NVIDIA lidera ganhos
Os índices americanos recuperaram na segunda-feira, apoiados pela maior probabilidade de reabertura do governo dos EUA. A menor incerteza política deu algum alívio aos mercados e trouxe de volta o apetite pelo risco. O VIX, o índice que mede a volatilidade implícita do S&P 500 com base nos preços das opções, desceu para o nível mais baixo das últimas semanas, sinal de que os investidores estão menos preocupados com os riscos subjacentes. Neste ambiente mais construtivo, as tecnológicas voltaram a liderar os ganhos, com destaque para a NVIDIA. As acções avançaram mais de 6%, prolongando a trajectória de valorização que tem caracterizado o sector ligado à inteligência artificial. A empresa, que continua a beneficiar de uma procura excepcional pelos seus chips e que vai apresentar resultados na próxima semana, recebeu uma revisão em alta do preço-alvo por parte do Citigroup, agora colocado nos 220 dólares. O mercado reagiu também às expectativas de vendas mais fortes para 2025, reforçando a ideia de que a procura por capacidade de computação especializada ainda está longe de abrandar. Apesar do momento positivo, mantêm-se dúvidas sobre a sustentabilidade do rali caso o contexto macro volte a deteriorar-se ou surjam sinais de saturação no mercado de semicondutores. Ainda assim, por agora, os investidores parecem concentrar-se nos benefícios imediatos da estabilização política em Washington e no contínuo entusiasmo em torno da inteligência artificial.
Henrique Valente – ActivTrades
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Expectativa de Acordo em Washington Impulsiona Mercados
Os futuros do Nasdaq abriram no domingo com um gap positivo e uma valorização superior a 1%. Durante o fim de semana, o Senado avançou com um acordo para terminar a paralisação do governo e tanto os ativos de risco como o ouro e a prata beneficiaram da melhoria no sentimento de mercado. O entendimento inclui uma extensão temporária e parcial do financiamento federal, a reversão dos layoffs emitidos durante o shutdown e o pagamento retroativo aos funcionários federais afetados. O acordo também vai permitir retomar a publicação dos dados económicos, cruciais para guiar o mercado e as decisões da Reserva Federal sobre as taxas de juro. Apesar do avanço político, o financiamento do governo só ficaria assegurado até ao final de janeiro, o que mantém viva a possibilidade de uma nova paralisação no início de 2026.
Henrique Valente – Analista, ActivTrades
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Ouro Beneficia de Incerteza sobre IA e Dólar Mais Fraco
Os preços do ouro subiram nas primeiras horas de negociação desta sexta-feira, voltando a situar-se acima dos 4.000 dólares, beneficiando de uma maior procura por ativos considerados refúgio. Verificou-se uma diminuição do apetite pelo risco nos mercados financeiros, o que está a provocar quedas nas ações, à medida que o capital flui para ativos considerados mais seguros. Os investidores estão a reagir a uma crescente especulação em torno da possibilidade de uma bolha gerada pela inteligência artificial desencadear uma forte correção nos mercados acionistas. O ouro está também a ser apoiado pela incerteza criada pela paralisação do governo dos Estados Unidos, que já atingiu o seu 38.º dia, afetando a atividade económica e atrasando a publicação de dados importantes dos quais os investidores normalmente dependem. Um terceiro fator que sustenta o metal precioso é a ligeira fraqueza do dólar norte-americano, que caiu quase meio ponto percentual em relação às principais moedas na quinta-feira. Neste contexto, poderá haver margem para uma valorização adicional do ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Índices recuperam após correção ligada à IA
Os mercados globais estão a recuperar parcialmente esta quinta-feira, após a forte correção registada na véspera, desencadeada por receios de uma bolha nos setores ligados à inteligência artificial. O Nikkei 225 e o Hang Seng avançaram mais de 1%, refletindo a entrada de investidores que aproveitaram a queda para recompor posições. Nos Estados Unidos, o otimismo foi sustentado por dados económicos mais fortes do que o esperado, nomeadamente o crescimento do emprego privado e a resiliência do setor dos serviços, o que sugere que a economia americana continua robusta. Por outro lado, essa mesma força levanta dúvidas sobre a rapidez com que a Reserva Federal poderá reduzir as taxas de juro nas próximas reuniões.
