USIM5: Consolidação e Indefinição no Curto PrazoUSIM5: Consolidação e Indefinição no Curto Prazo
USIM5 (Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais) encontra-se em um momento de consolidação, sem uma direção clara definida. Após atingir o topo em R$ 6,15, o ativo iniciou um movimento de realização de lucros, caracterizado por uma lateralização comedida.
Análise Técnica:
Perda do Canal de Alta:
A perda do canal de alta pela lateral indica uma mudança no comportamento do ativo, sinalizando uma possível perda de força compradora.
IFR (Índice de Força Relativa):
O IFR, um indicador de sobrecompra/sobrevenda, mostra um alívio após a perda do canal de alta, o que pode indicar um período de ajuste no mercado.
MM 200 (Média Móvel de 200 períodos):
O ativo continua abaixo da MM 200, o que geralmente indica uma tendência de baixa no longo prazo.
Indefinição Gráfica:
Graficamente, USIM5 não apresenta um direcional claro no momento, o que torna difícil prever movimentos futuros com alta precisão.
Considerações Adicionais:
É importante notar que a análise técnica é apenas uma ferramenta de auxílio na tomada de decisões de investimento.
Fatores externos, como o cenário econômico global e o desempenho do setor siderúrgico, podem influenciar significativamente o preço de USIM5.
Para uma análise mais completa, é importante observar outros indicadores como o volume de negociação, e notícias sobre a empresa.
Perspectivas Futuras:
A indefinição atual pode ser temporária, e o ativo pode encontrar um novo direcional nos próximos dias.
É crucial acompanhar de perto os próximos movimentos de USIM5 e estar atento a possíveis sinais de reversão ou continuação da tendência atual.
Recomendações:
Devido à indefinição do ativo, recomenda-se cautela ao tomar decisões de investimento em USIM5.
Aguardar por sinais mais claros de um novo direcional antes de tomar qualquer ação.
Informações Importantes:
Commodities
PRIO3: Olho no Rompimento de 40.63PRIO3 40.14 -1.28%
Ativo abaixo da MM 200, setup altista armado recentemente.
Temos uma figura altista sem forma definida, e a realização de sexta-feira ainda não mudou nada.
O rompimento da região de 40.63 projeta a 43.06.
Contribuições Técnicas:
MM 200 (Média Móvel de 200 períodos): A MM 200 é uma média móvel de longo prazo, utilizada para identificar tendências de longo prazo. Quando o preço do ativo está abaixo da MM 200, indica uma tendência de baixa de longo prazo.
Setup Altista: Uma configuração gráfica ou técnica que indica a possibilidade de alta no preço do ativo.
Figura Altista: Um padrão gráfico que indica a possibilidade de alta no preço do ativo. Exemplos de figuras altistas incluem o padrão de ombro-cabeça-ombro invertido, o padrão de fundo duplo e o padrão de triângulo ascendente.
Rompimento: Quando o preço do ativo ultrapassa um nível de resistência ou suporte significativo.
Observações:
A análise técnica apresentada no texto é apenas uma das muitas ferramentas que podem ser utilizadas para tomar decisões de investimento. É importante realizar uma análise completa do ativo antes de tomar qualquer decisão.
Ouro Rompe Recorde e Mira US$ 3.100O ouro (XAU/USD) engatou um rali impressionante nos últimos pregões, rompendo acima de US$ 3.086 pela primeira vez na história e aproximando-se da importante resistência psicológica de US$ 3.100. Esse movimento ocorre em meio a um cenário de aversão ao risco nos mercados globais, no qual o metal precioso volta a brilhar como ativo de proteção. A seguir, analisamos os fatores econômicos por trás dessa valorização recorde e os cenários que traders experientes estão observando nas próximas semanas.
A recente disparada do ouro tem sido alimentada por uma clara migração de capital de ativos de risco para ativos de refúgio. Com bolsas de valores em queda e o mercado de criptomoedas perdendo fôlego, investidores estão “jogando a toalha” nesses mercados e realocando recursos para o ouro, em busca de segurança. Esse fluxo de compra direcionado fez a cotação do ouro saltar para cerca de US$ 3.086 por onça – um novo recorde histórico – enquanto ações e criptoativos sofrem liquidações.
Em outras palavras, o ouro reafirmou seu papel tradicional de porto seguro, atraindo desde traders até bancos centrais asiáticos que vêm aumentando suas reservas do metal. Naturalmente, com o preço em máximas, o próximo alvo imediato dos participantes do mercado tornou-se a região dos US$ 3.100, patamar redondo que tende a atuar como resistência de curtíssimo prazo.
Nos Estados Unidos, a inflação voltou aos holofotes ao sair dados acima do esperado. O núcleo do índice de Preços de Gastos com Consumo (PCE) – a medida de inflação preferida do Fed – subiu 0,4% em fevereiro (mensal), superando a previsão de 0,3%. Normalmente, um dado de inflação mais alto poderia fortalecer o dólar e pressionar ativos cotados em dólar, porém desta vez o efeito foi o oposto: dado o contexto de incertezas, o mercado praticamente ignorou o PCE forte e manteve o foco no ouro como proteção.
Isso ocorre porque os investidores enxergam a inflação ascendente como mais um motivo para proteger portfólios, especialmente em conjunto com as preocupações trazidas pela política comercial americana.
Paralelamente, as novas tarifas comerciais anunciadas pelos EUA adicionaram combustível aos temores de inflação e crescimento. Nos últimos dias, o governo norte-americano confirmou planos de impor tarifas de 25% sobre importações de automóveis e peças, reacendendo o fantasma de uma guerra comercial em larga escala. Essa perspectiva de tarifas elevando custos e preços reacendeu temores de estagflação – combinação de inflação em alta com economia estagnada – nas principais economias.
Como consequência, o apetite por ativos de segurança aumentou ainda mais: investidores se apressaram para comprar ouro diante do possível impacto inflacionário e recessivo das tarifas. Esse comportamento de aversão ao risco colocou o dólar e os yields dos títulos americanos em queda, enquanto impulsionou o ouro para novas máximas.
