Ouro testa suportes com dólar a ganhar força
Os preços do ouro estão a cair no arranque da sessão europeia, com uma descida de cerca de 6% e a testar o suporte nos 5000 dólares. Depois de uma valorização de aproximadamente 80% nos últimos 12 meses, o metal precioso encontra-se sob pressão esta manhã. O dólar norte-americano fortaleceu-se face às restantes principais moedas, na sequência da notícia de que o Presidente Trump irá nomear Kevin Warsh como próximo Presidente da Reserva Federal, uma escolha vista pelos mercados como ortodoxa. O dólar está também a beneficiar de apoio adicional devido a notícias de que foi alcançado um acordo entre Democratas e Republicanos para evitar um encerramento dos serviços do governo dos EUA. Esta força do dólar está a criar ventos contrários para o ouro, tendo em conta a correlação inversa entre os preços dos dois ativos. A acrescentar pressão, os mercados acionistas registaram perdas nas últimas 24 horas, na sequência de preocupações com os resultados de algumas grandes empresas tecnológicas, levando os investidores a fechar posições em ativos como o ouro para satisfazer requisitos de margem noutros mercados. Ainda assim, num contexto de incerteza geopolítica e económica, e perante uma perspetiva de médio a longo prazo negativa para o dólar norte-americano, a atual correção é mais provável representar um ajuste do que uma mudança na tendência de fundo.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
EUA
Ouro Renova Máximos com Procura por Refúgio em Alta
Os preços do ouro subiram no início da negociação de quinta-feira, atingindo um máximo histórico pela nona sessão consecutiva. Os ganhos estão a ser impulsionados pelo aumento da procura por ativos de refúgio, bem como por expectativas cada vez mais dovish em relação à política monetária da Reserva Federal. A procura pelo metal tem sido em grande parte alimentada por tensões geopolíticas elevadas. A guerra na Ucrânia continua, enquanto na região do Golfo as tensões estão a aumentar, num contexto de maior presença militar dos EUA e de ameaças de um ataque em grande escala ao Irão. A procura por ativos de refúgio está ainda a ser reforçada pela incerteza económica gerada pelas tarifas e pelo seu impacto na atividade económica. Ao mesmo tempo, expectativas cada vez mais dovish relativamente à Reserva Federal, em conjunto com a tendência em curso de “sell America”, que tem vindo a ganhar força entre investidores globais que procuram reduzir a exposição a ativos norte-americanos, têm pressionado o dólar dos EUA, acrescentando mais vento às velas do ouro. Neste contexto, as perspetivas para os preços do ouro mantêm-se positivas, sendo possíveis novos ganhos.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Dólar recua para mínimos de vários anos
O dólar caiu de forma acentuada face às principais moedas, atingindo mínimos históricos frente ao franco suíço e níveis face ao euro não vistos desde 2021. Questionado sobre a fraqueza da moeda, Donald Trump desvalorizou o tema, sinalizando aos investidores que um dólar mais fraco poderá integrar a estratégia do executivo, por ser considerado favorável em termos comerciais para os EUA. Na Ásia, o foco esteve no iene, com o dólar a perder mais de 1,20% na sessão de terça-feira, num movimento iniciado na sexta-feira, após a reunião do Banco do Japão. Desde então, a moeda americana já acumula perdas superiores a 4%, reforçadas por rumores de “rate checks”, uma operação que normalmente antecede intervenções cambiais.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Preços do Ouro Voltam a Subir Após Forte Volatilidade
Os preços do ouro subiram no início da negociação de terça-feira, aproximando-se do nível dos 5.100 dólares e dos máximos históricos atingidos na sessão anterior. Depois da montanha-russa de segunda-feira, quando o metal precioso disparou para um nível recorde antes de devolver todos os ganhos e encerrar praticamente no mesmo ponto em que tinha começado, o ouro voltou a ganhar vantagem. As condições de base mantêm-se favoráveis, com tensões geopolíticas elevadas, incerteza económica e um dólar norte-americano mais fraco a funcionarem como fatores de suporte para o ouro. As negociações entre a Rússia e a Ucrânia parecem estar a estagnar, enquanto o risco de um ataque norte-americano em grande escala ao Irão continua em cima da mesa. Este contexto de turbulência geopolítica global está a reforçar o apelo do ouro enquanto ativo de refúgio. Ao mesmo tempo, a incerteza económica está a ser amplificada por renovadas ameaças tarifárias por parte dos EUA e pelo risco crescente de um encerramento parcial do governo norte-americano, depois de um grupo significativo de legisladores se ter comprometido a recusar apoio a medidas de financiamento associadas ao reforço em curso da aplicação das políticas de imigração. Entretanto, o dólar norte-americano mantém-se sob pressão, num contexto de expectativas mais dovish em relação à Reserva Federal, o que continua a dar suporte ao ouro, tendo em conta a relação inversa entre os dois ativos. Neste enquadramento, o caminho de menor resistência para os preços do ouro continua a apontar para cima, com os investidores atentos a eventuais sinais sobre a trajetória da política monetária da Fed que possam emergir da reunião do banco central agendada para quarta-feira e da conferência de imprensa de Jerome Powell.