Ouro sobe com dúvidas sobre a independência da Fed
Os preços do ouro estão atualmente a negociar ligeiramente abaixo do nível dos 4.600 dólares, depois de terem atingido um máximo histórico no início da sessão. Os recentes ganhos do metal precioso refletem um aumento da procura por ativos de refúgio, impulsionado por tensões geopolíticas elevadas, com focos de instabilidade na Venezuela, na Ucrânia e no Irão, agravadas por uma retórica agressiva por parte dos Estados Unidos relativamente à Gronelândia. Em conjunto, estes fatores aumentaram a incerteza e reforçaram a procura por ouro, amplamente considerado o ativo de refúgio por excelência. No entanto, os ganhos registados hoje refletem mais do que apenas o risco geopolítico. Surgem na sequência de declarações do presidente da Reserva Federal, Jerome Powell, que confirmou que o Departamento de Justiça dos EUA o ameaçou com uma acusação criminal relacionada com a renovação da sede do banco central. Muitos investidores encaram este desenvolvimento como um sério desafio à independência da Reserva Federal e uma nova escalada dos esforços da administração norte-americana para pressionar no sentido de taxas de juro mais baixas. Qualquer perceção de erosão da independência do banco central poderá reduzir a atratividade dos ativos norte-americanos para os investidores globais, criando um ambiente de maior incerteza e potencialmente acelerando os fluxos para ativos de refúgio, como o ouro. Neste contexto, existe margem para novos ganhos nos preços do ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
EUA
Pressões sobre a Fed Reforçam o Apelo do Ouro
Os preços do ouro mantêm-se próximos dos máximos históricos alcançados na sessão anterior, sustentados por uma combinação de fatores. Entre estes destacam-se as preocupações de que a independência da Reserva Federal possa vir a ser comprometida, na sequência do que é amplamente interpretado como uma pressão de cariz político sobre o seu presidente, no contexto de ameaças pouco claras de uma acusação criminal relacionada com alegadas irregularidades. Estes desenvolvimentos podem acabar por minar a confiança dos investidores nos ativos norte-americanos. Um apoio adicional ao metal precioso resulta das expectativas cada vez mais dovish em relação ao percurso das taxas de juro da Reserva Federal, impulsionadas por sinais de abrandamento da economia, pela pressão política para a redução das taxas e pela perspetiva de ser nomeado, em maio, um Chairman mais alinhado com a Casa Branca. Por fim, com as tensões geopolíticas a permanecerem elevadas e o mais recente agravamento da situação envolvendo o Irão a gerar novas preocupações, o apelo do ouro enquanto ativo de refúgio continua a reforçar-se. Neste enquadramento, subsiste margem para novos ganhos nos preços do ouro, embora no curto prazo esses ganhos possam ser condicionados pela prudência dos investidores antes da divulgação de dados económicos relevantes dos EUA, incluindo a inflação e as vendas a retalho, bem como por recentes declarações de teor mais restritivo por parte de responsáveis de topo da Reserva Federal.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Ouro em compasso de espera antes do Non-Farm Payrolls
Os preços do ouro recuaram ligeiramente nas primeiras negociações de sexta-feira, com muitos investidores a manterem-se à margem antes da divulgação, esta tarde, dos dados do mercado de trabalho dos EUA relativos a dezembro, incluindo o relatório de emprego mais acompanhado, o Non-Farm Payrolls. O metal precioso tem estado sob pressão devido a uma modesta recuperação do dólar norte-americano nas últimas duas semanas, o que tende a penalizar o ouro em virtude da correlação inversa entre os dois ativos. Ainda assim, o suporte para os preços do ouro mantém-se sólido em torno do nível dos 4.450 dólares, sustentado pela persistente incerteza geopolítica, que continua a alimentar a procura por ativos de refúgio, bem como pelas expectativas dovish em relação à Reserva Federal, que atualmente apontam para pelo menos dois cortes das taxas de juro em 2026. Neste contexto, todas as atenções estarão hoje centradas nos dados do mercado de trabalho dos EUA, que poderão reforçar ou alterar as expectativas dovish em torno da Fed. Com muitos investidores à espera destes números antes de assumirem novas posições de dimensão relevante, a sua divulgação poderá desencadear movimentos significativos nos preços do ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Crise na Venezuela Impulsiona Preços do Ouro
