Crise na Venezuela Impulsiona Preços do Ouro
Os preços do ouro subiram ligeiramente nas primeiras negociações de terça-feira, depois de terem registado ganhos superiores a 2% na sessão anterior. O metal precioso continua a ser apoiado por expectativas cada vez mais dovish em relação à Reserva Federal, após a divulgação de dados fracos dos PMIs da indústria transformadora dos EUA, que reforçaram as preocupações de que a maior economia do mundo possa estar a abrandar e alimentaram as expectativas de cortes nas taxas de juro. A procura por ativos de refúgio também aumentou na sequência dos acontecimentos do fim de semana na Venezuela e das declarações subsequentes do Presidente Trump, que pareceram indicar a possibilidade de ações militares semelhantes noutros países. Neste contexto, não é surpreendente ver os preços do ouro a subir, com margem para novos ganhos. Ainda assim, é provável que os traders se mantenham cautelosos antes de assumirem posições longas de maior dimensão, aguardando a divulgação dos dados do mercado de trabalho dos EUA na sexta-feira, que se perfilam como um evento-chave para a formação de expectativas em torno da trajetória da política monetária da Fed.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Além da Análise Técnica
Pode a Mobileye tornar 19M de unidades em dominância de mercado?A Mobileye Global Inc. garantiu um pipeline transformador de 19 milhões de unidades através de dois grandes acordos: 9 milhões de chips EyeQ6H para o ADAS de próxima geração de uma das 10 maiores montadoras dos EUA e um compromisso anterior da Volkswagen. Esta conquista surge num período desafiador, marcado por um declínio de 50% nas ações em 2025, mas sinaliza uma mudança fundamental no modelo de negócio da empresa. A transição da venda de chips de segurança básicos a 40–50 dólares por unidade para a oferta de uma plataforma abrangente "Surround ADAS" a 150–200 dólares por veículo representa um triplo potencial de receita, estabelecendo a Mobileye como um fornecedor de plataforma centrado em software, em vez de apenas um fornecedor de componentes.
A base técnica desta estratégia assenta no chip EyeQ6H, um processador de 7nm capaz de processar dados de 11 sensores, excluindo deliberadamente a dispendiosa tecnologia LiDAR. Este design consciente dos custos permite a condução em autoestrada sem mãos até 130 km/h para veículos de mercado de massa, consolidando múltiplas funções num único ECU e simplificando a produção das montadoras. A tecnologia proprietária Road Experience Management (REM™) da empresa, que recolhe dados de milhões de veículos para criar mapas de alta definição, proporciona uma barreira de propriedade intelectual substancial contra concorrentes como a Tesla e a Nvidia. As capacidades de atualização over-the-air garantem que a plataforma permanece atualizada durante todo o ciclo de vida do veículo.
No entanto, a Mobileye enfrenta ventos contrários significativos que moderam o entusiasmo dos investidores. Com 3.000 dos 4.300 funcionários baseados em Israel, a incerteza geopolítica afeta a avaliação e as operações, motivando uma recente redução de 5% na força de trabalho (200 funcionários). A concorrência de rivais chineses como a Huawei e a Xpeng, que estão a desenvolver soluções próprias, representa uma ameaça existencial à quota de mercado. A empresa caracteriza 2025 como um "ano de transição" fustigado por desafios de inventário, mas o massivo pipeline de encomendas e o modelo de receita melhorado posicionam 2026 como potencialmente crucial. O sucesso depende de uma execução impecável dos lançamentos de produtos e da capacidade de manter a liderança tecnológica enquanto navega pelas tensões geopolíticas e pela competição intensificada no espaço da condução autónoma.
(SUZB3): Impacto dos Preços da Celulose e do Dólar na Estrutura "Suzano S.A. (SUZB3): Impacto dos Preços da Celulose e do Dólar na Estrutura Fundamentalista e Gráfica"
Resumo: A Suzano (SUZB3) enfrenta um cenário desafiador, mas estratégico: reajustes sucessivos nos preços da celulose, dólar valorizado e forte presença global. Isso cria uma combinação de pressão e oportunidade para seus resultados em 2026.
🌍 Contexto Macroeconômico
Dólar forte: A valorização da moeda americana aumenta a receita da Suzano, já que a celulose é cotada em dólar. Por outro lado, pressiona custos de dívida e insumos dolarizados.
Mercado global de celulose: A demanda segue resiliente, especialmente na Ásia e Europa, mas com sinais de resistência a novos aumentos de preço.
Inflação e juros globais: Impactam o custo de capital e o consumo de produtos derivados de papel, mas beneficiam empresas exportadoras como Suzano.
📦 Reajustes da Celulose
Suzano anunciou nova rodada de aumentos para janeiro de 2026, após quatro tentativas anteriores.
Ásia (China incluída): +US$ 20/tonelada na fibra curta.
América do Norte e Europa: reajuste mais agressivo, chegando a +US$ 120/tonelada.
Estratégia: testar a resistência da demanda e consolidar preços acima de US$ 545,6/tonelada.
📊 Análise Fundamentalista
Receita: Fortemente atrelada ao dólar e ao preço da celulose. Reajustes bem-sucedidos podem ampliar margens.
Endividamento: Elevado, mas com disciplina financeira reforçada. A valorização do dólar aumenta o peso da dívida externa.
Posição global: Suzano é líder mundial em celulose de eucalipto, com escala e eficiência que lhe permitem ditar preços em parte do mercado.
