Global Review e Comentário Técnico Semanal 30/01/26Fechamento de mês é o momento de fazer o Global Review, onde analiso os principais mercados do mundo e em busca de um panorama abrangente. Compreender o big picture traz insights para ajudar nos desdobramentos de curto prazo.
Também faço o comentário técnico semanal, onde observo o fechamento de alguns ativos: Nasdaq, S&P , US10y , DX , IBOV, USDBRL e Commodities, para verificar que fato técnicos ocorreram e também para saber o que preciso observar na próxima semana.
Grande Abraço
Leo
Além da Análise Técnica
Regiões Importantes para o WING26 – hoje, 30/01/2026Planejamento e Organização
-Com base em métricas autorais estabeleço regiões para que sejam observadas em suas operações, de acordo com o seu operacional. Respeite sempre o seu operacional (o seu setup)!
-As regiões não são recomendações! Não façam compras ou vendas nas regiões apresentadas neste artigo. Elas servem como estudo de mercado para auxiliar o seu entendimento do momentum.
-Operações intraday (que iniciam e encerram no mesmo pregão) são de altíssimo risco e com bastante volatilidade. Além dos movimentos do ativo fique atento(a) as principais notícias durante o pregão.
REGIÕES IMPORTANTES:
Leia todo o conteúdo acima!
>Ponto CENTRAL |184.540|
-Zona Média SUPERIOR |187.720|
Região Superior: 188.995 até 186.450
-Zona Média INFERIOR |181.360|
Região Inferior: 182.630 até 180.085
Fibonacci _ Retrações:
183.275 (≈23.6%)
179.865 (≈38.2%)
177.115 (≈50.0%)
-174.360 (≈61.8%)
170.440 (≈78.6%)
Disclaimer
Planejar e executar uma operação no contrato de WIN requer atenção aos detalhes, uma estratégia bem definida e o comprometimento com o seu operacional. Os aspectos mencionados acima são elaborados com o intuito educacional e não são uma recomendação deste analista. Os estudos realizados neste artigo refletem, única e exclusivamente, as opiniões pessoais do analista. Reforço, turma, que não são recomendações de compra e(ou) venda de qualquer ativo. Este estudo foi feito pelo Analista de Valores Mobiliários - Pessoa Natural (Autônomo) – Netto Alves (CNPI-T 9820), nos termos da Resolução CVM no 20/2021 conforme previsto no art. 3o, inc. I. O conteúdo deste estudo não é garantia ou promessa de desempenho real, pois dados e retornos passados não são garantia de resultado futuro. Importante ressaltar que operar no mercado financeiro envolve riscos e não há nada que possa garantir rentabilidade.
Ouro testa suportes com dólar a ganhar força
Os preços do ouro estão a cair no arranque da sessão europeia, com uma descida de cerca de 6% e a testar o suporte nos 5000 dólares. Depois de uma valorização de aproximadamente 80% nos últimos 12 meses, o metal precioso encontra-se sob pressão esta manhã. O dólar norte-americano fortaleceu-se face às restantes principais moedas, na sequência da notícia de que o Presidente Trump irá nomear Kevin Warsh como próximo Presidente da Reserva Federal, uma escolha vista pelos mercados como ortodoxa. O dólar está também a beneficiar de apoio adicional devido a notícias de que foi alcançado um acordo entre Democratas e Republicanos para evitar um encerramento dos serviços do governo dos EUA. Esta força do dólar está a criar ventos contrários para o ouro, tendo em conta a correlação inversa entre os preços dos dois ativos. A acrescentar pressão, os mercados acionistas registaram perdas nas últimas 24 horas, na sequência de preocupações com os resultados de algumas grandes empresas tecnológicas, levando os investidores a fechar posições em ativos como o ouro para satisfazer requisitos de margem noutros mercados. Ainda assim, num contexto de incerteza geopolítica e económica, e perante uma perspetiva de médio a longo prazo negativa para o dólar norte-americano, a atual correção é mais provável representar um ajuste do que uma mudança na tendência de fundo.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Morning Call - 30/01/2026 - Ouro desaba com Kevin Warsh no FedAgenda de Indicadores:
BRA – Encerramento dos futuros de dólar / Briga da PTAX / Novo contrato: MINDOLH2026
8:30 – BRA – Balança Orçamentária / Dívida/PIB
9:00 – BRA – Taxa de Desemprego
10:00 – DE – IPC da Alemanha
10:30 – USA – Índice de Preços ao Produtor (IPP)
11:45 – USA – PMI de Chicago
14:30 – BRA – Índice de Evolução de Emprego do Caged
Agenda de Autoridades:
15:30 – USA – Alberto Musalem, do Fed Bank of St. Louis (Não Vota), discursa sobre a economia e a política monetária dos EUA, e participa de um debate moderado perante o Centro de Pesquisa Empresarial e Econômica da Universidade do Arkansas, durante a 32ª edição da Previsão Empresarial Anual
19:00 – USA – Michelle Bowman, vice-presidente de Supervisão do Fed (Vota), discursa sobre "Política Monetária, Supervisão e Regulação" perante a Escola de Pós-Graduação em Bancos da SMU Cox: 161ª Assembleia de Diretores de Bancos
Agenda de Balanços:
8:15 – USA – Chevron (2,6% de peso no Dow Jones)
8:30 – USA – Exxon Mobil
Brasil
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Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLG2026
Estados Unidos
Os futuros dos índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam em forte queda nesta sessão, enquanto o índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIX registra alta expressiva, retornando para a região dos 20 pontos. O movimento reflete o aumento da aversão ao risco antes do anúncio, esperado ainda hoje, do próximo presidente do Federal Reserve por Donald Trump.
Kevin Warsh deve ser anunciado presidente do Fed
Donald Trump deve anunciar ainda nesta sexta-feira a nomeação de Kevin Warsh como sucessor de Jerome Powell na presidência do Federal Reserve. Na quinta-feira, Trump afirmou a repórteres que faria o anúncio “na manhã seguinte” e descreveu o escolhido como “alguém que poderia ter estado lá há alguns anos”, acrescentando: “Acho que será uma ótima escolha. Espero que sim.”
Warsh, de 55 anos, já havia sido cotado por Trump para comandar o Fed durante seu primeiro mandato, mas acabou preterido em favor de Powell — decisão da qual o presidente já declarou ter se arrependido. Na quinta-feira, Warsh se reuniu com Trump na Casa Branca e é conhecido como um crítico contundente do Federal Reserve, defendendo que o banco central precisa passar por uma “mudança de regime” para recuperar a credibilidade que, segundo ele, foi perdida.
Caso confirmado, Warsh deverá ocupar a cadeira de Stephen Miran no Conselho de Governadores, cujo mandato se encerra neste fim de semana. Já o futuro de Jerome Powell permanece incerto. O mandato de Powell como presidente do Fed termina em maio, mas ele pode continuar como membro do Conselho de Governadores até 2028, o que poderia limitar os planos de Trump para uma reformulação mais ampla da autoridade monetária.
Apesar das expectativas, a agenda oficial do presidente, divulgada pela Casa Branca na noite de quinta-feira, não mencionava explicitamente o anúncio. O calendário prevê apenas uma sessão de assinatura de decretos executivos no final da manhã e uma reunião sobre políticas públicas no meio da tarde.
