"BPAC11-tem preço lucro esticado, mas o ROE e IEO justifica?"Relatório técnico para nos preparar para o resultado do 4º trimestre de 2025.
# 📊 Desempenho Financeiro do BTG Pactual (1T 2024 – 3T 2025)
## Evolução do Lucro Líquido
- **1T 2024**
- Lucro Líquido Contábil: R$ 2.774 mi
- Lucro Líquido Ajustado: R$ 2.889 mi
- **2T 2024**
- Contábil: R$ 2.823 mi
- Ajustado: R$ 2.949 mi
- **3T 2024**
- Contábil: R$ 3.068 mi
- Ajustado: R$ 3.207 mi
- **4T 2024**
- Contábil: R$ 3.124 mi
- Ajustado: R$ 3.276 mi
- **1T 2025**
- Contábil: R$ 3.210 mi
- Ajustado: R$ 3.367 mi
- **2T 2025**
- Contábil: R$ 4.009 mi
- Ajustado: R$ 4.182 mi
- **3T 2025**
- Contábil: R$ 4.337 mi
- Ajustado: R$ 4.539 mi
### Insights
- Crescimento contínuo culminando em recorde histórico no 3T 2025.
- Lucro ajustado exclui itens não recorrentes e amortização de ágio de aquisições.
- Escalabilidade comprovada com receitas crescendo mais rápido que custos.
---
## Rentabilidade (ROAE Ajustado)
- **1T 2024:** 22,8%
- **2T 2024:** 22,5%
- **3T 2024:** 23,5%
- **4T 2024:** 23,0%
- **1T 2025:** 23,2%
- **2T 2025:** 27,1%
- **3T 2025:** 28,1%
### Destaques
- Trajetória ascendente, com salto de 22,8% para 28,1% em menos de dois anos.
- Índice de Basileia: 15,5% no 3T 2025, mesmo após distribuição de R$ 2,3 bi em JCP.
---
## Eficiência Operacional (Índice de Eficiência Ajustado)
- **1T 2024:** 37,5%
- **2T 2024:** 37,3%
- **3T 2024:** 36,4%
- **4T 2024:** 38,5%
- **1T 2025:** 37,0%
- **2T 2025:** 35,6%
- **3T 2025:** 34,1% (menor da história)
### Destaques
- O banco gasta apenas R$ 0,34 para gerar R$ 1,00 de receita.
- Escalabilidade do modelo de negócios comprovada.
- Gestão disciplinada de custos mesmo com aquisições recentes.
---
## Qualidade de Crédito (NPL)
- **NPL > 90 dias:**
- Variou entre 0,8% e 1,6% em 2024; encerrou 3T 2025 em 1,3%.
- **NPL 15 a 90 dias:**
- Oscilou entre 2,0% e 3,3%; encerrou 3T 2025 em 2,2%.
### Destaques
- Mais de 95% da carteira em Estágio 1 (baixo risco).
- Carteira de crédito total atingiu R$ 246,9 bi no 3T 2025.
- Segmento PME alcançou R$ 29 bi no 3T 2025.
---
## 📈 Carteira de Crédito (Corporate & PME)
- **1T 2024:** R$ 181,6 bi
- **2T 2024:** R$ 194,8 bi
- **3T 2024:** R$ 210,4 bi
- **4T 2024:** R$ 221,6 bi
- **1T 2025:** R$ 230,6 bi
- **2T 2025:** R$ 237,9 bi
- **3T 2025:** R$ 246,9 bi
### Insights
- Crescimento de ~36% entre 1T 2024 e 3T 2025.
- Spreads saudáveis e inadimplência controlada.
- Expansão acompanhada de forte disciplina de risco.
---
## 📊 Lucro por Ação (LPA) e Preço/Lucro (P/L)
### Histórico de LPA
- **1T 2024:** R$ 0,76
- **2T 2024:** R$ 0,77
- **3T 2024:** R$ 0,84
- **4T 2024:** R$ 0,86
- **Ano 2024 (Total):** R$ 3,24
- **1T 2025:** R$ 0,88
- **2T 2025:** R$ 1,10
- **3T 2025:** R$ 1,19
- **Últimos 12 Meses (LTM):** R$ 4,03
### Indicadores P/L
- **Ano 2024:**
- Cotação: R$ 52,40
- P/L: 16,17x
- **LTM (4T24 – 3T25):**
- Cotação: R$ 54,18
- P/L: 13,44x
### Análise
- Apesar da cotação subir, o múltiplo P/L caiu, pois o lucro por ação cresceu mais rápido.
- A ação ficou “mais barata” em termos relativos ao lucro.
---
## 🔎 Por que o mercado paga 13x pelo BPAC11?
1. **ROE elevado:** 28,1% no 3T 2025, acima dos pares.
2. **Crescimento acelerado:** Lucro líquido ajustado cresceu 42% em relação ao ano anterior.
3. **Eficiência recorde:** Índice de eficiência em 34,1%.
4. **Diversificação:** Receitas robustas em Corporate Lending, Asset Management e Wealth Management.
5. **Aquisições estratégicas:** Julius Baer Brasil, Órama, Sertrading e JGP WM.
---
## 📌 Conceitos Importantes
- **Índice de Eficiência:** Despesas operacionais ÷ Receitas totais ajustadas. Quanto menor, melhor.
- **Impacto da Amortização de Ágio:** Eleva despesas contábeis, mas não reflete a lucratividade recorrente.
- **P/L Negativo:** Indica que a empresa está com prejuízo, ou seja, não gera lucro suficiente para justificar o preço da ação.
---
✨ Agora o 4º trimestre se coloca na mesa em 09 de fevereiro de 2026 o que nos deixa atentos aos motivos que levam o mercado a aceitar um preço lucro em 13,44x. Penso que o mercado vai cobrar caro caso não entregue bons números de eficiência e ROE.
Além da Análise Técnica
"Bradesco-BBDC4 a inadimplência (NPL + PDD) é o direcional""Bradesco-BBDC4 a inadimplência (NPL + PDD) é o direcional"
📈
Bradesco 1T24/3T2025 PESPECTIVAS PARA O 4T2025 E FECHAMENTO ANUAL
24 fontes
O relatório de análise econômica e financeira do Bradesco detalha o desempenho operacional e contábil da instituição referente ao terceiro trimestre de 2025. O documento destaca a transição para novas normas contábeis (Resolução CMN n° 4.966) e apresenta resultados sólidos nos setores de seguros, previdência e capitalização, que registraram crescimento expressivo. São fornecidos dados minuciosos sobre a carteira de crédito expandida, a gestão de despesas administrativas e a evolução das receitas de prestação de serviços. Além disso, o texto aborda o compromisso do banco com a sustentabilidade (ASG), inovação tecnológica via inteligência artificial e a expansão de parcerias estratégicas na área da saúde. Por fim, as demonstrações financeiras consolidadas oferecem uma visão técnica sobre o patrimônio líquido, fluxos de caixa e a robustez do capital da organização perante o mercado.
1. Comparação de Resultados: 9M24 vs. 9M25
Lucro Líquido Recorrente (9M24): R$ 14,152 bilhões
Lucro Líquido Recorrente (9M25): R$ 18,136 bilhões
Variação: +28,2% no período
2. Lucro Líquido: 2024 (Total) vs. 2025 (Acumulado)
Lucro Líquido Recorrente Total de 2024: R$ 19,554 bilhões (fechamento após 4T24)
Somatória do Lucro Líquido de 2025 (até 3T25): R$ 18,136 bilhões
Observação: O lucro acumulado em apenas três trimestres de 2025 já representa 92,7% de todo o lucro de 2024
3. Índice Preço/Lucro (P/L)
Ano de 2024 (Cotação base: R$ 18,37)
LPA Recorrente Acumulado (12M24): R$ 1,85
Cálculo: 18,37 ÷ 1,85 = 9,93x
Situação Atual (Cotação base: R$ 18,43)
LPA Recorrente Acumulado (TTM até 3T25): R$ 2,23
Cálculo: 18,43 ÷ 2,23 = 8,26x
Análise: O papel está sendo negociado a múltiplo mais barato hoje do que em 2024, apesar da cotação similar, devido ao crescimento do LPA.
4. Indicadores de Inadimplência (NPL) – 1T24 a 3T25
1T24: NPL > 90 dias = 4,8% | NPL 15–90 dias = 4,1%
2T24: NPL > 90 dias = 4,3% | NPL 15–90 dias = 3,7%
3T24: NPL > 90 dias = 4,2% | NPL 15–90 dias = 3,4%
4T24: NPL > 90 dias = 4,0% | NPL 15–90 dias = 3,4%
1T25: NPL > 90 dias = 4,1% | NPL 15–90 dias = 3,4%
2T25: NPL > 90 dias = 4,1% | NPL 15–90 dias = 3,5%
3T25: NPL > 90 dias = 4,1% | NPL 15–90 dias = Estável*
\* O banco reportou estabilidade e controle dos indicadores antecedentes no 3T25, priorizando retorno ajustado ao risco.
5. Guidance para o 4T25 (Fechamento do Ano)
Carteira de Crédito Expandida: 4% a 8% (atualmente em 9,6%)
Margem Financeira Líquida: R$ 37 bi ~ R$ 41 bi (acumulado 9M25: R$ 29,6 bi)
Receitas de Prestação de Serviços: 5% a 9%
Despesas Operacionais: 5% a 9%
Resultado de Seguros, Previdência e Capitalização: 9% a 13% (atualmente em 21,7% no 9M25)
Analogia: Investir no Bradesco neste momento é como observar a reforma de um grande transatlântico em alto-mar: a estrutura está sendo reforçada e os motores (receitas) ganham potência, permitindo maior velocidade (lucro) mesmo em mar agitado (cenário macroeconômico).
1. Comparação de Resultados: 9M24 vs. 9M25
Lucro Líquido Recorrente (9M24): R$ 14,152 bilhões
Lucro Líquido Recorrente (9M25): R$ 18,135 bilhões
Variação: Crescimento expressivo de 28,2% na rentabilidade
2. Lucro Líquido: 2024 (Total) vs. 2025 (Acumulado até 3T25)
Lucro Líquido Recorrente Total de 2024: R$ 19,554 bilhões
Lucro Líquido Recorrente de 2025 (até 3T25): R$ 18,135 bilhões
Análise: Em apenas três trimestres, o banco já alcançou 92,7% do lucro de todo o ano de 2024, evidenciando aceleração na geração de resultados.
3. Índice Preço/Lucro (P/L)
Ano de 2024 (Cotação base: R$ 18,37)
LPA Recorrente (12M24): R$ 1,85
P/L: 18,37 ÷ 1,85 = 9,93x
Situação Atual (Cotação base: R$ 18,43 em 30/09/25)
LPA Recorrente (TTM até 3T25): R$ 2,23
P/L: 18,43 ÷ 2,23 = 8,26x
Insight: O múltiplo atual é 16,8% mais barato que o de 2024, mostrando que o lucro por ação cresce mais rápido que a cotação.
4. Indicadores de Inadimplência (NPL) – 1T24 a 3T25
1T24: NPL > 90 dias = 4,8% | NPL 15–90 dias = 4,1%
2T24: NPL > 90 dias = 4,3% | NPL 15–90 dias = 3,7%
3T24: NPL > 90 dias = 4,2% | NPL 15–90 dias = 3,4%
4T24: NPL > 90 dias = 4,0% | NPL 15–90 dias = 3,4%
1T25: NPL > 90 dias = 4,1% | NPL 15–90 dias = 3,4%
2T25: NPL > 90 dias = 4,1% | NPL 15–90 dias = 3,5%
3T25: NPL > 90 dias = 4,1% | NPL 15–90 dias = Estável
Análise: A inadimplência mostra trajetória de estabilização, refletindo maior seletividade de risco e foco em linhas colateralizadas.
5. Guidance para o Fechamento de 2025 (4T25)
Carteira de Crédito Expandida: 7%–8% (topo da faixa projetada de 4%–8%)
Margem Financeira Líquida: R$ 37–41 bi (já R$ 29,6 bi em 9M25)
Receitas de Serviços: No topo da faixa de 5%–9%
Despesas Operacionais: Crescimento no topo da faixa de 5%–9%, refletindo investimentos em transformação
Resultado de Seguros: No intervalo superior de 9%–13% (já em 21,7% no 9M25)
Analogia: O Bradesco hoje é como um motor recém-retificado: peças ajustadas (alta renda e digitalização) permitem maior potência (lucro) com menor consumo de combustível (risco de crédito).
