O que impulsiona a ascensão discreta da Cisco em IA?A Cisco Systems, uma gigante consolidada em infraestrutura de redes, está experimentando uma revitalização notável, impulsionada por uma abordagem pragmática e altamente eficaz à inteligência artificial (IA). Diferentemente de muitas empresas que buscam iniciativas amplas de IA, a Cisco concentra-se em resolver problemas “rotineiros”, porém essenciais, relacionados à experiência do cliente. Essa estratégia gera benefícios concretos, como reduções significativas nos casos de suporte e economia substancial de tempo para as equipes de sucesso do cliente, liberando recursos para enfrentar desafios mais complexos e otimizar os processos de vendas. Essa aplicação prática da IA, combinada com um foco em resiliência, simplicidade por meio de interfaces unificadas e jornadas personalizadas do cliente, fortalece a crescente posição de mercado da Cisco.
A evolução estratégica da empresa também inclui a adoção sutil da IA baseada em agentes, vista não como substituta da inteligência humana, mas como um complemento poderoso. Essa transição da IA como simples “ferramenta” para “parceira de equipe” permite a detecção e resolução proativa de problemas, muitas vezes antes que os clientes percebam qualquer questão. Além das melhorias internas, o crescimento da Cisco é impulsionado por investimentos estratégicos e aquisições inteligentes, como a integração da tecnologia eBPF da Isovalent. Essa aquisição ampliou rapidamente as capacidades da Cisco em redes nativas da nuvem, segurança e balanceamento de carga, demonstrando sua agilidade e compromisso com a inovação tecnológica de ponta.
O sólido desempenho financeiro da Cisco e suas parcerias estratégicas, especialmente com líderes em IA como Nvidia e Microsoft, reforçam seu impulso no mercado. A empresa reporta um crescimento expressivo nas receitas de produtos, especialmente nos segmentos de Segurança e Observabilidade, sinalizando uma transição bem-sucedida para um modelo de receita mais previsível e baseado em software. Esse desempenho robusto, aliado a uma visão clara para experiências com IA e colaborações estratégicas, posiciona a Cisco como uma força formidável no cenário tecnológico em constante evolução. A abordagem disciplinada da empresa oferece lições valiosas para qualquer organização que deseja aproveitar de forma eficaz o poder transformador da IA.
Além da Análise Técnica
USD/JPY - FRAQUEZA DOS VENDEDORES - 15 MINUTOS Dando continuaçãoDando continuação a minha expectativa de alta para o par USD/JPY, segue minha 3º entrada de compra baseada em minha análise SMC, o par ainda não fez o CHoCH de fluxo de 15 min, mas já varreu uma liquidez importante em H4 e mitigou o mesmo POI de H4, a expectativa é que o par faça o CHoCH de fluxo em M15 para confirmar o viês de alta ai então pegaremos a compra na correção deste impulso aproveitando que o fluxo diário esta comprador, como confluência temos apenas o CHoCH de 1 minuto e seu fluxo alinhado para compra no momento.
1º entrada |compra swing trade - 07/06/2025 (trade em andamento)
2º entrada |compra M15 - 12/06/2025 | stop gain (saída em break even)
3º entrada de compra (aguardando execução)
"O Risco de Colapso Digital"16 de junho de 2025
– Um Aviso Simples e Necessário"
por Rafael dos Santos Diniz
---
Hoje é segunda-feira, 16 de junho de 2025. Estou escrevendo este texto de forma objetiva, direta e sem floreios, porque entendo que o momento exige mais clareza do que dramaticidade. Meu objetivo aqui é comunicar uma informação importante que recebi e analisei com base em fatos recentes que envolvem risco cibernético em escala internacional. Este comunicado não tem intenção de gerar pânico, e sim de preparar mentalmente os profissionais do mercado e todos aqueles que dependem da conectividade digital para operar, viver ou decidir.
Ao longo dos últimos dias, diversas fontes começaram a levantar a possibilidade de eventos de instabilidade na internet global. E não estou falando de lentidão, estou falando de quedas localizadas ou até regionais que podem afetar temporariamente o funcionamento de bolsas, plataformas de home broker, serviços bancários, comunicação entre servidores e outros pilares essenciais do mercado.
O que despertou minha atenção de forma mais concreta foi uma matéria publicada pelo The Wall Street Journal, uma das fontes mais confiáveis do mundo financeiro. O artigo, publicado neste final de semana, traz um alerta direto: autoridades norte-americanas e empresas privadas receberam instruções para se prepararem contra possíveis ataques cibernéticos vindos do Irã. Aqui está o link da matéria original para que você mesmo possa ler com seus próprios olhos:
👉 Companies Warned On Iranian Cyberattacks – WSJ
O texto não é especulativo. Ele informa que departamentos de segurança nos EUA e outros órgãos de inteligência já mapearam atividades suspeitas que indicam movimentações coordenadas por grupos vinculados ao IRGC (Guarda Revolucionária Iraniana), envolvendo ataques de negação de serviço (DDoS), tentativas de invasão de redes críticas e até possíveis ações indiretas em cabos submarinos de internet que passam por áreas tensas, como o Mar Vermelho.
Este alerta não é o primeiro que o Irã protagoniza nesse sentido. O histórico existe, e não é curto. Desde 2011, empresas de tecnologia, bancos, refinarias e até sistemas de água potável sofreram interferências comprovadas. O Irã tem um dos grupos mais bem organizados de guerra cibernética, com times bem financiados, motivados politicamente e altamente técnicos. Eles não operam para causar caos generalizado como grupos amadores ou ativistas, mas sim para provocar impactos cirúrgicos e estratégicos que sirvam a seus interesses regionais e de posicionamento global.
Por que isso interessa diretamente a você, que me acompanha no mercado financeiro?
