USIMINAS-USIM5 QUE PREJUIZO FOI ESTE?USIMINAS-USIM5 QUE PREJUIZO FOI ESTE?
ANÁLISE PROFUNDA DOS RESULTADOS DA USIMINAS NO 3T25: IMPAIRMENT, RISCO REGULATÓRIO E RESILIÊNCIA DE CAIXAI. SÍNTESE EXECUTIVA: O RESULTADO CONTÁBIL VS. A REALIDADE OPERACIONALO terceiro trimestre de 2025 (3T25) da Usiminas – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S.A. – foi caracterizado por uma marcante dissociação entre os resultados apresentados na Demonstração do Resultado (DRE) e a performance subjacente operacional e de liquidez da Companhia. Enquanto o balanço e a geração de caixa se fortaleceram significativamente, o Lucro Líquido foi revertido em um prejuízo bilionário, o pior registrado pela Companhia desde 2017.1O Prejuízo Líquido Consolidado atingiu $(R\$3.503)$ milhões no 3T25, revertendo o lucro líquido de R$ 128 milhões apurado no trimestre imediatamente anterior (2T25).2 Este resultado negativo não foi impulsionado por um declínio na performance de curto prazo ou por problemas de liquidez, mas sim pela contabilização de um evento não recorrente de aproximadamente $R\$3.6$ bilhões.1Os componentes desta perda não recorrente são de natureza puramente contábil e não afetam o caixa da empresa no período.1 O valor total do ajuste resultou da soma de uma perda por Impairment (desvalorização) de ativos operacionais no montante de $R\$2.226$ milhões e um ajuste negativo de $R\$1.4$ bilhão referente à avaliação de recuperabilidade de Ativos Fiscais Diferidos.2 Este ajuste é uma manifestação formal da reavaliação de longo prazo sobre a capacidade futura de geração de caixa dos ativos, principalmente na unidade de Siderurgia, frente a um ambiente competitivo estruturalmente deteriorado.Em contraste direto com o prejuízo contábil, a performance operacional recorrente e a gestão financeira demonstraram notável robustez. O EBITDA Ajustado Consolidado foi de $R\$434$ milhões no 3T25, representando um crescimento de 6,4% em relação aos $R\$408$ milhões registrados no 2T25.1 Se o efeito contábil de $R\$3.6$ bilhões fosse excluído, o Lucro Líquido Recorrente (Pro Forma) do trimestre seria positivo, estimado em cerca de $R\$123$ milhões.4Do ponto de vista financeiro, o trimestre foi um destaque de excelência em gestão de capital. A Companhia registrou o maior Fluxo de Caixa Livre (FCF) dos últimos dois anos, totalizando $R\$613$ milhões positivos, impulsionado por uma expressiva redução no Capital de Giro.1 Consequentemente, a Dívida Líquida apresentou uma redução acentuada de 69% em relação ao 2T25, encerrando o período em $R\$327$ milhões. Este resultado levou o índice de alavancagem (Dívida Líquida/EBITDA Ajustado LTM) ao patamar de 0,16x, o mais baixo desde o final de 2023.1O evento contábil bilionário, portanto, não sinaliza uma crise operacional ou de liquidez de curto prazo, mas sim uma formalização do pessimismo quanto ao ambiente de mercado de longo prazo, particularmente a pressão sobre preços e volumes causada pela persistente competição desleal de importações.II. ANATOMIA DO EVENTO NÃO RECORRENTE DE R$ 3,6 BILHÕESO prejuízo líquido reportado no 3T25 é predominantemente um reflexo da aplicação do princípio contábil da recuperabilidade de ativos, conforme estabelecido pelo CPC 01 (Redução ao Valor Recuperável de Ativos) e a norma internacional IAS 36 (Impairment of Assets). A administração foi obrigada a realizar um teste de impairment devido aos indicadores de mercado que sinalizavam a possibilidade de o valor contábil dos ativos exceder seu valor recuperável.5A Aplicação do Teste de Recuperabilidade (Impairment)O gatilho primário para a realização desta reavaliação de longo prazo foi a deterioração acelerada das condições concorrenciais no mercado de aços planos no Brasil.4 A presença contínua de volumes recordes de importações de aço em condições de competição desleal forçou a Companhia a revisar as projeções de fluxo de caixa futuro descontado (Valor em Uso) para suas Unidades Geradoras de Caixa (UGCs).O Impairment de Ativos, totalizando $R\$2.226$ milhões 2, representa a diferença entre o valor contábil dos ativos de longo prazo e seu valor recuperável revisado. Este ajuste reflete que o valor econômico futuro esperado da principal unidade de negócios da Companhia, a Siderurgia, é inferior ao seu custo histórico registrado no balanço.Esta desvalorização é uma admissão formal e auditada de que as premissas de precificação e volume de vendas de longo prazo para os ativos da Siderurgia foram significativamente reduzidas. A perda de valor não está ligada a falhas na gestão operacional corrente – que, como será detalhado, demonstra melhorias – mas sim a um risco externo crônico: a ineficácia regulatória em proteger o mercado local. O impairment funciona como um sinal poderoso para o mercado e os formuladores de políticas de que a capacidade de capitalização e a viabilidade de longo prazo da indústria nacional estão sendo corroídas pela concorrência predatória.Ajuste de Ativos Fiscais Diferidos (AFD)O segundo componente significativo da perda contábil foi o ajuste negativo de $R\$1.4$ bilhão na recuperabilidade dos Ativos Fiscais Diferidos.1Os AFDs representam créditos fiscais que só podem ser realizados se a empresa gerar lucro tributável suficiente no futuro. O Lucro (Prejuízo) Líquido acumulado no período de nove meses encerrado em 30 de setembro de 2025 (9M25) foi de $(R\$3.038.716)$ mil no consolidado.3 Quando a Companhia realiza um impairment em seus ativos operacionais, isso implica uma redução nas projeções de rentabilidade futura (Valor em Uso da UGC). Consequentemente, a probabilidade de realizar integralmente esses créditos fiscais diminui.A baixa dos AFDs segue, portanto, a lógica da desvalorização dos ativos operacionais. Se a projeção de rentabilidade é comprometida pela pressão de mercado, a certeza da realização dos créditos fiscais também deve ser reavaliada para ser conservadora.Performance Recorrente (Pro Forma)É essencial isolar a performance operacional recorrente da Companhia, excluindo estes lançamentos de natureza não monetária.