Henrique Valente – ActivTrades
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Ouro Recupera Acima dos $4.000 Antes da Decisão da FedOs preços do ouro subiram nas primeiras horas de negociação desta quarta-feira, recuperando terreno acima do nível dos 4.000 dólares. O metal precioso tinha estado sob pressão, tendo chegado a recuar cerca de 12% em relação ao máximo histórico atingido na semana passada, devido à melhoria do apetite pelo risco nos mercados financeiros, que desviou fluxos do tradicional refúgio de segurança representado pelo ouro. Esta mudança foi impulsionada pela crescente esperança de que os Estados Unidos e a China consigam evitar uma guerra comercial, após o acordo relativo a um enquadramento para o entendimento. No entanto, o movimento corretivo parece ter perdido força, à medida que os investidores concentram a sua atenção na reunião de política monetária da Reserva Federal, que termina hoje. É amplamente esperado que o banco central confirme um corte de 25 pontos base na taxa de juro e mantenha uma orientação dovish na sua declaração de política e nas suas projeções futuras. Neste contexto, e com a expectativa de um novo corte de taxas na reunião de dezembro, o dólar norte-americano poderá perder força caso as previsões se confirmem — um desenvolvimento que beneficiaria o ouro, dada a correlação inversa entre o preço dos dois ativos. O metal precioso é também sustentado pela persistente turbulência geopolítica, em particular pelo aparente agravamento das relações entre a Rússia e os Estados Unidos. Ainda assim, o potencial de valorização do ouro deverá continuar limitado pelo otimismo em torno das questões comerciais.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Ouro recua com otimismo renovado nas negociações EUA-China
Os preços do ouro caíram nas primeiras horas de negociação desta segunda-feira, mantendo-se ligeiramente acima dos 4.030 dólares. Após ter atingido um máximo histórico na semana passada, o metal precioso tem enfrentado ventos contrários gerados por um renovado otimismo em torno do comércio internacional. Esse otimismo decorre dos progressos alcançados nas negociações entre os Estados Unidos e a China, que desanuviaram as tensões e, pelo menos por agora, evitaram o pior cenário possível de tarifas superiores a 100% entre as duas maiores economias do mundo. Este sentimento positivo tem sustentado um maior apetite pelo risco nos mercados financeiros, impulsionando as ações — com os futuros do Nasdaq a atingirem um novo máximo histórico esta manhã — e penalizando o ouro, tradicional refúgio de segurança. Ainda assim, o metal precioso encontra um forte suporte nos níveis atuais, acima do importante limiar psicológico dos 4.000 dólares, sendo que eventuais quedas adicionais deverão ser vistas como oportunidades de compra. O enquadramento macroeconómico continua favorável ao ouro, tendo em conta a persistente turbulência geopolítica e a incerteza económica, bem como as expectativas cada vez mais dovish em relação à Reserva Federal, acentuadas pelos números da inflação norte-americana divulgados na semana passada, que ficaram abaixo do esperado.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Trump encerra negociações com Canadá e agrava tensões comerciais
Durante a noite, Donald Trump anunciou o encerramento imediato das negociações comerciais com o Canadá, depois de ter descoberto um anúncio veiculado pela província de Ontário, que incluía um excerto de Ronald Reagan a criticar o uso de tarifas como instrumento de política económica. O Canadá é o segundo maior parceiro comercial dos EUA. Em março, Trump impôs tarifas de 25% sobre as importações canadianas, às quais Ottawa respondeu com tarifas recíprocas de igual valor sobre bens norte-americanos. Segundo Trump, as medidas visavam pressionar o Canadá a reforçar o controlo fronteiriço e o combate ao tráfico de droga. O episódio agrava as preocupações quanto ao risco de uma nova escalada protecionista, num momento em que os investidores já lidam com um ambiente geopolítico incerto. A divulgação dos dados de hoje será determinante para o sentimento de mercado: uma leitura acima do esperado reforçaria as apostas numa política monetária mais restritiva, enquanto uma surpresa em baixa daria novo fôlego à recente valorização dos ativos de risco.
