Morning Call - 05/02/2026 - Prata cai 10% em nova liquidaçãoAgenda de Indicadores:
9:00 – UK – Decisão de Taxa de Juros do BoE (Inglaterra)
9:30 – USA – Demissões Anunciadas Challenger
10:15 – UE – Decisão de Taxa de Juros do BCE (União Europeia)
10:30 – USA – Pedidos Semanais de Seguro-Desemprego
12:00 – USA – Ofertas de Empregos JOLTS
16:00 – MXN – Decisão de Taxa de Juros do Banxico (México)
Agenda de Autoridades:
9:30 – UK – Coletiva de Imprensa com o presidente do BoE, Andrew Bailey
10:45 – UE – Coletiva de Imprensa com a presidente do BCE, Christine Lagarde
12:50 – USA – Raphael Bostic, do Fed de Atlanta (Não Vota), participa de uma conversa moderada e sessão de perguntas e respostas sobre política monetária e como navegar no ambiente econômico após a formatura, em um evento organizado pela Escola de Negócios da Universidade Clark Atlanta.
Agenda de Balanços:
18:01 – USA – Amazon (5,2% de peso no índice Nasdaq e 3,9% no S&P 500)
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Fiscal Sob Pressão Novamente!
Novas medidas aprovadas pelo Congresso Nacional abriram espaço para que um número maior de servidores públicos receba acima do teto constitucional, atualmente fixado no salário de um ministro do Supremo Tribunal Federal, de R$ 46.366,19.
Os textos — que ainda dependem de sanção presidencial — criam benefícios adicionais que elevam a remuneração final. Entre eles, está a concessão de um dia de licença a cada três dias trabalhados, além do aumento da remuneração de altos funcionários da Câmara que pode chegar a R$ 77 mil mensais.
Até o momento, o impacto fiscal TOTAL das medidas aprovadas nesta semana ainda não foi calculado, o que aumenta à pressão adicional sobre as contas públicas.
Estados Unidos
Os futuros dos índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam próximos da estabilidade nesta quinta-feira, com os traders interrompendo, ao menos momentaneamente, a sequência de vendas intensas no setor de tecnologia após dois pregões de fortes perdas.
As ações do Google recuam no pré-mercado, apesar de um resultado corporativo robusto, refletindo a cautela dos investidores diante do forte aumento projetado nos investimentos em inteligência artificial. O movimento reforça a leitura de que, no curto prazo, o mercado segue mais sensível à trajetória de custos e ao retorno do capital empregado do que ao crescimento da receita.
O índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIX avança cerca de 2%, sinalizando que, embora a pressão vendedora tenha perdido força, o ambiente permanece marcado por incerteza e elevada aversão ao risco.
Resultado do Google: investimento em IA pode quase dobrar em 2026
A Alphabet superou as expectativas do mercado ao divulgar seus resultados após o fechamento de Nova York. Lucro, receita, desempenho da nuvem e vendas da IA Gemini 3 vieram acima do consenso, mas o que mais chamou a atenção foi o plano agressivo de investimentos: a companhia pretende quase dobrar os gastos com infraestrutura de inteligência artificial neste ano.
Executivos da Alphabet afirmaram que os investimentos em capacidade computacional de IA — incluindo servidores, data centers e equipamentos de rede — devem atingir a meta de US$ 175 bilhões a US$ 185 bilhões em capex em 2026, um salto expressivo frente aos US$ 91,45 bilhões de 2025. Em média, analistas projetavam investimentos de cerca de US$ 115,26 bilhões, o que torna o plano significativamente mais ambicioso do que o esperado.
A estratégia ocorre em um momento de crescente ceticismo dos traders em relação ao retorno dos altos investimentos em IA. Ainda assim, o Google conseguiu apresentar avanços concretos: as ações da Alphabet acumulam alta de 76% desde o início de 2025.
Segundo o CEO Sundar Pichai: “Estamos vendo nossos investimentos em IA e infraestrutura impulsionarem a receita e o crescimento em todos os segmentos” e “mesmo ampliando nossa capacidade, continuamos enfrentando restrições de oferta. Os investimentos de capital deste ano são claramente voltados para o futuro e as limitações devem persistir ao longo de 2026.”
O grande destaque operacional foi a divisão de nuvem, que registrou crescimento de 48% no quarto trimestre encerrado em dezembro, alcançando US$ 17,7 bilhões em receita e superando as estimativas do mercado. Trata-se do ritmo mais forte de expansão em mais de quatro anos.
De acordo com Gil Luria, analista da DA Davidson, o crescimento da nuvem do Google foi “significativamente superior ao do Microsoft Azure pela primeira vez em vários anos”, ajudando a justificar o aumento expressivo do capex.
No front comercial, o modelo corporativo Gemini já vendeu 8 milhões de licenças pagas para 2.800 empresas. No mês passado, o Google também fechou um de seus maiores acordos até hoje: uma parceria estratégica com a Apple para integrar os modelos Gemini às ofertas de IA da fabricante do iPhone.
No pregão estendido, as ações da Alphabet chegaram a cair cerca de 6%, mas reduziram as perdas ao longo da sessão e encerraram com baixa de aproximadamente 1%, à medida que o mercado ponderava o aumento expressivo dos investimentos frente ao crescimento sólido de receita e lucro.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam em baixa nesta quinta-feira, acompanhando o sentimento negativo dos mercados globais. O pregão é marcado por uma bateria de balanços corporativos mistos e pela expectativa das decisões de política monetária do Banco Central Europeu (BCE) e do Banco da Inglaterra (BoE).
No noticiário corporativo, o BNP Paribas avança cerca de 4% após divulgar um lucro no quarto trimestre acima das expectativas, reforçando a resiliência do setor bancário europeu. Em contraste, a Shell recua 1,6%, depois que o lucro líquido da petrolífera no quarto trimestre ficou aquém do consenso, refletindo margens mais apertadas no período. Já o BBVA cai 4% e pressiona o índice espanhol IBEX, apesar de ter reportado lucro líquido superior ao esperado, em um movimento de realização e cautela dos traders.
No campo macroeconômico, a expectativa predominante é de manutenção das taxas de juros tanto pelo BCE quanto pelo BoE. Ainda assim, o foco dos mercados estará no tom da comunicação das autoridades monetárias, especialmente após dados recentes indicarem uma desaceleração mais rápida da inflação subjacente na zona do euro. O fortalecimento do euro frente ao dólar também entra no radar, por seu potencial impacto desinflacionário e nas perspectivas de política monetária à frente.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados acionários da Ásia-Pacífico despencaram nesta quinta-feira, em meio ao aumento das preocupações com os custos elevados dos investimentos em inteligência artificial, o que estimulou uma forte rotação para fora do setor de tecnologia. O movimento foi intensificado por uma nova queda expressiva na prata, que pressionou posições alavancadas já fragilizadas.