📊 Resultados 3T25 Simplificados (R$ Milhões)
💰 Receita Líquida: R$ 6.604,2M (estável vs. 2T25 📆)
🧮 Lucro Bruto: R$ 446,5M (leve queda 📉)
⚙️ Lucro Operacional: R$ 156,5M (recuperação após ajustes 🔧)
🚫 Impairment de Ativos: R$ 2.226,3M (ajuste não recorrente 🛠️)
💸 Resultado Financeiro: R$ -89,6M (vs. +R$ 145,4M no 2T25 💱)
🧾 IR e CS (estimado): R$ 54,5M (impacto positivo 💡)
📉 Lucro Líquido: R$ 122,9M (virada positiva 🔄)
📊 EBITDA Ajustado: R$ 434,0M (crescimento consistente 📈)
A análise pro forma demonstra que, desconsiderando os ajustes de desvalorização e impostos diferidos, a Companhia teria reportado um Lucro Líquido de aproximadamente $R\$123$ milhões, um valor que está em linha com o resultado do 2T25 ($R\$128$ milhões) e que reflete a resiliência operacional alcançada no período.2III. AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO OPERACIONAL RECORRENTE (EX-IMPAIRMENT)Apesar dos ventos contrários do mercado e do ajuste contábil, o desempenho operacional medido pelo EBITDA ajustado e pela eficiência de custos demonstrou melhora sequencial no 3T25.Análise Consolidada e de CustosO EBITDA Ajustado Consolidado atingiu $R\$434$ milhões, o que representa um aumento de 6,4% em relação ao trimestre anterior (2T25: $R\$408$ milhões).1 Esta performance positiva foi sustentada por um aumento no volume de vendas em ambos os segmentos de Aço e Minério de Ferro, acompanhado por uma significativa melhoria na eficiência de custos da Siderurgia.3A Companhia conseguiu registrar uma redução de 3% no Custo dos Produtos Vendidos por tonelada (CPV/t).3 Este resultado é crítico, pois indica que os ganhos de eficiência resultantes da reforma e do ramp-up do Alto-Forno 3 em Ipatinga, que estava em andamento desde o final de 2023 3, estão se materializando na estrutura de custos. Os menores preços das matérias-primas também contribuíram para a queda do CPV/t, compensando os efeitos negativos de Preço/Mix de vendas que foram observados.3Segmento SiderurgiaA unidade de Siderurgia, a mais exposta à competição desleal, demonstrou capacidade de sustentar volumes e eficiência. O volume de vendas de aço (1.104 kt) cresceu 2% em relação ao 2T25.3 As vendas no Mercado Interno, segmento mais rentável, alcançaram 991 mil toneladas, um aumento de 2,3% T/T, sinalizando uma demanda resiliente por parte dos clientes da Usiminas.2 A Receita Líquida do segmento manteve-se estável, alcançando $R\$6.6$ bilhões.2O esforço para reduzir o CPV/t na Siderurgia representa a capitalização dos investimentos estratégicos realizados ($R\$2.7$ bilhões no Alto-Forno 3).3 O momento em que a Companhia atinge a eficiência máxima de produção, com custos mais baixos, coincide com a formalização da desvalorização de seus ativos. Esta situação demonstra que a maximização da eficiência interna está sendo neutralizada pela predação de preço no mercado doméstico, transformando o impairment em um custo do ambiente de mercado desprotegido.Segmento Mineração (MUSA)O segmento de Mineração, operado pela Mineração Usiminas S.A. (MUSA), atuou como um fator de estabilidade e crescimento do resultado recorrente. O volume de vendas de Minério de Ferro atingiu 2,5 milhões de toneladas no 3T25, o maior volume trimestral desde o 4T21.3A Receita Líquida/t na Mineração aumentou, impulsionada pelos maiores preços internacionais de referência (IODEX 62% Fe CFR China) e pela aplicação de menores descontos por qualidade.2 O EBITDA Ajustado da Mineração alcançou $R\$130$ milhões, um aumento de 13% em relação ao trimestre anterior (2T25: $R\$115$ milhões), com margem de 14%.2 A Mineração, atuando em um mercado de commodity global, contrasta com a Siderurgia, onde a perda de valor está concentrada nos ativos de transformação expostos à concorrência desleal.IV. CONTEXTO MACRO E RISCO COMPETITIVO: O FUNDAMENTO DO IMPAIRMENTO registro da perda por desvalorização não é um evento isolado, mas sim a manifestação contábil da persistente e crescente crise de competição desleal que afeta a indústria siderúrgica brasileira, atuando como o principal risco estrutural de longo prazo.Escalada da Competição DeslealA Usiminas tem reiterado sua preocupação com o volume excessivo de importações, principalmente de aço de origem chinesa, que chega ao Brasil em condições de dumping e afeta diretamente a precificação e os volumes de venda no mercado interno.4O volume importado de aços planos cresceu 33,1% nos nove primeiros meses de 2025 em comparação com o mesmo período de 2024.4 A Companhia considera que o sistema de cotas-tarifa implementado em junho de 2024 (e renovado em 2025) foi ineficaz em conter o problema.3 O registro do impairment atua como um cálculo formal, inserido no balanço, que incorpora o risco de que os preços futuros do aço no Brasil serão permanentemente pressionados por volumes subsidiados, comprometendo a rentabilidade e o Valor em Uso dos ativos a longo prazo.Reconhecimento Oficial da Prática de DumpingA gravidade do cenário foi formalmente reconhecida através das investigações preliminares de antidumping conduzidas pelo governo brasileiro. Esses