Porque somos um mercado cada vez mais dependente de uma infraestrutura invisível: a rede. Os servidores, os hubs de dados, as rotas de backbone, os CDNs que entregam as ordens com latência mínima. O livro de ofertas que você vê em tempo real, a execução instantânea de ordens, os dados do BTC/USD atualizados a cada segundo, o gráfico que você analisa para tomar decisão, tudo isso depende de um ecossistema que, embora robusto, não é infalível.
E o que pode acontecer, de maneira prática?
Um ataque direcionado e bem executado pode afetar:
Plataformas de home broker e trading (com delays, travamentos ou indisponibilidade total);
API de dados de exchanges ou corretoras estrangeiras;
Acesso a sistemas bancários e operações financeiras;
Comunicação via WhatsApp, e-mails e outros apps baseados em nuvem;
Execuções automatizadas e robôs de trading que operam sem conexão local;
Até mesmo a resolução de DNS, o que faz com que sites "sumam" momentaneamente do ar.
Essa possibilidade não significa que tudo vai travar para sempre, ou que haverá perda de capital instantânea. O que ela indica é que a confiança na estabilidade digital, que é o oxigênio dos mercados modernos, pode ser testada nas próximas semanas ou dias. Pode haver um soluço no sistema. E nesse soluço, muita gente pode agir por impulso, ficar sem reação, ou pior, tomar decisões erradas.
Eu não estou dizendo que você deve parar de operar. Mas estou sugerindo que você opere com consciência. Tenha planos alternativos. Não confie 100% em que tudo estará online o tempo todo. Se você usa automação, defina critérios de corte de risco que se apliquem mesmo sem monitoramento humano. Se você precisa liquidar posições rapidamente, verifique se possui alternativas via celular, corretora com atendimento telefônico ou aplicativos redundantes. E acima de tudo: não se deixe pegar desprevenido.
Como analista, trader e gestor, eu me obrigo a olhar não só os gráficos, mas também o que está por trás deles. E neste momento, o risco maior não é de um candle de 15 minutos com muita sombra: é de um mundo silencioso, por algumas horas ou dias, onde as ferramentas digitais que usamos perdem a voz.
Se nada acontecer, ótimo. Seguimos. Mas se algo de fato se concretizar, saiba que você foi avisado antes, com base em fontes sérias, e com responsabilidade profissional.
Estamos diante de um tempo novo. Mais do que nunca, a informação bem usada vale mais do que qualquer indicador técnico.
Com respeito,
Rafael Lagosta
(16/06/2025)
Este texto pode ser redistribuído livremente. Inclua sempre o link original da matéria referenciada para verificação.
Ouro Sobe na Ásia, mas Recua com Apetite pelo Risco
O preço do ouro subiu no arranque da sessão asiática desta segunda-feira, atingindo um máximo de várias semanas acima dos 3.450 dólares, antes de inverter a tendência e cair para níveis abaixo do fecho de sexta-feira. Os ganhos iniciais foram impulsionados pelo aumento da procura por ativos de refúgio, na sequência do agravamento das tensões geopolíticas, com Israel e o Irão a trocarem vagas de ataques com mísseis. No entanto, apesar da gravidade da escalada entre os dois rivais regionais, a reação dos mercados foi relativamente contida. Os futuros acionistas registaram ganhos nas primeiras horas da sessão asiática, com o apetite pelo risco a regressar rapidamente e a anular os ganhos iniciais do ouro. Neste contexto, a atenção dos investidores continuará centrada nas negociações comerciais em curso, que permanecem como fator determinante para as perspetivas da economia global. Em paralelo, os mercados estarão também atentos à reunião da Reserva Federal agendada para esta semana e à decisão sobre as taxas de juro. Embora seja amplamente esperado que os juros se mantenham inalterados, os investidores seguirão com atenção a declaração pós-reunião e a conferência de imprensa, em busca de pistas sobre a orientação da política monetária no curto prazo. Qualquer alteração nas expectativas — que atualmente apontam para um corte de 25 pontos base em setembro, seguido de uma nova descida antes do final do ano — poderá influenciar o desempenho do dólar norte-americano e, por consequência, afetar o preço do ouro, dada a correlação inversa entre os dois ativos.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
O LiDAR Digital é o Olho do Futuro para a Autonomia?A Ouster, Inc. (NYSE: OUST), um dos principais nomes no setor de tecnologia de pequena capitalização, registrou recentemente um aumento significativo no preço de suas ações após uma aprovação crucial do Departamento de Defesa dos Estados Unidos (DoD). A certificação do sensor digital LiDAR OS1 da Ouster para sistemas aéreos não tripulados (UAS, na sigla em inglês) endossa a excelência da tecnologia da empresa e destaca a crescente importância de soluções avançadas de visão 3D nos setores de defesa e comercial. A Ouster se posiciona como uma habilitadora fundamental da autonomia, com seu LiDAR digital destacando-se por maior acessibilidade, confiabilidade e resolução em comparação com sistemas analógicos tradicionais.
A inclusão do sensor OS1 no Blue UAS Framework do DoD representa uma conquista estratégica para a Ouster. Esse rigoroso processo de avaliação garante a integridade da cadeia de suprimentos e a adequação operacional, tornando o OS1 o primeiro sensor LiDAR 3D de alta resolução a receber tal endosso. Essa aprovação simplifica significativamente o processo de aquisição para diversas entidades do DoD, prometendo uma ampla adoção além dos atuais contratos de defesa da Ouster. O desempenho superior do OS1 em peso, eficiência energética e resistência a condições adversas reforça ainda mais seu valor em aplicações exigentes.
Olhando para o futuro, a Ouster está desenvolvendo ativamente sua próxima geração da série Digital Flash (DF, na sigla em inglês), uma solução LiDAR de estado sólido pronta para revolucionar as aplicações automotivas e industriais. Ao eliminar peças móveis, a série DF promete maior confiabilidade, longevidade e produção em massa com eficiência de custos, atendendo às necessidades críticas da condução autônoma e dos sistemas avançados de assistência ao condutor (ADAS, na sigla em inglês). Essa inovação voltada para o futuro, combinada com a recente validação do DoD, consolida a Ouster como uma inovadora essencial no cenário em rápida evolução das tecnologias autônomas, impulsionando sua ambição de capturar uma fatia substancial do mercado potencial de US$ 70 bilhões para visão 3D.
