Agenda de Indicadores:
10:30 – USA – Pedidos Semanais de Seguro-Desemprego
10:30 – USA – Produtividade e Custo Unitário da Mão de Obra (3º Tri)
10:30 – USA – Balança Comercial (Nov)
10:30 – USA – Vendas no Atacado (Nov)
10:30 – USA – Encomendas à Indústria (Nov)
10:30 – USA – Pedidos de Bens Duráveis (Nov)
14:00 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta
15:00 – USA – Leilão de T-Note de 7 anos
Agenda de Balanços:
18:05 – USA – Visa (4,5% de peso no Dow Jones)
18:30 – USA – Apple (8,6% de peso no Nasdaq, 6,8% no S&P500 e 3,7% no Dow Jones)
Brasil

Acompanhe o Pré-Market de NY:
EWZ
VALE
PBR
ITUB
BBD
BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLG2026
Copom sinaliza corte de juros em março
Como amplamente esperado, o Copom manteve a taxa Selic em 15%, mas abriu de forma clara a porta para o início do ciclo de afrouxamento monetário já na reunião de março.
Em um ambiente de inflação mais comportada e com sinais mais evidentes de transmissão da política monetária, o Banco Central avaliou que chegou o momento de “calibrar o nível de juros” e afirmou que pretende “iniciar a flexibilização da política monetária em sua próxima reunião”.
O comunicado reforçou o compromisso com a meta de inflação, destacando a necessidade de “serenidade quanto ao ritmo e à magnitude dos cortes”, além de ressaltar que a evolução do ciclo dependerá de fatores que aumentem a confiança no atingimento da meta no horizonte relevante.
Apesar de o comitê reafirmar uma postura de cautela diante de um cenário ainda marcado por elevada incerteza, diversas casas de análise passaram a trabalhar com a hipótese de um corte inicial de 50 pontos-base. Segundo Sergio Goldenstein, um corte inicial de 0,50 ponto percentual é coerente com o compromisso do BC de preservar a serenidade do ciclo, sobretudo diante da grande distância entre a taxa de juros corrente e a taxa neutra.
Para muitos analistas, o comunicado teve um viés claramente mais dovish do início ao fim, especialmente pela retirada de duas frases que vinham sustentando o tom mais conservador do Banco Central nos últimos meses.
Estados Unidos

Os futuros dos índices de Nova York —
USA500,
USAIND,
USATEC e
USARUS — operam próximos da estabilidade nesta sessão, refletindo a reação mista aos resultados das grandes empresas de tecnologia e a decisão do Federal Reserve de manter as taxas de juros inalteradas, sem fornecer sinais claros sobre quando os custos de financiamento poderão começar a cair. O índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIX avança levemente.
Na CME, a ferramenta FedWatch aponta que o mercado atribui 86% de probabilidade de manutenção dos juros na reunião de 18 de março, e 74% de chance de manutenção também no encontro de 29 de abril, reforçando a leitura de um Fed paciente e dependente de dados antes de iniciar o ciclo de cortes.
Resultado da Meta Platforms (+7,6%)
A receita da Meta Platforms, controladora do Facebook, cresceu 24% no trimestre encerrado em dezembro, impulsionada pela melhora na segmentação de anúncios online viabilizada por inteligência artificial. Para o trimestre atual, a empresa projeta um crescimento ainda mais acelerado, de 33%.
A adoção de IA também sustentou uma projeção de receita para o primeiro trimestre acima das estimativas do mercado, reforçando a percepção de que o forte crescimento das vendas poderá financiar a expansão agressiva dos investimentos em data centers. A Meta prevê que esses gastos aumentem até 87% neste ano, alcançando US$ 135 bilhões.
Segundo John Belton, gestor de portfólio da Gabelli Funds, “os números da Meta refletem de forma muito interessante a atitude do mercado em relação aos investimentos em inteligência artificial. Em condições normais, o mercado estaria preocupado, mas a empresa apresentou uma previsão de receita bastante otimista para o primeiro trimestre.”
A Meta também vem acumulando contratos com grandes provedores de nuvem, como o Google, cujas ações sobem quase 2% no pré-mercado de Nova York — um sinal positivo para os resultados da gigante de buscas na próxima semana.
O CEO e fundador da Meta, Mark Zuckerberg, afirmou que o uso da IA “melhorará a qualidade da experiência orgânica e da publicidade”. Ele também destacou que a superinteligência — um marco teórico em que máquinas superam o raciocínio humano — permitirá à empresa oferecer experiências de IA altamente personalizadas para sua ampla base de usuários. A Meta projeta um aumento de 43% nas despesas totais em 2026, para US$ 169 bilhões.