Os preços do ouro subiram ligeiramente nas primeiras negociações de terça-feira, depois de terem registado ganhos superiores a 2% na sessão anterior. O metal precioso continua a ser apoiado por expectativas cada vez mais dovish em relação à Reserva Federal, após a divulgação de dados fracos dos PMIs da indústria transformadora dos EUA, que reforçaram as preocupações de que a maior economia do mundo possa estar a abrandar e alimentaram as expectativas de cortes nas taxas de juro. A procura por ativos de refúgio também aumentou na sequência dos acontecimentos do fim de semana na Venezuela e das declarações subsequentes do Presidente Trump, que pareceram indicar a possibilidade de ações militares semelhantes noutros países. Neste contexto, não é surpreendente ver os preços do ouro a subir, com margem para novos ganhos. Ainda assim, é provável que os traders se mantenham cautelosos antes de assumirem posições longas de maior dimensão, aguardando a divulgação dos dados do mercado de trabalho dos EUA na sexta-feira, que se perfilam como um evento-chave para a formação de expectativas em torno da trajetória da política monetária da Fed.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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WTI recua ligeiramente após intervenção na Venezuela
Os preços do petróleo WTI caíram mais de 1,5% no início da negociação de segunda-feira e encontram-se atualmente em torno dos 56,40 dólares por barril. A reação inicial dos mercados financeiros à intervenção dos EUA na Venezuela foi de otimismo cauteloso, refletindo a expectativa de que a remoção do presidente venezuelano possa conduzir a um realinhamento político do país em direção à esfera de influência norte-americana. No curto prazo, sobretudo no que diz respeito às exportações de petróleo, o cenário parece ser, em grande medida, de continuidade do status quo. A Venezuela detém cerca de 17% das reservas de petróleo do mundo, mas nos últimos anos a sua capacidade de extração e refinação de crude deteriorou-se significativamente. A produção atual é estimada em menos de um milhão de barris por dia, com aproximadamente metade a ser exportada — o que representa menos de 1% da oferta global. Neste contexto, e tendo em conta que, ainda antes do fim de semana, os analistas já antecipavam um excesso de oferta nos mercados globais de petróleo em 2026, a atual queda de preços não é surpreendente, com a perspetiva de médio prazo de uma maior entrada de petróleo venezuelano no mercado global a acentuar esta dinâmica.
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Ouro Consolida Acima dos $4.200 Antes da Reunião do FOMC
Os preços do ouro subiram ligeiramente nas primeiras negociações de terça-feira e estão atualmente a manter-se acima dos 4.200 dólares. O metal precioso tem permanecido dentro de uma faixa estreita ao longo da última semana, à medida que os compradores de ouro aguardam a conclusão da reunião do FOMC de amanhã e a decisão sobre as taxas de juro antes de efetuarem novas operações. Um corte de 25 pontos base é considerado praticamente certo e já está refletido nos mercados financeiros. No entanto, o verdadeiro foco dos traders será a declaração de política monetária e os comentários do presidente da Reserva Federal após a reunião, que poderão fornecer pistas sobre o futuro rumo da política monetária do banco central. Um cenário dovish, no qual Powell confirme, na prática, novos cortes nas taxas em 2026, deverá enfraquecer o dólar norte-americano e apoiar os preços do ouro, devido à correlação inversa entre ambos os ativos, com o nível dos 4.300 dólares a surgir como potencial alvo de curto prazo. Por outro lado, e é precisamente por isso que os traders têm aguardado pacientemente por esta reunião, uma posição mais hawkish seria mais surpreendente e poderia ter um impacto de mercado mais forte. Nesse cenário, os ganhos do dólar poderão ser significativos e o preço do metal precioso poderá cair e testar o suporte dos 4.100 dólares.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Ouro acima de $4.200 à espera da decisão da Fed
Os preços do ouro subiram ligeiramente nas negociações de segunda-feira de manhã, recuperando terreno acima do nível dos 4.200 dólares, mas o metal precioso permanece dentro de um intervalo estreita onde tem estado ao longo das últimas sessões. Apesar das condições favoráveis, incluindo o aumento das expectativas de uma Reserva Federal mais dovish e a persistência da instabilidade geopolítica, os investidores que habitualmente apostam no ouro aguardam pacientemente pela reunião da Fed desta semana e pela decisão sobre as taxas antes de retomarem as compras. Com um corte de 25 pontos base amplamente esperado e já incorporado nos preços, o foco na quarta-feira irá centrar-se na conferência de imprensa após a decisão e nos comentários do presidente da Fed, Jerome Powell. Estes deverão moldar o sentimento dos investidores relativamente ao futuro percurso das taxas de juro do banco central, influenciando o desempenho do dólar americano e, devido à correlação inversa entre ambos os ativos, também o do ouro. Caso o presidente da Reserva Federal sinalize novas reduções dos custos de financiamento em 2026, haverá margem para uma maior fraqueza do dólar, sendo provável que os preços do ouro evoluam na direção oposta.