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Ouro renova máximos apesar de alívio geopolítico
Os preços do ouro atingiram um novo máximo histórico nas primeiras horas de negociação de sexta-feira, antes de recuarem para níveis ligeiramente acima dos 4.900 dólares. Apesar de algum alívio de curto prazo nas tensões geopolíticas, após o recuo do presidente dos EUA da iminência de uma guerra comercial com a Europa em torno da Gronelândia e de ter afastado a possibilidade de recorrer à força, o enquadramento geopolítico global continua turbulento e imprevisível. A guerra na Ucrânia, o risco de um ataque norte-americano de grande escala ao Irão e as fissuras cada vez mais visíveis na tradicional aliança ocidental continuam a reforçar o apelo do ouro como ativo de refúgio. Ao mesmo tempo, o dólar norte-americano mantém uma trajetória descendente face às restantes principais moedas, numa dinâmica que oferece apoio adicional ao metal precioso. As expectativas do mercado em relação à política monetária da Reserva Federal estão a tornar-se cada vez mais dovish, com a pressão política da Casa Branca a aparentar sobrepor-se aos dados económicos. Os números divulgados ontem mostraram que o crescimento do PIB no terceiro trimestre foi de 4,4%, acima das expectativas, enquanto a leitura mais recente da inflação subiu para 2,8%. Ainda assim, as expectativas de uma Fed mais dovish continuam a pesar sobre o dólar, dando novo impulso ao ouro e criando margem para novas subidas dos preços.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Ouro perto de máximos apesar do alívio geopolítico
Os preços do ouro recuaram nas primeiras horas de negociação de quinta-feira, mas mantiveram-se próximos dos máximos históricos alcançados na sessão anterior. Os investidores reagiram positivamente à presença de Donald Trump em Davos, onde afastou a utilização da força para obter controlo sobre a Gronelândia e retirou as ameaças de impor novas tarifas sobre a Europa. Esta mudança reavivou o apetite pelo risco, impulsionando os mercados acionistas e reduzindo a procura por ativos de refúgio, como o ouro. Ao mesmo tempo, a mudança de posição do presidente norte-americano também apoiou o dólar, à medida que a estratégia de “vender a América” perdeu força, criando um obstáculo adicional para o metal precioso. Ainda assim, as tensões entre os Estados Unidos e a Europa permanecem elevadas, com ambas as partes a aparentarem estar cada vez mais distantes. Esta rutura deverá continuar a gerar incerteza geopolítica, num contexto que se mantém altamente favorável ao ouro no médio e longo prazo. No curto prazo, os investidores continuarão atentos à evolução do cenário geopolítico e irão igualmente acompanhar a divulgação dos dados do PIB dos EUA relativos ao terceiro trimestre, bem como do índice PCE, a medida de inflação preferida da Reserva Federal. Estes indicadores poderão ajudar a moldar as expectativas em torno de eventuais cortes nas taxas de juro, influenciando o comportamento do dólar e, por extensão, os preços do ouro, tendo em conta a relação inversa entre os dois ativos.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Ouro Atinge Novo Máximo com Escalada das Tensões EUA–Europa
O preço do ouro subiu para um novo máximo histórico nas primeiras horas da negociação de quarta-feira, refletindo níveis elevados de procura por ativos de refúgio e o enfraquecimento do dólar norte-americano. Os investidores estão cada vez mais preocupados com a possibilidade de uma guerra comercial entre os Estados Unidos e a Europa, na sequência de uma postura mais agressiva de Washington relativamente ao controlo da Gronelândia e das tentativas europeias de fazer frente a essa posição. Esta dinâmica resultou, até agora, numa escalada de retórica hostil de ambos os lados, interpretada pelos traders como um sinal de que a situação poderá deteriorar-se. Tal tem alimentado uma maior procura por ouro, o ativo de refúgio por excelência, ao mesmo tempo que reaviva a chamada estratégia de “vender a América”, pressionando o dólar em baixa. As atenções centram-se agora em Davos, onde o Presidente dos Estados Unidos deverá esta tarde proferir um discurso e reunir-se com líderes europeus. Estes encontros poderão marcar o início de uma solução ou conduzir a um agravamento das relações, dependendo da forma como os acontecimentos se desenrolarem. Para já, o caminho de menor resistência para o ouro continua a apontar para cima, sustentado pela persistente turbulência geopolítica, pelos receios de uma guerra comercial transatlântica e por um dólar mais fraco. Estes fatores continuam a reforçar o apelo do metal precioso como ativo de refúgio, com a correlação inversa entre o ouro e o dólar a fornecer apoio adicional.