Riscos: Resistência dos clientes aos aumentos, concorrência de produtores asiáticos e volatilidade cambial.
📈 Análise Gráfica
Preço atual: R$ 50,43, queda de −2,78%.
Suportes: Região de R$ 49,50 (mínimas recentes).
Resistências: Médias móveis em torno de R$ 51,00 (EMA 9 e SMA 200).
Tendência: Correção de curto prazo, mas sustentada por fundamentos positivos se os reajustes forem absorvidos pelo mercado.
🔑 Conclusão
A Suzano combina fundamentos sólidos (escala global, liderança em celulose, receita dolarizada) com um momento estratégico de reajustes de preços. O dólar forte favorece resultados, mas aumenta riscos financeiros. No gráfico, o papel mostra fraqueza de curto prazo, mas fundamentos podem sustentar recuperação se os reajustes forem aceitos pelo mercado.
"PETR4 hoje: análise fundamentalista e gráfica""PETR4 hoje: análise fundamentalista e gráfica diante da volatilidade internacional"
Resumo direto: PETR4 está em R$ 30,20, em queda de −1,66%. Fundamentalmente, a Petrobras segue com forte geração de caixa e dividendos relevantes, mas enfrenta riscos ligados ao preço do petróleo e ao nível de investimentos. Graficamente, o papel mostra resistência na faixa de R$ 31,60 e suporte próximo de R$ 29,70.
📊 Análise Fundamentalista
Lucro e caixa: A Petrobras entra em 2026 sustentada por lucro elevado e forte geração de caixa, o que mantém a atratividade para investidores.
Dividendos: A política de dividendos continua relevante, com expectativa de distribuição entre R$ 45–50 bilhões no quinquênio 2026–2030, em linha com planos anteriores.
Riscos: Dois pontos críticos pesam sobre o valuation:
Preço do petróleo (Brent): alta favorece PETR4, queda gera volatilidade imediata.
Capex: mercado observa com cautela o nível de investimentos, que pode pressionar resultados futuros.
Recomendação de mercado: A XP mantém recomendação de compra, com preço-alvo em R$ 37,00 (potencial de +20,5%), destacando dividendos acima de 10% ao ano se o Brent ficar acima de USD 65/bbl.
📈 Análise Gráfica
Preço atual: R$ 30,20.
Resistência: R$ 31,64 (SMA 200).
Suporte: R$ 29,73 (mínima do dia).
Tendência:
Curto prazo: pressão vendedora, já que o preço está abaixo da EMA 9 (R$ 30,71).
Médio prazo: lateralização entre R$ 29,70 e R$ 31,60.
Volume: 48,21 milhões, indicando forte participação institucional.
🌍 Contexto Atual
Macro: O cenário global de petróleo segue incerto, com volatilidade ligada a tensões geopolíticas e ajustes de produção da OPEP.
Estratégia da Petrobras: O novo plano estratégico 2026–2030 sinaliza ajustes em investimentos e controle de gastos, mas ainda com foco em manter dividendos robustos.
Mercado doméstico: O papel continua sendo termômetro do petróleo no Brasil, reagindo rapidamente às oscilações internacionais.
“ESTR3 – A Nostalgia dos Anos 80 em Meio à Crise Atual”“ESTR3 – A Nostalgia dos Anos 80 em Meio à Crise Atual”
A Estrela S.A. (ESTR3) enfrenta forte queda de quase 40% no preço atual (R$ 3,01), refletindo fragilidade financeira e baixa liquidez. Os indicadores fundamentalistas mostram prejuízos recorrentes e endividamento elevado, enquanto a análise gráfica confirma tendência de baixa acentuada.
📊 Análise Fundamentalista
Valor de mercado: ~R$ 3,09 milhões
Valor da firma: R$ 124,61 milhões
Nº de ações: 269,45 mil
Indicadores de Valuation:
P/L: −2,11 (lucro negativo)
P/VP: −0,06 (patrimônio líquido deteriorado)
EV/EBITDA: −21,96 (indicador crítico)
Rentabilidade:
ROE: 3,07% (baixo)
Margem líquida: −9,89% (prejuízo)
Endividamento:
Liquidez corrente: 0,25 (muito baixa)
Dívida líquida/EBITDA: −15,03 (indicador de alto risco)
Histórico de preços:
Máx. 52 semanas: R$ 10,00
Mín. 52 semanas: R$ 7,60
Últimos 12 meses: queda de −34,21%
👉 Conclusão fundamentalista: A empresa apresenta baixa liquidez, prejuízos recorrentes e endividamento elevado, o que torna o ativo altamente especulativo e arriscado para investidores de longo prazo.
📈 Análise Gráfica
Preço atual: R$ 3,01 (queda de −39,8%)
Médias móveis:
EMA 9: R$ 5,80
SMA 200: R$ 7,74
→ O preço está bem abaixo das médias, confirmando tendência de baixa.
Suportes e resistências:
Suporte imediato: R$ 3,00
Resistência: R$ 5,00 e R$ 7,00
Volume: Muito baixo, dificultando operações técnicas.
👉 Conclusão gráfica: O ativo está em forte tendência de queda, com suporte frágil em R$ 3,00. A baixa liquidez aumenta a volatilidade e dificulta estratégias de curto prazo.