Ouro e prata desabam com possível nomeação de Kevin Warsh para o Fed
As bolsas globais operam mistas, com Europa em alta e futuros de Nova York em baixa, enquanto o dólar e os rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA disparam, após o presidente americano, Donald Trump, afirmar que já definiu sua escolha para o próximo presidente do Federal Reserve. Relatos de mercado apontam Kevin Warsh como o provável indicado.
Embora Warsh, ex-governador do Fed, seja frequentemente associado a uma visão favorável a juros mais baixos, ele também é considerado uma das opções menos radicais entre os nomes cogitados. Ainda assim, o mercado o percebe como potencialmente mais rigoroso em relação às finanças públicas e menos inclinado a um estímulo monetário agressivo quando comparado a outras alternativas.
Entre as commodities, o impacto foi expressivo: o ouro recua 7,5% e a prata despenca 16%. O movimento reflete a forte valorização global do dólar e a realização de lucros em ativos que vinham sendo utilizados como substitutos da moeda americana em um ambiente de elevada incerteza.
Para Tim Waterer, analista-chefe de negociação da KCM, “uma escolha potencialmente menos cautelosa para a presidência do Fed, a recuperação do dólar e o fato de o ouro ter atingido condições técnicas de sobrecompra contribuíram para a queda no preço do metal precioso”.
Na sessão asiática, Matt Simpson, analista sênior da StoneX, afirmou que “os rumores de que Kevin Warsh substituirá Jerome Powell como presidente do Fed pressionaram os preços do ouro”, reforçando o movimento de correção observado nas últimas horas.
Um dólar mais forte torna o ouro — cotado na moeda americana — mais caro para compradores estrangeiros, reduzindo a demanda marginal. Apesar do forte ajuste recente, os mercados ainda precificam dois cortes na taxa de juros ao longo de 2026, o que mantém algum suporte estrutural para os metais preciosos no médio prazo.
Resultado da Apple
A Apple estimou em seu balanço um crescimento de receita acima do esperado, de até 16%, para o trimestre encerrado em março, impulsionado pela forte demanda por iPhones, pela recuperação consistente do mercado chinês e pela aceleração das vendas na Índia.
A projeção veio após a empresa também ter superado as estimativas no trimestre de festas de fim de ano. Em entrevista à Reuters, o CEO Tim Cook afirmou que a demanda pelos modelos mais recentes do iPhone foi “impressionante”, ajudando a dissipar preocupações sobre uma possível estagnação do ciclo de hardware.
A nova linha do iPhone 17 foi um dos principais vetores de crescimento no primeiro trimestre fiscal da companhia, encerrado em 27 de dezembro, sustentando as vendas em mercados-chave e reforçando a percepção de resiliência da Apple em um ambiente macro ainda desafiador.
As ações da Apple subiram 3,5% no after-market após a divulgação dos resultados, mas reduziram parte dos ganhos posteriormente, passando a operar próximas da estabilidade em meio a um movimento mais amplo de realização nos mercados acionários dos EUA.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — subiram ligeiramente na sexta-feira, refletindo o apetite resiliente pelo risco e o otimismo gerado por fortes resultados corporativos, apesar da incerteza geopolítica e comercial.
Regiões Importantes para o WING26 – hoje, 29/01/2026Planejamento e Organização
-Com base em métricas autorais estabeleço regiões para que sejam observadas em suas operações, de acordo com o seu operacional. Respeite sempre o seu operacional (o seu setup)!
-As regiões não são recomendações! Não façam compras ou vendas nas regiões apresentadas neste artigo. Elas servem como estudo de mercado para auxiliar o seu entendimento do momentum.
-Operações intraday (que iniciam e encerram no mesmo pregão) são de altíssimo risco e com bastante volatilidade. Além dos movimentos do ativo fique atento(a) as principais notícias durante o pregão.
REGIÕES IMPORTANTES:
Leia todo o conteúdo acima!
>Ponto CENTRAL |186.000|
-Zona Média SUPERIOR |188.350|
Região Superior: 188.995 até 187.705
-Zona Média INFERIOR |183.650|
Região Inferior: 184.295 até 183.005
Fibonacci _ Retrações:
181.500 (≈23.6%)
178.430 (≈38.2%)
175.950 (≈50.0%)
-173.475 (≈61.8%)
169.940 (≈78.6%)
Disclaimer
Planejar e executar uma operação no contrato de WIN requer atenção aos detalhes, uma estratégia bem definida e o comprometimento com o seu operacional. Os aspectos mencionados acima são elaborados com o intuito educacional e não são uma recomendação deste analista. Os estudos realizados neste artigo refletem, única e exclusivamente, as opiniões pessoais do analista. Reforço, turma, que não são recomendações de compra e(ou) venda de qualquer ativo. Este estudo foi feito pelo Analista de Valores Mobiliários - Pessoa Natural (Autônomo) – Netto Alves (CNPI-T 9820), nos termos da Resolução CVM no 20/2021 conforme previsto no art. 3o, inc. I. O conteúdo deste estudo não é garantia ou promessa de desempenho real, pois dados e retornos passados não são garantia de resultado futuro. Importante ressaltar que operar no mercado financeiro envolve riscos e não há nada que possa garantir rentabilidade.
Morning Call - 29/01/2026 - Copom Surpreende! Big Techs MistasAgenda de Indicadores:
10:30 – USA – Pedidos Semanais de Seguro-Desemprego
10:30 – USA – Produtividade e Custo Unitário da Mão de Obra (3º Tri)
10:30 – USA – Balança Comercial (Nov)
10:30 – USA – Vendas no Atacado (Nov)
10:30 – USA – Encomendas à Indústria (Nov)
10:30 – USA – Pedidos de Bens Duráveis (Nov)
14:00 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta
15:00 – USA – Leilão de T-Note de 7 anos
Agenda de Balanços:
18:05 – USA – Visa (4,5% de peso no Dow Jones)
18:30 – USA – Apple (8,6% de peso no Nasdaq, 6,8% no S&P500 e 3,7% no Dow Jones)
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLG2026
Copom sinaliza corte de juros em março
Como amplamente esperado, o Copom manteve a taxa Selic em 15%, mas abriu de forma clara a porta para o início do ciclo de afrouxamento monetário já na reunião de março.
Em um ambiente de inflação mais comportada e com sinais mais evidentes de transmissão da política monetária, o Banco Central avaliou que chegou o momento de “calibrar o nível de juros” e afirmou que pretende “iniciar a flexibilização da política monetária em sua próxima reunião”.
O comunicado reforçou o compromisso com a meta de inflação, destacando a necessidade de “serenidade quanto ao ritmo e à magnitude dos cortes”, além de ressaltar que a evolução do ciclo dependerá de fatores que aumentem a confiança no atingimento da meta no horizonte relevante.
Apesar de o comitê reafirmar uma postura de cautela diante de um cenário ainda marcado por elevada incerteza, diversas casas de análise passaram a trabalhar com a hipótese de um corte inicial de 50 pontos-base. Segundo Sergio Goldenstein, um corte inicial de 0,50 ponto percentual é coerente com o compromisso do BC de preservar a serenidade do ciclo, sobretudo diante da grande distância entre a taxa de juros corrente e a taxa neutra.
Para muitos analistas, o comunicado teve um viés claramente mais dovish do início ao fim, especialmente pela retirada de duas frases que vinham sustentando o tom mais conservador do Banco Central nos últimos meses.