6. Eficiência Operacional e PDD (1T24 – 3T25)
Tabela Histórica
1T24: IEO = 51,1% | PDD = R$ 7.811 mi
2T24: IEO = 52,3% | PDD = R$ 7.290 mi
3T24: IEO = 52,0% | PDD = R$ 7.127 mi
4T24: IEO = 53,2% | PDD = R$ 7.460 mi
1T25: IEO = 49,7% | PDD = R$ 7.642 mi
2T25: IEO = 49,9% | PDD = R$ 8.142 mi
3T25: IEO = 50,1% | PDD = R$ 8.560 mi
Análise dos Indicadores
Eficiência Operacional: Mantida em torno de 50% em 2025, refletindo controle de despesas e ganhos de produtividade da transformação digital.
Custo de Crédito (PDD): Alta sequencial em 2025, ligada a casos específicos no atacado e à consolidação do Banco John Deere. No varejo, há melhora na qualidade das novas safras e maior eficiência de cobrança.
Transformação: Redução da carteira reestruturada em R$ 8,2 bi em 12 meses até 3T25 confirma assertividade das estratégias de recuperação.
Analogia: A eficiência e a PDD funcionam como a telemetria de um carro de corrida: a eficiência mostra como o motor converte combustível (receitas) em velocidade, enquanto a PDD é a suspensão que absorve os impactos da pista (risco de crédito) sem comprometer o equilíbrio.
1. ROAE (Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio)
Indicador-chave de rentabilidade, mostra a eficiência da gestão em gerar lucro sobre o capital próprio.
1T24: 10,2% (início do plano de transformação)
2T24: 11,4%
3T24: 12,4%
4T24: 12,7%
1T25: 14,4%
2T25: 14,6%
3T25: 14,7% (sétimo trimestre consecutivo de crescimento)
Guidance 4T25: Projeção entre 15% e 15,5%, aproximando-se do custo de capital
2. Índices de Capital (Basileia Nível I e Capital Principal)
Indicadores de solvência que refletem a robustez do balanço para sustentar expansão da carteira de crédito.
Basileia Nível I:
1T24: 12,7%
4T24: 12,4%
3T25: 13,4% (+40 bps no trimestre)
Capital Principal:
1T24: 11,2% (proforma)
Dez24: 10,5%
Set25: 11,4%
Destaque: Índices estáveis e acima dos limites regulatórios, mesmo com dividendos e crescimento dos ativos ponderados pelo risco (RWA).
3. VPA (Valor Patrimonial por Ação) e Múltiplo P/VP
Mostra se a ação é negociada com desconto ou ágio em relação ao patrimônio líquido contábil.
VPA Set24: R$ 15,40
VPA Jun25: R$ 15,82
VPA Set25: R$ 16,03
P/VP (cotação R$ 18,43): 1,15x
Análise: O mercado já precifica recuperação da rentabilidade, mas ainda há espaço frente a pares com ROE superior.
4. LPA (Lucro por Ação) – Recorrente
Base para cálculo do P/L, reflete o lucro líquido por ação ordinária e preferencial.
Acumulado 12M24: R$ 1,85
Acumulado 9M25:
ON: R$ 1,62
PN: R$ 1,79
Guidance 4T25: Com lucro trimestral acima de R$ 6,2 bi, o LPA de 2025 deve superar significativamente o de 2024.
5. ROAE do Grupo Segurador
Segmento de seguros é motor de rentabilidade, rodando acima da média do banco.
4T24: 25,1%
1T25: 22,4%
3T25: 22,4%
Guidance 4T25: Projeção revisada para 9%–13%, mas já acumula 21,7% de crescimento no 9M25, indicando fechamento acima do teto original.
6. Resumo do Guidance para o 4T25 (Expectativa de Banda Superior)
Margem Financeira Líquida: Deve encerrar próximo ao topo da faixa de R$ 37–41 bi
Receitas de Serviços: Tendência de alta moderada (5%–9%)
Despesas Operacionais: Crescimento controlado no topo da faixa (5%–9%), refletindo investimentos em transformação digital
Analogia
Analisar esses múltiplos é como acompanhar o painel de voo de um avião saindo da turbulência:
P/L e P/VP: Radar que mostra como o mercado enxerga o futuro da trajetória
ROAE: Indicador de subida, representando a velocidade da recuperação
Basileia: Nível de combustível, garantindo segurança para continuar o voo
Em 2024, o avião estabilizava a altitude; em 2025, já acelera rumo à velocidade de cruzeiro.
Ouro sobe com dúvidas sobre a independência da Fed
Os preços do ouro estão atualmente a negociar ligeiramente abaixo do nível dos 4.600 dólares, depois de terem atingido um máximo histórico no início da sessão. Os recentes ganhos do metal precioso refletem um aumento da procura por ativos de refúgio, impulsionado por tensões geopolíticas elevadas, com focos de instabilidade na Venezuela, na Ucrânia e no Irão, agravadas por uma retórica agressiva por parte dos Estados Unidos relativamente à Gronelândia. Em conjunto, estes fatores aumentaram a incerteza e reforçaram a procura por ouro, amplamente considerado o ativo de refúgio por excelência. No entanto, os ganhos registados hoje refletem mais do que apenas o risco geopolítico. Surgem na sequência de declarações do presidente da Reserva Federal, Jerome Powell, que confirmou que o Departamento de Justiça dos EUA o ameaçou com uma acusação criminal relacionada com a renovação da sede do banco central. Muitos investidores encaram este desenvolvimento como um sério desafio à independência da Reserva Federal e uma nova escalada dos esforços da administração norte-americana para pressionar no sentido de taxas de juro mais baixas. Qualquer perceção de erosão da independência do banco central poderá reduzir a atratividade dos ativos norte-americanos para os investidores globais, criando um ambiente de maior incerteza e potencialmente acelerando os fluxos para ativos de refúgio, como o ouro. Neste contexto, existe margem para novos ganhos nos preços do ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
"SANTANDER-SANB11- AGUARDA 4ºTRI 2025,hoje tem preço justo"Resumo executivo
Documento analisa os resultados do Santander Brasil até o 3T25, mostra recuperação de rentabilidade em 2024–2025 e projeta estabilidade para o 4T25, destacando impactos regulatórios e riscos macroeconômicos.
Resumo por trimestre (ambos: milhões de R$ + por Unit)
🟢 4T24
Lucro gerencial (R$ mi): 3.855
LPA por Unit (R$): não informado no resumo
ROAE: não informado no resumo
NPL: não informado no resumo
🔵 1T25
Lucro gerencial (R$ mi): 3.861
LPA por Unit (R$): 0,51
ROAE: não informado por trimestre (há indicador anualizado)
NPL: não informado por trimestre
🟣 2T25
Lucro gerencial (R$ mi): 3.659
LPA por Unit (R$): 0,49
ROAE: não informado por trimestre
NPL: não informado por trimestre
🔴 3T25
Lucro gerencial (R$ mi): 4.009
LPA por Unit (R$): 0,53
ROAE gerencial: 17,5%
NPL > 90 dias: 3,4%
NPL 15–90 dias: 3,9%
📊 Acumulados / LTM
Lucro 9M25 (R$ mi): 11.529
Lucro LTM (R$ mi): 15.384
ROAE anualizado (9M25): 17,1%
LPA Unit anualizado (LTM): ~4,29 R$
Índice de eficiência (9M25): 37,2%
Desempenho financeiro recente
Lucro líquido gerencial trimestral: 3T25 R$ 4.009 mi; 2T25 R$ 3.659 mi; 1T25 R$ 3.861 mi; 4T24 R$ 3.855 mi. Acumulado 9M25: lucro gerencial R$ 11.529 mi, alta de 15,1% vs 9M24. LTM (últimos 12 meses até 3T25): R$ 15.384 mi.
Rentabilidade e eficiência
ROAE gerencial: recuperação para níveis em torno de 17%–17,5% (3T25 = 17,5%; 9M25 anualizado = 17,1%). Índice de eficiência: 37,2% no acumulado do ano e 37,5% no 3T25, refletindo controle de custos e uso de tecnologia.
Qualidade de crédito e provisões
NPL: 3T25 — NPL acima de 90 dias 3,4%; NPL 15–90 dias 3,9% (melhora no curto prazo, leve pressão no longo prazo). PDD: 3T25 resultado de PDD R$ 6.524 mi; carteira de crédito ampliada R$ 688.801 mi; PDD acumulado 9M25 cresceu 11% vs 9M24, influenciado pela Resolução CMN nº 4.966/21 e juros elevados.
Capital, LPA e proventos
Base acionária: total de 7.498.531.000 ações; em circulação ~7.471.061.000; Units (SANB11) equivalem a ~3,75 bi de Units. LPA trimestral: 3T25 R$ 0,53; 2T25 R$ 0,49; 1T25 R$ 0,51; LPA Unit anualizado ~R$ 4,29 (LTM). Proventos: R$ 2,0 bi aprovados em julho de 2025; total de JCP/distribuições no 9M25 e 2025 acumulado citado no relatório.
Valuation e mercado
Com cotação de R$ 34,22 (09/01/2026), P/L calculado entre ~8,08x e 8,34x dependendo do método (LTM ou projeção 4T25), indicando que o mercado já precificou melhora, mas ainda há espaço caso múltiplos se expandam com queda de juros.
Impactos regulatórios e perspectivas
Resolução CMN nº 4.966/21 (vigente a partir de 01/01/2025) alterou provisões e contabilização de custos de originação, reduzindo comparabilidade com 2024 e elevando PDD em 2025. Riscos: Selic elevada (15%) pressiona margem de mercado e inadimplência; catalisadores para valorização incluem queda da Selic, manutenção da eficiência e expansão de margem financeira. Data-chave: divulgação do resultado do 4T25 prevista para 04/02/2026
Regiões Importantes para o WING26 – HOJE, 12/01/2026Planejamento e Organização
-Com base em métricas autorais estabeleço regiões para que sejam observadas em suas operações, de acordo com o seu operacional. Respeite sempre o seu operacional (o seu setup)!
-As regiões não são recomendações! Não façam compras ou vendas nas regiões apresentadas neste artigo. Elas servem como estudo de mercado para auxiliar o seu entendimento do momentum.
-Operações intraday (que iniciam e encerram no mesmo pregão) são de altíssimo risco e com bastante volatilidade. Além dos movimentos do ativo fique atento(a) as principais notícias durante o pregão.
REGIÕES IMPORTANTES:
Leia todo o conteúdo acima!
>Ponto CENTRAL |165.530|
-Zona Média SUPERIOR |168.095|
Região Superior: 168.805 até 167.290
-Zona Média INFERIOR |162.965|
Região Inferior: 163.770 até 162.155
Fibonacci _ Retrações:
162.920 (≈23.6%)
160.605 (≈38.2%)
158.740 (≈50.0%)
-156.870 (≈61.8%)
154.210 (≈78.6%)
Disclaimer
Planejar e executar uma operação no contrato de WIN requer atenção aos detalhes, uma estratégia bem definida e o comprometimento com o seu operacional. Os aspectos mencionados acima são elaborados com o intuito educacional e não são uma recomendação deste analista. Os estudos realizados neste artigo refletem, única e exclusivamente, as opiniões pessoais do analista. Reforço, turma, que não são recomendações de compra e(ou) venda de qualquer ativo. Este estudo foi feito pelo Analista de Valores Mobiliários - Pessoa Natural (Autônomo) – Netto Alves (CNPI-T 9820), nos termos da Resolução CVM no 20/2021 conforme previsto no art. 3o, inc. I. O conteúdo deste estudo não é garantia ou promessa de desempenho real, pois dados e retornos passados não são garantia de resultado futuro. Importante ressaltar que operar no mercado financeiro envolve riscos e não há nada que possa garantir rentabilidade.
Morning Call - 12/01/2026 - Trump ataca Powell - Ouro em MáximaAgenda de Indicadores:
8:25 – BRA – Boletim Focus
15:00 – USA – Leilão de Treasury de 3 anos
15:00 – USA – Leilão de Treasury de 10 anos
Agenda de Autoridades:
14:30 – USA – Raphael Bostic, do Fed de Atlanta (Não Vota), moderará um debate em um evento organizado pelo Rotary Club de Atlanta.
14:45 – USA – Thomas Barkin, do Fed de Richmond (Não Vota), falará no Fórum de Previsão Econômica da Associação de Banqueiros da Carolina do Norte.
20:00 – USA – John Williams, do Fed de Nova York (Vota), fará o discurso de abertura no evento da Série C. Peter McColough sobre Economia Internacional, organizado pelo Conselho de Relações Exteriores.
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLG2026
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — operam em forte baixa, pressionados pela escalada do conflito institucional entre o presidente Donald Trump e o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, aumentando a percepção de risco político sobre a condução da política monetária.
Payroll: O relatório de emprego dos Estados Unidos reforçou a leitura de que o Fed deve manter os juros inalterados no curto prazo. Em dezembro, foram criadas 50 mil vagas, abaixo da expectativa de 70 mil, enquanto a taxa de desemprego recuou para 4,4%, ante 4,6% em novembro. O conjunto dos dados indica desaceleração do mercado de trabalho, mas ainda sem sinais claros de deterioração abrupta.