🧩 Contexto histórico
A Estrela foi uma das maiores fabricantes de brinquedos do Brasil, marcando gerações nos anos 80 e 90 com produtos icônicos. Hoje, enfrenta dificuldades financeiras e concorrência internacional, o que explica a fragilidade atua
Quem controla a Venezuela observa o Norte do Brasil05 de janeiro de 2026
— porque ali está uma das maiores reservas estratégicas do planeta
Eu parto do fato duro, mensurável, que incomoda qualquer análise superficial: o Brasil detém algo entre 20% e 25% das reservas conhecidas de terras raras do mundo, um volume que nos coloca consistentemente entre os dois maiores detentores globais, rivalizando em potencial com a própria China. Isso não é discurso nacionalista, é geologia. O detalhe que muda o jogo é que uma parte relevante desse potencial está concentrada justamente no Norte do país, com destaque para a Amazônia setentrional e para Roraima, uma região que, por coincidência nenhuma, faz fronteira direta com a Venezuela.
Quando falo em terras raras, não estou falando de minério comum. Estou falando de 17 elementos químicos críticos para a economia do século XXI: neodímio, disprósio, térbio, praseodímio, ítrio, cério, entre outros. Sem eles, não existe turbina eólica eficiente, não existe carro elétrificado em escala, não existe míssil de precisão, não existe radar moderno, não existe data center energético, não existe transição energética real. Terras raras não movem só máquinas, movem soberania tecnológica. Hoje, mais de 80% do processamento global desses elementos passa direta ou indiretamente pela China. Esse é o gargalo que o mundo tenta quebrar desesperadamente.
É aqui que o Norte do Brasil entra como peça central. Estudos geológicos recentes indicam que áreas específicas de Roraima apresentam concentrações excepcionalmente altas, muito acima da média mundial, com volumes que, se confirmados plenamente, colocam a região como uma das maiores fronteiras minerais ainda não exploradas do planeta. Em termos simples: o mundo não precisa apenas do nosso minério, precisa de uma alternativa sistêmica à dependência chinesa. E alternativas desse tamanho não aparecem todo ano.
Agora entra a variável política. A Venezuela não é o prêmio; ela é o facilitador estratégico. Quem exerce controle político, econômico ou operacional sobre a Venezuela não ganha acesso automático ao subsolo brasileiro, mas ganha algo quase tão valioso quanto isso: posição geográfica, inteligência regional e capacidade de pressão indireta. Controlar a Venezuela significa controlar um território que funciona como corredor, laboratório e antecâmara. Ali se testam rotas, narrativas, modelos de logística, discursos ambientais, sanções seletivas e até a temperatura diplomática da região. Isso reduz brutalmente o custo de leitura do Norte do Brasil como teatro estratégico.
Não se trata de atravessar fronteiras com caminhões ou soldados. Isso é papo de século passado. O jogo moderno acontece antes da perfuração: acontece no financiamento, na tecnologia de separação química, no domínio do processamento, nas regras ambientais internacionais, nos acordos de “cooperação” que parecem neutros, mas carregam cláusulas de controle. Quem controla o entorno influencia o ritmo, o formato e as condições da exploração. E em mercados estratégicos, controlar o como costuma ser mais poderoso do que controlar o onde.
A importância das nossas reservas para o mundo é simples de resumir: sem elas, a transição energética global fica refém de um único polo; com elas, o equilíbrio geopolítico muda. O Brasil tem capacidade de ser fiel da balança entre blocos, não apenas exportando minério, mas definindo padrões de processamento, cadeias industriais e acordos tecnológicos. É exatamente por isso que o interesse cresce, que o radar se intensifica e que a Venezuela, como fronteira politicamente condicionada, vira peça útil no tabuleiro.
O chão continua sendo nosso, ninguém discute isso seriamente. Mas o jogo não é sobre posse física, é sobre controle estratégico ao longo do tempo. Quem entende isso cedo protege melhor. Quem acorda tarde descobre que perdeu poder sem nunca ter perdido território.
Rafael Lagosta
WTI recua ligeiramente após intervenção na Venezuela
Os preços do petróleo WTI caíram mais de 1,5% no início da negociação de segunda-feira e encontram-se atualmente em torno dos 56,40 dólares por barril. A reação inicial dos mercados financeiros à intervenção dos EUA na Venezuela foi de otimismo cauteloso, refletindo a expectativa de que a remoção do presidente venezuelano possa conduzir a um realinhamento político do país em direção à esfera de influência norte-americana. No curto prazo, sobretudo no que diz respeito às exportações de petróleo, o cenário parece ser, em grande medida, de continuidade do status quo. A Venezuela detém cerca de 17% das reservas de petróleo do mundo, mas nos últimos anos a sua capacidade de extração e refinação de crude deteriorou-se significativamente. A produção atual é estimada em menos de um milhão de barris por dia, com aproximadamente metade a ser exportada — o que representa menos de 1% da oferta global. Neste contexto, e tendo em conta que, ainda antes do fim de semana, os analistas já antecipavam um excesso de oferta nos mercados globais de petróleo em 2026, a atual queda de preços não é surpreendente, com a perspetiva de médio prazo de uma maior entrada de petróleo venezuelano no mercado global a acentuar esta dinâmica.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Regiões Importantes para o WING26 – HOJE, 05/01/2026Planejamento e Organização
-Com base em métricas autorais estabeleço regiões para que sejam observadas em suas operações, de acordo com o seu operacional. Respeite sempre o seu operacional (o seu setup)!