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Tensões Geopolíticas Impulsionam Ouro para Máximos Históricos
Os preços do ouro subiram no início da negociação de terça-feira, prolongando os ganhos da sessão anterior e atingindo um novo máximo histórico acima dos 4.700 dólares. As tensões entre os EUA e a Europa estão a intensificar-se na sequência das exigências de Washington relativamente à Gronelândia e da reação firme da Europa, que desencadeou o anúncio de novas tarifas norte-americanas sobre importações provenientes de oito países europeus e levantou a perspetiva de medidas de retaliação por parte de Bruxelas. Neste contexto, o apetite pelo risco deteriorou-se, penalizando os mercados acionistas globais, incluindo nos EUA, com os futuros do Nasdaq e do S&P 500 a registarem quedas. Em contrapartida, os ativos de refúgio estão a beneficiar de uma forte procura, sustentando os preços do ouro em níveis recorde. Ao mesmo tempo, o dólar norte-americano está a enfraquecer, com o índice que mede o seu desempenho face às principais moedas a cair mais de meio ponto percentual. Este enquadramento é favorável ao ouro, tendo em conta a relação inversa entre os dois ativos. Com a incerteza a dominar o sentimento dos investidores e o dólar sob pressão, poderá haver margem para novas subidas no preço do ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Escalada na Gronelândia Pesa nos Índices
O S&P 500 está a negociar em baixa esta manhã, com uma queda superior a 1%, após os desenvolvimentos do fim de semana em torno da Gronelândia, que voltaram a colocar a política comercial e a geopolítica no centro da atenção dos investidores. Donald Trump reiterou as suas ambições em relação à região autónoma da Dinamarca, anunciando que pretende impor tarifas de 10% a vários aliados europeus caso não apoiem o seu plano para adquirir o território. A União Europeia reagiu com fortes críticas à pressão diplomática dos EUA e está a avaliar possíveis retaliações, aumentando o risco de uma nova escalada comercial. Este é o segundo grande evento de risco de janeiro, após a escalada de tensões no Irão, e a reação dos investidores a este desenvolvimento será reveladora do caminho que os ativos de risco pretendem tomar no primeiro trimestre.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Ouro sobe com inflação abaixo do esperado, incerteza geopolítica
Os preços do ouro atingiram um novo máximo histórico nas primeiras negociações de quarta-feira, aproximando-se do nível dos 4.650 dólares. Desde o início do ano, o metal precioso acumula ganhos superiores a 7%, sustentados por expectativas dovish em relação à política monetária da Reserva Federal e pelo aumento das tensões geopolíticas. As preocupações com uma eventual interferência política que possa comprometer a independência da Fed têm também contribuído para a tendência de subida. Os ganhos mais recentes surgem na sequência da divulgação, na terça-feira, dos dados de inflação dos EUA, que ficaram abaixo das expectativas e reforçaram as perspetivas de cortes das taxas de juro, com um número crescente de negociadores a esperar três cortes em 2026. Este cenário cria pressão sobre o dólar norte-americano, apoiando o ouro devido à correlação inversa entre os dois ativos. Entretanto, os riscos geopolíticos mantêm-se elevados, com o mais recente agravamento da situação no Irão a gerar novas preocupações e a reforçar ainda mais o apelo do metal precioso enquanto ativo de refúgio. Esta procura é igualmente sustentada pelos riscos para a independência da Reserva Federal, à medida que a pressão política por parte da Casa Branca continua a intensificar-se. Neste contexto, a perspetiva para os preços do ouro mantém-se inclinada para novas subidas.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Pressões sobre a Fed Reforçam o Apelo do Ouro
