Petróleo recua com esperança de apaziguamento no Golfo
Depois de terem atingido um máximo de várias semanas na quarta-feira, os preços do petróleo Brent prolongaram a correção iniciada na quinta-feira e negoceiam atualmente pouco acima dos 75 dólares por barril. Os receios de que os Estados Unidos e o Irão possam voltar a mergulhar num conflito em larga escala, um cenário que poderia conduzir a um encerramento prolongado do Estreito de Ormuz, diminuíram. Depois de o Presidente dos Estados Unidos ter anunciado, na quarta-feira, o fim do memorando de entendimento, ambas as partes sinalizaram uma abordagem construtiva. Apesar da continuação das trocas de ataques militares entre os dois lados, os investidores mantêm a esperança de que as hostilidades sejam de curta duração, permitindo a estabilização do tráfego marítimo através do Estreito. Ainda assim, é pouco provável que os preços recuem de forma significativa face aos níveis atuais enquanto ambas as partes permanecerem ativamente envolvidas no conflito. Neste contexto, os investidores no mercado petrolífero continuarão atentos ao progresso das negociações diplomáticas e aos desenvolvimentos no terreno, reagindo rapidamente a quaisquer novos acontecimentos, numa dinâmica que poderá manter a volatilidade em níveis elevados.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
EUA
Ormuz volta a agitar o mercado petrolífero
Os preços do petróleo Brent recuaram após terem atingido máximos de várias semanas na sessão anterior. O barril ultrapassou os 80 dólares na quarta-feira, após o Presidente dos Estados Unidos anunciar que o país iria pôr termo ao acordo com o Irão, enquanto os confrontos militares entre os dois países prosseguem. Esta mais recente escalada evidencia a complexidade da situação no Golfo Pérsico e sugere que os mercados poderão ter sido excessivamente otimistas quanto à rápida normalização do tráfego marítimo no Estreito de Ormuz e ao pleno restabelecimento das exportações de petróleo da região do Golfo. O que permanece claro é que, enquanto as duas partes não alcançarem um acordo de paz abrangente que ponha termo definitivo ao conflito, o potencial para uma volatilidade elevada nos preços do petróleo deverá manter-se. Neste contexto, os investidores continuarão atentos à evolução dos acontecimentos, sendo provável que os preços reajam rapidamente a quaisquer novos desenvolvimentos.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
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Brent supera os 76 dólares com tensão no Golfo Pérsico
Os preços do petróleo Brent subiram no arranque da sessão europeia, ultrapassando os 76 dólares por barril pela primeira vez em duas semanas. A subida foi impulsionada pelos ataques iranianos contra três navios nas proximidades do Estreito de Ormuz, seguidos por ações militares entre forças norte-americanas e iranianas. A reforçar as preocupações em torno da oferta, as autoridades norte-americanas anunciaram a revogação da licença temporária que permitia a venda de petróleo iraniano. Entretanto, os dados divulgados durante a noite sobre as reservas de crude nos Estados Unidos mostraram uma redução de 400 mil barris. Ao mesmo tempo, os ataques com drones ucranianos contra refinarias russas prosseguiram, afetando sobretudo as exportações de gasóleo, mas contribuindo também para deteriorar o sentimento em torno do mercado energético global. Neste contexto, os investidores continuarão atentos à evolução da situação no Golfo Pérsico. Quanto mais tempo persistir o recrudescimento do conflito, maior será a probabilidade de os preços do petróleo continuarem a subir.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Ouro recua após quebrar o suporte dos 4.100 dólares
Os preços do ouro caíram no início da negociação desta terça-feira, quebrando em baixa o nível de suporte dos 4.100 dólares. O metal precioso está sob pressão devido à força do dólar, em particular após a inclinação hawkish da Reserva Federal na semana passada. Outro fator de pressão para o ouro é a incerteza em torno das negociações entre os EUA e o Irão para pôr fim à guerra e restabelecer a normalidade do tráfego marítimo no Estreito de Ormuz. Os investidores continuam relutantes em antecipar uma resolução total do conflito, receando novos agravamentos que possam desencadear novos picos nos preços da energia e uma subida da inflação. Neste contexto, o ouro poderá continuar sob pressão, uma vez que uma quebra sustentada abaixo dos 4.100 dólares poderá abrir caminho a novas quedas em direção aos 4.000 dólares, sobretudo se as conversações em curso na Suíça não convencerem os investidores de que existe uma perspetiva realista de, definitivamente, pôr fim ao conflito e restaurar a estabilidade no Golfo Pérsico.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Brent cai abaixo dos $80 com tréguas entre EUA e Irão