BAND - ACUMULAÇÃOAnalisando gráfico semanal de Band vemos uma acumulação clara em BAND.
é válido afirmar que estamos em um momento de spring, por mais que não tenhamos alto volume, é interessante analisar como será a reação nas próximas semanas, caso o preço volte para dentro do range é uma boa confirmação para entrar em uma compra.
Casos mais extremos, seria um bom momento para entrar com baixo risco neste preço que estamos.
Não é indicação de compra ou venda
A Reprogramação do Mundo**14 de junho de 2025**
Guerra Invisível, Poder Sem Bandeiras e o Novo Tabuleiro Global (2023–2025)**
Rafael Lagosta aqui.
O que eu estou vendo não é só uma mudança de ciclo. É uma **reprogramação total do planeta**, e quem está com os olhos voltados apenas para candles e notícias de superfície, vai perder muito mais do que capital — vai perder o entendimento de como o mundo realmente funciona agora. Esse texto não é mais um artigo sobre geopolítica. É um mapa mental do novo xadrez global, onde as peças não são mais presidentes e ministros, mas redes, narrativas, dados e grupos invisíveis com capacidade de redefinir países inteiros em poucos cliques ou em algumas toneladas de cocaína digitalizada.
Vou te mostrar o que está por trás da cortina. Sem floreio, direto da trincheira, como dois traders experientes trocando leitura no meio de uma madrugada volátil.
---
Eu começo olhando para o **narcotráfico**, e aqui não tem nada de romantismo de série da Netflix. O que está acontecendo com países como Equador, México e até Brasil é a transformação do crime organizado em **organização de poder real**, mais estruturada que muitos governos. O tráfico não é mais um problema de segurança pública — ele é um modelo de negócio com supply chain próprio, capital circulante, proteção armada, bancos paralelos e influência política direta. É como se fosse um *hedge fund* com metralhadoras, operando sob baixa regulação e com uma capacidade de arbitragem social monstruosa.
Eu vejo que esses grupos já não dependem da violência — a violência é só o marketing. Eles estão se tornando **atores políticos e financeiros**, interferindo em eleições, ditando leis e, principalmente, assumindo funções estatais onde o Estado falhou. Favela, periferia, zona rural, tudo isso está virando uma espécie de laboratório de como dominar populações com benefícios básicos que o governo abandonou. Isso é dominância por aderência, não por imposição.
A matemática é assustadora: só o lucro líquido anual do narcotráfico na América Latina já ultrapassa os US\$ 600 bilhões. Isso é comparável ao valor de mercado das maiores empresas brasileiras de commodities. Em outras palavras, eu estou vendo o mercado informal já **valendo tanto quanto o mercado formal**.
Como trader, isso tem impacto direto no risco sistêmico. Esses grupos estão começando a usar criptomoedas, fazer lavagem via contratos inteligentes, e até criar suas próprias stablecoins para circular valor sem passar por bancos. A consequência? Mais volatilidade, desmonetização da autoridade nacional, e um real que já não reflete o poder do Banco Central, mas o grau de controle que o Estado tem sobre seus próprios territórios.
---
Quando eu volto os olhos para a **China**, o que eu vejo é uma guerra sem pólvora, mas cheia de precisão. Os caras estão jogando xadrez com paciência milenar enquanto o Ocidente joga dama na correria trimestral. A China não está invadindo nações com tanques. Ela está invadindo com **dados, aplicativos, moedas digitais e infraestrutura**.
Taiwan é só o símbolo mais visível. O que está em jogo é o controle de toda uma malha de microchips, cadeias logísticas e narrativa no sudeste asiático. A China já entendeu que a guerra mais eficiente é aquela que não precisa ser declarada. Ela compra aliados com estradas, portos e empréstimos. Eu vejo o Belt and Road 2.0 tomando forma como um novo Império do Meio — mas dessa vez, o meio é digital e globalizado.
Eles criaram o yuan digital e estão estabelecendo acordos bilaterais com mais de 40 países, especialmente no sul global, onde o dólar já começa a perder espaço. A China está construindo uma nova rede de influência que independe completamente do sistema financeiro ocidental. E é por isso que ela vai ganhar. Porque ela pensa em séculos, enquanto os EUA pensam no próximo ciclo eleitoral.
---
A **Rússia** é um caso à parte. Eles não estão em guerra — eles *são* guerra. A identidade russa foi forjada no conflito, e isso se reflete em todas as suas ações estratégicas. Mesmo com sanções, com exclusão do SWIFT, com o cerco midiático, os russos continuam jogando o jogo como se fossem os únicos que conhecem as regras reais.
A guerra na Ucrânia deixou de ser convencional. Virou **guerra zumbi**. Eu vejo regiões ocupadas, infraestruturas híbridas, cidades-fantasma e uma economia de guerra que se retroalimenta. A Rússia não quer vencer por completo. Ela quer deixar ferida aberta, criar zonas de buffer, impedir o avanço da OTAN e seguir vendendo gás para quem quiser comprar.
E tem mais: o Grupo Wagner, mesmo depois da morte do Prigozhin, continua operando como braço militar privado russo, oferecendo segurança para regimes instáveis na África e sendo pago em diamante, urânio e influência. É como se a Rússia tivesse criado seu próprio “mercado futuro da guerra”, vendendo proteção e recebendo commodities reais. O Ocidente financia armas. A Rússia lucra com o caos.