Os preços do ouro mantêm-se próximos dos máximos históricos alcançados na sessão anterior, sustentados por uma combinação de fatores. Entre estes destacam-se as preocupações de que a independência da Reserva Federal possa vir a ser comprometida, na sequência do que é amplamente interpretado como uma pressão de cariz político sobre o seu presidente, no contexto de ameaças pouco claras de uma acusação criminal relacionada com alegadas irregularidades. Estes desenvolvimentos podem acabar por minar a confiança dos investidores nos ativos norte-americanos. Um apoio adicional ao metal precioso resulta das expectativas cada vez mais dovish em relação ao percurso das taxas de juro da Reserva Federal, impulsionadas por sinais de abrandamento da economia, pela pressão política para a redução das taxas e pela perspetiva de ser nomeado, em maio, um Chairman mais alinhado com a Casa Branca. Por fim, com as tensões geopolíticas a permanecerem elevadas e o mais recente agravamento da situação envolvendo o Irão a gerar novas preocupações, o apelo do ouro enquanto ativo de refúgio continua a reforçar-se. Neste enquadramento, subsiste margem para novos ganhos nos preços do ouro, embora no curto prazo esses ganhos possam ser condicionados pela prudência dos investidores antes da divulgação de dados económicos relevantes dos EUA, incluindo a inflação e as vendas a retalho, bem como por recentes declarações de teor mais restritivo por parte de responsáveis de topo da Reserva Federal.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Ouro sobe com dúvidas sobre a independência da Fed
Os preços do ouro estão atualmente a negociar ligeiramente abaixo do nível dos 4.600 dólares, depois de terem atingido um máximo histórico no início da sessão. Os recentes ganhos do metal precioso refletem um aumento da procura por ativos de refúgio, impulsionado por tensões geopolíticas elevadas, com focos de instabilidade na Venezuela, na Ucrânia e no Irão, agravadas por uma retórica agressiva por parte dos Estados Unidos relativamente à Gronelândia. Em conjunto, estes fatores aumentaram a incerteza e reforçaram a procura por ouro, amplamente considerado o ativo de refúgio por excelência. No entanto, os ganhos registados hoje refletem mais do que apenas o risco geopolítico. Surgem na sequência de declarações do presidente da Reserva Federal, Jerome Powell, que confirmou que o Departamento de Justiça dos EUA o ameaçou com uma acusação criminal relacionada com a renovação da sede do banco central. Muitos investidores encaram este desenvolvimento como um sério desafio à independência da Reserva Federal e uma nova escalada dos esforços da administração norte-americana para pressionar no sentido de taxas de juro mais baixas. Qualquer perceção de erosão da independência do banco central poderá reduzir a atratividade dos ativos norte-americanos para os investidores globais, criando um ambiente de maior incerteza e potencialmente acelerando os fluxos para ativos de refúgio, como o ouro. Neste contexto, existe margem para novos ganhos nos preços do ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Ouro em compasso de espera antes do Non-Farm Payrolls
Os preços do ouro recuaram ligeiramente nas primeiras negociações de sexta-feira, com muitos investidores a manterem-se à margem antes da divulgação, esta tarde, dos dados do mercado de trabalho dos EUA relativos a dezembro, incluindo o relatório de emprego mais acompanhado, o Non-Farm Payrolls. O metal precioso tem estado sob pressão devido a uma modesta recuperação do dólar norte-americano nas últimas duas semanas, o que tende a penalizar o ouro em virtude da correlação inversa entre os dois ativos. Ainda assim, o suporte para os preços do ouro mantém-se sólido em torno do nível dos 4.450 dólares, sustentado pela persistente incerteza geopolítica, que continua a alimentar a procura por ativos de refúgio, bem como pelas expectativas dovish em relação à Reserva Federal, que atualmente apontam para pelo menos dois cortes das taxas de juro em 2026. Neste contexto, todas as atenções estarão hoje centradas nos dados do mercado de trabalho dos EUA, que poderão reforçar ou alterar as expectativas dovish em torno da Fed. Com muitos investidores à espera destes números antes de assumirem novas posições de dimensão relevante, a sua divulgação poderá desencadear movimentos significativos nos preços do ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Crise na Venezuela Impulsiona Preços do Ouro