Tarifas de Importação: A Supreme Court of the United States deverá se pronunciar no dia 14 de janeiro sobre a legalidade das tarifas globais impostas por Trump, um evento com potencial relevante para o cenário fiscal, inflacionário e para os mercados de risco.
Temporada de Balanços: A safra de resultados do quarto trimestre será aberta pelos grandes bancos americanos:
JPMorgan Chase (amanhã);
Bank of America, Citigroup e Wells Fargo (quarta-feira);
Goldman Sachs e Morgan Stanley (quinta-feira).
Na CME, os contratos futuros indicam 95% de probabilidade de manutenção da taxa de juros na reunião de janeiro do Fed.
Atritos entre Powell e Trump
O presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, revelou neste domingo que o Fed recebeu intimações do Departamento de Justiça na semana passada, relacionadas a declarações feitas por ele ao Congresso no verão passado. As intimações dizem respeito aos custos excedentes de um projeto de reforma de US$ 2,5 bilhões no complexo da sede do Fed, em Washington — uma iniciativa que Powell classificou como um “pretexto” para que Donald Trump amplie sua influência sobre a política de juros do banco central.
“Na sexta-feira, o Departamento de Justiça entregou ao Federal Reserve intimações de um grande júri, ameaçando uma acusação criminal relacionada ao meu depoimento perante o Comitê Bancário do Senado em junho passado”, afirmou Powell. “Essa ação sem precedentes deve ser vista à luz das ameaças e da pressão contínua do governo por taxas de juros mais baixas e, de forma mais ampla, por maior influência sobre o Fed.”
Segundo ele, “essa nova ameaça não tem a ver com meu depoimento de junho, nem com a reforma dos prédios do Federal Reserve. Tampouco tem relação com o papel de supervisão do Congresso. Esses são pretextos. A ameaça de acusações criminais é consequência direta do Federal Reserve definir as taxas de juros com base em nossa melhor avaliação do que é melhor para o público, e não de acordo com as preferências do presidente.”
No Senado, o republicano Thom Tillis, responsável pela análise dos indicados presidenciais ao Fed, afirmou que a ameaça de indiciamento coloca em risco a “independência e a credibilidade” do Departamento de Justiça. Tillis declarou ainda que se oporá a quaisquer indicações de Trump para o Fed — incluindo a escolha do sucessor de Powell na presidência da instituição — “até que essa questão legal seja totalmente esclarecida”.
Powell, que foi nomeado presidente do Federal Reserve por Trump em 2018, encerra seu mandato como presidente em maio. No entanto, seu mandato de 14 anos como membro do Conselho de Governadores vai até 2028, o que lhe permite permanecer na instituição e potencialmente dificultar os planos da Casa Branca para remodelar a liderança do banco central.
Reação dos mercados:
O dólar americano recua frente às principais moedas, enquanto ouro e prata avançam para novas máximas históricas. As ações em Nova York operam em queda de até 1% no pré-mercado, e a ponta mais longa da curva de juros apresenta abertura, refletindo aumento do prêmio de risco institucional.
“As revelações desta noite representam uma escalada dramática nos esforços do governo para minar o Fed e podem desencadear uma série de consequências não intencionais que vão diretamente contra os objetivos declarados do presidente Trump”, afirmou Karl Schamotta, estrategista-chefe de mercado da Corpay, em Toronto.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam majoritariamente em baixa nesta segunda-feira. A exceção é o mercado alemão, com o DAX 40 ACTIVTRADES:GER40 e o MDAX ACTIVTRADES:GERMID50 sustentados pelo desempenho positivo das ações da Siemens e da Rheinmetall, ligadas aos setores de tecnologia e defesa.
O setor financeiro lidera as perdas, pressionado pelo apelo do presidente Donald Trump por um teto temporário para as taxas de juros de cartões de crédito. As ações do Barclays caem 4,5%, atingindo o menor nível em quase um mês, enquanto o HSBC recua cerca de 1%. Na sexta-feira, Trump defendeu a imposição de um limite de 10% para as taxas de juros dos cartões de crédito por um período de um ano, a partir de 20 de janeiro, sem detalhar os mecanismos de implementação.
O ambiente de aversão ao risco também foi reforçado pela busca por ativos considerados seguros, após assessores de Trump ameaçarem indiciar Jerome Powell por comentários feitos ao Congresso sobre um projeto de reforma de um prédio. Powell afirmou que a iniciativa representa uma tentativa de influenciar a política monetária.
No noticiário corporativo, as ações da AstraZeneca recuam quase 1% após a empresa perder sua posição no Nasdaq-100. Em contraste, a biotecnológica francesa Abivax dispara 22,8%, depois que seu CEO afirmou que grandes farmacêuticas não podem ignorar o potencial de seu medicamento experimental para o tratamento de doenças inflamatórias intestinais.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados asiáticos iniciam a semana em alta, com os índices Nikkei TVC:NI225 do Japão e Kospi TVC:KOSPI da Coreia do Sul registrando novas máximas históricas. O movimento acompanha o viés positivo das bolsas americanas na última sexta-feira, em um cenário considerado ideal para os mercados acionários: um mercado de trabalho que mostra sinais de estagnação — reforçando a perspectiva de cortes de juros — combinado a um consumo resiliente, que sustenta a tese de crescimento econômico robusto.
Apesar do tom construtivo, o movimento de rotação de carteiras é nítido, com as ações de semicondutores passando por uma pausa após os fortes ganhos recentes. Os traders buscam agora oportunidades em empresas que ficaram mais para trás em termos de valorização nos últimos meses.
Nas demais praças da região — Shenzhen SZSE:399001 , Hang Seng HSI:HSI , China A50 FTSE:XIN9 , Shanghai SSE:000001 , TWSE 50 FTSE:TW50 e ASX ASX:XJO — os índices também registraram altas consistentes, embora sem renovação de máximas históricas.
Robôs Podem Vencer a Corrida Mineral dos EUA?A Nauticus Robotics (NASDAQ: KITT) pivotou de uma empresa especulativa de serviços de energia para um ativo estratégico posicionado na interseção da segurança nacional e da independência de recursos. A transformação da empresa centra-se na robótica subaquática autônoma projetada para extrair minerais críticos do fundo do mar profundo, uma resposta ao quase monopólio da China (controle de mais de 80%) sobre elementos de terras raras essenciais para sistemas de defesa e para a transição de energia verde. Após a Ordem Executiva do Presidente Trump em abril de 2025, declarando os minerais do fundo do mar como um "interesse central de segurança nacional", a Nauticus garantiu uma linha de crédito de capital de US$ 250 milhões e anunciou sua entrada na exploração mineral em águas profundas, posicionando-se como o viabilizador tecnológico para os interesses dos EUA no que o relatório denomina de "Guerra Fria Azul".
O fosso tecnológico da empresa baseia-se em sua plataforma proprietária Aquanaut, um veículo subaquático autônomo estilo "transformer" que transita de um cruzeiro aerodinâmico para uma configuração de trabalho pairável, emparelhado com o manipulador elétrico Olympic Arm e o sistema operacional de software ToolKITT. Essa pilha de tecnologia oferece reduções de custo de 30-40% em relação às operações tripuladas tradicionais, eliminando embarcações de apoio caras e substituindo o trabalho humano por sistemas autônomos. A Nauticus alcançou recentemente marcos críticos, incluindo testes bem-sucedidos em profundidades de 2.300 metros, restauração da conformidade com a NASDAQ (dezembro de 2025) e integração de seu software em ROVs de terceiros, validando tanto a capacidade técnica quanto a viabilidade comercial. O licenciamento do ToolKITT para modernizar veículos subaquáticos existentes representa uma oportunidade de receita de alta margem em milhares de ativos legados.
No entanto, riscos de execução significativos moderam esse posicionamento estratégico. A empresa queimou US$ 134,9 milhões em 2024 e registrou apenas US$ 2 milhões em receita no terceiro trimestre de 2025, dependendo fortemente de financiamento de capital diluivo através de sua linha de US$ 250 milhões (limitada a 19,99% das ações). O pivô para a mineração em águas profundas permanece não comprovado em escala comercial. O levantamento de nódulos difere muito da extração, e os quadros regulatórios continuam a evoluir em meio a controvérsias ambientais. A Nauticus enfrenta a concorrência de empresas estatais chinesas bem capitalizadas e gigantes tradicionais de dragagem, enquanto navega pelos requisitos de segurança cibernética (conformidade CMMC) para contratos de defesa. A empresa permanece sob o status de "Monitoramento do Painel" da NASDAQ até dezembro de 2026, com qualquer violação futura desencadeando a exclusão imediata. O sucesso depende da execução sincronizada em escala tecnológica, aquisição de contratos governamentais e momento político favorável, tornando a Nauticus uma aposta de alta variação sobre se a robótica autônoma pode de fato quebrar o domínio da China sobre minerais críticos enquanto sobrevive à precária jornada rumo à lucratividade.
BCH/USDT APRESENTANDO GATILHO DE VENDA (H1 + M5)BCH/USDT APRESENTANDO GATILHO DE VENDA (H1 + M5)
Tudo bem pessoal ?
Segue uma análise dentro do conceito SMC com minha visão sobre os players institucionais dentro do atual cenário para O BCH.
Nota-se que o par esta em busca de liquidez interna no time frame diário.. Temos uma estrutura de continuidade BoS em 1 hora confirmando a reversão, o par acaba de fazer uma nova quebra de estrutura em 5 minutos após um possível stop hunt, me dando o gatilho final para abertura de uma posição short.
SHORT EP ----- @ USDT 645,00
STOP LOSS ---- @ USDT 654,00
TP1 ------------- @ USDT 600,00
TP2 ------------- @ USDT 585,00
TP3 ------------- @ USDT 423,00
DXY CONFIRMANTO ALTADXY CONFIRMANTO ALTA
Tudo bem pessoal ?
Segue uma nova análise dentro do conceito SMC com minha visão sobre os players institucionais dentro do atual cenário.
Podemos notar que o DXY fez uma quebra de estrutura de 1 hora dentro da estrutura do diário, indicando que vamos subir para corrigir o range mensal, preenchendo as ineficiências e buscando liquidez do lado comprador.
Comentário Técnico Semanal 10/01/2026Fechamento de mês é o momento de fazer o Global Review, onde analiso os principais mercados do mundo e em busca de um panorama abrangente. Compreender o big picture traz insights para ajudar nos desdobramentos de curto prazo.
Também faço o comentário técnico semanal, onde observo o fechamento de alguns ativos: Nasdaq, S&P , US10y , DX , IBOV, USDBRL e Commodities, para verificar que fato técnicos ocorreram e também para saber o que preciso observar na próxima semana.
Grande Abraço
Leo
BTC/USDT CONTINUIDADE DE BAIXABTC/USDT CONTINUIDADE DE BAIXA
Tudo bem pessoal ?
Segue uma análise dentro do conceito SMC com minha visão sobre os players institucionais dentro do atual cenário para O BTC.
Nota-se que o par esta em busca de liquidez interna no time frame diário, a minha expectativa é que o preço fosse até o nível de 98.000 - 100.000 pontos, contudo existe uma forte rejeição nesta zona de 94.000 pontos, temos uma super acumulação.... São 6 candles semanais fechando com muita sombra.
O candle semanal atual conseguiu fazer a captura da máxima do mês de dezembro 2025 e o preço entrou dentro do FGM mensal, porêm os vendedores se mostraram agressivos novamente vendendo fortemente conseguindo a quebra de estrutura em 1 hora.
Devido a todo contexto analisado foi colocada uma ordem Short limit a favor do fluxo vendedor neste momento aguardando o reteste do SIBI de 1 hora. antecipando uma quebra de estrutura do time frame diário que acontece após a perda do nível ~87.700,00
SHORT EP ----- @ USDT 92.400,00
STOP LOSS ---- @ USDT 95.000,00
TP1 ------------- @ USDT 80,700,00
TP2 ------------- @ USDT 74,662,00
TP3 ------------- @ USDT 65,772,00
Alimentos frescos, EPS fresco: FRPT surpreende Wall StreetRedoubling é meu próprio projeto de pesquisa no TradingView, que visa responder à seguinte pergunta: Quanto tempo levarei para dobrar meu capital? Cada artigo se concentrará em uma empresa diferente que tentarei adicionar ao meu portfólio modelo. Usarei o preço de fechamento da última vela diária no dia da publicação do artigo como preço limite inicial de compra. Tomarei todas as minhas decisões com base em análises fundamentais. Além disso, não vou usar alavancagem nos meus cálculos, mas vou reduzir meu capital pelo valor das comissões (0,1% por operação) e impostos (20% de ganho de capital e 25% de dividendos). Para descobrir o preço atual das ações da empresa, basta clicar no botão "Reproduzir" no gráfico. Mas, por favor, use este material apenas para fins educacionais. Só para você saber, isso não é uma recomendação de investimento.