---
A **hegemonia americana** está desmoronando de dentro para fora. Eles ainda têm o maior poder tecnológico e militar do planeta, mas estão **socialmente falidos**. Divididos, radicalizados, paranoicos. O casamento entre Vale do Silício e Pentágono virou o motor da nova guerra: uma guerra de algoritmos, drones, vigilância total e manipulação psicológica em escala industrial.
O império americano ainda é o mais potente do ponto de vista militar. Mas sua **autoridade moral está corroída**. As guerras que eles travam hoje — do Afeganistão à Ucrânia — têm mais a ver com manter viva a indústria bélica e os lobbies do que com proteger “democracia”.
E a moeda? Ainda é o dólar quem manda, mas a confiança nele está no fio da navalha. Se o sistema político americano colapsar ou entrar num impasse civil mais sério, eu prevejo que o dólar pode perder até 30% de sua hegemonia em menos de cinco anos. Isso não seria uma hiperinflação numérica, mas sim **uma hiperinflação de confiança**, algo muito mais letal para o mercado global.
---
O **Irã**, nesse novo jogo, não busca vencer militarmente. Busca **vencer simbolicamente**. É o único país que entendeu a guerra como narrativa pura. Ele financia grupos que operam como Estados paralelos — Hezbollah, Houthis, milícias iraquianas — e controla corações e mentes antes de controlar territórios.
O Irã não precisa lançar míssil. Basta ativar uma célula no Iêmen para bloquear o Canal de Suez e fazer o petróleo subir 15%. É uma lógica assimétrica de guerra por entropia: enquanto os EUA precisam gastar bilhões em operações formais, o Irã gera caos com mil dólares e um vídeo viral. Eles são os mestres do "retorno narrativo sobre investimento".
---
O **Paquistão** é talvez o ativo geopolítico mais instável da atualidade. Um país com arsenal nuclear, crise econômica profunda, golpes militares recorrentes e vizinhos instáveis. Um barril de pólvora com 60 ogivas prontas para o lançamento e jovens sendo radicalizados às dezenas de milhares por ano. Eu enxergo ali um campo minado que ninguém quer pisar, mas que pode explodir por acidente. E se isso acontecer, é game over para qualquer estrutura diplomática regional.
As tensões com a Índia, os laços secretos com a China e os movimentos obscuros de milícias internas me levam a acreditar que um atentado de proporção nuclear tática na Ásia do Sul até 2026 tem **ao menos 12% de chance real**, segundo os relatórios mais discretos de risco estratégico que consegui estudar. É pouco? Não. Isso é mais do que a probabilidade que Lehman Brothers tinha de quebrar em julho de 2008.
---
A **África** é o novo campo de batalha. E dessa vez, não por colonização tradicional, mas por uma espécie de “guerra fria 3.0”. A França está sendo expulsa de colônia em colônia. EUA estão vendo suas bases militares evaporarem. E quem está tomando o lugar são **os russos e os chineses**. Com o quê? Segurança + infraestrutura. Oferecem o que o Ocidente sempre negou: estabilidade com ganho tangível.
Enquanto isso, as riquezas do continente — lítio, cobalto, urânio, petróleo, até água — estão sendo controladas por contratos que não passam pelas bolsas ocidentais. É um novo mercado de futuros, **negociado fora dos radares**.
---
Então, quando eu ligo tudo isso... eu vejo que não estamos mais vivendo numa era de países contra países. Estamos vivendo numa era de **estruturas contra estruturas**. Redes invisíveis de influência, atores não estatais, moedas alternativas, narrativas descentralizadas, inteligência artificial criando realidade paralela. O trader que não entender isso vai operar o mercado de 2025 com uma mentalidade de 2005 — e vai ser engolido.
Eu estou vendo esse mundo em reconstrução. E para mim, cada candle agora tem uma sombra muito mais longa: a sombra da **nova guerra global**, onde o inimigo não veste uniforme, o lucro não aparece na Bloomberg, e a vitória não é declarada — é construída lentamente, através de dados, caos e silêncio estratégico.
Lagosta fora. Mas de olho.
🦞🦞🦞
Desde 1980, o S&P 500 nunca fez um topo de ano no mês de JunhoIsso mesmo. Em mais de 40 anos, zero vezes o índice marcou seu pico anual em junho um dado estatístico no mínimo curioso e que chama atenção pro momento atua, Onde muitos estão com medo de um topo por conta dos acontecimentos recentes.
🔎 Segundo o levantamento, os meses que mais concentram os topos do S&P são:
Dezembro (53% dos anos)
Outubro e Novembro (9% cada)
➡️ Ou seja, junho nunca foi mês de topo… será diferente agora em 2025?
Com o índice renovando máximas e investidores se perguntando “será que agora estica ou realiza?”, vale lembrar: estatística não garante o futuro, mas nos ajuda a calibrar as expectativas.
👉 Então, ao invés de apostar que “já foi”, talvez o foco deva ser: como aproveitar esse possível impulso até o fim do ano com inteligência e proteção?
Fica o insight. 📈
Comentário Técnico Semanal 13/06/25Todo final de semana observo o fechamento de alguns ativos: Nasdaq, S&P , US10y , DX , IBOV, USDBRL e Commodities, para verificar que fato técnicos ocorreram e também para saber o que preciso observar na próxima semana.
Grande Abraço
Leo
*Não é recomendação de investimento.