Enquanto nos EUA a preocupação é com inflação e juros, na Zona do Euro o panorama inflacionário mais brando adiciona uma dinâmica diferente. Dados divulgados recentemente mostraram que a inflação na França e na Espanha ficou abaixo das expectativas do mercado, sinalizando arrefecimento de preços. Na França, o IPC anual registrou apenas +0,9%, contrariando projeções que apontavam alta maior. Já na Espanha, a inflação desacelerou para +2,2% anual, queda bem mais acentuada que o previsto e aproximando o país da meta de 2% do BCE.
Essa surpresa baixista na inflação europeia reforçou as expectativas de que o Banco Central Europeu (BCE) adote uma postura mais acomodatícia. Observadores já falam na possibilidade de novos cortes de juros pelo BCE para estimular a economia frente à fraqueza dos preços.
Para o ouro, um cenário de política monetária mais frouxa na Europa tende a ter efeitos mistos. Por um lado, juros mais baixos (ou cortes de juros) globalmente reduzem o custo de oportunidade de se manter ouro em carteira, favorecendo o metal. Por outro lado, a menor inflação na Europa indica menos pressões inflacionárias externas no cenário global, o que pode aliviar um dos motores da recente alta do ouro.
A grande questão agora é quão sustentável é essa alta do ouro e quais cenários podem se desenrolar adiante. Muitos analistas permanecem otimistas e até já revisaram para cima suas projeções de preço, diante da contínua demanda por proteção e do suporte de fatores como compras de bancos centrais. Esse sentimento comprador generalizado sugere que o rali pode perdurar caso os drivers atuais permaneçam – isto é, se a inflação continuar alta, as tensões comerciais se aprofundarem e o ambiente de incerteza geopolítica não arrefecer.
Entretanto, há sinais de cautela no ar quanto à durabilidade dessa disparada. Algumas métricas indicam que o metal pode ter avançado além de seus fundamentos de curto prazo – uma análise de fair value recente sugere que o ouro estaria cerca de 13% acima do seu valor justo estimado, o que implica que grande parte das incertezas (como as tarifas comerciais) já estaria precificada.
Isso significa que, na ausência de novos catalisadores de risco, o potencial de alta adicional do ouro pode ficar limitado. Um fator de risco para quem está comprado é a possibilidade de notícias positivas inesperadas no front macro: por exemplo, um acordo geopolítico importante (como um tratado de paz em um conflito internacional) poderia diminuir rapidamente a demanda por ativos de proteção e levar a uma correção significativa do ouro.
Também devemos lembrar que, historicamente, períodos de inflação elevada acabam motivando respostas dos bancos centrais – se o Federal Reserve sinalizar altas de juros acima do previsto para conter a inflação, o custo de oportunidade de se manter ouro sobe, o que pode esfriar o rali.
Disclaimer: Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. Não constitui recomendação de investimento, compra ou venda de qualquer ativo.
O Aperto do Cobre: Mais Forte Que o do Petróleo?A economia dos EUA está prestes a passar por uma revolução do metal vermelho? A demanda crescente por cobre, impulsionada pela transição global para a energia limpa, a proliferação de veículos elétricos e a modernização da infraestrutura crítica, sugere uma mudança no cenário econômico em que a importância do cobre pode em breve eclipsar a do petróleo. Este metal vital, essencial para tudo, desde sistemas de energia renovável até eletrônicos avançados, está se tornando cada vez mais central para a prosperidade econômica dos EUA. Suas propriedades únicas e aplicações crescentes em setores de alto crescimento o posicionam como uma peça-chave para o desenvolvimento futuro, podendo torná-lo mais crucial do que as fontes de energia tradicionais nos próximos anos. Esse sentimento é refletido pela recente atividade do mercado, com os preços do cobre atingindo um novo recorde de US$ 5,3740 por libra na COMEX. Esse aumento ampliou a diferença de preços entre Nova York e Londres para aproximadamente US$ 1.700 por tonelada, sinalizando uma forte demanda nos EUA.
No entanto, essa importância crescente enfrenta uma ameaça iminente: a possível imposição de tarifas dos EUA sobre as importações de cobre. Justificadas por preocupações com a segurança nacional, essas tarifas poderiam desencadear repercussões econômicas significativas. Ao aumentar o custo do cobre importado, um componente vital para diversas indústrias domésticas, as tarifas correm o risco de inflacionar os custos de produção, elevar os preços ao consumidor e tensionar as relações comerciais internacionais. A antecipação dessas tarifas já causou volatilidade no mercado, com grandes traders em um evento de commodities do Financial Times na Suíça prevendo que o cobre poderia chegar a US$ 12.000 por tonelada este ano. Kostas Bintas, da Mercuria, destacou a atual "escassez" no mercado de cobre devido às substanciais importações para os EUA em antecipação às tarifas, que alguns analistas esperam que entrem em vigor mais cedo do que o previsto.
No fim das contas, a trajetória futura da economia dos EUA dependerá fortemente da disponibilidade e do custo do cobre. As tendências atuais do mercado revelam preços em alta, impulsionados pela forte demanda global e pela oferta limitada, uma situação que pode ser ainda mais agravada por barreiras comerciais. Os traders também preveem um aumento na demanda industrial à medida que grandes economias, como os EUA e a UE, modernizam suas redes elétricas, reforçando ainda mais a perspectiva otimista. Aline Carnizelo, da Frontier Commodities, está entre os especialistas que preveem um preço-alvo de US$ 12.000. No entanto, Graeme Train, da Trafigura, alertou que a economia global ainda está "um pouco frágil", destacando riscos potenciais para a demanda sustentada. À medida que o mundo continua sua marcha em direção à eletrificação e ao avanço tecnológico, o papel do cobre só se intensificará. Se os EUA navegarão por essa nova era com políticas que garantam um fornecimento suave e econômico desse metal essencial, ou se medidas protecionistas acabarão por dificultar o progresso, permanece uma questão crítica para o futuro econômico da nação.
