Além da Análise Técnica
Índice S&P 500-A PERGUNTA É: vai continuar caindo?Resposta direta: Apesar da queda recente do S&P 500, a maioria das previsões de grandes bancos e analistas aponta para uma tendência de alta em 2026, com metas entre 7.700 e 7.800 pontos, sugerindo que a correção atual pode ser temporária.
🔎 Situação atual
O índice fechou em 6.538 pontos, queda de −1,56% no último pregão.
Foi o 4º dia consecutivo de perdas, pressionado por preocupações com valuations e resultados corporativos.
A volatilidade aumentou, refletindo cautela dos investidores antes de balanços importantes (como Nvidia e Walmart).
📊 Projeções de mercado
UBS: espera que o S&P 500 chegue a 7.700 pontos em 2026, apoiado por crescimento de lucros e impacto da inteligência artificial.
Morgan Stanley: elevou sua meta para 7.800 pontos em 12 meses, indicando início de um novo ciclo de alta após três anos de recessão cíclica.
Traders Union: prevê oscilações de curto prazo, mas com recuperação gradual ao longo de 2026, chegando perto de **7.800 pontos em novembro do próximo ano.
⚖️ Interpretação
Curto prazo: o índice pode continuar pressionado por resultados corporativos e ajustes de valuations, mantendo risco de novas quedas.
Médio e longo prazo: projeções de bancos e casas de análise sugerem retomada da alta, sustentada por lucros fortes e expansão em setores como tecnologia e saúde.
Indicadores técnicos: se o SPX permanecer abaixo da SMA 200, o viés de baixa continua; mas cruzamentos positivos da EMA 9 podem sinalizar retomada.
👉 Em resumo: há risco de queda no curto prazo, mas o consenso dos analistas é que o S&P 500 deve retomar a tendência de alta em 2026, com metas próximas de 7.700–7.800 pontos.
📊 Desempenho real do SPX
Valor atual: 6.538 pontos, queda de −1,56% no último pregão.
Nos últimos meses:
1 mês: −2,94%
3 meses: +3,85%
6 meses: +11,81%
12 meses: +12,25%
🏦 Previsões dos bancos e analistas
UBS: prevê 6.600 pontos até o final de 2025, com alta moderada, mas alerta para volatilidade.
Morgan Stanley: mais otimista, projeta 7.800 pontos em 12 meses, indicando início de um novo ciclo de alta.
Traders Union: prevê recuperação gradual em 2026, chegando a 7.782 pontos em novembro de 2026.
⚖️ Comparação
Curto prazo (2025):
O SPX está em torno de 6.500–6.600 pontos, alinhado com a projeção mais conservadora do UBS.
A queda recente mostra que o mercado ainda enfrenta correções e volatilidade.
Médio prazo (2026):
As previsões de Morgan Stanley e Traders Union são mais otimistas, apontando para 7.700–7.800 pontos.
Isso representa uma alta de cerca de +18% a +20% em relação ao nível atual.
6.500 📉 SPX atual
6.600 🏦 UBS (2025)
7.700 🚀 Morgan Stanley (12 meses)
7.782 📈 Traders Union (2026)
📌 Conclusão
Alinhamento atual: o desempenho real está próximo da projeção do UBS (mais conservadora).
Expectativa futura: se o mercado retomar força, pode se aproximar das metas mais otimistas de Morgan Stanley e Traders Union.
Em resumo: curto prazo ainda pressionado, mas longo prazo com consenso de alta.
Morning Call - 21/11/2025 - Realização ou Queda Forte?Agenda de Indicadores:
USA – Vencimento Mensal de Opções sobre Ações e Índices
10:30 – USA – Rendimento Real
11:45 – USA – PMIs da S&P Global (Prévia)
12:00 – USA – Uni. Michigan: Expectativa de Inflação de 1 e 5 anos
12:00 – USA – Uni. Michigan: Confiança do Consumidor
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLZ2025
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — estendem a forte correção registrada na véspera. O relatório de empregos dos EUA frustrou expectativas ao não oferecer sinais claros sobre a trajetória de curto prazo da política monetária, levando traders a reduzirem exposição a risco, mesmo após os números sólidos da Nvidia.
A sessão de ontem foi marcada por intensa volatilidade. Wall Street abriu em rali, impulsionada pelo balanço da Nvidia e pelos dados de emprego. Mas o entusiasmo evaporou rapidamente: a Nvidia virou de +5% para -3%, arrastando o setor de semicondutores e desencadeando um forte movimento de risk-off. O Nasdaq fechou em -2% após ter subido 2,6% na máxima, enquanto o VIX disparou acima de 27 pontos, refletindo a escalada na demanda por proteção.
O vencimento de opções também contribuiu para a turbulência. Hoje expiram cerca de US$ 3,1 trilhões em opções — incluindo US$ 1,7 trilhão em contratos ligados ao S&P 500 e US$ 725 bilhões em opções de ações individuais — o que tende a amplificar movimentos de curto prazo.
Nos EUA, o relatório de empregos mostrou a criação de 119 mil vagas em setembro, acima do esperado. Porém, a taxa de desemprego subiu para 4,3% e os dados anteriores foram revisados para baixo, deixando um quadro misto para o Federal Reserve, que decidirá a taxa de juros no próximo mês. O próximo Payroll será divulgado apenas em 16 de dezembro, após a reunião do Fed marcada para 10/12. Na CME, as apostas voltaram a apontar 67% de probabilidade de corte, após terem recuado para 58% ontem.
No campo discursivo, membros do Fed reforçaram o tom cauteloso. Beth Hammack, presidente do Fed de Cleveland, alertou que cortes adicionais agora poderiam gerar riscos relevantes para a economia. Já a governadora Lisa Cook afirmou ver possibilidade de quedas acentuadas nos preços dos ativos, caso as condições financeiras afrouxem antes da hora.
Europa
Os principais índices de ações à vista da Europa operam em baixa de até 1,5%, enquanto os futuros exibem movimentos mistos devido às diferenças nos horários de negociação — ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:ITA40 e $ACTIVTRADES:SWI20.
Nos mercados globais, o sentimento segue pressionado pelas preocupações com as avaliações elevadas das empresas de tecnologia e pelo temor de um Federal Reserve mais firme, fatores que mantêm os investidores avessos ao risco. Além disso, as ações do setor de defesa europeu recuam após sinais de possível avanço diplomático para encerrar a guerra entre Rússia e Ucrânia.
Os traders também monitoram atentamente os desdobramentos de um novo plano discutido pelos EUA para encerrar o conflito, que incluiria a redução das forças armadas da Ucrânia e concessões territoriais significativas. O índice europeu de defesa recua cerca de 3%, estendendo o movimento iniciado em outubro.
O índice EuroStoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 caminha para uma queda semanal próxima de 3%, o pior desempenho desde o anúncio das tarifas americanas no início de abril.
Ásia/Pacífico
A onda de cautela que tomou conta de Wall Street na quinta-feira se espalhou para os mercados asiáticos nesta sexta, depois de o tão esperado relatório de empregos dos EUA falhar em oferecer sinais claros sobre o rumo da política monetária no curto prazo. Mesmo após os resultados robustos da Nvidia, traders seguiram reduzindo exposição a ativos de risco.
O clima negativo foi mais intenso na Coreia do Sul, onde o Kospi TVC:KOSPI desabou 3,8%. Em Taiwan, o índice TWSE FTSE:TW50 recuou 3,4%, enquanto o ASX ASX:XJO australiano caiu 1,6%. A China acompanhou o mau humor regional, com Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Hang Seng HSI:HSI acumulando quedas próximas de 2,4%. No Japão, o Nikkei TVC:NI225 caiu 2,4%, mesmo após o anúncio de um pacote fiscal maciço pelo governo.
Japão anuncia pacote de estímulos:
O grande destaque da madrugada foi a aprovação de um pacote de estímulos de US$ 135 bilhões, a primeira grande iniciativa econômica da primeira-ministra Sanae Takaichi. As preocupações com a crescente expansão fiscal têm pressionado o iene japonês, que opera na mínima histórica frente ao euro e no menor nível em 10 meses contra o dólar. Esse movimento mantém viva a possibilidade de uma nova intervenção no câmbio.
Houve, porém, algum alívio no mercado de câmbio e renda fixa, após Takaichi afirmar que a emissão total de títulos do governo (JGBs) será menor que a do ano passado, o que ajudou a derrubar os rendimentos em toda a curva.