Estados Unidos
Os futuros dos índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam próximos da estabilidade nesta sessão, refletindo a reação mista aos resultados das grandes empresas de tecnologia e a decisão do Federal Reserve de manter as taxas de juros inalteradas, sem fornecer sinais claros sobre quando os custos de financiamento poderão começar a cair. O índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIX avança levemente.
Na CME, a ferramenta FedWatch aponta que o mercado atribui 86% de probabilidade de manutenção dos juros na reunião de 18 de março, e 74% de chance de manutenção também no encontro de 29 de abril, reforçando a leitura de um Fed paciente e dependente de dados antes de iniciar o ciclo de cortes.
Resultado da Meta Platforms (+7,6%)
A receita da Meta Platforms, controladora do Facebook, cresceu 24% no trimestre encerrado em dezembro, impulsionada pela melhora na segmentação de anúncios online viabilizada por inteligência artificial. Para o trimestre atual, a empresa projeta um crescimento ainda mais acelerado, de 33%.
A adoção de IA também sustentou uma projeção de receita para o primeiro trimestre acima das estimativas do mercado, reforçando a percepção de que o forte crescimento das vendas poderá financiar a expansão agressiva dos investimentos em data centers. A Meta prevê que esses gastos aumentem até 87% neste ano, alcançando US$ 135 bilhões.
Segundo John Belton, gestor de portfólio da Gabelli Funds, “os números da Meta refletem de forma muito interessante a atitude do mercado em relação aos investimentos em inteligência artificial. Em condições normais, o mercado estaria preocupado, mas a empresa apresentou uma previsão de receita bastante otimista para o primeiro trimestre.”
A Meta também vem acumulando contratos com grandes provedores de nuvem, como o Google, cujas ações sobem quase 2% no pré-mercado de Nova York — um sinal positivo para os resultados da gigante de buscas na próxima semana.
O CEO e fundador da Meta, Mark Zuckerberg, afirmou que o uso da IA “melhorará a qualidade da experiência orgânica e da publicidade”. Ele também destacou que a superinteligência — um marco teórico em que máquinas superam o raciocínio humano — permitirá à empresa oferecer experiências de IA altamente personalizadas para sua ampla base de usuários. A Meta projeta um aumento de 43% nas despesas totais em 2026, para US$ 169 bilhões.
Resultado da Microsoft (-6,4%)
A Microsoft reportou crescimento em sua divisão de computação em nuvem, o Azure, ligeiramente acima das expectativas, mas ainda considerado fraco diante dos gastos trimestrais recordes da companhia.
O mercado reagiu negativamente à divulgação de que a OpenAI representa cerca de 45% da carteira de pedidos ligada à estratégia de IA da empresa, levantando preocupações sobre risco de concentração. Estima-se que até US$ 280 bilhões estejam potencialmente expostos, especialmente em um momento em que a startup enfrenta maior competição e sinais de perda de tração.
“Os fortes laços da Microsoft com a OpenAI sustentam sua liderança em IA corporativa, mas também introduzem um risco de concentração”, afirmou Zavier Wong, analista da eToro. O criador do ChatGPT, inclusive, teria emitido um alerta interno em dezembro após o lançamento do Gemini 3, do Google, que recebeu avaliações positivas.
A Microsoft indicou que o crescimento do Azure deve se manter estável entre janeiro e março, após uma desaceleração no final de 2025, atribuída em parte a restrições na capacidade de chips de IA.
Em teleconferência, a diretora financeira Amy Hood afirmou: “Se tivéssemos alocado todas as unidades de processamento gráfico que entraram em operação no primeiro e segundo trimestres exclusivamente para o Azure, o crescimento teria superado 40%.” Ela acrescentou que o direcionamento de chips para desenvolvimento interno limitou o avanço da divisão.
Resultado da Tesla (+3%)
Seguindo a tendência das demais big techs, a Tesla, de Elon Musk, anunciou uma forte intensificação nos investimentos em inteligência artificial, dobrando seu capex para mais de US$ 20 bilhões em 2026. Os recursos serão direcionados principalmente ao desenvolvimento de robôs humanoides e veículos totalmente autônomos.
Após a divulgação do plano de gastos recordes, as ações reduziram parte dos ganhos iniciais, depois de subir até 3,5% com a divulgação de lucro e receita trimestrais acima das expectativas.
Analistas destacaram que os resultados evidenciam a crescente divergência entre as ambições corporativas em IA e a demanda dos investidores por retornos no curto e médio prazo.
“O mercado parece estar questionando se esses aumentos massivos nos gastos de capital gerarão retornos suficientes. Isso reflete uma divergência crescente entre os objetivos estratégicos das empresas de tecnologia em IA e a paciência de Wall Street com ciclos de investimento sem prazo definido”, afirmou Jesse Cohen, analista sênior da Investing.com.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam em alta nesta quinta-feira, sustentadas pela valorização do petróleo e dos metais preciosos, que ajudou a compensar as incertezas ligadas à temporada de resultados corporativos. A exceção é o índice alemão DAX 40 ACTIVTRADES:GER40 , que recua cerca de 1%, pressionado pelas ações da SAP após a empresa decepcionar o mercado com seu balanço.
O setor de mineração lidera os ganhos, com alta média de 2,7%, ainda refletindo a forte valorização das commodities metálicas. As ações de energia também avançam, acompanhando a retomada dos preços do petróleo.
As preocupações persistentes com tensões comerciais e riscos geopolíticos reforçaram a demanda por ativos de proteção, impulsionando o ouro como porto seguro, enquanto a prata também avançou, beneficiada pela busca por alternativas mais acessíveis ao metal amarelo.
Já o petróleo registra leve alta diante de temores sobre possíveis interrupções na cadeia global de suprimentos, fortalecendo o desempenho das ações ligadas a commodities.
No radar geopolítico, investidores seguem atentos ao risco de uma escalada no Oriente Médio, após o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçar uma ação militar contra o Irã caso não haja avanços em um acordo sobre armas nucleares.
Resultado da SAP (-13,6%)
As ações da SAP, empresa de maior peso no índice alemão DAX 40 (14,4%) e maior fabricante de software da Europa, caminhavam para registrar sua maior queda diária desde outubro de 2020, após um balanço incapaz de reverter a tendência negativa que já havia eliminado cerca de US$ 150 bilhões em valor de mercado desde o pico registrado em 2025.
A companhia reportou receita do quarto trimestre em linha com as estimativas, mas frustrou nas métricas mais sensíveis ao crescimento, com uma carteira de pedidos em nuvem e uma projeção de receita para 2026 abaixo do esperado pelo mercado.
“A SAP precisava entregar uma aceleração mais ampla para contrariar o pessimismo em torno do setor. Com a combinação de guidance fraco e revisão limitada, esperamos um desempenho inferior das ações”, afirmou Balajee Tirupati, analista do Citi.
Assim como outras empresas de software na Europa e em Wall Street, a SAP vem sendo pressionada pelos crescentes temores de disrupção provocada pela inteligência artificial, que têm levado investidores a reavaliar modelos de negócio, poder de precificação e perspectivas de crescimento de longo prazo.