Os preços do petróleo Brent caíram no início da negociação desta quarta-feira, prolongando o impulso das sessões recentes e descendo abaixo do nível dos $80, atingindo um mínimo de três meses. O principal fator por detrás desta movimentação têm sido as notícias em torno de um acordo de paz entre os EUA e o Irão. As duas partes deverão formalizar a sua intenção de pôr fim à guerra com a assinatura de um memorando de entendimento na sexta-feira. Entretanto, há relatos de que o tráfego de petroleiros através do Estreito de Ormuz aumentou, refletindo um abrandamento das restrições, e gerando expectativas crescentes de que uma reabertura total possa ocorrer após sexta-feira. A confirmar-se, este cenário permitirá, após algum tempo, a normalização da oferta proveniente da região. Neste contexto, espera-se que os preços do petróleo se mantenham próximos dos níveis atuais até que a próxima fase do processo seja confirmada na sexta-feira, após o que poderá haver margem para novas descidas em direção aos níveis pré-guerra.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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B
Ouro Sobe com Expectativas Sobre a Fed e o Acordo EUA-Irão
O preço do ouro registou uma ligeira subida no início da sessão de terça-feira, mantendo o impulso positivo observado ao longo das últimas sessões. Depois de ter atingido um mínimo de vários meses na semana passada, o metal precioso recuperou à medida que os investidores reagiram de forma positiva às notícias de um acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irão, que poderá permitir a reabertura imediata do Estreito de Ormuz. Este cenário, caso se confirme, poderá permitir mais descidas dos preços da energia, aliviando as pressões inflacionistas e levando os mercados a antecipar políticas monetárias mais acomodatícias por parte dos bancos centrais. Esta dinâmica poderá enfraquecer o dólar norte-americano e pressionar em baixa as yields das obrigações, criando um contexto favorável para o metal precioso. Ainda assim, a recuperação dos preços parece ter perdido algum ímpeto durante a sessão de hoje, uma vez que os investidores permanecem cautelosos, dado que ainda não foram divulgados detalhes sobre o alegado plano de paz. Muitos estarão também atentos à reunião do FOMC da Reserva Federal, agendada para quarta-feira. Embora seja amplamente esperado que o banco central mantenha as taxas de juro inalteradas, os investidores irão acompanhar atentamente o tom do comunicado que será divulgado após a reunião, bem como quaisquer comentários do novo presidente, Kevin Warsh, procurando sinais de que os responsáveis pela política monetária poderão descartar a possibilidade de promover novos aumentos das taxas de juro, na sequência dos mais recentes desenvolvimentos no Golfo Pérsico e da diminuição dos receios inflacionistas. Um cenário desta natureza tenderia a pressionar o dólar em baixa e a reforçar o apoio ao ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Europa Pressionada por Inflação e Crescimento Fraco
O índice alemão DAX está a negociar nos 24.909 pontos esta quarta-feira, uma queda de cerca de 180 pontos. Os mercados europeus estão a ser pressionados pela inflação ainda elevada e por sinais de abrandamento económico. A inflação acima do objetivo deverá obrigar o BCE a manter um discurso firme e poderá levar a uma nova subida das taxas diretoras. Por outro lado, os indicadores de atividade sugerem que a economia europeia está a perder tração. Enquanto as bolsas americanas beneficiam da aposta nos chips e na inteligência artificial, a falta de dinamismo das economias europeias limita o crescimento e aumenta a vulnerabilidade a surpresas negativas. As ações continuam a encontrar apoio em alguns setores defensivos e em empresas específicas, mas o contexto macro permanece exigente. A Europa enfrenta, assim, um cenário em que a inflação limita a resposta monetária, enquanto o crescimento fraco reduz a capacidade de absorver novos choques.