Ao mesmo tempo, indicadores mantêm a pressão sobre o Banco do Japão. A inflação ao consumidor subiu 3% em outubro na comparação anual, reforçando as apostas de que o BoJ pode elevar os juros já em janeiro. O governador Kazuo Ueda disse que a instituição discutirá “a viabilidade e o momento” de um aperto monetário nas próximas reuniões.
Comentário de Min Joo Kang do ING: "Se o iene japonês permanecer fraco e os dados futuros confirmarem tanto a recuperação econômica quanto o aumento da inflação, acreditamos que o Banco do Japão agirá, baseando sua decisão em dados e mantendo a independência da influência política."
"DXY em 100 e Real em queda""Real em ajuste pós-feriado e DXY firme nos 100 pontos: sinais de dólar mais forte no Brasil"
O DXY mantém-se próximo dos 100 pontos, sinalizando força relativa do dólar frente às principais moedas globais. O Real Brasileiro, por sua vez, está em torno de 0,19 USD/BRL, após valorização de cerca de 9% no último ano, mas mostra sinais de fraqueza no curto prazo. Essa combinação sugere que o dólar pode ganhar tração no Brasil nos próximos pregões, especialmente após o feriado e diante da expectativa de ajustes externos e internos.
🌍 Panorama Internacional
DXY em 100 pontos: O índice dólar está em uma zona de suporte histórico. Relatórios recentes indicam que o Fed mantém cautela sobre cortes de juros, o que sustenta o dólar.
Dados dos EUA: O mercado de trabalho mostrou criação de empregos acima do esperado, mas com aumento da taxa de desemprego. Isso gera incerteza sobre a política monetária, mas reduz a probabilidade de cortes agressivos.
Fluxo global: A busca por ativos de segurança mantém o dólar como porto seguro, reforçando sua posição frente a moedas emergentes.
🇧🇷 Contexto Brasileiro
Cotação atual: O real está em 0,19 USD, equivalente a cerca de R$ 5,30 por dólar.
Valorização anual: Apesar da alta de 9% no último ano, o real perdeu força recentemente, refletindo ajustes pós-feriado e expectativas sobre política fiscal e monetária.
Banco Central: A Selic permanece em patamar elevado (15%), mas há dúvidas sobre quando os cortes começarão. Isso gera volatilidade e pressiona o câmbio.
🔎 Implicações
Curto prazo: A combinação de DXY firme e real enfraquecido sugere tendência de alta do dólar no Brasil.
Médio prazo: Se o Fed mantiver juros elevados e o Brasil sinalizar cortes futuros, o diferencial de taxas pode reduzir a atratividade do real, ampliando a pressão cambial.
Volatilidade: Notícias sobre commodities e política fiscal brasileira podem suavizar ou intensificar os movimentos.
💡 Em resumo: o dólar global mostra resiliência, e o real enfrenta ajustes internos. A tendência imediata é de dólar mais forte no Brasil, mas o cenário dependerá da política monetária dos EUA e da condução fiscal doméstica.
📅 Linha do Tempo – Eventos e Impactos no BRL/USD
Semana 1 – Pós-feriado no Brasil
Ajustes de fluxo cambial e retomada de operações.
Tendência inicial de pressão no real, com dólar mais firme.
Semana 2 – Dados de inflação nos EUA (CPI/PPI)
Se vierem acima do esperado → reforçam dólar forte (DXY sobe).
Se abaixo → aumentam apostas em cortes de juros, favorecendo moedas emergentes como o real.
Semana 3 – Reunião do Comitê de Política Monetária (Copom – Brasil)
Expectativa sobre manutenção ou cortes da Selic.
Cortes acelerados → reduzem atratividade do real, pressionando BRL/USD.
Manutenção → fortalece o real, limitando alta do dólar.
Semana 4 – Reunião do Federal Reserve (FOMC – EUA)
Decisão sobre juros americanos.
Postura hawkish → dólar global se fortalece, BRL/USD tende a subir.
Postura dovish → real pode ganhar espaço, dólar perde força.
Semana 5 – Dados de emprego nos EUA (Payroll)
Mercado de trabalho aquecido → reforça dólar.
Sinais de desaceleração → favorecem moedas emergentes.
🔎 Conclusão
O curto prazo favorece o dólar, com DXY em 100 pontos e real pressionado pós-feriado. O médio prazo dependerá do equilíbrio entre:
Política monetária do Fed (juros EUA)
Política monetária do Copom (Selic Brasil)
Dados econômicos (inflação e emprego)
💡 Em resumo: cada semana traz gatilhos que podem inverter ou reforçar a tendência.
Velas Envolventes: A Mudança de PoderEste artigo não é relevante para o público residente em Portugal ou no Brasil.
Se há um padrão de velas que representa uma mudança imediata no equilíbrio entre compradores e vendedores, é a vela envolvente.
Hoje, aprofundaremos algumas das nuances chave deste padrão e explicaremos como o contexto e a confirmação são elementos essenciais para que este padrão seja uma ferramenta útil no seu kit de trading.
Compreensão do Padrão Envolvente
O padrão de vela envolvente ocorre quando uma única vela envolve completamente o corpo da vela anterior. Em uma envolvente de alta (bullish engulfing), uma vela de alta grande cobre completamente a vela de baixa anterior menor, enquanto em uma envolvente de baixa (bearish engulfing), uma vela de baixa grande envolve a vela de alta anterior.
No espaço de uma única vela, o mercado apagou completamente a ação do preço da vela anterior e, às vezes, a ação do preço de múltiplas velas anteriores. Essa mudança repentina no momentum é a razão pela qual é frequentemente conhecido como o "padrão de mudança de poder": quando identificado corretamente, pode representar um ponto de inflexão chave.
Envolvente de Alta: Uma envolvente de alta sugere que, após um período de vendas, a pressão de compra assumiu o controle, superando os pessimistas em um único movimento forte. Isso pode indicar uma possível reversão, de uma tendência de baixa para uma de alta.
Envolvente de Baixa: Uma envolvente de baixa indica que, após um período de compras, a pressão de venda oprimiu os otimistas. Isso pode sinalizar uma mudança de uma tendência de alta para uma de baixa.
Exemplo: Gráfico de Velas Diário da Nvidia
Neste exemplo, vemos velas envolventes de alta e de baixa se formando nos parâmetros de um intervalo que se formou no gráfico de velas diário da Nvidia.
O desempenho passado não é um indicador confiável de resultados futuros.
A Importância da Localização e do Contexto
Assim como qualquer padrão gráfico, a vela Envolvente é mais eficaz quando ocorre no contexto adequado. Sua localização é crucial para sua confiabilidade. Negociar o padrão dentro de um intervalo ou zona de consolidação pode ser enganoso, pois pode não haver uma tendência predominante clara que o padrão deva reverter.
Para que uma envolvente de alta seja significativa, idealmente ela deve aparecer perto de um nível de suporte chave, onde é provável que os compradores intervenham. Pelo contrário, uma envolvente de baixa é mais confiável quando aparece perto de um nível de resistência chave, onde a pressão de venda pode estar prestes a assumir o controle.
Em resumo, a localização é tudo. Um padrão envolvente em um nível de suporte ou resistência tem mais peso do que um formado no meio de um intervalo ou sem uma direção clara do mercado.
Exemplo: Gráfico de Velas Diário do USD/CAD
Neste exemplo, vemos pequenas velas envolventes de baixa se formando dentro de um intervalo de consolidação. Estes não são sinais significativos, pois a localização e o contexto não são ideais. Em seguida, vemos uma grande vela envolvente se formar no parâmetro da resistência, criando um claro sinal de baixa.
O desempenho passado não é um indicador confiável de resultados futuros.
Confirmação: A Próxima Vela é a Chave
Um elemento importante a ser observado com a vela envolvente é a confirmação. A próxima vela após a envolvente deve ser negociada na direção da vela envolvente.
Para uma envolvente de alta, a próxima vela idealmente deve fechar acima da máxima da vela envolvente. Isso confirma que é provável que o momentum de compra continue.
Para uma envolvente de baixa, a próxima vela idealmente deve fechar abaixo da mínima da vela envolvente. Isso sugere que é provável que a pressão de venda persista.
Sem esta confirmação, o padrão pode ser menos confiável e o movimento inicial pode não se sustentar. A vela seguinte ajuda a validar se a mudança de momentum é real ou apenas uma flutuação de curto prazo.