Henrique Valente – ActivTrades
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Ouro em correção com redução do sentimento de risco
Os preços do ouro tocaram brevemente o nível mais baixo em mais de uma semana nas primeiras horas de negociação desta quarta-feira. A queda, que se seguiu às fortes perdas de ontem, travou pouco acima dos 4.000 dólares, sublinhando este nível psicológico como uma importante zona de suporte. As perdas recentes refletem uma melhoria no sentimento de risco dos mercados após uma diminuição das tensões comerciais entre os EUA e a China. Outro fator de pressão para o metal precioso tem sido o recente fortalecimento do dólar norte-americano, que tende a penalizar o ouro devido à correlação inversa entre os dois ativos. Por fim, os fortes ganhos registados nas últimas semanas colocaram o ouro, do ponto de vista técnico, em território de sobrecompra, levando muitos investidores a encerrar posições e a realizar lucros. Neste contexto, a grande questão é saber se a forte tendência de valorização do ouro chegou ao fim ou se a correção de ontem não passou de uma oportunidade que os investidores poderão encarar como um ponto de reentrada a um preço mais atrativo. Tendo em conta a turbulência geopolítica persistente, a incerteza económica, as expectativas de políticas monetárias mais dovish e as contínuas compras por parte dos bancos centrais — todos fatores de suporte —, será preciso alguma convicção para apostar contra novas subidas do metal precioso.
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Mercados Sobem com Alívio nos Receios de Crédito
Esta manhã, os futuros do S&P 500 estão a negociar a 6.697 pontos, prolongando a recuperação observada no final da semana passada. Os receios relacionados com as empresas de crédito regionais nos EUA, que pressionaram fortemente os mercados nos últimos dias, parecem ter diminuído, com vários analistas a defender que a reação dos investidores foi desproporcionada face à realidade dos riscos. O sentimento geral é o de que os problemas de crédito registados em alguns bancos regionais norte-americanos não representam, por agora, um risco sistémico, o que tem permitido uma recuperação gradual do setor financeiro. Em paralelo, há uma crescente perceção de que as tensões comerciais entre os Estados Unidos e a China poderão estar a estabilizar, após uma semana marcada por retórica agressiva e escalada de tarifas. A ausência de novos desenvolvimentos negativos durante o fim de semana foi interpretada como um sinal de estabilização, reforçando o apetite pelo risco nos mercados globais.
Henrique Valente – ActivTrades
Ouro Beneficia da Incerteza e do Estatuto de Refúgio
Os preços do ouro subiram nas primeiras horas de negociação desta quinta-feira, prolongando o que tem sido, até agora, uma semana muito positiva para o metal precioso, com ganhos superiores a 5,7%. Os investidores têm vindo a comprar ouro como ativo de refúgio, conscientes de que tende a ter um bom desempenho em períodos de incerteza — e há bastante disso a dominar as manchetes atualmente. A paralisação em curso do governo dos EUA está a impedir a divulgação de dados económicos, forçando os investidores a navegar, em certa medida, às cegas, enquanto o recente agravamento das tensões comerciais entre os EUA e a China continua a ser motivo de preocupação, lançando dúvidas sobre as perspetivas de crescimento da economia global. Ao mesmo tempo, é cada vez maior a expetativa de que a Reserva Federal mantenha uma postura dovish no médio a longo prazo, criando uma pressão negativa sobre o dólar norte-americano — o que sustenta os preços do ouro devido à correlação inversa entre os dois ativos. Neste contexto, e com investidores, encorajados pelos ganhos recentes, a ignorar os sinais técnicos que apontam para condições de sobrecompra, poderá ainda haver margem para novas subidas nos preços.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Ouro continua o rali e ultrapassa os 4.200 dólares
Os preços do ouro atingiram um máximo histórico nas primeiras horas de negociação desta quarta-feira, ultrapassando o nível dos 4.200 dólares. A procura pelo metal precioso mantém-se robusta, sustentada por fortes fluxos de refúgio seguro e pela perceção crescente de que o sentimento no seio da Reserva Federal se está a tornar cada vez mais dovish. Investidores preocupados continuam a refugiar-se no ouro à medida que a incerteza aumenta, impulsionada pela paralisação do governo dos EUA, que tem um impacto negativo nas perspetivas económicas e impede a divulgação de dados económicos. A recente intensificação das tensões comerciais entre os EUA e a China, que reavivou receios de uma guerra comercial total entre as duas maiores economias do mundo, também está a alimentar a valorização. Na ausência de novos indicadores económicos, os investidores estão atentos às declarações públicas de altos responsáveis da Reserva Federal, que continuam a abrir caminho para novos cortes nas taxas de juro — uma dinâmica que favorece o metal precioso. Neste contexto, e com o aumento da atividade especulativa entre os operadores, o caminho de menor resistência continua a ser em alta, sendo provável que eventuais recuos sejam vistos como oportunidades de compra.