Ricardo Evangelista - ActivTrades
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Mercados em compasso de espera antes do PCE
Os mercados começam o dia em compasso de espera. O dado mais importante da semana, o Core PCE dos EUA, a métrica preferida da Fed para medir pressões inflacionárias, será publicado hoje ao início da tarde. O sentimento mantém-se construtivo. Os índices americanos continuam perto dos máximos históricos, apoiados pela convicção de que a Fed vai cortar a taxa de referência na reunião da próxima semana. O consenso aponta para uma leitura mensal moderada no PCE. Se o número vier em linha, os mercados deverão terminar a semana com uma nota positiva. Uma leitura mais baixa reforça a ideia de que a desinflação está de volta, o que reduz a pressão sobre as yields e favorece os ativos de risco. Por outro lado, um número acima do esperado reacende dúvidas sobre o ritmo de cortes, empurra yields para cima e pode levar a alguma realização de mais-valias nos setores mais sensíveis às taxas, como o tecnológico. Neste momento, os investidores querem apenas que a desinflação continue a fazer o seu caminho, para que não restem dúvidas sobre o corte de juros na próxima semana.
Henrique Valente – ActivTrades
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Ouro ronda os $4,200 antes dos dados PCE
Os preços do ouro recuaram ligeiramente nas primeiras negociações de quinta-feira, mas permanecem próximos do nível dos $4.200. Uma combinação de fatores de suporte — incluindo a fraqueza do dólar após a divulgação de dados dececionantes sobre o emprego nos EUA, comentários dovish de vários responsáveis da Fed e tensões geopolíticas persistentes — tem ajudado a sustentar o metal precioso. No entanto, muitos investidores continuam cautelosos antes da divulgação, amanhã, do índice PCE, a principal medida de inflação seguida pela Fed. Em simultâneo, um aumento do apetite pelo risco nos mercados acionistas está a limitar o potencial de valorização do ouro. Neste contexto, os traders estarão atentos à divulgação, ainda hoje, dos pedidos iniciais de subsídio de desemprego nos EUA, bem como aos dados do PCE de amanhã. Se estes indicadores confirmarem as expectativas de abrandamento do mercado laboral e estabilização da inflação, as apostas em cortes das taxas de juro por parte da Fed poderão aumentar, pressionando o dólar e criando margem para novas subidas nos preços do ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Ouro desliza antes dos dados da inflação
Os preços do ouro recuaram ligeiramente nas primeiras negociações de quarta-feira e estão atualmente a manter-se ligeiramente acima dos 4.200 dólares. O metal precioso encontra-se numa trajetória descendente esta semana, tendo registado quedas em todas as sessões até agora. Isto acontece numa altura em que os investidores otimistas em relação ao ouro permanecem cautelosos antes da divulgação de importantes dados económicos, incluindo o relatório do índice PCE desta sexta-feira. Sendo a medida de inflação preferida da Reserva Federal, a leitura do PCE deverá influenciar as expectativas quanto ao rumo das taxas de juro da Fed, o que, por sua vez, afetará o dólar norte-americano e, em última análise, os preços do ouro, devido à correlação inversa entre os dois ativos. Entretanto, as esperanças