Colocação do Stop
A colocação do stop é um aspecto crucial do trading do padrão envolvente. Os stops geralmente devem ser posicionados logo além da máxima ou mínima da vela envolvente, dependendo da direção da operação.
Para uma envolvente de alta, coloque o stop abaixo da mínima da vela envolvente para permitir algum movimento sem ser stopado prematuramente.
Para uma envolvente de baixa, coloque o stop acima da máxima da vela envolvente para se proteger contra qualquer possível reversão ou falsa ruptura.
Colocar os stops nessas localizações ajuda a gerenciar o risco, ao mesmo tempo que dá espaço suficiente para a operação se desenvolver, sem expor a posição a perdas desnecessárias.
O Padrão Envolvente em Múltiplos Timeframes
Uma das vantagens da vela envolvente é a sua versatilidade. Ela pode ser usada de forma eficaz em qualquer timeframe, desde gráficos intradiários de curto prazo até gráficos diários ou semanais de longo prazo.
Em timeframes mais curtos, o padrão envolvente pode atuar como um sinal para operações intradiárias, indicando uma mudança rápida no momentum.
Em timeframes mais longos, o padrão pode sinalizar uma mudança de tendência maior e mais sustentada, sugerindo um movimento de mais longo prazo no mercado.
Independentemente do timeframe, a vela envolvente continua sendo um padrão importante porque destaca uma mudança significativa no sentimento do mercado, seja em escala micro ou macro.
Considerações Finais
A vela envolvente é um padrão eficaz para identificar uma mudança no momentum do mercado, seja de alta para baixa ou vice-versa. No entanto, sua eficácia é fortemente influenciada pela localização e confirmação. Quando o padrão se forma em um nível chave de suporte ou resistência e é seguido pela confirmação da próxima vela, ele pode oferecer insights valiosos sobre para onde o mercado pode estar se dirigindo. Ao combinar esses elementos com uma boa colocação do stop, os traders podem gerenciar melhor o risco e aumentar a confiabilidade dos sinais que este padrão fornece.
Aviso Legal: Esta informação destina-se apenas a fins informativos e de aprendizagem. A informação fornecida não constitui aconselhamento de investimento nem tem em consideração as circunstâncias financeiras individuais ou os objetivos de qualquer investidor. Qualquer informação que possa ser fornecida relacionada com o desempenho passado não é um indicador fiável de resultados ou retornos futuros.
CFDs são instrumentos complexos e apresentam um alto risco de perder dinheiro rapidamente devido à alavancagem. 79.58% das contas de varejo perdem dinheiro ao negociar CFDs com este fornecedor. Você deve considerar se compreende como funcionam e se pode correr o risco de perder seu dinheiro.
Capital Com Online Investments Ltd é uma sociedade de responsabilidade limitada (número de sociedade 209236B) registrada na Commonwealth das Bahamas e autorizada a realizar negócios de valores mobiliários pela Comissão de Valores Mobiliários das Bahamas (SCB) com o número de licença SIA-F245.
Aumento do apetite pelo risco pressiona preços do ouro
Os preços do ouro recuaram ligeiramente nas negociações de quinta-feira de manhã, enfrentando uma forte resistência em torno do nível dos $4.100. Uma recuperação do apetite pelo risco nos mercados acionistas está a penalizar o metal de refúgio. Outro fator que pesa sobre o ouro é o fortalecimento do dólar norte-americano. Vários responsáveis do FOMC têm-se mostrado pouco entusiasmados com a possibilidade de cortar as taxas de juro em dezembro, apontando riscos inflacionistas persistentes — o que reduziu as apostas numa decisão dessa natureza na última reunião de política monetária do ano. Neste contexto, os investidores estarão muito atentos à divulgação, ainda hoje, dos dados adiados relativos às Folhas de Pagamento Não Agrícolas (Non-Farm Payrolls) de setembro. Embora os números digam respeito ao final do verão, continuam a ser relevantes, pois fornecem o retrato mais recente do mercado laboral, substituindo os últimos que estavam disponíveis, relativos a agosto, refletindo o período em que a Fed de Jerome Powell começou a adotar uma posição mais dovish. Uma leitura forte reduziria ainda mais as expectativas de um corte de taxas em dezembro, fortalecendo o dólar e pressionando os preços do ouro, enquanto um número fraco teria provavelmente o efeito oposto.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
A Fortaleza da Oncologia de Precisão Está Desmoronando?No final de 2025, a indústria global de diagnósticos enfrenta uma potencial mudança de paradigma com rumores sobre negociações avançadas da Abbott Laboratories para adquirir a Exact Sciences. Essa consolidação potencial é catalisada por uma virada macroeconômica favorável; a decisão do Federal Reserve de cortar juros descongelou o "inverno de capital", permitindo que conglomerados ricos em caixa como a Abbott usem dívida para aquisições de alto valor. Embora a Exact Sciences tenha demonstrado resiliência financeira com receita recorde de US$ 851 milhões no 3º trimestre de 2025 e transição para lucratividade significativa, o negócio proposto é visto como necessidade estratégica, não mera saída. A Abbott busca um motor de crescimento duradouro pós-pandemia, enquanto a Exact Sciences precisa de um parceiro com "balanço patrimonial de fortaleza" para navegar em uma era de "risco exponencial".
Apesar da liderança de mercado, a Exact Sciences enfrenta vulnerabilidades crescentes que ameaçam sua independência. O fosso de propriedade intelectual foi violado após derrota crítica em litígio de patentes contra a Geneoscopy, invalidando reivindicações chave que protegiam o Cologuard e abrindo porta para competição imediata. Além disso, a empresa tem exposição geopolítica significativa devido à forte dependência de cadeias de suprimentos chinesas para precursores químicos essenciais, fragilidade que poderia ser catastrófica em caso de escalada nas tensões EUA-China. Em manobra defensiva, a Exact Sciences já começou a diversificar apostas tecnológicas licenciando a tecnologia de triagem baseada em sangue da Freenome, hedgeando contra a erosão potencial de seu monopólio em testes baseados em fezes.
A tese de valor de longo prazo da fusão repousa na escalada de inovação e desbloqueio de mercados internacionais. A Exact Sciences tem pipeline promissor, incluindo Cologuard Plus, que melhora especificidade para 94%, e a ferramenta de detecção precoce multicâncer Cancerguard. No entanto, historicamente lutou para exportar o Cologuard devido a custos altos e diretrizes de triagem estrangeiras incompatíveis. Uma aquisição permitiria à Exact Sciences alavancar a infraestrutura global massiva da Abbott para contornar essas barreiras, "friend-shore" cadeias vulneráveis e navegar frameworks regulatórios complexos como o Regulamento de Dispositivos Médicos da UE. Em última análise, essa transação representa uma fuga para a segurança, fundindo a inovação científica da Exact com o poder logístico da Abbott para assegurar o futuro do diagnóstico de câncer.
“NVIDIA adia a purificação do mercado e seleção natural "“NVIDIA adia a purificação do mercado e seleção natural " isto mesmo será que este resultado forte adiou a reciclagem que o mercado de tecnologia e principalmente AI precisa fazer em algumas empresas que ainda não justificam os múltiplos?
O resultado excepcional da NVIDIA, com lucro líquido de US$ 31,9 bilhões no 3º trimestre de 2025 e receita de US$ 57 bilhões, superando expectativas, realmente adiou — ao menos temporariamente — o movimento de “purificação” do mercado financeiro. A força da empresa sustenta o otimismo em torno da inteligência artificial e posterga uma correção mais ampla nos múltiplos das big techs.
🌐 Contexto histórico e abrangente
Cenário pré-NVIDIA: O mercado vinha em 2025 com sinais de exaustão após o rali impulsionado pela inteligência artificial. Muitos analistas falavam em uma “seleção natural” iminente, onde empresas de tecnologia sem resultados consistentes seriam penalizadas. A aversão ao risco já havia derrubado bolsas globais na véspera da divulgação do balanço da NVIDIA.
Resultado da NVIDIA:
Lucro líquido: US$ 31,9 bilhões, alta de 65% em relação ao ano anterior.
Receita: US$ 57 bilhões, crescimento de 62% em um ano.
Projeção para o próximo trimestre: US$ 65 bilhões, acima das expectativas.
Impacto imediato: ações subiram entre 3% e 5% no after-market.
Peso da empresa: A NVIDIA hoje representa 7% a 8% do índice S&P 500, o que significa que seu desempenho influencia diretamente o humor do mercado americano. Um resultado tão forte não apenas sustenta o índice, mas também reforça a narrativa de que a revolução da IA ainda tem espaço para crescer.