Petróleo em Alta com Escalada das Tensões no Médio Oriente
Os preços do petróleo WTI dispararam nas primeiras horas da sessão de sexta-feira, atingindo os níveis mais altos desde janeiro, antes de cederem parte dos ganhos e estabilizarem acima dos 72 dólares por barril. A forte subida do crude surge na sequência dos ataques surpresa de Israel a instalações nucleares iranianas e do assassinato de figuras militares e científicas de topo do Irão. Teerão respondeu com o lançamento de drones de ataque, num claro agravamento das tensões que há muito se vinham acumulando entre os dois países. Esta escalada poderá evoluir para uma guerra em grande escala, com consequências imprevisíveis para a região do Golfo. Trata-se de um cenário que preocupa particularmente os operadores do mercado petrolífero. Um conflito no Golfo poderá perturbar o tráfego numa das principais rotas marítimas do mundo e interromper o fornecimento de petróleo proveniente de uma região responsável por cerca de um quarto da produção global. Neste contexto tenso, é provável que os participantes do mercado permaneçam extremamente atentos, com uma elevada volatilidade e potencial para novas subidas de preços nos próximos dias.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
Ouro Sobe Impulsionado pelo Conflito no Médio Oriente
Os preços do ouro subiram para máximos de várias semanas nas primeiras horas da sessão de sexta-feira, antes de estabilizarem acima do nível dos 3.400 dólares. A valorização do metal precioso ocorreu na sequência da reação dos investidores aos desenvolvimentos no Médio Oriente, onde Israel lançou aquilo que descreveu como ataques preventivos contra o Irão, incluindo o assassinato de figuras militares e científicas de topo. Teerão retaliou com o lançamento de drones de ataque, num agravamento significativo das tensões geopolíticas. Este ambiente de risco elevado desencadeou uma fuga para ativos considerados seguros nos mercados financeiros, impulsionando a procura por refúgios como o ouro. No entanto, o potencial de valorização adicional do metal precioso está, para já, limitado pela recuperação do dólar norte-americano. A divisa norte-americana também beneficiou da queda no apetite pelo risco, recuperando dos níveis mais baixos desde 2022. Sendo ambos ativos de refúgio, o aumento da procura pelo dólar tem limitado os ganhos do ouro, devido à correlação inversa entre os dois.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
#AN007: Israel ataca o Irã, o que acontece? em Forex
Olá, sou a Forex Trader Andrea Russo, criadora do Método SwipeUP Elite FX, que me permite analisar e operar no mundo Forex como se eu fosse um Hedge Fund ou um Banco de Investimento. Hoje quero falar com vocês sobre as notícias relevantes das últimas horas, ou seja, o ataque de Israel ao Irã.
⚠️ O que aconteceu
Israel lançou um enorme ataque aéreo preventivo contra inúmeras instalações nucleares e militares no Irã, incluindo locais em Teerã e Natanz. Entre as vítimas estavam figuras importantes como o comandante da Guarda Revolucionária, Hossein Salami, e vários cientistas nucleares de alto nível.
A operação foi completamente "unilateral", sem envolvimento direto dos Estados Unidos, segundo fontes oficiais
reuters.com. No entanto, foi coordenado previamente com Washington, que recebeu a notificação antes do ataque.
O Irã respondeu anunciando que responderia "de forma dura e decisiva" e começou a planejar ataques com mísseis e drones contra alvos israelenses, com uma resposta que pode ocorrer já nos próximos dias.
🌍 Reações globais
Austrália, Nova Zelândia, Japão e a ONU expressaram preocupação e pediram máxima contenção.
Os preços do petróleo reagiram com um aumento: WTI +9% devido a temores de interrupções no fornecimento.
💱 Impacto no Forex
↑ Preço do petróleo → Fortalece o CAD, o NOK e as moedas de commodities em geral.
Modo Global Risk-Off → Beneficia moedas de refúgio como JPY, CHF e, temporariamente, até mesmo USD.
Risco geopolítico em ascensão → O dólar americano pode ter oscilações: cai em fases de aversão ao risco, mas se recupera como um porto seguro.
EUR sob pressão devido ao sentimento geral de aversão ao risco e à demanda física por USD, CHF e JPY.
Por fim, os mercados emergentes (BRL, MXN, INR) podem apresentar alta volatilidade: saídas em direção a ativos mais seguros.
🧩 Foco operacional para traders de Forex
Fique de olho nos rendimentos do petróleo e dos títulos dos EUA: sinais de alta podem impulsionar as moedas de commodities.
Observe os movimentos do USD/JPY e do USD/CHF: possíveis rompimentos se eles aumentarem.
Cuidado com a volatilidade do EUR/USD: crise geopolítica recompensa USD e CHF.
Esteja preparado para reações de moedas emergentes: possíveis quedas repentinas ou recuperações especulativas.
Para receber outras notícias ou outras análises, continue me acompanhando.
#AN006 Forex: Colapso do Dólar, do Iene e das Moedas Emergentes
Olá, sou a trader de Forex Andrea Russo, criadora do Método SwipeUP Elite FX, que analisa o mercado como um fundo de hedge. Hoje quero falar com vocês sobre as notícias econômicas mais importantes das últimas horas e como elas estão influenciando, em tempo real, o mercado global de câmbio.
## 🔜 Inflação nos EUA: o Fed está caminhando para um corte?
Os dados do IPC divulgados ontem surpreenderam os mercados: a inflação básica anual parou em +2,8%, enquanto o número geral ficou em +2,4%, abaixo das expectativas. Esse arrefecimento inflacionário desencadeou imediatamente especulações sobre um possível corte de juros pelo Federal Reserve já em setembro. O Índice do Dólar (DXY) reagiu negativamente, perdendo terreno e atingindo seu menor nível desde abril.
### Impacto Forex:
* O dólar enfraquece em todos os setores.
* EUR/USD testou a área de 1,15
* Fortalecimento da GBP, JPY e CHF como contrapeso.
## 🌐 Tensões comerciais entre EUA e China: acordos ainda não alcançados
Nas últimas 24 horas, o presidente Trump falou de “progresso parcial” nas negociações com a China sobre tarifas e metais de terras raras. Entretanto, a ausência de um acordo definitivo mantém a incerteza global alta. Os investidores estão avaliando o risco de uma nova escalada, especialmente em setores estratégicos como tecnologia e matérias-primas.
### Impacto Forex:
* AUD e NZD apresentam alta volatilidade.
* O JPY se beneficia como uma moeda de refúgio seguro.