Henrique Valente – ActivTrades
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Petróleo recua com atenções viradas para Ormuz
Os preços do petróleo Brent recuaram ligeiramente no arranque da sessão de terça-feira, negociando em torno dos 93 dólares por barril. Os investidores têm razões para estar simultaneamente optimistas e cautelosos quanto às perspectivas de uma paz duradoura entre os Estados Unidos e o Irão, que permita a normalização do tráfego marítimo através do Estreito de Ormuz. Ao longo do fim de semana surgiram notícias de ataques militares por parte de ambos os lados, enquanto na segunda-feira a agência noticiosa iraniana informou que Teerão tinha suspendido as comunicações com os intermediários norte-americanos. Ao mesmo tempo, o Presidente dos Estados Unidos reafirmou a sua convicção de que um acordo para prolongar o cessar-fogo e reabrir o Estreito de Ormuz continua alcançável. Neste contexto, os preços do Brent continuam a negociar dentro do intervalo relativamente estreito observado ao longo da última semana, aproximadamente entre os 90 e os 96 dólares por barril. No entanto, permanece o potencial para movimentos mais expressivos caso ocorram desenvolvimentos significativos. Os investidores estarão também atentos à divulgação, ainda hoje, do relatório do American Petroleum Institute sobre as reservas de crude nos Estados Unidos. Desvios significativos nos níveis de reservas reportados poderão igualmente influenciar os preços globais do petróleo.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Médio Oriente e dados dos EUA guiam ouro esta semana
Os preços do ouro recuaram no arranque da sessão europeia, caindo abaixo dos 4.500 dólares. O metal precioso esteve sob pressão após um fim de semana marcado pelo esbatimento de algum do optimismo em torno das negociações entre os Estados Unidos e o Irão destinadas a pôr fim ao conflito e a reabrir o Estreito de Ormuz. Como resultado, os preços da energia recuperaram, com o Brent a subir 3% face ao fecho de sexta-feira. Este movimento reacendeu receios inflacionistas e reforçou as expectativas de que a Reserva Federal norte-americana mantenha uma postura hawkish. Esta dinâmica fortaleceu a procura pelo dólar norte-americano, criando um fator adverso para o ouro devido à correlação inversa entre os dois activos. Neste contexto, os mercados continuarão focados nas negociações em curso entre os Estados Unidos e o Irão, que deverão permanecer um dos principais motores da evolução do preço do ouro, a par da divulgação de importantes indicadores económicos nos Estados Unidos. Ao longo desta semana serão divulgados os índices PMI dos sectores transformador e dos serviços, bem como o aguardado relatório de emprego Non-Farm Payrolls, na sexta-feira. Quaisquer surpresas nestes dados poderão alterar as expectativas quanto à trajectória futura da política monetária da Reserva Federal, influenciando a procura pelo dólar norte-americano e, consequentemente, o desempenho dos preços do ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Ouro pressionado por tensões no Irão e receios de inflação
Os preços do ouro estão a cair no arranque da sessão europeia. Sinais contraditórios relativamente ao progresso das negociações entre os EUA e o Irão dissiparam algum do otimismo quanto à possibilidade de um fim do conflito no curto prazo e da normalização do tráfego marítimo através do Estreito de Ormuz. Isto reforçou o apelo do dólar norte-americano enquanto ativo de refúgio, pressionando o metal precioso. Ao mesmo tempo, a incerteza provocou uma subida dos preços do petróleo, aumentando os receios inflacionistas e reforçando as expectativas de uma postura mais hawkish por parte da Reserva Federal, criando um fator adicional de pressão para o ouro, que não oferece rendimento. Neste contexto, os investidores continuarão atentos a novos desenvolvimentos nas negociações entre os EUA e o Irão, ao mesmo tempo que aguardam pela divulgação dos dados de inflação PCE dos EUA na quinta-feira. O PCE é a medida de inflação preferida da Reserva Federal, e os números poderão influenciar as expectativas relativamente à política monetária da Fed, com potencial impacto nos preços do ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Otimismo diplomático pressiona preços do petróleo