Segue abaixo uma visão geral detalhada e estruturada da empresa NASDAQ:FRPT (Freshpet, Inc.) com base em sua situação financeira:
1. Principais áreas de atividade A Freshpet, Inc. é uma fabricante de alimentos para animais de estimação com sede nos EUA, focada na produção e comercialização de refeições e petiscos frescos e refrigerados para cães e gatos. Seu negócio principal abrange o desenvolvimento, fabricação e distribuição de alimentos naturais e minimamente processados para animais de estimação sob suas próprias marcas, aproveitando uma rede de distribuição refrigerada proprietária em supermercados, lojas especializadas em animais de estimação e outros canais de varejo na América do Norte e na Europa.
2. Modelo de negócio A Freshpet gera receita vendendo produtos de alimentos para animais de estimação diretamente para parceiros de varejo, incluindo redes de supermercados, lojas de animais, grandes varejistas, lojas de atacado e plataformas de comércio eletrônico. Seu modelo de negócios é B2B2C: fabrica produtos e os vende através de varejistas que, por sua vez, vendem para donos de animais de estimação. A empresa enfatiza a fidelização à marca e as compras repetidas através de suas ofertas de alimentos frescos de alta qualidade, que requerem refrigeração e são posicionados a um preço premium em comparação com os alimentos secos ou enlatados tradicionais para animais de estimação.
3. Produtos ou serviços principais As principais ofertas da Freshpet incluem alimentos refrigerados para cães, alimentos para gatos e petiscos para animais de estimação. Os produtos são comercializados sob a marca Freshpet, com linhas adicionais de petiscos como DogNation e Dog Joy. Esses produtos são elaborados com carne fresca, vegetais e frutas, sem conservantes ou aditivos artificiais, e são vendidos em formatos como refeições, rolos e potes.
4. Principais países para negócios A empresa atua principalmente nos Estados Unidos e no Canadá, onde possui a maior presença no varejo. A empresa também distribui produtos na Europa, expandindo sua presença para além da América do Norte. A disponibilidade no varejo abrange vários canais, incluindo lojas de departamento, clubes de compras, supermercados e lojas especializadas em animais de estimação.
5. Principais concorrentes Os principais concorrentes provêm tanto de alimentos tradicionais para animais de estimação como de marcas frescas/naturais:
Blue Buffalo (General Mills) e Hill's Pet Nutrition (Colgate‑Palmolive) em alimentos premium para animais de estimação.
Marcas menores de alimentos frescos/naturais para animais de estimação, como The Farmer's Dog, Ollie e Nom Nom, que geralmente vendem diretamente ao consumidor.
Empresas alimentícias mais abrangentes, como Vital Farms, Utz Brands, Lamb Weston, etc., operam no setor de alimentos para o consumidor em geral, mas competem em categorias de produtos específicas.
6. Fatores externos e internos que contribuem para o crescimento do lucro Fatores externos:
Forte tendência do consumidor em direção à humanização dos animais de estimação e à alimentação de alta qualidade para animais de estimação, o que sustenta a demanda por opções frescas e saudáveis.
A crescente posse de animais de estimação e o aumento dos gastos com cuidados para animais de estimação, especialmente na América do Norte.
Essas tendências criam oportunidades para a Freshpet aumentar sua participação de mercado e expandir sua presença no varejo.
Fatores internos: Posicionamento único do produto refrigerado e fidelidade à marca, diferenciando-o dos alimentos convencionais para animais de estimação.
Parcerias estratégicas com varejistas e unidades de distribuição refrigeradas próprias, aumentando a visibilidade do produto e as compras repetidas.
Expansão operacional e marketing focados em donos de animais de estimação preocupados com a saúde, possibilitando um crescimento escalável em mercados existentes e novos.
7. Fatores externos e internos que contribuem para a queda do lucro Fatores externos: Pressões econômicas e mudanças no comportamento do consumidor, com orçamentos familiares mais apertados potencialmente reduzindo as compras premium.
Crescente concorrência de grandes empresas alimentícias que entram no mercado de alimentos frescos para animais de estimação, por exemplo, A General Mills está expandindo a linha Blue Buffalo para novos produtos.
Fatores internos:
A dependência da logística refrigerada aumenta o custo e a complexidade em comparação com os alimentos para animais de estimação que não precisam de refrigeração.
Um crescimento mais lento em certos segmentos (por exemplo, alimentos para gatos) pode limitar uma adoção mais ampla à medida que as preferências do consumidor mudam.
8. Estabilidade da gestão Mudanças executivas nos últimos 5 anos:
A equipe de liderança executiva da Freshpet inclui o CEO Billy Cyr, que recentemente atuou em conselhos e cargos de alta gerência, refletindo uma liderança contínua e focada na execução de estratégias de crescimento.
Impacto na estratégia e cultura corporativa:
A continuidade da gestão permitiu um foco consistente na inovação de produtos premium, infraestrutura de distribuição refrigerada e expansão da marca, contribuindo para a consistência estratégica a longo prazo e fortalecendo o posicionamento de mercado.
Uma análise das condições de mercado indica que os lucros por ação estão atualmente crescendo acima das previsões consensuais dos analistas, em meio a um crescimento constante da receita a longo prazo, enquanto indicadores de desempenho e estabilidade financeira, como giro de contas a receber e índice de endividamento, mostram-se fortes, confirmando uma gestão operacional de alta qualidade e uma estrutura de balanço patrimonial saudável. Os fluxos de caixa das atividades operacionais, de investimento e de financiamento são avaliados como estáveis, indicando a capacidade equilibrada da empresa de gerar e alocar capital. Dentre os indicadores de média prioridade, o crescimento constante a longo prazo do retorno sobre o capital investido e da margem bruta reforça o cenário de rentabilidade estável; o crescimento alcançado na relação entre despesas operacionais e lucro reflete um melhor controle de custos; e os fortes valores relativos aos prazos de pagamento a fornecedores, à relação estoque/receita e à liquidez corrente confirmam uma gestão confiável do capital de giro. Ao mesmo tempo, a falta de progresso na cobertura de juros permanece como o único fator limitante, que não altera a avaliação positiva geral. Com um índice P/L de 27, considerado aceitável, a avaliação atual parece razoável, dado o perfil de crescimento moderadamente estável. Não foram identificadas notícias críticas que possam comprometer a estabilidade da empresa ou levar a um risco de insolvência. Considerando um coeficiente de diversificação de 20 e um desvio do preço atual da ação em relação ao seu valor médio anual superior a 4 EPS (lucro por ação), optou-se por investir 5% do capital nesta empresa ao preço de fechamento da última barra diária, refletindo uma abordagem equilibrada e conservadora para a posição dentro de um portfólio diversificado.
GBP/USD POSSIVEL COMPRA DE SWING TRADEGBP/USD POSSIVEL COMPRA DE SWING TRADE
Tudo bem pessoal ? Possível fundo para comprar GBP/USD
Segue uma nova análise dentro do conceito SMC com minha visão sobre os players institucionais dentro do atual cenário.
Podemos notar que o par acaba de tocar em um bullish breaker block após o ganho de liquidez (manipulação) o movimento ainda deve tocar no BISI e reverter para alta.
Pesquisa de Possível Long/Short em GMAT3/DXCO3
Contexto Macro: O Índice de Materiais Básicos
O IMAT (Índice de Materiais Básicos da B3) com o RSI demonstrando divergência que sugere perda de momentum comprador.
A zona de resistência entre 6.300-6.400 pontos historicamente representa uma região de consolidação.
A Tese: Long GMAT3 / Short DXCO3
Quando antecipamos uma correção setorial, a estratégia de pairs trading permite capturar o alpha relativo entre empresas do mesmo setor, neutralizando parcialmente o risco direcional do mercado.
Por que GMAT3 na ponta comprada?
O Grupo Mateus (GMAT3) encontra-se em região de suporte crítico na faixa dos R$ 4,40-4,50, após uma correção expressiva desde os R$ 9,50 no início de 2024. O papel acumula queda superior a 50% e agora testa uma zona de acumulação histórica (região sombreada no gráfico), onde compradores já demonstraram interesse no passado. A formação de candles de indecisão nessa região, combinada com a magnitude da queda, sugere exaustão vendedora e potencial de reversão ou ao menos um repique técnico.
Primeiro alvo: 1,054 (+16,78% de upside relativo)
Segundo alvo: 1,185 (+36,56% de upside relativo)
A linha de tendência de alta (LTA) de longo prazo no ratio oferece sustentação técnica para a posição, com o preço testando e respeitando esse suporte dinâmico.
Por que DXCO3 na ponta vendida?
A Dexco (DXCO3) também corrigiu forte desde os R$ 8,20, porém se encontra em posição técnica mais vulnerável. O papel negocia a R$ 5,26, ainda distante do suporte mais relevante na região dos R$ 4,60-4,70. Diferentemente de GMAT3, que já testou e está reagindo em seu suporte principal, DXCO3 permanece em tendência de baixa sem sinais claros de reversão, com espaço técnico para buscar níveis inferiores. Essa assimetria — um papel em suporte forte versus outro ainda que favorece a operação Long/Short.
Gestão de Risco
Não é uma recomendação de compra ou venda, sim um estudo. Analise seu perfil de investidor. É importante uso de derivativos como opção em Hedger.
Conclusão
A combinação de fadiga técnica no IMAT com o ratio GMAT3/DXCO3 em suporte histórico configura uma assimetria interessante para pairs trading. A estratégia permite exposição ao setor de materiais básicos com hedge parcial contra movimentos direcionais adversos.
Google, a vencedora do AI em 2025Alphabet mostrou que IA não ia matar o caixa dela como está sendo exposto em diversas outras companhias (NVIDIA, Oracle, AMD). Mas a IA promete melhorar o caixa.
No 3T25, o Google entregou crescimento forte em anúncios e, principalmente, aceleração no Cloud: receita total de US$ 102,35 bi, publicidade subindo ~12,6%, Cloud crescendo ~34% para US$ 15,16 bi.
Enquanto isso, a Nvidia entrou numa fase mais “chata”, pois o mercado já precifica perfeição e qualquer ruído vira freio. Um ruído enorme é China/exportações e tivemos exemplo nesta semana: a conversa sobre retomada/condições de exportação voltou a bater no papel e o tema segue como incerto, com incerteza regulatória + pedidos pendentes + exigência de pagamento antecipado, etc.
Frente a isso, o mercado começou a enxergar o Google como uma empresa completa para IA, não só “empresa de ads”. Ele tem distribuição (Search/Android/YouTube), dados, modelos (Gemini/DeepMind), Cloud e, crucialmente, compute próprio (TPUs), ou seja, ele reduz a dependência do “custo Nvidia” e ainda pode capturar margem na infra. Essa narrativa ficou bem mais forte com a percepção de avanço do Gemini e do ecossistema.
Somado ao fato da Alphabet operar um programa gigante de recompra de ações + capex de 90+bi de dólares para investimento, pronto, você tem uma empresa com receita e independente para criar sistemas de inteligência artificial e distribuí-los.
Isso não quer dizer que a Google não vá tropeçar em algum momento; o investimento se dá em constante vigília nos riscos inerentes. Dentre os riscos de baixa, estão os de sempre, as leis antimonopólio nos EUA e na Europa e, é claro, o risco mais discutido recentemente, o tamanho absurdo de capex de empresas de tecnologia em Inteligência Artificial.
Porque a Apple é a que mais perde no grupo das 7As ações da Apple são as que têm mais apanhado ultimamente. Quando o dinheiro está correndo atrás de narrativa e crescimento (AI, cloud, chips, datacenter), a Apple fica com um problema simples: ela é enorme, extremamente eficiente, mas o motor principal continua sendo um produto já onipresente.
Eu elenquei três pontos de risco de baixa para a Apple, que, à medida que crescem, podem afundar mais o preço da ação. Mas não se engane! Apple ainda é uma empresa muito relevante.
O primeiro ponto é a dependência do iPhone. Mesmo com Serviços crescendo e ajudando a margem, a percepção de risco ainda nasce do ciclo de upgrade.
Se o consumidor estica a vida útil do aparelho (o que é o meu hábito), se a inovação incremental parece “insuficiente” para disparar uma troca em massa, ou se a China esfria, o mercado entende que a Apple vai entregar um crescimento mais morno. E, para uma ação que muitas vezes carrega múltiplo de empresa premium, crescimento morno é veneno para o preço.
O segundo é o que eu chamo de “desconto de AI”.
Nos últimos ciclos, boa parte da reprecificação das Mag7 veio do mercado pagando caro por quem parecia estar mais perto do “botão de receita” da inteligência artificial. A Apple pode estar construindo a sua estratégia do jeito dela, mais integrada, mais privada, mais lenta e controlada, mas o mercado financeiro não tem paciência quando o tema dominante é velocidade.
