Morning Call - 10/02/2026 - Balanços Impactam os Índices EuropeuAgenda de Indicadores:
9:00 – BRA – IPCA de Janeiro
10:15 – USA – Variação Semanal de Empregos Privados ADP
10:30 – USA – Vendas no Varejo de Dezembro
10:30 – USA – Índice de Custo do Emprego do 4º Trimestre
12:00 – USA – O Federal Reserve Bank de Nova York divulga o Relatório de Dívida e Crédito Doméstico do quarto trimestre de 2025, um instantâneo atualizado das tendências em empréstimos e endividamento das famílias, incluindo dados sobre hipotecas, empréstimos estudantis, cartões de crédito e empréstimos para automóveis
13:30 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta
15:00 – USA – Leilão de T-Note de 3 anos
18:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal API
Agenda do evento CEO Conference 2026 organizado pelo BTG Pactual:
9:00 – BRA – Fernando Haddad, Ministro da Fazenda, fala sobre as perspectivas econômicas
10:00 – BRA – Hugo Motta, presidente da Câmara, fala sobre as prioridades do Congresso Nacional
11:30 – USA – Scott Bessent, Secretário do Tesouro, participa de uma conversa moderada com André Esteves
14:00 – BRA – Ministro Vital do Rêgo (TCU) e o Ministro Renan Filho (Transportes) discutem o Futuro da Infraestrutura no Brasil, em painel com os CEOs da Rumo, Ecorodovias, Santos Brasil e Motiva.
15:20 – BRA – Equipe do BTG Pactuai: Eduardo Loyo, Mansueto Almeida, Tiago Berriel, Samuel Pessoa e Stefanie Birman apresenta as perspectivas da Macroeconomia Brasileira
16:00 – BRA – Painel com gestores: André Jakurski (JGP), Luis Stuhlberger (Verde Asset) e Rogério Xavier (SPX Capital)
Agenda de outras autoridades:
14:00 – USA – Beth Hammack, do Fed de Cleveland (Vota), fala sobre "Perspectivas bancárias e econômicas" na Cúpula Econômica da Liga de Banqueiros de Ohio de 2026
15:00 – USA – Lorie Logan, do Fed de Dallas (Vota), fala e participa de uma sessão moderada de perguntas e respostas no Fórum de Derivativos de Gestão de Ativos de 2026, organizado pela SIFMA e pela FIA
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Temporada de Balanços:
Terça-feira: Banco Inter, Suzano e TIM Brasil;
Quarta-feira: Banco do Brasil, Klabin, Assaí, Banrisul, Guararapes e Totvs;
Quinta-feira: Ambev, Jalles Machado, Neoenergia, Raízen, Copasa e Vale;
Sexta-feira: Usiminas.
Pesquisas eleitorais:
A agenda política nacional ganha tração nesta semana com a divulgação de quatro importantes pesquisas de intenção de voto para o pleito de outubro. O fluxo de dados começa hoje com os números da Futura, enquanto que a Quaest, Paraná Pesquisas e Colectta divulgam os resultados amanhã, quarta-feira.
IPCA:
A expectativa do mercado para o IPCA de janeiro aponta para uma mediana de alta de 0,32%, vindo levemente abaixo dos 0,33% registrados em dezembro. O cenário é marcado por forças opostas: a alta da gasolina e das tarifas de transporte público deve ser atenuada pelo recuo expressivo nas passagens aéreas. No acumulado de 12 meses, no entanto, o índice deve acelerar para 4,43%, aproximando-se do teto da meta de 4,50%.
O foco central do Banco Central recai sobre o setor de serviços, que deve mostrar uma desaceleração contundente, passando de 0,72% para 0,17%. Essa dinâmica tem provocado uma onda de revisões baixistas para a inflação de 2026, com o mercado já ajustando suas projeções para baixo no Boletim Focus.
Caso o dado de hoje confirme essa trajetória sem surpresas negativas, o mercado pode antever um corte de 50 pontos-base na reunião de março do Copom, mesmo com o presidente do BCB, Gabriel Galípolo, insistindo em “cautela”.
Estados Unidos
Os futuros dos índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 e ACTIVTRADES:USARUS — operam próximos da estabilidade nesta terça-feira, enquanto o mercado calibra as expectativas para os dois pilares macroeconômicos da semana: o relatório de emprego (Payroll), que será divulgado amanhã, e o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), na sexta-feira.
O sentimento de fundo permanece positivo, sustentado pelo desempenho histórico da véspera, quando o Dow Jones ACTIVTRADES:USAIND superou a barreira dos 50.000 pontos pela primeira vez. Esse otimismo é reforçado pelo arrefecimento do "índice do medo", com o VIX $ACTIVTRADES:USAVIX operando na casa dos 18 pontos, sinalizando que a urgência por proteção via opções cedeu espaço para uma postura de maior apetite por risco.
No setor tecnológico, o fôlego renovado decorre da percepção de que as empresas do segmento podem navegar bem mesmo em um cenário de juros mais altos por mais tempo. Segundo dados do Monitor da Taxa de Juros do Federal Reserve da CME, o mercado consolidou a aposta de manutenção das taxas nas próximas reuniões, projetando o início do ciclo de afrouxamento monetário apenas para junho de 2026.
A precificação atual sugere dois cortes de 25 pontos-base até o final do ano, mas essa trajetória depende criticamente dos dados desta semana. Um Payroll muito forte ou um IPC acima do esperado poderiam empurrar essa expectativa de corte ainda mais para o segundo semestre, enquanto qualquer sinal de fraqueza no mercado de trabalho daria munição para as pombas (doves) do Fed defenderem uma antecipação.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam sem direção única nesta terça-feira, com os traders digerindo uma safra intensa de balanços corporativos que traz sinais divergentes sobre a saúde da economia regional.
As ações da BP recuam mais de 5%, figurando entre as maiores quedas do dia. A petroleira britânica reportou lucros trimestrais em linha com o esperado, mas decepcionou o mercado ao suspender seu programa de recompra de ações. A decisão ocorre após a companhia registrar uma baixa contábil de aproximadamente US$ 4 bilhões vinculada à revisão de seus negócios de biogás e energias renováveis, sinalizando um ajuste duro em sua estratégia de transição energética.
Em contrapartida, o setor de luxo avança 1,2%, impulsionado pelo desempenho da Kering. As ações da gigante francesa, dona da Gucci, saltaram 11% após a divulgação de suas vendas do quarto trimestre. Embora os números ainda reflitam um cenário desafiador, o recuo foi menor do que as projeções mais pessimistas dos analistas, gerando um movimento de alívio e recomposição de posições no setor.
No setor de turismo, a TUI apresentou lucro operacional acima das expectativas para o primeiro trimestre, beneficiada pela demanda resiliente por viagens. No entanto, os papéis da maior operadora turística da Europa caem 2,8%, com os traders focando na desaceleração das reservas futuras, o que levanta dúvidas sobre a sustentabilidade do crescimento para o restante do ano.
Já na Suécia, a fabricante de equipamentos outdoor Thule disparou 12,7%. A empresa superou as estimativas de receita trimestral, colhendo os frutos de aquisições recentes e de uma demanda aquecida por produtos de lazer, consolidando-se como um dos destaques positivos da sessão.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
As bolsas asiáticas encerraram a terça-feira em território positivo, impulsionadas pelo fechamento firme de Wall Street e por catalisadores regionais de peso. O grande protagonista do dia foi novamente o Japão, onde o mercado acionário consolidou um momento de euforia histórica.
O índice Nikkei TVC:NI225 saltou 2,3%, estabelecendo uma nova máxima recorde. O rali reflete a confiança dos investidores na estabilidade política após a vitória expressiva de Sanae Takaichi nas eleições gerais, o que pavimenta o caminho para a agenda de estímulos e reformas prometida pela primeira-ministra.
No pregão de Tóquio, o otimismo foi disseminado: das 225 empresas do índice, 176 fecharam em alta. A Furukawa Electric foi o destaque absoluto ao atingir o limite máximo de valorização diária, disparando 22% após reportar resultados sólidos. A empresa acumula uma alta de quase 50% em apenas três sessões, surfando a forte demanda por infraestrutura de rede.
O setor automotivo e o de tecnologia também mostraram vigor. A Mazda Motor saltou 12%, seu melhor desempenho diário desde julho passado, após superar as expectativas de lucro. Já o SoftBank Group avançou 10,7%, funcionando como um termômetro do apetite por inteligência artificial no Japão antes da divulgação de seu balanço oficial na quinta-feira.
Na China, os principais índices — Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 , Hang Seng HSI:HSI e Shanghai SSE:000001 — registraram ganhos leves, em um cenário de liquidez reduzida pela proximidade do feriado do Ano Novo Lunar que ocorre de 15 a 23 de fevereiro. No campo corporativo, empresas de mídia chinesas dispararam com o entusiasmo em torno do novo modelo de geração de vídeo por IA da ByteDance.
Em Taiwan, o índice TWSE 50 FTSE:TW50 avançou 1,8%, puxado pela valorização de 3,6% da TSMC. Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI fechou estável, com o avanço dos setores financeiro e de consumo sendo anulado pela realização de lucros em tecnologia e manufatura. A única exceção negativa na região foi o ASX 200 ASX:XJO da Austrália, que fechou em queda pressionado pelo setor bancário, apesar da alta das mineradoras.