Com a maior volatilidade da região — desta vez no campo negativo — o índice sul-coreano Kospi TVC:KOSPI afundou 3,9%, refletindo a forte venda de ações de tecnologia. Os papéis da Samsung recuaram 5,8%, enquanto a SK Hynix despencou 6,5%, arrastando outras empresas listadas em Seul.
No Japão, o Nikkei TVC:NI225 caiu 0,9%, pressionado principalmente por empresas de tecnologia e do setor industrial. Em contrapartida, os segmentos de saúde, imobiliário e serviços públicos registraram ganhos, ajudando a limitar perdas mais acentuadas.
No mercado cambial, o iene japonês acumulou seu sexto dia consecutivo de desvalorização, às vésperas das eleições gerais de domingo. As pesquisas indicam uma vitória confortável da primeira-ministra Sanae Takaichi, reforçando expectativas de expansão fiscal — um fator que tem elevado as preocupações com a sustentabilidade das já pressionadas contas públicas do país.
Na China continental, os principais índices — Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Shanghai SSE:000001 — encerraram o pregão em queda. Em contraste, o Hang Seng HSI:HSI , de Hong Kong, conseguiu se manter no campo positivo, em meio a um desempenho misto das ações listadas na praça.
Em Taiwan, o setor de tecnologia voltou a pesar sobre o mercado, levando o TWSE 50 FTSE:TW50 a uma queda de 1,6%, com as ações da TSMC recuando 1,1%.
Na Austrália, o ASX 200 ASX:XJO caiu 0,4%, pressionado pelas mineradoras. Rio Tinto recuou 1,4%, enquanto a BHP tombou 3,9%, acompanhando o enfraquecimento das commodities.
No mercado de metais preciosos, o ouro caiu cerca de 2%, enquanto a prata despencou 11%, ampliando a aversão ao risco nos mercados globais.
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Sem negociações
O que os traders estão dizendo
Morning Call - 02/02/2026 - Commodities ampliando as baixas!Agenda de Indicadores:
8:25 – BRA – Boletim Focus
10:00 – BRA – PMI Industrial S&P Global
11:45 – USA – PMI Industrial S&P Global
12:00 – USA – PMI Industrial ISM
14:00 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta
Agenda de Autoridades:
13:10 – USA – Raphael Bostic, do Fed de Atlanta (Não Vota), participa de um debate moderado em um evento organizado pelo Rotary Club de Atlanta
Agenda de Balanços:
8:50 – USA – Disney
18:05 – USA – Palantir Technologies
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Estados Unidos
Os futuros dos índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam em queda nesta segunda-feira, acompanhando a forte liquidação dos metais preciosos, movimento que tem forçado traders a reduzir posições em outros ativos para cobrir perdas, em meio a uma semana carregada de balanços corporativos e dados macroeconômicos relevantes. O índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIX avança cerca de 1% na sessão.
Na sexta-feira, o dólar se fortaleceu de forma expressiva, impulsionado pela nomeação de Kevin Warsh como próximo presidente do Federal Reserve, visto por parte do mercado como menos inclinado a uma política monetária extremamente acomodatícia, o que reforçou a pressão sobre ativos sensíveis à liquidez.
Ao longo da semana, o foco dos traders estará nos indicadores de atividade econômica e do mercado de trabalho, com destaque para Payroll e JOLTS, além dos resultados corporativos de Alphabet, Amazon e AMD. O mercado busca sinais de que os bilhões investidos em inteligência artificial começam, de fato, a se traduzir em crescimento de receitas e margens.
Na sexta-feira, as ações ligadas ao tema de inteligência artificial ampliaram as perdas, após relatos de que a Nvidia, referência no setor, estaria reavaliando um investimento de US$ 100 bilhões na OpenAI, o que levantou dúvidas sobre a sustentabilidade da atual tese de investimentos em IA.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam majoritariamente em alta nesta segunda-feira, em um movimento de ajuste e seletividade antes das decisões de política monetária do Banco Central Europeu (BCE) e do Banco da Inglaterra (BoE), previstas para quinta-feira, além da divulgação de resultados de cerca de 30% das empresas que compõem o STOXX 600 ao longo da semana.
Entre os dados de PMI industrial divulgados mais cedo, a grande maioria das economias do bloco apresentou melhora na atividade, incluindo Alemanha e França, as duas maiores economias da região, reforçando a percepção de estabilização cíclica após meses de fragilidade no setor manufatureiro.
No campo microeconômico, os resultados corporativos também fazem preço, embora o impacto esteja mais concentrado em empresas de pequeno e médio porte, enquanto os que traders seguem cautelosos com as companhias de maior capitalização, à espera de sinalizações mais claras sobre juros, crescimento e margens em um ambiente ainda marcado por elevada incerteza macro.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
As ações asiáticas registraram forte queda neste início de semana, em um ambiente marcado por desmonte generalizado de posições em diversos ativos, após Kevin Warsh ser indicado como próximo presidente do Federal Reserve na última sexta-feira, intensificando a aversão ao risco global.
Liderando as perdas, o índice sul-coreano Kospi TVC:KOSPI caiu mais de 5%, levando as autoridades locais a interromper temporariamente as negociações, segundo comunicado oficial. Entre os pesos-pesados do índice, SK Hynix e Samsung Electronics recuaram 8,7% e 6,3%, respectivamente.
No Japão, o índice Nikkei TVC:NI225 chegou a ensaiar uma recuperação na abertura, avançando até 1,7%, apoiado pela desvalorização do iene, que favorece empresas exportadoras, e por uma pesquisa eleitoral indicando uma possível vitória expressiva do partido da primeira-ministra Sanae Takaichi, conhecida por sua postura fiscalmente cautelosa.
No entanto, o sentimento negativo acabou prevalecendo na região, e o índice japonês encerrou em queda de 1,2%, com 93 ações em alta contra 132 em baixa. Entre os destaques negativos, Advantest caiu 4,7%, enquanto o SoftBank recuou 3,8%.
No mercado chinês, os índices — Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 , Hang Seng HSI:HSI e Shanghai SSE:000001 — registraram perdas de até 2,6%, após dados oficiais indicarem que a atividade industrial e de serviços voltou ao território de contração. Em contrapartida, o PMI industrial da S&P Global apontou melhora marginal no setor, amenizando parcialmente o pessimismo.
Em Taiwan, o TWSE 50 FTSE:TW50 caiu 1,4%, acompanhando a queda generalizada das ações na região, especialmente no segmento de tecnologia.
Na Austrália, o ASX ASX:XJO recuou 1%, pressionado por perdas expressivas das mineradoras, em meio à forte correção das commodities metálicas no mercado internacional.
Commodities
Os mercados de commodities despencaram na segunda-feira, liderados por fortes perdas em ouro, prata, petróleo e metais industriais, após a escolha de Kevin Warsh como próximo presidente do Federal Reserve desencadear uma ampla onda de venda de ativos de risco. Os metais preciosos recuam pela segunda sessão consecutiva, após um movimento de alta extremamente esticado.