Correção à vista? O que vem depois dos recordes do ouroO ouro acaba de atingir um marco histórico, rompendo a barreira psicológica dos US$ 3.000 por onça e alcançando o topo de US$ 3.057,21 em 20 de março de 2025. Mas no rastro dessa escalada, uma pergunta se impõe: estamos prestes a ver uma correção nos preços?
Diversos analistas alertam para essa possibilidade. Grandes instituições do mercado estimam que, nos próximos meses, o ouro possa recuar entre 15% e 25%, especialmente se dois fatores se confirmarem: a redução das tensões geopolíticas e a retomada da alta dos juros reais. Em outras palavras, se o “medo” do mercado arrefecer e o custo de oportunidade de manter ouro voltar a subir, a demanda pode diminuir e os preços, ceder.
Ainda assim, há quem veja esse movimento como apenas uma pausa. Projeções otimistas, como a do Citi Research, apontam para um novo alvo de curto prazo em US$ 3.200 por onça. A explicação? A demanda continua firme, os riscos de estagflação permanecem no radar e as incertezas macroeconômicas seguem sem solução à vista.
Por que o ouro disparou?
A recente disparada do ouro não veio do nada. Ela é o reflexo de uma tempestade perfeita envolvendo economia, política, sentimento do mercado e até questões ambientais. A seguir, os principais pilares dessa alta impressionante.
Um dos maiores impulsionadores do rali do ouro foi a postura do Federal Reserve. Com o crescimento da economia dos EUA perdendo fôlego e a inflação ainda pressionando, o Fed optou por manter os juros estáveis — e sinalizou que cortes podem vir ainda este ano. Esse movimento torna o ouro mais atrativo, já que ele não rende juros, mas também não perde tanto valor com juros baixos.
Além disso, bancos centrais do mundo inteiro — principalmente de países emergentes — estão comprando ouro como forma de diversificar suas reservas e reduzir a exposição ao dólar. Foram mais de 1.180 toneladas adquiridas em um único ano, segundo os dados mais recentes. Um reforço de peso na demanda institucional.
Medo, conflitos e busca por segurança
Quando o mundo parece instável, o ouro brilha. Com as tensões geopolíticas — tarifas comerciais, políticas protecionistas, disputas entre grandes potências — o sentimento de incerteza domina os mercados. E nesse cenário, o ouro volta a ser o “porto seguro” preferido por muitos investidores.
Mesmo com alguns sinais de moderação, a inflação ainda ultrapassa as metas de diversos bancos centrais, como o BCE e o próprio Fed. Isso corrói o poder de compra das moedas e aumenta a atratividade do ouro como reserva de valor — especialmente entre aqueles que querem proteger seu patrimônio a longo prazo.
Outro motor importante do rali é o avanço dos ETFs lastreados em ouro. Fundos como o GDX (VanEck Gold Miners) e o RING (iShares MSCI Global Gold Miners) acumulam valorizações de mais de 30%, refletindo o interesse crescente — tanto de investidores individuais quanto institucionais — no metal.
Apesar da valorização global, mercados locais como Índia e China demonstram certa resistência. Em ambos os países, os preços domésticos do ouro estão tão elevados que comerciantes começaram a oferecer descontos para atrair consumidores. Na Índia, os cortes chegam a US$ 41 por onça; na China, entre US$ 2 e US$ 16. Isso indica que a demanda por ouro físico está começando a sentir o peso do preço.
Disclaimer:
Este conteúdo tem fins exclusivamente informativos e educacionais. Não constitui recomendação de compra ou venda de qualquer ativo. O mercado financeiro envolve riscos, e decisões de investimento devem ser tomadas com base na análise individual de perfil e objetivos.
XAU/USD: Ouro mantém tendência de alta e testa novo recordeO ouro (XAU/USD) segue em forte valorização, atingindo um novo topo histórico de US$ 3.031,70 e testando regiões estratégicas projetadas pela extensão de Fibonacci. No momento, o metal precioso se mantém acima da zona de US$ 3.029, mostrando força compradora.
🔍 Análise Técnica
Extensão de Fibonacci:
O preço rompeu a resistência do nível 1 (100%) de Fibonacci, localizado em US$ 3.031,70.
O próximo alvo se encontra em US$ 3.048,33 (161,8%), enquanto um recuo pode buscar suporte na região de US$ 3.021,46 (61,8%).
Ondas de Elliott:
O atual movimento sugere uma onda impulsiva (Onda 3 de Elliott), que pode buscar níveis mais altos antes de uma possível correção.
Um recuo corretivo poderia testar US$ 3.021 (Fib 61,8%), antes de uma retomada da alta.
📰 Contexto Fundamental
Conflitos geopolíticos: O colapso do cessar-fogo entre Israel e Hamas elevou a busca por ativos de segurança, beneficiando o ouro.
Política monetária dos EUA: Expectativas de cortes nos juros em junho aumentam a atratividade do metal.
Fluxo de capital: Os dados fracos dos EUA reforçam a busca por refúgio, sustentando o rally do XAU/USD.
📢 Disclaimer:
Esta análise é apenas para fins educacionais e não constitui recomendação de investimento. O mercado financeiro envolve riscos, e decisões devem ser tomadas com base em sua própria avaliação e perfil de risco.
Preços do petróleo disparam com guerra no Oriente Médio?Os preços do petróleo estão prestes a disparar drasticamente se Israel e os EUA lançarem um ataque militar contra o Irã. As previsões apontam para uma faixa entre US$ 85 e US$ 95 por barril, com uma estimativa intermediária de aproximadamente US$ 90 por barril. Essa projeção, baseada nas dinâmicas de mercado em 17 de março de 2025, reflete o potencial de perturbações significativas no fornecimento, dado o papel crítico do Irã como produtor de petróleo, contribuindo com cerca de 2,5 milhões de barris por dia.
O Estreito de Ormuz, um ponto crucial que manipula 20% do fluxo global de petróleo, pode se tornar um ponto de ignição se o Irã reagir, ampliando a volatilidade dos preços e atraindo intensa atenção de investidores e analistas.