de uma resolução a curto prazo para a guerra na Ucrânia dissiparam-se, e as tensões voltam a aumentar, particularmente após as recentes ameaças do Presidente russo de um conflito com a Europa. Neste contexto, marcado por uma perspetiva negativa para o dólar e por uma instabilidade geopolítica crescente que reforça o apelo do ouro como ativo de refúgio, poderá haver margem para uma recuperação dos preços do metal precioso, sobretudo se os próximos dados económicos confirmarem um arrefecimento da economia americana e uma estabilização da inflação. Um cenário desta natureza tenderia a resultar numa maior fraqueza do dólar e em novos ganhos para o ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Ouro pressionado pelo apetite pelo risco
Os preços do ouro caíram nas primeiras negociações de terça-feira e estão atualmente a negociar ligeiramente acima dos 4.200 dólares. Verificou-se um ressurgimento do apetite pelo risco nos mercados financeiros, refletido nos ganhos observados nos futuros dos índices acionistas. Esta dinâmica é negativa para o metal precioso, que tende a apresentar melhor desempenho em períodos de aversão ao risco. A acrescentar pressão estão também as perspetivas crescentes de uma solução para a guerra na Ucrânia, que têm reduzido os fluxos de refúgio para o ouro. No entanto, o potencial de queda permanece limitado devido às expectativas cada vez mais dovish em relação à Reserva Federal. Responsáveis séniores do FOMC têm feito declarações públicas que deixam a porta aberta para cortes de juros em dezembro e além, contribuindo para a fraqueza do dólar norte-americano e apoiando os preços do ouro devido à correlação inversa entre os dois ativos. Neste contexto, os traders estarão atentos à divulgação dos importantes dados do PCE no final da semana. Sendo o indicador de inflação preferido pela Fed, poderá ajudar a consolidar as expectativas de cortes de juros e definir a perspetiva para o preço do ouro no curto e médio prazo.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Ouro Sobe para Máximo de Seis Semanas com Dólar em Queda
Os preços do ouro subiram nas primeiras negociações de segunda-feira, atingindo um máximo de seis semanas. O metal precioso encontra suporte numa altura em que o apetite pelo risco diminui nos mercados financeiros e o dólar norte-americano enfraquece. Os futuros dos principais índices bolsistas, incluindo o tecnológico Nasdaq, estão a negociar em baixa no início da sessão, sinalizando uma redução do apetite pelo risco nos mercados asiáticos após a divulgação de dados fracos do PMI chinês — um desenvolvimento que beneficiou o ouro, tradicional ativo de refúgio. Ao mesmo tempo, o dólar norte-americano caiu para o nível mais baixo das últimas duas semanas, à medida que os investidores aumentam as apostas em taxas de juro mais baixas na maior economia do mundo. Altos responsáveis da Reserva Federal fizeram recentemente comentários dovish em intervenções públicas, reforçando a perceção de que a inclinação interna do banco central aponta para novos cortes de juros em dezembro e além. Esta dinâmica tem pressionado o dólar e apoiado o ouro, devido à correlação inversa entre os dois ativos. Neste contexto, o caminho de menor resistência para os preços do ouro continua a ser em alta, com novas valorizações possíveis.