A prata mais que dobrou de preço em apenas seis semanas, atingindo o recorde histórico de US$ 121,64 por onça em 29 de janeiro, em uma disparada sem precedentes impulsionada pelo forte apetite dos traders por ativos não dolarizados e por uma escassez global de metal físico frente à demanda crescente.
“Houve uma enorme corrida do varejo para esses mercados. Registramos um volume recorde de negociações nos mercados de opções ligados à prata”, afirmou Ole Hansen, chefe de estratégia de commodities do Saxo Bank. Segundo ele, vendedores de opções que concedem ao comprador o direito de adquirir prata precisam, em algum grau, manter posições compradas no ativo para realizar hedge.
“Quando o mercado muda abruptamente de direção, surge uma necessidade enorme de zerar posições rapidamente, porque o racional que sustentava a operação simplesmente desaparece”, acrescentou Hansen.
A situação foi agravada pela pressão vinda do mercado chinês de commodities, onde a negociação de contratos futuros de prata precisou ser temporariamente suspensa diante da volatilidade extrema.
Hoje, o ouro recua cerca de 5%, atingindo o menor nível em mais de duas semanas, enquanto a prata cai aproximadamente 7%, após ambos terem renovado máximas históricas na semana passada. O cobre também acompanha o movimento de correção, com queda próxima de 3%.
Segundo Vivek Dhar, estrategista de commodities do Commonwealth Bank of Australia (CBA): “A decisão do mercado de vender metais preciosos juntamente com ações americanas sugere que os traders enxergam Warsh como mais agressivo em relação à política monetária. Um dólar mais forte também pressiona os metais preciosos e outras commodities, incluindo petróleo e metais básicos.”
Uma postura mais hawkish do Fed reforça a expectativa de menor liquidez financeira, ainda que os juros venham a cair nos próximos anos. Esse novo enquadramento sustenta o dólar e eleva o custo de oportunidade de ativos sem rendimento, como ouro e prata, reduzindo seu apelo relativo após a forte valorização recente.
Fator técnico
As vendas nos metais preciosos se intensificaram após o CME Group anunciar o aumento das margens de garantia para contratos futuros de metais, com vigência a partir do fechamento do mercado de segunda-feira.
Historicamente, elevações nos requisitos de margem tendem a ser negativas, pois exigem maior alocação de capital, reduzem a participação especulativa, diminuem a liquidez e forçam a liquidação de posições alavancadas.
O movimento de correção teve início ainda na sexta-feira, quando o ouro à vista registrou sua maior queda diária desde 1983, com recuo superior a 9%, enquanto a prata despencou 27%, na maior queda diária de sua história.
Segundo Tony Sycamore, analista de mercado da IG, posições altamente alavancadas foram liquidadas, gerando um efeito cascata de stops e vendas forçadas, em um episódio que remete aos momentos mais caóticos de 2008.
Energia
No mercado de energia, os preços do petróleo recuam entre 5% e 6%, devolvendo parte dos ganhos acumulados nas últimas semanas. O movimento ocorre após sinais de redução das tensões entre EUA e Irã, depois que Donald Trump afirmou no fim de semana que Teerã estaria “conversando seriamente” com Washington.
Além disso, relatos de que a Guarda Revolucionária do Irã não planeja exercícios com munição real no Estreito de Ormuz reforçam a percepção de desescalada geopolítica, reduzindo o prêmio de risco embutido nos preços do petróleo.
Análise gráfica FOREX e OURO/PRATA | TERÇA 03.0Neste vídeo faço uma análise gráfica do pré-mercado com foco em estrutura de preço, liquidez e contexto institucional, baseada nos conceitos de ICT (Inner Circle Trader).
Analisamos possíveis cenários de continuação ou reversão, zonas de interesse, highs e lows relevantes, além do comportamento do preço antes da abertura do mercado.
Este conteúdo tem caráter educacional, com o objetivo de descomplicar a leitura do mercado e ajudar no desenvolvimento do seu raciocínio técnico.
Disclaimer
Este vídeo não constitui recomendação de investimento (not financial advice). As análises apresentadas refletem apenas estudos técnicos e não garantem resultados. Cada trader é responsável pelas suas próprias decisões e riscos.
análise gráfica, pré-mercado, ict, inner circle trader, price action, liquidez, estrutura de mercado, trading, nasdaq, us100, futuros, mercado financeiro, day trade, smart money, análise técnica
Análise gráfica FOREX e OURO/PRATA | SEGUNDA 09.02.26 | ICTNeste vídeo faço uma análise gráfica do pré-mercado com foco em estrutura de preço, liquidez e contexto institucional, baseada nos conceitos de ICT (Inner Circle Trader).
Analisamos possíveis cenários de continuação ou reversão, zonas de interesse, highs e lows relevantes, além do comportamento do preço antes da abertura do mercado.
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Disclaimer
Este vídeo não constitui recomendação de investimento (not financial advice). As análises apresentadas refletem apenas estudos técnicos e não garantem resultados. Cada trader é responsável pelas suas próprias decisões e riscos.
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Queda da prata: a recuperação é real ou uma armadilha de alta? A prata e o ouro começam a semana em controle de danos. O movimento dramático da semana passada eliminou mais de US$ 15 trilhões em valor, com a prata caindo cerca de 30% e o ouro cerca de 10%.
O que importa agora é se a ação dos preços confirma que os vendedores ainda estão no controle.
A recuperação atual visível no gráfico de 4 horas ainda deixa a prata bem abaixo da média móvel de 20 dias (US$ 92 no gráfico de 1 dia). US$ 91-92 é o próximo teste de resistência, seguido pela faixa de US$ 97-100, se os otimistas retomarem o controle. A menos que a prata forme uma base clara com mínimas mais altas, este pode continuar sendo um ambiente de correção de alta volatilidade.
Apesar da queda, a prata pode manter seus ventos favoráveis de alta no longo prazo, incluindo a demanda industrial, o interesse por refúgios seguros e um déficit persistente de oferta.
Morning Call - 26/01/2026 - Ouro e Prata em Novas MáximasAgenda de Indicadores:
8:25 – BRA – Boletim Focus
13:30 – USA – Pedidos de Bens Duráveis
14:00 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLG2026
Congresso volta do recesso no dia 2 de fevereiro
Entre as possíveis pautas do primeiro semestre, estão o acordo Mercosul/UE, a PEC da Segurança, o PL AntiFacção, a regulamentação do trabalho por aplicativo, a regulamentação da Inteligência Artificial e a MP do Gás do Povo.
Congresso Nacional
O Congresso Nacional retoma oficialmente seus trabalhos no dia 2 de fevereiro, após o recesso parlamentar, com uma agenda carregada de temas estruturais e de elevado impacto político, econômico e regulatório no primeiro semestre.