Além da Análise Técnica
A Moog dominará a nova era da defesa?A Moog Inc. iniciou 2026 com um impulso transformador, apresentando resultados recordes no primeiro trimestre que superaram as expectativas dos analistas em 19%, com um lucro por acção ajustado de $2,63. A receita aumentou 21% em relação ao ano anterior, atingindo $1,1 mil milhão, enquanto a carteira de pedidos da empresa ultrapassou os $5 mil milhões, proporcionando uma visibilidade sem precedentes sobre os fluxos de receitas futuros. Este desempenho excecional é impulsionado por um ciclo global de rearmamento, com a gestão a elevar a previsão de EPS para o ano inteiro de 2026 para $10,20 e as ações a atingirem novos máximos perto de $305.
Para além das métricas financeiras, a Moog está a reposicionar-se estrategicamente como um líder tecno-industrial em vez de um fabricante tradicional. A parceria da empresa com a Niron Magnetics para desenvolver atuadores de Nitreto de Ferro sem terras raras aborda vulnerabilidades críticas na cadeia de abastecimento, uma vez que a China controla aproximadamente 90% do mercado global de processamento de terras raras. Este movimento em direção à independência da cadeia de abastecimento, combinado com a integração de sistemas avançados através de parcerias como a colaboração com a Echodyne para sistemas de armas integrados, demonstra a evolução da Moog de fornecedor de componentes para fornecedor de tecnologia de defesa de espetro total. Todos os segmentos operacionais alcançaram vendas trimestrais recordes simultaneamente, com o setor de Espaço e Defesa a liderar com um crescimento de 31%.
A empresa está a capitalizar múltiplos ventos favoráveis, incluindo as novas metas de gastos de defesa da NATO de 5% do PIB, a Estratégia de Transformação de Aquisições do Departamento de Defesa dos EUA, que favorece empresas de alto desempenho, e a mudança para sistemas de defesa baseados em IA. Com programas de modernização do C-130 Hercules, tecnologia de mísseis hipersónicos e uma carteira de patentes agressiva que abrange navegação autónoma e robótica, a Moog posiciona-se na intersecção da precisão mecânica e da inovação digital. Apesar dos ventos contrários das tarifas e das pressões inflacionárias nos contratos de preço fixo, a margem operacional ajustada de 13,0% da empresa e o rácio de alavancagem conservador de 2,0x proporcionam a força financeira para sustentar esta transformação tecnológica até 2026 e mais além.
GRND3-"Melissa e Além: O Caso Clássico de Valor em Consumo"1. Tendência Geral
O preço atual está em R$ 4,91, acima da retração de Fibonacci (R$ 4,48), mostrando recuperação após testar suportes.
As médias móveis (SMA) estão próximas do preço, sugerindo uma fase de consolidação, mas com viés de alta se o preço se mantiver acima da SMA azul.
2. Fibonacci Retracement
Suportes importantes:
R$ 4,84 (61,8%) → suporte técnico forte.
R$ 4,77 (50%) → suporte intermediário.
R$ 4,48 (0%) → suporte crítico.
Resistências relevantes:
R$ 4,94 (78,6%) → resistência imediata.
R$ 5,07 (100%) → resistência chave.
R$ 5,24 (127,2%) e R$ 5,47 (161,8%) → alvos de expansão caso o rompimento seja confirmado.
3. Médias Móveis
A SMA vermelha e amarela estão ligeiramente acima do preço, indicando que o ativo precisa romper essas médias para confirmar força compradora.
A SMA azul está mais próxima do preço atual, funcionando como suporte dinâmico.
4. Volume
O volume em torno de 4,97M mostra participação significativa, reforçando que os movimentos recentes têm consistência.
Se o volume aumentar em rompimentos de resistência, pode sinalizar entrada de players institucionais.
5. Cenários Possíveis
Alta: Rompimento de R$ 4,94 com volume → alvo em R$ 5,07 e depois R$ 5,24.
Consolidação: Entre R$ 4,77 e R$ 4,94, acumulando força antes de decidir direção.
Baixa: Perda de R$ 4,77 → pode buscar R$ 4,61 e R$ 4,48.
🎯 Conclusão
O ativo está em uma zona crítica: se romper R$ 4,94 com força, pode iniciar uma nova perna de alta até R$ 5,07–5,24. Caso contrário, pode lateralizar ou corrigir até R$ 4,77. O comportamento do volume será determinante para validar o movimento.
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Análise de Investimento: Grendene S.A. (GRND3) – Reavaliação Estratégica e a Resiliência do Valor em um Ciclo de Transformação do Consumo Brasileiro
O mercado de capitais brasileiro atravessa um período de intensa reavaliação de ativos ligados ao consumo discricionário, e a Grendene S.A. (GRND3) posiciona-se no epicentro desse debate. Cotada a R$ 4,92 no início de 2026, a companhia reflete em seu preço de tela um paradoxo complexo: de um lado, uma solidez financeira inquestionável e uma capacidade de geração de caixa que permite distribuições de proventos extraordinários; de outro, um cenário macroeconômico doméstico hostil, marcado pela erosão da renda familiar e por novos competidores pela "fatia da carteira" do consumidor, como o mercado de apostas online. Para um analista de banco de investimento, a tese em Grendene exige uma decomposição profunda entre o que é ruído cíclico e o que é transformação estrutural na dinâmica do setor calçadista global.
Trajetória Histórica e o Modelo de Negócio Verticalizado
A Grendene não é apenas uma fabricante de calçados; é uma operação industrial de alta tecnologia focada em resinas termoplásticas, com uma trajetória de mais de cinco décadas que transformou a percepção de produtos sintéticos no mercado global. A verticalização da produção é um dos pilares de sua vantagem competitiva. Ao controlar desde o design e a fabricação de matrizes até a logística final, a companhia consegue uma agilidade de "time-to-market" que poucas concorrentes mundiais igualam. O uso intensivo de PVC e, mais recentemente, do EVA (Etileno Acetato de Vinila), permite uma escalabilidade com custos marginais controlados, algo evidenciado pela inauguração da nova unidade industrial em Crato, Ceará, em setembro de 2024.
A estratégia de segmentação de marcas é o que sustenta o ecossistema da Grendene. A Melissa atua como a ponta de lança do valor agregado, transcendendo a categoria de calçado para se tornar um objeto de desejo no segmento de "lifestyle". Com uma rede que encerrou o terceiro trimestre de 2025 com 425 lojas Club Melissa, a marca demonstra uma integração crescente entre os canais físicos e digitais, com o e-commerce já apresentando um crescimento de quase 29% na receita bruta. Em contraste, marcas como Ipanema, Rider e Grendha focam no mercado de massa, onde a Grendene utiliza sua escala para oferecer preços competitivos, embora esses segmentos sejam os mais sensíveis à inflação de alimentos e ao endividamento das famílias.
Desempenho Operacional e Análise de Volume
O ano de 2025 consolidou uma tendência de busca por rentabilidade em detrimento do volume bruto de pares, uma resposta necessária ao aumento dos custos de insumos e despesas operacionais. No acumulado dos primeiros nove meses de 2025 (9M25), a receita bruta da companhia atingiu R$ 2,5 bilhões, um crescimento de 13,3% sobre o ano anterior, apesar de um cenário de volumes pressionados. A decomposição desse crescimento revela que o preço médio por par foi o grande protagonista, registrando uma expansão de 23,2% no terceiro trimestre de 2025 (3T25) e 22% no acumulado do ano.
No mercado interno, a resiliência foi testada pela queda no poder de compra. O volume de pares vendidos no Brasil recuou significativamente, especialmente nos produtos de entrada (entry products), destinados à população de baixa renda, que mais sofre com a inflação de itens básicos e as altas taxas de juros. A estratégia da administração foi clara: evitar a queima de margem para manter volumes artificiais, focando na comercialização de itens de maior valor agregado, o que resultou em um aumento de 9,7% na receita bruta por par no mercado doméstico durante o 3T25.
A tabela abaixo detalha a evolução do volume e da receita por par entre 2023 e o encerramento dos nove meses de 2025, evidenciando o deslocamento estratégico da companhia:
Evolução do volume e da receita por par (2023 vs. 9M25)
Mercado Interno
Evolução do volume e da receita por par (2023 vs. 9M25)
Mercado Interno
Volume 2023: 113.035 mil pares
Volume 9M25: 69.573 mil pares
Receita Bruta/Par 2023: R$ 17,29
Receita Bruta/Par 9M25: R$ 19,41
Exportação
Volume 2023: 26.624 mil pares
Volume 9M25: 19.070 mil pares
Receita Bruta/Par 2023: R$ 27,83
Receita Bruta/Par 9M25: R$ 32,64
Consolidado
Volume 2023: 139.659 mil pares
Volume 9M25: 88.643 mil pares
Receita Bruta/Par 2023: R$ 19,30
Receita Bruta/Par 9M25: R$ 22,23
Esta transição para um ticket médio mais elevado é fundamental para a preservação da margem bruta, que se situou em 46,5% no 3T25. Embora tenha havido uma retração de 1,4 ponto percentual em relação ao ano anterior, o nível ainda é considerado robusto para uma operação industrial de larga escala.
Internacionalização e a Consolidação da Grendene Global Brands (GGB)
A tese de crescimento de longo prazo da Grendene repousa, em grande parte, no sucesso da joint venture Grendene Global Brands (GGB), operada em parceria com a 3G Radar. A partir de 2025, a consolidação integral das linhas de resultado da GGB nas demonstrações financeiras da Grendene alterou a percepção das métricas operacionais. A GGB permite à companhia operar de forma direta no varejo internacional, capturando a margem que anteriormente pertencia aos distribuidores locais. Isso explica o salto expressivo no preço médio de exportação, que atingiu R$ 44,80 no 2T25.