* As moedas de commodities continuam reativas aos desenvolvimentos geopolíticos.
## 📉 BCE: corte de juros e orientação expansionista futura
O Banco Central Europeu cortou as taxas de juros para 2%, marcando seu oitavo corte consecutivo. O governador abriu espaço para novas intervenções expansionistas no terceiro trimestre, caso a inflação não volte à meta de 2%.
### Impacto Forex:
* O euro continua sob pressão, apesar da fraqueza do dólar.
* EUR/CHF em congestionamento.
* EUR/USD em fase lateral após a alta inicial.
## 🚗 Países Emergentes: Novo Ciclo de Força
De acordo com o Banco Mundial, o crescimento dos mercados emergentes desacelerará para 3,8% em 2025. Apesar disso, moedas como o real brasileiro (BRL) e o peso mexicano (MXN) ganharam força graças à fraqueza do dólar e aos fluxos especulativos em carry trades.
### Impacto Forex:
* BRL e MXN se fortalecem.
* Oportunidades de longo prazo em cruzamentos USD/EM.
* Cuidado com os riscos políticos e a inflação local.
## ⛽ Rali do petróleo: efeito dominó nas moedas
Os preços do petróleo subiram esta semana, com o WTI subindo 6% e o Brent subindo 4%. A manifestação foi desencadeada por melhorias nas relações entre EUA e China e tensões geopolíticas no Oriente Médio.
### Impacto Forex:
* Fortalecimento do CAD e NOK.
* EUR e JPY penalizados como importadores líquidos.
* Oportunidades de correlação em USD/CAD.
## 🔄 Perspectivas Forex: O que esperar agora
O mercado entrou em uma fase de **macro realinhamento**:
* O dólar está em correção estrutural.
* Euro enfrenta dificuldades em meio ao estímulo do BCE e à fraqueza do dólar.
* Moedas de refúgio (JPY, CHF) permanecem fortes.
* Mercados emergentes e moedas de commodities mostram impulso.
No curto prazo, a chave será a evolução dos dados dos EUA (IPP, vendas no varejo) e novas declarações do Fed.
Continue me acompanhando para atualizações e análises operacionais sempre baseadas em dados reais e metodologia institucional.
Petróleo Sobe com Tensões no Médio Oriente e Receios de Oferta
O preço do petróleo bruto WTI atingiu um máximo de dois meses nas negociações da manhã de quinta-feira, antes de recuar ligeiramente face a esses ganhos. As tensões no Médio Oriente reacenderam-se, com relatos a sugerirem que Israel poderá estar a preparar um ataque ao Irão — uma escalada que poderá ameaçar o fornecimento a partir da região mais importante do mundo em termos de produção petrolífera. Os preços também encontraram suporte na mais recente ronda de negociações entre os Estados Unidos e a China. Embora o resultado tenha sido ambíguo, não foi abertamente negativo, o que contribuiu para melhorar as perspectivas quanto à procura global de petróleo. Adicionalmente, os dados mais recentes sobre os inventários nos EUA revelaram uma queda nas reservas de crude superior ao esperado, reforçando os receios sobre um possível aperto na oferta. Neste contexto — marcado por um risco acrescido de interrupções no fornecimento e por uma ligeira melhoria nas projecções de procura — o caminho de menor resistência para os preços do petróleo parece ser ascendente.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
Ouro Estável com Tensões Geopolíticas e Enfraquecimento do Dólar
O preço do ouro manteve-se estável nas negociações da manhã de quinta-feira, consolidando-se acima do nível dos 3.350 dólares e preservando os ganhos registados na sessão anterior. O apetite pelo risco nos mercados financeiros abrandou ligeiramente após declarações de Donald Trump, feitas na quarta-feira, nas quais afirmou que a sua administração se prepara para aplicar tarifas unilaterais sobre parceiros comerciais. Estas declarações atenuaram o otimismo gerado pelo aparente acordo de princípio alcançado entre os Estados Unidos e a China, após dois dias de negociações, no qual ambas as partes concordaram, para já, em manter as tarifas inalteradas. Ao mesmo tempo, as tensões geopolíticas estão a intensificar-se. Relatos sugerem que Israel poderá estar a preparar um ataque ao Irão, enquanto a Rússia intensificou a campanha de bombardeamentos sobre cidades ucranianas. Este aumento da incerteza global está a dar suporte ao ouro, reforçando o seu apelo como ativo de refúgio. Entretanto, os dados de inflação nos Estados Unidos relativos ao mês de maio, divulgados na quarta-feira, revelaram uma subida em relação à leitura anterior, mas ficaram aquém das expectativas. Esta dinâmica aumentou a especulação de que a Reserva Federal poderá cortar as taxas de juro em setembro, pressionando o dólar, que perdeu terreno face a outras moedas de referência. Dado o efeito de correlação inversa entre o ouro e o dólar, esta conjuntura está a favorecer o metal precioso. No curto prazo, poderá haver espaço para novas valorizações do ouro, especialmente se os dados da inflação dos preços no produtor, que serão divulgados hoje nos EUA, também ficarem abaixo das previsões, o que poderá provocar novas perdas para o dólar e aumentar ainda mais o apelo do ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
Incerteza: A Aliada Inesperada do Dólar?O recente fortalecimento do dólar americano (USD) em relação ao shekel israelense (ILS) ilustra de forma contundente o papel perene do dólar como moeda de refúgio seguro em meio à crescente incerteza geopolítica. Essa tendência torna-se particularmente evidente no contexto das tensões escalantes entre Irã, Israel e Estados Unidos. Durante períodos de instabilidade global, investidores consistentemente recorrem à estabilidade percebida do dólar, o que resulta em sua valorização frente a moedas mais voláteis e suscetíveis, como o shekel.