Entre as principais pautas em discussão estão o acordo Mercosul–União Europeia, que pode avançar no Legislativo após anos de impasse, além da PEC da Segurança, tema que a oposição pode explorar nas eleições deste ano.
Também ganham destaque o PL AntiFacção, que endurece regras contra organizações criminosas, e a regulamentação do trabalho por aplicativo, tema sensível tanto do ponto de vista social quanto econômico, com potencial impacto sobre o mercado de trabalho e empresas de tecnologia.
No campo da inovação, o Congresso deve avançar na regulamentação da Inteligência Artificial, buscando equilibrar estímulo ao desenvolvimento tecnológico com segurança jurídica e proteção de dados. Já na área de energia, a MP do Gás do Povo entra no radar, com foco na ampliação do acesso ao gás natural e redução de custos para consumidores.
Estados Unidos
Os índices futuros de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USARUS e ACTIVTRADES:USAIND — operam próximos da estabilidade neste início de semana, enquanto o índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIX registra alta moderada, refletindo a postura mais defensiva dos traders.
A cautela predomina antes da divulgação dos resultados de mais de 90 empresas do S&P 500, incluindo Apple, Meta, Microsoft e Tesla, um conjunto de balanços que pode redefinir o tom dos mercados nos próximos dias. Até o momento, a temporada de lucros segue robusta: 76% das companhias que já reportaram superaram as estimativas, sustentando o pano de fundo positivo para os ativos de risco.
Além dos resultados corporativos, os traders também voltam suas atenções ao Federal Reserve, que anuncia sua primeira decisão de política monetária do ano na quarta-feira. Embora seja amplamente esperado que o Fed mantenha a taxa básica inalterada, o foco de Wall Street estará nas sinalizações sobre o timing dos cortes de juros, especialmente diante da recente deterioração das condições financeiras globais.
No mercado de commodities, o movimento de busca por proteção se intensificou. O ouro à vista renovou máximas históricas, ultrapassando US$ 5.000 por onça, enquanto a prata rompeu com força a marca de US$ 100 por onça. O movimento ocorre em meio ao aumento das incertezas geopolíticas e é reforçado pela fraqueza do dólar americano. O índice do dólar (DXY) recua 0,4% nesta sessão, ampliando a forte queda observada na sexta-feira.
Canadá e China
O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a elevar o tom no fim de semana ao usar suas redes sociais para pressionar o governo canadense a recuar nas negociações de um acordo comercial com a China. O entendimento em discussão prevê a redução de tarifas canadenses sobre veículos elétricos chineses, em troca de menores impostos de importação por parte de Pequim sobre produtos agrícolas do Canadá, como a carne bovina.
Trump classificou o acordo como “um desastre” e fez uma ameaça direta de retaliação comercial. “A China vai devorar o Canadá vivo. Se o Canadá fechar um acordo com a China, será imediatamente atingido por uma tarifa de 100% sobre todos os bens e produtos canadenses que entrarem nos Estados Unidos”, afirmou.
Trump acrescentou que o país vizinho não poderá servir como plataforma para o escoamento de produtos chineses ao mercado americano. “Se ele acha que vai transformar o Canadá em um ‘porto de desembarque’ para a China enviar mercadorias aos Estados Unidos, está redondamente enganado”, disse o presidente.
Geopolítica: Rússia e Ucrânia
No fim de semana, foram concluídas mais uma rodada de negociações envolvendo representantes da Ucrânia, da Rússia e dos Estados Unidos, descritas pelo presidente ucraniano Volodymyr Zelensky como “discussões construtivas sobre possíveis parâmetros” para o encerramento da guerra.
Zelensky afirmou que o documento referente às garantias de segurança dos Estados Unidos para Kiev está “100% pronto”, um avanço relevante no eixo diplomático que busca dar sustentação a um eventual acordo de cessar-fogo ou paz duradoura.
Apesar do progresso, pontos centrais seguem sem consenso, especialmente as questões territoriais. A Rússia insiste em anexar as regiões do leste da Ucrânia, embora ainda não as controle integralmente — um dos principais entraves para qualquer acordo definitivo.
As delegações devem retornar aos Emirados Árabes Unidos para uma nova rodada de negociações no dia 1º de fevereiro.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — apresentam desempenho fraco nesta segunda-feira, com os traders mantendo uma postura defensiva após a forte volatilidade observada na semana passada.
O mercado opera em compasso de espera por importantes divulgações de resultados corporativos e, sobretudo, pela decisão de política monetária do Federal Reserve dos Estados Unidos, que pode redefinir o apetite global por risco nos próximos dias.
A cautela reflete ainda os desdobramentos da turbulência recente provocada pelas ameaças de tarifas do presidente Donald Trump relacionadas à Groenlândia. Embora a retórica tenha sido suavizada e as ameaças retiradas, os investidores seguem avaliando as implicações estruturais para o comércio global, diante do receio de que tarifas passem a ser utilizadas de forma recorrente como instrumento de barganha geopolítica.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico iniciaram a semana sem direção única, enquanto que os traders aguardam a decisão de juros do FOMC na quarta-feira e os resultados corporativos das big techs americanas, dois catalisadores centrais para o sentimento global de risco.
O principal foco de risco na região asiática vem do Japão, onde o índice Nikkei TVC:NI225 liderou as perdas, pressionado pela forte valorização do iene e pelas crescentes preocupações com possíveis intervenções cambiais, o que afastou ainda mais o fluxo comprador do mercado acionário.
O iene chegou a ser negociado a 153,8 por dólar, o nível mais forte em mais de três meses, após sinais de intervenção na sexta-feira impulsionarem a moeda japonesa. No mesmo dia, segundo a Reuters, o Federal Reserve de Nova York realizou as chamadas “verificações de taxas” no par dólar-iene naquele dia — um procedimento técnico frequentemente interpretado como sinal preliminar de intervenção, possivelmente coordenada entre autoridades americanas e japonesas.
O Nikkei encerrou o pregão em queda de 1,8%, com 193 dos seus 225 componentes em baixa, 31 em alta e um estável. Um iene mais forte impacta diretamente os resultados das grandes exportadoras japonesas, ao reduzir o valor em ienes da receita gerada no exterior.
Entre os setores mais afetados, o automotivo liderou as perdas: Toyota, Honda e Nissan recuaram mais de 4% cada. O maior impacto individual veio do SoftBank Group, que caiu 4,9%, retirando cerca de 164 pontos do índice. Na ponta oposta, a varejista Nitori, beneficiada por um iene forte devido ao perfil importador, avançou 4,8%.
Segundo Maki Sawada, estrategista da Nomura Securities: “O risco de intervenção permanece e a perspectiva é incerta. Tanto para moedas quanto para ações, é difícil para os investidores assumirem posições neste cenário.”