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Dólar recupera após surpresa positiva nos dados laborais
O dólar norte-americano subiu face às principais moedas nas negociações de sexta-feira de manhã, prolongando o movimento positivo observado na sessão anterior. Depois de três dias consecutivos no vermelho no início da semana, o Índice do Dólar, que mede o desempenho da moeda norte-americana em relação a um cabaz de outras divisas de referência, começou a recuperar na quinta-feira e encontra-se atualmente ligeiramente abaixo da marca dos 100 pontos. Este movimento de recuperação foi impulsionado sobretudo pela divulgação dos pedidos de subsídio de desemprego nos EUA, que ficaram abaixo das previsões. No entanto, apesar desta melhoria, o caminho de menor resistência para o dólar continua a apontar para uma tendência descendente. Os investidores têm vindo a aumentar as apostas num corte das taxas de juro pela Reserva Federal em dezembro, ao mesmo tempo que começam a prever pelo menos mais três reduções no custo do crédito ao longo de 2026. Com a perceção de uma desaceleração económica a ganhar força nos mercados, e com a administração norte-americana a abertamente exercer pressão política sobre o banco central para baixar ainda mais as taxas, a perspetiva para o dólar norte-americano no médio e longo prazo permanece negativa.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Ouro a caminho do quarto mês de ganhos
Os preços do ouro subiram antes de perderem esses ganhos e encontram-se agora ligeiramente acima dos 4.150 dólares. O metal precioso mantém-se a caminho de fechar o quarto mês consecutivo em alta, continuando a beneficiar da persistente incerteza económica e turbulência geopolítica, bem como das expectativas de cortes nas taxas por parte da Fed — fatores que pressionam o dólar norte-americano e favorecem o ouro, dado a correlação inversa entre ambos os ativos. As apostas do mercado num corte de taxas da Reserva Federal em dezembro têm oscilado significativamente, à medida que declarações públicas mais cautelosas de membros seniores do FOMC alternam com posições mais dovish. Esta dinâmica foi influenciada pelos dados económicos referentes a setembro recentemente divulgados nos EUA, que saíram piores do que o esperado e contribuíram para consolidar as expectativas de cortes de taxas em dezembro e nos meses seguintes. Neste contexto, o caminho de menor resistência para o preço do metal continua a ser em direção a novos ganhos, com potencial para mais valorização até ao final do ano.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Fed mais dovish dá suporte ao ouro
Os preços do ouro tocaram um máximo de uma semana antes de devolverem os ganhos nas primeiras negociações de terça-feira. O potencial de valorização do metal precioso está a ser limitado por alguma força do dólar e por um tom geralmente positivo nos mercados acionistas, mas a correção desta manhã dificilmente deverá originar perdas significativas. Os recentes comentários dovish de responsáveis da Reserva Federal, juntamente com semanas de sinais contraditórios que colocaram as expectativas de um corte de juros em dezembro numa verdadeira montanha-russa, estão a alimentar a perceção de que a postura do banco central poderá estar a suavizar — uma dinâmica que é favorável ao ouro. Os traders irão aguardar confirmação através dos dados económicos dos EUA a divulgar ainda hoje, incluindo o PPI e as vendas a retalho de setembro, que poderão fornecer o impulso final para apostas mais significativas em cortes de juros no curto prazo. Num contexto de persistente incerteza económica, turbulência geopolítica e expectativas crescentes de uma Fed mais dovish, a queda de hoje deverá ser vista como uma oportunidade de comprar na baixa, com potencial para mais valorização do metal precioso.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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WTI Pressiona em Baixa Perante Risco de Aumento da Oferta Global