As vendas externas mostraram-se um motor vital em 2025. No 3T25, a receita bruta no mercado externo cresceu 86,1%, impulsionada por um avanço de 40% nas exportações para os Estados Unidos, mesmo diante da implementação de tarifas protecionistas. A Grendene conseguiu expandir sua participação nas exportações totais de calçados do Brasil em 3,5 pontos percentuais, representando agora 30,5% do total embarcado pelo país. Esse desempenho demonstra a força das marcas Melissa e Ipanema no exterior, onde o "brazilianness" (brasilidade) atua como um diferencial competitivo de design e sustentabilidade.
Entretanto, o cenário internacional para 2026 apresenta nuvens no horizonte. O setor calçadista projeta um crescimento modesto da produção nacional, variando entre -0,5% e +2,1% para 2026, com o receio de que o protecionismo nos EUA e a crise de reservas na Argentina reduzam a demanda por produtos brasileiros. A Grendene monitora atentamente a tarifa de até 50% imposta por Washington a certos produtos, avaliando que parte desse custo será repassada aos preços, o que pode testar a elasticidade da demanda internacional nos próximos trimestres.
Estrutura de Custos e Pressões nas Margens Operacionais
A análise das despesas por função revela onde residem as principais pressões sobre o EBIT (Lucro Antes de Juros e Impostos). No acumulado de 9M25, as despesas com vendas saltaram 34,5%, atingindo R$ 575 milhões. Este incremento não é aleatório; ele reflete a consolidação da estrutura de varejo da GGB, que possui custos operacionais mais elevados que a simples exportação via distribuidores, além de um investimento agressivo em propaganda e marketing para sustentar o posicionamento "premium" da Melissa.
As despesas gerais e administrativas também apresentaram alta de 18,5% no período, sinalizando pressões salariais e custos de integração de novos sistemas de e-commerce. Esse aumento nas despesas operacionais resultou em uma queda do EBIT recorrente de 25,6% no 3T25, com a margem EBIT caindo para 16,7%. Para o investidor, o desafio é discernir se esse aumento de gastos é um investimento necessário para destravar valor futuro no varejo global ou se representa uma perda definitiva de eficiência. A administração defende que o foco atual está no posicionamento da marca e no desenvolvimento de canais, aceitando pressões temporárias na margem para garantir a longevidade da presença de mercado.
A "Fortaleza de Caixa" e a Remuneração ao Acionista
O aspecto mais distintivo da Grendene no cenário corporativo brasileiro é sua gestão financeira conservadora e sua liquidez abundante. Ao final do 1T25, a companhia apresentava uma posição de caixa e aplicações financeiras de R$ 1,17 bilhão, frente a um passivo total de R$ 710 milhões, dos quais apenas uma fração mínima corresponde a dívida bancária onerosa. Essa estrutura de capital permite que a Grendene não apenas navegue por crises sem riscos de solvência, mas também gere receitas financeiras significativas.
Em 2025, o lucro líquido recorrente foi pesadamente impulsionado pelo resultado financeiro, que cresceu 166% no 2T25, beneficiado pela manutenção da taxa Selic em patamares elevados (projetada em 12,13% para 2026) sobre o vasto caixa disponível. Essa dinâmica cria um colchão de segurança para o lucro líquido quando a operação industrial sofre com a compressão de margens.
A política de dividendos da companhia em 2026 é o principal atrativo para investidores de renda. A Grendene aprovou a distribuição de R$ 979,9 milhões em dividendos extraordinários referentes ao exercício de 2025, o que representa R$ 1,0862 por ação. O cronograma de pagamentos, antecipado para acelerar o retorno aos acionistas, demonstra a confiança na disponibilidade de caixa sem comprometer investimentos operacionais como a fábrica de Crato ou parcerias de energia solar.
Detalhamento dos Proventos 2026
Parcela 1 (Extraordinário)
Valor Total: R$ 400.000.000,00
Valor por Ação: R$ 0,4433
Data de Pagamento: 14/01/2026 (Pago)
Parcela 2 (Extraordinário)
Valor Total: R$ 300.000.000,00
Valor por Ação: R$ 0,3325
Data de Pagamento: 25/02/2026
Parcela 3 (Extraordinário)
Valor Total: R$ 279.900.000,00
Valor por Ação: R$ 0,3103
Data de Pagamento: 20/05/2026
Total do Ciclo Extraordinário
Valor Total: R$ 979.900.000,00
Valor por Ação: R$ 1,0862
Com o papel negociado a R$ 4,92, o Dividend Yield proveniente apenas dessas parcelas extraordinárias ultrapassa 22%, um nível raramente visto no mercado brasileiro para empresas com o rating de crédito da Grendene. Somando-se os proventos trimestrais recorrentes, o Yield dos últimos 12 meses atinge a impressionante marca de 34,8%.
O Desafio Estrutural: A Concorrência das "Bets" e a Renda das Famílias
Um dos fatores mais preocupantes identificados nas recentes teleconferências de resultados da Grendene e corroborado por dados setoriais da Abicalçados é o impacto do mercado de apostas online (as "bets") no consumo de calçados populares. O varejo brasileiro estima uma perda de faturamento de R$ 103 bilhões em 2024 devido ao redirecionamento da renda das famílias para plataformas de jogos e cassinos online.
Para a Grendene, este fenômeno é uma ameaça direta à sua base de volume. O consumidor das classes C, D e E, tradicional comprador de sandálias Rider e Ipanema, está gastando uma parcela crescente de seu orçamento discricionário em apostas, muitas vezes em detrimento de itens de vestuário e calçados. Em 2025, o gasto médio de R$ 164 por mês com apostas equivale a aproximadamente seis a oito pares de calçados de entrada da Grendene. Esta "cannibalização" da renda familiar ajuda a explicar por que o volume de vendas internas recuou 19,6% em determinados trimestres, mesmo com indicadores de emprego relativamente estáveis. A resposta da empresa tem sido a diversificação para produtos de EVA e a intensificação do marketing aspiracional da Melissa, buscando um consumidor menos exposto a essas variações de renda básica.
Comparativo Setorial: Grendene vs. Vulcabras vs. Alpargatas
No cenário competitivo da B3, a Grendene é frequentemente comparada à Alpargatas (ALPA4) e à Vulcabras (VULC3). Em 2025, a Vulcabras consolidou-se como o destaque de crescimento, focada no segmento esportivo e de performance, com um market cap de US$ 1,08 bilhão e ROE de 24%. A Alpargatas, após um período turbulento de turnaround, apresentou uma recuperação notável no 3T25, com o lucro líquido saltando quase 200% para R$ 171 milhões, embora ainda negocie a múltiplos P/L mais elevados devido à expectativa de crescimento futuro.
A Grendene, com market cap de US$ 858 milhões, negocia a um P/L de 6,1x, o que a torna a opção de "valor" e "renda" por excelência do setor. Enquanto a Alpargatas luta para retomar a dominância global das Havaianas e a Vulcabras surfa a onda do vestuário esportivo, a Grendene foca na eficiência industrial e na remuneração agressiva ao acionista, atuando como uma espécie de "porto seguro" de baixo endividamento.