relatórios preliminares constataram a prática de dumping com margens significativas, chegando a até BMV:US \$624/t$ para laminados a frio e BMV:US \$575/t$ para revestidos.3Embora a prática e o dano à indústria tenham sido comprovados, a administração observa que a não aplicação preliminar de uma medida efetiva de defesa comercial coloca o Brasil na contramão de outras grandes economias. A Usiminas cita o precedente de mercados como Estados Unidos, Europa e México, que têm implementado medidas robustas para garantir um ambiente competitivo justo.4A decisão de efetuar o impairment reflete, portanto, uma incorporação prudente do risco regulatório futuro. A Companhia está contabilmente refletindo a probabilidade de que, sem uma resposta regulatória eficaz, a rentabilidade esperada para a UGC de Siderurgia será cronicamente baixa, levando à baixa do valor contábil dos ativos fixos. Esta baixa não é apenas um ajuste financeiro, mas sim uma sinalização da destruição de valor imposta pela falta de isonomia competitiva.Impactos Amplos na Cadeia de ValorO risco transcende o setor siderúrgico. Setores chave clientes da Usiminas também são impactados por importações excessivas. Dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) indicaram que o emplacamento de veículos leves importados cresceu 10,8% nos primeiros nove meses de 2025, em comparação com 2024, enquanto os veículos nacionais cresceram apenas 1,6%.4 Da mesma forma, a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) reportou alta acumulada anual de 9,1% nas importações do setor, com um déficit comercial de BMV:US \$12.9$ bilhões em 2025.4 A pressão sobre a cadeia de valor industrial brasileira agrava o cenário, reduzindo a demanda e a capacidade de repasse de preços para o aço.V. ANÁLISE DE LIQUIDEZ E ESTRUTURA DE CAPITALEm um trimestre dominado pelo prejuízo contábil, a gestão da estrutura de capital e da liquidez da Usiminas destacou-se, demonstrando resiliência financeira que mitiga o impacto da baixa de ativos.Geração de Caixa e FCFO Fluxo de Caixa Livre (FCF) alcançou $R\$613$ milhões positivos, o que representa a maior geração de caixa livre em dois anos.1 Este resultado positivo foi primariamente consequência da eficiente gestão e liberação de Capital de Giro, que totalizou uma redução de $R\$586$ milhões no trimestre.4 O FCF é a métrica fundamental de saúde da Companhia, pois prova que o prejuízo contábil, por ser de natureza não monetária, não afeta a capacidade da Usiminas de honrar compromissos, investir ou fortalecer seu balanço.O investimento (CAPEX) totalizou $R\$327$ milhões no 3T25 3, mantendo-se em níveis compatíveis com a manutenção e a continuidade dos investimentos estratégicos, demonstrando que o foco na eficiência operacional está sendo sustentado.Gestão da Dívida e Alavancagem HistóricaA Companhia executou uma gestão de dívida agressiva e bem-sucedida, focada na desalavancagem e no alongamento do perfil de amortização.3 A Dívida Líquida foi drasticamente reduzida em 69% em relação ao 2T25, encerrando o 3T25 em $R\$327$ milhões.1 Esta redução foi reflexo de:Redução da Dívida Bruta: A Companhia realizou o resgate antecipado dos Bonds remanescentes com vencimento em 2026, no valor de BMV:US \$206$ milhões (equivalente a $R\$1.1$ bilhão), utilizando recursos do caixa proveniente de uma emissão de Bonds realizada no início de 2025.3 Além disso, realizou o resgate antecipado da $1^{a}$ Série da $9^{a}$ Emissão de Debêntures no valor de $R\$160$ milhões.3Aumento da Posição de Caixa: O Caixa e Equivalentes de Caixa permaneceu robusto, totalizando $R\$6.036$ milhões.3A alavancagem financeira, medida pela relação Dívida Líquida/EBITDA Ajustado LTM (últimos doze meses), caiu para 0,16x (vs. 0,50x no 2T25), atingindo o menor patamar desde o final de 2023.1Tabela 2: Indicadores Chave de Estrutura de Capital (Consolidado - R$ Milhões)
📊 Métricas Financeiras – Evolução Trimestral
🗓️ 3T25 (30/09/2025) 💼 Caixa e Aplicações: R$ 6.036M 📉 Dívida Líquida: R$ 327K 💸 Fluxo de Caixa Livre (FCF): R$ 613K 📊 Alavancagem (DL/EBITDA LTM): 0,16x
🗓️ 2T25 (30/06/2025) 💼 Caixa e Aplicações: R$ 6.744M 📉 Dívida Líquida: R$ 1.046K 💸 Fluxo de Caixa Livre (FCF): R$ 281K 📊 Alavancagem: 0,50x
🗓️ 4T24 (31/12/2024) 💼 Caixa e Aplicações: R$ 5.954M 📉 Dívida Líquida: R$ 937K 💸 FCF: N/A 📊 Alavancagem: 0,58x