Se o investidor conclui que o catalisador de curto prazo está mais claro em Nvidia, Microsoft, Amazon ou Alphabet, a Apple perde o holofote e vira uma posição que você segura por qualidade, não por explosão.
Terceiro e último ponto é a China e geopolítica, que para a Apple é risco real, não abstrato. Ela tem exposição tanto na cadeia produtiva quanto na demanda. Qualquer ruído de tarifa, restrição, tensionamento regulatório ou mudança de humor do consumidor chinês vira desconto no papel, porque afeta exatamente o que importa: volume, pricing power e margem.
Em momentos de estresse macro, o mercado quer cortar risco onde o risco é mais óbvio.
A junção desses três pontos representa o porquê da Apple ter sido a empresa do grupo seleto que mais perdeu valor. Porém, se eu fosse elencar um principal, diria que é o fato do subaproveitamento de IA integrada em seu produto que, se atualizado, automaticamente resolve um pequeno ciclo do problema um, falta de motivos para atualizar para o mais novo aparelho.
Mas não se esqueça, Apple não é uma empresa ruim, frequentemente negocia como “empresa perfeita”: qualidade de execução, marca, caixa, buybacks, ecossistema. Uma virada na narrativa e nos anúncios da companhia pode ser o gatilho de entrada perfeito.
"ITUB4-ITAÚ-RELATÓRIO TÉCNICO" 4º TRIM ESTÁ AI?Análise Estratégica e Financeira do Itaú Unibanco: O Ciclo de Performance Superior e Transformação Estrutural (2024-2025)A análise do desempenho financeiro do Itaú Unibanco no biênio 2024-2025 revela uma instituição que atingiu um novo patamar de eficiência e rentabilidade, consolidando-se como a principal referência do setor bancário brasileiro e da América Latina. O período em questão é caracterizado por uma resiliência notável diante de um cenário macroeconômico complexo, marcado por taxas de juros reais elevadas e uma profunda transformação tecnológica. A trajetória do lucro líquido recorrente gerencial, que evoluiu de R$ 9,8 bilhões no primeiro trimestre de 2024 para R$ 11,9 bilhões no terceiro trimestre de 2025, evidencia não apenas o crescimento nominal, mas uma melhora qualitativa nos fundamentos da operação.1 Esta performance sustenta-se sobre três pilares fundamentais: a expansão seletiva da carteira de crédito com foco em garantias, a disciplina rigorosa na gestão de custos operacionais e a otimização da margem financeira com clientes através de uma gestão de passivos eficiente.Evolução dos Resultados Financeiros e LucratividadeO ciclo iniciado em 2024 consolidou o Itaú Unibanco como o banco de maior lucro na história do sistema financeiro nacional, em termos ajustados pela inflação.1 O fechamento do ano de 2024 com um lucro líquido recorrente gerencial de R$ 41,4 bilhões representou uma alta de 16,2% em relação aos R$ 35,6 bilhões registrados no ano anterior, refletindo a capacidade da instituição em extrair valor em diferentes ciclos econômicos.1 A continuidade desse ritmo foi observada nos primeiros nove meses de 2025, onde o lucro acumulado de R$ 34,5 bilhões superou em 13,1% o resultado do mesmo período de 2024, sinalizando que os motores de crescimento permanecem ativos e eficientes.6Série Histórica do Lucro Líquido e Variações TrimestraisA tabela abaixo detalha a progressão trimestral do lucro líquido recorrente gerencial ao longo dos sete trimestres analisados, evidenciando o crescimento sequencial e a estabilidade das variações, o que sugere uma gestão previsível e controlada dos fluxos de receita e despesa.PeríodoLucro Líquido Recorrente GerencialVariação vs. Trimestre Anterior1T24R$ 9,8 bilhões+3,9%2T24R$ 10,1 bilhões+3,1%3T24R$ 10,7 bilhões+6,0%4T24R$ 10,9 bilhões+2,0%1T25R$ 11,1 bilhões+2,2%2T25R$ 11,5 bilhões+3,4%3T25R$ 11,9 bilhões+3,2%O aumento consistente do lucro trimestre a trimestre é sustentado por uma rentabilidade sobre o patrimônio líquido (ROE) que iniciou 2024 em 21,9% e atingiu 23,3% no terceiro trimestre de 2025.2 Este patamar de rentabilidade é significativamente superior ao custo de capital próprio, gerando valor econômico substancial para os acionistas. A análise do ROE demonstra que, enquanto o banco expandiu seu patrimônio via retenção de lucros, a capacidade de gerar retorno sobre esse capital adicional não apenas se manteve, como se expandiu, indicando uma alocação de capital extremamente disciplinada.10Composição da Margem Financeira e Receitas de ServiçosA margem financeira total, que somou R$ 112,4 bilhões em 2024 (alta de 8,0%), foi o principal motor da lucratividade.1 Dentro dessa linha, a margem com clientes desempenhou um papel central, crescendo 7,1% em 2024 e mantendo um ritmo de 11,0% de alta anualizada no 3T25.4 O mecanismo de crescimento da margem com clientes baseia-se no aumento do volume médio da carteira e na melhoria da rentabilidade com passivos, compensando as pressões pontuais sobre os spreads de crédito decorrentes da maior seletividade em linhas de varejo.9Simultaneamente, a margem financeira com o mercado apresentou uma trajetória de recuperação ao longo de 2025. Após períodos de volatilidade em 2024, o banco revisou suas projeções para esta linha no 3T25, elevando o guidance anual para um intervalo entre R$ 3,0 bilhões e R$ 3,5 bilhões.3 Esse ajuste reflete um desempenho superior nas operações de tesouraria e na gestão de ativos e passivos (ALM), beneficiando-se das oscilações na curva de juros e da gestão estratégica de caixa.9As receitas de prestação de serviços e tarifas bancárias também contribuíram para o resultado consolidado, totalizando R$ 49,2 bilhões ao final de 2024.5 Embora o crescimento anual tenha sido moderado (+2,2% em 2024), essas receitas oferecem uma base estável de fluxo de caixa que não consome capital regulatório, essencial para a manutenção dos índices de solvência. Em 2025, o crescimento em segmentos como cartões, seguros e assessoria financeira (investment banking) ajudou a compensar a queda em tarifas de conta corrente, fruto da estratégia do banco em ampliar benefícios para aumentar o engajamento da base de clientes.9Dinâmica da Carteira de Crédito e Gestão de RiscoA gestão da carteira de crédito do Itaú Unibanco no período 2024-2025 exemplifica uma abordagem técnica de controle de riscos em um ambiente de inadimplência sistêmica desafiadora. A carteira total cresceu 15,5% em 2024, atingindo R$ 1,359 trilhão, e continuou sua expansão em 2025, alcançando R$ 1,402 trilhão em setembro.1 A estratégia focou na substituição de linhas de maior risco por modalidades com garantias reais, reduzindo a volatilidade do custo de crédito.Segmentação e Foco em Linhas ColateralizadasA análise detalhada da carteira no terceiro trimestre de 2025 revela as prioridades estratégicas da instituição. O crédito imobiliário foi o grande destaque, com um crescimento anual de 15,2%, totalizando R$ 137,1 bilhões.14 Esta linha é considerada estratégica por possuir baixa inadimplência, longo prazo de maturação e forte potencial de fidelização do cliente (cross-selling).Segmento da Carteira (Brasil)Saldo 3T25 (R$ bilhões)Variação Anual (3T25 vs 3T24)Pessoas Físicas456,4+6,5%Micro, Pequenas e Médias Empresas278,4+7,5%Grandes Empresas437,7+9,4%Total Brasil1.172,5+7,8%No segmento de pessoas jurídicas, o banco apresentou uma aceleração relevante. A carteira de Grandes Empresas cresceu 9,4%, impulsionada pela demanda por capital de giro e operações estruturadas no mercado de capitais.6 Já o segmento de Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMEs) cresceu 7,5%, com foco em linhas amparadas por programas governamentais, como o FGI, que oferecem garantias que mitigam o risco de crédito.4Qualidade dos Ativos e Custo de CréditoA disciplina na concessão de crédito refletiu-se nos indicadores de inadimplência. O índice de atrasos acima de 90 dias (NPL 90) encerrou 2024 em 2,4% e manteve uma trajetória de queda ou estabilidade em 2025, fixando-se em 1,9% no terceiro trimestre deste último ano.3 Este patamar é o mais baixo entre os grandes bancos de varejo do Brasil, conferindo ao Itaú uma vantagem competitiva significativa em termos de necessidade de provisionamento.O custo de crédito apresentou uma redução nominal de 6,6% em 2024, resultado da melhoria dos modelos de score e da recuperação de créditos anteriormente baixados para prejuízo.1 Em 2025, o banco manteve o custo do crédito controlado, com o índice de custo do crédito sobre a carteira caindo para 2,6% no 3T25.15 Esse controle rigoroso permitiu que o banco absorvesse os impactos da inflação e dos juros altos sobre a capacidade de pagamento dos clientes sem comprometer o lucro líquido.Eficiência Operacional e a Transformação para o Modelo DigitalO índice de eficiência consolidado do Itaú Unibanco, situado em 39,5% no final de 2024 e mantido no 3T25, é um dos mais baixos (melhores) da indústria bancária global.2 Esse indicador reflete a capacidade do banco em gerar receitas crescentes enquanto mantém seus custos core sob controle estrito, crescendo abaixo da inflação acumulada no período.Racionalização da Estrutura Física e Expansão TecnológicaA estratégia de eficiência do banco baseia-se em uma dualidade: a redução da presença física tradicional e o investimento massivo em infraestrutura digital e inteligência artificial. Em 2024, o Itaú fechou 219 agências físicas no Brasil.12 Essa tendência intensificou-se em 2025, com o fechamento de mais 287 unidades nos doze meses encerrados em setembro.6 Este movimento não é apenas uma redução de custos, mas uma resposta à mudança de comportamento do consumidor, que migrou massivamente para canais digitais.Em contrapartida, as despesas com tecnologia cresceram significativamente, com alta de 17,3% em termos anuais no 3T25.9 O banco está em processo de migração de seus sistemas para a nuvem e utiliza inteligência artificial para otimizar desde o atendimento ao cliente até a detecção de fraudes e modelos de precificação de risco. A mudança do perfil de colaboradores reflete essa transformação: a área de tecnologia viu seu quadro crescer 12,5% em 2024, enquanto as áreas operacionais tradicionais foram reduzidas.12Gestão do Capital Humano e ProdutividadeA transformação digital impactou diretamente o quadro de funcionários. Ao final de setembro de 2025, a holding contava com 83.609 empregados no Brasil, uma redução de 3.254 postos de trabalho em doze meses.6 No entanto, a produtividade por colaborador aumentou. A relação de clientes por bancário saltou de 967 em 2019 para 1.149 no final de 2024, demonstrando que a tecnologia permitiu ao banco escalar sua operação com uma estrutura mais enxuta e eficiente.16As despesas de pessoal, incluindo a Participação nos Lucros e Resultados (PLR), cresceram 7,5% em 2024 e 9,6% no acumulado de 2025.5 Esse aumento deve-se em grande parte aos reajustes previstos em convenção coletiva e à contratação de profissionais de alta qualificação em tecnologia, cujas remunerações são superiores à média operacional. Mesmo com esse aumento nominal, a cobertura dessas despesas pelas receitas de prestação de serviços permanece em patamares elevados (142,3% em 2025), garantindo que a estrutura administrativa seja plenamente sustentada pelas receitas de tarifas.6Análise Comparativa e Posição no Mercado BancárioA performance do Itaú Unibanco destaca-se de forma acentuada quando comparada aos seus principais concorrentes diretos no mercado brasileiro — Bradesco, Santander e Banco do Brasil — especialmente no que tange à consistência do retorno e à qualidade da carteira de crédito.O Turnaround do Bradesco vs. a Consistência do ItaúO Bradesco enfrentou um período de reestruturação profunda em 2024 e 2025, tentando recuperar a rentabilidade perdida em safras de crédito anteriores. No 3T25, o Bradesco reportou um lucro líquido recorrente de R$ 6,2 bilhões, com um ROE de 14,7%.17 Embora o resultado indique uma recuperação (alta anual de 18,8% no lucro), os números ainda estão distantes do patamar de 23,3% de ROE do Itaú.10A inadimplência acima de 90 dias do Bradesco situou-se em 4,1% no 3T25, patamar muito superior aos 1,9% do Itaú.10 Esta diferença é o mecanismo