Ouro Renova Máximos com Procura por Refúgio em Alta
Os preços do ouro subiram no início da negociação de quinta-feira, atingindo um máximo histórico pela nona sessão consecutiva. Os ganhos estão a ser impulsionados pelo aumento da procura por ativos de refúgio, bem como por expectativas cada vez mais dovish em relação à política monetária da Reserva Federal. A procura pelo metal tem sido em grande parte alimentada por tensões geopolíticas elevadas. A guerra na Ucrânia continua, enquanto na região do Golfo as tensões estão a aumentar, num contexto de maior presença militar dos EUA e de ameaças de um ataque em grande escala ao Irão. A procura por ativos de refúgio está ainda a ser reforçada pela incerteza económica gerada pelas tarifas e pelo seu impacto na atividade económica. Ao mesmo tempo, expectativas cada vez mais dovish relativamente à Reserva Federal, em conjunto com a tendência em curso de “sell America”, que tem vindo a ganhar força entre investidores globais que procuram reduzir a exposição a ativos norte-americanos, têm pressionado o dólar dos EUA, acrescentando mais vento às velas do ouro. Neste contexto, as perspetivas para os preços do ouro mantêm-se positivas, sendo possíveis novos ganhos.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Regiões Importantes para o WING26 – hoje, 28/01/2026Planejamento e Organização
-Com base em métricas autorais estabeleço regiões para que sejam observadas em suas operações, de acordo com o seu operacional. Respeite sempre o seu operacional (o seu setup)!
-As regiões não são recomendações! Não façam compras ou vendas nas regiões apresentadas neste artigo. Elas servem como estudo de mercado para auxiliar o seu entendimento do momentum.
-Operações intraday (que iniciam e encerram no mesmo pregão) são de altíssimo risco e com bastante volatilidade. Além dos movimentos do ativo fique atento(a) as principais notícias durante o pregão.
REGIÕES IMPORTANTES:
Leia todo o conteúdo acima!
>Ponto CENTRAL |183.630|
-Zona Média SUPERIOR |186.340|
Região Superior: 186.985 até 185.695
-Zona Média INFERIOR |180.920|
Região Inferior: 181.565 até 180.275
Fibonacci _ Retrações:
180.220 (≈23.6%)
177.395 (≈38.2%)
175.115 (≈50.0%)
-172.835 (≈61.8%)
169.585 (≈78.6%)
Disclaimer
Planejar e executar uma operação no contrato de WIN requer atenção aos detalhes, uma estratégia bem definida e o comprometimento com o seu operacional. Os aspectos mencionados acima são elaborados com o intuito educacional e não são uma recomendação deste analista. Os estudos realizados neste artigo refletem, única e exclusivamente, as opiniões pessoais do analista. Reforço, turma, que não são recomendações de compra e(ou) venda de qualquer ativo. Este estudo foi feito pelo Analista de Valores Mobiliários - Pessoa Natural (Autônomo) – Netto Alves (CNPI-T 9820), nos termos da Resolução CVM no 20/2021 conforme previsto no art. 3o, inc. I. O conteúdo deste estudo não é garantia ou promessa de desempenho real, pois dados e retornos passados não são garantia de resultado futuro. Importante ressaltar que operar no mercado financeiro envolve riscos e não há nada que possa garantir rentabilidade.
Os Preços do Gás Irão Colapsar ou Disparar em 2026?O mercado de gás natural encontra-se num ponto de inflexão crítico em 2026, transformando-se de uma simples commodity numa arma geopolítica e força económica. Um aumento maciço na capacidade global de GNL, apelidado de "terceira onda", está a remodelar todo o cenário energético. Os Estados Unidos atingiram níveis recorde de produção de 108,5 mil milhões de pés cúbicos por dia, enquanto novas instalações de liquefação, do Qatar à Costa do Golfo, preparam-se para inundar os mercados com mais 300 mil milhões de metros cúbicos até 2030. Esta abundância fez baixar os preços domésticos, poupando aos consumidores americanos 1,6 biliões de dólares em 17 anos e empurrando a gasolina para mínimos de 4 anos.
No entanto, este excesso de oferta cria um paradoxo. Enquanto os produtores norte-americanos mantêm uma produção sem precedentes, a volatilidade global intensifica-se à medida que os mercados regionais se tornam interligados. Uma interrupção na produção no Qatar afeta agora os preços em Houston; uma vaga de frio em Tóquio impacta os custos de fabrico em Berlim. Os riscos geopolíticos aumentaram drasticamente: gasodutos tornaram-se alvos militares legítimos, ciberataques a infraestruturas são industrializados e alianças tradicionais estão a fraturar sob sanções. Os fluxos de gás da Rússia através do Azerbaijão para a Europa exemplificam como a segurança energética se tornou um teatro de manipulação estratégica.
A tecnologia acelera tanto a oportunidade quanto o risco. A Inteligência Artificial orienta agora decisões de exploração e algoritmos de negociação, enquanto satélites patrulham fugas de metano. Contudo, a indústria enfrenta ameaças existenciais: hackers patrocinados por estados visam sistemas de controlo, regulamentações de carbono apertam globalmente e a economia de ativos encalhados paira no horizonte. A disciplina de capital substituiu a mentalidade de "boom-bust" dos ciclos anteriores, com produtores a priorizar margens sobre o volume. A convergência de oferta massiva, tensão geopolítica e transformação tecnológica cria um mercado onde a única certeza é a incerteza radical, tornando o gás natural simultaneamente mais abundante e mais volátil do que nunca.
Dólar recua para mínimos de vários anos
O dólar caiu de forma acentuada face às principais moedas, atingindo mínimos históricos frente ao franco suíço e níveis face ao euro não vistos desde 2021. Questionado sobre a fraqueza da moeda, Donald Trump desvalorizou o tema, sinalizando aos investidores que um dólar mais fraco poderá integrar a estratégia do executivo, por ser considerado favorável em termos comerciais para os EUA. Na Ásia, o foco esteve no iene, com o dólar a perder mais de 1,20% na sessão de terça-feira, num movimento iniciado na sexta-feira, após a reunião do Banco do Japão. Desde então, a moeda americana já acumula perdas superiores a 4%, reforçadas por rumores de “rate checks”, uma operação que normalmente antecede intervenções cambiais.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Morning Call - 28/01/2026 - ASML ajuda setor de tecnologia globaAgenda de Indicadores:
9:00 – USA – Dados sobre o Mercado Hipotecário
11:45 – CAD – Decisão de Taxa de Juros BoC
12:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto da EIA
14:30 – BRA – Fluxo Cambial Estrangeiros
16:00 – USA – Decisão de Taxa de Juros do Fed
18:30 – BRA – Decisão de Taxa de Juros Selic
Agenda de Autoridades:
12:30 – CAD – Coletiva de Imprensa com o presidente do BoC, Tiff Macklem
16:30 – USA – Coletiva de Imprensa com o presidente do Fed, Jerome Powell
Agenda de Balanços:
3:00 – HOL – ASML (10,1% de peso no Euro Stoxx 50)
18:05 – USA – Microsoft (8,7% de peso no Nasdaq, 7,4% no S&P500 e 7,7% no Dow Jones)
18:05 – USA – Meta (4,5% de peso no Nasdaq e 2,4% no S&P500)
18:07 – USA – Tesla (3% de peso no Nasdaq e 1,4% no S&P500)
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLG2026
Estados Unidos
Os índices futuros de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam em alta nesta sessão, enquanto que o índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIX registra queda antes da decisão de juros do FOMC e balanços de Big Techs americanas.