Os preços do petróleo Brent registavam uma queda de 5% na abertura dos mercados esta segunda-feira, repetindo um padrão observado ao longo desta crise. Apesar de não existirem alterações materiais, com o Estreito de Ormuz a permanecer encerrado, os investidores reagiram a mais um fim de semana marcado por especulação nas redes sociais e notícias na imprensa. As expectativas de que um acordo entre os EUA e o Irão possa estar iminente, permitindo a normalização das exportações de petróleo a partir do Golfo Pérsico, pressionaram os preços em baixa, levando o Brent para abaixo dos 100 dólares por barril pela primeira vez em duas semanas. No entanto, os investidores estarão conscientes de que, em ocasiões anteriores, movimentos semelhantes foram seguidos por um regresso a níveis mais elevados, à medida que as expectativas não se concretizaram em desenvolvimentos reais no terreno. Neste contexto, os mercados continuarão atentos à evolução da situação. Caso seja alcançado um acordo e um número significativo de navios petroleiros comece a atravessar o Estreito, os preços poderão cair ainda mais, embora seja pouco provável que regressem, para já, aos níveis pré-guerra, uma vez que a normalização das operações deverá demorar vários meses. Por outro lado, a ausência de progressos e um regresso a uma postura menos construtiva de ambas as partes poderá dissipar o atual otimismo e empurrar novamente os preços para níveis bastante acima dos 100 dólares por barril.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Petróleo mantém-se volátil com foco nas negociações EUA-Irão
Os preços do petróleo Brent mantêm-se acima dos 105 dólares por barril no arranque da sessão europeia desta sexta-feira. Depois de terem oscilado entre os 102 e os 110 dólares nas últimas 24 horas, os preços regressaram ao centro desse intervalo, à medida que os investidores se concentram nas negociações entre o Irão e os Estados Unidos. Esta dinâmica de preço reflete o optimismo de que poderá em breve surgir um caminho realista para a normalização no Golfo Pérsico, permitindo o regresso das exportações de crude da região ao mercado global. No entanto, continua a existir um elevado grau de incerteza quanto ao desfecho das negociações, não havendo ainda qualquer acordo sobre questões sensíveis, como o futuro do urânio enriquecido do Irão ou garantias de longo prazo para a livre circulação marítima através do Estreito de Ormuz. Neste contexto, é provável que os preços continuem a oscilar em função das manchetes e dos desenvolvimentos relacionados com as negociações. Ainda assim, caso não surja em breve uma perspectiva credível de normalização, poderá haver margem para novas subidas acentuadas dos preços globais da energia, especialmente se se materializarem receios de escassez de determinados produtos, como o gasóleo e o combustível de aviação.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Brent nos 105 Dólares com oferta ainda condicionadaOs preços do petróleo Brent registaram uma ligeira subida no arranque da sessão europeia, negociando acima dos 105 dólares por barril. Este movimento moderado surge após a forte queda de quase 5% registada ontem, impulsionada pelo crescente optimismo de que um acordo entre os Estados Unidos e o Irão poderá ser alcançado em breve, permitindo a reabertura do Estreito de Ormuz. Tal cenário restabeleceria o fluxo de petróleo proveniente do Golfo Pérsico e aliviaria as pressões do lado da oferta que têm impulsionado os preços em alta. A notícia foi bem recebida pelos investidores no mercado petrolífero, sobretudo depois de a EIA ter revelado, no início desta semana, que as reservas de crude dos EUA caíram mais de 4 milhões de barris em comparação com a semana anterior. Neste contexto, os investidores permanecerão atentos aos desenvolvimentos nas negociações entre os Estados Unidos e o Irão. Novas notícias positivas poderão pressionar os preços em baixa, embora o potencial de descida permaneça limitado pelas expectativas de que, mesmo após a reabertura do Estreito de Ormuz, uma normalização total das exportações de petróleo da região deverá demorar vários meses. Por outro lado, sinais de escalada poderão enfraquecer o optimismo em torno de uma resolução a curto prazo do impasse entre as partes e da reabertura do estreito, podendo inverter a recente queda dos preços.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Ouro mantém-se estável com investidores atentos ao Irão
Os preços do ouro recuaram ligeiramente no início da sessão de terça-feira, mas continuam muito próximos dos níveis registados no arranque da semana. Este intervalo estreito de negociação reflete as forças opostas que estão atualmente a moldar a evolução do preço do metal precioso. Por um lado, as expectativas de uma Reserva Federal mais agressiva, impulsionadas pelos receios inflacionistas resultantes de um impasse prolongado no Golfo Pérsico, estão a fortalecer o dólar e a sustentar juros obrigacionistas mais elevados, pressionando o metal precioso. Por outro lado, recentes declarações do presidente norte-americano apontam para uma vontade de alcançar um acordo com o Irão, alimentando esperanças de um entendimento que permita a normalização do tráfego marítimo no Estreito de Ormuz. Este cenário retiraria de cima da mesa o pior cenário para a inflação, podendo enfraquecer o dólar e apoiar os preços do ouro. Neste contexto, é expectável que os preços do ouro permaneçam próximos dos níveis atuais no curto prazo, enquanto os investidores acompanham atentamente quaisquer desenvolvimentos suscetíveis de influenciar o impasse entre os Estados Unidos e o Irão e alterar as expectativas relativamente à política monetária da Reserva Federal, com impacto subsequente nos preços do ouro.