-As regiões não são recomendações! Não façam compras ou vendas nas regiões apresentadas neste artigo. Elas servem como estudo de mercado para auxiliar o seu entendimento do momentum.
-Operações intraday (que iniciam e encerram no mesmo pregão) são de altíssimo risco e com bastante volatilidade. Além dos movimentos do ativo fique atento(a) as principais notícias durante o pregão.
REGIÕES IMPORTANTES:
Leia todo o conteúdo acima!
>Ponto CENTRAL |162.930|
-Zona Média SUPERIOR |165.785|
Região Superior: 166.690 até 164.880
-Zona Média INFERIOR |160.075|
Região Inferior: 160.980 até 159.170
Fibonacci _ Retrações:
160.455 (≈23.6%)
157.160 (≈38.2%)
154.495 (≈50.0%)
-151.825 (≈61.8%)
148.035 (≈78.6%)
Disclaimer
Planejar e executar uma operação no contrato de WIN requer atenção aos detalhes, uma estratégia bem definida e o comprometimento com o seu operacional. Os aspectos mencionados acima são elaborados com o intuito educacional e não são uma recomendação deste analista. Os estudos realizados neste artigo refletem, única e exclusivamente, as opiniões pessoais do analista. Reforço, turma, que não são recomendações de compra e(ou) venda de qualquer ativo. Este estudo foi feito pelo Analista de Valores Mobiliários - Pessoa Natural (Autônomo) – Netto Alves (CNPI-T 9820), nos termos da Resolução CVM no 20/2021 conforme previsto no art. 3o, inc. I. O conteúdo deste estudo não é garantia ou promessa de desempenho real, pois dados e retornos passados não são garantia de resultado futuro. Importante ressaltar que operar no mercado financeiro envolve riscos e não há nada que possa garantir rentabilidade.
Morning Call - 05/01/2026 - Exxon e Chevron sobem até 4% e 7%Agenda de Indicadores:
8:25 – BRA – Boletim Focus
12:00 – USA – PMI Industrial ISM
14:00 – USA – PIB do Fed de Atlanta
15:00 – BRA – Balança Comercial
Agenda Corporativa:
USA – discursos dos CEOs da Nvidia, Jensen Huang, e da AMD, Lisa Su, em evento em Las Vegas.
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLF2026
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — avançam nesta segunda-feira, com o setor de tecnologia liderando os ganhos, enquanto os traders monitoram os desdobramentos geopolíticos após a captura de Nicolás Maduro no fim de semana.
Com o retorno gradual dos investidores após o feriado de Ano Novo, a expectativa é de normalização dos volumes de negociação ao longo da sessão.
O mercado segue atento às repercussões do episódio envolvendo a Venezuela, depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou no sábado que o país poderia ficar sob controle temporário americano, elevando a percepção de risco geopolítico e adicionando volatilidade aos ativos globais.
No campo da política monetária, os traders acompanham a agenda de dados econômicos em busca de sinais sobre o ritmo dos próximos cortes de juros. O destaque da semana será o relatório de emprego, que será divulgado na sexta-feira e pode influenciar diretamente as expectativas para o Federal Reserve.
No fim de semana, a presidente do Federal Reserve da Filadélfia, Anna Paulson, afirmou que novos cortes de juros podem levar mais tempo para ocorrer, após um ciclo intenso de flexibilização monetária no ano passado. Ainda assim, parte relevante do mercado continua precificando ao menos dois cortes de juros pelo Fed ao longo deste ano, mantendo o tema central para os próximos pregões.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operaram majoritariamente em alta nesta segunda-feira, com ganhos nos principais índices do continente, à exceção do FTSE 100 ACTIVTRADES:UK100 , do Reino Unido, e do CAC 40 ACTIVTRADES:FRA40 , da França, que são pressionados por uma liquidação no setor de consumo.
O movimento positivo foi impulsionado sobretudo pelos setores de defesa e mineração. Na esteira da captura de Nicolás Maduro na Venezuela, as ações de empresas de defesa chegaram a subir até 8%, atingindo o nível mais alto em cerca de dois meses, refletindo um aumento da percepção de risco geopolítico. Já as mineradoras avançaram até 4%, sustentadas pela alta dos preços dos minérios no mercado internacional.
No noticiário corporativo, a ASML, maior fornecedora global de equipamentos para a fabricação de semicondutores, registrou alta de 3,9% após a corretora Bernstein elevar sua recomendação de “desempenho em linha com o mercado” para “desempenho superior”. A casa também revisou de forma expressiva o preço-alvo da ação, de € 800 para € 1.300.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados acionários da Ásia-Pacífico encerraram esta segunda-feira em forte alta, com destaque para os índices Kospi da Coreia do Sul e TWSE 50 de Taiwan, que renovaram máximas históricas, impulsionados pelo renovado apetite por ativos ligados à inteligência artificial.
Apesar de parte do mercado acompanhar a captura do presidente venezuelano pelos Estados Unidos e as ameaças de ação militar envolvendo Colômbia e México, os traders optaram por ignorar o ruído geopolítico e redirecionaram o foco para o setor de tecnologia, especialmente semicondutores e IA.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI avançou 3,4%, sustentado pela forte valorização da Samsung, que subiu 7,5%, enquanto a SK Hynix ganhou 2,8%. No câmbio, autoridades reforçaram o compromisso de estabilizar o won, combatendo desequilíbrios estruturais. O ministro das Finanças, Koo Yun-cheol, acrescentou que o governo pretende oferecer incentivos fiscais para estimular investimentos de longo prazo no mercado acionário doméstico.