O forte posicionamento de caixa e a mínima alavancagem demonstram que a Usiminas priorizou a fortificação do balanço para resistir a um cenário de estresse prolongado no mercado de aço. O balanço robusto, sustentado pela disciplina financeira, foi inclusive citado pela Administração como um fator que poderia possibilitar a deliberação de distribuição de dividendos ainda em 2025, apesar do resultado contábil negativo.1VI. CONCLUSÃO E RECOMENDAÇÕES ESTRATÉGICASO resultado reportado pela Usiminas no 3T25 é uma clara materialização de um risco estratégico e regulatório, e não de uma crise operacional ou de liquidez. O prejuízo líquido de $R\$3.5$ bilhões, impulsionado pelo impairment e pelo ajuste de AFDs (totalizando $R\$3.6$ bilhões), representa um evento não caixa que formaliza a baixa do valor contábil dos ativos de Siderurgia devido à expectativa de rentabilidade futura cronicamente deprimida pela competição desleal e pelo dumping.A análise da performance recorrente, no entanto, revela uma gestão eficiente e resiliente. O EBITDA Ajustado de $R\$434$ milhões (crescimento de 6,4% T/T) e a substancial redução do CPV/t na Siderurgia confirmam que a gestão interna está capitalizando os investimentos estratégicos (exemplo: Alto-Forno 3). O fato de o Lucro Líquido Pro Forma ser positivo ($R\$123$ milhões) evidencia a dissociação entre a contabilidade de longo prazo e a performance de curto prazo.O principal desafio da Companhia permanece no ambiente externo. A Usiminas está atingindo a eficiência máxima de custo em um momento em que essa vantagem é neutralizada pela entrada de aço subsidiado. O impairment atua como um poderoso sinal para os reguladores brasileiros sobre o custo da inação em face do dumping comprovado.3 A confiança da Companhia na aplicação de medidas efetivas de defesa comercial 4 deve ser monitorada, pois a tese de valor de longo prazo da Siderurgia depende intrinsecamente da correção dessas distorções competitivas.Do ponto de vista financeiro, a Usiminas encerrou o 3T25 em uma posição de força defensiva incomparável. O Fluxo de Caixa Livre recorde de $R\$613$ milhões e a alavancagem de 0,16x (Dívida Líquida/EBITDA LTM) 1 asseguram que a Companhia possui a liquidez e a flexibilidade necessárias para atravessar um período prolongado de pressão sobre as margens, mantendo a capacidade de honrar sua dívida e potencialmente remunerar acionistas.Recomenda-se que investidores e analistas mantenham o foco na capacidade de geração de Fluxo de Caixa Operacional e nos indicadores de eficiência de custos (CPV/t), em detrimento do resultado líquido contábil afetado por eventos não recorrentes. A Usiminas está blindada contra o risco de crédito, mas a destrava do valor de longo prazo dos seus ativos de Siderurgia está condicionada à resolução urgente e eficaz do risco regulatório e da competição desleal no mercado brasileiro.
Usiminas
"USIM5- Análise Consolidada de Resultados (2t 2025)"Análise Consolidada de Resultados e Valuation – USIMINAS (USIM5)
Data da Análise: Com base nos relatórios trimestrais do 1T24 ao 2T25.
Referência de Preço para Valuation: R$ 4,28 por ação.
1. Sumário Executivo
A Usiminas apresenta um caso de forte contraste entre sua saúde financeira interna e as severas adversidades do ambiente de mercado. Após uma notável recuperação no primeiro trimestre de 2025 (1T25), a companhia enfrentou uma drástica deterioração em seus indicadores de rentabilidade no segundo trimestre (2T25). A principal causa, apontada enfaticamente pela administração, é o volume recorde de importação de aço subsidiado, que pressionou os preços domésticos e corroeu as margens.
Apesar da queda operacional, a gestão financeira demonstrou resiliência, com redução expressiva da dívida líquida e manutenção de baixa alavancagem. Do ponto de vista de valuation, a cotação atual reflete um profundo pessimismo do mercado, negociando a empresa com múltiplos historicamente baixos, notadamente um P/VPA de apenas 0,20x. A tese de investimento na Usiminas, portanto, se resume a um conflito entre um valuation estatisticamente muito atrativo e um risco setorial e macroeconômico elevado e persistente.
2. Análise da Evolução dos Resultados Trimestrais
A trajetória dos últimos cinco trimestres ilustra a volatilidade do setor e a recente interrupção na recuperação da empresa.
Indicador (R$ milhões) 2T25 1T25 4T24 3T24 2T24
Receita Líquida 6.626 6.858 6.480 6.817 6.350
EBITDA Ajustado 408 733 518 426 247
Margem EBITDA 6,2% 10,7% 8,0% 6,3% 3,9%
Lucro (Prejuízo) Líquido 128 337 (117) 185 (100)
Margem Líquida 1,9% 4,9% N/A 2,7% N/A
Trajetória de Recuperação (Até 1T25): A Usiminas demonstrou uma clara recuperação em "V" do seu ponto mais baixo no 2T24, culminando em um EBITDA de R$ 733 milhões no 1T25, o melhor resultado do período.
A Interrupção no 2T25: O segundo trimestre de 2025 quebrou essa tendência positiva, com uma queda de 44% no EBITDA Ajustado e 62% no Lucro Líquido em relação ao trimestre anterior. A rentabilidade foi a mais afetada, com a margem EBITDA caindo quase pela metade.
3. Análise Qualitativa e Visão da Administração
A comunicação da empresa no 2T25 foi um forte sinal de alerta, focando em três pontos críticos:
A Ameaça Estrutural das Importações: Descrito como o principal fator para a deterioração dos resultados, o volume recorde de importação de aço no Brasil (28% do consumo aparente) mina o poder de precificação da indústria nacional. A administração classifica as medidas de defesa comercial do governo como "ineficazes" e clama por ações antidumping urgentes e concretas.
Cenário Macroeconômico Adverso: Fatores como a manutenção de juros elevados no Brasil e o risco de novas tarifas de exportação pelos EUA sobre a cadeia industrial brasileira adicionam camadas de incerteza sobre a demanda futura por aço.