Resultado da Microsoft (-6,4%)
A Microsoft reportou crescimento em sua divisão de computação em nuvem, o Azure, ligeiramente acima das expectativas, mas ainda considerado fraco diante dos gastos trimestrais recordes da companhia.
O mercado reagiu negativamente à divulgação de que a OpenAI representa cerca de 45% da carteira de pedidos ligada à estratégia de IA da empresa, levantando preocupações sobre risco de concentração. Estima-se que até US$ 280 bilhões estejam potencialmente expostos, especialmente em um momento em que a startup enfrenta maior competição e sinais de perda de tração.
“Os fortes laços da Microsoft com a OpenAI sustentam sua liderança em IA corporativa, mas também introduzem um risco de concentração”, afirmou Zavier Wong, analista da eToro. O criador do ChatGPT, inclusive, teria emitido um alerta interno em dezembro após o lançamento do Gemini 3, do Google, que recebeu avaliações positivas.
A Microsoft indicou que o crescimento do Azure deve se manter estável entre janeiro e março, após uma desaceleração no final de 2025, atribuída em parte a restrições na capacidade de chips de IA.
Em teleconferência, a diretora financeira Amy Hood afirmou: “Se tivéssemos alocado todas as unidades de processamento gráfico que entraram em operação no primeiro e segundo trimestres exclusivamente para o Azure, o crescimento teria superado 40%.” Ela acrescentou que o direcionamento de chips para desenvolvimento interno limitou o avanço da divisão.

Resultado da Tesla (+3%)
Seguindo a tendência das demais big techs, a Tesla, de Elon Musk, anunciou uma forte intensificação nos investimentos em inteligência artificial, dobrando seu capex para mais de US$ 20 bilhões em 2026. Os recursos serão direcionados principalmente ao desenvolvimento de robôs humanoides e veículos totalmente autônomos.
Após a divulgação do plano de gastos recordes, as ações reduziram parte dos ganhos iniciais, depois de subir até 3,5% com a divulgação de lucro e receita trimestrais acima das expectativas.
Analistas destacaram que os resultados evidenciam a crescente divergência entre as ambições corporativas em IA e a demanda dos investidores por retornos no curto e médio prazo.
“O mercado parece estar questionando se esses aumentos massivos nos gastos de capital gerarão retornos suficientes. Isso reflete uma divergência crescente entre os objetivos estratégicos das empresas de tecnologia em IA e a paciência de Wall Street com ciclos de investimento sem prazo definido”, afirmou Jesse Cohen, analista sênior da Investing.com.

Europa

As ações europeias —
EURO50,
GERMID50,
ESP35,
UK100,
FRA40,
ITA40 e
SWI20 — operam em alta nesta quinta-feira, sustentadas pela valorização do petróleo e dos metais preciosos, que ajudou a compensar as incertezas ligadas à temporada de resultados corporativos. A exceção é o índice alemão DAX 40
GER40, que recua cerca de 1%, pressionado pelas ações da SAP após a empresa decepcionar o mercado com seu balanço.
O setor de mineração lidera os ganhos, com alta média de 2,7%, ainda refletindo a forte valorização das commodities metálicas. As ações de energia também avançam, acompanhando a retomada dos preços do petróleo.
As preocupações persistentes com tensões comerciais e riscos geopolíticos reforçaram a demanda por ativos de proteção, impulsionando o ouro como porto seguro, enquanto a prata também avançou, beneficiada pela busca por alternativas mais acessíveis ao metal amarelo.
Já o petróleo registra leve alta diante de temores sobre possíveis interrupções na cadeia global de suprimentos, fortalecendo o desempenho das ações ligadas a commodities.
No radar geopolítico, investidores seguem atentos ao risco de uma escalada no Oriente Médio, após o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçar uma ação militar contra o Irã caso não haja avanços em um acordo sobre armas nucleares.
Resultado da SAP (-13,6%)
As ações da SAP, empresa de maior peso no índice alemão DAX 40 (14,4%) e maior fabricante de software da Europa, caminhavam para registrar sua maior queda diária desde outubro de 2020, após um balanço incapaz de reverter a tendência negativa que já havia eliminado cerca de US$ 150 bilhões em valor de mercado desde o pico registrado em 2025.
A companhia reportou receita do quarto trimestre em linha com as estimativas, mas frustrou nas métricas mais sensíveis ao crescimento, com uma carteira de pedidos em nuvem e uma projeção de receita para 2026 abaixo do esperado pelo mercado.
“A SAP precisava entregar uma aceleração mais ampla para contrariar o pessimismo em torno do setor. Com a combinação de guidance fraco e revisão limitada, esperamos um desempenho inferior das ações”, afirmou Balajee Tirupati, analista do Citi.
Assim como outras empresas de software na Europa e em Wall Street, a SAP vem sendo pressionada pelos crescentes temores de disrupção provocada pela inteligência artificial, que têm levado investidores a reavaliar modelos de negócio, poder de precificação e perspectivas de crescimento de longo prazo.