A escalada das tensões geopolíticas sustenta essa previsão, com precedentes históricos destacando os riscos. Episódios como os ataques às instalações de petróleo sauditas em 2019, que reduziram temporariamente a produção em 5 milhões de barris por dia e aumentaram os preços em US$ 10, ilustram a sensibilidade do mercado à instabilidade no Oriente Médio.
Um ataque ao Irã poderia reduzir pela metade sua produção ou ameaçar o Estreito, potencialmente elevando os preços em US$ 15 a US$ 37,50 por barril, embora a capacidade ociosa global e a resiliência da demanda possam limitar o aumento. Os recentes estímulos econômicos da China, que impulsionaram as vendas no varejo em 4% e a produção de petróleo bruto em 2,1%, oferecem algum suporte à demanda. No entanto, as tarifas dos EUA e um excedente de oferta projetado de 600.000 barris por dia em 2025 introduzem pressões de equilíbrio.
Analistas preveem um pico de preços de curto prazo, com possibilidades de ultrapassar US$ 100 por barril se o conflito escalar a ponto de fechar o Estreito de Ormuz, conforme sugerido por modelos da Administração de Informação de Energia e estimativas do Eurasia Group e do Deutsche Bank. No entanto, um detalhe inesperado surge: dados históricos da guerra civil da Líbia em 2011 e do incidente saudita em 2019 indicam que os preços podem se estabilizar em meses se as perturbações forem temporárias, moderando os impactos de longo prazo. Esse delicado equilíbrio entre choques de oferta e ajustes de mercado deixa o mercado de petróleo em uma encruzilhada, exigindo um monitoramento atento dos desenvolvimentos geopolíticos e seus efeitos econômicos.
Em conclusão, o potencial ataque ao Irã apresenta um cenário de alto risco para os preços do petróleo, provavelmente empurrando-os para a faixa de US$ 85-95, com um ponto médio de US$ 90, impulsionado por riscos de oferta e prêmios geopolíticos. Embora a volatilidade de curto prazo possa testar os limites superiores, a capacidade do mercado de se adaptar, apoiada pela capacidade excedente e tendências de demanda, sugere um retorno ao equilíbrio ao longo do tempo. Os investidores devem permanecer vigilantes, pois o resultado depende do escopo e da duração do conflito, tornando este um momento crucial para os mercados globais de energia.
Excepcionalismo americano estaria chegando ao fim?Estamos há uns 15 dias de queda no mercado americano, e o distanciamento do buy-back de ações preocupa algumas pessoas. Embora nada esteja tão ruim que não possa piorar, será que está tão ruim assim?
Para entendermos um pouco melhor, vamos mergulhar no conceito de "excepcionalismo americano", que se refere à crença de que os Estados Unidos possuem características únicas que os distinguem de outras nações, seja em termos de valores, sistema político ou desempenho econômico. Nos anos de 2023 e 2024, esse conceito foi amplamente discutido, especialmente no contexto econômico.
Em 2023, a economia dos EUA cresceu 2,5%, superando a média de 2,2% da América Latina e os modestos 0,5% da zona do euro. Para 2024, as projeções indicavam a continuidade desse desempenho, com os EUA mantendo uma taxa de crescimento de 2,5%, enquanto a zona do euro e a América Latina esperavam crescimentos de 0,5% e 2,0%, respectivamente. Esse desempenho superior reforçou a percepção do "excepcionalismo americano" na economia global.
Olhando para a média linear do PIB anualizado dos EUA, o mercado segue acima da média linear ao final de 2024 e, pelas prévias de 2025, permanecerá acima da média, mas nada muito impressionante.
No entanto, no início de 2025, surgiram discussões sobre possíveis desafios ao excepcionalismo econômico dos EUA. Analistas apontaram sinais de desaceleração econômica e ressaltaram a necessidade de medidas excepcionais para manter o desempenho superior.
A reeleição de Donald Trump em 2024 trouxe debates sobre o impacto de suas políticas no excepcionalismo americano. Alguns analistas expressaram preocupações de que as incertezas políticas e questionamentos sobre o respeito ao Estado de Direito poderiam afetar a previsibilidade e a estabilidade econômica dos EUA.
A prova disso é a recente queda no índice do dólar americano e uma compra agressiva de ouro, um ativo que mostra alta antifragilidade, pois tende a valorizar-se em períodos de incerteza econômica e geopolítica, visto que tem um certo nível de descentralização, poder de compra intrínseco e é deflacionário.
Durante o excepcionalismo americano, os investidores buscaram investir nos EUA, de forma ampla, mas principalmente em mercados de risco. Particularmente de 2020 a 2023, o ouro permaneceu estável, sem grandes ganhos de valor. A partir de 2023 até o momento, o ouro valorizou-se praticamente 100%, enquanto o mercado acionário também cresceu. Ao mesmo tempo, vimos o índice do dólar ganhar força no período, assim como os títulos de renda fixa americanos acumularem valorização no yield, um fenômeno que só pode ser explicado pelo excepcionalismo americano.
À medida que o mundo retorna à normalidade no que toca ao controle inflacionário, ao controle dos gastos públicos e à redução das taxas básicas de juros, a tese do excepcionalismo americano perde força e se transforma em medo. A busca por segurança e a saída parcial dos mercados americanos, impulsionadas por uma política comercial agressiva que protege o mercado interno, indicam uma trajetória de reversão e prejudicam parceiros comerciais.
Aos poucos, as correlações voltam a se comportar em cenários normais de risk-on e risk-off, à medida que os EUA deixam de ser favoritos.
Não, isso não significa o fim dos investimos nos EUA, é realmente a normalização da distribuição financeira no mundo. Seria um sonho para a bolsa brasileira?
Ouro em Forte Alta! Próximos Alvos!O ouro (XAU/USD) está em forte valorização nesta quinta-feira (13/03/2025), superando uma zona crítica de resistência e abrindo caminho para novos alvos. A análise técnica sugere que esse movimento pode ser impulsionado por uma estrutura de Ondas de Elliott, combinada com a extensão de Fibonacci, indicando possíveis zonas de continuidade da alta.