Foco em Eficiência Interna: Diante do cenário externo hostil, a expectativa para o 3T25 é de uma melhora nas margens e no EBITDA, não por uma recuperação da receita, mas por uma "redução mais significativa do Custo por Tonelada (CPV/t)", fruto da queda no preço de matérias-primas e ganhos de eficiência operacional.
4. Análise Fundamentalista e Múltiplos de Valuation (Base: Cotação de R$ 4,28)
A análise dos múltiplos revela um profundo descasamento entre o valor contábil da empresa e seu valor de mercado.
Indicador Fundamentalista Valor Calculado
Valor Patrimonial por Ação (VPA) R$ 21,23
Lucro por Ação (LPA - U12M) R$ 0,42
Dívida Líquida / EBITDA (U12M) 0,50x
Múltiplo de Valuation Valor Calculado Análise e Comparativo Histórico
P/L (Preço/Lucro) 10,3x Razoável, mas reflete a baixa qualidade do lucro recente.
P/VPA (Preço/Valor Patrimonial) 0,20x Extremamente baixo. Indica que o mercado paga apenas 20 centavos por cada R$ 1 do patrimônio líquido da empresa. Múltiplos abaixo de 1,0x já sugerem subvalorização.
EV/EBITDA 3,1x Historicamente muito atrativo. Múltiplos abaixo de 5,0x para o setor industrial são raros e indicam profundo pessimismo ou uma oportunidade de valor.
5. Tese de Investimento: Otimismo vs. Pessimismo
A decisão de investir na Usiminas se baseia em qual narrativa o investidor acredita ser mais provável.
O Caso Otimista (Bull Case):
Valuation Deprimido: A ação está sendo negociada com um desconto massivo sobre seu valor patrimonial e múltiplos de geração de caixa.
Fortaleza Financeira: A alavancagem é muito baixa (0,50x), e a empresa é geradora de caixa, o que a torna resiliente para atravessar o ciclo de baixa.
Potencial de Reversão à Média: Qualquer melhora no cenário das importações (seja por ação do governo ou por mudanças no mercado global) pode destravar um valor significativo, fazendo os múltiplos convergirem para médias históricas mais altas.
O Caso Pessimista (Bear Case):
Armadilha de Valor ("Value Trap"): O baixo preço reflete riscos reais e estruturais. A empresa pode parecer barata, mas continuará barata (ou ficará mais) enquanto o problema das importações persistir.
Riscos Estruturais: A concorrência com o aço subsidiado não é um problema cíclico, mas sim estrutural, sem solução aparente no curto prazo.
Degradação Contínua: O cenário macroeconômico pode levar a uma queda ainda maior na demanda e nos resultados, tornando os múltiplos atuais uma miragem baseada em resultados passados que não se repetirão.
6. Conclusão Final
A Usiminas se encontra em uma encruzilhada. Por um lado, é uma empresa com balanço sólido, baixa alavancagem e um valuation que grita "oportunidade" sob a ótica da análise fundamentalista clássica. Por outro lado, está inserida em um ambiente de mercado hostil, com uma ameaça competitiva que mina sua capacidade de gerar lucro de forma sustentável.
O investimento na companhia hoje é uma aposta de que os problemas setoriais são temporários ou que o pessimismo do mercado foi exagerado. O risco é que esses problemas se provem estruturais, mantendo a empresa em um ciclo de baixa rentabilidade por um período prolongado.
USIM3 - 15 minutos - Reversão de tendência no curtíssimo prazo.📈 Análise Técnica USIM3 – 15 minutos
Contexto Geral:
O ativo vinha de uma forte queda anterior, demonstrada por candles de força vendedora com volume expressivo.
Agora está em fase de consolidação lateral, com leve tentativa de recuperação.
✅ Ponto de Entrada (Entry Buy):
Região de entrada marcada em 4,61 – 4,63
Este é o nível onde o preço está testando fundo anterior (faixa de suporte).
O candle de volume destacado indica início de fluxo comprador.
✅ Stop Loss:
Região de stop marcada em 4,58
Bem abaixo do fundo da lateralização, protegendo contra falso rompimento.
✅ Alvo Primário (Take Profit Inicial):
Alvo projetado em 4,87
Alvo visualmente alinhado com resistência anterior e gap deixado no gráfico.
✅ Padrão Técnico em Formação:
O preço fez um movimento de impulso de alta, seguido de um pullback (retração controlada), caracterizando possível padrão de continuação como:
“Bullish Flag” (Bandeira de Alta) ou
“Pullback Pós-Rompimento de Micro resistência”
✅ Confirmação por Volume:
Aumento do volume nas últimas barras, indicado com seta vermelha no gráfico.
Esse aumento de volume reforça a ideia de força compradora entrando após a consolidação.
✅ Estratégia Operacional Sugerida:
Entrada: Acima de 4,61
Stop: 4,58
Alvo Inicial: 4,87
Risco x Retorno Aproximado: 1,5:1 (adequado para day trade)
✅ Confirmações Adicionais que Reforçam o Setup:
Região de liquidez e congestão próxima.
Gap aberto a ser preenchido na região de 4,87-4,91 (motivador de fluxo comprador).
✅ Resumo Final:
O ativo USIM3 está configurando uma possível reversão de curto prazo, com estrutura técnica favorável para compras, desde que o preço sustente acima de 4,61 e confirme com volume na abertura.
"Usiminas tem prejuizo de 117 milhões , como fica USIM5?""Usiminas tem prejuízo de 117 milhões , como fica USIM5?"
No momento o ativo atuava com setup altista antes do mercado abrir.
Há uma tendência de fazer correção pois frustrou a expectativa de lucro em torno de 88 milhões.