10:30 – USA – Pedidos Semanais de Seguro-Desemprego
10:30 – USA – Produtividade e Custo Unitário da Mão de Obra (3º Tri)
10:30 – USA – Balança Comercial (Nov)
10:30 – USA – Vendas no Atacado (Nov)
10:30 – USA – Encomendas à Indústria (Nov)
10:30 – USA – Pedidos de Bens Duráveis (Nov)
14:00 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta
15:00 – USA – Leilão de T-Note de 7 anos
Agenda de Balanços:
18:05 – USA – Visa (4,5% de peso no Dow Jones)
18:30 – USA – Apple (8,6% de peso no Nasdaq, 6,8% no S&P500 e 3,7% no Dow Jones)
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY:
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
Copom sinaliza corte de juros em março
Como amplamente esperado, o Copom manteve a taxa Selic em 15%, mas abriu de forma clara a porta para o início do ciclo de afrouxamento monetário já na reunião de março.
Em um ambiente de inflação mais comportada e com sinais mais evidentes de transmissão da política monetária, o Banco Central avaliou que chegou o momento de “calibrar o nível de juros” e afirmou que pretende “iniciar a flexibilização da política monetária em sua próxima reunião”.
O comunicado reforçou o compromisso com a meta de inflação, destacando a necessidade de “serenidade quanto ao ritmo e à magnitude dos cortes”, além de ressaltar que a evolução do ciclo dependerá de fatores que aumentem a confiança no atingimento da meta no horizonte relevante.
Apesar de o comitê reafirmar uma postura de cautela diante de um cenário ainda marcado por elevada incerteza, diversas casas de análise passaram a trabalhar com a hipótese de um corte inicial de 50 pontos-base. Segundo Sergio Goldenstein, um corte inicial de 0,50 ponto percentual é coerente com o compromisso do BC de preservar a serenidade do ciclo, sobretudo diante da grande distância entre a taxa de juros corrente e a taxa neutra.
Para muitos analistas, o comunicado teve um viés claramente mais dovish do início ao fim, especialmente pela retirada de duas frases que vinham sustentando o tom mais conservador do Banco Central nos últimos meses.
Estados Unidos
Os futuros dos índices de Nova York —
Na CME, a ferramenta FedWatch aponta que o mercado atribui 86% de probabilidade de manutenção dos juros na reunião de 18 de março, e 74% de chance de manutenção também no encontro de 29 de abril, reforçando a leitura de um Fed paciente e dependente de dados antes de iniciar o ciclo de cortes.
Resultado da Meta Platforms (+7,6%)
A receita da Meta Platforms, controladora do Facebook, cresceu 24% no trimestre encerrado em dezembro, impulsionada pela melhora na segmentação de anúncios online viabilizada por inteligência artificial. Para o trimestre atual, a empresa projeta um crescimento ainda mais acelerado, de 33%.
A adoção de IA também sustentou uma projeção de receita para o primeiro trimestre acima das estimativas do mercado, reforçando a percepção de que o forte crescimento das vendas poderá financiar a expansão agressiva dos investimentos em data centers. A Meta prevê que esses gastos aumentem até 87% neste ano, alcançando US$ 135 bilhões.
Segundo John Belton, gestor de portfólio da Gabelli Funds, “os números da Meta refletem de forma muito interessante a atitude do mercado em relação aos investimentos em inteligência artificial. Em condições normais, o mercado estaria preocupado, mas a empresa apresentou uma previsão de receita bastante otimista para o primeiro trimestre.”
A Meta também vem acumulando contratos com grandes provedores de nuvem, como o Google, cujas ações sobem quase 2% no pré-mercado de Nova York — um sinal positivo para os resultados da gigante de buscas na próxima semana.
O CEO e fundador da Meta, Mark Zuckerberg, afirmou que o uso da IA “melhorará a qualidade da experiência orgânica e da publicidade”. Ele também destacou que a superinteligência — um marco teórico em que máquinas superam o raciocínio humano — permitirá à empresa oferecer experiências de IA altamente personalizadas para sua ampla base de usuários. A Meta projeta um aumento de 43% nas despesas totais em 2026, para US$ 169 bilhões.
Resultado da Microsoft (-6,4%)
A Microsoft reportou crescimento em sua divisão de computação em nuvem, o Azure, ligeiramente acima das expectativas, mas ainda considerado fraco diante dos gastos trimestrais recordes da companhia.
O mercado reagiu negativamente à divulgação de que a OpenAI representa cerca de 45% da carteira de pedidos ligada à estratégia de IA da empresa, levantando preocupações sobre risco de concentração. Estima-se que até US$ 280 bilhões estejam potencialmente expostos, especialmente em um momento em que a startup enfrenta maior competição e sinais de perda de tração.