Um dos principais fatores que impulsionam essa demanda pelo dólar é o cenário de segurança instável no Oriente Médio. Relatos de uma possível operação militar de Israel contra o Irã, combinados às medidas preventivas dos Estados Unidos — como a autorização de saídas voluntárias de dependentes militares e preparativos para uma evacuação parcial da embaixada em Bagdá — sinalizam que Washington antecipa uma possível retaliação iraniana. Declarações incisivas de autoridades iranianas, que ameaçam explicitamente bases militares americanas e afirmam possuir informações sobre instalações nucleares israelenses, intensificam ainda mais os riscos regionais, levando investidores a buscar a segurança percebida do dólar.
A essa volatilidade geopolítica soma-se o impasse nas negociações nucleares entre Estados Unidos e Irã. Persistem obstáculos não apenas em questões fundamentais, como o enriquecimento de urânio e a suspensão de sanções, mas também na própria definição da agenda das conversas, com ambos os lados demonstrando crescente desconfiança em relação a uma resolução. A recente reunião do Conselho de Governadores da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), na qual os EUA e aliados europeus apresentaram uma resolução condenando a não conformidade do Irã, adiciona mais uma camada de tensão diplomática. Essa resolução ameaça intensificar sanções ou acelerar a expansão nuclear iraniana, reforçando a percepção de um ambiente volátil que favorece o dólar.
Essas tensões crescentes geram impactos econômicos concretos, intensificando a busca dos investidores por ativos seguros. O efeito imediato inclui uma alta significativa nos preços do petróleo, devido à expectativa de interrupções no fornecimento, e uma depreciação acentuada do rial iraniano em relação ao dólar. Alertas de autoridades marítimas sobre o aumento da atividade militar em rotas navegáveis estratégicas refletem a apreensão generalizada no mercado. Em momentos de instabilidade, o capital naturalmente migra para ativos de baixo risco, consolidando o dólar americano — respaldado pela maior economia do mundo e por seu status de moeda de reserva global — como o principal beneficiário. Essa dinâmica de busca por segurança durante conflitos regionais envolvendo grandes potências globais fortalece consistentemente o valor do dólar.
Possivel golden cross a caminho# Solana e o Potencial Golden Cross: Momento Técnico Favorável? 📈
## Análise da Tendência Recente
Analisando os dados da Solana (SOL), observo um padrão interessante de recuperação. Após uma queda em maio (de cerca de 180 USDT para aproximadamente 150 USDT), o SOL está mostrando sinais de recuperação técnica significativa, com um aumento recente para 166,65 USDT.
## Confirmação Técnica em Formação
- **Golden Cross em formação**: A média de 50 períodos está se aproximando da média de 200 períodos no gráfico diário, podendo formar o "Golden Cross" - um sinal tradicionalmente bullish
- **Estocástico em 79**: Indica momentum forte, embora próximo da zona de sobrecompra
- **Volume crescente**: Os últimos dias mostram volume de negociação aumentando (11,6 milhões USDT no último dia)
## Catalisadores Fundamentais
O que torna este momento técnico ainda mais interessante são os catalisadores recentes:
- Especulações sobre atualizações no registro S-1 para potenciais ETFs de Solana (similar ao caminho do Ethereum)
- Integração do PYUSD da PayPal na blockchain Solana, aumentando casos de uso
- SOL superando BTC nas últimas 24 horas com um aumento de 4-5%
## Pontos de Atenção
O Golden Cross, quando confirmado, geralmente sinaliza uma tendência de alta de médio prazo, mas é importante monitorar o comportamento do preço próximo a resistências importantes (170-180 USDT) e o volume nas próximas sessões para confirmar a força do movimento.
BTC/USDT ANÁLISE BASEADA EM PIVÔS E PROJEÇÃO DE FIBONACCINo cenário atual temos um pivô de baixa ativado e uma grande probabilidade de que o Biticoin corrija uns -12% comparado ao preço atual do ativo. Este é um ponto que requer muita atenção pois se ele corrigir até os alvos de projeção de Fibonacci, ele vai ativar um pivô maior, caso isso aconteça, virá por aí uma correção bem acentuada no ativo. #Investimentos #Btc #Trade #Renda
Ouro Sobe Antes da Divulgação dos Dados de Inflação dos EUA
Os preços do ouro subiram durante as primeiras horas da sessão europeia desta terça-feira, antecipando a divulgação, ainda hoje, dos dados de inflação nos Estados Unidos. O metal precioso tem registado uma negociação dentro de um intervalo estreito ao longo desta semana, refletindo a influência de forças opostas nos mercados. Por um lado, as tensões geopolíticas e as incertezas em relação às perspetivas económicas globais a longo prazo têm reforçado o apelo do ouro como ativo de refúgio. Por outro, o apetite pelo risco tem aumentado, impulsionado pelo otimismo renovado em torno das negociações comerciais entre os EUA e a China, que poderão evitar uma guerra comercial em larga escala entre as duas maiores economias do mundo — uma dinâmica que favorece ativos de risco, como as ações, em detrimento do ouro. A acrescentar pressão sobre o metal precioso, os dados do mercado de trabalho norte-americano, divulgados na passada sexta-feira e acima das expectativas, vieram evidenciar a resiliência da economia dos EUA, reduzindo a probabilidade de um corte das taxas de juro pela Reserva Federal no final do verão. Esta leitura sustentou o dólar, cuja valorização tende a penalizar o preço do ouro, devido à correlação inversa entre ambos os ativos. Neste contexto, os investidores estarão atentos à publicação dos dados de inflação norte-americanos referentes ao mês de maio. Os analistas continuam divididos quanto ao momento e à dimensão do impacto das tarifas nos preços. Surpresas em alta poderão reduzir ainda mais as expectativas de cortes nas taxas de juro da Fed, fortalecendo o dólar e gerando potencial de queda para o ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
Por que a QuickLogic está ganhando destaque em chips?A QuickLogic Corporation, um desenvolvedor essencial de tecnologia eFPGA embarcada, atualmente atua em um cenário de semicondutores em rápida evolução, marcado por intensa inovação tecnológica e mudanças nas prioridades geopolíticas. Sua integração à Intel Foundry Chiplet Alliance representa um marco estratégico, afirmando a crescente influência da QuickLogic nos mercados de defesa e comercial de alto volume. Essa colaboração chave, combinada com as ofertas tecnológicas avançadas da empresa, posiciona a QuickLogic para um crescimento significativo, à medida que aumentam as exigências globais por soluções de silício seguras e adaptáveis.