Comparativo Setorial: Grendene vs. Vulcabras vs. Alpargatas
Grendene (GRND3)
P/L Atual: 6,1
EV/EBITDA: 6,2
Dividend Yield (12M): 34,8%
Dívida Líquida/EBITDA: Caixa Líquido
ROE: 17,9%
Vulcabras (VULC3)
P/L Atual: 8,5
EV/EBITDA: 7,1
Dividend Yield (12M): 8,2%
Dívida Líquida/EBITDA: 0,4x
ROE: 24,0%
Alpargatas (ALPA4)
P/L Atual: 14,2
EV/EBITDA: 9,8
Dividend Yield (12M): 0,5%
Dívida Líquida/EBITDA: 0,8x
ROE: 4,2%
Inovação e Sustentabilidade: O Projeto Várzea Solar IIA sustentabilidade deixou de ser um tópico acessório para se tornar central na estratégia de custos da Grendene. A parceria com a Comerc para a autoprodução de energia solar através do gerador Várzea Solar II é um marco de eficiência industrial. Com um investimento de R$ 50,5 milhões, a companhia adquiriu 42% de participação no capital da usina, garantindo o suprimento de aproximadamente 90% de seu consumo de energia elétrica pelos próximos 20 anos.Este movimento protege a margem industrial contra os frequentes reajustes tarifários e bandeiras tarifárias do sistema elétrico brasileiro. Além disso, reforça o "brand equity" da Melissa no mercado internacional, onde a pegada de carbono é um critério decisivo para grandes varejistas e consumidores finais. No campo dos materiais, a Grendene tem acelerado o desenvolvimento de produtos em EVA e resinas recicladas, alinhando-se à meta de elevar a penetração do e-commerce para 10% das vendas totais, onde a narrativa sustentável pode ser melhor explorada diretamente com o consumidor.Valuation e a Fórmula de GrahamAo analisarmos o preço de R$ 4,92 sob a ótica de Benjamin Graham, mentor de Warren Buffett, o desconto patrimonial e de lucros torna-se evidente. A fórmula do "Preço Justo" de Graham busca identificar margem de segurança ao considerar que o produto do P/L pelo P/VP não deve exceder 22,5.Com um Lucro por Ação (LPA) de R$ 0,80 e um Valor Patrimonial por Ação (VPA) de aproximadamente R$ 4,49 (baseado em um patrimônio líquido de R$ 4,05 bilhões e 902 milhões de ações), temos:$$V = \sqrt{22,5 \times 0,80 \times 4,49} \approx \sqrt{80,82} \approx R\$ 8,99$$Mesmo sendo uma métrica conservadora e acadêmica, o valor intrínseco teórico de R$ 8,99 representa um "upside" potencial expressivo frente à cotação atual, sugerindo que o mercado está precificando um cenário de estagnação muito mais severo do que os fundamentos sugerem. A subvalorização pode ser atribuída à baixa liquidez das ações fora do Ibovespa e à percepção de que a Grendene é um "título de renda fixa" disfarçado de ação, sem os gatilhos de crescimento explosivo que atraem o capital especulativo.Riscos ao InvestimentoApesar da resiliência, o investimento em GRND3 não é isento de riscos significativos para o ciclo 2026-2027:Concentração Geográfica e Fiscal: A dependência dos incentivos fiscais do Ceará (ICMS) é um risco latente. Qualquer alteração na legislação tributária estadual ou federal que limite esses benefícios poderia comprimir as margens líquidas de forma imediata.Volatilidade do Consumo "Low-End": Se a inflação de alimentos persistir e as "bets" continuarem a drenar a renda discricionária, a Grendene pode enfrentar dificuldades perenes em retomar os volumes históricos de vendas internas.Protecionismo Global: O cenário de comércio exterior está se tornando mais hostil. Além dos EUA, outros mercados podem adotar barreiras contra o calçado brasileiro para proteger suas indústrias locais, afetando a rentabilidade da GGB.Câmbio e Insumos: Como a empresa utiliza resinas plásticas (derivadas do petróleo e frequentemente precificadas em dólar), desvalorizações abruptas do Real sem a capacidade de repasse imediato aos preços internos podem corroer a margem bruta.Conclusões e Recomendação TécnicaA Grendene S.A. apresenta-se no início de 2026 como uma oportunidade clássica de investimento em valor com foco em dividendos. A cotação de R$ 4,92 reflete uma visão excessivamente pessimista sobre o crescimento, ignorando a robustez de um caixa líquido de bilhão e marcas globais de prestígio. O Dividend Yield extraordinário de 2026 atua como uma proteção natural (hedge) contra a volatilidade, garantindo ao investidor um retorno de capital imediato enquanto aguarda a maturação da estratégia de internacionalização via GGB.A recomendação técnica é de Compra para Renda e Valorização de Médio Prazo. A Grendene provou sua capacidade de adaptar o mix de produtos e preços em um ambiente de volume cadente, preservando a saúde financeira. Se a economia brasileira apresentar sinais de recuperação no consumo doméstico no segundo semestre de 2026 e a expansão direta no exterior via GGB começar a escalar, o mercado poderá promover um re-rating dos múltiplos da companhia, aproximando-a novamente de sua média histórica de P/L de 12x. Até que esses gatilhos se materializem, o investidor é regiamente remunerado por sua paciência através de uma das políticas de dividendos mais generosas da América Latina.A Grendene encerrou 2025 com resiliência operativa e financeira. A despeito dos desafios macroeconômicos e sociais, a empresa mantém sua posição de liderança e seu compromisso com a eficiência energética e sustentabilidade, elementos que a tornam um ativo indispensável em uma carteira focada em qualidade e geração de proventos. O preço atual oferece uma margem de segurança que mitiga os riscos operacionais, transformando GRND3 em um dos "casos de valor" mais convincentes do setor de consumo brasileiro no momento atual.
Análise do DXY: a resistência limita o repiqueO Dollar Index (DXY) apresenta atualmente uma estrutura enfraquecida após rejeitar uma zona importante de retração entre 98,0 e 98,2, correspondente ao nível de Fibonacci 0,618 e a uma antiga área de suporte que agora atua como resistência.
O repique técnico a partir do suporte semanal próximo de 96,0 indica a presença de compradores de longo prazo, mas o momentum de curto prazo permanece frágil, já que o preço não consegue retomar níveis superiores de forma consistente. Enquanto o DXY permanecer abaixo de 98,2–98,5, a pressão vendedora tende a dominar, abrindo espaço para novas quedas em direção às zonas inferiores de liquidez e para um possível novo teste do suporte principal em torno de 96,0.
Apenas uma ruptura clara acima dessa resistência intermediária neutralizaria o viés baixista e restabeleceria uma perspectiva mais construtiva.
Regiões Importantes para o WING26 – hoje, 09/02/2026Planejamento e Organização
-Com base em métricas autorais estabeleço regiões para que sejam observadas em suas operações, de acordo com o seu operacional. Respeite sempre o seu operacional (o seu setup)!
-As regiões não são recomendações! Não façam compras ou vendas nas regiões apresentadas neste artigo. Elas servem como estudo de mercado para auxiliar o seu entendimento do momentum.
-Operações intraday (que iniciam e encerram no mesmo pregão) são de altíssimo risco e com bastante volatilidade. Além dos movimentos do ativo fique atento(a) as principais notícias durante o pregão.
REGIÕES IMPORTANTES:
Leia todo o conteúdo acima!
>Ponto CENTRAL |183.190|
-Zona Média SUPERIOR |185.790|
Região Superior: 186.510 até 185.070
-Zona Média INFERIOR |180.590|
Região Inferior: 181.310 até 179.870
Fibonacci _ Retrações:
183.275 (≈23.6%)
179.865 (≈38.2%)
177.115 (≈50.0%)
-174.360 (≈61.8%)
170.440 (≈78.6%)
Disclaimer
Planejar e executar uma operação no contrato de WIN requer atenção aos detalhes, uma estratégia bem definida e o comprometimento com o seu operacional. Os aspectos mencionados acima são elaborados com o intuito educacional e não são uma recomendação deste analista. Os estudos realizados neste artigo refletem, única e exclusivamente, as opiniões pessoais do analista. Reforço, turma, que não são recomendações de compra e(ou) venda de qualquer ativo. Este estudo foi feito pelo Analista de Valores Mobiliários - Pessoa Natural (Autônomo) – Netto Alves (CNPI-T 9820), nos termos da Resolução CVM no 20/2021 conforme previsto no art. 3o, inc. I. O conteúdo deste estudo não é garantia ou promessa de desempenho real, pois dados e retornos passados não são garantia de resultado futuro. Importante ressaltar que operar no mercado financeiro envolve riscos e não há nada que possa garantir rentabilidade.
Morning Call - 09/02/2026 - Dólar Fraco Impulsiona CommoditiesAgenda de Indicadores:
8:25 – BRA – Boletim Focus
12:00 – USA – Índice de Tendência de Emprego do Conference Board
Agenda de Autoridades:
9:30 – BRA – Gabriel Galípolo, presidente do BCB, palestra no evento Estabilidade Financeira e Perspectivas para 2026 e 2027, promovido pela Associação Brasileira de Bancos (ABBC), em São Paulo.
17:15 – USA – Raphael Bostic, do Fed de Atlanta (Não Vota), participa de uma conversa moderada sobre política monetária e perspectivas econômicas na Cúpula dos Principais Produtores, em Nashville, Tennessee.
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Temporada de Balanços:
A agenda corporativa da semana ganha tração já nesta segunda-feira. O BTG Pactual divulga seus resultados antes da abertura do mercado, enquanto BB Seguridade, Motiva e São Martinho apresentam números após o fechamento.
Na terça-feira, os holofotes se voltam para Banco Inter, Suzano e TIM Brasil.
A quarta-feira concentra um dos dias mais relevantes da semana, com o balanço do Banco do Brasil, além dos resultados de Klabin, Assaí, Banrisul, Guararapes e Totvs, trazendo leituras importantes sobre consumo, crédito e atividade doméstica.
Na quinta-feira, após o fechamento, entram no radar Ambev, Jalles Machado, Neoenergia, Raízen, Copasa e Vale, com atenção especial aos dados de commodities, energia e saneamento.
Encerrando a semana, a Usiminas divulga seus números na sexta-feira, fechando a agenda de balanços com foco no setor siderúrgico.
Estados Unidos
Os índices futuros de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam próximos da estabilidade nesta segunda-feira, em um movimento de consolidação após o rali da última sexta-feira, que levou o Dow Jones ACTIVTRADES:USAIND a uma nova máxima histórica. O clima de espera domina os terminais, com o índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIX sustentado próximo aos 19 pontos, refletindo uma postura cautelosa antes de indicadores macroeconômicos decisivos.
A agenda da semana é carregada, com as atenções voltadas para os relatórios de emprego (Payroll) e de inflação ao consumidor (IPC). Atualmente, o mercado precifica ao menos dois cortes de 25 pontos-base na taxa de juros para 2026, situando a primeira queda apenas para o mês de junho.
Nesse cenário, as commodities metálicas, como ouro e prata, ganham relevância. Ativos que não geram rendimentos tendem a performar melhor em ambientes de juros em queda e dólar enfraquecido, o que torna os metais mais acessíveis para compradores estrangeiros. Analistas apontam que qualquer sinal de fragilidade nos dados de emprego pode atuar como gatilho para uma nova recuperação do ouro.
A retórica do Federal Reserve corrobora a dependência dos dados. Mary Daly, presidente do Fed de São Francisco, sinalizou que novos cortes podem ser necessários para mitigar a fragilidade do mercado de trabalho. No entanto, o consenso de Wall Street é que o Fed manterá as taxas inalteradas até meados do ano, a menos que os números de emprego apresentem uma deterioração mais acentuada do que o previsto.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam com viés de alta nesta segunda-feira, acompanhando o otimismo nos mercados globais. Os traders reagem a um fluxo intenso de balanços corporativos e movimentações estratégicas de fusões e aquisições (M&A) que ditam o ritmo dos negócios no continente.