“Os fortes laços da Microsoft com a OpenAI sustentam sua liderança em IA corporativa, mas também introduzem um risco de concentração”, afirmou Zavier Wong, analista da eToro. O criador do ChatGPT, inclusive, teria emitido um alerta interno em dezembro após o lançamento do Gemini 3, do Google, que recebeu avaliações positivas.
A Microsoft indicou que o crescimento do Azure deve se manter estável entre janeiro e março, após uma desaceleração no final de 2025, atribuída em parte a restrições na capacidade de chips de IA.
Em teleconferência, a diretora financeira Amy Hood afirmou: “Se tivéssemos alocado todas as unidades de processamento gráfico que entraram em operação no primeiro e segundo trimestres exclusivamente para o Azure, o crescimento teria superado 40%.” Ela acrescentou que o direcionamento de chips para desenvolvimento interno limitou o avanço da divisão.
Resultado da Tesla (+3%)
Seguindo a tendência das demais big techs, a Tesla, de Elon Musk, anunciou uma forte intensificação nos investimentos em inteligência artificial, dobrando seu capex para mais de US$ 20 bilhões em 2026. Os recursos serão direcionados principalmente ao desenvolvimento de robôs humanoides e veículos totalmente autônomos.
Após a divulgação do plano de gastos recordes, as ações reduziram parte dos ganhos iniciais, depois de subir até 3,5% com a divulgação de lucro e receita trimestrais acima das expectativas.
Analistas destacaram que os resultados evidenciam a crescente divergência entre as ambições corporativas em IA e a demanda dos investidores por retornos no curto e médio prazo.
“O mercado parece estar questionando se esses aumentos massivos nos gastos de capital gerarão retornos suficientes. Isso reflete uma divergência crescente entre os objetivos estratégicos das empresas de tecnologia em IA e a paciência de Wall Street com ciclos de investimento sem prazo definido”, afirmou Jesse Cohen, analista sênior da Investing.com.
Europa
As ações europeias —
O setor de mineração lidera os ganhos, com alta média de 2,7%, ainda refletindo a forte valorização das commodities metálicas. As ações de energia também avançam, acompanhando a retomada dos preços do petróleo.
As preocupações persistentes com tensões comerciais e riscos geopolíticos reforçaram a demanda por ativos de proteção, impulsionando o ouro como porto seguro, enquanto a prata também avançou, beneficiada pela busca por alternativas mais acessíveis ao metal amarelo.
Já o petróleo registra leve alta diante de temores sobre possíveis interrupções na cadeia global de suprimentos, fortalecendo o desempenho das ações ligadas a commodities.
No radar geopolítico, investidores seguem atentos ao risco de uma escalada no Oriente Médio, após o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçar uma ação militar contra o Irã caso não haja avanços em um acordo sobre armas nucleares.
Resultado da SAP (-13,6%)
As ações da SAP, empresa de maior peso no índice alemão DAX 40 (14,4%) e maior fabricante de software da Europa, caminhavam para registrar sua maior queda diária desde outubro de 2020, após um balanço incapaz de reverter a tendência negativa que já havia eliminado cerca de US$ 150 bilhões em valor de mercado desde o pico registrado em 2025.
A companhia reportou receita do quarto trimestre em linha com as estimativas, mas frustrou nas métricas mais sensíveis ao crescimento, com uma carteira de pedidos em nuvem e uma projeção de receita para 2026 abaixo do esperado pelo mercado.
“A SAP precisava entregar uma aceleração mais ampla para contrariar o pessimismo em torno do setor. Com a combinação de guidance fraco e revisão limitada, esperamos um desempenho inferior das ações”, afirmou Balajee Tirupati, analista do Citi.
Assim como outras empresas de software na Europa e em Wall Street, a SAP vem sendo pressionada pelos crescentes temores de disrupção provocada pela inteligência artificial, que têm levado investidores a reavaliar modelos de negócio, poder de precificação e perspectivas de crescimento de longo prazo.
Abra sua conta na ActivTrades, deposite a partir de US$ 500 e receba grátis 1h de mentoria particular e personalizada comigo. Confira as condições em: traderglobal.net/mentoria/
Aviso legal
As informações e publicações não se destinam a ser, e não constituem, conselhos ou recomendações financeiras, de investimento, comerciais ou de outro tipo fornecidos ou endossados pela TradingView. Leia mais nos Termos de Uso.
Abra sua conta na ActivTrades, deposite a partir de US$ 500 e receba grátis 1h de mentoria particular e personalizada comigo. Confira as condições em: traderglobal.net/mentoria/
Aviso legal
As informações e publicações não se destinam a ser, e não constituem, conselhos ou recomendações financeiras, de investimento, comerciais ou de outro tipo fornecidos ou endossados pela TradingView. Leia mais nos Termos de Uso.