Em Taiwan, o TWSE 50 FTSE:TW50 fechou em alta de 2,3%, puxado principalmente pela TSMC, cujas ações dispararam 5,4%. O movimento acompanhou a forte alta do índice de semicondutores dos EUA, que subiu cerca de 4% na abertura de Wall Street na sexta-feira.
No Japão, o Nikkei TVC:NI225 subiu quase 3%, registrando o maior avanço em mais de dois meses, impulsionado pelo rali das ações ligadas à indústria de chips. A Advantest, fabricante de equipamentos para testes de semicondutores, saltou 7,8%, enquanto a Tokyo Electron avançou 7,6%.
No mercado de juros, o governador do Banco do Japão, Kazuo Ueda, afirmou nesta madrugada que seguirá elevando as taxas de juros, desde que a evolução da atividade econômica e da inflação permaneça alinhada às projeções do banco central.
Para Song Zhe, do BNP Paribas: "O investimento em IA nos EUA deve continuar sendo um fator importante para o setor de tecnologia na Ásia, mas o mercado está mudando de 'maiores gastos' para 'melhores retornos'. Ainda vemos uma expansão que levará vários anos: os provedores de hiperescala estão em uma corrida armamentista competitiva, e as limitações de energia, rede e memória tendem a prolongar os ciclos em vez de interrompê-los."
Na China, os principais índices — Shenzhen SZSE:399001 , Shanghai SSE:000001 , China A50 FTSE:XIN9 e Hang Seng HSI:HSI — apresentaram oscilação menor, encerrando o dia em alta moderada.
Na Austrália, o ASX ASX:XJO encerrou perto da estabilidade, com as mineradoras compensando a queda nos demais setores.
De penny stock a potência da tecnologia de defesa?A Ondas Holdings Inc. (NASDAQ: ONDS) executou uma subida notável de 30%, subindo dos mínimos de início de ano de $0,57 para perto do seu máximo de 52 semanas de $11,70. Esta recuperação dramática reflete mais do que o ímpeto do mercado; sinaliza uma transformação fundamental de uma coleção de ativos díspares numa plataforma unificada de tecnologia de defesa. O rebranding da empresa para "Ondas Inc." no 1º trimestre de 2026, juntamente com a sua relocalização estratégica para West Palm Beach, Flórida, sublinha o compromisso da gestão em estabelecer uma identidade coesa no setor aeroespacial e de defesa.
A trajetória de crescimento da empresa está ancorada em vitórias substanciais de contratos e num ecossistema de produtos em expansão. A Ondas garantiu um concurso governamental histórico para implementar milhares de drones autónomos para proteção de fronteiras, enquanto registou $16,4 milhões em encomendas de contra-UAS de grandes aeroportos europeus. Com metas de receita de pelo menos $110 milhões para 2026, representando um crescimento de 200% sobre os $36 milhões de 2025, a empresa está a posicionar-se para uma transição de visibilidade de small-cap para mid-cap. Esta previsão é apoiada por um backlog recorde de $23,3 milhões e um balanço fortalecido com $68,6 milhões em reservas de caixa.
A Ondas construiu vantagens competitivas através de aquisições estratégicas e tecnologia proprietária. A aquisição da Sentrycs trouxe capacidades avançadas de "Cyber-over-RF" que permitem a mitigação de drones sem interferência (non-jamming) — crítico para operações em ambientes urbanos densos. Combinado com a sua plataforma FullMAX para IoT de missão crítica e IP de ótica de precisão da SPO, a Ondas oferece soluções de autonomia multidomínio de ponta a ponta. O recente piloto de desminagem humanitária movido a IA da empresa no Médio Oriente, que identificou quase 150 itens perigosos em 22 acres, demonstra a versatilidade da sua tecnologia para além das aplicações de defesa tradicionais.
Comentário Técnico Semanal 02/01/2026Fechamento de mês é o momento de fazer o Global Review, onde analiso os principais mercados do mundo e em busca de um panorama abrangente. Compreender o big picture traz insights para ajudar nos desdobramentos de curto prazo.
Também faço o comentário técnico semanal, onde observo o fechamento de alguns ativos: Nasdaq, S&P , US10y , DX , IBOV, USDBRL e Commodities, para verificar que fato técnicos ocorreram e também para saber o que preciso observar na próxima semana.
Grande Abraço
Leo
FTSE 100 faz história ao ultrapassar a barreira dos 10.000 ponto
Esta manhã, o FTSE 100 fez história ao romper a barreira psicológica dos 10.000 pontos, atingindo um novo máximo histórico. Este desempenho superior, que destaca Londres face à abertura mais contida de Wall Street, é sustentado pelo superciclo das matérias-primas e pela valorização dos metais preciosos, que mantêm o ímpeto após os ganhos expressivos de 2025. A confiança dos investidores é reforçada pela robustez do setor aeroespacial e de defesa: empresas como a Rolls-Royce e a Melrose Industries sobem mais de 3%, capitalizando o ciclo global de investimento em segurança e aviação civil. Esta rotação para setores menos tecnológicos é vista com otimismo pelo mercado, uma vez que atenua o receio de uma concentração excessiva de capital nas empresas de inteligência artificial.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Análise gráfica | Pré-mercado 02.01.26 | Conceitos ICTNeste vídeo faço uma análise gráfica do pré-mercado com foco em estrutura de preço, liquidez e contexto institucional, baseada nos conceitos de ICT (Inner Circle Trader).