Na China, os mercados fecharam de forma mista, com Shanghai SSE:000001 e Shenzhen SZSE:399001 em baixa, enquanto China A50 FTSE:XIN9 e Hang Seng HSI:HSI avançaram. O desempenho setorial foi positivo para o financeiro e empresas ligadas a commodities metálicas e energia, enquanto parte do setor de tecnologia operou sob pressão.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI recuou após atingir máxima histórica na sessão anterior. Em Taiwan, o TWSE 50 FTSE:TW50 subiu 0,7%, mesmo com a queda das ações da TSMC.
Na Austrália, os mercados permaneceram fechados devido a feriado nacional.
PRATA a $615 por cada OZ Em 2023 o mesmo padrão se apresentou no ouro, levou cerca de 2 anos para cumprir seu alvo.
Agora na prata temos no grafico 6 meses, o que pode fazer com que o alvo demore de 3,5 a 7 anos. Mas é um aumento muito significativo para o metal.
Na minha humilde opnião algo tecnológico revolucionário será anunciado ou descoberto para fazer o metal subir tanto. Fiz uma pequena pesquisa, esta algo atrelado a fusão de veículos elétricos, lítio e prata.
Análise gráfica FOREX e OURO/PRATA | SEXTA 23.01.26 | ConceitNeste vídeo faço uma análise gráfica do pré-mercado com foco em estrutura de preço, liquidez e contexto institucional, baseada nos conceitos de ICT (Inner Circle Trader).
Analisamos possíveis cenários de continuação ou reversão, zonas de interesse, highs e lows relevantes, além do comportamento do preço antes da abertura do mercado.
Este conteúdo tem caráter educacional, com o objetivo de descomplicar a leitura do mercado e ajudar no desenvolvimento do seu raciocínio técnico.
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Análise gráfica FOREX e OURO/PRATA | QUINTA 22.01.26 | ConceiNeste vídeo faço uma análise gráfica do pré-mercado com foco em estrutura de preço, liquidez e contexto institucional, baseada nos conceitos de ICT (Inner Circle Trader).
Analisamos possíveis cenários de continuação ou reversão, zonas de interesse, highs e lows relevantes, além do comportamento do preço antes da abertura do mercado.
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Este vídeo não constitui recomendação de investimento (not financial advice). As análises apresentadas refletem apenas estudos técnicos e não garantem resultados. Cada trader é responsável pelas suas próprias decisões e riscos.
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Meta alcançada: US$ 100 pela prataA carta descontrolada de Trump ao primeiro-ministro da Noruega pode ser o primeiro passo para a prata atingir os cobiçados US$ 100 por onça.
Trump afirmou que não se sente mais obrigado a se concentrar apenas na paz depois de não ter recebido o Prêmio Nobel da Paz (que é concedido por um comitê norueguês, não pelo governo norueguês). Ele também não descartou o uso da força militar para tomar a Groenlândia, caso não seja possível comprá-la (a Groenlândia não é território norueguês).
Trump também disse que as tarifas sobre oito países da UE seriam de 10% a partir de 1º de fevereiro, aumentando para 25% a partir de 1º de junho, se nenhum acordo for alcançado.
A prata está atualmente se mantendo confortavelmente em US$ 94,3, embora muitos estejam agora atentos à negociação TACO (“Trump Always Chickens Out”, ou “Trump sempre desiste”), que poderia fazer com que a prata caísse.
Análise gráfica FOREX e OURO/PRATA | Pré mercado 19.01.26 | este vídeo faço uma análise gráfica do pré-mercado com foco em estrutura de preço, liquidez e contexto institucional, baseada nos conceitos de ICT (Inner Circle Trader).
Analisamos possíveis cenários de continuação ou reversão, zonas de interesse, highs e lows relevantes, além do comportamento do preço antes da abertura do mercado.
Este conteúdo tem caráter educacional, com o objetivo de descomplicar a leitura do mercado e ajudar no desenvolvimento do seu raciocínio técnico.
Disclaimer
Este vídeo não constitui recomendação de investimento (not financial advice). As análises apresentadas refletem apenas estudos técnicos e não garantem resultados. Cada trader é responsável pelas suas próprias decisões e riscos.
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A prata pode estar a caminho de novas máximas!
A prata está exibindo extremos históricos raros, situações que anteriormente prenunciaram grandes pontos de inflexão. Métricas de avaliação de longo prazo e índices de capital sugerem que o metal pode estar se aproximando de uma fase decisiva que remodelará sua trajetória de preço até 2026.
A prata atingirá US$ 100 e continuará a se valorizar nos próximos um ou dois anos.
Acredito que a prata pode ser caracterizada como um ativo se aproximando de um estágio potencialmente crucial nos próximos um ou dois anos.
A demanda geopolítica e industrial está impulsionando o mercado!
O mercado de prata passou recentemente por uma volatilidade significativa, com os preços oscilando drasticamente após atingirem recordes históricos.
A situação na Venezuela reacendeu a demanda por ativos de refúgio, beneficiando tanto o ouro quanto a prata, à medida que os investidores buscam proteção contra riscos geopolíticos. Isso demonstra que as tensões geopolíticas são um fator-chave para a compra de metais preciosos como ativos de refúgio.
Em geral, a afirmação de que os riscos geopolíticos estão impulsionando os preços da prata se reflete diretamente nos dados de preços.
Essa alta é resultado de múltiplos fatores, incluindo a demanda por ativos de refúgio, a oferta restrita e o aumento do uso industrial, que, em conjunto, moldam o atual mercado volátil da prata.
A prata ultrapassar os US$ 100 é apenas uma questão de tempo!
Análise gráfica FOREX e OURO/PRATA | Pré mercado 14.01.26 | Neste vídeo faço uma análise gráfica do pré-mercado com foco em estrutura de preço, liquidez e contexto institucional, baseada nos conceitos de ICT (Inner Circle Trader).
Analisamos possíveis cenários de continuação ou reversão, zonas de interesse, highs e lows relevantes, além do comportamento do preço antes da abertura do mercado.
Este conteúdo tem caráter educacional, com o objetivo de descomplicar a leitura do mercado e ajudar no desenvolvimento do seu raciocínio técnico.
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Este vídeo não constitui recomendação de investimento (not financial advice). As análises apresentadas refletem apenas estudos técnicos e não garantem resultados. Cada trader é responsável pelas suas próprias decisões e riscos.
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Morning Call - 14/01/2026 - Novas Máximas para Ouro e PrataAgenda de Indicadores:
USA – Decisão da Suprema Corte sobre a validade das Tarifas de Importação impostas por Trump
10:00 – BRA – Pesquisa Eleitoral Genial/Quaest
10:30 – USA – Índice de Preços ao Produtor (IPP)
10:30 – USA – Vendas no Varejo
12:00 – USA – Vendas de Casas Usadas
12:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto do EIA
14:00 – USA – PIB do Fed de Atlanta
14:30 – BRA – Fluxo Cambial Estrangeiros
15:00 – USA – Livro Bege
Agenda de Autoridades:
11:50 – USA – Anna Paulson, do Fed da Filadélfia (Vota), discursa sobre as perspectivas econômicas no evento "Estado da Economia" da Câmara de Comércio da Grande Filadélfia.
