Índice Dólar
Viés de alta

"DXY em 100 e Real em queda"

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"Real em ajuste pós-feriado e DXY firme nos 100 pontos: sinais de dólar mais forte no Brasil"

O DXY mantém-se próximo dos 100 pontos, sinalizando força relativa do dólar frente às principais moedas globais. O Real Brasileiro, por sua vez, está em torno de 0,19 USD/BRL, após valorização de cerca de 9% no último ano, mas mostra sinais de fraqueza no curto prazo. Essa combinação sugere que o dólar pode ganhar tração no Brasil nos próximos pregões, especialmente após o feriado e diante da expectativa de ajustes externos e internos.

🌍 Panorama Internacional
DXY em 100 pontos: O índice dólar está em uma zona de suporte histórico. Relatórios recentes indicam que o Fed mantém cautela sobre cortes de juros, o que sustenta o dólar.

Dados dos EUA: O mercado de trabalho mostrou criação de empregos acima do esperado, mas com aumento da taxa de desemprego. Isso gera incerteza sobre a política monetária, mas reduz a probabilidade de cortes agressivos.

Fluxo global: A busca por ativos de segurança mantém o dólar como porto seguro, reforçando sua posição frente a moedas emergentes.

🇧🇷 Contexto Brasileiro
Cotação atual: O real está em 0,19 USD, equivalente a cerca de R$ 5,30 por dólar.

Valorização anual: Apesar da alta de 9% no último ano, o real perdeu força recentemente, refletindo ajustes pós-feriado e expectativas sobre política fiscal e monetária.

Banco Central: A Selic permanece em patamar elevado (15%), mas há dúvidas sobre quando os cortes começarão. Isso gera volatilidade e pressiona o câmbio.

🔎 Implicações
Curto prazo: A combinação de DXY firme e real enfraquecido sugere tendência de alta do dólar no Brasil.

Médio prazo: Se o Fed mantiver juros elevados e o Brasil sinalizar cortes futuros, o diferencial de taxas pode reduzir a atratividade do real, ampliando a pressão cambial.

Volatilidade: Notícias sobre commodities e política fiscal brasileira podem suavizar ou intensificar os movimentos.

💡 Em resumo: o dólar global mostra resiliência, e o real enfrenta ajustes internos. A tendência imediata é de dólar mais forte no Brasil, mas o cenário dependerá da política monetária dos EUA e da condução fiscal doméstica.

📅 Linha do Tempo – Eventos e Impactos no BRL/USD
Semana 1 – Pós-feriado no Brasil

Ajustes de fluxo cambial e retomada de operações.

Tendência inicial de pressão no real, com dólar mais firme.

Semana 2 – Dados de inflação nos EUA (CPI/PPI)

Se vierem acima do esperado → reforçam dólar forte (DXY sobe).

Se abaixo → aumentam apostas em cortes de juros, favorecendo moedas emergentes como o real.

Semana 3 – Reunião do Comitê de Política Monetária (Copom – Brasil)

Expectativa sobre manutenção ou cortes da Selic.

Cortes acelerados → reduzem atratividade do real, pressionando BRL/USD.

Manutenção → fortalece o real, limitando alta do dólar.

Semana 4 – Reunião do Federal Reserve (FOMC – EUA)

Decisão sobre juros americanos.

Postura hawkish → dólar global se fortalece, BRL/USD tende a subir.

Postura dovish → real pode ganhar espaço, dólar perde força.

Semana 5 – Dados de emprego nos EUA (Payroll)

Mercado de trabalho aquecido → reforça dólar.

Sinais de desaceleração → favorecem moedas emergentes.

🔎 Conclusão
O curto prazo favorece o dólar, com DXY em 100 pontos e real pressionado pós-feriado. O médio prazo dependerá do equilíbrio entre:

Política monetária do Fed (juros EUA)

Política monetária do Copom (Selic Brasil)

Dados econômicos (inflação e emprego)

💡 Em resumo: cada semana traz gatilhos que podem inverter ou reforçar a tendência.

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