Analisamos possíveis cenários de continuação ou reversão, zonas de interesse, highs e lows relevantes, além do comportamento do preço antes da abertura do mercado.
Este conteúdo tem caráter educacional, com o objetivo de descomplicar a leitura do mercado e ajudar no desenvolvimento do seu raciocínio técnico.
Disclaimer
Este vídeo não constitui recomendação de investimento. As análises apresentadas refletem apenas estudos técnicos e não garantem resultados. Cada trader é responsável pelas suas próprias decisões e riscos.
Intraday, Medium-Term e Long-Term Bitcoin #BTC #ETHBINANCE:BTCUSDT
Análise Intraday, Médio Prazo e Longo Prazo do Bitcoin #BTC (Português e Inglês)
Em se tratando de um período mais longo (gráfico 1D), temos uma divergência de queda no topo e, neste momento, estamos dentro de um triângulo (que, neste caso, é um padrão de continuidade de queda). Afinal, acredito que já estamos em bear market. Quem procurar um post de alguns meses atrás que escrevi verá que fiz essa análise quando o BTC ainda estava acima de 110.000, informando que eu acreditava em uma queda mais forte naquele momento, pois havia muita liquidez a ser capturada na região de 106.000 (dentro dessa zona). Depois, falei do padrão de Wyckoff (distribuição) que estava se formando após atingirmos as máximas duas vezes, o que sinalizava maior probabilidade de uma pernada de queda, replicando o movimento final de Wyckoff (onde ele espelha o lado esquerdo que foi usado para subir, porém agora faz o movimento oposto para distribuir e iniciar a queda).
Continuo crendo nessa análise de médio prazo (Diário e Semanal): estamos dentro de um grande padrão de Wyckoff. Para quem opera no longo prazo (meses e anos), obviamente, esse padrão passa a funcionar como um ponto de início de acumulação com DCA, à medida que o preço vai caindo, melhorando o preço médio. Já para quem opera swing trade, usam esse padrão para realizar lucros, distribuindo nas micro-pernadas de alta (chamando o varejo para comprar) e usando isso para vender sem derrubar muito o preço e sem quebrar a crença na alta — pois, assim, terão liquidez para a saída de suas posições.
Porém, no curtíssimo prazo, para quem opera intraday, buscando movimentos curtos (day traders): neste exato momento, 01/01/2026, (12h30 horário de Brasília ou 15h30 horário de Londres), o BTC está em US$ 88.200, mas apresenta divergência de queda e está abaixo de uma região de micro resistência, o que sinaliza maior probabilidade de queda. Para day traders, eu teria como alvo a região de US$ 87.100 ou até mais abaixo, em US$ 86.500. O stop ficaria bem curto, um pouco acima da micro resistência — um trade de alta recompensa versus baixa perda.
Evidentemente, esta é uma análise educativa. Não se trata de recomendação de tomada de posições de compra ou venda, mas apenas a divulgação de movimentos que eu tomo ou tomaria, relacionados às minhas estratégias de trading.
English Version
Intraday, Medium-Term, and Long-Term Analysis of Bitcoin #BTC (Portuguese and English)
For a longer time horizon (1D chart), we have a bearish divergence at the top, and at this moment we are inside a triangle (which, in this case, is a bearish continuation pattern). In fact, I believe we are already in a bear market. Anyone who looks up a post from a few months ago that I wrote will see I shared this analysis when BTC was still above 110,000, stating that I expected a stronger drop at that time, since there was a lot of liquidity to be captured around the 106,000 region (within that zone). After that, I talked about the Wyckoff (distribution) pattern that was forming after we hit the highs twice, which signaled a higher probability of a downward leg, replicating the final Wyckoff move (where it mirrors the left side that was used to rise, but now moves in the opposite direction to distribute and start declining).
I still stand by this medium-term (Daily and Weekly) view: we are inside a large Wyckoff pattern. For those operating on the long term (months and years), this pattern naturally becomes a potential starting point for accumulation using DCA, as price drops and improves the average entry. For swing traders, this pattern is often used to take profits, distributing into small bullish legs (drawing retail buyers in) and using that flow to sell without pushing price down too aggressively or breaking the bullish narrative — ensuring liquidity to exit their positions.
However, in the very short term, for those trading intraday and seeking short moves (day traders): at this exact moment, 01/01/2026 (12:30 Brasília time or 15:30 London time), BTC is at US$ 88,200, but it shows bearish divergence and is below a micro-resistance area, which suggests a higher probability of further downside. For day traders, I would target the US$ 87,100 region, or even lower at US$ 86,500. The stop would be very tight, slightly above the micro-resistance — a trade with high reward versus low risk.
Obviously, this is educational analysis. This is not a recommendation to buy or sell, but only the disclosure of moves I take or would take according to my trading strategies.
AVAX/USDT. ATENÇÃOBom dia Trader's e Investidores.
Na tela gráfico semanal de AVAX no par USDT.