O mercado precificava uma surpresa positiva no balanço. As médias estão um pouco distantes do preço o que demostrava isto.
O ativo pode buscar realização em R$ 5,47, R$ 5,32 .
"CSN- CSNA3 É UMA MONTANHA RUSSA""CSN- CSNA3 É UMA MONTANHA RUSSA"- o ativo é bastante volátil.
Fechou em 11,13 em cima da região de valor para entrar força compradora se o ativo estiver qualificado para o momento deste fato.
Temos a região de 9,74 como um pesadelo para quem está posicionado. A região acima de 12,57 seria a região da tranquilidade.
A empresa tem um histórico de sempre ter alavancagem muito alta.
"USIMINAS -atenção a média de 9 e alvo em 7,00 reais""USIMINAS -atenção a média de 9 e alvo em 7,00 reais"- a pancada foi forte após a divulgação de resultado do segundo trimestre e depois disto já subiu 16%.
Para operação de curto prazo atenção a média curta para que se ficar acima dela pode buscar 7,00 reais, e se perder esta região da média de 9 pode vir a buscar o fundo em 5,50 região.
Temos uma tolerância pequena para o ativo em função do guidance negativo e esta movimentação apresentada.
Usiminas em Foco: Desvendando os Impactos da Nova Tarifa do Aço Usiminas em Foco: Desvendando os Impactos da Nova Tarifa do Aço Chinês:
A Usiminas, gigante brasileira do setor siderúrgico, se encontra em um momento crucial, marcado pela implementação da nova tarifa sobre o aço importado da China. Essa medida, tomada pelo governo Lula, visa proteger a indústria nacional da concorrência desleal e impulsionar a produção interna. Para entender os impactos dessa medida na Usiminas, é necessário analisar os seguintes aspectos:
Contexto da Tarifa:
Competição Desleal: O aço chinês, subsidiado pelo governo chinês, era vendido no Brasil a preços abaixo do custo de produção nacional, gerando concorrência desleal para as siderúrgicas brasileiras, como a Usiminas.
Proteção da Indústria Nacional: A nova tarifa visa equilibrar as condições de concorrência, proteger os empregos no setor siderúrgico brasileiro e estimular a produção nacional de aço.
Medida Temporária: A tarifa é uma medida temporária, com duração prevista de 200 dias, enquanto o governo brasileiro busca soluções permanentes para a questão da concorrência desleal.
Impactos na Usiminas:
Aumento da Receita: A tarifa sobre o aço chinês deve levar a um aumento da receita da Usiminas, pois os preços do aço no mercado interno devem subir.
Melhoria da Lucratividade: O aumento da receita, combinado com a redução da concorrência desleal, pode levar a uma melhora da lucratividade da Usiminas.
Investimentos em Inovação: A Usiminas pode utilizar o aumento da receita para investir em inovação, modernização de seus processos e desenvolvimento de novos produtos.
Criação de Empregos: O aumento da produção interna de aço pode levar à criação de novos empregos no setor siderúrgico brasileiro.
Desafios e Considerações:
Impacto nos Consumidores: A elevação dos preços do aço no mercado interno pode impactar os consumidores finais, como empresas de construção civil e indústria automotiva.
Competitividade Global: A Usiminas precisa se manter competitiva no mercado global, mesmo com a proteção da tarifa, investindo em inovação e eficiência operacional.
Sustentabilidade: A empresa precisa buscar soluções sustentáveis para sua produção, reduzindo seus impactos ambientais e sociais.
Conclusão:
A nova tarifa sobre o aço chinês representa uma oportunidade para a Usiminas de aumentar sua receita, melhorar sua lucratividade e se fortalecer no mercado interno. No entanto, a empresa precisa estar atenta aos desafios da competitividade global, do impacto nos consumidores e da necessidade de adotar práticas sustentáveis. A capacidade da Usiminas de navegar por essas águas turbulentas e superar os desafios que enfrenta será fundamental para garantir seu sucesso a longo prazo.
Análise Detalhada: Investir na Usiminas exige uma análise detalhada dos impactos da nova tarifa do aço chinês, além da avaliação de sua saúde financeira, perspectivas de crescimento e capacidade de gestão.
Visão de Longo Prazo: O investimento na Usiminas deve ser considerado com uma visão de longo prazo, pois a empresa enfrenta desafios que podem impactar seus resultados no curto prazo.
Diversificação do Portfólio: É importante diversificar o portfólio de investimentos, incluindo empresas de diferentes setores e regiões, para mitigar os riscos e aumentar as chances de retorno positivo.
Acompanhamento Constante: Acompanhar as notícias e os eventos que impactam a Usiminas e o mercado siderúrgico é essencial para tomar decisões de investimento informadas.
Em resumo, a Usiminas se encontra em um momento de oportunidades e desafios com a implementação da nova tarifa sobre o aço chinês. A empresa precisa aproveitar essa oportunidade para se fortalecer no mercado interno, mas também precisa estar atenta aos desafios da competitividade global, do impacto nos consumidores e da necessidade de adotar práticas sustentáveis.
"#USIM5 RESULTADO ASSOMBRA O MERCADO ""#USIM5 RESULTADO ASSOMBRA O MERCADO "- o mercado ficou assustado com o resultado do 1º trimestre de 2024. O lucro foi pulverizado.
O potencial de queda sinalizado na seta azul indica que atingiu 100% da projeção. Mas o mercado gosta de exagerar nas correções para dar "uma lição" no ativo. Sendo assim não fica descartado a busca da região de 8,75 para dai fazer fundo.
"#USIMINAS-#USIM5- quer sequencia boa do 4º tri"A Usiminas, uma das principais produtoras de aços planos do Brasil, apresentou um desempenho notável no quarto trimestre de 2023. Aqui estão os principais destaques dos resultados do 4º trimestre de 2023:
Lucro Líquido: A Usiminas reportou um lucro líquido de R$ 974,5 milhões no quarto trimestre de 2023, revertendo um prejuízo líquido de R$ 838,8 milhões no mesmo período de 2022.