Efeito sobre a “purificação”:
A correção esperada, que seria uma espécie de “faxina” nos múltiplos exagerados de empresas sem fundamentos sólidos, foi adiada.
O mercado, que estava pronto para testar a sustentabilidade do boom da IA, ganhou novo fôlego com a performance da NVIDIA.
Empresas menores e menos lucrativas continuam “surfando” na onda de otimismo, protegidas pelo brilho das líderes.
Risco latente: Apesar do adiamento, a questão estrutural permanece: empresas que não entregam resultados consistentes podem enfrentar dificuldades quando o ciclo de euforia perder força. A NVIDIA, por ser líder e altamente lucrativa, mascara temporariamente essa fragilidade do setor.
📊 Conclusão
O resultado da NVIDIA não elimina a necessidade de uma futura correção, mas empurra o movimento de purificação para frente. O mercado continua dependente das gigantes da IA para sustentar seus múltiplos, e enquanto elas entregarem resultados extraordinários, a seleção natural das demais empresas fica suspensa.
"BBAS3: Liquidez Institucional segura !? mas 20,50 está ai""BBAS3: Liquidez Institucional segura !? mas 20,50 está ai"
Esta é uma provocação que fizemos agora.
BANCO DO BRASIL (BBAS3) – Projeção Técnica para R$20,50
Resultado 3T25: O Banco do Brasil apresentou desempenho aquém das expectativas, com lucro líquido consolidado de aproximadamente R$3,80 bilhões, refletindo pressão sobre margens e elevação do custo de crédito.
Rentabilidade: O ROE (Return on Equity) reportado foi de 8,40%, nível inferior ao histórico da instituição, indicando menor eficiência na geração de valor ao acionista.
Qualidade da carteira de crédito: A inadimplência permanece em trajetória ascendente e ainda não apresenta sinais claros de estabilização para o 4T25, o que adiciona risco à precificação futura.
Guidance: As projeções divulgadas pelo banco não sustentam o movimento altista recente, sugerindo descolamento entre preço de tela e fundamentos.
Análise Técnica
O ativo apresenta estrutura gráfica de realização , com formação de pivô de baixa e possibilidade de extensão do movimento até a região de R$20,50.
Caso haja rompimento consistente desse patamar, espera-se entrada de fluxo comprador institucional, preparando o papel para o 1T26, período sazonalmente mais robusto em termos de resultados.
A liquidez elevada de BBAS3 favorece a absorção de ordens de grande volume, indicando presença de players institucionais sustentando o preço e evitando correções mais abruptas.
Considerações Estratégicas
O movimento atual deve ser interpretado como precificação antecipada de cenários futuros, ainda que não corroborados pelos dados fundamentalistas.
A manutenção de posições relevantes por investidores de grande porte sugere defesa técnica das cotações, o que pode abrir espaço para operações táticas de curto prazo.
O monitoramento do guidance revisado e da evolução da inadimplência será determinante para validar ou refutar a continuidade da tendência altista.
📊 Em resumo: BBAS3 apresenta dissonância entre fundamentos e preço, mas o setup gráfico aponta para teste da faixa de R$20,50, com potencial entrada de força compradora caso haja rompimento.
O ABC Corretivo está chegando?Enquanto a maioria entra em FOMO no topo histórico, o gráfico mensal nos mostra uma estrutura de Elliott prestes a se completar (1-2-3-4-5).
A história não se repete, mas rima: após toda Onda 5 estendida, vem a "limpeza" do mercado. Estou projetando um retorno à "caixa" dos $66k (Suporte Majoritário) antes de qualquer continuação saudável.
A linha vermelha no gráfico marca o ponto ideal de reentrada para quem tem paciência.
USD/JPY - FRAQUEZA DOS VENDEDORESAnalisando o par USD/JPY dentro do padrão SMC é possível notar uma possível reversão para capturar toda liquidez interna deixada desde o final de dezembro de 2024, esta situação é praticamente um espelho do índice DXY, esta correlação é similar em alguns pares contra o dólar. No caso do USD/JPY os vendedores falharam 2 vezes em romper o fundo da estrutura e novamente o fluxo diário realinhou para compra, então temos a expectativa de um novo teste da zona de demanda ou ao menos o preenchimento do FVG (imbalance mensal)
Morning Call - 19/11/2025 - Especial: Balanço da NvidiaAgenda de Indicadores:
10:30 – USA – Balança Comercial / Exportação / Importação
12:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto da EIA
15:00 – USA – Leilão de T-Bond de 20 anos
16:00 – USA – Ata do FOMC
Agenda de Autoridades:
12:00 – USA – Stephen Miran, governador do Fed (Vota), discursa sobre "Regulamentação Bancária e o Balanço Patrimonial do Fed" perante o Instituto de Política Bancária e o Conselho de Pequenas Empresas e Empreendedorismo.
14:45 – USA – Thomas Barkin, do Fed de Richmond (Não Vota), discursa em almoço oferecido pela VACEOs.
16:00 – USA – John Williams, do Fed de Nova York (Vota), discursa no evento híbrido "Criando Mercados Ausentes: Conectando Comunidades e Capital", organizado pelo Fed de Nova York.
Balanços Corporativos:
20:20 – USA – Nvidia
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLZ2025
Fiscal: O Senado aprovou nesta terça-feira o projeto que autoriza a atualização patrimonial de bens móveis e imóveis para fins de Imposto de Renda. A medida, que pode gerar até R$ 25 bilhões em receitas extras para o governo, segue agora para sanção do presidente Lula.
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — avançam nesta quarta-feira, em um pregão marcado pela expectativa da ata do Fed e pelo aguardado balanço da Nvidia. No dia de vencimento, o índice de volatilidade VIX recua levemente e opera em torno de 21,5 pontos.
Payroll: A BLS divulgará o relatório de empregos de setembro na quinta-feira, às 10h30 (horário de Brasília). David Morrison, da Trade Nation, comentou: “Há uma grande possibilidade de volatilidade nesses dados, mas ainda é difícil antecipar o que eles de fato vão sinalizar. Mesmo assim, faz sentido que membros do Fed se preparem para a possibilidade de manter os juros elevados em dezembro.” Morrison também chamou atenção para a qualidade dos números, lembrando que a coleta ficou interrompida por mais de um mês devido ao shutdown, o que pode comprometer parte das leituras.
Na CME, as apostas indicam agora 54% de probabilidade de manutenção dos juros na próxima reunião do Federal Reserve.
Especial: Balanço da Nvidia NASDAQ:NVDA
O mercado global de tecnologia prende a respiração nesta quarta-feira. Às 20h20 (Brasília), a Nvidia divulgará seus resultados trimestrais — um evento que pode definir o rumo das gigantes apostas de Wall Street em inteligência artificial. A leitura do balanço será decisiva para responder à pergunta que ecoa entre traders e gestores: o boom da IA ainda está sustentado por fundamentos ou já se aproxima de uma bolha?
Três anos após a explosão do ChatGPT, esse debate ganha força. Crescem rumores de que acordos circulares — em que empresas parceiras inflam mutuamente suas receitas — estariam ajudando a sustentar parte do avanço do setor, aumentando o risco de uma correção mais severa.
Esse clima de dúvida motivou alguns grandes fundos a realizar lucros. O Thiel Macro vendeu toda sua posição de US$ 100 milhões na Nvidia, enquanto o SoftBank também zerou sua participação de US$ 5,8 bilhões — embora tenha reinvestido em outra empresa de IA. A realização coincide com uma queda de 7,9% da Nvidia em novembro, após ter subido mais de 1.200% nos últimos três anos. O S&P 500, no mesmo período, recuou 2,5%.
Apesar do desconforto crescente, uma parte essencial da história permanece inalterada: a demanda pelos chips da Nvidia continua explosiva. Gigantes como Microsoft, Apple, Meta, Google e Amazon seguem investindo bilhões em data centers de IA. Jensen Huang, CEO da Nvidia, afirmou no mês passado que há US$ 500 bilhões em encomendas já contratadas até 2026.
Mas o foco dos traders mudou. Agora, a atenção não está apenas no crescimento da demanda, mas no peso da depreciação desses chips avançados nos balanços das empresas compradoras. Como a Nvidia passou a atualizar seus modelos anualmente, versões anteriores tornam-se obsoletas mais rápido, levando companhias a revisarem sua estrutura de custos.