Assim como outras, como CHZ que postei aqui e já está indo, AVAX encontra-se exatamente em 0.618 de Fibonacci de topo a fundo, essa região dos 12Usdt.
Minha visão: Começando aparecer interesse por aqui, um aporte não seria nada mal visando os próximos meses.
Até 2026.
Pequenos satélites podem criar uma nova potência de defesa?A Rocket Lab transformou-se de uma provedora nichada de lançamentos de pequenos satélites em um ativo estratégico de segurança nacional, encerrando 2025 com 21 lançamentos bem-sucedidos do Electron e uma impressionante alta de 175% nas ações. A evolução da empresa culminou em um contrato de US$ 816 milhões da Agência de Desenvolvimento Espacial para construir 18 satélites para detecção de ameaças de mísseis hipersônicos, sinalizando sua emergência como contratante de defesa primária. Essa estratégia de integração vertical posiciona a Rocket Lab como uma jogadora crítica em uma era em que a soberania da cadeia de suprimentos se tornou primordial para a prontidão militar.
O centro tecnológico das ambições da Rocket Lab para 2026 é o foguete Neutron, um veículo de lançamento médio capaz de levar 13.000 quilogramas à órbita terrestre baixa. Programado para seu voo inaugural em meados de 2026, o Neutron apresenta o design inovador de carenagem "Hungry Hippo" e motores Archimedes impressos em 3D, visando o lucrativo mercado de mega-constelações atualmente dominado pelo Falcon 9 da SpaceX. Esse salto tecnológico, combinado com mais de 550 patentes globais cobrindo inovações críticas em propulsão e estruturas, cria uma forte barreira de propriedade intelectual que os concorrentes não podem replicar facilmente.
A trajetória financeira sublinha essa transformação: analistas projetam crescimento de 52,2% no EPS para 2026, alcançando US$ 0,27 por ação e superando dramaticamente gigantes aeroespaciais tradicionais como Lockheed Martin (0,6%) e Northrop Grumman (-7,6%). Uma potencial IPO da SpaceX com valuation de US$ 1,5 trilhão poderia desencadear uma reavaliação em todo o setor, com a Rocket Lab como a única alternativa integrada verticalmente negociada publicamente. Wall Street respondeu de acordo, elevando alvos de preço para US$ 90 à medida que a empresa fecha a lacuna entre a agilidade de startup e a escala de titã aeroespacial, com contratos de defesa prontos para dominar sua mistura de receitas.
Otimista em GBPNZDApesar da pouca volatilidade no mercado o mercado tem dado oportunidades em gráficos de curto tempo como cinco minutos 15 minutos dentro das sessões, como ilustrado na imagem estarei a espera da reação do preço no início da ineficiência focando na vela que tirou liquidez, a seguir dentro de uma sessão em 15 minutos o tempos de gráfico reduzido como 5 mn ou 3mn verificar acumulação, remoção de liquidez deslocamento com velas de momentum, quebra de estrutura e a seguir entrar.
"BITCOIN - ESTÁ CONSOLIDADO PARA NOVAS ALTAS! SIM OU NÃO?"BITCOIN - ESTÁ CONSOLIDADO PARA NOVAS ALTAS! SIM OU NÃO?
O ativo está consolidado no momento depois de ter vivido um 2025 intenso da glória ao limbo. Acredito que pelo gráfico temos a demonstração clara que a maturidade para a precificação chegou e a tendência pra o médio prazo é de novas altas. NÃO DESCARTAMOS ALGUMAS AGULHADAS BAIXISTAS ANTES DISTO. Mas para aquele investidor de mais longo prazo pensando em 2026 segundo semestre o ativo está com cara de fundo através da consolidação.
Principais pontos do Bitcoin em 2025 com Trump no cenário
Janeiro 2025 – Rali inicial: O Bitcoin iniciou o ano em alta após Donald Trump declarar apoio à criação de uma reserva estratégica de ativos digitais nos EUA. Isso impulsionou o preço temporariamente, mas logo houve realização de lucros.
Abril 2025 – Queda acentuada: O chamado “tarifaço de Trump”, com tarifas de 10% a 50% sobre importações de mais de 180 países, gerou aversão ao risco nos mercados globais. O Bitcoin despencou para cerca de US$ 74.524, seu menor patamar do ano.
Outubro 2025 – Novo recorde: Apesar das turbulências, o BTC atingiu uma máxima histórica de US$ 126 mil em outubro. Esse pico foi seguido por fortes quedas diárias, refletindo a instabilidade do mercado.
Dezembro 2025 – Encerramento em baixa: No fim do ano, o Bitcoin recuou para a faixa dos US$ 85–87 mil, acumulando uma queda anual de cerca de 6%. O mercado cripto como um todo perdeu aproximadamente 15% de valor em dezembro.
Influência de Trump:
Suas políticas pró-cripto e cortes de juros pelo Fed ajudaram a impulsionar a adoção institucional.
Ao mesmo tempo, medidas como o tarifaço e a guerra comercial criaram volatilidade e retração de investimentos.
Uma memecoin ligada a Trump chegou a movimentar bilhões, tornando-se um fenômeno paralelo ao Bitcoin.
Panorama geral
O ano de 2025 mostrou como o Bitcoin permanece altamente sensível a fatores políticos e econômicos. Trump foi um dos protagonistas: ora impulsionando o entusiasmo com apoio às criptos, ora derrubando o mercado com medidas comerciais. O saldo foi de otimismo inicial, recordes no meio do ano e um fechamento cauteloso, com o BTC ainda dominante, mas em queda frente ao início do ano.