central que explica a disparidade de lucros: enquanto o Itaú consegue reverter provisões ou manter custos baixos de risco, o Bradesco ainda precisa provisionar volumes elevados para cobrir perdas no varejo massificado.18Santander Brasil: Seletividade e Recuperação de MargensO Santander Brasil adotou uma postura de extrema seletividade em 2024, o que resultou em uma contração ou baixo crescimento da carteira de crédito em comparação ao mercado. No 3T25, o banco reportou lucro de R$ 4,0 bilhões e ROE de 17,5%.20 O Santander conseguiu melhorar sua eficiência operacional e reduzir custos, atingindo um índice de eficiência de 37,5% no 3T25, mas sua carteira de crédito cresceu apenas 3,8% no ano, refletindo a estratégia de evitar segmentos de risco até que o cenário macroeconômico seja mais claro.21A Crise do Agronegócio no Banco do BrasilO Banco do Brasil (BB), tradicionalmente o líder em rentabilidade devido à sua exposição ao agronegócio, sofreu um revés significativo em 2025. O lucro líquido ajustado no 3T25 foi de R$ 3,8 bilhões, uma queda drástica de 60% frente ao ano anterior.24 O ROE do BB desabou de 21,1% no 3T24 para apenas 8,4% no 3T25.24O principal driver dessa deterioração foi a crise na qualidade do crédito rural, com a inadimplência no agro saltando de 1,97% para 5,34% em um ano.26 Problemas climáticos e queda nos preços internacionais de commodities forçaram o banco a elevar sua projeção de custo de crédito para o intervalo de R$ 59 bilhões a R$ 62 bilhões em 2025.26 Esse cenário realça a resiliência do Itaú, que, ao possuir uma carteira mais diversificada e menor exposição proporcional ao risco agro direto, conseguiu atravessar o período sem choques de provisionamento.Indicador (3T25)Itaú UnibancoBradescoSantander BrasilBanco do BrasilLucro Líquido (R$ bi)11,96,24,03,8ROE (%)23,3%14,7%17,5%8,4%NPL 90 dias1,9%4,1%3,4%4,9%Eficiência39,5%~50,0%37,5%n/aCenário Macroeconômico e Impactos na Estratégia BancáriaA condução da política monetária pelo Banco Central do Brasil foi um fator determinante para os resultados do setor em 2024 e 2025. A resiliência da inflação e a volatilidade do câmbio mantiveram a Taxa Selic em níveis restritivos.A Selic em 15% e o Spread BancárioEm novembro de 2025, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic em 15% ao ano.28 Para o Itaú Unibanco, esse patamar elevado de juros tem um impacto positivo imediato na margem com passivos e na remuneração do capital próprio. Entretanto, ele limita o apetite por crédito de longo prazo e pressiona o custo de crédito dos clientes mais alavancados. A estratégia do banco de migrar para o crédito imobiliário e grandes empresas em 2025 foi um mecanismo de defesa contra esse cenário de juros "higher for longer".9As projeções de mercado indicam que o ciclo de queda da Selic deve se iniciar apenas no primeiro trimestre de 2026, com uma trajetória de redução gradual até 12,75% ao final daquele ano.29 Esta perspectiva de juros ainda elevados por vários meses garante a manutenção de margens financeiras robustas para o Itaú no curto prazo, permitindo que a instituição continue gerando capital orgânico de forma acelerada.11Inflação e Atividade EconômicaO IPCA encerrou 2025 com projeção de 4,3%, enquanto o PIB apresentou um crescimento resiliente de 2,2%.29 Esse ambiente de crescimento moderado com inflação sob controle relativo favorece o setor bancário, pois permite a expansão real das carteiras sem gerar os choques de inadimplência típicos de períodos de recessão. A estabilidade das expectativas de inflação para 2026 (3,8%) sugere que o Banco Central terá espaço para flexibilizar a política monetária, o que deve impulsionar o mercado de capitais e as receitas de assessoria financeira do banco.29Gestão de Capital, Dividendos e Retorno ao AcionistaA robusta geração de lucros do Itaú Unibanco permitiu uma política de remuneração aos acionistas extremamente generosa no período, aliada à manutenção de índices de capital acima das exigências regulatórias.Solvência e Índice de BasileiaO Capital Principal (CET1) do banco atingiu 13,5% em setembro de 2025, um aumento de 40 pontos-base em relação ao trimestre anterior.11 Esse nível de capital é considerado muito sólido e fornece ao banco a flexibilidade necessária para realizar aquisições estratégicas, expandir a carteira de crédito ou aumentar o payout de dividendos sem comprometer a estabilidade financeira.Distribuição de Resultados e BonificaçõesEm 2024, o banco anunciou a distribuição de R$ 15 bilhões em dividendos e Juros sobre Capital Próprio (JCP), o que representou cerca de 69,4% do resultado recorrente do ano.1 Além disso, foi realizada uma bonificação de ações na proporção de 1 para 10, aumentando a liquidez dos papéis no mercado.1 Em 2025, a tendência de pagamentos trimestrais e extraordinários continuou, com destaque para a recompra de ações no montante de R$ 3 bilhões, visando a capitalização via cancelamento de ações em tesouraria e o aumento da participação relativa de cada acionista remanescente.1Tipo de ProventoValor/ProporçãoData de Referência (Exemplo)Dividendos 2024R$ 1,25093 por açãoMarço 2025 1JCP 2024R$ 0,33344 por açãoMarço 2025 1Bonificação10% (1:10)Março 2025 1Dividendos EspeciaisUSD 0,00321 por ADROutubro 2026 33Sustentabilidade e Estratégia ESG para 2026O Itaú Unibanco tem integrado critérios Ambientais, Sociais e de Governança (ESG) em sua estratégia central, vendo esses fatores não apenas como conformidade, mas como uma vantagem competitiva e uma ferramenta de mitigação de risco de longo prazo.Finanças Sustentáveis e Crédito VerdeO banco projeta para 2026 a manutenção e ampliação de instrumentos financeiros sustentáveis, como os green bonds e sustainability-linked bonds.34 No agronegócio, o banco foca na prateleira "ESG Agro", que incentiva práticas como a utilização de bioinsumos e energia solar, áreas que já movimentaram mais de R$ 5 bilhões.34 Esta abordagem é fundamental para mitigar os riscos de crédito associados a mudanças climáticas, que, como visto no caso do Banco do Brasil, podem causar volatilidade severa nos resultados.Inclusão e Impacto SocialA transformação digital também tem sido utilizada como ferramenta de inclusão. Embora o fechamento de agências físicas seja um ponto de atrito com sindicatos e parte da população mais idosa, o banco tem investido em interfaces digitais acessíveis e em educação financeira.6 O aumento da base para mais de 100 milhões de clientes em 2025 demonstra o alcance da plataforma digital do banco em camadas da população que anteriormente tinham dificuldade de acesso ao sistema bancário tradicional.6Perspectivas Futuras e Projeções para 2026Ao olhar para 2026, o cenário para o Itaú Unibanco permanece construtivo, embora existam riscos no radar, especialmente relacionados à dinâmica fiscal brasileira e à transição de comando no Banco Central.Drivers de Crescimento e Preço-AlvoAnalistas de mercado mantêm uma visão otimista para as ações do banco (ITUB4). O preço-alvo médio para o final de 2026 situa-se entre R$ 45,00 e R$ 48,50, refletindo a expectativa de continuidade no crescimento dos lucros e manutenção do ROE acima de 20%.35 Os catalisadores para 2026 incluem:Ganhos de Eficiência Adicionais: A maturidade dos investimentos em nuvem e IA deve reduzir ainda mais o custo de servir, permitindo que o banco seja competitivo mesmo contra fintechs.11Retomada do Mercado de Capitais: Com o início da queda da Selic em 2026, espera-se um aumento no volume de IPOs e emissões de dívida, favorecendo o Itaú BBA.29Qualidade de Crédito Resiliente: O foco em crédito imobiliário e empresas de alto rating deve manter a inadimplência sob controle, permitindo que o banco cresça sua carteira sem choques de PDD.3Riscos e DesafiosOs principais riscos identificados para 2026 residem na esfera política e macroeconômica. Uma deterioração da percepção fiscal poderia forçar o Banco Central a manter juros altos por mais tempo que o esperado, o que acabaria por asfixiar o crescimento do crédito e elevar a inadimplência no varejo. Além disso, a competição com bancos digitais e a implementação plena do Open Finance continuam pressionando as receitas de serviços e exigindo investimentos constantes em inovação para manter a fidelidade do cliente.2ConclusõesO Itaú Unibanco atravessou o período de 2024 e 2025 consolidando uma posição de dominância técnica no setor financeiro brasileiro. A capacidade de entregar lucros recordes (R$ 41,4 bilhões em 2024 e R$ 34,5 bilhões nos 9M25) enquanto reduz sua estrutura física e melhora seus indicadores de risco demonstra uma gestão de excelência.1 A instituição não apenas reagiu às mudanças do mercado, como a digitalização e os juros altos, mas as utilizou para fortalecer seu balanço e aumentar o retorno ao acionista.Enquanto pares como o Banco do Brasil sofreram com crises setoriais e outros como o Bradesco ainda buscam recuperar sua rentabilidade histórica, o Itaú demonstrou um nível de consistência que o coloca como a principal escolha estratégica (top pick) para investidores no setor. A rentabilidade de 23,3% e o índice de eficiência de 39,5% no 3T25 são os testemunhos de um modelo de negócio que equilibra escala, tecnologia e prudência bancária.3 Para 2026, a instituição está posicionada para colher os frutos de uma potencial flexibilização monetária, apoiada em uma base de capital robusta e em uma carteira de crédito de alta qualidade.
Análise de Valuation: Itaú Unibanco (ITUB4)
Esta análise calcula o múltiplo Preço/Lucro (P/L) baseando-se na cotação atual de R$ 39,90 e nos resultados financeiros reportados de 2024 e as projeções para o fecho de 2025.
1. Premissas de Cálculo
Para o cálculo, utilizamos o número aproximado de 9,8 bilhões de ações (total do capital social do Itaú).
Passo A: Lucro por Ação (LPA) 2024 (Realizado)
Lucro Líquido 2024: R$ 41,4 bilhões.
LPA 2024: R$ 41,4 bi / 9,8 bi ações = R$ 4,22 por ação.
Passo B: Lucro por Ação (LPA) 2025 (Projetado/Anualizado)
Lucro 9M25 (9 meses): R$ 34,5 bilhões.
Média Mensal: R$ 3,83 bilhões.
Projeção 12 meses (2025): ~R$ 46,0 bilhões.
LPA 2025 Proj.: R$ 46,0 bi / 9,8 bi ações = R$ 4,69 por ação.
2. Cálculo do P/L (Preço = R$ 39,90)
O índice P/L indica quantos anos o investidor levaria para recuperar o capital investido através do lucro da empresa, caso este fosse constante.
Cenário
Preço (P)
Lucro/Ação (LPA)
Índice P/L
Base 2024 (Retroativo)
R$ 39,90
R$ 4,22
9,45x
Base 2025 (Estimado)
R$ 39,90
R$ 4,69
8,50x
3. Interpretação do Resultado
O que significa um P/L de 8,5x?
Atratividade: Historicamente, o Itaú negociou em janelas de 10x a 12x P/L. Um valor de 8,5x sugere que o ativo está a ser negociado com um desconto em relação à sua média histórica, apesar do lucro recorde.
Yield Implícito: Um P/L de 8,5x equivale a um "earnings yield" (rendimento do lucro) de aproximadamente 11,7% ao ano.
Comparativo: Enquanto o Itaú apresenta P/L de ~8,5x com ROE de 23%, outros grandes bancos brasileiros muitas vezes negociam a múltiplos similares, mas com rentabilidade (ROE) significativamente menor, o que reforça o prémio de qualidade do Itaú.
4. Conclusão
Com a ação a R$ 39,90, o mercado está a pagar cerca de 8,5 vezes o lucro esperado para este ano. Este patamar é considerado saudável para um banco que entrega crescimento de dois dígitos (13,1% no 9M25) e mantém a maior eficiência do setor.
Análise de Atratividade: O Itaú (ITUB4) está barato?
Ao analisar um P/L de 9,69x, não podemos olhar para o número isolado. Precisamos compará-lo com a rentabilidade (ROE) e a eficiência que o banco entrega.
1. O "Raio-X" da Barateza
Indicador
Valor Atual (3T25)
Por que indica "Barato"?
P/L Atual
9,69x
A média histórica de 10 anos do Itaú gira em torno de 11,5x a 12x. Estamos com um desconto de ~15% sobre a média.
ROE
23,3%
É a maior rentabilidade entre os grandes bancos privados. Geralmente, bancos com ROE > 20% deveriam negociar com P/L muito acima de 10x.
Crescimento (Lucro)
+13,1% (9M25)
O lucro cresce a dois dígitos, mas o preço da ação (P) não subiu na mesma proporção que o lucro (L), o que "achata" o P/L.