China autoriza grandes empresas a comprar chips H200 da Nvidia
A China sinalizou uma mudança relevante de postura ao autorizar que três de suas maiores empresas de tecnologia — ByteDance, Alibaba e Tencent — adquiram os chips de inteligência artificial H200 da Nvidia, o segundo processador de IA mais poderoso da companhia americana atualmente disponível para exportação ao país.
Segundo fontes, as três empresas receberam aval para comprar, em conjunto, mais de 400 mil unidades do H200, enquanto outras companhias chinesas já aguardam aprovações adicionais. A decisão reflete o esforço de Pequim para equilibrar a necessidade imediata de capacidade computacional em IA com sua estratégia de estimular o desenvolvimento doméstico de semicondutores, em um contexto de restrições tecnológicas impostas pelos Estados Unidos.
Apesar do sinal positivo, o avanço ainda é limitado e altamente condicionado. As autorizações estão sendo concedidas sob critérios rigorosos, cujos detalhes finais ainda estão sendo definidos pelas autoridades chinesas. Uma das fontes destacou que as licenças são bastante restritivas, o que explica o fato de que, até o momento, as aprovações não estão sendo convertidas em pedidos firmes de compra.
Do ponto de vista estratégico, a liberação do H200 — mas não do H100 ou de chips mais avançados — indica que Pequim busca ganhar fôlego no curto prazo para aplicações críticas de IA, sem abrir mão do objetivo de reduzir sua dependência tecnológica no médio e longo prazo. Para a Nvidia, o movimento representa uma oportunidade relevante de volume, ainda que cercada por incertezas regulatórias, riscos de execução e potencial reversão política.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam majoritariamente em baixa nesta quarta-feira, enquanto traders regionais monitoram os principais relatórios de lucros de empresas da região.
LVMH derruba ações do setor de luxo após resultados decepcionantes
As ações da LVMH recuam cerca de 7% na bolsa de Paris, após a divulgação dos resultados do quarto trimestre que ficaram abaixo das expectativas do mercado, principalmente devido à compressão de margens e a um tom mais cauteloso da companhia quanto aos sinais iniciais de recuperação da demanda global.
Como maior conglomerado de luxo do mundo — com marcas que vão de Louis Vuitton e Dior a Tiffany e Moët & Chandon — a LVMH é amplamente vista como um termômetro do setor. A reação negativa aos seus números contaminou todo o segmento, pressionando as ações de concorrentes como Kering, Moncler e Hermès, que caíram entre 2% e 5% na sessão.
Apesar de a empresa ter informado que as vendas no mercado chinês cresceram no trimestre, o desempenho foi considerado menos animador do que o esperado, especialmente após comentários mais otimistas sobre a China feitos recentemente por rivais como Richemont e Burberry. A comparação direta elevou o grau de frustração dos investidores, que buscavam sinais mais claros de inflexão na demanda asiática.
Outro ponto de atenção destacado por analistas foi a queda acentuada na receita da divisão de vinhos e destilados, que inclui marcas como Hennessy e Moët. Embora essa unidade represente uma parcela relativamente pequena das vendas totais do grupo, sua fraqueza levantou preocupações sobre a demanda discricionária em segmentos mais sensíveis ao ciclo econômico.
Em coletiva de imprensa após a divulgação dos resultados, o CEO Bernard Arnault afirmou que a LVMH seguirá adotando uma postura conservadora em relação a custos ao longo de 2026, citando as tensões geopolíticas persistentes e a incerteza macroeconômica global como fatores que exigem prudência.
ASML supera expectativas de encomendas e anuncia corte de pessoal
A ASML, maior empresa da Europa em valor de mercado e principal fornecedora global de equipamentos para a indústria de semicondutores, superou as expectativas do mercado em todos os principais indicadores do balanço do quarto trimestre, reforçando a leitura construtiva para o ciclo de investimentos ligado à inteligência artificial.
O principal destaque foi o volume de encomendas líquidas (backlog) — vendas já contratadas, mas ainda não reconhecidas como receita. No quarto trimestre, as encomendas somaram € 13,2 bilhões, um salto expressivo em relação aos € 5,4 bilhões registrados no trimestre anterior e bem acima da projeção dos analistas, que estimavam cerca de € 6,32 bilhões.
Em comunicado, o CEO da ASML, Christophe Fouquet, afirmou que: “Nos últimos meses, muitos de nossos clientes compartilharam uma avaliação significativamente mais positiva do cenário de médio prazo, baseada principalmente em expectativas mais robustas quanto à sustentabilidade da demanda relacionada à inteligência artificial.”
Ainda impulsionada pelo ciclo de IA, a companhia revisou para cima suas projeções financeiras, especialmente para o médio prazo. Para 2026, a ASML agora estima receita entre € 34 bilhões e € 39 bilhões, acima da expectativa média do mercado, que girava em torno de € 35 bilhões. Anteriormente, a empresa projetava vendas de € 32,7 bilhões para 2025, o que reforça a aceleração do crescimento esperado.
No horizonte de longo prazo, a ASML manteve um tom bastante otimista, projetando que a receita anual alcance entre € 44 bilhões e € 60 bilhões até 2030, com margem bruta entre 56% e 60%, níveis elevados que refletem seu forte poder de precificação e posição dominante na cadeia global de semicondutores.
No campo operacional, a empresa também anunciou medidas voltadas à eficiência e racionalização de custos. A ASML informou que irá demitir cerca de 1.700 funcionários, o equivalente a 3,8% de sua força de trabalho global. Os cortes devem se concentrar principalmente na Holanda e nos Estados Unidos, com foco relevante em cargos de liderança.
O resultado sólido da ASML teve efeito positivo em cadeia sobre o setor de tecnologia global, impulsionando ações de empresas diretamente ligadas ao ecossistema de semicondutores e IA, como TSMC, Samsung Electronics, SK Hynix, Advantest, além das americanas Nvidia, Broadcom, AMD e Intel.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
As ações asiáticas subiram nesta quarta-feira, acompanhando os ganhos de Wall Street na sessão anterior, quando o Nasdaq ficou muito próximo de registrar uma nova máxima histórica.
Liderando os avanços na região, o Hang Seng HSI:HSI saltou 2,5%, impulsionado principalmente pelos setores financeiro, de minerais energéticos e de tecnologia. Outros índices chineses — Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Shanghai SSE:000001 — registraram ganhos mais modestos.
Na Coreia do Sul, o índice Kospi TVC:KOSPI atingiu um novo recorde histórico, após o presidente dos EUA, Donald Trump, adotar um tom mais conciliatório em relação às ameaças tarifárias contra Seul.
“Vamos resolver algo com a Coreia do Sul”, afirmou Trump.
No Japão, o índice Nikkei TVC:NI225 encerrou a sessão praticamente estável, com os traders permanecendo atentos às oscilações do câmbio. Em Taiwan, o TWSE 50 FTSE:TW50 avançou 1,2%, sustentado principalmente pela valorização dos papéis da TSMC.
Na Austrália, o ASX ASX:XJO recuou 0,1%, com os ganhos do setor de mineração sendo compensados por perdas nos demais segmentos do mercado.