Ebitda Ajustado: O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado no 4T23 foi de R$ 625 milhões, um aumento de 8% em comparação com o mesmo período do ano anterior.
Receita Líquida: A receita líquida no 4T23 foi de R$ 6,8 bilhões, 1,0% superior ao 3T23, mas 11% abaixo do 4T22.
Lucro Bruto: O lucro bruto atingiu a cifra de R$ 145,2 milhões no quarto trimestre de 2023, um recuo de 81% na comparação com o mesmo período de 2022.
Investimentos Futuros: A Usiminas também informou que planeja investir entre R$ 1,7 a R$ 1,9 bilhão no ano de 2024.
Esses resultados mostram que a Usiminas está em uma trajetória positiva, com um aumento significativo no lucro líquido e no Ebitda ajustado. No entanto, a empresa enfrentou alguns desafios, como a redução do lucro bruto e da receita líquida em comparação com o mesmo período do ano anterior. Apesar disso, a Usiminas continua comprometida com o crescimento e o desenvolvimento sustentável, como evidenciado por seus planos de investimento para 2024.
USIMINAS forjando um foguete!O gráfico retrata um viés neutro, lateralizado.
Quem conhece do Richard Wyckoff sabe que a ação está em um Trading Range desde setembro/2022 marcado pelas linhas pretas após a queda climática e reação automática, aparentemente já passou todas as fases e está só esperando para decolar com a desculpa do anúncio do incentivo fiscal para carros populares... blá blá blá
Por que mencionei setembro/2022? Porque quanto maior o combustível, mais longe chega! Essa acumulação aí nesse nível de preços nesse tempo todo está ficando muito forte! O negócio vai decolar!
Alvo é a lua, redução em 11.60.
Call: USIMH917
R$ 0,12 em 02/06/2023
>>> É um mero palpite, alto risco! O dinheiro é seu!
USIM5 Compra de pescaria após abertura explosiva intraday 15minBMFBOVESPA:USIM5
USIM5 linda linda, na abertura com gráfico de 15min, consegui uma pescaria em 50% da barra tinha a intenção de um Day Trade, mas olhando o gráfico diário está muito bonita!
Aproveitei para comprar hoje também um troco de pão em uns Pozinhos e também USIMC205 a SECO, acredito ser promissora, a empresa está com múltiplos interessantes e a opção está muito fora do dinheiro, mas acredito ser assimétrica!
Carregar USIM5 do intraday para um Swing Trade com possibilidade de aproveitar o rompimento da figura de cabeça e ombros invertidos.
Alvo final na POC e parcial em R$13,00 confluente com a EMA 200 que vem descendente.
Zig-zag após quebra de LTB, alvo final da POC confluente com linha de tendência de baixa de médio prazo, acima de R$15,00 é ponto de atenção para ajuste de stop barra a barra!
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Espero conseguir contribuir na leitura dos amigos e caso tenha alguma sugestão deixe aqui em baixo nos comentários, estamos aqui para aprender sempre. Não sou o dono da verdade, esse é apenas um conteúdo com base no meu racional.
🔹Caso queira falar comigo, mande uma mensagem inbox, ou clique no rodapé desse post!
🔴Disclamer: Os comentários acima refletem única e exclusivamente minha opinião, isso não é recomendação de compra ou venda. Apenas uma série de estudos publicados, para que junto com a comunidade possamos discutir sobre táticas e técnicas operacionais.
USIM5 em lateralização#USIM5 fez topo em R$ 17,61 e fundo em R$ 11,71. Ou seja, está dentro de uma lateralização, sem tendência de alta ou de baixa. Nas últimas semanas preços vem em forte queda, e então muitos podem chegar a conclusão de que é momento de operar vendido. Mas, se mercado definiu suporte em R$ 11,71 o que nos dá a certeza que preços vão cair abaixo desse patamar? Suportes são regiões que o mercado entende que o papel está barato. No valuation feito pela maioria dos players, nesse preço a empresa está barata, por isso compram em grande quantidade. Para que o suporte seja vencido, deverá haver algum fator negativo que impacte o valuation, seja um trimestre com resultados ruins, seja uma dívida que foi corrigida para cima ou o setor estar sofrendo. Do contrário, preços podem bater lá e voltar a subir. Nessas horas o Grafista tem que buscar informações sobre os fundamentos da empresa e ver as chances dos movimentos futuros baseado nas condições da empresa.
Usiminas (USIM5) no curtíssimo prazoBMFBOVESPA:USIM5
Usiminas vinha fazendo fundos e topos ascendentes seguindo a LTA tracejada de cor verde e mantendo a média de 21 períodos (cor azul) apontada para cima.
Porém, o ativo fechou o último pregão com uma barra forte de venda e com volume alto. Além do preço fechar abaixo da LTA supracitada, também flexionou a MMA21 para baixo.
Nota-se que na perda de R$ 15,38 , a faixa de R$ 14,70 é um forte suporte pois coincide com o nível de 50% da retração de Fibo e com a média de 80 períodos (cor laranja). Vislumbrando a retomada altista, uma correção até a faixa de R$ 14,00 (nível de 61,8% da retração) estaria dentro da normalidade.
Importante: O mercado global está passando por muita volatilidade e ações ligadas à commodities são as que mais refletem essa interferência .
Esta publicação é apenas um estudo pessoal e não deve ser considerada como uma recomendação de compra ou venda. Não opere com as emoções e não confie em estranhos. Seja racional e tire suas conclusões baseadas no seu conhecimento.
Obrigado!