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Índices recuperam após choque comercial de sexta-feira
Os futuros do S&P 500 abriram com um gap positivo de 1,60%, depois de as bolsas terem encerrado com uma queda abrupta na sexta-feira, penalizadas por novas tensões comerciais entre os EUA e a China. Donald Trump ameaçou aumentar as tarifas sobre as importações chinesas em resposta à decisão de Pequim de restringir a exportação de minerais críticos. O VIX, o índice que mede a volatilidade do S&P 500 com base no preço das opções, subiu 30%, registando a maior variação desde abril, quando foram anunciadas as primeiras tarifas pelo executivo americano. No domingo, ao estilo clássico de Trump, o presidente procurou acalmar os investidores, afirmando que “não há razão para preocupações” e que “tudo se irá resolver com a China”, o que levou os mercados a recuperarem grande parte das perdas de sexta-feira.
Henrique Valente – ActivTrades
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Ouro Ultrapassa os 4.000 Dólares
Os preços do ouro continuam a subir, atingindo um novo máximo histórico acima dos 4.000 dólares nas primeiras horas de negociação desta quarta-feira, refletindo uma forte procura por ativos de refúgio. As persistentes tensões geopolíticas e a incerteza económica gerada pelas tarifas, bem como o enfraquecimento do dólar norte-americano — que já perdeu 9% desde o início do ano — e as compras significativas realizadas por alguns bancos centrais têm impulsionado o metal precioso para ganhos que ultrapassam os 50% em 2025. Nas últimas sessões, o panorama geopolítico deteriorou-se ainda mais, com a paralisação do governo nos Estados Unidos a agravar uma narrativa económica já negativa, e uma crise política em França a ameaçar desestabilizar os mercados de dívida soberana em toda a Europa. Esta dinâmica, aliada a alguma atividade especulativa desencadeada pelos ganhos recentes, significa que os preços estão agora, tecnicamente, em território de sobrecompra. No entanto, esse facto — juntamente com a recente recuperação do dólar norte-americano, que normalmente atuaria como um fator de pressão sobre o ouro devido à correlação inversa entre os dois ativos — tem sido, até agora, ignorado pelos investidores otimistas em relação ao metal. Com um enquadramento macroeconómico altamente favorável e expectativas crescentes de que a Reserva Federal venha a cortar as taxas de juro mais duas vezes em 2026, os investidores estarão atentos à divulgação das atas mais recentes do FOMC ainda hoje, bem como às declarações públicas de vários responsáveis de alto nível. Neste contexto, poderá haver espaço para novas valorizações do preço do ouro, sendo provável que quaisquer correções sejam vistas pelos investidores otimistas como oportunidades de compra.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Preços do Ouro Ultrapassam os 3.900 Dólares
Os preços do ouro continuam a sua trajetória ascendente sustentados por fundamentais altamente favoráveis, atingindo um novo máximo histórico nas primeiras horas da sessão de segunda-feira. As expectativas dos investidores de que a Reserva Federal dos EUA realizará mais dois cortes de taxas este ano estão a apoiar o sentimento do mercado, enquanto no Japão, a vitória de um candidato com perfil fiscalmente dovish nas eleições para a liderança partidária — e a sua provável nomeação como próximo primeiro-ministro — reduziu as expectativas de um aperto monetário no curto prazo por parte do Banco do Japão. Ao mesmo tempo, a persistente incerteza geopolítica e económica, combinada com a continuação do encerramento do governo dos EUA, continua a alimentar a procura por ativos de refúgio. A compra técnica, desencadeada pela ultrapassagem do nível dos 3.900 dólares, está também a acrescentar dinamismo ao movimento ascendente. Com o enquadramento macroeconómico a manter-se favorável e os sinais técnicos a reforçarem a tendência bullish, eventuais correções nos preços poderão ser vistas como oportunidades de compra, abrindo caminho a novas valorizações.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