O famoso gestor de fundo Michael Burry — inspiração para A Grande Aposta — alertou recentemente que grandes provedores de nuvem podem estar inflando seus lucros ao estender artificialmente a vida útil depreciável dos equipamentos de IA, como os chips da Nvidia.
Para o terceiro trimestre fiscal, o consenso aponta para uma alta de 56% na receita, a US$ 54,92 bilhões, uma queda no crescimento superior a 250% visto em trimestres anteriores.
A empresa deve ainda reportar:
margem bruta ajustada de 73,6%, cerca de 2 p.p. abaixo do ano passado;
lucro líquido de aproximadamente US$ 29,54 bilhões, alta de 53%.
O veredito chega hoje à noite. E, para muitos analistas, o desempenho das ações após o balanço será um teste direto da sustentabilidade do rally que transformou a Nvidia na primeira empresa de mais de US$ 5 trilhões em valor de mercado.
Europa
Os principais índices de ações da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — registram um novo dia de perdas nesta quarta-feira, embora de forma mais moderada. Os traders adotam uma postura cautelosa antes de dois eventos-chave: a divulgação da ata do Fed e os resultados trimestrais da Nvidia, ambos previstos para hoje.
As ações de tecnologia europeias recuam cerca de 0,5%, refletindo o clima de espera em torno do balanço da Nvidia, que poderá tanto intensificar quanto aliviar as preocupações sobre as elevadas avaliações do setor. A Schneider Electric, fabricante de equipamentos ligados à IA, opera com leve baixa, enquanto a Siemens Energy avança mais de 1% em movimento de correção após fortes quedas recentes.
No Reino Unido, a inflação ao consumidor desacelerou para 3,6% em outubro, ante 3,8% em setembro — primeira queda desde maio e em linha com as expectativas. O dado oferece algum alívio ao governo às vésperas do orçamento anual e reforça as apostas de um possível corte de juros pelo Banco da Inglaterra em dezembro. Após a divulgação, a libra recuou levemente frente ao dólar, ao passo que o FTSE 100 registrou uma alta temporária.
Ásia/Pacífico
O clima de cautela continuou dominando os mercados da Ásia-Pacífico nesta madrugada, com vários índices acumulando o quarto dia seguido de queda. As preocupações permanecem concentradas em dois pontos: a crescente desconfiança sobre as avaliações elevadas das empresas ligadas à inteligência artificial e a incerteza quanto à possibilidade de um corte de juros pelo Federal Reserve no próximo mês.
Na Coreia do Sul e em Taiwan, os índices Kospi TVC:KOSPI e TWSE FTSE:TW50 recuaram 0,6%, refletindo a pressão contínua sobre gigantes de tecnologia da região. Na Austrália, o ASX ASX:XJO encerrou o pregão com queda de 0,2%.
No Japão, o Nikkei TVC:NI225 caiu 0,3%. O anúncio de planos de gastos governamentais elevados fez os rendimentos dos títulos de longo prazo atingirem novos recordes, enquanto o iene voltou a ganhar força e ultrapassou os 155 por dólar — nível considerado sensível pelas autoridades, que alertaram para possível intervenção no câmbio. As tensões diplomáticas com a China adicionaram mais pressão ao mercado japonês.
Na China continental, os índices Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 e China A50 FTSE:XIN9 fecharam de forma mista. Segundo a Pesquisa de Gestores de Fundos da Ásia do BofA Securities, 29% dos entrevistados agora projetam uma desaceleração maior da economia chinesa, enquanto os traders passaram a prever um espaço mais limitado para novos estímulos monetários.
Em Hong Kong, o Hang Seng HSI:HSI teve mais um pregão negativo, liderado por empresas de tecnologia. A Xiaomi despencou 4,8% após anunciar que vai aumentar os preços de seus smartphones no próximo ano, devido ao encarecimento dos chips de memória. Já as ações da Baidu recuaram 1% depois que a empresa reportou queda de 7% na receita trimestral.
Uma única injeção pode silenciar uma doença para sempre?A Benitec Biopharma emergiu da obscuridade clínica para validação de plataforma com resultados inéditos de ensaio fase 1b/2a mostrando taxa de resposta de 100% em todos os seis pacientes tratados com BB-301, sua terapia gênica para Distrofia Muscular Oculofaríngea (OPMD). Essa doença genética rara, caracterizada por dificuldades progressivas de deglutição que podem levar a pneumonia aspirativa fatal, não tem tratamentos farmacêuticos aprovados. A abordagem proprietária "Silence and Replace" da Benitec usa interferência de RNA direcionada por DNA para silenciar simultaneamente a produção da proteína mutante tóxica enquanto fornece um substituto funcional, um mecanismo sofisticado de dupla ação entregue via injeção única de vetor AAV9. Os dados clínicos revelaram melhoras dramáticas, com um paciente experimentando redução de 89% na carga de deglutição, normalizando essencialmente sua experiência alimentar. A designação Fast Track subsequente da FDA para BB-301 reforça a convicção regulatória nessa abordagem.
A posição estratégica da empresa vai além de um único ativo. Novembro de 2025 marcou um evento de capital transformador com captação de US$ 100 milhões a US$ 13,50 por ação, quase o triplo dos US$ 4,80 de 18 meses antes, ancorada por investimento direto de US$ 20 milhões da Suvretta Capital, que agora controla cerca de 44% das ações em circulação. Essa validação institucional, aliada a um balanço patrimonial sólido com runway até 2028-2029, desriscou fundamentalmente a tese de investimento. A parceria de manufatura com a Lonza garante produção escalável conforme GMP, evitando riscos geopolíticos de cadeia de suprimentos que afetam concorrentes dependentes de CDMOs chinesas. Com proteção robusta de PI até os anos 2040 e designação de Medicamento Órfão fornecendo exclusividade adicional de mercado, a Benitec opera em vácuo competitivo, pois nenhum outro programa em estágio clínico mira OPMD.
As implicações mais amplas posicionam a Benitec como líder de plataforma em vez de empresa de produto único. A arquitetura "Silence and Replace" resolve limitação fundamental da terapia gênica tradicional: trata distúrbios autossomos dominantes onde proteínas mutantes tóxicas tornam a simples substituição gênica ineficaz. Isso desbloqueia uma classe inteira de doenças genéticas previamente não tratáveis. A liderança da empresa, incluindo CEO Dr. Jerel Banks (com credenciais M.D./Ph.D. e experiência em pesquisa de ações de biotecnologia) e diretora Dr. Sharon Mates (que levou a Intra-Cellular Therapies a aquisição de US$ 14,6 bilhões pela J&J), sugere preparação para escala comercial ou aquisição estratégica. Com poder de precificação potencial de US$ 2-3 milhões por tratamento baseado em terapias gênicas comparáveis, e valor empresarial de cerca de US$ 250 milhões contra oportunidade de receita de bilhões de dólares, a Benitec representa um perfil atraente de risco-retorno assimétrico na vanguarda da medicina genética curativa.
Morning Call - 18/11/2025 - Ouro Recua NovamenteAgenda de Indicadores:
10:15 – USA – Variação Semanal de Empregos Privados ADP
10:30 – USA – Preços de Bens Importados e Exportados
11:15 – USA – Produção Industrial (Pode não ser divulgada)
18:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal API
Agenda de Autoridades:
12:30 – USA – Michael Barr, Governador do Fed (Vota), discursa sobre supervisão bancária na Série de Palestras Alan Meltzer da Escola de Negócios Kogod.
13:00 – USA – Thomas Barkin, do Fed de Richmond (Não Vota), discursa na Cúpula Econômica Top of Virginia.
10:20 – USA – Lorie Logan, do Fed de Dallas (Não Vota), faz o discurso de encerramento no evento híbrido "Perspectivas Globais com Gretchen Watkins", em Houston, Texas.
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLZ2025
Inflação e Juros: O Boletim Focus trouxe ontem uma melhora importante nas projeções de inflação para 2025: a estimativa do IPCA recuou de 4,55% para 4,46%, ficando abaixo do teto da meta de 4,50% do Banco Central. Já o IBC-Br mostrou uma contração maior que a esperada, de 0,24% na atividade econômica em setembro. Mesmo assim, ambos os indicadores passaram praticamente despercebidos pela curva de juros, que continuou sendo guiada pelo aumento da aversão ao risco no cenário internacional.