Os preços do petróleo WTI caíram na abertura da sessão de segunda-feira, prolongando o ímpeto negativo da semana anterior. A descida do preço do crude reflete as expectativas de um crescimento mais lento da procura futura, numa altura em que a incerteza económica continua a limitar o optimismo. Ao mesmo tempo, o recente plano de paz proposto pelos Estados Unidos para a Ucrânia que, se implementado, poria fim às sanções impostas à Rússia que têm restringido as suas exportações de crude, está a influenciar o sentimento do mercado. Continua longe de estar garantido que o plano, na sua forma actual, seja aceite por Kiev e pelos seus aliados europeus. No entanto, a posição firme assumida pela administração norte-americana ao tentar fazer avançar a proposta está a ser interpretada pelos traders como um sinal de que o petróleo russo poderá regressar aos mercados mainstream. Este cenário aumentaria uma oferta global já abundante e criaria margem para novas quedas nos preços.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Aumento do apetite pelo risco pressiona preços do ouro
Os preços do ouro recuaram ligeiramente nas negociações de quinta-feira de manhã, enfrentando uma forte resistência em torno do nível dos $4.100. Uma recuperação do apetite pelo risco nos mercados acionistas está a penalizar o metal de refúgio. Outro fator que pesa sobre o ouro é o fortalecimento do dólar norte-americano. Vários responsáveis do FOMC têm-se mostrado pouco entusiasmados com a possibilidade de cortar as taxas de juro em dezembro, apontando riscos inflacionistas persistentes — o que reduziu as apostas numa decisão dessa natureza na última reunião de política monetária do ano. Neste contexto, os investidores estarão muito atentos à divulgação, ainda hoje, dos dados adiados relativos às Folhas de Pagamento Não Agrícolas (Non-Farm Payrolls) de setembro. Embora os números digam respeito ao final do verão, continuam a ser relevantes, pois fornecem o retrato mais recente do mercado laboral, substituindo os últimos que estavam disponíveis, relativos a agosto, refletindo o período em que a Fed de Jerome Powell começou a adotar uma posição mais dovish. Uma leitura forte reduziria ainda mais as expectativas de um corte de taxas em dezembro, fortalecendo o dólar e pressionando os preços do ouro, enquanto um número fraco teria provavelmente o efeito oposto.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Dow Jones atinge os 48.000 pontos
O índice Dow Jones atingiu um novo máximo histórico nas negociações de terça-feira e mantém-se esta manhã próximo dos 48.000 pontos. O desempenho foi impulsionado por ganhos em sectores não tecnológicos, como indústria e energia, refletindo uma rotação dos investidores para áreas mais tradicionais da economia. O sentimento positivo também foi sustentado pela perspetiva do fim da paralisação do governo norte-americano, o que reduziu os receios de uma disrupção económica a curto prazo e trouxe maior apetite pelo risco. Em contraste, as empresas ligadas à inteligência artificial estiveram sob pressão, com destaque para a Nvidia, que desvalorizou 2,3% após a SoftBank ter vendido a sua participação na empresa. A operação reforçou a perceção de que o sector tecnológico pode estar exposto a uma correção depois de fortes valorizações ao longo do ano.
Henrique Valente – ActivTrades
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Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
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Tecnológicas recuperam e NVIDIA lidera ganhos
Os índices americanos recuperaram na segunda-feira, apoiados pela maior probabilidade de reabertura do governo dos EUA. A menor incerteza política deu algum alívio aos mercados e trouxe de volta o apetite pelo risco. O VIX, o índice que mede a volatilidade implícita do S&P 500 com base nos preços das opções, desceu para o nível mais baixo das últimas semanas, sinal de que os investidores estão menos preocupados com os riscos subjacentes. Neste ambiente mais construtivo, as tecnológicas voltaram a liderar os ganhos, com destaque para a NVIDIA. As acções avançaram mais de 6%, prolongando a trajectória de valorização que tem caracterizado o sector ligado à inteligência artificial. A empresa, que continua a beneficiar de uma procura excepcional pelos seus chips e que vai apresentar resultados na próxima semana, recebeu uma revisão em alta do preço-alvo por parte do Citigroup, agora colocado nos 220 dólares. O mercado reagiu também às expectativas de vendas mais fortes para 2025, reforçando a ideia de que a procura por capacidade de computação especializada ainda está longe de abrandar. Apesar do momento positivo, mantêm-se dúvidas sobre a sustentabilidade do rali caso o contexto macro volte a deteriorar-se ou surjam sinais de saturação no mercado de semicondutores. Ainda assim, por agora, os investidores parecem concentrar-se nos benefícios imediatos da estabilização política em Washington e no contínuo entusiasmo em torno da inteligência artificial.