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Wall Street em Máximos Apesar do Shutdown
Os futuros do S&P500 estão a negociar em 6725 esta manhã, à medida que os investidores relativizam o impasse político em Washington que levou à primeira paralisação do governo em sete anos. Este bloqueio ameaça atrasar a divulgação de dados económicos cruciais, incluindo o relatório de emprego de sexta-feira, uma vez que muitos serviços públicos estão suspensos. Apesar disso, o consenso nos mercados é de que a paralisação não durará muito tempo. O foco dos investidores permanece nas expectativas de cortes de taxas por parte da Reserva Federal, reforçadas pela fraqueza recente nos indicadores do mercado de trabalho privado. Neste contexto, as bolsas norte-americanas continuam a negociar em máximos históricos, sustentadas pelo alívio das yields das obrigações do Tesouro e pela valorização de setores como saúde e tecnologia. Na Europa, o otimismo também prevalece. O DAX tem vindo a registar ganhos nos últimos dias, impulsionado pela força das farmacêuticas, pelo bom desempenho do setor tecnológico e pela expetativa de políticas orçamentais mais flexíveis na Alemanha. O apetite por risco mantém-se elevado, apesar da fragilidade macroeconómica da região.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
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Turbulência Geopolítica Beneficia Ouro
Os preços do ouro subiram ligeiramente nas primeiras horas de negociação desta quinta-feira, mantendo-se ligeiramente acima dos 3.750 dólares à medida que a sessão europeia tinha início. O metal precioso continua a ser sustentado por uma forte procura por ativos de refúgio, com as tensões geopolíticas ainda elevadas na Europa de Leste e no Médio Oriente, e a incerteza económica alimentada por dúvidas em torno do impacto das tarifas e receios de um regresso da inflação. Por outro lado, a recente recuperação do dólar norte-americano criou um obstáculo para o ouro. Comentários de altos responsáveis da Reserva Federal adoptaram um tom mais cauteloso, moderando as expectativas de cortes agressivos nas taxas de juro por parte do banco central — uma dinâmica que levou o dólar a recuperar parte das perdas recentes e limitou o potencial de valorização do metal. Neste contexto, os investidores estarão atentos às declarações públicas dos responsáveis da Fed, bem como à divulgação de importantes dados económicos dos EUA, incluindo o PIB e a inflação medida pelo PCE, que fornecerão pistas importantes sobre o estado da maior economia do mundo e poderão influenciar as perspetivas para a política monetária da Reserva Federal.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Ouro permanece firme mas tensões preocupam investidores
Os preços do ouro subiram ligeiramente nas primeiras horas de negociação desta quarta-feira, consolidando-se acima dos 3.750 dólares e mantendo-se próximos do máximo histórico atingido na sessão anterior. O metal precioso está a beneficiar de uma maior procura por ativos de refúgio, à medida que as tensões se intensificam na Europa de Leste e no Médio Oriente, na sequência de vários incidentes envolvendo aeronaves e drones russos a entrarem no espaço aéreo da NATO, bem como da ofensiva contínua de Israel em Gaza. O aumento da turbulência geopolítica está a intensificar os riscos existentes e, juntamente com a incerteza económica provocada pelas tarifas, está a reforçar o apelo do ouro, que muitos investidores consideram o ativo refúgio por excelência. Ao mesmo tempo, o metal está a encontrar apoio adicional nas expectativas de que a Reserva Federal venha a concretizar mais dois cortes de 25 pontos base nas taxas de juro antes do final do ano, com mais reduções a seguir em 2026. Este cenário dovish é negativo para o dólar e favorável ao ouro, devido à correlação inversa entre os dois ativos, ao mesmo tempo que alimenta receios de um possível regresso da inflação — um cenário que sustenta uma perspetiva otimista e que poderá abrir caminho a novas valorizações do metal precioso.