📊 Price Action: Rompimento e Nova Tendência
Observamos um rompimento decisivo da região de resistência em $2.930, destacada pela zona roxa no gráfico. Essa área servia como um pivô estrutural, com múltiplas rejeições anteriores. O breakout acompanhado por velas de força sinaliza um movimento impulsivo, indicando que os compradores assumiram o controle.
Outro ponto relevante é o rompimento da média móvel azul (200 períodos), que antes atuava como resistência dinâmica. O mercado agora utiliza essa média como suporte, reforçando a tese de alta.
📌 Fibonacci e Projeções de Alvo
Com base na projeção de Fibonacci, traçada a partir do último movimento de alta, temos os seguintes níveis técnicos importantes:
🔹 1.000 ($2.981): Próxima zona de resistência significativa.
🔹 1.618 ($3.013): Alvo final, caso a tendência continue com força.
O rompimento de $2.981 abriria caminho para o objetivo final em $3.013, região de extensão de 1.618 de Fibonacci, que coincide com uma zona de alta relevância psicológica para os traders.
🚀 Cenário Provável e Gestão de Risco
Se o ouro respeitar a estrutura de Elliott, um pequeno pullback pode ocorrer antes de buscar os alvos de Fibonacci superiores. Traders podem monitorar a formação de pullbacks na média móvel e observar padrões como bullish engulfing ou martelos para confirmar novas entradas.
Por outro lado, um retorno abaixo de $2.930 invalidaria a estrutura otimista, podendo levar a novas correções.
🔔 Deixe seu comentário! Qual sua visão sobre o ouro para os próximos dias?
Disclaimer:
Este conteúdo é apenas para fins educacionais e não constitui recomendação de investimento. O mercado financeiro envolve riscos, e decisões devem ser tomadas com base em sua própria análise.
XAUUSD – Ouro a caminho de uma queda maior?O ouro (XAUUSD) está a testar uma zona crítica após um recuo da resistência em $2.956. O preço encontrou rejeição e agora opera abaixo das zonas de oferta marcadas.
🔍 Cenário possível:
✅ Bearish (queda provável)
O preço está a respeitar a estrutura de baixa e pode continuar a cair até os $2.846 e, num cenário mais extremo, os $2.800.
A zona entre $2.909 e $2.920 é uma área importante de resistência, onde os vendedores podem continuar a controlar o mercado.
Se o preço perder a zona de suporte atual, podemos ver uma descida até $2.832 ou até $2.799.
🚨 Alternativa Bullish (reversão para alta)?
Caso o ouro consiga recuperar força e ultrapassar os $2.920, podemos ver novas tentativas de alta até $2.940 - $2.956.
📌 Zonas a observar:
Resistência: $2.909 - $2.920
Suportes: $2.872 / $2.846 / $2.832
Estrutura de baixa ainda válida enquanto o preço não fechar acima de $2.920.
💬 O que achas? Ouro vai cair ou os compradores vão reagir? Deixa a tua opinião nos comentários!
Rússia Renasce: Finanças Globais em Xeque?À medida que a guerra entre Rússia e Ucrânia se aproxima de uma possível resolução, a Rússia se encontra à beira de um renascimento econômico que poderá redefinir seu papel na arena global. Ao manter o controle sobre regiões ricas em recursos como a Crimeia e Donbass, o país assegura acesso a carvão, gás natural e rotas marítimas vitais – ativos que prometem impulsionar significativamente a riqueza nacional. A potencial suspensão das sanções americanas amplia ainda mais essa perspectiva, reconectando empresas russas aos mercados internacionais e liberando um fluxo de exportações energéticas. Contudo, esse ressurgimento não está isento de complexidades: oligarcas russos, influentes arquitetos do poder, estão prontos para expandir sua atuação nessas regiões, firmando acordos de exploração de recursos com os Estados Unidos em termos mutuamente vantajosos. Esse cenário apresenta um terreno sedutor, mas traiçoeiro, para investidores, onde oportunidades promissoras se entrelaçam com incertezas éticas e geopolíticas.
Os impactos desse movimento reverberam globalmente, com o potencial de reconfigurar as dinâmicas econômicas. A queda nos preços das commodities poderia aliviar a pressão inflacionária no Ocidente, beneficiando os consumidores, mas desafiando gigantes da energia como Arábia Saudita e Canadá a se adaptarem a um novo cenário. Investidores estrangeiros podem se sentir atraídos pelos ativos russos subvalorizados e por um rublo fortalecido, mas a prudência se torna essencial. As manobras estratégicas dos oligarcas – que exploram sua influência política para garantir contratos vantajosos – lançam uma sombra enigmática sobre essa recuperação. A busca por parcerias com os EUA sugere um novo pragmatismo econômico, mas levanta uma questão crucial: esses acordos serão sustentáveis, e qual será o custo para a estabilidade global? As apostas são altas, e os desfechos permanecem envoltos em incerteza.
Esse cenário em evolução nos convida a refletir sobre um horizonte mais amplo. Como os investidores ponderarão a promessa de lucro em face dos dilemas morais de se envolver com uma Rússia ressurgente? Qual será o futuro da ordem financeira global se o crescimento econômico russo ganhar ímpeto? As respostas são complexas, mas o potencial é inegável: a trajetória da Rússia pode tanto estabilizar quanto desestabilizar os mercados, dependendo da resposta da comunidade internacional. Nesse contexto, a inspiração e o desafio se unem: navegar por esse cenário exige não apenas visão de futuro, mas também um enfrentamento corajoso da interseção entre economia, ética e poder.
Normalização na distribuíção de preçosAs notícias mais recentes tem empurrado o preço do petróleo para baixo, de volta para a região de trajetória "normal", ou o que defino como região onde o preço opera pela oferta e demanda invés de pela geopolítica.
Vale a pena entendermos como o mercado estava se comportando ao final de 2024 onde temos essa disposição de distribuição de preços (tracejado no gráfico) que correlaciona a média linear do preço e a banda de desvio para cima e para baixo. Tínhamos um cenário de desaceleração do consumo de petróleo e de aumento de preço na tabela da OPEP, ao mesmo passo que tínhamos políticas públicas em vista de produzir mais petróleo nos EUA, um cenário baixista que corroborava com a distribuição de preço.