Possível movimentação índice 28/01/2026Compartilho análise pessoal sobre a possível movimentação para o mini índice no dia de amanhã pregão 28/01/2026 utilizando como base as marcações de suporte e resistência que o índice tem trabalho nos últimos dias, todavia devemos lembrar que o mercado e soberano, nunca vamos saber exatamente oque o mercado vai fazer, e nem precisamos, basta sabermos oque nós vamos fazer e quando fazer, reintero que não e sugestão de compra ou venda, apenas compartilhamento de estudo pessoal
XAU/USD - ATINGINDO ALVO DE 1,618 FIBO MENSALXAU/USD - Acaba de atingir alvo 1,618 FIBO MENSAL e fez quebra de estrutura de 1hora
Ao atingir o alvo de 1,618 da projeção mensal o ouro rejeitou as compras, fazendo uma quebra de estrutura em h1, como não existe referências no gráfico e estamos em ATH, acabo de abrir um short venda a mercado aguardando uma correção mais profunda em busca de liquidez do lado vendedor.
Desvalorização Forçada do Dólar: Impactos para Brasil e MundoA Geopolítica da Desvalorização Forçada do Dólar: Impactos Sistêmicos no Brasil e no Mundo
🌍 Consequências Globais
Competitividade dos EUA: Produtos americanos ficam mais baratos no exterior, favorecendo exportações e reduzindo déficit comercial.
Inflação nos EUA: Importados mais caros pressionam a inflação doméstica.
Mercados emergentes: Perda de competitividade frente aos produtos americanos.
Confiança na moeda: Risco de erosão da credibilidade do dólar como moeda de reserva global.
Fluxos financeiros: Migração de capitais para moedas alternativas (euro, yuan, franco suíço).
🇧🇷 Impactos no Brasil
Valorização do real: Importações mais baratas, ajudando a conter a inflação.
Exportadores prejudicados: Produtos brasileiros ficam relativamente mais caros em dólar.
Setor industrial: Benefício para empresas que dependem de insumos importados.
Fluxo de capitais: Potencial aumento de investimentos externos, mas com maior volatilidade.
Política monetária: Banco Central pode ter de ajustar juros para equilibrar câmbio e inflação.
📊 Benefícios vs. Riscos para o Brasil
Benefícios
Importados mais baratos → menor pressão inflacionária
Insumos industriais mais acessíveis
Possível aumento de investimentos externos
Alívio temporário para consumidores
Riscos
Exportadores perdem competitividade
Volatilidade nos fluxos de capitais
Dependência maior da política cambial dos EUA
Pressão sobre setores agrícolas e mineração
⚠️ Pontos Críticos
Desvalorização artificial não é sustentável e pode gerar desequilíbrios globais.
Brasil permanece vulnerável às decisões de Washington.
Efeitos desiguais: consumidores se beneficiam, mas exportadores sofrem.
Decisão de Juros do Banco Central do Brasil (BCB)O Banco Central do Brasil deverá manter a taxa Selic em 15% na reunião desta quarta-feira, pela quinta vez consecutiva, segundo 92% dos economistas consultados pela Reuters. Entre as demais estimativas, 5% projetam um corte de 25 pontos-base, para 14,75%, enquanto 3% apostam em uma redução mais agressiva de 50 pontos-base, para 14,50%.
Apesar da expectativa majoritária de manutenção nesta reunião, o mercado já precifica o início do ciclo de flexibilização monetária em março. Cerca de 83% dos analistas acreditam que o primeiro corte ocorrerá no próximo encontro, com 53% atribuindo maior probabilidade a uma redução de 50 pontos-base, e 47% a um corte de 25 pontos-base.
Caso confirmado, esse movimento marcaria a primeira redução da Selic desde maio de 2024, quando o Comitê de Política Monetária (Copom) adotou uma postura claramente restritiva, elevando o custo do crédito e mantendo os juros em patamar elevado como resposta ao avanço da inflação.
Segundo relatório do Citi, “a queda nas expectativas de inflação, a desaceleração da inflação corrente e nossa expectativa de continuidade desse processo criam espaço para que o Copom inicie o ciclo de cortes em março.”
A inflação anual encerrou o ano passado em 4,26%, reforçando a trajetória de desaceleração e ficando abaixo do teto de 4,5% da meta, cujo centro é 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual.
Diante desse cenário, cresce a expectativa de que o Copom introduza ajustes sutis no comunicado que acompanha a decisão desta semana, preparando o terreno para cortes futuros. Os trechos mais monitorados pelos traders incluem:
a referência a uma “política monetária em patamar significativamente contracionista por período bastante prolongado”, especialmente o termo “bastante”;
e a afirmação de que o BC “não hesitará em retomar o ciclo de ajuste caso julgue apropriado”.
A remoção ou suavização dessas expressões pode ser interpretada como um sinal claro de flexibilização iminente, aumentando a convicção do mercado quanto ao início do ciclo de cortes.
No campo macroeconômico, as projeções indicam crescimento do PIB de 1,8% em 2026, abaixo da estimativa de 2,3% para 2025, refletindo os efeitos defasados da política monetária restritiva. Para a inflação, a expectativa é de IPCA em torno de 4%, enquanto a Selic poderia encerrar o ano em 12,5%.
O principal desafio do Banco Central permanece sendo o equilíbrio entre o processo de desinflação e o ambiente fiscal e político. Medidas recentes de estímulo ao consumo, adotadas no final de 2025 e início de 2026, ampliam os riscos de desancoragem inflacionária, especialmente em um contexto de corrida eleitoral, com o presidente Lula buscando um quarto mandato.
No mês passado, o governo autorizou que 14 milhões de trabalhadores demitidos sacassem R$ 7,8 bilhões de um fundo público de seguro-desemprego, medida que adiciona estímulo à demanda no curto prazo e complica a tarefa do Copom de manter a inflação sob controle enquanto inicia, de forma cautelosa, o ciclo de cortes.
Decisão de Juros do Federal Reserve (Fed)O Federal Reserve deverá manter a taxa básica de juros na faixa de 3,50% a 3,75%, patamar que, segundo a sinalização atual, deve ser preservado ao menos até junho, já sob o comando do sucessor de Jerome Powell. Nesta reunião, não haverá divulgação de novas projeções econômicas.
Os dados mais recentes, divulgados no início de dezembro, indicaram pouca alteração nas tendências do mercado de trabalho e da inflação, oferecendo sinais limitados para um eventual corte de juros no curto prazo. O crescimento do emprego segue moderado, enquanto a taxa de desemprego recuou para 4,4% em dezembro, em meio a um cenário de atividade econômica resiliente e consumo robusto.
No campo inflacionário, o Índice de Preços das Despesas de Consumo Pessoal (PCE) — métrica preferida do Fed — registrou alta anual de 2,8% em novembro, ligeiramente acima do esperado e ainda distante da meta de 2%, reforçando a postura cautelosa da autoridade monetária.
Na coletiva de imprensa pós-decisão, a expectativa é que Powell dê menos ênfase ao debate imediato sobre juros e concentre suas declarações nos eventos institucionais ocorridos entre as reuniões. Entre eles, destaca-se o recebimento de uma intimação do Departamento de Justiça dos EUA e a ameaça de abertura de investigação criminal contra o presidente do Fed, além da resposta de Powell em uma declaração em vídeo incomum, na qual classificou o episódio como parte de uma campanha de pressão do presidente Donald Trump por cortes de juros.