Regiões Importantes para o WING26 – HOJE, 30/12/2025Planejamento e Organização
-Com base em métricas autorais estabeleço regiões para que sejam observadas em suas operações, de acordo com o seu operacional. Respeite sempre o seu operacional (o seu setup)!
-As regiões não são recomendações! Não façam compras ou vendas nas regiões apresentadas neste artigo. Elas servem como estudo de mercado para auxiliar o seu entendimento do momentum.
-Operações intraday (que iniciam e encerram no mesmo pregão) são de altíssimo risco e com bastante volatilidade. Além dos movimentos do ativo fique atento(a) as principais notícias durante o pregão.
REGIÕES IMPORTANTES:
Leia todo o conteúdo acima!
>Ponto CENTRAL |163.055|
-Zona Média SUPERIOR |165.300|
Região Superior: 165.805 até 164.790
-Zona Média INFERIOR |160.815|
Região Inferior: 161.320 até 160.305
Fibonacci _ Retrações:
160.455 (≈23.6%)
157.160 (≈38.2%)
154.495 (≈50.0%)
-151.825 (≈61.8%)
148.035 (≈78.6%)
Disclaimer
Planejar e executar uma operação no contrato de WIN requer atenção aos detalhes, uma estratégia bem definida e o comprometimento com o seu operacional. Os aspectos mencionados acima são elaborados com o intuito educacional e não são uma recomendação deste analista. Os estudos realizados neste artigo refletem, única e exclusivamente, as opiniões pessoais do analista. Reforço, turma, que não são recomendações de compra e(ou) venda de qualquer ativo. Este estudo foi feito pelo Analista de Valores Mobiliários - Pessoa Natural (Autônomo) – Netto Alves (CNPI-T 9820), nos termos da Resolução CVM no 20/2021 conforme previsto no art. 3o, inc. I. O conteúdo deste estudo não é garantia ou promessa de desempenho real, pois dados e retornos passados não são garantia de resultado futuro. Importante ressaltar que operar no mercado financeiro envolve riscos e não há nada que possa garantir rentabilidade.
Um Construtor Naval Pode Ancorar a Supremacia Naval Americana?A Huntington Ingalls Industries (HII) está no nexo da estratégia naval ressurgente da América, posicionando-se não como um construtor de navios legado, mas como um integrador de tecnologia de ponta. Com controle exclusivo do programa de destróieres Arleigh Burke Flight III, apresentando o revolucionário radar SPY-6 — 30 vezes mais sensível que seu antecessor —, a HII garantiu uma fortaleza de receita por décadas. A recente decisão da Marinha de pivotar da frágata Constellation falhada para o design comprovado Legend da HII valida a filosofia de execução prioritária da empresa e abre um segundo motor de crescimento massivo ao lado de sua franquia de destróieres.
Além da construção naval tradicional, a HII está capturando agressivamente o mercado de sistemas marítimos não tripulados projetado para crescer 14% ao ano até 2030. Sua família Romulus de embarcações de superfície autônomas, alimentada pelo sistema de controle proprietário Odyssey com mais de 6.000 horas operacionais, posiciona a empresa para dominar a iniciativa "Project 33" da Marinha para plataformas robóticas econômicas. Parcerias estratégicas com a Thales para sonar de detecção de minas alimentado por IA e construção naval distribuída com 23 parceiros de fabricação demonstram a adaptação da HII à escassez de mão de obra e transformação tecnológica.
Apesar de estimativas de crescimento líderes do setor de 11,19% superando General Dynamics (7,55%) e Northrop Grumman (5,22%), a HII negocia a um P/E de 24,2x versus a média do setor de defesa de 37,6x. Essa desconexão de valuation, combinada com um backlog multidecadal abrangendo destróieres Flight III, o novo programa de frágata e sistemas autônomos emergentes, apresenta uma assimetria convincente. À medida que as tensões geopolíticas com a China se intensificam e a Marinha busca sua meta de frota de 355 navios, o monopólio da HII em capacidades navais críticas a posiciona como um ativo nacional indispensável cujo valor de mercado ainda não reflete sua importância estratégica.
Nas100
A entrega do preço Chega até a consolidação original (Marcação em verde) e inicia uma retração, este movimento é um clássico Formador de mercado de venda MMSM em períodos curtos como m5 e m1, fica claro lá. No entanto aqui no H1 iremos identificar como uma purga (captura de liquidez) para continuar a alta desde que nao perca estas linhas pontilhadas que representa a penúltima consolidação do do MMBM que está ocorrendo. Caso ele perca, iremos considerar a reversão do programa para venda, marcando a consolidação do topo como consolidação original. Hoje com o FOMC ficará claro a intenção do movimento.
The price delivery reaches the original consolidation (marked in green) and begins a pullback. This movement is a classic sell market maker for the MMSM in short timeframes like M5 and M1, as clearly shown there. However, here on the H1 timeframe, we will identify it as a purge (liquidity capture) to continue the upward trend, provided it doesn't lose these dotted lines representing the penultimate consolidation of the MMBM that is occurring. If it loses this line, we will consider reversing the program to sell, marking the top consolidation as the original consolidation. Today, with the FOMC, the intention of the movement will become clear.






