No setor de tecnologia, a STMicroelectronics salta quase 5%, impulsionada pelo anúncio da expansão de sua parceria com a Amazon Web Services (AWS) em infraestrutura de computação.
O setor farmacêutico também respira com alívio, especialmente a Novo Nordisk, cujas ações dispararam 8,3%. O movimento ocorreu após a americana Hims & Hers retirar do mercado seu comprimido de GLP-1 de baixo custo, cedendo à pressão regulatória da FDA. O recuo da concorrente reduziu os temores sobre a guerra de preços no lucrativo mercado de emagrecimento, beneficiando também a Zealand Pharma, que avançou 3,5%.
O cenário de M&A agitou os terminais de negociação com a venda da polonesa InPost. Um consórcio liderado pela Advent e pela FedEx selou a compra da empresa por US$ 9,2 bilhões, fazendo os papéis da InPost saltarem 14%.
Em contrapartida, o setor bancário apresentou desempenhos mistos. O NatWest recuou 5,6% em meio a rumores de que está prestes a finalizar a aquisição da Evelyn Partners por 2,5 bilhões de libras, operação que o mercado ainda digere em termos de custo e sinergia.
Já o italiano UniCredit subiu 5,3% após elevar sua projeção de lucro para 11 bilhões de euros este ano. O guidance agressivo do banco reforçou o sentimento positivo sobre a rentabilidade das instituições financeiras na zona do euro.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
As bolsas da Ásia e Pacífico abriram a semana em forte alta, impulsionadas pelo fechamento recorde em Wall Street na última sexta-feira e pelo otimismo com o resultado das eleições para a Câmara Baixa no Japão.
Na liderança dos ganhos, o índice Kospi TVC:KOSPI , da Coreia do Sul, saltou mais de 4%. O desempenho foi sustentado pelo rali das gigantes de semicondutores Samsung (+4,9%) e SK Hynix (+5,7%), que pegaram carona no renovado entusiasmo pelo setor de tecnologia global.
No mercado chinês, os principais índices — Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 , Hang Seng HSI:HSI e Shanghai SSE:000001 — registraram o melhor desempenho em um mês. A alta foi impulsionada por relatórios de corretoras recomendando que investidores mantenham posições antes do festival do Ano Novo Lunar, marcado para a próxima semana. Analistas avaliam que a correção que derrubou o mercado chinês em mais de 4% desde o pico de janeiro provavelmente se exauriu, abrindo espaço para recompras.
Em Taiwan, o índice TWSE 50 FTSE:TW50 avançou 2,3%, com a fabricante de chips TSMC registrando alta de 2%. Já na Austrália, o ASX 200 ASX:XJO subiu 1,9%, impulsionado pela recuperação nos preços das commodities metálicas, que injetou fôlego no setor de mineração.
Especial Japão:
A vitória esmagadora do Partido Liberal Democrático (PLD) garantiu a Sanae Takaichi o controle de 316 das 465 cadeiras na câmara baixa. O resultado confere à nova premiê um mandato robusto para implementar sua agenda de expansão de gastos e alívio tributário, pilares centrais de sua campanha.
Apesar das promessas de estímulo, Takaichi tem enfatizado que os planos não comprometerão as contas públicas. A sinalização é vital para acalmar os mercados, dado que o Japão carrega a maior dívida pública entre as economias desenvolvidas.
Segundo Masahiko Loo, da State Street. "O resultado reduz a incerteza política e fortalece a narrativa mais ampla de que 'o Japão está de volta'. O foco dos traders está se ampliando para além dos vencedores iniciais do 'comércio Takaichi', como exportadores, empresas cíclicas, setor financeiro e defesa."
O índice Nikkei encerrou o pregão com alta de 3,9%, estabelecendo uma nova máxima histórica. O movimento foi impulsionado por saltos expressivos em papéis de peso, como Advantest (+11,5%), Hitachi (+8,4%) e SoftBank (+6,3%).
No entanto, Shingo Ide, estrategista-chefe de ações do NLI Research Institute, pondera que o Nikkei deve agora buscar uma zona de estabilização em torno dos 56.000 pontos. O mercado aguarda os primeiros passos efetivos do novo governo antes de projetar um fôlego adicional rumo ao patamar dos 60.000 pontos.
No mercado de renda fixa, as taxas dos títulos públicos de longo prazo chegaram a testar níveis mais elevados na abertura, refletindo uma pressão vendedora momentânea. Contudo, o movimento perdeu fôlego rapidamente, com os rendimentos revertendo a tendência e voltando a operar em patamares de estabilidade.
Para Zuhair Khan, gestor sênior de portfólio da UBP, "a reação dos títulos indica que Takaichi conseguiu convencer o mercado de que será uma líder forte, mas não fiscalmente irresponsável".
No câmbio, o iene renovou mínimas históricas contra o franco suíço e perdeu terreno frente ao dólar e ao euro. A tendência de queda só foi interrompida após um alerta direto de Tóquio sobre uma possível intervenção cambial.
O diplomata Atsushi Mimura reiterou que o governo monitora os movimentos com "senso de urgência". A fala serviu como um aviso claro aos especuladores de que o Japão está pronto para intervir na compra de ienes caso a desvalorização se acentue.
A Eficiência de Capital Pode Vencer Apostas Bilionárias?A Vertical Aerospace apresenta um paradoxo marcante no setor da aviação elétrica. A empresa opera na vanguarda do desenvolvimento da Mobilidade Aérea Urbana (UAM), alcançando marcos técnicos consistentes enquanto mantém uma abordagem disciplinada aos gastos de capital. Sua aeronave principal, o Valo, representa uma evolução madura do design eVTOL com uma configuração flexível de 4 a 6 passageiros, velocidade de cruzeiro de 150 mph e alcance de 100 milhas. Ao contrário dos concorrentes americanos Joby e Archer, que buscam "modelos de operador" integrados verticalmente exigindo bilhões em financiamento, a Vertical adotou um "modelo Airbus" — focando no design, certificação e montagem final, enquanto faz parcerias com gigantes aeroespaciais como Honeywell e Aciturri para componentes. Esta estratégia de ativos leves resultou em um consumo de caixa trimestral de aproximadamente US$ 30-40 milhões, comparado às perdas de US$ 100-400 milhões dos concorrentes. A empresa possui parcerias estratégicas na Índia, Japão e Cingapura, e garantiu £ 37 milhões em subsídios do governo do Reino Unido, posicionando-se como a campeã nacional britânica em aviação de emissão zero.
Apesar dessas conquistas operacionais, o mercado avalia a Vertical em apenas US$ 500 milhões, menos de 4% da avaliação de US$ 14 bilhões da Joby. Este descompasso decorre de preocupações imediatas sobre diluição, já que a empresa requer aproximadamente US$ 700 milhões para chegar à certificação e recentemente autorizou 1 bilhão de ações para potenciais aumentos de capital. O catalisador crítico de curto prazo é o teste de transição da Fase 4, programado para o início de 2026, que validará a manobra mais complexa da aeronave: a conversão do modo helicóptero para o modo avião. A empresa concluiu 90% do envelope de transição e espera a transição pilotada completa iminentemente. O sucesso nesta fase demonstraria viabilidade técnica e potencialmente desbloquearia termos de financiamento mais favoráveis, enquanto atrasos poderiam pressionar o preço das ações. A plataforma Valo incorpora a avançada suíte de aviônicos Honeywell Anthem, com navegação impulsionada por IA e frameworks de cibersegurança zero-trust, posicionando-a como uma aeronave definida por software para a era digital.
A questão fundamental para os investidores é se o caminho de capital eficiente da Vertical produzirá retornos superiores em comparação com as estratégias de alto gasto dos rivais americanos. Se a empresa atingir a certificação de tipo em 2028 com seu custo total projetado de US$ 700 milhões, uma fração dos requisitos multibilionários dos concorrentes, o retorno sobre o investimento poderá ser excepcional. A carteira de pedidos de US$ 6 bilhões da firma se converteria em receita sem os riscos operacionais inerentes à gestão de uma companhia aérea. No entanto, o gap de financiamento continua sendo o principal risco. Com caixa até meados de 2026 e a certificação ainda a dois anos de distância, a empresa deve executar um aumento de capital significativo. O ambiente macroeconômico está se tornando mais favorável, com taxas de juros em queda e o capital de risco mostrando renovado apetite por empresas de crescimento pré-receita. A Vertical está em uma encruzilhada: sua engenharia disciplinada e estratégia de parcerias podem validar uma tese de investimento contrária, ou as pressões de financiamento de curto prazo podem resultar em diluição massiva que prejudique a criação de valor a longo prazo.
BTC/USDT - HORA DA LIQUIDEZ INTERNA - ENTENDEDORES ENTENDERÃOBTC/USDT - HORA DA LIQUIDEZ INTERNA - ENTENDEDORES ENTENDERÃO
O par acabou de consumir uma liquidez externa do diário e teve uma mudança na entrega do preço, acredito que vamos subir um pouco a partir deste nível para capturar liquidez interna..
ENTENDEDORES ENTENDERÃO.
Ethereum explicação sobre esse tipo de candle spinning Topsignificado real
Esse candle representa INDECISÃO TOTAL do mercado.
O que aconteceu dentro desse candle:
Os compradores empurraram o preço pra cima ❌
Os vendedores empurraram o preço pra baixo ❌
No fim… ninguém venceu
📌 Resultado: equilíbrio temporário entre força compradora e vendedora.