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — recuam nesta terça-feira, acompanhando o clima de aversão ao risco observado na sessão anterior. O índice de volatilidade VIX ACTIVTRADES:USAVIXX2025 voltou a superar os 22 pontos, indicando maior demanda por proteção no mercado de opções dos EUA.
O apetite por risco será colocado à prova nesta semana com dois eventos centrais: o Payroll de setembro, previsto para quinta-feira às 10h30 (horário de Brasília), e o balanço trimestral da Nvidia, marcado para quarta-feira às 20h20.
Comentário de David Morrison, da Trade Nation: “Há uma grande possibilidade de volatilidade nesses dados, mas não está claro o que exatamente eles poderão sinalizar. Ainda assim, é compreensível que membros do Fed se preparem para a chance de manter as taxas elevadas em dezembro.” Morrison também alertou que a qualidade dos dados pode estar comprometida, já que a coleta ficou paralisada por mais de um mês devido ao shutdown.
Na CME, as apostas agora apontam para uma probabilidade de 54% de manutenção dos juros na próxima reunião do Fed.
Europa
Os principais índices de ações da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — recuam com força nesta terça-feira, em meio à cautela dos traders antes do balanço da Nvidia e da divulgação do Payroll nos Estados Unidos.
O sentimento de aversão ao risco pesa especialmente sobre o setor financeiro, com grandes bancos e seguradoras registrando quedas superiores a 2%. Entre as empresas de tecnologia, fabricantes de equipamentos ligados à inteligência artificial — como Siemens Energy e Schneider Electric — recuam entre 2% e 3%.
Do lado positivo, as ações da farmacêutica suíça Roche avançam quase 6% após a divulgação de resultados favoráveis da fase final de testes de seu novo medicamento para câncer de mama.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam a terça-feira em forte queda, com o setor de tecnologia no centro das atenções.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI liderou as perdas ao despencar 3,3%, voltando a operar abaixo do importante nível de 4.000 pontos. Entre as principais ações do índice, Samsung recuou 2,8%, SK Hynix caiu quase 6% e LG Energy Solutions perdeu 4,3%.
No Japão, o Nikkei TVC:NI225 caiu 3,2%, na maior baixa em mais de sete meses, retornando abaixo do patamar-chave de 50.000 pontos. As ações do SoftBank Group caíram 7,5%, enquanto Tokyo Electron e Advantest recuaram 5,5% e 3,7%, respectivamente.
Comentário de Naoki Fujiwara, da Shinkin Asset Management: “Os fatores que sustentavam a alta perderam força — como o avanço da inteligência artificial e a expectativa de cortes de juros nos EUA. O agravamento das relações entre Japão e China também vem afetando o sentimento do mercado.”
Na China, os índices Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Hang Seng HSI:HSI recuaram até 1,7%, acompanhando o tom negativo da região.
Em Taiwan, o índice TWSE caiu 2,5%, pressionado pela queda de 2,8% da TSMC. Na Austrália, o ASX ASX:XJO terminou o pregão em baixa de 2%.
Criptoativos
O Bitcoin ACTIVTRADES:BTCUSD rompeu novamente abaixo dos US$ 90.000, atingindo o menor nível em sete meses e reforçando o enfraquecimento do apetite global por ativos de risco. A moeda digital perdeu todo o ganho acumulado em 2025 e agora negocia cerca de 30% abaixo do recorde superior a US$ 126.000 alcançado em outubro. Operadores do mercado apontam que o ajuste ocorre em meio à crescente incerteza sobre novos cortes de juros nos Estados Unidos e à deterioração do sentimento após a longa fase de valorização que impulsionou o setor de criptoativos neste ano.
Comentário de Joshua Chu, da Associação Web3 de Hong Kong: “A onda de vendas está sendo amplificada por empresas e instituições listadas que estão reduzindo suas posições após terem investido fortemente durante a alta, aumentando os riscos de contágio no mercado. Quando o suporte diminui e a incerteza macroeconômica cresce, a confiança pode se deteriorar com velocidade notável.”
O Ethereum $ACTIVTRADES:ETHUSDA segue trajetória semelhante, acumulando perdas próximas a 40% nos últimos meses. Depois de atingir quase US$ 5.000 em agosto, a segunda maior criptomoeda do mercado agora é negociada abaixo de US$ 3.000, refletindo a pressão generalizada sobre os ativos digitais.
Commodities
O ouro ACTIVTRADES:GOLD recua para o menor nível em mais de uma semana nesta terça-feira, pressionado pela redução das apostas em um corte de juros pelo Federal Reserve no próximo mês — movimento que enfraquece a demanda pelo metal antes da divulgação de dados econômicos dos EUA.
Entre as demais commodities metálicas, a prata ACTIVTRADES:SILVER opera com leve alta, enquanto o cobre ACTIVTRADES:COPPERZ2025 apresenta uma pequena correção negativa.
No mercado de energia, os preços do petróleo Brent ACTIVTRADES:BRENT e WTI ACTIVTRADES:LCRUDE avançam de forma moderada. As cotações permanecem presas em uma faixa estreita nos últimos meses, refletindo o aumento da oferta da OPEP e a incerteza sobre sanções e os efeitos da guerra no fluxo de petróleo russo.
Ouro entre suporte chave e incerteza sobre juros
Os preços do ouro caíram nas primeiras negociações de terça-feira, antes de recuperarem de um mínimo de uma semana, mantendo-se ligeiramente acima do importante nível de suporte dos $4.000. O metal precioso continua a enfrentar ventos contrários resultantes da diminuição das expectativas de que a Reserva Federal venha a cortar as taxas de juro em dezembro. Com a reabertura do governo dos Estados Unidos, a divulgação de dados económicos será retomada — incluindo o relatório de Emprego Não Agrícola de setembro, que tinha sido adiado — deixando os investidores mais incertos e levando-os a atribuir probabilidades mais baixas a um novo corte de taxas antes do final do ano. Esta dinâmica tem sido reforçada por uma série de declarações públicas cautelosas de membros séniores do FOMC, que demonstraram alguma hesitação em reduzir os custos de financiamento. Ao mesmo tempo, o estatuto de ativo de refúgio do ouro continua a sustentar a procura, numa altura em que a aversão ao risco aumenta nos mercados financeiros, provocando perdas generalizadas nas ações, devido ao crescimento dos receios de uma desaceleração económica. Neste contexto — com o ouro preso entre forças opostas — os investidores aguardam agora a divulgação da última ata do FOMC, na quarta-feira, na expectativa de obterem maior clareza sobre o rumo das taxas de juro da Fed. Quaisquer sinais relativamente à orientação futura da política monetária deverão influenciar o desempenho do dólar norte-americano e, consequentemente, o do metal precioso, dada a correlação inversa existente entre os dois ativos.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
"MAGALU-MGLU3 ainda não está no preço a queda da Selic"📉 Ação analisada: Magazine Luiza S.A. (MGLU3), listada na B3 (BMFBOVESPA).
💲 Cotação atual: R$ 9,13.
🔻 Variação do dia: queda de −4,80% (−0,46).
📊 Faixa de negociação:
Abertura: R$ 9,68
Máxima: R$ 9,73
Mínima: R$ 9,10
Fechamento: R$ 9,13
📈 Indicadores técnicos:
EMA (média móvel exponencial) de 9 períodos: R$ 8,94
SMA (média móvel simples) de 200 períodos: não especificada no trecho, mas presente no gráfico.
🔄 Volume negociado: 16,88 milhões.
⚖️ Livro de ofertas:
Venda: R$ 9,10
Compra: R$ 9,19
Em resumo, a página mostra o desempenho intradiário da ação MGLU3, destacando uma queda significativa no preço, com suporte e resistência próximos da faixa de R$ 9,10–9,73.
📊 Análise Técnica (MGLU3)
Tendência de curto prazo: O papel vem operando acima de médias móveis de curto e médio prazo, sugerindo viés altista, mas o Índice de Força Relativa (IFR) indica aproximação de sobrecompra, o que pode gerar correção.
Suportes relevantes: Faixa entre R$ 8,82 e R$ 8,60, seguida por níveis mais baixos próximos de R$ 8,08.
Resistências: Região de R$ 10,11 até R$ 11,39, que precisa ser rompida com volume para confirmar retomada.
Cenário atual: O ativo mostra oportunidade no curto prazo, mas exige gestão de risco com stop loss. No médio prazo, o mercado aguarda confirmação de recuperação; no longo prazo, ainda há desafios estruturais.