Os preços do ouro subiram ligeiramente nas primeiras negociações de terça-feira, depois de terem registado ganhos superiores a 2% na sessão anterior. O metal precioso continua a ser apoiado por expectativas cada vez mais dovish em relação à Reserva Federal, após a divulgação de dados fracos dos PMIs da indústria transformadora dos EUA, que reforçaram as preocupações de que a maior economia do mundo possa estar a abrandar e alimentaram as expectativas de cortes nas taxas de juro. A procura por ativos de refúgio também aumentou na sequência dos acontecimentos do fim de semana na Venezuela e das declarações subsequentes do Presidente Trump, que pareceram indicar a possibilidade de ações militares semelhantes noutros países. Neste contexto, não é surpreendente ver os preços do ouro a subir, com margem para novos ganhos. Ainda assim, é provável que os traders se mantenham cautelosos antes de assumirem posições longas de maior dimensão, aguardando a divulgação dos dados do mercado de trabalho dos EUA na sexta-feira, que se perfilam como um evento-chave para a formação de expectativas em torno da trajetória da política monetária da Fed.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
WTI recua ligeiramente após intervenção na Venezuela
Os preços do petróleo WTI caíram mais de 1,5% no início da negociação de segunda-feira e encontram-se atualmente em torno dos 56,40 dólares por barril. A reação inicial dos mercados financeiros à intervenção dos EUA na Venezuela foi de otimismo cauteloso, refletindo a expectativa de que a remoção do presidente venezuelano possa conduzir a um realinhamento político do país em direção à esfera de influência norte-americana. No curto prazo, sobretudo no que diz respeito às exportações de petróleo, o cenário parece ser, em grande medida, de continuidade do status quo. A Venezuela detém cerca de 17% das reservas de petróleo do mundo, mas nos últimos anos a sua capacidade de extração e refinação de crude deteriorou-se significativamente. A produção atual é estimada em menos de um milhão de barris por dia, com aproximadamente metade a ser exportada — o que representa menos de 1% da oferta global. Neste contexto, e tendo em conta que, ainda antes do fim de semana, os analistas já antecipavam um excesso de oferta nos mercados globais de petróleo em 2026, a atual queda de preços não é surpreendente, com a perspetiva de médio prazo de uma maior entrada de petróleo venezuelano no mercado global a acentuar esta dinâmica.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Ouro Consolida Acima dos $4.200 Antes da Reunião do FOMC
Os preços do ouro subiram ligeiramente nas primeiras negociações de terça-feira e estão atualmente a manter-se acima dos 4.200 dólares. O metal precioso tem permanecido dentro de uma faixa estreita ao longo da última semana, à medida que os compradores de ouro aguardam a conclusão da reunião do FOMC de amanhã e a decisão sobre as taxas de juro antes de efetuarem novas operações. Um corte de 25 pontos base é considerado praticamente certo e já está refletido nos mercados financeiros. No entanto, o verdadeiro foco dos traders será a declaração de política monetária e os comentários do presidente da Reserva Federal após a reunião, que poderão fornecer pistas sobre o futuro rumo da política monetária do banco central. Um cenário dovish, no qual Powell confirme, na prática, novos cortes nas taxas em 2026, deverá enfraquecer o dólar norte-americano e apoiar os preços do ouro, devido à correlação inversa entre ambos os ativos, com o nível dos 4.300 dólares a surgir como potencial alvo de curto prazo. Por outro lado, e é precisamente por isso que os traders têm aguardado pacientemente por esta reunião, uma posição mais hawkish seria mais surpreendente e poderia ter um impacto de mercado mais forte. Nesse cenário, os ganhos do dólar poderão ser significativos e o preço do metal precioso poderá cair e testar o suporte dos 4.100 dólares.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Ouro acima de $4.200 à espera da decisão da Fed
Os preços do ouro subiram ligeiramente nas negociações de segunda-feira de manhã, recuperando terreno acima do nível dos 4.200 dólares, mas o metal precioso permanece dentro de um intervalo estreita onde tem estado ao longo das últimas sessões. Apesar das condições favoráveis, incluindo o aumento das expectativas de uma Reserva Federal mais dovish e a persistência da instabilidade geopolítica, os investidores que habitualmente apostam no ouro aguardam pacientemente pela reunião da Fed desta semana e pela decisão sobre as taxas antes de retomarem as compras. Com um corte de 25 pontos base amplamente esperado e já incorporado nos preços, o foco na quarta-feira irá centrar-se na conferência de imprensa após a decisão e nos comentários do presidente da Fed, Jerome Powell. Estes deverão moldar o sentimento dos investidores relativamente ao futuro percurso das taxas de juro do banco central, influenciando o desempenho do dólar americano e, devido à correlação inversa entre ambos os ativos, também o do ouro. Caso o presidente da Reserva Federal sinalize novas reduções dos custos de financiamento em 2026, haverá margem para uma maior fraqueza do dólar, sendo provável que os preços do ouro evoluam na direção oposta.