Ricardo Evangelista– ActivTrades
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Ouro sob pressão com expectativas de juros mais altos
Os preços do ouro caíram no início da sessão de sexta-feira, com o metal precioso a encaminhar-se para fechar a semana em terreno negativo, acumulando atualmente perdas de quase três por cento. A fraqueza do ouro está correlacionada com o fortalecimento do dólar norte-americano, que tem vindo a ganhar terreno face às restantes principais divisas ao longo das últimas sessões. Os ganhos do dólar estão a ser sustentados pelo reforço das expectativas de uma postura mais agressiva por parte da Reserva Federal, que receberam um novo impulso esta semana após a divulgação de dados económicos nos Estados Unidos. A inflação continua a subir na maior economia do mundo, enquanto as vendas a retalho permanecem resilientes, aumentando a probabilidade de a Reserva Federal avançar com pelo menos uma subida das taxas de juro em 2026. Este cenário cria margem para um maior fortalecimento do dólar e pressão adicional sobre o ouro. Neste contexto, os investidores em ouro continuarão atentos às conversações de alto nível em curso entre os Estados Unidos e a China, bem como aos desenvolvimentos no Golfo Pérsico. Um eventual entendimento entre Washington e Pequim em matéria comercial poderá aliviar parte das pressões inflacionistas, enquanto o prolongamento do encerramento do Estreito de Ormuz mantém os preços do petróleo em níveis elevados, produzindo o efeito oposto sobre os preços no consumidor.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Instabilidade geopolítica sustenta ouro nos 4.700 dólares
Os preços do ouro mantêm-se estáveis no arranque da sessão europeia, com o metal precioso a negociar ligeiramente acima dos 4.700 dólares. Desde a forte correção registada em meados de março, o preço médio do ouro tem permanecido próximo dos níveis atuais, sugerindo um período de consolidação impulsionado por forças de mercado opostas. Por um lado, a incerteza geopolítica e económica continua a sustentar a procura por ouro enquanto ativo de refúgio. Por outro, a guerra entre os Estados Unidos e o Irão levou a uma subida dos custos energéticos, aumentando as pressões inflacionistas e alterando as expectativas relativamente à política monetária dos principais bancos centrais. Os investidores esperam agora que a Reserva Federal norte-americana e outros grandes bancos centrais mantenham as taxas de juro elevadas durante mais tempo, limitando o potencial de valorização de ativos sem rendimento, como o ouro. Neste contexto, os investidores no mercado do ouro deverão continuar particularmente atentos aos desenvolvimentos no Golfo Pérsico, bem como à divulgação de indicadores económicos. A visita de Donald Trump à China continuará também sob forte escrutínio por parte dos mercados. Evoluções positivas na frente comercial poderão contribuir para aliviar as pressões inflacionistas e dar suporte adicional aos preços do ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Petróleo Brent Sobe após EUA Rejeitarem Proposta do Irão
Os preços do petróleo Brent subiram no início da sessão de segunda-feira, à medida que os investidores reagiam aos mais recentes desenvolvimentos nas negociações entre o Irão e os Estados Unidos, depois de o Presidente norte-americano ter, durante o fim de semana, rejeitado a proposta de Teerão. À semelhança do que aconteceu nos últimos fins de semana, a administração norte-americana promoveu na sexta-feira expectativas de um caminho realista para a normalização da situação no Golfo Pérsico, levando a uma queda dos preços do petróleo. No entanto, no domingo, o Presidente utilizou as redes sociais para moderar novamente essas expectativas, o que acabou por impulsionar os preços na segunda-feira. Os mais recentes desenvolvimentos significam que o Estreito de Ormuz permanece, na prática, encerrado, mantendo fora do mercado a maior parte do petróleo e gás produzidos na região, o equivalente a aproximadamente 20% da produção global. Neste contexto, é provável que os preços do Brent se mantenham acima dos 100 dólares, com os investidores a continuarem focados na evolução das trocas diplomáticas entre os Estados Unidos e o Irão, uma vez que as expectativas e os contratempos gerados por estas negociações continuam, para já, a ser os principais motores da evolução do preço do petróleo.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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B