A medida que o ano foi virando, continuamos a ver impasses importantes das atuais guerras, sem falar de algumas bravatas do Trump em relação a México, Canada e China, o que colocou uma pimentinha no mercado. No alto inverno Americano, vimos uma forte demanda de aquecimento, o que também botou no preço do barril, e botará na medida de inflação de Fevereiro. Com isso tivemos o barril negociando acima de 80 dólares em alguns contratos com menor duration.
A medida que Trump assumiu o poder, falas sobre Gaza e como lidariam com o conflito no Oriente Médio forçaram as lideranças locais a buscarem um desfecho favorável, e assim começa o de escalonamento da guerra, que ainda não acabou. Na mesma temática mas mais recentemente, o governo americano quer acabar com o conflito Russia/Ucrania, o que também causa um reflexo positivo na oferta de petróleo.
A tendência é o preço voltar a ficar próximo ao tracejado central e sofrendo alguns picos dependendo dos anúncios da OPEP e dos estoques da AIE que refletem o consumo e a produção.
XAU/USD – Rejeição Forte em Resistência! Queda de -2,86% à Vista📊 Análise Técnica – Ouro vs Dólar Americano (XAU/USD) – Gráfico 4H
O preço do ouro (XAU/USD) está demonstrando sinais claros de fraqueza após testar e rejeitar uma zona de resistência chave próxima dos $2.946. A forte rejeição, seguida de um padrão de queda impulsiva, sugere um possível movimento descendente significativo nos próximos dias.
📌 Pontos Técnicos Importantes
🔴 Resistência Principal: Região $2.930 – $2.946, onde o preço rejeitou fortemente.
🔴 Zona de Entrada para Vendas: $2.929 - $2.930, região de pullback que pode oferecer novas oportunidades para entrar vendido.
🟢 Suporte Alvo 1: $2.888 – Nível crítico que pode servir de suporte temporário.
🟢 Suporte Alvo Final: $2.846 – Extensão Fibonacci de -0,618, projetando queda total de -2,86%!
⚠ Confirmação da Queda: Um fechamento abaixo de $2.914 pode acelerar o movimento de venda.
📈 Estratégia Operacional
🔹 Venda entre $2.929 - $2.930 caso ocorra rejeição nessa área.
🔹 Stop acima de $2.946 para evitar manipulações de preço.
🔹 Primeiro alvo: $2.888 – Ajuste parcial ou trailing stop.
🔹 Segundo alvo: $2.846, buscando o movimento completo.
📢 Conclusão
O Ouro está mostrando sinais claros de rejeição após atingir resistência, e o preço pode cair até $2.846 nas próximas 20 horas, conforme a projeção técnica. Um pullback na região de $2.929 pode ser a última oportunidade para entrar vendido antes de uma queda acelerada! 🚀📉
📌 Atenção: Sempre gerencie seu risco antes de operar!
Ouro Mantém Impulso e Aproxima-se de Recorde Histórico
Os preços do ouro subiram ligeiramente no início desta quarta-feira, dando continuidade ao impulso da sessão anterior, quando o metal precioso valorizou mais de 1,5% e ficou a um passo do recorde histórico atingido na semana passada. A procura por ouro tem aumentado recentemente devido à crescente preocupação com a agenda protecionista da administração Trump e o seu possível impacto no crescimento económico global, reforçando o apelo de ativos de refúgio como o ouro. As tensões geopolíticas persistentes reforçaram ainda mais esta dinâmica.
No entanto, esta valorização continua limitada pelo otimismo moderado de que a retórica da administração Trump sobre tarifas seja, acima de tudo, uma tática de negociação e de que o conflito entre a Rússia e a Ucrânia esteja agora mais próximo de uma resolução diplomática. Neste contexto, a publicação das atas mais recentes do FOMC poderá trazer maior clareza e influenciar a evolução dos preços do metal precioso no curto prazo. Sinais mais expansionistas por parte dos responsáveis da Reserva Federal, refletindo preocupações com o crescimento e o emprego, podem pressionar os yields, enfraquecer o dólar dos EUA e reforçar a atratividade do ouro, um ativo sem rendimento. Pelo contrário, um foco na inflação e sinais de taxas de juro mais elevadas por mais tempo poderão ter o efeito oposto, pesando sobre os preços do ouro.
Ricardo Evangelista – Analista Sénior, ActivTrades
A Soja em Xeque: Um Futuro Incerto no Comércio Global?A soja se tornou uma peça fundamental no tabuleiro econômico global. Seu papel é central no intrincado jogo da política comercial internacional. A indústria da soja enfrenta um momento crítico. Nações como a União Europeia e a China adotam estratégias protecionistas em resposta às políticas dos EUA, colocando a soja em uma posição delicada. Este artigo explora como esses movimentos geopolíticos estão remodelando o futuro de uma das exportações agrícolas mais importantes dos Estados Unidos, desafiando os leitores a refletirem sobre a resiliência e a adaptabilidade necessárias no volátil cenário comercial atual.
A União Europeia restringiu as importações de soja dos EUA devido ao uso de pesticidas proibidos, evidenciando uma crescente preocupação com a sustentabilidade e a saúde do consumidor no comércio global. Essa medida impacta diretamente os agricultores americanos e levanta questões sobre as implicações das práticas agrícolas no comércio internacional. Diante dessas mudanças, surge a questão: como a indústria da soja pode inovar para atender aos padrões globais sem comprometer sua posição econômica?
A China, por sua vez, retaliou, mirando empresas americanas influentes como a PVH Corp., o que adiciona mais uma camada de complexidade ao cenário comercial global. A inclusão de uma grande marca americana na lista chinesa de "entidades não confiáveis" ilustra as dinâmicas de poder que moldam o comércio internacional. Essa situação nos leva a refletir sobre a interconectividade das economias e o potencial para alianças ou conflitos inesperados. Que estratégias as empresas podem adotar para enfrentar esses desafios?