Ricardo Evangelista - ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Mercados em compasso de espera antes do PCE
Os mercados começam o dia em compasso de espera. O dado mais importante da semana, o Core PCE dos EUA, a métrica preferida da Fed para medir pressões inflacionárias, será publicado hoje ao início da tarde. O sentimento mantém-se construtivo. Os índices americanos continuam perto dos máximos históricos, apoiados pela convicção de que a Fed vai cortar a taxa de referência na reunião da próxima semana. O consenso aponta para uma leitura mensal moderada no PCE. Se o número vier em linha, os mercados deverão terminar a semana com uma nota positiva. Uma leitura mais baixa reforça a ideia de que a desinflação está de volta, o que reduz a pressão sobre as yields e favorece os ativos de risco. Por outro lado, um número acima do esperado reacende dúvidas sobre o ritmo de cortes, empurra yields para cima e pode levar a alguma realização de mais-valias nos setores mais sensíveis às taxas, como o tecnológico. Neste momento, os investidores querem apenas que a desinflação continue a fazer o seu caminho, para que não restem dúvidas sobre o corte de juros na próxima semana.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Ouro ronda os $4,200 antes dos dados PCE
Os preços do ouro recuaram ligeiramente nas primeiras negociações de quinta-feira, mas permanecem próximos do nível dos $4.200. Uma combinação de fatores de suporte — incluindo a fraqueza do dólar após a divulgação de dados dececionantes sobre o emprego nos EUA, comentários dovish de vários responsáveis da Fed e tensões geopolíticas persistentes — tem ajudado a sustentar o metal precioso. No entanto, muitos investidores continuam cautelosos antes da divulgação, amanhã, do índice PCE, a principal medida de inflação seguida pela Fed. Em simultâneo, um aumento do apetite pelo risco nos mercados acionistas está a limitar o potencial de valorização do ouro. Neste contexto, os traders estarão atentos à divulgação, ainda hoje, dos pedidos iniciais de subsídio de desemprego nos EUA, bem como aos dados do PCE de amanhã. Se estes indicadores confirmarem as expectativas de abrandamento do mercado laboral e estabilização da inflação, as apostas em cortes das taxas de juro por parte da Fed poderão aumentar, pressionando o dólar e criando margem para novas subidas nos preços do ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Ouro desliza antes dos dados da inflação
Os preços do ouro recuaram ligeiramente nas primeiras negociações de quarta-feira e estão atualmente a manter-se ligeiramente acima dos 4.200 dólares. O metal precioso encontra-se numa trajetória descendente esta semana, tendo registado quedas em todas as sessões até agora. Isto acontece numa altura em que os investidores otimistas em relação ao ouro permanecem cautelosos antes da divulgação de importantes dados económicos, incluindo o relatório do índice PCE desta sexta-feira. Sendo a medida de inflação preferida da Reserva Federal, a leitura do PCE deverá influenciar as expectativas quanto ao rumo das taxas de juro da Fed, o que, por sua vez, afetará o dólar norte-americano e, em última análise, os preços do ouro, devido à correlação inversa entre os dois ativos. Entretanto, as esperanças de uma resolução a curto prazo para a guerra na Ucrânia dissiparam-se, e as tensões voltam a aumentar, particularmente após as recentes ameaças do Presidente russo de um conflito com a Europa. Neste contexto, marcado por uma perspetiva negativa para o dólar e por uma instabilidade geopolítica crescente que reforça o apelo do ouro como ativo de refúgio, poderá haver margem para uma recuperação dos preços do metal precioso, sobretudo se os próximos dados económicos confirmarem um arrefecimento da economia americana e uma estabilização da inflação. Um cenário desta natureza tenderia a resultar numa maior fraqueza do dólar e em novos ganhos para o ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Ouro pressionado pelo apetite pelo risco