Na semana passada, a Suprema Corte dos Estados Unidos realizou uma audiência sobre a tentativa de Trump de destituir a diretora do Fed, Lisa Cook. Embora o tom dos ministros tenha reduzido as preocupações sobre riscos imediatos à independência do banco central — com a maioria demonstrando inclinação a manter Cook no cargo —, o episódio serviu como um lembrete do desejo declarado de Trump de ampliar sua influência sobre o Conselho de Governadores, além do ritmo normal de rotação de mandatos.
Atualmente, o nome indicado por Trump para suceder Powell ocuparia uma vaga de Stephen Miran, que substituiu Adriana Kugler em setembro e cujo mandato se encerra em 31 de janeiro. Caso não haja renúncia ou destituição adicional, a próxima vaga disponível seria justamente a de Powell, que, mesmo deixando a presidência, pode permanecer como governador do Fed por mais dois anos, o que poderia frustrar os planos de Trump.
Durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, Trump afirmou estar próximo de decidir quem indicará para a presidência do Fed, mas ponderou que “o problema é que eles mudam assim que assumem o cargo”, em referência à independência institucional dos presidentes do banco central.
Diante desse cenário — marcado por pressões políticas, incertezas institucionais e disputas jurídicas —, o debate estritamente técnico sobre a política monetária acaba ficando em segundo plano. A iminente decisão judicial envolvendo Lisa Cook, a possibilidade de Powell permanecer no Conselho e a futura confirmação pelo Senado do próximo presidente do Fed concentram grande parte da atenção dos mercados, reforçando o prêmio de risco institucional nos ativos americanos.
Decisão de Juros do Banco do Canadá (BoC)O Banco do Canadá (BoC) deve manter a taxa básica de juros inalterada em 2,25% nesta quarta-feira, mas economistas e mercados financeiros seguem divididos quanto à trajetória da política monetária ao longo de 2026, em meio ao aumento das incertezas econômicas e comerciais.
Desde dezembro, os mercados passaram a precificar a possibilidade de retomada do ciclo de alta, após uma longa pausa ao longo de 2025. Parte dos economistas, no entanto, contesta esse movimento, destacando o elevado grau de incerteza em torno das futuras renegociações do acordo de livre comércio Estados Unidos–México–Canadá (USMCA), fator que pode limitar a atuação do banco central.
Em outubro, após reduzir a taxa em 25 pontos-base, o BoC sinalizou que o juro básico já se encontrava em um nível apropriado, com a inflação ainda dentro da meta. Para cerca de 75% dos economistas consultados pela Reuters, o banco deve manter as taxas estáveis em 2026, embora uma parcela relevante projete algum grau de afrouxamento monetário ao longo do ano, seguido por eventual retomada de alta no último trimestre.
Em 2025, o BoC acumulou cortes de 100 pontos-base, levando os juros para o limite inferior da faixa neutra, na qual a política monetária não estimula nem restringe a atividade econômica. Ainda assim, alguns traders avaliam que, para que a política se torne efetivamente estimulativa, as taxas precisariam cair abaixo da banda neutra.
Segundo Doug Porter, economista-chefe do BMO Capital Markets, o ambiente de incerteza comercial elevada, combinado com a alta da taxa de desemprego, favorece um cenário em que o BoC seja levado a cortar juros para níveis abaixo do neutro, com o objetivo de reativar a economia.
Pesquisas recentes conduzidas pelo próprio Banco do Canadá indicam que o sentimento empresarial permanece moderado, em meio às tensões comerciais, enquanto os consumidores demonstram preocupação com o emprego e o endividamento. Ainda assim, os dados macroeconômicos mostram que o impacto das tarifas tem sido concentrado em setores específicos — como aço, alumínio, madeira e automotivo —, sem efeitos sistêmicos relevantes até o momento. A inflação segue relativamente estável, o crescimento econômico é modesto e a geração de empregos foi sólida entre setembro e novembro.
O Banco do Canadá anunciará sua decisão de política monetária em 29 de janeiro, às 10h45 (horário de Brasília). Na mesma ocasião, divulgará o Relatório Trimestral de Política Monetária (MPR), retomando a prática de apresentar projeções pontuais para crescimento e inflação. O relatório também deve trazer uma avaliação atualizada sobre os impactos do orçamento federal na dinâmica macroeconômica do país.
Regiões Importantes para o WING26 – hoje, 27/01/2026Planejamento e Organização
-Com base em métricas autorais estabeleço regiões para que sejam observadas em suas operações, de acordo com o seu operacional. Respeite sempre o seu operacional (o seu setup)!
-As regiões não são recomendações! Não façam compras ou vendas nas regiões apresentadas neste artigo. Elas servem como estudo de mercado para auxiliar o seu entendimento do momentum.
-Operações intraday (que iniciam e encerram no mesmo pregão) são de altíssimo risco e com bastante volatilidade. Além dos movimentos do ativo fique atento(a) as principais notícias durante o pregão.
REGIÕES IMPORTANTES:
Leia todo o conteúdo acima!
>Ponto CENTRAL |180.120|
-Zona Média SUPERIOR |182.755|
Região Superior: 183.680 até 181.835
-Zona Média INFERIOR |177.485|
Região Inferior: 178.405 até 176.560
Fibonacci _ Retrações:
178.285 (≈23.6%)
175.830 (≈38.2%)
173.845 (≈50.0%)
-171.865 (≈61.8%)
169.040 (≈78.6%)
Disclaimer
Planejar e executar uma operação no contrato de WIN requer atenção aos detalhes, uma estratégia bem definida e o comprometimento com o seu operacional. Os aspectos mencionados acima são elaborados com o intuito educacional e não são uma recomendação deste analista. Os estudos realizados neste artigo refletem, única e exclusivamente, as opiniões pessoais do analista. Reforço, turma, que não são recomendações de compra e(ou) venda de qualquer ativo. Este estudo foi feito pelo Analista de Valores Mobiliários - Pessoa Natural (Autônomo) – Netto Alves (CNPI-T 9820), nos termos da Resolução CVM no 20/2021 conforme previsto no art. 3o, inc. I. O conteúdo deste estudo não é garantia ou promessa de desempenho real, pois dados e retornos passados não são garantia de resultado futuro. Importante ressaltar que operar no mercado financeiro envolve riscos e não há nada que possa garantir rentabilidade.
Morning Call - 27/01/2026 - UnitedHealth caí 9% antes de balançoAgenda de Indicadores:
9:00 – BRA – IPCA-15 (Jan)
10:15 – USA – Variação Semanal de Empregos Privados ADP
11:00 – USA – Preços dos Imóveis S&P Global
12:00 – USA – Confiança do Consumidor do Conference Board
15:00 – USA – Leilão de T-Note de 5 anos
18:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal API
Agenda de Autoridades:
USA – Donald Trump realizará um "grande pronunciamento" em passagem pelo Estado de lowa
Agenda de Balanços:
7:55 – USA – UnitedHealth - UNH (8,3% de peso no Dow Jones)
13:45 – FRA – LVMH (10,2% de peso no CAC40 e 5,3% no Euro Stoxx 50)
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLG2026
IPCA-15: A mudança da bandeira tarifária para verde deve promover uma desaceleração marginal no IPCA-15 de janeiro, com alta estimada em 0,22% (ante 0,25% em dezembro). No entanto, o cenário de 12 meses aponta para alta de 4,52%, ante 4,41% do mês anterior, rompendo o teto da meta de inflação (4,5%).