Eficiência
39,5%
Quanto menor, melhor. Manter este patamar enquanto o lucro sobe é sinal de uma "máquina" muito bem ajustada.
2. P/L vs. Crescimento (PEG Ratio)
Se utilizarmos o conceito de PEG Ratio (P/L dividido pelo crescimento do lucro), temos:
P/L: 9,69
Crescimento esperado: ~13%
PEG Ratio: 0,74
Nota: Na teoria de Peter Lynch, um PEG Ratio abaixo de 1,0 indica que uma empresa está subvalorizada (barata) em relação ao seu crescimento.
3. Comparativo com o Setor (Estimativas)
Banco
P/L Estimado
ROE
Status
Itaú
9,69x
23,3%
O mais eficiente com preço justo.
Bradesco
~10,5x
~15,0%
Mais caro por estar em fase de recuperação.
Banco do Brasil
~4,5x
~21,0%
Mais barato por ser estatal (risco político).
4. Conclusão: Está barata?
Sim, pelos seguintes motivos:
Margem de Segurança: Você está pagando menos de 10 vezes o lucro por um ativo que é o "benchmark" de gestão no Brasil.
Dividendos: Com lucros de R$ 11,9 bi por trimestre (3T25), a capacidade de pagamento de dividendos e JCP aumenta consideravelmente. O Dividend Yield tende a ser muito atraente nesse preço de R$ 39,90.
Série Histórica: Como você bem notou na série de 7 trimestres, o banco não para de crescer. Se o lucro sobe e o preço fica parado ou sobe devagar, a ação fica cada vez mais barata por "gravidade fundamentalista".
Aviso: Esta é uma análise técnica baseada em múltiplos e não constitui recomendação de compra.
Projeção de Valuation: Impacto de Lucro de R$ 12,5 bi no 4T25
Esta simulação considera o cenário otimista onde o lucro líquido recorrente gerencial atinge R$ 12,5 bilhões no último trimestre de 2025.
1. Novo Lucro Acumulado (LTM)
Para o cálculo do P/L atualizado, somamos os três trimestres já realizados de 2025 com a sua projeção para o 4T25:
1T25: R$ 11,1 bilhões
2T25: R$ 11,5 bilhões
3T25: R$ 11,9 bilhões
4T25 (Projeção): R$ 12,5 bilhões
Lucro Total 2025 (Estimado): R$ 47,0 bilhões
2. Novo Lucro por Ação (LPA)
Utilizando a base acionária exata de 11.026.869.192 ações:
$ AMEX:LPA = \frac{R\$ 47.000.000.000}{11.026.869.192} = \mathbf{R\$ 4,26}$$
3. Novo Preço/Lucro (P/L)
Com a cotação mantida em R$ 39,90:
$$P/L = \frac{39,90}{4,26} = \mathbf{9,36x}$$
4. Análise Comparativa e Conclusão
Métrica
Com 3T25 (Real)
Com 4T25 (Projetado R$ 12,5 bi)
Tendência
Lucro Anual
R$ 45,4 bi
R$ 47,0 bi
↑ Alta
LPA
R$ 4,12
R$ 4,26
↑ Alta
P/L
9,69x
9,36x
↓ "Mais Barato"
Insights Estratégicos:
Compressão de Múltiplo: Se o lucro sobe para R$ 12,5 bi e a ação continua em R$ 39,90, o P/L cai para 9,36x. Isso gera o que chamamos de "mola comprimida": o lucro cresce tanto que o preço da ação fica forçado a subir para que o P/L retorne aos níveis históricos saudáveis (acima de 11x).
Rentabilidade Estimada: Com um lucro de R$ 12,5 bi em um único trimestre, o ROE provavelmente romperia a barreira dos 24%, colocando o Itaú em um patamar de rentabilidade raramente visto em bancos desse porte globalmente.
Dividendos: Um lucro anual de R$ 47 bilhões aumenta drasticamente o potencial de dividendos extraordinários, o que costuma ser o gatilho para a valorização da cotação.
Veredito: Se esse lucro se confirmar, a R$ 39,90 a ação estaria extremamente barata, pois o mercado estaria precificando o banco como se ele estivesse estagnado, enquanto os dados mostram uma aceleração de lucros.
Análise de Sensibilidade: O que frustraria o mercado no 4T25?
O Itaú é hoje o "relógio suíço" da B3. O mercado precifica o banco esperando que a eficiência de 39,5% e o ROE de 23,3% continuem a brilhar.
1. Escala de Sentimento do Mercado
Lucro Líquido (4T25)
Impacto no P/L
Sentimento do Mercado
Acima de R$ 12,2 bi
9,4x ou menos
Euforia: Confirma aceleração e pode disparar dividendos extras.
R$ 11,9 bi a 12,1 bi
~9,6x
Neutro/Positivo: Manutenção do crescimento orgânico.
R$ 11,5 bi a 11,8 bi
~9,8x
Frustração Leve: Estagnação sequencial (lucro menor que o 3T25).
Abaixo de R$ 11,0 bi
> 10,2x
Pânico/Venda: Indica aumento de inadimplência ou perda de margem.
2. Os 3 Fatores de Frustração (O que observar além do lucro)
Mesmo que o lucro venha em R$ 12 bi, o mercado pode se frustrar se:
A. Aumento da Inadimplência (NPL)
O Itaú tem a melhor carteira do setor. Se o índice de atrasos acima de 90 dias subir significativamente, o mercado temerá que os lucros de 2026 sejam menores devido à necessidade de maiores provisões (PCLD).
B. Queda no ROE
O ROE de 23,3% é o grande troféu do banco. Se esse número cair para a casa dos 21%, os investidores podem entender que o banco atingiu o seu "tecto" de rentabilidade e começarão a vender as ações para buscar oportunidades com maior potencial de recuperação (como o Bradesco, caso este apresente uma viragem).
C. Orientação (Guidance) para 2026
O Itaú costuma divulgar suas projeções para o ano seguinte junto com o resultado do 4T. Se o banco projetar um crescimento de carteira ou de margem financeira muito modesto para 2026, o preço da ação pode sofrer, mesmo com um lucro recorde no 4T25.
3. Conclusão: O "Número do Medo"
O lucro que realmente frustraria o mercado seria qualquer valor abaixo de R$ 11,5 bilhões.
Isso significaria que o banco regrediu ao patamar do 2T25, quebrando a escada de crescimento trimestral. Nesse cenário, o P/L de 9,69x deixaria de ser visto como "barato" e passaria a ser visto como "condizente com uma empresa que parou de crescer".
Dica de Monitoramento: Fique atento ao dia 04/02/2026 (data do resultado no seu calendário). O mercado reagirá nos primeiros 15 minutos de pregão após a abertura.
Morning Call - 09/01/2026 - Payroll e Suprema Corte dos EUAAgenda de Indicadores:
9:00 – BRA – IPCA final de 2025
10:30 – USA – Relatório de Emprego Não-Agrícola Payroll
10:30 – USA – Ganho Salarial Médio por Hora
10:30 – USA – Taxa de Desemprego
12:00 – USA – Uni. Michigan: Expectativa de Inflação de 1 e 5 anos
12:00 – USA – Uni. Michigan: Confiança do Consumidor
14:00 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta
14:00 – USA – O Federal Reserve divulga dados sobre a saúde financeira das famílias americanas em seu relatório de Fluxo de Fundos para o terceiro trimestre de 2025
Agenda de Autoridades:
12:00 – USA – Neel Kashkari, do Fed de Minneapolis (Não Vota), fará um discurso de boas-vindas e participará de um bate-papo informal na Conferência Virtual sobre as Condições Econômicas Regionais de 2026
15:35 – USA – Thomas Barkin, do Fed de Richmond (Não Vota), falará no Fórum de Perspectivas Econômicas da Associação de Banqueiros de Maryland
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLG2026
Produção Industrial: As projeções indicam crescimento nulo em novembro e na base anual, podendo se tornar o sexto mês consecutivo de estagnação, o que deve elevar o apelo para que o Copom comece a derrubar o juro em março.
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — operam próximos da estabilidade, antes da divulgação do relatório de empregos Payroll e da decisão da Suprema Corte americana sobre a legalidade das amplas tarifas globais impostas pelo presidente Donald Trump.
A eventual derrubada das tarifas pela Suprema Corte poderia afetar a arrecadação do governo americano, pressionando os rendimentos dos títulos do Tesouro, ao mesmo tempo em que impulsiona o mercado de ações.
Outro evento de suma importância, é o relatório de empregos não agrícolas dos EUA referente a dezembro, que deverá dissipar a névoa de dados deixada pela paralisação do governo e oferecer novos sinais sobre as perspectivas da política monetária do Federal Reserve.
"A menos que haja uma grande surpresa positiva nos dados de emprego não agrícola, os mercados provavelmente continuarão inclinados a acreditar que o Fed ainda reduzirá as taxas de juros ao longo de 2026", disse Michael Wan, do MUFG.
Na CME, os traders apostam na probabilidade de 86% de manutenção da taxa de juros na reunião de janeiro do Fed, mas consideram uma probabilidade de 38% de um corte de 25 pontos-base em março.
A expectativa é de que a folha de pagamento não agrícola tenha registrado a criação de cerca de 60 mil vagas em dezembro, após um aumento de 64 mil em novembro. Em outubro, a economia americana perdeu 105 mil postos de trabalho — a maior queda em quase cinco anos — refletindo principalmente a saída de funcionários do governo federal que aderiram a programas de desligamento voluntário.
No mercado de commodities, os preços do petróleo caminham para registrar a maior alta semanal desde o final de outubro, aproximando-se da máxima de duas semanas. Os investidores acompanham atentamente os desdobramentos na Venezuela e demonstram preocupação com o fornecimento global, especialmente envolvendo Rússia, Iraque e Irã.
Em publicação nas redes sociais nesta sexta-feira, o presidente Trump afirmou ter cancelado uma segunda onda de ataques à Venezuela, anteriormente prevista, após sinais de cooperação por parte do país sul-americano.
Diante desse cenário, os investidores seguem relutantes em assumir posições mais agressivas antes de eventos com potencial significativo de impacto nos mercados.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam majoritariamente em alta nesta sessão, com exceção do índice Ibex 35 ACTIVTRADES:ESP35 da Espanha, que apresenta desempenho inferior aos pares.
No noticiário corporativo, as ações da mineradora Glencore, listada em Londres, avançam 8,3% após surgirem notícias sobre o início de negociações para uma possível fusão com a mineradora Rio Tinto, cujos papéis operam em queda de 2%.
No setor de tecnologia, a TSMC revisou para cima as perspectivas para o setor de semicondutores em 2026, impulsionando as ações da fabricante holandesa de equipamentos para chips ASML, que sobem 3,9%. O papel também reage positivamente à elevação do preço-alvo promovida pelo HSBC.
Já no setor automotivo, os investidores acompanham com atenção a expectativa de que a Suprema Corte dos EUA se pronuncie sobre a legalidade das amplas tarifas globais impostas pelo presidente Donald Trump.
“A decisão pode ser significativa. Mas acredito que o governo dos EUA encontrará alguma solução legal, mesmo que as tarifas sejam consideradas ilegais pelo tribunal”, afirmou Field, da Morningstar.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados asiáticos encerraram a sexta-feira majoritariamente em alta, com destaque semanal para o índice Kospi TVC:KOSPI da Coreia do Sul, que avançou em quatro dos cinco pregões da semana. O novo recorde do índice foi impulsionado principalmente pelo forte desempenho das montadoras, com Hyundai e Kia registrando altas expressivas de 7,5% e 6,7%, respectivamente.
Apesar do bom desempenho do mercado acionário, o won sul-coreano segue como a moeda de pior performance na região. Autoridades locais afirmaram que a recente desvalorização cambial não reflete os fundamentos econômicos do país.
No Japão, o índice Nikkei TVC:NI225 subiu 1,6%, com 169 ações encerrando no campo positivo e 54 em queda. Assim como na Coreia do Sul, o setor automotivo liderou os ganhos, com Toyota avançando 2,8% e Honda subindo 3,1%.
Na China, os principais índices — Shenzhen SZSE:399001 , Hang Seng HSI:HSI , China A50 FTSE:XIN9 e Shanghai SSE:000001 — registraram altas de até 1,2%, após os dados de inflação ao consumidor indicarem o maior aumento de preços em 34 meses, com o IPC subindo 0,8% na base anual. O dado ajudou a melhorar o sentimento em relação às perspectivas de crescimento econômico. Ainda assim, o índice de preços ao produtor segue em território deflacionário, com queda de 1,9% em relação ao ano anterior.
Em Taiwan, o índice TWSE 50 FTSE:TW50 recuou 0,3% no aguardo da divulgação do resultado da TSMC após o encerramento do mercado. A maior fabricante mundial de chips sob encomenda, relatou um aumento de 20,45% na receita do quarto trimestre em comparação com o ano anterior, superando as previsões do mercado, impulsionada pela demanda crescente por seus produtos em resposta ao aumento do interesse em aplicações de IA. A TSMC sobe 0,5% no pré-mercado de Nova York.