Os preços do ouro caíram nas primeiras negociações de terça-feira e estão atualmente a negociar ligeiramente acima dos 4.200 dólares. Verificou-se um ressurgimento do apetite pelo risco nos mercados financeiros, refletido nos ganhos observados nos futuros dos índices acionistas. Esta dinâmica é negativa para o metal precioso, que tende a apresentar melhor desempenho em períodos de aversão ao risco. A acrescentar pressão estão também as perspetivas crescentes de uma solução para a guerra na Ucrânia, que têm reduzido os fluxos de refúgio para o ouro. No entanto, o potencial de queda permanece limitado devido às expectativas cada vez mais dovish em relação à Reserva Federal. Responsáveis séniores do FOMC têm feito declarações públicas que deixam a porta aberta para cortes de juros em dezembro e além, contribuindo para a fraqueza do dólar norte-americano e apoiando os preços do ouro devido à correlação inversa entre os dois ativos. Neste contexto, os traders estarão atentos à divulgação dos importantes dados do PCE no final da semana. Sendo o indicador de inflação preferido pela Fed, poderá ajudar a consolidar as expectativas de cortes de juros e definir a perspetiva para o preço do ouro no curto e médio prazo.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Ouro Sobe para Máximo de Seis Semanas com Dólar em Queda
Os preços do ouro subiram nas primeiras negociações de segunda-feira, atingindo um máximo de seis semanas. O metal precioso encontra suporte numa altura em que o apetite pelo risco diminui nos mercados financeiros e o dólar norte-americano enfraquece. Os futuros dos principais índices bolsistas, incluindo o tecnológico Nasdaq, estão a negociar em baixa no início da sessão, sinalizando uma redução do apetite pelo risco nos mercados asiáticos após a divulgação de dados fracos do PMI chinês — um desenvolvimento que beneficiou o ouro, tradicional ativo de refúgio. Ao mesmo tempo, o dólar norte-americano caiu para o nível mais baixo das últimas duas semanas, à medida que os investidores aumentam as apostas em taxas de juro mais baixas na maior economia do mundo. Altos responsáveis da Reserva Federal fizeram recentemente comentários dovish em intervenções públicas, reforçando a perceção de que a inclinação interna do banco central aponta para novos cortes de juros em dezembro e além. Esta dinâmica tem pressionado o dólar e apoiado o ouro, devido à correlação inversa entre os dois ativos. Neste contexto, o caminho de menor resistência para os preços do ouro continua a ser em alta, com novas valorizações possíveis.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Dólar recupera após surpresa positiva nos dados laborais
O dólar norte-americano subiu face às principais moedas nas negociações de sexta-feira de manhã, prolongando o movimento positivo observado na sessão anterior. Depois de três dias consecutivos no vermelho no início da semana, o Índice do Dólar, que mede o desempenho da moeda norte-americana em relação a um cabaz de outras divisas de referência, começou a recuperar na quinta-feira e encontra-se atualmente ligeiramente abaixo da marca dos 100 pontos. Este movimento de recuperação foi impulsionado sobretudo pela divulgação dos pedidos de subsídio de desemprego nos EUA, que ficaram abaixo das previsões. No entanto, apesar desta melhoria, o caminho de menor resistência para o dólar continua a apontar para uma tendência descendente. Os investidores têm vindo a aumentar as apostas num corte das taxas de juro pela Reserva Federal em dezembro, ao mesmo tempo que começam a prever pelo menos mais três reduções no custo do crédito ao longo de 2026. Com a perceção de uma desaceleração económica a ganhar força nos mercados, e com a administração norte-americana a abertamente exercer pressão política sobre o banco central para baixar ainda mais as taxas, a perspetiva para o dólar norte-americano no médio e longo prazo permanece negativa.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.






