💼 Comentário Fundamentalista – Resultado 3T25
Lucro líquido: R$ 84,6 milhões, queda de 17,4% frente ao 3T24.
Lucro ajustado: R$ 21,2 milhões, retração de 69,8%.
Ebitda ajustado: R$ 711 milhões, praticamente estável, com margem de 7,9%.
Receita bruta: R$ 11,3 bilhões, leve recuo, mas com ganho de eficiência operacional.
Destaque: Lojas físicas cresceram 5% em vendas, reforçando a multicanalidade, enquanto o e-commerce perdeu participação.
Interpretação: Apesar da queda expressiva no lucro ajustado, o resultado foi melhor que o esperado pelo mercado, mostrando resiliência em meio a juros altos e consumo fraco.
🎄 Expectativas para o 4T25
O fim de ano tradicionalmente impulsiona o varejo, com Black Friday e Natal como catalisadores.
A empresa deve se apoiar na força das lojas físicas e na logística integrada para capturar vendas, mesmo com cenário macroeconômico desafiador.
Analistas destacam que o Magalu está em “modo defensivo”, mas o 4T tende a ser mais favorável, podendo aliviar margens e trazer recuperação parcial
"VALE -momento vendedor para VALE3, 62,00 reais pode ser o alvo"Aqui está um resumo dos principais pontos da página que você está visualizando sobre a ação VALE3 (Vale S.A.) no TradingView:
📊 Informações principais da ação
Ticker: VALE3 (Vale S.A.)
Bolsa: BMFBOVESPA
🧭 Interpretação
O movimento do dia pode ser vendedor pelo Macro e pode se estender durante a semana , colocamos a região de 62,00 como possível alvo antes de uma chance de recuperação.
A leve queda (-0,08%) sugere falta de força compradora, mas ainda não há rompimento claro para baixo.
Se o preço se mantiver acima da EMA 9, pode tentar novo teste na resistência. Caso contrário, há risco de buscar o suporte.Preço atual: R$ 65,22
Variação: -0,08% (-0,05)
📈 Detalhes do pregão
Abertura: R$ 65,60
Máxima: R$ 65,77
Mínima: R$ 64,91
Fechamento: R$ 65,22
Volume negociado: 20,15 milhões
📈 Guidance para o 4º Trimestre de 2025
De acordo com comunicados da Vale e análises de mercado:
Minério de ferro: Produção prevista entre 310–320 milhões de toneladas em 2025, mantendo estabilidade no 4T25.
Cobre: Guidance revisado para baixo, com menores volumes devido a ajustes operacionais.
Níquel: Expectativa de redução temporária em alguns ativos, mas com planos de retomada gradual.
Custos: Pressão de custos mais elevados no curto prazo, principalmente em logística e energia.
Investimentos: Guidance aponta maiores aportes em expansão e sustentabilidade, incluindo projetos de descarbonização e automação.
Provisões: Em novembro de 2025, a Vale registrou adicional de US$ 500 milhões em provisões relacionadas ao caso da barragem de Fundão.
🧭 Interpretação
Fundamentalista: A ação mostra valuation atrativo (P/L baixo, EV/EBITDA reduzido) e bom retorno ao acionista via dividendos.
Guidance: Apesar da pressão de custos e ajustes em metais não-ferrosos, o minério de ferro segue como pilar de resultados. O foco estratégico está em sustentabilidade, automação e expansão de capacidade.
As tensões na Ásia podem triplicar seus retornos de hedge?Como as crescentes tensões geopolíticas entre China e Japão criam um caso de investimento atraente para o ProShares UltraPro Short QQQ (SQQQ), um ETF inverso triplo alavancado que rastreia o Nasdaq-100 (NDX). A concentração extrema do Nasdaq-100 em setores de tecnologia (61% de peso) e dependência de cadeias de suprimentos globais impecáveis o tornam unicamente vulnerável à instabilidade na Ásia-Pacífico. A estrutura tripla inversa do SQQQ permite que investidores lucrem com quedas esperadas no NDX sem contas de margem tradicionais, enquanto seu mecanismo de composição diária é otimizado para capturar movimentos de alta volatilidade e quedas direcionais que crises geopolíticas geralmente desencadeiam.
A vulnerabilidade central vem de gargalos críticos nas cadeias de suprimentos no Leste Asiático. A China controla quase 90% do processamento global de elementos de terras raras essenciais para motores de VE, sensores e sistemas de defesa, e já usou esse domínio como arma contra o Japão em disputas territoriais. Enquanto isso, o Japão detém 50% do mercado global em materiais semicondutores críticos como fotoresistentes, tornando qualquer interrupção equivalente a parar a fabricação de chips para empresas do NDX. Com o Nasdaq-100 derivando cerca de 10% de receitas diretamente da China continental e quase 50% internacionalmente, tensões escaladas ameaçam perdas de receita simultâneas em múltiplos mercados principais, forçando regionalização custosa das cadeias de suprimentos que comprimem margens de lucro.
Além das cadeias físicas, a análise identifica operações cibernéticas patrocinadas pelo Estado como a ameaça aguda mais imediata. Agências dos EUA avaliam que atores cibernéticos chineses estão se posicionando previamente em redes de infraestrutura crítica para permitir ataques disruptivos em crises maiores, com o Japão relatando ataques cibernéticos militares chineses anteriores contra 200 empresas e institutos de pesquisa. Paradas de produção induzidas por ciberataques poderiam gerar bilhões em receitas perdidas enquanto degradam a produção de inovação que sustenta as valorações do NDX. Incerteza geopolítica correlaciona diretamente com gastos reduzidos em P&D corporativo e declínios demonstráveis na qualidade de patentes e taxas de citação.
A convergência desses riscos — armamentização de cadeias de suprimentos, custos forçados de regionalização, taxas de desconto elevadas por prêmios de risco geopolítico e ameaças de guerra cibernética — cria um ambiente ideal para a exposição tripla inversa do SQQQ. Conselhos corporativos que falham em incorporar monitoramento robusto de risco geopolítico nas valorações do NDX representam uma falha fundamental de governança, pois a mudança estrutural da eficiência global para cadeias focadas em resiliência exige gastos de capital significativos que minam as altas valorações de crescimento que sustentam os preços atuais do NDX.
Nasdaq recupera após forte correção
Os mercados acionistas recuperaram na sexta-feira, após a forte correção registada nos dias anteriores, num contexto de receios de sobreaquecimento, em particular no setor tecnológico. Os futuros do Nasdaq estão esta manhã a negociar perto dos 25 300 pontos, prolongando a recuperação de sexta-feira, mas os riscos permanecem elevados. Esta semana, os investidores estarão especialmente atentos a dois eventos: a apresentação de resultados da Nvidia, na quarta-feira, e a publicação dos dados de emprego de setembro nos EUA, na quinta-feira, que poderão ser determinantes para a decisão da Reserva Federal sobre as taxas de juro em dezembro. Atualmente, os mercados de previsões atribuem uma probabilidade praticamente idêntica entre a manutenção das taxas e um corte de 25 pontos base, o que aumenta o potencial de volatilidade em caso de surpresa nos dados macroeconómicos.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Morning Call - 17/11/2025 - Mercados Aguardam PayrollAgenda de Indicadores:
8:25 – BRA – Boletim Focus
9:00 – BRA – IBC-Br
10:30 – CAD – IPC
10:30 – USA – Índice Empire State de Atividade Industrial em Nova York
Agenda de Autoridades:
9:00 – BRA – Gabriel Galípolo, presidente do BCB, palestra no Fórum Internacional de Equidade Racial Empresarial.
11:00 – USA – John Williams, do Fed de Nova York (Vota), faz um discurso de boas-vindas na Conferência de Reforma da Governança e da Cultura de 2025, organizada pelo Banco da Reserva Federal de Nova York.
11:30 – USA – Philip Jefferson, vice-presidente do Fed (Vota), discursa sobre as perspectivas econômicas e a política monetária em evento organizado pelo Fed de Kansas City, após ser apresentado pelo presidente do Fed de Kansas City, Jeffrey Schmid.
15:00 – USA – Neel Kashkari, do Fed de Minneapolis (Não Vota), participa de um bate-papo informal e de uma sessão de perguntas e respostas com Christophe Beck, CEO da Ecolab, no almoço de novembro do Clube Econômico de Minnesota.