USIMINAS - Ser ou não ser eis a questão
...Ser ou não ser, eis a questão: será mais nobre
Em nosso espírito sofrer pedras e setas
Com que a Fortuna, enfurecida, nos alveja,
Ou insurgir-nos contra um mar de provocações
E em luta pôr-lhes fim?....
Que incógnita insolúvel. As commodities, são a principal riqueza do nosso pais, a China uma das nossas maiores compradoras, esta com o setor seguindo a deriva, varias gigantes da construção civil estão caloteando os credores como se não houvesse dividas. Enquanto isso, muitos seguem otimistas em relação ao setor no Brasil. Mas os fatos nos apontam outra direção, preocupações subsequentes da fragilidade do setor na casa da nossa maior cliente. Será que o partido chinês, será tão ingênuo a ponto de perder a sua dominância totalitária por conta de uns credores gringos ao qual querem destrona-los, eu acho que não! Rapidamente a mesma atuaria de forma estatal e cobriria o espaço, sendo para o povo reafirmado a necessidade do mesmo existir em sua força e poder. Na China o partido segue como acionista totalitário e os gringos são peões necessários para a liquidez sistêmica, e só...
além do horizonte/analise técnica...
O ativo segue bem ambíguo, então recorri ao Leque de Gann e a extensão de Fibonacci, o primeiro nos revela a tendência de logo prazo, já o segundo a de curto prazo. A extensão esta no nível 1 da fibo, ponto culminante da tendência de curto prazo, pois, ali temos a definição da mesma, neste exato momento o preço tenta recobrar o seu posicionamento acima de 1 para anular a força vendedora, mas estamos apenas no inicio desta disputa. Enquanto isso Gann mostra ponto de defesa dos comprados no longo prazo. Podemos ter um novo recomeço para a ação com cinco movimento dentro do canal de Gann, ou uma peregrinação sofrida ate 1,618. Tudo vai depender da China. Voltarei em breve para atualizações!
Os demais detalhes seguem no Gráfico
OBS - Estudo pessoal de cunho exclusivamente educacional, não se tratando de nenhuma recomendação.
USIMINAS (USIM5) TESTANDO ZONA DE INFLEXÃO MUITÍSSIMO RELEVANTE.Conforme o cenário no IMAT e no Minério de Ferro; Usiminas consequentemente mostra indícios de fazer parte deste "alinhamento das galáxias" que vem se formando lentamente para a retomada do ciclo.
O gráfico MENSAL mostra claramente o preço testando uma região de inflexão muito importante onde no passado houve topo triplo (2012/2013) - e que agora se tornou um Key Level.
Também está em evidência o pullback que o preço está fazendo na cabeça do pivô de alta, que é "coincidentemente" nessa mesma região do Key Level...
Pra concluir: Não sou elliotista, mas faria sentido que os movimentos que tivemos até agora nesse gráfico mensal tenham sido as ondas 1, 2, 3 e 4 ... quem sabe não vem uma onda 5 por aí, com possível alvo lá no R$27.70?
USIM5 MMA21 VERSUS MMA50Usiminas faz um candle doji verde na semana respeitando a média móvel aritmética de vinte e um períodos ( mma21 );
Temos um setup em que alinhamos mma21 e mma50 ascendentes no semanal: um setup fácil e consistente (Palex);
Aguardamos um dia da semana em que o ativo ultrapasse os R$19,17 e entramos comprados com a mínima do doji como estope (uns centavos abaixo);
O setup retorno à mma21 se faz presente também;
Da última vez esses setup renderam 50% de lucro aos sócios, mas deixe um estope logo abaixo da mma21 por precaução ;
Esse é um estudo pessoal, não posso recomendar a compra ou a venda de ativos , mas serve de apoio para a aprendizagem da análise técnica.
USIMINAS Bebe Sukita na mma80Usiminas é uma empresa líder na produção e comercialização de aços planos e nesse dia 08 de junho tem um setup bem gostoso;
O setup é a Sukita do Palex (prefiro descascar uma laranja), um setup que já deu bem gostosinho no prazo diário (tirem as crianças da sala! Brincadeira);
A sukita é quando o ativo pousa na média móvel de oitenta períodos e nesses tempos covid o Palex descobriu que muitos ativos retraem até lá e disparam (no caso da sukita de compra);
Em 03 de fevereiro de 2021 lá foi o ativo (na mma80) e subiu só 80% (!);
Se o ativo superar R$18,99 o trade começa. Estope nos R$18,40;
Esse é um estudo pessoal, não posso recomendar a compra ou a venda de ativos, mas serve de apoio para a aprendizagem da análise técnica .
USIM5 só no diário para acompanhar o fogueteUsiminas preferencial não dá chance de entrada no semanal para um position trade;
Não por isso: vamos estudar uma entrada nesse setup 9.3 de Larry Willians na superação dos R$22,89;
É claro que se houver um candle menor no fechamento do mercado na segunda feira, ajustamos para terça o mesmo intento com um valor mais barato de entrada (vamos atualizar o trade);
A USIM5 é um ativo em tendência de alta: Temos que aproveitar esses recuos de ações fortes para lucrar a favor do movimento;
Esse é um estudo pessoal, justo para aprimorar meu conhecimento, de qualquer forma, use o gerenciamento de risco adequado ao seu perfil de investidor e capital envolvido.
USIM5 TRADE PARA INICIAR 20-04USIM5 sobe lentamente, pois não está no radar do grande público ainda, e está muito visada pelos investidores estrangeiros (Gringolândia na Bolsa);
Vai dar oportunidade de compra na superação dos R$21,46 no setup retorno à mm21. Stop barato nos R$21,34;
É um estudo, não recomendo a compra nem a venda de ativos.






