Henrique Valente – ActivTrades
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Expectativa de Acordo em Washington Impulsiona Mercados
Os futuros do Nasdaq abriram no domingo com um gap positivo e uma valorização superior a 1%. Durante o fim de semana, o Senado avançou com um acordo para terminar a paralisação do governo e tanto os ativos de risco como o ouro e a prata beneficiaram da melhoria no sentimento de mercado. O entendimento inclui uma extensão temporária e parcial do financiamento federal, a reversão dos layoffs emitidos durante o shutdown e o pagamento retroativo aos funcionários federais afetados. O acordo também vai permitir retomar a publicação dos dados económicos, cruciais para guiar o mercado e as decisões da Reserva Federal sobre as taxas de juro. Apesar do avanço político, o financiamento do governo só ficaria assegurado até ao final de janeiro, o que mantém viva a possibilidade de uma nova paralisação no início de 2026.
Henrique Valente – Analista, ActivTrades
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Ouro Beneficia de Incerteza sobre IA e Dólar Mais Fraco
Os preços do ouro subiram nas primeiras horas de negociação desta sexta-feira, voltando a situar-se acima dos 4.000 dólares, beneficiando de uma maior procura por ativos considerados refúgio. Verificou-se uma diminuição do apetite pelo risco nos mercados financeiros, o que está a provocar quedas nas ações, à medida que o capital flui para ativos considerados mais seguros. Os investidores estão a reagir a uma crescente especulação em torno da possibilidade de uma bolha gerada pela inteligência artificial desencadear uma forte correção nos mercados acionistas. O ouro está também a ser apoiado pela incerteza criada pela paralisação do governo dos Estados Unidos, que já atingiu o seu 38.º dia, afetando a atividade económica e atrasando a publicação de dados importantes dos quais os investidores normalmente dependem. Um terceiro fator que sustenta o metal precioso é a ligeira fraqueza do dólar norte-americano, que caiu quase meio ponto percentual em relação às principais moedas na quinta-feira. Neste contexto, poderá haver margem para uma valorização adicional do ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Índices recuperam após correção ligada à IA
Os mercados globais estão a recuperar parcialmente esta quinta-feira, após a forte correção registada na véspera, desencadeada por receios de uma bolha nos setores ligados à inteligência artificial. O Nikkei 225 e o Hang Seng avançaram mais de 1%, refletindo a entrada de investidores que aproveitaram a queda para recompor posições. Nos Estados Unidos, o otimismo foi sustentado por dados económicos mais fortes do que o esperado, nomeadamente o crescimento do emprego privado e a resiliência do setor dos serviços, o que sugere que a economia americana continua robusta. Por outro lado, essa mesma força levanta dúvidas sobre a rapidez com que a Reserva Federal poderá reduzir as taxas de juro nas próximas reuniões.
Henrique Valente – ActivTrades
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Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
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Ouro Recupera Acima dos $4.000 Antes da Decisão da FedOs preços do ouro subiram nas primeiras horas de negociação desta quarta-feira, recuperando terreno acima do nível dos 4.000 dólares. O metal precioso tinha estado sob pressão, tendo chegado a recuar cerca de 12% em relação ao máximo histórico atingido na semana passada, devido à melhoria do apetite pelo risco nos mercados financeiros, que desviou fluxos do tradicional refúgio de segurança representado pelo ouro. Esta mudança foi impulsionada pela crescente esperança de que os Estados Unidos e a China consigam evitar uma guerra comercial, após o acordo relativo a um enquadramento para o entendimento. No entanto, o movimento corretivo parece ter perdido força, à medida que os investidores concentram a sua atenção na reunião de política monetária da Reserva Federal, que termina hoje. É amplamente esperado que o banco central confirme um corte de 25 pontos base na taxa de juro e mantenha uma orientação dovish na sua declaração de política e nas suas projeções futuras. Neste contexto, e com a expectativa de um novo corte de taxas na reunião de dezembro, o dólar norte-americano poderá perder força caso as previsões se confirmem — um desenvolvimento que beneficiaria o ouro, dada a correlação inversa entre o preço dos dois ativos. O metal precioso é também sustentado pela persistente turbulência geopolítica, em particular pelo aparente agravamento das relações entre a Rússia e os Estados Unidos. Ainda assim, o potencial de valorização do ouro deverá continuar limitado pelo otimismo em torno das questões comerciais.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
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