No Pacífico, o índice australiano ASX ASX:XJO fechou praticamente estável, impactado pela forte queda de 6% das ações da mineradora Rio Tinto. O movimento ocorreu após a divulgação de que a empresa iniciou negociações preliminares para uma possível aquisição da Glencore, operação que poderia resultar na criação de uma gigante do setor de mineração avaliada em aproximadamente US$ 207 bilhões.
Regiões Importantes para o WING26 – HOJE, 09/01/2026Planejamento e Organização
-Com base em métricas autorais estabeleço regiões para que sejam observadas em suas operações, de acordo com o seu operacional. Respeite sempre o seu operacional (o seu setup)!
-As regiões não são recomendações! Não façam compras ou vendas nas regiões apresentadas neste artigo. Elas servem como estudo de mercado para auxiliar o seu entendimento do momentum.
-Operações intraday (que iniciam e encerram no mesmo pregão) são de altíssimo risco e com bastante volatilidade. Além dos movimentos do ativo fique atento(a) as principais notícias durante o pregão.
REGIÕES IMPORTANTES:
Leia todo o conteúdo acima!
>Ponto CENTRAL |164.670|
-Zona Média SUPERIOR |166.965|
Região Superior: 167.870 até 166.055
-Zona Média INFERIOR |162.375|
Região Inferior: 163.285 até 161.470
Fibonacci _ Retrações:
162.920 (≈23.6%)
160.605 (≈38.2%)
158.740 (≈50.0%)
-156.870 (≈61.8%)
154.210 (≈78.6%)
Disclaimer
Planejar e executar uma operação no contrato de WIN requer atenção aos detalhes, uma estratégia bem definida e o comprometimento com o seu operacional. Os aspectos mencionados acima são elaborados com o intuito educacional e não são uma recomendação deste analista. Os estudos realizados neste artigo refletem, única e exclusivamente, as opiniões pessoais do analista. Reforço, turma, que não são recomendações de compra e(ou) venda de qualquer ativo. Este estudo foi feito pelo Analista de Valores Mobiliários - Pessoa Natural (Autônomo) – Netto Alves (CNPI-T 9820), nos termos da Resolução CVM no 20/2021 conforme previsto no art. 3o, inc. I. O conteúdo deste estudo não é garantia ou promessa de desempenho real, pois dados e retornos passados não são garantia de resultado futuro. Importante ressaltar que operar no mercado financeiro envolve riscos e não há nada que possa garantir rentabilidade.
A geopolítica pode resgatar o petróleo das mínimas de cinco anosEm algum momento deste ano, poderá haver uma forte oportunidade para comprar petróleo bruto, uma vez que os preços próximos dos 55 dólares por barril são potencialmente insustentáveis.
Os futuros do petróleo bruto WTI subiram mais de 3,5% na quinta-feira, sendo negociados acima de US$ 57,9 por barril, recuperando-se de uma queda de dois dias. No entanto, o movimento não foi suficiente para recuperar as perdas no início da semana, e os preços permanecem próximos da baixa de cinco anos registrada em dezembro.
A incerteza em torno das exportações venezuelanas ressurgiu depois que Washington anunciou planos de manter o controle indefinido sobre as vendas de petróleo bruto do país.
Enquanto isso, no Irã, protestos foram registrados em Teerã e outras cidades com o aumento da inflação e o enfraquecimento da moeda, adicionando mais uma camada de risco geopolítico para o petróleo. Ao contrário da Venezuela, o Irã continua exportando cerca de 2 milhões de barris por dia e produz entre 3,2 e 3,5 milhões de barris por dia, contribuindo com um volume significativo para o abastecimento global.
Ouro perde terreno apesar de contexto favorável
Os preços do ouro prolongaram as perdas da sessão anterior nas primeiras negociações de quinta-feira, não refletindo os fundamentos favoráveis atualmente em vigor. As expectativas em torno da Reserva Federal continuam dovish, com os mercados a anteciparem pelo menos dois cortes de 25 pontos base nas taxas de juro em 2026, uma dinâmica que cria ventos contrários para o dólar norte-americano e normalmente beneficiaria o ouro. Ao mesmo tempo, as tensões geopolíticas mantêm-se elevadas, com focos de instabilidade na Ucrânia, no Médio Oriente, e uma crescente incerteza em torno do aparente afastamento dos Estados Unidos do status quo que tem sustentado a estabilidade no Ocidente desde a Segunda Guerra Mundial. Perante este enquadramento, seria expectável que os preços do ouro subissem, apoiados por um aumento da procura por ativos de refúgio e pela correlação inversa do metal precioso com o dólar. No entanto, até ao momento, este ano, os investidores que normalmente apostam no ouro têm-se mantido à margem, à espera da divulgação dos dados do mercado de trabalho dos EUA na sexta-feira, incluindo o relatório de emprego mais acompanhado, o Non-Farm Payrolls. Os dados referentes a dezembro irão revelar a saúde do mercado de trabalho norte-americano e poderão influenciar as expectativas quanto ao percurso da política monetária da Reserva Federal, com impacto nos preços do ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Regiões Importantes para o WING26 – HOJE, 08/01/2026Planejamento e Organização
-Com base em métricas autorais estabeleço regiões para que sejam observadas em suas operações, de acordo com o seu operacional. Respeite sempre o seu operacional (o seu setup)!
-As regiões não são recomendações! Não façam compras ou vendas nas regiões apresentadas neste artigo. Elas servem como estudo de mercado para auxiliar o seu entendimento do momentum.
-Operações intraday (que iniciam e encerram no mesmo pregão) são de altíssimo risco e com bastante volatilidade. Além dos movimentos do ativo fique atento(a) as principais notícias durante o pregão.
REGIÕES IMPORTANTES:
Leia todo o conteúdo acima!
>Ponto CENTRAL |164.465|
-Zona Média SUPERIOR |166.550|
Região Superior: 167.290 até 165.805
-Zona Média INFERIOR |162.380|
Região Inferior: 163.125 até 161.640
Fibonacci _ Retrações:
162.920 (≈23.6%)
160.605 (≈38.2%)
158.740 (≈50.0%)
-156.870 (≈61.8%)
154.210 (≈78.6%)
Disclaimer
Planejar e executar uma operação no contrato de WIN requer atenção aos detalhes, uma estratégia bem definida e o comprometimento com o seu operacional. Os aspectos mencionados acima são elaborados com o intuito educacional e não são uma recomendação deste analista. Os estudos realizados neste artigo refletem, única e exclusivamente, as opiniões pessoais do analista. Reforço, turma, que não são recomendações de compra e(ou) venda de qualquer ativo. Este estudo foi feito pelo Analista de Valores Mobiliários - Pessoa Natural (Autônomo) – Netto Alves (CNPI-T 9820), nos termos da Resolução CVM no 20/2021 conforme previsto no art. 3o, inc. I. O conteúdo deste estudo não é garantia ou promessa de desempenho real, pois dados e retornos passados não são garantia de resultado futuro. Importante ressaltar que operar no mercado financeiro envolve riscos e não há nada que possa garantir rentabilidade.
Morning Call - 08/01/2026 - Cautela antes do PayrollAgenda de Indicadores:
9:00 – BRA – Produção Industrial
9:30 – USA – Demissões Anunciadas Challenger
10:30 – USA – Pedidos Semanais de Seguro-Desemprego
10:30 – USA – Produtividade e Custo Unitário da Mão de Obra
10:30 – USA – Balança Comercial
14:00 – USA – PIB do Fed de Atlanta
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLG2026
Produção Industrial: As projeções indicam crescimento nulo em novembro e na base anual, podendo se tornar o sexto mês consecutivo de estagnação, o que deve elevar o apelo para que o Copom comece a derrubar o juro em março.
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — operam em viés negativo nesta quinta-feira, marcando o segundo dia consecutivo de realização de lucros após os índices terem renovado máximas recentes.
Divulgado ontem, o relatório JOLTS reforçou a leitura de um mercado de trabalho norte-americano em compasso de espera: as vagas em aberto caíram mais do que o esperado em novembro, enquanto o ritmo de contratações também desacelerou, sinalizando um ambiente de “nem contrata, nem demite”.
Em contraste, a atividade do setor de serviços surpreendeu positivamente em dezembro, indicando que a economia dos EUA encerrou 2025 em uma posição ainda resiliente, o que dificulta uma leitura mais clara sobre o ritmo de afrouxamento monetário à frente.
No mercado cambial, Jack Janasiewicz, da Natixis, avaliou que: “A economia dos EUA segue bastante sólida. Grande parte do posicionamento vendido em dólar já foi construída, o que deve limitar uma desvalorização mais intensa da moeda. Ainda assim, moedas de mercados emergentes tendem a se beneficiar mais do que o euro ou o iene”.
Apesar de os traders seguirem precificando pelo menos dois cortes de juros pelo Federal Reserve ao longo deste ano, o próprio Fed indicou em dezembro — em meio a um comitê dividido — que o cenário-base contempla apenas um corte em 2026. Para a reunião deste mês, a expectativa predominante é de manutenção das taxas.
No campo geopolítico, os mercados têm reagido de forma contida aos desdobramentos envolvendo a intervenção dos EUA na Venezuela, mantendo o foco principal nos indicadores econômicos. Na quarta-feira, autoridades americanas afirmaram que o país pretende controlar de forma indefinida as vendas e receitas de petróleo venezuelanas, com o objetivo de estabilizar a economia local, reconstruir o setor petrolífero e alinhar o país aos interesses estratégicos dos Estados Unidos.
Já no noticiário corporativo, às 4h23 (horário de Brasília), surgiram informações de que a China deve permitir o uso comercial do chip de inteligência artificial H200 da Nvidia, embora mantenha restrições para sua utilização por órgãos estatais e em infraestrutura crítica. A notícia foi bem recebida pelo mercado, impulsionando o Nasdaq no início do pregão.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — ampliam as perdas nesta quinta-feira, em um movimento de ajuste após o forte desempenho observado no início do ano. Os traders reduzem exposição a risco diante do aumento das incertezas geopolíticas e permanecem cautelosos à espera do relatório de empregos Payroll dos Estados Unidos.
Minha Opinião: A correção ocorre de forma generalizada, sem um gatilho específico no radar, refletindo mais um processo de realização de lucros e reposicionamento de carteiras do que uma mudança estrutural no cenário econômico.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados asiáticos encerraram a quinta-feira majoritariamente em queda, em um ambiente de cautela generalizada, com exceção do índice Kospi TVC:KOSPI , da Coreia do Sul, que conseguiu se manter no campo positivo, sustentado por ganhos nos setores de tecnologia, industrial e de saúde.
Mesmo com a ação fechando em baixa na sessão, a Samsung divulgou projeções bastante otimistas, estimando um crescimento de 300% no lucro operacional do quarto trimestre de 2026 em relação a 2025, alcançando um recorde histórico. A revisão positiva está ligada à forte demanda por chips de memória utilizados em servidores de inteligência artificial — segmento no qual a Samsung é líder global. No acumulado do último ano, as ações da empresa avançaram 155%, renovando máximas históricas ontem.
No Japão, o índice Nikkei TVC:NI225 caiu 1,6%, pressionado pela realização de lucros em empresas ligadas à inteligência artificial e pelo aumento das incertezas comerciais envolvendo a China. O SoftBank Group (-7,6%), um dos principais investidores domésticos em IA, liderou as perdas entre os gigantes, acompanhado pelo setor de semicondutores, como a Advantest Corp (-2,4%) e a Tokyo Electron (-4%), que haviam se beneficiado fortemente do rali recente.
Na China, o movimento foi amplamente negativo. Os principais índices — Shenzhen SZSE:399001 , Hang Seng HSI:HSI , China A50 FTSE:XIN9 e Shanghai SSE:000001 — fecharam em queda, refletindo o sentimento mais defensivo observado em toda a região.
Apesar da correção recente, mais uma grande instituição financeira reforçou uma visão construtiva para o mercado chinês. O UBS projeta um crescimento de 14% nos lucros das empresas que compõem o índice MSCI China em 2026. Segundo Janice Hu, diretora do banco na China, “o mercado de Hong Kong continua bastante atrativo em 2026”.
Em Taiwan, o TWSE 50 FTSE:TW50 recuou 0,7%, pressionado pelo setor de tecnologia, embora a gigante TSMC tenha conseguido encerrar a sessão em alta de 0,6%, ajudando a limitar perdas mais expressivas.
No Pacífico, o índice australiano ASX ASX:XJO registrou leve avanço, mesmo com o setor de mineração operando no campo negativo, em um movimento de rotação setorial.






