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Procura de Refúgio Impulsiona Ouro para Máximos Históricos
O ouro está a subir hoje e atingiu um novo máximo histórico, apoiado pela procura de refúgio seguro, à medida que os investidores reagem a uma escalada das tensões geopolíticas na Europa, após vários incidentes envolvendo drones e caças russos a entrarem no espaço aéreo de países da NATO. O metal precioso beneficiou também de um ligeiro enfraquecimento do dólar norte-americano. Mais tarde, vários responsáveis da Fed deverão proferir discursos públicos. Embora não sejam esperadas surpresas, qualquer inclinação clara no sentido de cortes de juros mais agressivos ou de uma postura mais restritiva poderá afetar o desempenho do dólar e, por consequência, influenciar o preço do ouro, dada a correlação inversa entre os dois ativos. O consenso geral é de que os responsáveis da Fed manterão a orientação dovish sinalizada na última reunião do FOMC. A atenção deverá continuar centrada no equilíbrio entre os riscos do mercado de trabalho e a inflação persistentemente elevada, mantendo em aberto a possibilidade de novos cortes de juros até ao final do ano, criando uma dinâmica que deixa espaço para mais perdas do dólar. Neste contexto, o ouro deverá continuar a ser suportado pela procura de refúgio seguro e pela fraqueza adicional do dólar, com os 3.750 dólares por onça a surgirem como nível de resistência de curto prazo.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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USD/JPY: Retomada Altista Após Divergência Bullish?EASYMARKETS:USDJPY O par USD/JPY está sendo negociado a 147,391, com retomada de força após uma divergência bullish na decisão do FED em 17/09/2025. O movimento de alta busca a resistência em 147,481, com possível rompimento mirando 147,983. Caso não sustente e rompa 147,244, uma queda acentuada até 146,500 é possível, mas o cenário é favorável à alta.
📈 Análise Técnica:
🔹 Divergência Bullish: A divergência na decisão do FED (17/09/2025) indicou força compradora, impulsionando o preço de 146,500 para 147,391.
🔹 Retomada Altista: O preço está testando 147,481 (resistência), com momentum positivo.
🔹 Resistência: 147,481 (atual); rompimento leva a 147,983.
🔹 Suporte: 147,244 (crítico); perda reverte para 146,500.
🔹 Momentum: RSI em zona altista (cerca de 58), com histograma MACD positivo.
🔹 Volume: Aumento no movimento de alta, reforçando o viés.
📢 Cenários:
✅ Altista: Rompimento acima de 147,481 com volume mira 147,983, impulsionado pela força do USD pós-FED.
⚠️ Baixista: Perda de 147,244 reverte para 146,500, se o momentum enfraquecer.
📅 Eventos Relevantes:
🔹 Decisão do FED (17/09/2025): O tom hawkish já impulsionou o dólar; atualizações podem sustentar a alta.
🔹 Dados do Japão: Indicadores econômicos podem afetar o JPY.
🔹 Sentimento Global: Risco-on favorece USD/JPY.
🚨 Conclusão: USD/JPY a 147,391 retoma alta pós-divergência bullish do FED (17/09/2025), mirando 147,481 e 147,983 se romper. Suporte em 147,244; perda leva a 146,500. Cenário favorável à alta. Monitore volume e atualizações do FED. 🔥📈
Analista da easyMarkets, Fabricio N.
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