12:00 – USA – Stephen Miran, governador do Fed (Vota), discursa sobre "Regulamentos, a Oferta e a Política Monetária" no evento "Palestras do Fórum Econômico de Delphi".
14:00 – USA – Neel Kashkari, do Fed de Minneapolis (Vota), participa de uma conversa virtual organizada pela Associação de Banqueiros de Wisconsin.
14:00 – USA – Raphael Bostic, do Fed de Atlanta (Não Vota), participa de um debate moderado sobre a economia como parte do evento Perspectivas Econômicas de 2026 do Atlanta Business Chronicle.
16:10 – USA – John Williams, do Fed de Nova York (Vota), faz o discurso de abertura do evento "Uma Economia que Funciona para Todos: Inclusão Financeira", organizado pelo Banco da Reserva Federal de Nova York.
Resultados Corporativos:
8:45 - Bank Of America
8:45 - Wells Fargo
10:00 - Citigroup
4:00 - TSMC (Próxima Madrugada)
Brasil
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Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLG2026
Eleições 2026: O principal destaque da sessão no Brasil será a divulgação da pesquisa eleitoral Genial/Quaest, considerada a referência pelo mercado financeiro e a primeira sondagem de 2026. Atenção ao horário: os números serão publicados às 10h, com potencial de impacto imediato sobre juros, câmbio e Ibovespa.
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — migraram para o campo negativo nesta quarta-feira, após novas tensões geopolíticas elevarem o nível de incerteza e levarem os traders a reduzir exposição a ativos de risco.
Por volta das 7h20 (horário de Brasília), o comandante da Guarda Revolucionária do Irã afirmou que Teerã está em estado de prontidão máxima para responder a qualquer ataque, acrescentando que os estoques de mísseis atingiram o maior nível desde junho de 2025. A declaração marcou o início de um movimento mais amplo de realização nos mercados acionários globais.
O aumento das tensões internacionais impulsionou o ouro a novas máximas históricas e elevou os preços do petróleo, enquanto o presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a incentivar protestos no Irã, afirmando que “a ajuda está a caminho”. Em resposta, o governo iraniano acusou Trump de fomentar a desestabilização política e incitar a violência no país.
Apesar do aumento da aversão ao risco, os mercados globais de ações ainda orbitam próximos de máximas históricas, refletindo a busca dos investidores por justificativas para sustentar a tese de que a crescente complexidade geopolítica e econômica não comprometerá, ao menos no curto prazo, o desempenho das bolsas. A instabilidade, no entanto, torna-se mais evidente nos mercados de metais preciosos e energia.
No curto prazo, os investidores tentam equilibrar esses riscos com uma agenda carregada, que inclui a intensificação da temporada de balanços nos Estados Unidos, discursos de membros do Federal Reserve e a possibilidade de uma decisão da Suprema Corte dos EUA sobre a legalidade das tarifas de importação impostas pela administração Trump.
No front macroeconômico, o IPC divulgado ontem apontou pressões inflacionárias subjacentes moderadas nos Estados Unidos. Economistas avaliam que o repasse das tarifas para os preços ao consumidor começa a perder força, mantendo os cortes de juros em discussão ao longo do ano, embora a expectativa predominante seja de manutenção das taxas na próxima reunião do Fed.
Atualmente, o mercado precifica ao menos dois cortes de juros em 2026, com pouca probabilidade de qualquer movimento antes do término do mandato do presidente do Fed, Jerome Powell, em maio.
Para Matt Simpson, da StoneX, a inflação ainda não desacelera no ritmo necessário para justificar cortes iminentes. “Com a falta de entusiasmo por cortes do ponto de vista econômico, o dólar americano pode se valorizar um pouco mais antes que a tendência se inverta”, afirmou.
No noticiário corporativo, as ações da Netflix sobem cerca de 1,4% no pré-market de Nova York, após a Bloomberg noticiar que a empresa avalia uma oferta integral em dinheiro pelos estúdios e ativos de streaming da Warner Bros., movimento que pode redefinir o setor de mídia e entretenimento.
Europa
Os principais índices de ações europeus — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam em alta nesta quarta-feira, com alguns mercados renovando máximas históricas.
Apesar de um noticiário corporativo intenso, o foco dos traders na região migra para o campo geopolítico, diante da reunião entre o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, e autoridades da Groenlândia e da Dinamarca, cujo tema central é o futuro da Groenlândia.
A Groenlândia e o governo dinamarquês reiteraram que o território não está à venda, mas o presidente Donald Trump voltou a elevar o tom ao mencionar, recentemente, a possibilidade de uso de força militar para assumir o controle da região — considerada estratégica e rica em recursos minerais.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico avançaram novamente nesta madrugada, com destaque para novas máximas históricas dos índices Nikkei TVC:NI225 do Japão, Kospi TVC:KOSPI da Coreia do Sul e TWSE 50 FTSE:TW50 de Taiwan, em um ambiente ainda marcado por apetite por risco.
No Japão, os ativos reagiram às crescentes especulações de que a primeira-ministra Sanae Takaichi pode convocar eleições antecipadas para a Câmara Baixa, possivelmente já em 8 de fevereiro. O cenário político elevou as expectativas de estímulos fiscais adicionais, impulsionando as ações a novas máximas, enquanto os rendimentos dos títulos públicos avançaram para níveis inéditos e o iene acelerou sua depreciação frente às principais moedas.
Apesar do otimismo inicial dos mercados, traders alertam que, mesmo em caso de vitória mais ampla na Câmara Baixa, Takaichi ainda precisará formar uma coalizão com partidos da oposição na Câmara Alta para viabilizar qualquer mudança legislativa relevante, o que limita a previsibilidade do cenário político no médio prazo.
Segundo Masahiko Loo, da State Street Investment Management: "Qualquer rompimento acentuado e decisivo abaixo do nível de 161 (para o iene) poderia desencadear uma nova intervenção para conter a volatilidade excessiva… Nesse cenário, as expectativas de um aumento da taxa de juros pelo Banco do Japão podem ser antecipadas para abril, potencialmente servindo como um ponto de inflexão para a dinâmica cambial."
Na China, os mercados acionários tiveram desempenho misto. O China A50 FTSE:XIN9 e o Shanghai SSE:000001 encerraram em baixa, enquanto Shenzhen SZSE:399001 e Hang Seng HSI:HSI avançaram moderadamente. Dados divulgados na madrugada mostraram que o país fechou 2025 com superávit comercial recorde de quase US$ 1,2 trilhão, impulsionado principalmente pela expansão das exportações para mercados fora dos Estados Unidos, em meio à intensificação das pressões comerciais do governo Trump.