🔥 Por que às vezes ele fica verde e às vezes vermelho?
Verde → fechou um pouquinho acima da abertura
Vermelho → fechou um pouquinho abaixo da abertura
Mas atenção:
A cor NÃO muda o significado quando o corpo é pequeno e os pavios são grandes.
O que manda é: ✔ pavio em cima
✔ pavio embaixo
✔ corpo curto
📊 O que isso indica no gráfico?
Depende do contexto:
1️⃣ Depois de uma queda
👉 Possível exaustão dos vendedores 👉 Pode sinalizar repique ou reversão
2️⃣ Depois de uma alta
👉 Perda de força dos compradores 👉 Pode sinalizar correção ou topo local
3️⃣ Em região de suporte ou resistência (seu caso 👀)
👉 Briga forte entre players grandes 👉 Geralmente vem movimento forte depois
⚠️ MUITO IMPORTANTE
Esse candle NÃO é sinal de compra nem de venda sozinho.
Ele é um alerta:
“Algo grande pode acontecer no próximo candle.”
📌 A confirmação vem no candle seguinte:
Se romper pra cima → continuação ou reversão altista
Se perder o fundo → continuação da queda
🔍 Ligando com o seu ETH
No seu gráfico:
Ele aparece no meio de médias
Em região de decisão
Com pavios longos → liquidez sendo caçada
👉 Isso é típico de:
Institucional testando ambos os lados
Stop hunt
Preparação de movimento
🧠 Resumo mental (guarde isso)
Candle com pavio grande em cima e embaixo
Corpo pequeno
= INDECISÃO + ALERTA DE MOVIMENTO
XAUUSD – Brian | Reação à Liquidez M15XAUUSD – Brian | M15 Reação de Liquidez & Estrutura de Curto Prazo
O ouro está atualmente sendo negociado dentro de uma perna de recuperação de curto prazo após varrer a liquidez para baixo no início da semana. A recuperação das mínimas mostra uma clara absorção de liquidez, mas o preço agora está se aproximando de uma zona crítica de reação de venda, onde os vendedores anteriormente defenderam de forma agressiva.
Na estrutura M15, o preço formou uma sequência de mínimos mais altos, indicando força de curto prazo. No entanto, esse movimento ainda está se desenrolando dentro de uma fase corretiva mais ampla, não uma reversão de tendência confirmada. A zona superior em torno de 5034 – 5067 continua sendo uma área chave de liquidez de VENDA, alinhada com a distribuição anterior e resistência intraday.
De uma perspectiva fundamental, as notícias recentes sobre o compromisso dos EUA com pagamentos parciais da ONU ajudaram a estabilizar o sentimento de risco, mas não criaram uma forte convicção direcional. Isso apoia a visão de negociação em faixa em vez de continuidade impulsiva.
Zonas-chave a serem observadas:
Zona de venda: 5034 – 5067 (liquidez & resistência)
Zona de reação intraday: área atual de consolidação
Suporte por demanda: mínimos anteriores da varredura de liquidez abaixo
➡️ Cenário:
O preço pode tentar um último impulso em direção à liquidez superior antes de enfrentar rejeição. A falha em se manter acima do suporte intraday abriria a porta para um recuo de volta à demanda.
Nesta fase, a reação nas zonas de liquidez importa mais do que a previsão. Paciência e confirmação da estrutura permanecem essenciais.
Siga o canal do TradingView para ficar atualizado sobre a estrutura do mercado em tempo real e o comportamento da liquidez.
Como usar a Volatilidade do Bitcoin para Lucrar na Renda FixaANÁLISE BITCOIN + ESTRATÉGIA RENDA FIXA
Nesta análise técnica do BTC, mostro por que estou priorizando renda fixa neste momento e como você pode usar a volatilidade do Bitcoin a seu favor.
PONTOS PRINCIPAIS:
Análise técnica atual do Bitcoin
Por que renda fixa faz sentido agora
Como arbitrar volatilidade vs. segurança
Estratégia prática de alocação
CONTEXTO IMPORTANTE:
Bitcoin segue sendo um ativo de alto potencial, mas a volatilidade atual cria oportunidades em renda fixa que muitos traders estão ignorando. Não se trata de abandonar crypto, mas de posicionamento estratégico.
PARA QUEM É ESTE VÍDEO:
Traders que buscam preservar capital em momentos de alta volatilidade
Investidores querendo diversificar além de crypto
Quem quer entender renda fixa brasileira com visão de trader
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Comentário Técnico Semanal 06/02/2026Fechamento de mês é o momento de fazer o Global Review, onde analiso os principais mercados do mundo e em busca de um panorama abrangente. Compreender o big picture traz insights para ajudar nos desdobramentos de curto prazo.
Também faço o comentário técnico semanal, onde observo o fechamento de alguns ativos: Nasdaq, S&P , US10y , DX , IBOV, USDBRL e Commodities, para verificar que fato técnicos ocorreram e também para saber o que preciso observar na próxima semana.
Grande Abraço
Leo
NAS100 MMBM O preço está subindo em direção ao BB + OB H4, mas ainda no meio do caminho, sem ter encostado na caixa de prêmio e sem sweep de topo.
Também está bem longe do OB H1 de desconto; não houve retorno ao fundo para compras.
Em M15/M5, a estrutura é uma tendência de alta limpa, sem MSS, sem OB/FVG de reversão ainda; é pura continuação de Londres.
Ou seja: não há, por enquanto, nenhum dos gatilhos institucionais completos (nem para venda em prêmio, nem para compra em desconto).
NAS100 / MMSMGestão de Risco e Veredito
Gestão segue o Protocolo?
Risco máximo 1–2% por operação; como estamos num dia de recuperação dentro de contexto de venda forte, eu ficaria em 1% por trade em NAS100.
R:R mínimo 2:1 até TP1 (meio do range para venda, BB + OB H4 para compra). Se o stop não permitir 2:1 até o primeiro alvo lógico, o trade é descartado.
Máximo de 4 trades no dia, 2 wins ou 2 losses encerram as operações.
O mercado está fazendo o que a gente queria em termos de trajetória: saiu do OB H1 de desconto e está indo buscar o BB + OB H4 + FVG bearish de prêmio, onde faz sentido procurar venda institucional.
Só que, nos frames de execução (M15/M5), ainda é só subida, sem sweep de topo, sem MSS baixista, sem OB/FVG de venda; e, ao mesmo tempo, estamos longe do OB H1 para pensar em compra reativa.
ACOMPANHE AS ATUALIZAÇÕES NOS COMENTÁRIOS!
Regiões Importantes para o WING26 – hoje, 06/02/2026Planejamento e Organização
-Com base em métricas autorais estabeleço regiões para que sejam observadas em suas operações, de acordo com o seu operacional. Respeite sempre o seu operacional (o seu setup)!
-As regiões não são recomendações! Não façam compras ou vendas nas regiões apresentadas neste artigo. Elas servem como estudo de mercado para auxiliar o seu entendimento do momentum.
-Operações intraday (que iniciam e encerram no mesmo pregão) são de altíssimo risco e com bastante volatilidade. Além dos movimentos do ativo fique atento(a) as principais notícias durante o pregão.
REGIÕES IMPORTANTES:
Leia todo o conteúdo acima!
>Ponto CENTRAL |183.425|
-Zona Média SUPERIOR |187.495|
Região Superior: 188.780 até 186.205
-Zona Média INFERIOR |179.360|
Região Inferior: 180.645 até 178.070
Fibonacci _ Retrações:
183.275 (≈23.6%)
179.865 (≈38.2%)
177.115 (≈50.0%)
-174.360 (≈61.8%)
170.440 (≈78.6%)
Disclaimer
Planejar e executar uma operação no contrato de WIN requer atenção aos detalhes, uma estratégia bem definida e o comprometimento com o seu operacional. Os aspectos mencionados acima são elaborados com o intuito educacional e não são uma recomendação deste analista. Os estudos realizados neste artigo refletem, única e exclusivamente, as opiniões pessoais do analista. Reforço, turma, que não são recomendações de compra e(ou) venda de qualquer ativo. Este estudo foi feito pelo Analista de Valores Mobiliários - Pessoa Natural (Autônomo) – Netto Alves (CNPI-T 9820), nos termos da Resolução CVM no 20/2021 conforme previsto no art. 3o, inc. I. O conteúdo deste estudo não é garantia ou promessa de desempenho real, pois dados e retornos passados não são garantia de resultado futuro. Importante ressaltar que operar no mercado financeiro envolve riscos e não há nada que possa garantir rentabilidade.
Morning Call - 06/02/2026 - Bitcoin e Amazon. Entenda a VolatiliAgenda de Indicadores:
12:00 – USA – Uni. Michigan: Expectativa de Inflação de 1 e 5 anos
12:00 – USA – Uni. Michigan: Confiança do Consumidor
Agenda de Autoridades:
11:30 – USA – Philip Jefferson, vice-presidente do Fed (Vota), discursa sobre as perspectivas econômicas e a dinâmica da inflação pelo lado da oferta perante a Brookings Institution, em Washington.
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Estados Unidos
Os futuros dos índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam levemente no campo positivo, após acentuada queda das ações ontem. Em destaque hoje, as ações da Amazon afundam 7,5%, após apresentar um investimentos de capital (capex) de US$ 200 bilhões. O índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIX recua 5%, mas mantendo-se acima dos 20 pontos.
