**NIO, Americanas você já pensou nisso?**📅 11 de julho de 2025
**NIO, Americanas e o Ponto Invisível da Nova Infraestrutura de Energia**
O que parece uma tese maluca à primeira vista é justamente o que entrega a próxima grande transformação — silenciosa, ainda invisível pra maioria. A NIO, com seu modelo de troca de baterias ao invés de simples carregamento, não é só uma fabricante de veículos elétricos. É uma empresa que constrói rede. Infraestrutura energética paralela. Uma malha de abastecimento própria, debaixo do radar das distribuidoras convencionais, das petroleiras e dos bancos.
E é exatamente esse modelo que inspira o redesenho de empresas como a Americanas.
Muita gente acredita que a nova Americanas está tentando se reinventar vendendo chocolate, papel higiênico e promoções no app. Mas essa fachada de varejo é apenas o que os olhos querem ver. O real projeto está escondido no que sobra: espaço físico em todos os cantos do Brasil.
Centenas de pontos fixos, capilarizados, com presença em bairros, rodovias, comunidades e centros comerciais. Um mapa invisível de presença territorial que, com a mentalidade certa, vira uma rede elétrica distribuída — autossustentável, conectada ao futuro do transporte, da logística e da energia.
O que a NIO faz na China — trocando baterias em estações modulares — pode ser adaptado ao Brasil com ainda mais força. Porque aqui, o combustível é caro, o transporte de última milha está em transformação, e a população já se acostumou com entregas, QR Codes e Pix.
A Americanas, reestruturada, desacreditada e esvaziada de estoque, vira o corpo ideal pra receber o novo coração: **estações de recarga e troca de baterias elétricas**. Não só pra carros. Mas também motos, bikes, patinetes, celulares, geradores e — por que não? — unidades portáteis de armazenamento residencial.
Esses pontos viram hubs energéticos.
O cliente entra, compra um energético, faz um Pix, pluga a moto, carrega o celular, assina um plano de energia móvel. E tudo isso com integração a tokens, a carteira digital própria da empresa, a financiamentos via microcrédito, e, lá na frente, a integração com uma blockchain própria — talvez até parte da infraestrutura dos BRICS.
Esse é o ponto cego do mercado: o que parece decadência é só a troca de pele.
A nova Americanas pode muito bem se tornar a operadora física do maior sistema de energia distribuída do Hemisfério Sul. A conexão com a NIO faz sentido técnico, logístico, político e simbólico. Enquanto a NIO expande sua malha de estações pela Ásia e Europa, ela precisa de parceiros locais no Sul Global. E o Brasil tem o que nenhuma empresa do Ocidente oferece: espaço urbano já estabelecido em escala nacional, com estrutura de varejo já montada e passiva, pronta pra pivotar.
Quem enxerga chocolate na gôndola, tá atrasado.
O governo brasileiro já sinalizou os incentivos: redução de IPI pra veículos elétricos, subsídios pra fabricação de baterias, parcerias estratégicas com China e Emirados, discussões em nível de BRICS sobre soberania energética e digital. Isso não é coincidência. É coreografia de algo maior.
Transformar a Americanas numa rede de abastecimento elétrico distribuído é tão visionário quanto funcional.
As estações de troca da NIO não são devaneios futuristas. Elas existem. Funcionam em menos de 5 minutos. São robotizadas, inteligentes, com acoplamento automático. E são mais eficazes do que esperar 40 minutos numa estação de carregamento. No Brasil, essa lógica encaixa como uma luva: imagine caminhões abastecendo baterias nas estradas, enquanto vans elétricas fazem entrega em centros urbanos com troca de bateria ao invés de parada pra carga lenta.
O estoque vira bateria. O balcão vira terminal. A loja vira usina.
A Americanas já tem a malha. Só falta alguém colocar o motor.
Quando a primeira loja integrar uma estação de troca com um sistema conectado, o resto vira dominó. Magazine Luiza, Mercado Livre, Correios, Carrefour — todos vão correr atrás. Mas quem fizer primeiro planta a bandeira. E aí muda o jogo.
Essa leitura ainda parece loucura, como toda disrupção no início. Mas quando o sistema estiver funcionando, com contratos, investidores, aplicativos, sensores e dashboards gerenciando o fluxo de energia em tempo real, todo mundo vai dizer que era óbvio.
Só não é óbvio agora porque ainda não foi anunciado.
A NIO não vende carro. Ela distribui energia. A Americanas não vende chocolate. Ela pode redistribuir a matriz energética urbana.
Tudo depende de visão, coragem e tempo. E o tempo está apertando.
— Lagosta 🦞
Americanas
AtençãoEmbora não seja de minha preferência operar em papéis com preço muito baixo ( Oi , IRBR , Amer , etc etc etc ) eu compreendo que muitos colegas operadores se encontram "presos" nesse papel então eu gostaria de chamar a atenção para um ponto importante :
Embora não existam dúvidas em relação ao desastre que ocorreu com a empresa do ponto de vista financeiro , parece que se aproxima um momento de decisão direcional , seja ela para a alta ou para a queda. Isso pode ser evidenciado tanto pelo estreitamento da nuvem que significa uma perda de força das escoras nos extremos do range diário , quanto pelo estreitamento das próprias velas em si que parecem estar se preparando para um movimento mais explosivo.