Nasdaq segue em descoberta de preço
Os futuros do Nasdaq negociam esta manhã perto dos 28.800 pontos, mantendo-se muito próximos dos máximos históricos e confirmando que o apetite pelo risco continua robusto nos mercados norte-americanos. O índice tecnológico permanece em modo de descoberta de preço desde meados de abril, apoiado por uma combinação de resultados empresariais fortes e sinais de alívio geopolítico. A época de resultados nos EUA continua a surpreender pela positiva, com o crescimento dos lucros do S&P 500 em torno dos 28% em termos homólogos. Empresas como a AMD, que disparou mais de 18% após resultados, ou a Apple, que voltou a tocar máximos históricos esta semana, ilustram a resiliência das grandes tecnológicas. Ao mesmo tempo, o mercado continua a reagir ao otimismo em torno de uma possível desescalada no Médio Oriente. As notícias de que os EUA e o Irão estarão próximos de um acordo, que poderá incluir uma moratória ao enriquecimento nuclear e a reabertura do Estreito de Ormuz, fizeram recuar o preço do crude de forma expressiva. O Brent voltou a negociar abaixo dos 101 dólares e o WTI perto dos 95 dólares, reduzindo receios inflacionistas e aliviando pressão sobre as yields obrigacionistas. Este movimento reforçou a expectativa de que a Reserva Federal poderá ganhar margem para iniciar cortes de juros ainda em 2026, sem que a economia americana dê sinais claros de abrandamento. O principal risco para este cenário continua a ser a incerteza diplomática, com Trump a alertar que um acordo “não é certo”. Além disso, os dados de emprego de abril, divulgados esta tarde, poderão gerar volatilidade se o número se afastar demasiado das expectativas do mercado.
Henrique Valente– ActivTrades
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Tecnologia lidera ganhos com Nasdaq em alta
O apetite pelo risco está em alta nos mercados, com as ações a subir, o petróleo a cair e o ouro a recuperar. A perspetiva de um possível acordo para terminar a guerra entre os EUA e o Irão aliviou os receios de um choque energético prolongado, reduzindo também o risco de inflação persistente e de taxas de juro elevadas durante mais tempo. Os futuros do Nasdaq negoceiam perto dos 28.660 pontos, acumulando uma subida de cerca de 3,5% esta semana. O setor tecnológico dos EUA continua a liderar os ganhos, apoiado por resultados empresariais sólidos, sobretudo nas áreas dos semicondutores e da inteligência artificial. O destaque mais recente foi a AMD, que disparou ontem cerca de 18% depois de superar as expectativas dos analistas no último trimestre, beneficiando de uma forte subida das receitas nos centros de dados.
Henrique Valente– ActivTrades
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Mercados em máximos com alívio no Médio Oriente
Ontem, o S&P 500 e o Nasdaq fecharam em máximos recorde, apoiados pelo forte desempenho das tecnológicas ligadas à inteligência artificial, por resultados empresariais sólidos e pela possibilidade de progresso diplomático entre os EUA e o Irão. Donald Trump afirmou haver “grande progresso” nas negociações com Teerão e suspendeu temporariamente a operação norte-americana de escolta de navios no Estreito de Ormuz. Com esta notícia, os investidores veem uma menor probabilidade de escalada imediata. O petróleo recuou, embora permaneça em níveis elevados. Esta queda deu alguma folga às preocupações com uma inflação mais persistente e favoreceu os ativos de risco. O ouro também subiu, beneficiando sobretudo de um dólar mais fraco, de menores receios inflacionistas e da persistência de algum risco geopolítico. A leitura dos mercados é que Trump terá poucos incentivos para prolongar um conflito com impacto nos preços da energia, sobretudo num ano de eleições intercalares nos EUA. Ainda assim, o risco está longe de estar resolvido: o Estreito de Ormuz permanece como o principal ponto de tensão e qualquer inversão no tom diplomático poderá voltar a pressionar o petróleo em alta.