Na decomposição do índice, as estimativas indicam aceleração das pressões em preços livres, que devem passar de 0,31% para 0,35%, com destaque para alimentação no domicílio, cuja variação salta de 0,10% para 0,49%, e para bens industriais, que saem de -0,05% para 0,45%, refletindo repasses de custos e normalização de preços.
Por outro lado, é esperada uma descompressão relevante em serviços, de 0,70% para 0,20%, além de queda nos preços administrados, que devem passar de 0,08% para -0,11%, impactados diretamente pela redução da tarifa de energia elétrica.
Estados Unidos
Os índices futuros de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam em alta nesta sessão, com exceção do Dow Jones ACTIVTRADES:USAIND , que é pressionado pelo forte recuo das ações da UnitedHealth, que caem mais de 9% no pré-mercado.
Os papéis da UnitedHealth apresentam elevada volatilidade após o governo dos EUA propor um aumento nos pagamentos às seguradoras do Medicare, medida que impacta diretamente o modelo de negócios da companhia. Às 7h55 (horário de Brasília), a empresa divulga seu resultado corporativo, evento que tende a ampliar a volatilidade do Dow Jones, índice no qual a UnitedHealth possui peso relevante de aproximadamente 8,2%.
No campo positivo, o setor de tecnologia lidera os ganhos, em antecipação à divulgação dos balanços de quatro das chamadas Sete Magníficas. O mercado mantém uma postura construtiva, com traders apostando que os resultados possam novamente superar as expectativas, sustentando o rali recente do setor.
Entre as commodities, ouro e prata seguem renovando máximas históricas. Segundo Christopher Louney, estrategista de commodities da RBC Capital Markets, “a natureza frenética da incerteza global, combinada com a fraqueza do dólar, tem sido o principal motor desta nova perna de alta do ouro”. Louney avalia que o movimento pode se estender até o início de setembro ou, alternativamente, até meados de dezembro. Com base nos padrões observados em 2025, o estrategista projeta que o ouro possa atingir US$ 7.100 por onça até o fim do ano, reforçando o metal precioso como um dos principais ativos de proteção em um ambiente de elevada incerteza macroeconômica e geopolítica.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam em alta nesta terça-feira, impulsionadas por uma sequência de notícias corporativas positivas, que ajudaram a aliviar as preocupações dos investidores com as recentes tensões comerciais globais.
O destaque do dia fica por conta da Puma, cujas ações dispararam 19%, atingindo o maior nível desde março do ano passado, após a empresa anunciar a venda de uma participação de 29% para a chinesa Anta Sports por US$ 1,8 bilhão. O mercado avalia que a operação deve fortalecer a presença da marca no altamente lucrativo mercado consumidor chinês.
No setor farmacêutico, a suíça Roche informou que um ensaio clínico de fase II de seu medicamento experimental para obesidade, o CT-388, administrado por injeção semanal, apresentou resultados positivos. As ações da companhia sobem quase 1% na sessão.
Em paralelo, o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, afirmou que a Índia e a União Europeia concluíram um acordo comercial histórico, que estava em negociação há vários anos, adicionando um viés construtivo ao sentimento nos mercados europeus.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
As ações asiáticas subiram nesta terça-feira, com os traders demonstrando otimismo diante de uma série de balanços de grandes empresas americanas ao longo da semana. Ainda assim, a incerteza gerada pelas mais recentes medidas tarifárias do presidente dos EUA, Donald Trump, contra a Coreia do Sul impulsionou a busca por proteção, levando o ouro e a prata a novas altas.
Na noite de segunda-feira, Trump acusou o parlamento sul-coreano de “não cumprir” o acordo comercial com Washington e afirmou que elevaria as tarifas sobre as importações da quarta maior economia da Ásia para os Estados Unidos para 25%.
Apesar das novas ameaças, o índice sul-coreano Kospi TVC:KOSPI liderou os ganhos na região e registrou nova máxima histórica, encerrando o dia em alta de 2,7%. As ações de tecnologia puxaram o movimento, com Samsung e SK Hynix avançando 4,9% e 8,7%, respectivamente.
“O entusiasmo em torno da semana mais movimentada da temporada de resultados levou os traders a aumentar a exposição ao setor de tecnologia antes da divulgação dos balanços de quatro das sete maiores empresas do segmento”, afirmou Jose Torres, economista sênior da Interactive Brokers.
Na sexta-feira, a ministra da Indústria da Coreia do Sul, Kim Jung-kwan, deve visitar Washington, o que pode ajudar a aliviar as tensões comerciais e conceder algum tempo adicional para que o governo sul-coreano trabalhe na recomposição das relações bilaterais.
No Japão, o índice Nikkei TVC:NI225 avançou 0,9%, impulsionado por ações de tecnologia, como a Advantest, que saltou 5,9%. Em contrapartida, a recente valorização do iene voltou a pressionar empresas exportadoras, especialmente do setor automotivo.
Em outras praças da região, os índices chineses — Shenzhen SZSE:399001 , Hang Seng HSI:HSI , China A50 FTSE:XIN9 e Shanghai SSE:000001 — registraram altas modestas. Em Taiwan, o TWSE 50 FTSE:TW50 subiu 0,8%, apoiado principalmente pela valorização dos papéis da TSMC.
Na Austrália, com a volta do feriado, o ASX ASX:XJO avançou 0,9%, impulsionado pelos ganhos das mineradoras.
Preços do Ouro Voltam a Subir Após Forte Volatilidade
Os preços do ouro subiram no início da negociação de terça-feira, aproximando-se do nível dos 5.100 dólares e dos máximos históricos atingidos na sessão anterior. Depois da montanha-russa de segunda-feira, quando o metal precioso disparou para um nível recorde antes de devolver todos os ganhos e encerrar praticamente no mesmo ponto em que tinha começado, o ouro voltou a ganhar vantagem. As condições de base mantêm-se favoráveis, com tensões geopolíticas elevadas, incerteza económica e um dólar norte-americano mais fraco a funcionarem como fatores de suporte para o ouro. As negociações entre a Rússia e a Ucrânia parecem estar a estagnar, enquanto o risco de um ataque norte-americano em grande escala ao Irão continua em cima da mesa. Este contexto de turbulência geopolítica global está a reforçar o apelo do ouro enquanto ativo de refúgio. Ao mesmo tempo, a incerteza económica está a ser amplificada por renovadas ameaças tarifárias por parte dos EUA e pelo risco crescente de um encerramento parcial do governo norte-americano, depois de um grupo significativo de legisladores se ter comprometido a recusar apoio a medidas de financiamento associadas ao reforço em curso da aplicação das políticas de imigração. Entretanto, o dólar norte-americano mantém-se sob pressão, num contexto de expectativas mais dovish em relação à Reserva Federal, o que continua a dar suporte ao ouro, tendo em conta a relação inversa entre os dois ativos. Neste enquadramento, o caminho de menor resistência para os preços do ouro continua a apontar para cima, com os investidores atentos a eventuais sinais sobre a trajetória da política monetária da Fed que possam emergir da reunião do banco central agendada para quarta-feira e da conferência de imprensa de Jerome Powell.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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