Os futuros dos índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam em leve alta nesta sexta-feira, em um movimento de recuperação técnica após a forte liquidação da véspera. O fôlego dos mercados, contudo, é contido pelo tombo de 7,5% nas ações da Amazon, que sofrem o impacto direto do anúncio de um capex bilionário de US$ 200 bilhões para os próximos anos.
A cautela ainda impera no pregão, com o índice de volatilidade VIX recuando 5%, mas sustentando-se acima dos 20 pontos. A permanência do indicador nesse patamar sinaliza que o trader continua em alerta, monitorando de perto se a agressiva expansão da infraestrutura tecnológica das Big Techs será convertida em lucro operacional no curto prazo.
Resultado da Amazon
A Amazon planeja elevar seus investimentos de capital (capex) em mais de 50% em 2026, sinalizando um aporte de US$ 200 bilhões para sustentar a corrida pela liderança em inteligência artificial. O anúncio, porém, azedou o humor de Wall Street: as ações da gigante do e-commerce despencaram 7,7% no pré-mercado, refletindo o receio dos investidores com a pressão sobre as margens.
Durante a teleconferência com analistas, o CEO Andy Jassy adotou uma postura defensiva, contrastando com o otimismo recente da Alphabet. Jassy justificou a desaceleração relativa da AWS — que cresceu 24% no trimestre, atingindo uma receita anualizada de US$ 142 bilhões — argumentando que a escala da Amazon é substancialmente maior que a de seus pares, o que torna taxas de expansão agressivas mais desafiadoras.
A AWS continua sendo o pulmão financeiro do grupo, respondendo por mais de 60% do lucro operacional. Apesar do faturamento de US$ 35,6 bilhões no quarto trimestre, o mercado puniu a companhia pela comparação direta com os rivais: o Google Cloud saltou 48% e o Azure, da Microsoft, avançou 39%.
O apetite por investimentos é generalizado. Juntas, Amazon, Microsoft, Google e Meta devem despejar mais de US$ 630 bilhões em infraestrutura este ano. O recado dos balanços, contudo, é uniforme: o mercado financeiro não aceita mais apenas promessas tecnológicas e exige retornos financeiros tangíveis para justificar a queima de caixa.
Para o primeiro trimestre de 2026, a Amazon projetou lucro operacional entre US$ 16,5 bilhões e US$ 21,5 bilhões, vindo abaixo do consenso de US$ 22,04 bilhões esperado pelos analistas. Além do custo da IA, o balanço sofrerá o impacto de US$ 1 bilhão em gastos extras com o Project Kuiper, a operação de internet via satélite da companhia.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam em queda nesta sexta-feira, caminhando para um fechamento semanal negativo. O pessimismo é alimentado pela cautela dos traders com o setor de software e por uma safra de balanços decepcionantes, com destaque para a crise na Stellantis.
As ações da Stellantis desabaram 14%, provocando a suspensão das negociações, após a montadora reportar encargos de 22,2 bilhões de euros no segundo semestre. O resultado reflete a revisão agressiva em seus planos para veículos elétricos. O movimento contagiou o setor automotivo, que recua 2,4% e lidera as perdas setoriais no continente.
O setor de tecnologia também exerce forte pressão negativa, acompanhando o estresse nas empresas de software e a repercussão dos balanços das Big Techs americanas. O cenário reforça a percepção de que o mercado está recalibrando as expectativas de crescimento e margens operacionais para o segmento.
No campo oposto, a Societe Generale saltou 6% após superar as previsões de lucro do quarto trimestre e elevar sua meta de rentabilidade para 2026. Já a Novo Nordisk avançou 4,2%, impulsionada pela sinalização da FDA de que endurecerá o cerco contra medicamentos falsificados, protegendo a exclusividade de seus tratamentos para perda de peso.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
A onda de aversão ao risco que derrubou Wall Street reverberou pelos mercados asiáticos nesta sexta-feira, espalhando perdas e volatilidade entre índices regionais, metais preciosos e criptoativos. O movimento reflete uma rotação massiva de capital: investidores migram do setor tecnológico para ativos defensivos, enquanto questionam o retorno real sobre os pesados gastos em inteligência artificial.
Na quinta-feira, o Nasdaq estendeu as perdas pelo terceiro dia consecutivo, pressionado pelo temor de que novos modelos de IA corroam as margens das empresas de software.
Segundo Prashant Bhayani, do BNP Paribas, "está ocorrendo uma rotação massiva, e o Nasdaq está claramente apresentando um desempenho inferior ao do S&P e a ações de bens de consumo essenciais, que são consideradas 'chatas'… O mercado está começando a dizer 'ok, sim, a IA é muito interessante', mas as pessoas também estão se perguntando 'Qual será o meu retorno?'"
A Ásia operou sob forte estresse, com destaque para a Coreia do Sul. O índice Kospi TVC:KOSPI chegou a despencar 5%, acionando um circuit breaker antes de reduzir as perdas para -1,4%. Na China continental e em Hong Kong — Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 , Hang Seng HSI:HSI e Shanghai SSE:000001 —, o tom foi majoritariamente negativo, com os principais índices de Shenzhen e Xangai encerrando o pregão no vermelho.
Em contrapartida, o Japão e Taiwan mostraram resiliência. O Nikkei TVC:NI225 subiu 0,8%, impulsionado pela expectativa de uma vitória expressiva da primeira-ministra Sanae Takaichi nas eleições de domingo. Em Taiwan, a valorização da TSMC (+0,85%) foi o suporte necessário para manter o TWSE 50 FTSE:TW50 em território positivo, com alta de 0,3%.
Já na Oceania, o pessimismo foi mais acentuado. O ASX 200 ASX:XJO , da Austrália, liderou as baixas na região ao recuar mais de 2%, com perdas generalizadas em todos os setores listados.
Criptoativos
As criptomoedas afastam-se das suas máximas históricas. ACTIVTRADES:BTCUSD ACTIVTRADES:ETHUSD
Após recuar mais de 10% na véspera e atingir a mínima de 16 meses, o bitcoin ensaia uma recuperação nesta sexta-feira, ao menos no período da manhã. Durante a madrugada, no entanto, a pressão vendedora levou a maior criptomoeda do mundo a testar o nível psicológico dos US$ 60.000.
Apesar da alta pontual, o bitcoin segue próximo do menor patamar desde outubro de 2024, um mês antes da vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais dos EUA. À época, o então candidato havia sinalizado apoio ao mercado de criptomoedas, expectativa que não se materializou da forma como parte dos traders projetava.
Para Chris Weston, da Pepperstone: “Muitas posições grandes e superlotadas estão sendo desmontadas de forma muito rápida, e você pode-se questionar se isso foi um sinal de alerta ou apenas coincidência”, referindo-se a decepção com Donald Trump.
O sentimento negativo também reflete a recente correção em outros ativos, como metais preciosos e ações. Ouro e prata, por exemplo, passaram a exibir maior volatilidade, pressionados por posições alavancadas e fluxos especulativos.
“O bitcoin se aproximar novamente dos US$ 60.000 não significa o fim das criptomoedas, mas evidencia que investidores que trataram o ativo como algo sem controle rigoroso de risco agora estão pagando o preço, assim como ocorreu com correções abruptas em ativos vistos como porto seguro, como ouro e prata, quando a alavancagem e a narrativa se anteciparam à realidade”, afirmou Joshua Chu, copresidente da Associação Web3 de Hong Kong.
Segundo ele, investidores excessivamente alavancados ou que assumiram que os preços subiriam indefinidamente estão sendo forçados a lidar, de forma abrupta, com a volatilidade real dos mercados e a importância da gestão de risco.
Em nota, analistas do Deutsche Bank destacaram que os ETFs de bitcoin à vista nos EUA registraram saídas superiores a US$ 3 bilhões em janeiro, após retiradas de aproximadamente US$ 2 bilhões em dezembro e US$ 7 bilhões em novembro, reforçando o movimento de redução de exposição institucional ao ativo.
BCE mantém taxas e apela a reformas estruturais na zona euro
O BCE manteve as taxas de juro inalteradas na reunião de quinta-feira. O discurso de Christine Lagarde, presidente do banco central, foi comedido nas previsões e reforçou a necessidade de dependência dos dados económicos para decidir as taxas de juro reunião a reunião, sinal de que o banco não vê, por agora, motivos fortes para cortar ou subir no curto prazo. Ficou também claro que a política monetária do BCE se encontra atualmente numa posição mais favorável do que a da sua contraparte americana, onde a inflação, os níveis de emprego e a própria legitimidade da Reserva Federal têm sido postos em causa durante a atual administração norte-americana. Ao ser questionada sobre se a subida do euro face ao dólar poderia impactar negativamente as economias europeias, a presidente do BCE contrapôs essa leitura, dizendo que a moeda única se encontra num nível historicamente equilibrado face ao dólar, apesar da valorização significativa do ano passado. Por outro lado, o discurso de Lagarde foi consistente nos apontamentos dirigidos aos países da União Monetária. Chamou a atenção para a necessidade de implementar reformas estruturais, fomentar a produtividade e avançar na unificação dos mercados de capitais e de poupanças. Trata-se de um apelo já feito por Mario Draghi em 2024, que muitos consideram um imperativo no atual contexto geopolítico, mas que até hoje deu poucos sinais de progresso. Com a política monetária estabilizada, o BCE deixa implícito que os principais constrangimentos ao crescimento europeu já não são monetários, devendo as taxas de juro manter-se nos níveis atuais até que os dados justifiquem uma alteração.Henrique Valente – ActivTrades.