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Ouro sobe, mas petróleo limita ganhos
O preço do ouro registou uma ligeira subida no início da sessão de terça-feira, ultrapassando ligeiramente os 5.500 dólares por onça. O metal precioso tinha estado sob pressão na sessão anterior, recuando mais de dois por cento após a mais recente subida dos preços do petróleo. Os custos mais elevados da energia estão a alimentar expectativas de maior inflação, deixando pouca margem para cortes nas taxas de juro e aumentando a probabilidade de novas subidas por parte da Fed e de outros grandes bancos centrais. Os mais recentes desenvolvimentos no impasse entre os Estados Unidos e o Irão no Golfo Pérsico, incluindo ataques militares norte-americanos a embarcações e relatos de ataques retaliatórios com drones por parte do Irão, sugerem que, neste momento, não existe um caminho realista para a resolução do conflito nem para a reabertura do Estreito de Ormuz. Neste contexto, espera-se que os preços do petróleo permaneçam voláteis, com a tendência ainda inclinada em alta. Isto deverá reforçar as expectativas de uma Fed mais “hawkish”, sustentar um dólar mais forte e pressionar as yields das Treasuries em alta, limitando os ganhos de ativos sem rendimento, como o ouro.
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Nasdaq começa a semana com otimismoOs futuros do Nasdaq 100 negociam nos 27.829 pontos, +0,50% face a sexta-feira, sustentados pelo otimismo em torno de um possível acordo de paz entre os EUA e o Irão. A Palantir, uma das principais empresas do setor de inteligência artificial apresenta resultados hoje após o fecho do mercado. Depois de receitas recorde no trimestre anterior, o consenso aponta para um crescimento homólogo de 74%, acima dos 39% registados no mesmo período do ano passado. O outro destaque da semana será a publicação do Nonfarm Payrolls (NFP) na sexta-feira, um dos principais dados para a política monetária. Espera-se a criação de 50 mil empregos em abril, significativamente abaixo dos 178 mil de março. Um abrandamento moderado do mercado de trabalho reforçaria a expectativa de corte de juros. Já uma queda mais acentuada, a confirmar sinais de fraqueza no PIB do primeiro trimestre, poderá reavivar receios de recessão e penalizar as bolsas.
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Ouro sob pressão antes da decisão da Fed
Os preços do ouro recuaram no início da sessão de quarta-feira, caindo abaixo dos 4.600 dólares e aproximando-se do mínimo de várias semanas registado na sessão anterior. O impasse no Golfo Pérsico entre os Estados Unidos e o Irão, com as duas partes ainda sem chegar a um entendimento que possa pôr fim ao bloqueio, continua a ensombrar as perspetivas para a economia global. Este contexto tem sustentado o dólar norte-americano, reforçando o seu estatuto como moeda de reserva e ativo de refúgio e, devido à correlação inversa de preços entre os dois ativos, pressionando o preço do metal precioso. Entretanto, os investidores estarão atentos à conclusão da reunião da Reserva Federal, ainda hoje. Espera-se que o banco central mantenha as taxas de juro inalteradas pela terceira reunião consecutiva, mas todas as atenções estarão centradas na última conferência de imprensa de Jerome Powell enquanto presidente da Fed. Os investidores procurarão obter mais indicações sobre a forma como os decisores da Fed estão a avaliar o impacto económico da guerra no Irão, em particular sobre a inflação. Caso o presidente cessante da Fed adote um tom mais restritivo, centrado nos riscos inflacionistas, isso poderá conduzir a um reforço adicional do dólar e a uma subida das yields das Treasuries, exercendo pressão adicional em baixa sobre os preços do ouro.
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