Em última análise, a saga da soja transcende as disputas comerciais; é um apelo à inovação, sustentabilidade e visão estratégica no setor agrícola. Diante desse cenário em constante mudança, somos levados a questionar não apenas o futuro da soja, mas também a própria essência das relações econômicas globais, em um contexto em que cada movimento no tabuleiro comercial pode ter consequências significativas. Como a indústria da soja, e o comércio internacional como um todo, evoluirão diante desses desafios?
Ouro Inicia a Semana em AltaOs preços do ouro recuperaram força no início da sessão europeia, após encerrarem a sexta-feira com uma queda atípica de cerca de 1,5%. O metal precioso parece pronto para consolidar a sua posição acima dos $2.900, sustentado pelo seu estatuto de ativo de refúgio, enquanto os investidores procuram proteger-se contra o risco de as tarifas dos EUA desencadearem uma guerra comercial em várias frentes, prejudicando, assim, a economia global. A persistente instabilidade geopolítica também tem sustentado os preços do ouro. O risco agrava-se com a aparente intenção dos EUA de comprometer a aliança transatlântica, da qual a Europa há muito depende para a sua segurança.
Neste contexto — e com um recuo do dólar norte-americano, após a divulgação, na sexta-feira, de dados dececionantes sobre as vendas a retalho nos EUA — há margem para mais valorizações nos preços do ouro.
Ricardo Evangelista – Analista Sénior, ActivTrades
Correlação Ouro e Prata Conseguimos analisar a correlação que sempre acompanhou ouro e prata, momento que ouro teve sua alta e logo depois a prata fez o mesmo movimento .
Vemos a zona verde ( Cup and handle) onde o ouro ja confirmou o rompimento e vem batendo maxima historicas , esperamos o mesmo para prata.
O mundo está em atenção com inflação e guerra comercial, e o uso de prata tem aumentado no mercado de produção de chips e automação e veiculos eletricos.
Grande Potencial de investimento para os Curto e Médio Prazo.
XAUUSD What is happening in the coming week?Let’s craft a forward-looking analysis for XAU/USD (gold) based on plausible macroeconomic narratives, historical patterns, and potential catalysts. Keep in mind this is a speculative exercise—actual outcomes depend on unpredictable events.
Key Factors Shaping XAU/USD
1. Federal Reserve Policy
Bullish for Gold: Lower real interest rates reduce the opportunity cost of holding non-yielding gold.
Risk: If the Fed pauses or signals a "higher for longer" stance due to sticky inflation, gold could face headwinds.
2. U.S. Dollar Dynamics
A weaker USD (due to rate cuts or fiscal concerns, e.g., U.S. debt sustainability debates) would amplify gold’s appeal.
A stronger USD (safe-haven demand during a global recession or Fed policy reversal) could pressure gold.
3. Global Recession Risks
If major economies (EU, China) slide into recession, gold may rally as a safe haven, even if the USD strengthens temporarily.
4. Geopolitical Landscape
U.S. Election Aftermath: Policy uncertainty post-2024 election (taxes, tariffs, fiscal spending) could drive volatility.
New Conflicts: Escalation in Taiwan, Middle East, or Russia-NATO tensions would boost gold demand.
5. Central Bank Demand
Continued diversification away from USD reserves (e.g., BRICS+ nations) may sustain structural gold buying.
6. Inflation Trends
A resurgence of inflation (e.g., energy shocks, supply chain disruptions) would reignite gold’s role as an inflation hedge.
Scenario 1: Bullish Rally (2900–3000)
Catalysts:
Fed cuts rates aggressively (150+ bps total) amid a U.S. growth slowdown.
China’s property crisis spirals, triggering global risk-off sentiment.
Middle East conflict disrupts oil flows, spiking inflation.
Technical Outlook: A breakout above $3,000 (psychological barrier) could trigger algorithmic buying and FOMO momentum.
Scenario 2: Bearish Correction (2800-2600)
Catalysts:
Fed halts cuts due to stubborn inflation (CPI rebounds to 3.5%+).
USD surges as EU/Japan face deeper recessions.
Central banks slow gold purchases, ETFs see outflows.
Technical Outlook: A drop below $2,800 (hypothetical 2024 support) could trigger stop-loss cascades.
Scenario 3: Sideways Churn (2750-2900)
Catalysts:
Markets digest conflicting data (mixed growth, moderate inflation).
Geopolitical “cold wars” (U.S.-China tech/trade) persist without escalation.
Technical Outlook: Range-bound action as bulls and bears await clarity.
Strategic Takeaways
Prepare for Volatility: Gold will react sharply to Fed policy shifts and geopolitical “surprises.”
Watch the USD: A sustained DXY breakdown below 106 could turbocharge gold’s rally.
Risk Management: Use options or trailing stops—gold’s moves could be exaggerated in thin liquidity.
Final Note
By February 2025, gold’s path will depend on how 2024’s unresolved macro risks (debt, inflation, elections) unfold. While the long-term bullish case for gold remains intact (debasement hedging, de-dollarization), short-term swings will hinge on Fed credibility.
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O Preço da Prata Pode Disparar para Novos Patamares?No mundo dos metais preciosos, a prata há muito tempo cativa os investidores com sua volatilidade e seu duplo papel como um elemento essencial da indústria e um ativo de proteção. Análises recentes sugerem que o preço da prata pode disparar para níveis sem precedentes, possivelmente atingindo US$ 100 por onça. Essa especulação não é infundada; ela é impulsionada por uma complexa interação de forças de mercado, tensões geopolíticas e demanda industrial que podem remodelar o cenário do mercado da prata.
O desempenho histórico da prata serve como pano de fundo para essas previsões. Após um aumento significativo em 2020 e um pico em maio de 2024, o preço da prata tem sido influenciado pelo sentimento dos investidores e por mudanças fundamentais no mercado. Keith Neumeyer, da First Majestic Silver, tem defendido com veemência o potencial da prata, citando ciclos históricos e a dinâmica atual de oferta e demanda como indicadores de futuros aumentos de preços. Sua visão, divulgada em diversas plataformas, aponta para o potencial do metal em romper as barreiras de preço históricas.