Olhando para 2026, cresce a preocupação das autoridades chinesas sobre até quando o setor externo será capaz de compensar a prolongada crise do mercado imobiliário e a fraqueza da demanda doméstica, em um modelo cada vez mais dependente da exportação de produtos a preços competitivos.
No Pacífico, o índice australiano ASX ASX:XJO subiu 0,1%, sustentado pelo bom desempenho das mineradoras, enquanto o setor financeiro operou no campo negativo, limitando ganhos mais expressivos do mercado local.
A prata continua sendo um mercado de compra em baixas? A prata está subindo novamente após o IPC básico dos EUA surpreender negativamente. Isso puxou os rendimentos dos EUA e o dólar para baixo, e essa combinação está apoiando os metais preciosos.
Outros fatores fundamentais favoráveis também continuam em vigor. As tensões geopolíticas na Venezuela e no Irã continuam, e a pressão do Departamento de Justiça sobre Jerome Powell, do Fed, está ajudando a manter um preço mínimo.
O próximo risco no curto prazo é a decisão de amanhã da Suprema Corte dos EUA sobre as tarifas do presidente Trump. Se as tarifas forem derrubadas, isso poderá desencadear uma realização de lucros na prata e no ouro após uma forte alta. Dito isso, os funcionários de Trump já sinalizaram rotas alternativas para reintroduzir as tarifas, então qualquer movimento inicial pode ser uma oportunidade de compra em quedas.
A primeira área a ser observada nas quedas é a zona anterior de rompimento e consolidação em torno de 86,00 a 86,50. Se os compradores defenderem essa região, isso manterá a estrutura de curto prazo intacta e deixará espaço para outra tentativa em 89,11, com uma quebra clara abrindo as portas para um teste psicológico de 90,00.
Se a retração se aprofundar, a próxima faixa de suporte fica em torno de 84,00 a 85,00, onde o preço havia parado anteriormente antes de acelerar para cima.
Morning Call - 12/01/2026 - Trump ataca Powell - Ouro em MáximaAgenda de Indicadores:
8:25 – BRA – Boletim Focus
15:00 – USA – Leilão de Treasury de 3 anos
15:00 – USA – Leilão de Treasury de 10 anos
Agenda de Autoridades:
14:30 – USA – Raphael Bostic, do Fed de Atlanta (Não Vota), moderará um debate em um evento organizado pelo Rotary Club de Atlanta.
14:45 – USA – Thomas Barkin, do Fed de Richmond (Não Vota), falará no Fórum de Previsão Econômica da Associação de Banqueiros da Carolina do Norte.
20:00 – USA – John Williams, do Fed de Nova York (Vota), fará o discurso de abertura no evento da Série C. Peter McColough sobre Economia Internacional, organizado pelo Conselho de Relações Exteriores.
Brasil
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Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLG2026
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — operam em forte baixa, pressionados pela escalada do conflito institucional entre o presidente Donald Trump e o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, aumentando a percepção de risco político sobre a condução da política monetária.
Payroll: O relatório de emprego dos Estados Unidos reforçou a leitura de que o Fed deve manter os juros inalterados no curto prazo. Em dezembro, foram criadas 50 mil vagas, abaixo da expectativa de 70 mil, enquanto a taxa de desemprego recuou para 4,4%, ante 4,6% em novembro. O conjunto dos dados indica desaceleração do mercado de trabalho, mas ainda sem sinais claros de deterioração abrupta.
Tarifas de Importação: A Supreme Court of the United States deverá se pronunciar no dia 14 de janeiro sobre a legalidade das tarifas globais impostas por Trump, um evento com potencial relevante para o cenário fiscal, inflacionário e para os mercados de risco.
Temporada de Balanços: A safra de resultados do quarto trimestre será aberta pelos grandes bancos americanos:
JPMorgan Chase (amanhã);
Bank of America, Citigroup e Wells Fargo (quarta-feira);
Goldman Sachs e Morgan Stanley (quinta-feira).
Na CME, os contratos futuros indicam 95% de probabilidade de manutenção da taxa de juros na reunião de janeiro do Fed.
Atritos entre Powell e Trump
O presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, revelou neste domingo que o Fed recebeu intimações do Departamento de Justiça na semana passada, relacionadas a declarações feitas por ele ao Congresso no verão passado. As intimações dizem respeito aos custos excedentes de um projeto de reforma de US$ 2,5 bilhões no complexo da sede do Fed, em Washington — uma iniciativa que Powell classificou como um “pretexto” para que Donald Trump amplie sua influência sobre a política de juros do banco central.
“Na sexta-feira, o Departamento de Justiça entregou ao Federal Reserve intimações de um grande júri, ameaçando uma acusação criminal relacionada ao meu depoimento perante o Comitê Bancário do Senado em junho passado”, afirmou Powell. “Essa ação sem precedentes deve ser vista à luz das ameaças e da pressão contínua do governo por taxas de juros mais baixas e, de forma mais ampla, por maior influência sobre o Fed.”
Segundo ele, “essa nova ameaça não tem a ver com meu depoimento de junho, nem com a reforma dos prédios do Federal Reserve. Tampouco tem relação com o papel de supervisão do Congresso. Esses são pretextos. A ameaça de acusações criminais é consequência direta do Federal Reserve definir as taxas de juros com base em nossa melhor avaliação do que é melhor para o público, e não de acordo com as preferências do presidente.”
No Senado, o republicano Thom Tillis, responsável pela análise dos indicados presidenciais ao Fed, afirmou que a ameaça de indiciamento coloca em risco a “independência e a credibilidade” do Departamento de Justiça. Tillis declarou ainda que se oporá a quaisquer indicações de Trump para o Fed — incluindo a escolha do sucessor de Powell na presidência da instituição — “até que essa questão legal seja totalmente esclarecida”.
Powell, que foi nomeado presidente do Federal Reserve por Trump em 2018, encerra seu mandato como presidente em maio. No entanto, seu mandato de 14 anos como membro do Conselho de Governadores vai até 2028, o que lhe permite permanecer na instituição e potencialmente dificultar os planos da Casa Branca para remodelar a liderança do banco central.
Reação dos mercados:
O dólar americano recua frente às principais moedas, enquanto ouro e prata avançam para novas máximas históricas. As ações em Nova York operam em queda de até 1% no pré-mercado, e a ponta mais longa da curva de juros apresenta abertura, refletindo aumento do prêmio de risco institucional.
“As revelações desta noite representam uma escalada dramática nos esforços do governo para minar o Fed e podem desencadear uma série de consequências não intencionais que vão diretamente contra os objetivos declarados do presidente Trump”, afirmou Karl Schamotta, estrategista-chefe de mercado da Corpay, em Toronto.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam majoritariamente em baixa nesta segunda-feira. A exceção é o mercado alemão, com o DAX 40 ACTIVTRADES:GER40 e o MDAX ACTIVTRADES:GERMID50 sustentados pelo desempenho positivo das ações da Siemens e da Rheinmetall, ligadas aos setores de tecnologia e defesa.
