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CURVAS!! Evolução das linhas de tendência com matemática pura !!

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Então vamos lá...
A princípio gostaria de anunciar que esta publicação aqui envolve princípios avançados de matemática, peculiarmente envolvendo cálculo integral e diferencial, geometria analítica e parábolas.

O primeiro... extrato do price action: SUPORTE E RESISTÊNCIA...
Todos sabemos que suporte e resistência são zonas de preço onde há rejeição de negociação, e com isso, o efeito de repulsão do preço etc...

PARTINDO DO PRINCÍPIO BÁSICO (que 99% dos sabichões da análise técnica e gráfica sequer sabem...)
  • Afinal de contas, o que são primeiramente as linhas de tendência na sua definição mais pura?

Uma linha de tendência é uma reta que representa a direção do mercado como popularmente é conhecida, porém matematicamente quando usamos uma linha de tendência para definir o suporte ou resistência dinâmicos de uma tendência estamos na verdade adotando um ritmo de crescimento ou decrescimento contínuo do das máximas e mínimas (suporte e da resistência) daquela tendência naqueles momentos.

Pois bem, então, quando temos uma tendência de alta, uma LTA é nada mais nada menos que um índice de crescimento contínuo padrão das mínimas, e quando essa lta é rompida, significa que a tendência perdeu seu ritmo de crescimento contínuo e tendências de baixa se iniciam, desencadeando da escala micro para a macro, gradativamente e em formas fractais.


Ok, mas... o que as linhas de tendência tem a ver com as curvas afinal?

TUDO

Quando uma tendência ganha força, por assim dizer, ela começa a corrigir em níveis de fibonacci cada vez mais fracos, o que significa que há cada vez mais rejeição proporcional da força contrária da tendência. Com isso, ao longo da tendência ganhando força, fundos cada vez mais altos são gerados, e LTAs secundárias cada vez mais inclinadas são geradas também, porém... e se houvesse um jeito de entender o ritmo de mudança geral das linhas de tendência de um movimento acentuado?

Pois bem, é aí vem a matemática pesada...

Por sua definição em geometria analítica, uma reta é um função matemática y=k.x+c onde k é um coeficiente angular e c é um coeficiente linear, na prática, a inclinação dessa reta depende de K enquanto o ponto onde ela se inicia do eixo vertical depende de C.

Então, em uma tendência que ganha força gradativamente, as retas nos limitam a apenas ver como se comporta a força dessa tendência interligando os fundos dela, ou seja, ficamos presos a determinado momento em que K e C assumem valores fixos no gráfico enquanto a força da tendência se comporta de maneira diferente do que de momentos passados... Mas, e se pudessemos entender como o ritmo de crescimento da tendência evolui ao longo dela sem precisar da formação de fundos ou ficarmos presos ao passado distante do preço?

Curvas!!

Por sua definição em parábolas, potências e logaritmos, quando o coeficiente angular dessa reta muda conforme seu próprio valor e x se torna cada vez mais levado em conta, temos uma curva potencial, e quando esse coeficiente angular é menor que 1, ou seja, explosivamente crescente e depois acentuadamente menos crescente temos uma curva logarítimica...

Quando temos f(x) em função do próprio X temos uma função quadrática, com coeficiente angular sendo o próprio X, resultando em f(x) = x²+c... com essa função, temos o comportamento acentuado de crescimento dos preços obedecendo um padrão de avanço, da mesma forma que as LTs, entretanto não sendo contínuo, e sim variável, já que estamos de posse da função que gera as linhas de tendência e não das linhas de tendência que são o mero produto gerado por si só...
Porém, os gráficos não exigem matemática tão complexa sendo descrita mas sim aplicada, o que dinamiza muito mais sua diversificação e nos permite trabalhar com curvas sem necessariamente calcular seus fatores, já que podemos simplesmente representá-las

INTEGRAIS E DERIVADAS

Então, já que sabemos que as curvas podem medir o comportamento dos preços tão bem quanto as retas, em uma tendência de alta por exemplo, onde temos uma LTA de função f(x) e posteriormente uma LTA secundária de função g(x), se considerarmos as que as duas LTAS são derivadas da curva nos momentos em que elas foram medidas e integrarmos as funções temos a função potencial/logaritmica w(x), que é a mãe dessas duas LTAS. Com isso, não precisamos de fundos e topos para medir o ritmo de crescimento acentuado de suporte e resistência nem o ritmo de mudança dos coeficientes angulares para traçar LTAs e LTBs, pois já temos a função mãe das derivadas que geram essas linhas de tendência ao longo do movimento do gráfico.

Pela regra, em 1 único ponto passam infinitas retas, entre dois ou mais pontos colineares passa apenas uma função de uma reta, porém, como o preço não se movimenta em linha reta, trabalhar com retas para interligar pontos em ritmos acelerados ou freados em ambas as direções acaba se tornando um problema normalmente contornado.

ENTÃO COMO TRAÇAR UMA CURVA CORRETAMENTE?

Pela regra matemática, com 3 pontos não colineares podemos traçar infinitas curvas, pelo fato de que 3 pontos definem um plano, mas não o limitam de fato.

São necessários 4 pontos no mínimo, ou seja... para traçar uma curva de alta, são necessários 4 fundos pelo menos. Por que 4?
Porque a curva mais básica, que é a parábola, possui pelo menos 2 raízes, porém, como estamos trabalhando com a mudança de comportamento do preço, que em si já se comporta de maneira curvada, não poderíamos trabalhar com apenas 2 pontos porque poderiamos resumir o movimento com uma simples LTA.

3 pontos... 3 pontos envolveria funções curvadas triplas, porém o problema envolveria a situação de 3 pontos serem o mínimo necessário para criar um plano, pelo qual passam infinitas curvas... já que a concavidade e o momento direcional da curva ainda ficam em pendentes...

Então, o mínimo inteiro aceito são 4.

Então com essa publicação mostro com base matemática aplicada de que curvas envolvem conceitos mais completos que retas para a descrição de movimentos direcionais e comportamentos de tendências.

As curvas funcionam exatamente como as linhas de tendência, tanto para retests, rompimentos... tudo. Elas são boas auxiliares e até substitutas para as linhas de tendência já que levam em conta o fator dinâmico do gráfico e não o momentâneo apenas, e com isso, antecipam muitos movimentos de ganho e de perdas de força.

Curvas têm seus padrões de movimento também, assim como as LTS, elas também geram seus padrões gráficos tão bem melhor que as retas, como as cunhas ascendentes, cunhas descendentes, triângulos, funis, holofotes, bandeiras e canais paralelos... sua diferença é a mudança de direção ao longo do movimento, o que pode ser difícil se se acostumar com o tempo mas que antecipa melhor movimentos do que as retas já que trabalha com a projeção integrada das ltas/ltbs.

Me chamo José Roberto, tenho 23 anos e espero que tenha te ensinado e mostrado uma nova forma de ver as linhas de tendência.