Os riscos geopolíticos tornam a valorização da prata ainda mais complexa. A possibilidade de um embargo devido ao aumento das tensões entre China e Taiwan pode perturbar as cadeias globais de suprimentos. Isso afetaria especialmente indústrias como a tecnologia e a manufatura, que são fortemente dependentes da prata. Essas interrupções podem não apenas aumentar o preço devido à escassez de oferta, mas também fortalecer o papel da prata como um investimento seguro em tempos de incerteza econômica. Além disso, a demanda contínua de setores como energia renovável, eletrônicos e aplicações na área da saúde continua pressionando a oferta disponível. Isso cria um cenário favorável para uma grande alta de preços caso essas tendências se intensifiquem.
No entanto, mesmo que a perspectiva de a prata atingir US$ 100 por onça seja atraente, ela depende da confluência de diversos fatores. Os investidores devem considerar não apenas os fatores positivos, mas também elementos como manipulação de mercado e políticas econômicas. Além disso, é importante lembrar que níveis históricos de resistência já limitaram o crescimento do preço da prata. Portanto, embora o futuro da prata seja promissor, ele exige uma abordagem estratégica para aqueles que desejam aproveitar essa oportunidade. Essa situação exige que os investidores analisem criticamente a dinâmica do mercado e adotem uma postura que combine otimismo e cautela.
Bom dia Mercado Internacional! #18🌎🔥 **BOM DIA, BRASIL! BOM DIA, MUNDO!** 🔥🌎
Começando o dia no mercado com um **S&P 500** presinho na **zona de congestão**, igual um carro no engarrafamento da segunda-feira. 🚗💨 **E não está sozinho!** Outros ativos também estão naquela indecisão chata, enquanto a volatilidade de início de 2025 segue **botando pressão**! 📊⚡
💡 **O recado do dia?** Paciência! **Parcimônia!** 🎯 O mercado não perdoa afobação, então respeite os **suportes e resistências** e espere a jogada certa para trazer aquele **lucro bonito!** 💰✅
**No vídeo de hoje:**
🔹 **S&P 500** – Na indecisão, mas de olho na oportunidade! 👀
🔹 **Dow Jones** – O vovô do mercado segue no radar! 🎩📉
🔹 **Taxa de juros dos EUA & Bonds de 10 anos** – Sempre ditando o ritmo do jogo! 🏦⚖️
🔹 **Petróleo** – Tem chance de repique ou segue derrapando? 🛢🔥
🔹 **As joias da rainha: Ouro & Prata** – O rei do mercado brilha ou tá apagado? 👑✨
📢 **Esse vídeo foi feito com carinho para vocês!** Então já sabe: **curte, compartilha e bora dominar o mercado!** 🚀📈
Rafael Lagosta Diniz 🦞🦞🦞
Bom dia Mercado Internacional #16🌎 **Bom dia, Mercado Internacional!** 🚀
📈 **S&P 500** segue firme e forte, comprado nos longos e nos intraday, já querendo contaminar o dia com seu viés positivo! Será que vai? 🤔🔥
📉 **Dow Jones**, esse sim me pegou de jeito! 💥 A venda que abri ontem virou pó, mas nada que um **stop curto** bem colocado não resolvesse! E como fiz um scalp agressivo antes, já tinha pago o "estrago" antes mesmo de ele acontecer! 🎯💰
₿ **Bitcoin**? **Meh.** 🥱 Nada de novo, preso no marasmo... **Ethereum**, por outro lado, tá tinindo! ⚡🔥 Segue forte, comprado e hoje encara uma **trendline de baixa**. Será que rompe? 🤞👀
💎 **Ouro**, como sempre, o filho prodígio da carteira: **inteligente, focado, disciplinado e dando orgulho ao papai!** 📚📊 Já **a prata**, segue na luta, não tão empolgada, mas pelo menos agora tem espaço pra movimentos de compra mais seguros! 💰✨
🎯 **Resumo Lagostístico do Dia:**
🟢 **S&P 500**: Tendência firme de alta!
🔴 **Dow Jones**: Pegou meu stop, mas sem danos!
⚫ **Bitcoin**: Chato. Sem graça. Próximo!
🟠 **Ethereum**: Forte! Precisa romper a trendline!
💰 **Ouro**: O aluno nota 10 da carteira!
🥈 **Prata**: Devagar, mas abrindo espaço!
🎬 Fiquem atentos!
🔮 Rafael Lagosta 🦞
Bom dia Mercado Internacional #15🚀 **Bom dia, Mercado!** 🌎
O mercado hoje está igual montanha-russa 🎢, balançando pra lá e pra cá!
📉 **Dow Jones** já me deu um presente: uma venda aberta! 🎯
📈 **S&P 500**, por outro lado, está mais empolgado que torcedor em final de campeonato! Isso me deixa na dúvida... 🤔 Afinal, cedo ou tarde, esses dois têm que andar juntos!
💎 **Ouro e Prata**, as verdadeiras joias da coroa, estão **RASGANDO PRA CIMA!** 🔥 O movimento de alta que cantamos antes está **perfeito** e o **Stargate** já aparece no horizonte! 🌌
⚡ **Bitcoin** tenta mostrar força e, caso balance, já temos suporte calculado ali pelos **95.000**! Matemática sempre afiada! 📊✍️
🌀 **Ethereum**? Sinceramente… nada demais! Sem setup, sem operação, sem emoção. Melhor nem perder tempo! ⏳
🎯 **Resumo Lagostístico:**
🔴 **Dow Jones**: Venda rolando!
🟢 **S&P 500**: Viés comprador, mas indeciso…
💰 **Ouro e Prata**: Explodindo como previsto!
₿ **Bitcoin**: Suporte nos 95k no radar!
🌀 **Ethereum**: Passo! 🤷♂️
Fiquem atentos! 🎬 Rafael Lagosta 🦞






