O setor financeiro lidera as perdas, pressionado pelo apelo do presidente Donald Trump por um teto temporário para as taxas de juros de cartões de crédito. As ações do Barclays caem 4,5%, atingindo o menor nível em quase um mês, enquanto o HSBC recua cerca de 1%. Na sexta-feira, Trump defendeu a imposição de um limite de 10% para as taxas de juros dos cartões de crédito por um período de um ano, a partir de 20 de janeiro, sem detalhar os mecanismos de implementação.
O ambiente de aversão ao risco também foi reforçado pela busca por ativos considerados seguros, após assessores de Trump ameaçarem indiciar Jerome Powell por comentários feitos ao Congresso sobre um projeto de reforma de um prédio. Powell afirmou que a iniciativa representa uma tentativa de influenciar a política monetária.
No noticiário corporativo, as ações da AstraZeneca recuam quase 1% após a empresa perder sua posição no Nasdaq-100. Em contraste, a biotecnológica francesa Abivax dispara 22,8%, depois que seu CEO afirmou que grandes farmacêuticas não podem ignorar o potencial de seu medicamento experimental para o tratamento de doenças inflamatórias intestinais.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados asiáticos iniciam a semana em alta, com os índices Nikkei TVC:NI225 do Japão e Kospi TVC:KOSPI da Coreia do Sul registrando novas máximas históricas. O movimento acompanha o viés positivo das bolsas americanas na última sexta-feira, em um cenário considerado ideal para os mercados acionários: um mercado de trabalho que mostra sinais de estagnação — reforçando a perspectiva de cortes de juros — combinado a um consumo resiliente, que sustenta a tese de crescimento econômico robusto.
Apesar do tom construtivo, o movimento de rotação de carteiras é nítido, com as ações de semicondutores passando por uma pausa após os fortes ganhos recentes. Os traders buscam agora oportunidades em empresas que ficaram mais para trás em termos de valorização nos últimos meses.
Nas demais praças da região — Shenzhen SZSE:399001 , Hang Seng HSI:HSI , China A50 FTSE:XIN9 , Shanghai SSE:000001 , TWSE 50 FTSE:TW50 e ASX ASX:XJO — os índices também registraram altas consistentes, embora sem renovação de máximas históricas.
Operação XAG/USD (PARCIAL+TIROU NA CONDUÇÃO E SEGUIU VIES)📈 XAGUSD (Prata) – Compra em IFVG HTF | Contexto Técnico + Macro
Essa operação na Prata (XAGUSD) foi uma compra baseada em confluência técnica de HTF com contexto macro bullish para commodities.
No pano de fundo, o mercado vinha precificando um cenário de incerteza no dólar, especialmente no curto prazo. No início de 2025, eventos geopolíticos relevantes (como a operação envolvendo a Venezuela) ajudaram a sustentar uma narrativa de risco, ainda que moderada, favorecendo ativos de proteção e commodities como ouro e prata.
Esse ambiente macro reforçava o viés comprador, principalmente após correções mais profundas.
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📍 Contexto Técnico – Liquidez e POI HTF
Tecnicamente, o preço:
• Capturou o fundo do primeiro dia
• Em seguida, capturou o fundo do dia 05/01/2026
• No dia 08/01, após essa varredura de sell-side liquidity, o mercado chegou a uma região macro de IFVG + IFVG em HTF, ainda não mitigada
Após testar esse POI institucional:
• O preço reclamou o nível
• Voltou a trabalhar acima da captura
• Demonstrou defesa clara do POI, validando a região como zona de interesse institucional
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📍 Confirmação Estrutural (HTF → LTF)
Depois da reação no POI macro, o mercado:
• Passou a quebrar estruturas de alta
• Gerou displacement bullish
• Deixou Inverse Fair Value Gaps (IFVGs) no movimento de expansão
Esse comportamento confirmou mudança de fluxo de ordens para compra, alinhando perfeitamente macro + técnico.
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📍 Execução – Entry Model
A entrada seguiu o modelo ICT clássico:
• Compra no reteste do IFVG em LTF
• Stop logo abaixo do próprio IFVG
• Stop curto e agressivo, porém tecnicamente válido dentro do contexto
Mesmo com risco elevado:
• O preço respeitou o POI
• Prosseguiu com o movimento
• Continuou quebrando estruturas altistas
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📍 Gestão da Operação
Durante o desenvolvimento:
• Fiz parcial após nova quebra de estrutura
• Ajustei a posição para 0x0 (BE)
O mercado:
• Realizou uma correção mais profunda
• Voltou exatamente ao meu preço de entrada
• Me retirou da operação na condução
• E, logo depois, seguiu para o alvo principal, respeitando totalmente o contexto
Importante destacar que o movimento ganhou aceleração adicional com a divulgação do Payroll na sexta-feira, reforçando o fluxo comprador em commodities e confirmando a leitura direcional.
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📍 Erro Identificado
❌ Erro de condução, não de leitura nem de entrada.
O ajuste para 0x0 foi prematuro.
O correto teria sido:
• Manter o stop abaixo do Order Block / estrutura anterior
• Permitir que o preço respirasse dentro do fluxo
• Conduzir o trade respeitando a estrutura, não apenas o preço de entrada
O mercado reagiu exatamente no Order Block, região que teria protegido a posição.
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📍 Aprendizado (ICT View)
✅ Contexto macro alinhado
✅ Liquidez bem trabalhada
✅ PD Array HTF respeitado
✅ Entrada técnica válida
⚠️ Condução precisa respeitar estrutura, não ansiedade
📌 Regra reforçada:
BE cedo demais transforma trade vencedor em trade neutro.
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🎯 Conclusão
O contexto estava correto.
A leitura técnica e macro estavam alinhadas.
O mercado entregou exatamente o movimento esperado.
O ajuste necessário está na gestão pós-entrada.
Erro anotado, aprendizado consolidado e processo refinado.
A extrema volatilidade da prata deve continuarA extrema volatilidade da prata deve continuar
A Goldman Sachs afirma que a prata deve permanecer altamente volátil, pois os estoques em Londres estão excepcionalmente baixos.
Com menos metal disponível, os preços podem oscilar acentuadamente com mudanças relativamente pequenas na demanda ou no posicionamento. Isso também aumenta o risco de movimentos de compressão, o que pode ajudar a explicar as oscilações exageradas acima de US$ 70 observadas recentemente no mercado.
O Goldman acrescenta que a volatilidade pode funcionar em qualquer direção. Até que os estoques sejam repostos e as condições de negociação se normalizem, a prata provavelmente continuará muito sensível a novas notícias e fluxos.






