Eu acredito que seja algo obvio mas ainda assim vale ressaltar que no caso da americanas esse contexto só pode ser levado em consideração dentro dessa realidade temporal , porque tanto no semanal quanto no mensal... A tendência de queda é BRUTA ( No mensal então desde 2020/ 2021 ).
Caso alguém tenha o sangue frio de tentar uma aventura na contra tendência , e tenha em mente que seria uma baita aventura , o alvo baseado na retração do semanal ficaria entre 7,79 e 9,79... Mas sinceramente ? Eu precisaria de muito mais que uma " pernada" pra me convencer a entrar , mesmo em uma operação curta de contratendência.... Porém como o Brasileiro não desiste nunca... Desejo sorte aos aventureiros
Americanas?Mais um vídeo/Zinho seguindo o nosso clima. De aprender junto. Olha que eu tô gostando, Hein? Tô ficando soltinho.
Nesse vídeo acima eu falei um pouco sobre a *****. Sabe porque ali apareceu um bando de* quando eu fui falar o código das Americanas. O digitador aqui. A suposta inteligência. Já me conhecendo, achou que eu ia falar um palavrão. Rapaz. Te falar? É pior do que conhecer uma pessoa. Ela já. Avaliar e pré julgar uma pessoa a inteligência artificial estar com preconceito comigo. O teclado de escrita facilitador. Está facilitando um preconceito comigo. Rapaz, vivendo e aprendendo. Enfim. Espero que gostem do vídeo. Espero que um pouco tempo comece a interagir. Assim como no filme revólver, né? Acorda, Jack.
A cara, eu ia, pô, a deletar esse vídeo, mas não vou deletar não, porque a culpa não é minha culpa desse aplicativo aí que Do Nada e trocou o ativo. Eu fiz uma análise sobre a Americana, sobre a ***** e eles vão me colocam isso aí. Pô, me colocam como tivesse. Falando sobre the "dxy", pelo amor de Deus, falha grave. Quando eu erro, eu vou deixar quando vocês erram, eu vou deixar também.
magalu compensando americanasA magalu está recebendo forte aporte institucional se traduzindo por um obv fortemente positivo. Percebem o padrão em duplo fundo se desenhando.
O setor de varejo sofreu forte pancada com a queda abrupta das AMERICANAS, mas grandes investidores simplesmente se mantém no setor mudando de ativo. Bem lógico e óbvio.
Ficar de olha até o rompimento da ultima máxima.
AMER3 - AGORA VAIOlha esse volume registrado após o anuncio da troca de CEO, o maior da história do ativo, muito possível mesmo que já tenhamos uma reversão iniciada a partir do fundo de 12,00 e agora é monitorar que tenhamos talvez alguma correção pra voltar a subir e o alvo meus caros é justamente próximo daquele 60,00 .. obviamente que levará mais tempo, mas tudo se desenha pra ir lá.
Varejistas geralmente reportam resultados melhores no 3º e 4º trimestre devido a black e natal .. então além de já estamos tendo um declínio na inflação e em breve uma reversão da Selic aí vai impulsionar mais ainda os preços em alta dessas varejistas..
Obs: Não é nenhuma recomendação de compra, apenas minha opnião do que acredito ser possível de acontecer nos próximos meses.
LAME4 , A ida dos que nunca foram ! O aumento das incertezas em relação ao cenário macro. Os casos de Covid-19 em países com a campanha de vacinação mais acelerada voltaram a aumentar, levando a uma maior aversão ao risco e à volatilidade. Acabando que trazendo um cenário baixista do papel, agravando sua situação . Em especulação, apos Forte divergência do preço, formação de padrão ( Oco ), percar dos níveis da caixinha " Magica " , segue em busca do 1º alvo de projeção de pivô .
Fusão Lojas Americanas BTOWPossível fusão entre essas duas gigantes do varejo brasileiro. Por um lado BTOW3 que reportou muito mais prejuízos que lucros nos últimos anos, do outro as Lojas Americanas que teve seus altos e baixos.
O seguimento da BTOW é puramente digital enquanto as lojas americanas ainda aposta em lojas físicas enquanto desponta como uma das principais varejistas da internet. O Market Cap/Receita das duas mostra que o mercado paga mais caro por BTOW, talvez um indicativo de mini bolha dot com . Seria preconceito com as lojas físicas? São passado, dirão alguns. Lojas americanas provam que ainda não.
Se a fusão acontecer de fato, essa nova gigante estará em pé de igualdade com a MGLU3 e a VVAR3, tanto no corpo a corpo das lojas físicas quanto no ambiente de vendas online. É um setor muito competitivo com margens muito apertadas. Mas o potencial que surge dessa fusão certamente muda o patamar das duas empresas.
Lojas Americanas em topo muito importante !!As ações das Lojas Americanas chegaram ontem a uma região de máxima histórica após terem subido mais de 4% em um único dia.
Preços se mantem acima da EMA 200 e acima da WMA 20 o que indica uma possível impulsão de alta, além de que RSI também aponta para cima.
Confirmando o rompimento da região de 21,37 podemos ter um primeiro alvo na região de 22,77.