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLZ2025
IBC-Br: As estimativas para setembro sugerem uma retração de 0,10% no indicador, interrompendo o avanço registrado em agosto. O movimento deve ser consequência da perda de fôlego da indústria, que caiu 0,40%, e da leve baixa nas vendas do varejo (-0,30%). Mesmo com o setor de serviços mostrando expansão de 0,60%, o desempenho não teria sido suficiente para evitar o resultado negativo no mês.
Relatório Bimestral de Receitas e Despesas: O governo precisará divulgar o último relatório de 2025 até o dia 22 de novembro, data que cai em um sábado. Por isso, o Ministério do Planejamento deve antecipar a publicação para quarta-feira (19) ou sexta-feira (21). O documento traz uma atualização das projeções para o resultado primário e pode determinar novas liberações, ou bloqueios, de recursos para garantir o cumprimento da meta fiscal.
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — iniciam a semana em alta, com destaque para o setor de tecnologia. O índice de volatilidade VIX ACTIVTRADES:USAVIXX2025 recua novamente e opera abaixo dos 20 pontos.
O apetite por risco será testado nesta semana por dois eventos-chave: o Payroll de setembro, que será divulgado na quinta-feira às 10h30 (horário de Brasília), e o balanço trimestral da Nvidia, na quarta-feira às 20h20.
Comentário de David Morrison, da Trade Nation: “Há uma grande possibilidade de volatilidade nesses dados, mas não está claro o que exatamente eles poderão sinalizar. Ainda assim, faz sentido que membros do Fed se preparem para a chance de as taxas permanecerem elevadas em dezembro.” Morrison também destacou que a qualidade das informações pode estar comprometida, uma vez que a coleta de dados ficou interrompida por mais de um mês devido ao shutdown.
Na sexta-feira, as expectativas para políticas monetárias esfriaram ainda mais: a probabilidade de manutenção dos juros em dezembro chegou a 56%, após comentários do presidente do Fed de Kansas City, Jeffrey Schmid, e da presidente do Fed de Dallas, Lorie Logan, que expressaram dúvidas sobre a necessidade de novos cortes.
Ao longo da semana, Home Depot NYSE:HD , Target NASDAQ:TH , Walmart NYSE:WMT e Nvidia NASDAQ:NVDA divulgarão seus resultados trimestrais. O balanço da Nvidia é o mais aguardado, sendo visto como um teste crucial para a forte valorização do setor de tecnologia.
Desde o lançamento do ChatGPT, em novembro de 2022, as ações da Nvidia acumulam alta próxima de 1.000%. Somente em 2025, a valorização já supera 40%, levando a empresa a se tornar a primeira a ultrapassar US$ 5 trilhões em valor de mercado no mês passado.
Europa
Os principais índices de ações da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — recuam nesta segunda-feira, em meio à cautela dos traders à espera do início da divulgação dos dados americanos desta semana, que inclui o Payroll de setembro na quinta-feira.
No noticiário corporativo, as ações da Airbus avançam 1,5% após reportagem da Reuters indicar que a fabricante está prestes a garantir a maior parte de um grande pedido da flydubai no Dubai Airshow, desafiando o tradicional domínio da Boeing.
Ásia/Pacífico
Os mercados acionários asiáticos fecharam majoritariamente em queda nesta segunda-feira, pressionados pelo aumento das tensões entre China e Japão, que afetou diretamente setores sensíveis da bolsa de Tóquio.
O Ministério da Educação da China emitiu no domingo um alerta para estudantes chineses no Japão, recomendando cautela e uma avaliação cuidadosa de riscos. A pasta citou deterioração da segurança pública, aumento de crimes contra cidadãos chineses e um ambiente acadêmico desfavorável no país.
Na bolsa de Tóquio, empresas de cosméticos e beleza, altamente dependentes do consumo chinês, recuaram até 11%. Lojas de departamento e redes hoteleiras também foram pressionadas, refletindo o impacto esperado sobre o turismo. O índice Nikkei TVC:NI225 caiu 0,1%, com o setor industrial impedindo uma queda mais acentuada.
Entre os indicadores, a economia japonesa contraiu 1,8% na prévia do 3º trimestre e 0,4% na comparação anual, afetada pelas tarifas impostas pelos EUA. Em contrapartida, a produção industrial cresceu 2,6% em setembro. Rumores sobre um pacote de estímulos de US$ 110 bilhões da primeira-ministra elevaram ainda mais os rendimentos dos títulos japoneses ao longo de toda a curva, ampliando o estresse no mercado de dívida.
Traders apontam riscos adicionais para o iene caso a confiança na disciplina fiscal japonesa seja abalada — cenário semelhante ao observado no Reino Unido na semana passada, quando ações, títulos e a libra desabaram após notícias de que a ministra das Finanças, Rachel Reeves, poderia recuar de aumentos de impostos.
Na China, os índices Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Hang Seng HSI:HSI fecharam em baixa moderada. O índice australiano ASX ASX:XJO terminou o pregão praticamente estável.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI avançou quase 2%, recuperando parte da forte queda de 3,8% registrada na sexta-feira.
Criptoativos
As criptomoedas, que recentemente têm funcionado como um termômetro do apetite por risco nas ações de tecnologia, registraram na semana passada sua maior queda desde março, acumulando perdas superiores a 10%. Nesta segunda-feira, o Bitcoin ACTIVTRADES:BTCUSD opera em torno de US$ 95.000, enquanto o Ethereum ACTIVTRADES:ETHUSD oscila próximo de US$ 3.200.
Uma empresa pode impulsionar o futuro nuclear dos EUA?A BWX Technologies (BWXT) posicionou-se na interseção crítica entre segurança nacional e infraestrutura de energia, estabelecendo domínio no setor nuclear avançado por meio de contratos estratégicos e liderança tecnológica. Os resultados do terceiro trimestre de 2025 da empresa revelam um ímpeto notável, com receita atingindo US$ 866 milhões (aumento de 29% em relação ao ano anterior) e backlog total saltando para US$ 7,4 bilhões, um aumento de 119%. Com uma relação book-to-bill de 2,6 vezes, a BWXT demonstra demanda substancialmente superior à capacidade atual, impulsionada pelas forças convergentes de descarbonização, eletrificação e o crescimento explosivo das necessidades de energia de IA.
O fosso competitivo da BWXT se estende por múltiplas dimensões. A empresa garantiu contratos de defesa cruciais no valor de US$ 1,5 bilhão para enriquecimento de urânio doméstico e US$ 1,6 bilhão para produção de urânio empobrecido de alta pureza, abordando diretamente a vulnerabilidade estratégica dos EUA à dependência de combustível estrangeiro. Liderando o Projeto Pele, o primeiro protótipo de microrreator transportável do Departamento de Defesa que fornece 1-5 MW, a BWXT está fabricando o núcleo do reator para entrega em 2027, alinhado ao mandato da Ordem Executiva 14299 para acelerar o implantação nuclear avançado para segurança nacional e infraestrutura de IA. Essa vantagem de pioneirismo posiciona a empresa fortemente para programas subsequentes como o Projeto JANUS, que visa implantar um reator de instalação militar até setembro de 2028.
A superioridade técnica da empresa centra-se na maestria na fabricação de combustível TRISO, partículas isotrópicas tristruturais que não derretem sob condições de reator e servem como sistemas de segurança autônomos. A BWXT controla patentes proprietárias para designs especializados de elementos de combustível HALEU e mantém parcerias estratégicas com Northrop Grumman (sistemas de controle) e Rolls-Royce LibertyWorks (conversão de energia), garantindo conformidade com padrões rigorosos de cibersegurança do DoD. Essa abordagem integrada, abrangendo autorização de enriquecimento de combustível, design de componentes patenteados, capacidades de fabricação validadas e parcerias de grau de defesa, cria barreiras formidáveis à concorrência enquanto captura o vento a favor de múltiplas décadas da adoção nuclear institucional mandada por políticas federais e necessidade geopolítica.
Continuação de Tendencia 1D, H4, H11 - Grafico diário rompeu um topo deixando FVG diário no rompimento.
2 - Em H4 tbm tem FVG no rompimento do topo anterior.
3 - Em H1 está claramente numa tendencia de ALTA.
4 - Como está nos desenhos, esperar o preço capturar a Liquidez do PDL do dia anterior e em times frames menores gerar uma quebra de estrutura de um topo forte anterior sinalizando uma mudança na tendencia em times frames menores.
5 - Zonas de entrada na OTE 0.705 se corrigir na zona de POI após a quebra de estrutura.






















