DAX Ultrapassa 25.000 Pontos Impulsionado pelo Setor de Defesa
O DAX ultrapassou pela primeira vez a marca dos 25.000 pontos nesta quarta-feira, dando continuidade ao forte arranque de 2026. O principal índice alemão foi impulsionado sobretudo pela perspetiva de um aumento significativo dos gastos do governo em defesa e infraestrutura, o que reforçou as expectativas de uma recuperação da economia alemã. Adicionalmente, os desenvolvimentos geopolíticos na Venezuela, após o ataque dos EUA e a captura de Nicolás Maduro, alimentaram a expectativa de queda nos preços do petróleo, um fator positivo para a economia global por aliviar pressões inflacionárias e abrir espaço para futuros cortes nas taxas de juro, sustentando assim o otimismo dos investidores.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Venezuela
Crise na Venezuela Impulsiona Preços do Ouro
Os preços do ouro subiram ligeiramente nas primeiras negociações de terça-feira, depois de terem registado ganhos superiores a 2% na sessão anterior. O metal precioso continua a ser apoiado por expectativas cada vez mais dovish em relação à Reserva Federal, após a divulgação de dados fracos dos PMIs da indústria transformadora dos EUA, que reforçaram as preocupações de que a maior economia do mundo possa estar a abrandar e alimentaram as expectativas de cortes nas taxas de juro. A procura por ativos de refúgio também aumentou na sequência dos acontecimentos do fim de semana na Venezuela e das declarações subsequentes do Presidente Trump, que pareceram indicar a possibilidade de ações militares semelhantes noutros países. Neste contexto, não é surpreendente ver os preços do ouro a subir, com margem para novos ganhos. Ainda assim, é provável que os traders se mantenham cautelosos antes de assumirem posições longas de maior dimensão, aguardando a divulgação dos dados do mercado de trabalho dos EUA na sexta-feira, que se perfilam como um evento-chave para a formação de expectativas em torno da trajetória da política monetária da Fed.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
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WTI recua ligeiramente após intervenção na Venezuela
Os preços do petróleo WTI caíram mais de 1,5% no início da negociação de segunda-feira e encontram-se atualmente em torno dos 56,40 dólares por barril. A reação inicial dos mercados financeiros à intervenção dos EUA na Venezuela foi de otimismo cauteloso, refletindo a expectativa de que a remoção do presidente venezuelano possa conduzir a um realinhamento político do país em direção à esfera de influência norte-americana. No curto prazo, sobretudo no que diz respeito às exportações de petróleo, o cenário parece ser, em grande medida, de continuidade do status quo. A Venezuela detém cerca de 17% das reservas de petróleo do mundo, mas nos últimos anos a sua capacidade de extração e refinação de crude deteriorou-se significativamente. A produção atual é estimada em menos de um milhão de barris por dia, com aproximadamente metade a ser exportada — o que representa menos de 1% da oferta global. Neste contexto, e tendo em conta que, ainda antes do fim de semana, os analistas já antecipavam um excesso de oferta nos mercados globais de petróleo em 2026, a atual queda de preços não é surpreendente, com a perspetiva de médio prazo de uma maior entrada de petróleo venezuelano no mercado global a acentuar esta dinâmica.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
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O Que se Esconde Por Trás da Saída da Chevron da Venezuela?Em uma manobra geopolítica surpreendente, a administração Trump revogou a licença da Chevron para operar na Venezuela, com efeito a partir de 1º de março. Esta decisão representa uma ruptura drástica com a política da era Biden, que havia permitido condicionalmente as operações da Chevron para incentivar eleições livres no país em crise. Além de punir a Venezuela por não cumprir marcos democráticos, a medida reflete uma estratégia mais ampla dos EUA para fortalecer a produção doméstica de petróleo e reduzir a dependência de fontes estrangeiras de energia. A Chevron, um gigante com mais de um século de história na Venezuela, agora enfrenta a perda de uma fonte vital de receita, levando-nos a refletir sobre a delicada dança entre a ambição corporativa e as agendas nacionais.
Os impactos para a Venezuela são profundos e perigosos. A Chevron representava quase um quarto da produção de petróleo do país, e sua saída deve reduzir a receita venezuelana em US$ 4 bilhões até 2026. Esse golpe econômico ameaça reacender a inflação e desestabilizar um país que já luta para se recuperar, expondo os intrincados laços entre a presença corporativa dos EUA e os estados sancionados. Para a Chevron, a revogação transforma um ativo outrora lucrativo em um passivo geopolítico, colocando a empresa diante de um teste de resiliência de alto risco. Esse choque de interesses nos desafia a considerar o verdadeiro custo de operar à sombra da volatilidade política.
No cenário global, essa decisão reverbera nos mercados de energia e nos corredores diplomáticos. Os preços do petróleo já reagiram, sinalizando um possível aperto na oferta. Ao mesmo tempo, o destino de outras empresas estrangeiras na Venezuela está em risco, ameaçado pelas sanções secundárias. À medida que os EUA adotam uma postura mais confrontadora, o setor energético se prepara para uma transformação, com consequências para alianças geopolíticas e segurança energética no mundo todo. A saída da Chevron é apenas um peão em um jogo estratégico mais amplo, ou anuncia uma mudança sísmica nas dinâmicas de poder globais? A resposta pode redefinir os limites da energia e da influência nos próximos anos.