Henrique Valente – ActivTrades
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"Relatório Técnico – Alumínio em Alta e os reflexos em CBAV3"🔎 Relatório Técnico – Alumínio em Alta e o Reflexo nas Ações da CBAV3 & na segunda parte um estudo profundo nos resultados já acontecidos da empresa e a expectativa para o 4t2025.🧭🚨
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1. Panorama do Alumínio no Mercado Internacional
O alumínio vem apresentando volatilidade significativa nos últimos meses, oscilando entre US$ 3.000 e US$ 3.270/t na LME.
A commodity é impulsionada por:
Demanda global ligada à transição energética (veículos elétricos, energias renováveis).
Restrições ambientais na Europa e China, que limitam a oferta.
Tarifas dos EUA sobre importações, mantendo preços sustentados.
Apesar da recente correção, o alumínio segue em patamar elevado, indicando fundamentos sólidos de médio prazo.
2. Contextualização da CBAV3
A Companhia Brasileira de Alumínio é uma das principais produtoras integradas da América Latina.
Cotação atual: R$ 10,22 (+0,39% no dia).
Volume negociado: 62,2 milhões, mostrando liquidez razoável.
A ação tende a acompanhar o movimento da commodity, mas com defasagem devido a fatores internos:
Custos energéticos no Brasil.
Exposição ao câmbio (receita dolarizada vs. custos em reais).
Expectativas de resultados trimestrais e guidance da companhia.
3. Correlação Alumínio x CBAV3
📈 Alumínio subiu +1,67% recentemente.
📉 CBAV3 avançou apenas +0,39%, mostrando que o mercado ainda não precificou totalmente o impacto positivo da alta da commodity.
Historicamente, movimentos consistentes do alumínio tendem a se refletir em valorização gradual da CBAV3.
4. Tendência da CBAV3
Curto prazo: volatilidade, acompanhando ajustes da commodity e do câmbio.
Médio prazo: viés positivo, sustentado pela alta estrutural do alumínio e pela demanda global crescente.
Riscos:
Pressão de custos energéticos.
Eventual desaceleração da China.
Oscilações cambiais desfavoráveis.
Oportunidade: se o alumínio mantiver patamar acima de US$ 3.000/t, há espaço para valorização adicional da CBAV3, especialmente se resultados operacionais confirmarem margens mais robustas.
📌 Conclusão: O alumínio vive um momento de sustentação estrutural, e a CBAV3 tende a se beneficiar desse cenário. Apesar da defasagem atual entre a commodity e a ação, o médio prazo aponta para potencial de valorização, condicionado ao controle de custos e ao ambiente macroeconômico.
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📊 Estudo de Valuation e Desempenho Cronológico: CBA (CBAV3)
1️⃣ Introdução e Contextualização Estratégica
A análise da Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) para o biênio 2024-2025 exige atenção à ciclicidade das commodities e à eficiência operacional de um player verticalizado.
🌍 Cenário macroeconômico:
LME média: US$ 2.448/t no 2T25
Resistências próximas: US$ 2.600/t sob tensões geopolíticas
Destaque: Autossuficiência energética e mineral da CBA
📌 Ficha Técnica CBAV3
💵 Cotação Base: R$ 10,22
🏷️ Ticker: B3: CBAV3
🎯 Objetivo: Captura de valor via desalavancagem e eficiência energética
🔎 Premissas: Déficit global de alumínio (350kt no 2T25) + demanda chinesa resiliente
2️⃣ Retrospectiva 2024: Consolidação e Eficiência
✨ Destaques:
⚡ Hedge de Energia: Swap a US$ 45/MWh → previsibilidade em cenário hídrico incerto
📈 EBITDA Ajustado: R$ 339 milhões (Margem 16%)
📉 P/L distorcido pelo prejuízo líquido de R$ 74 milhões (efeito cambial)
🏦 Estrutura de Capital: Prazo médio da dívida em 4,74 anos
💡 So What?
O swap foi o "porto seguro" em 2024. Mas o custo médio de energia sobe para US$ 100/MWh em 2025, exigindo eficiência produtiva.
3️⃣ Primeiro Semestre de 2025: Desafios e Transição
🔧 Manutenção na refinaria de alumina → impacto direto nos custos fixos.
📉 Receita afetada: -R$ 146 milhões (fim contrato Alunorte).
📊 2T25 em Detalhe
💰 EBITDA Ajustado: R$ 189 milhões (-44%)
📊 Receita Líquida: R$ 2.005 milhões (-3%)
📦 Volume de Vendas: 119 kt (-8%)
🏭 Produção Alumínio Líquido: 86 kt (-5%)
📉 Alavancagem: 2,29x
💡 So What?
O Cash Cost subiu para US$ 1.904/t (+16%), pressionando múltiplos. Mas o guidance de US$ 1.700/t pós-ramp-up deve expandir margens.
4️⃣ Terceiro Trimestre de 2025: Estabilização
⚙️ Eventos Críticos:
🔄 Normalização da produção de alumínio líquido
📦 Compra extra de 30kt alumina → última pressão no giro
💵 Emissão de debêntures: R$ 530 milhões (CDI +1,20%, swap 5,88% a.a. dólar)
🌱 ESG: Bond sustentável vinculado à redução de gases de efeito estufa
💡 So What?
📉 Dívida alongada para 5,12 anos
💲 Custo médio em dólar reduzido para 5,95% a.a.
🔮 Prepara terreno para recuperação do Dividend Yield em 2026
5️⃣ Guidance e Perspectivas para o 4T25
📌 Pontos-chave:
🔒 Hedge Accounting: impacto contábil de R$ 93 milhões (sem saída de caixa)
🚀 Cenário Otimista: LME > US$ 2.550/t + queda nos insumos
🛑 Cenário Conservador: prêmios regionais estagnados + atraso no ramp-up
💡 So What?
CBAV3 a R$ 10,22 oferece opcionalidade gratuita sobre energia renovável (115MWm eólicos a partir de 2027).
6️⃣ Conclusão: Síntese do Valor Intrínseco
📌 Tese: Normalização de margens após ciclo de manutenção severo.
🔎 3 Pontos Fundamentais até o fim de 2025
📉 Convergência do Cash Cost → US$ 1.700/t
💵 Alavancagem < 2,29x
⚡ Execução do Guidance de Energia → avanço nos ativos eólicos
tese de investimento e timing de mercado.
📌 Resumo da situação da CBA (CBAV3):
O 1S25 foi o piso operacional (EBITDA comprimido, Cash Cost alto).
O 3T25 marca estabilização com ramp-up da alumina e alongamento da dívida.
O 4T25 traz opcionalidade via hedge e energia renovável futura.
O preço atual (R$ 10,22) reflete parte dos riscos, mas ainda não precifica totalmente os ativos energéticos e a normalização de margens.
🎯 Interpretação prática:
Neutro (Hold): Se o investidor busca segurança, o momento ainda é de transição. A alavancagem está relativamente alta e o mercado pode continuar pressionando múltiplos até a confirmação da queda do Cash Cost.
Compra (Buy): Para quem tem horizonte de médio/longo prazo, a tese é de recuperação operacional + desalavancagem. O upside está na normalização de margens e no valor intrínseco dos ativos energéticos, que hoje não estão refletidos no preço.
💡 So What?
No curto prazo → postura neutra faz sentido.
No médio/longo prazo → há argumentos sólidos para compra, especialmente se o investidor tolera volatilidade e acredita na execução da gestão.
👉 Em termos de recomendação de mercado, muitos analistas classificariam como “neutro com viés positivo”: esperar sinais claros de estabilização, mas já enxergar valor escondido no ativo.
BTC/USDT - HORA DA LIQUIDEZ INTERNA - EXAUSTÃO DE VENDABTC/USDT - HORA DA LIQUIDEZ INTERNA - EXAUSTÃO DE VENDA
Segue análise para o btc, devemos iniciar a correção para busca da liquidez interna hoje, o preço acabou de ter um ganho de liquidez para os compradores, análise baseado em SMC, ICT.
ALVO FINAL - 87K
NAS100 Do Macro ao Micro.Não há trade de alta probabilidade neste cenário em NAS100.
Trade inválido, porque o preço está colado em liquidez diária/intradiária, sem MSS + OB/FVG em M15/M5 para compra e sem retorno a uma zona de prêmio para venda; o fluxo é LRLR, mas a localização atual é mid‑range intradiário em LIQ, e entrar aqui seria operar fora do nosso framework institucional.
ORDER BLOCKS E MARCAÇÕES Order Block é um bloco de velas que causou mudança real na entrega de preço.
Exemplo: último bloco de baixa antes de um movimento forte de alta, que rompe estrutura.
Pontos-chave:
A precisão está no corpo e no 50% desse corpo, o Mean Threshold.
Em um OB saudável, o preço geralmente respeita essa metade; corpo não atravessa com facilidade.
Você pode usar o bloco inteiro ou só o candle extremo mais relevante.”
''- O que torna um OB forte
“OB forte tende a ter:
Rebalance de FVG junto.
Ter sido criado após captura de liquidez.
Estar alinhado com tempo (Killzones, aberturas, etc.).
Quanto mais dessas confluências, mais institucional é o bloco.”
''- RB / BB (Resistance Block / Breaker Block)
“RB é um bloco que funciona como ‘trava’ de preço.
Depois que o mercado respeita, ele vira referência.
Breaker Block é aquele bloco que ‘falhou’: o preço rompe, volta e passa a usar esse bloco do outro lado.
No protocolo, BB/Breaker é o PD Array inicial quando o preço começa uma reversão maior.”






