Imperativos geopolíticos e avanços na tecnologia de semicondutores impulsionam a ascensão da empresa. As nações estão priorizando cadeias de fornecimento de semicondutores robustas, seguras e produzidas localmente, especialmente para aplicações sensíveis nos setores aeroespacial, de defesa e governamental. Os esforços da Intel Foundry, incluindo a Chiplet Alliance, apoiam diretamente essas demandas estratégicas ao cultivar um ecossistema seguro e baseado em padrões nos EUA. O alinhamento da QuickLogic com essa iniciativa reforça seu status como fornecedora doméstica confiável, ampliando seu alcance em mercados que valorizam segurança e confiabilidade acima de tudo.
Tecnicamente, a adoção da arquitetura baseada em chiplets pela indústria favorece diretamente os pontos fortes da QuickLogic. À medida que o escalonamento monolítico de chips enfrenta desafios crescentes, a abordagem modular baseada em chiplets ganha força, permitindo a integração de blocos funcionais fabricados separadamente. A tecnologia eFPGA da QuickLogic oferece lógica configurável, ideal para integração eficiente nesses pacotes de múltiplos chips. Seu gerador de IP proprietário Australis™ desenvolve rapidamente eFPGA Hard IP para nós avançados como o 18A da Intel, otimizando potência, desempenho e área. Além da defesa, o eFPGA da QuickLogic integra-se a plataformas como o FlashKit™-22RRAM SoC da Faraday Technology, oferecendo flexibilidade incomparável para aplicações de IoT e IA de borda, ao permitir personalização de hardware pós-silício e estender o ciclo de vida dos produtos.
A participação na Intel Foundry Chiplet Alliance oferece vantagens concretas à QuickLogic, incluindo acesso antecipado aos processos e embalagens avançadas da Intel Foundry, redução de custos de prototipagem por meio de shuttles de wafers para múltiplos projetos e participação na definição de padrões interoperáveis por meio do padrão UCIe. Esse posicionamento tático consolida a vantagem competitiva da QuickLogic no cenário avançado da fabricação de semicondutores. Sua inovação consistente e alianças estratégicas robustas evidenciam o futuro promissor da empresa em um mundo sedento por soluções de silício adaptáveis e seguras.
#AN005 O que muda após EUA-China, BCE e Petróleo
Olá, sou Andrea Russo, trader de Forex e criadora do Método SwipeUP Elite FX, que analisa o mercado como um Hedge Found. Hoje, quero falar com vocês sobre as últimas notícias econômicas cruciais da semana que influenciarão os mercados de câmbio.
Vamos começar com a importante reunião comercial entre os Estados Unidos e a China, realizada em Londres. As negociações, focadas principalmente em exportações e metais de terras raras, mostraram sinais positivos com declarações otimistas de ambos os lados. Este evento imediatamente trouxe uma melhora no sentimento global, fortalecendo moedas sensíveis ao comércio, como o dólar australiano (AUD) e o dólar neozelandês (NZD), enquanto o dólar americano registrou uma ligeira queda.
O Banco Mundial, por outro lado, alterou sua previsão de crescimento global para 2025 de 2,8% para 2,3%. Este rebaixamento reflete preocupações significativas para os Estados Unidos, China e Europa, devido às incertezas comerciais e à redução dos investimentos. Este cenário, no entanto, pode favorecer algumas moedas emergentes, como o real brasileiro (BRL) e o peso mexicano (MXN), que se beneficiam de políticas monetárias menos restritivas e da redução da pressão sobre o dólar americano.
Olhando para a Europa, o Banco Central Europeu (BCE) decidiu reduzir ainda mais as taxas, elevando-as para 2%, com a possibilidade de novas reduções de até -0,25% até o outono (do hemisfério norte). Essa política expansionista é ditada pela necessidade de sustentar uma economia estagnada e conter a inflação. Inevitavelmente, isso pressionará o euro (EUR), que deverá se desvalorizar em relação às principais moedas, especialmente o dólar.
Nos Estados Unidos, por outro lado, todos os olhos estão voltados para o IPC de maio, previsto para 11 de junho. A inflação deve ficar em 2,5%, e a publicação de dados acima ou abaixo das expectativas pode gerar forte volatilidade no dólar. Um IPC mais alto fortaleceria o dólar, reduzindo a probabilidade de um corte de juros pelo Federal Reserve (Fed), enquanto uma leitura mais baixa poderia enfraquecer ainda mais a moeda americana.
Por fim, o petróleo também se recuperou, com o WTI subindo 6% e o Brent, 4%. Essa alta foi impulsionada por um contexto geopolítico mais favorável e pela redução das tensões comerciais. O efeito sobre os mercados cambiais é direto, favorecendo moedas relacionadas a commodities, como o dólar canadense (CAD) e a coroa norueguesa (NOK), enquanto moedas como o euro (EUR) e o iene japonês (JPY), de países importadores de petróleo, podem enfrentar dificuldades.
Em resumo, a semana atual está se mostrando crucial para o mercado Forex: a queda das tensões comerciais está apoiando as moedas relacionadas ao comércio, a política monetária acomodatícia do BCE está enfraquecendo o euro, enquanto os dados econômicos dos EUA impulsionarão o sentimento em relação ao dólar.
Para se manter atualizado sobre os desenvolvimentos futuros, continue acompanhando minhas análises e artigos aqui no TradingView.






















