Ouro entre suporte chave e incerteza sobre juros
Os preços do ouro caíram nas primeiras negociações de terça-feira, antes de recuperarem de um mínimo de uma semana, mantendo-se ligeiramente acima do importante nível de suporte dos $4.000. O metal precioso continua a enfrentar ventos contrários resultantes da diminuição das expectativas de que a Reserva Federal venha a cortar as taxas de juro em dezembro. Com a reabertura do governo dos Estados Unidos, a divulgação de dados económicos será retomada — incluindo o relatório de Emprego Não Agrícola de setembro, que tinha sido adiado — deixando os investidores mais incertos e levando-os a atribuir probabilidades mais baixas a um novo corte de taxas antes do final do ano. Esta dinâmica tem sido reforçada por uma série de declarações públicas cautelosas de membros séniores do FOMC, que demonstraram alguma hesitação em reduzir os custos de financiamento. Ao mesmo tempo, o estatuto de ativo de refúgio do ouro continua a sustentar a procura, numa altura em que a aversão ao risco aumenta nos mercados financeiros, provocando perdas generalizadas nas ações, devido ao crescimento dos receios de uma desaceleração económica. Neste contexto — com o ouro preso entre forças opostas — os investidores aguardam agora a divulgação da última ata do FOMC, na quarta-feira, na expectativa de obterem maior clareza sobre o rumo das taxas de juro da Fed. Quaisquer sinais relativamente à orientação futura da política monetária deverão influenciar o desempenho do dólar norte-americano e, consequentemente, o do metal precioso, dada a correlação inversa existente entre os dois ativos.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Shutdown
Nasdaq recupera após forte correção
Os mercados acionistas recuperaram na sexta-feira, após a forte correção registada nos dias anteriores, num contexto de receios de sobreaquecimento, em particular no setor tecnológico. Os futuros do Nasdaq estão esta manhã a negociar perto dos 25 300 pontos, prolongando a recuperação de sexta-feira, mas os riscos permanecem elevados. Esta semana, os investidores estarão especialmente atentos a dois eventos: a apresentação de resultados da Nvidia, na quarta-feira, e a publicação dos dados de emprego de setembro nos EUA, na quinta-feira, que poderão ser determinantes para a decisão da Reserva Federal sobre as taxas de juro em dezembro. Atualmente, os mercados de previsões atribuem uma probabilidade praticamente idêntica entre a manutenção das taxas e um corte de 25 pontos base, o que aumenta o potencial de volatilidade em caso de surpresa nos dados macroeconómicos.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
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Ouro em alta moderada perante incerteza nos EUA
Os preços do ouro estão a negociar ligeiramente em alta esta manhã, apoiados por um clima de cautela nos mercados financeiros. As preocupações de que o dinamismo da economia norte-americana possa estar a enfraquecer, em parte devido a paralisação do governo, continuam a reforçar o apelo do metal como ativo de refúgio. No entanto, o potencial de valorização permanece limitado. Os investidores têm vindo a descontar uma menor probabilidade de um corte das taxas da Fed em dezembro, na sequência de uma série de declarações cautelosas de altos responsáveis, que destacaram o acesso limitado a dados económicos e as persistentes pressões inflacionistas. Esta dinâmica tem vindo a dar suporte ao dólar norte-americano e a limitar novos ganhos para o ouro. Ainda assim, a tendência de fundo mantém-se positiva. Expectativas económicas pessimistas, o aumento da aversão ao risco, a possibilidade de cortes adicionais por parte da Fed para além de dezembro e a instabilidade geopolítica em curso deverão continuar a sustentar o metal precioso nas próximas sessões.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Ouro em Alta após Fim do Shutdown nos EUA
Os preços do ouro subiram, atingindo um máximo de três semanas nas primeiras horas de negociação desta quinta-feira. O metal precioso acumulou ganhos superiores a 5% desde o início da semana, sustentado pela perceção generalizada de que a divulgação de dados económicos relevantes — prevista para depois do fim da paralisação do governo norte-americano — revelará fragilidades na economia dos Estados Unidos e aumentará a probabilidade de um novo corte das taxas de juro pela Reserva Federal em dezembro. Esta dinâmica enfraqueceu o dólar e beneficiou o ouro. Ao mesmo tempo, a reabertura do governo dos Estados Unidos gerou tambem algum otimismo nos mercados financeiros e deverá impulsionar os ativos de maior risco, como as ações — um cenário que poderá, em última análise, limitar o potencial de valorização do ouro. Ainda assim, a consolidação dos preços acima do nível dos 4.200 dólares poderá indicar que o caminho de menor resistência continua a ser em sentido ascendente, com as correções a representarem oportunidades de compra.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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O fim do shutdown promete avalanche de dadosDesde o início desta semana, venho lendo notícias sobre o acordo alcançado entre democratas e republicanos. O Senado aprovou, na noite de segunda-feira, um projeto de lei para reabrir o governo, e a Câmara dos Deputados deve aprová-lo o quanto antes. Em seguida, o projeto seguirá para o presidente Donald Trump, que deverá assiná-lo.
Essa foi a paralisação mais longa da história, e Kevin Hassett, da Casa Branca, afirmou que alguns dados econômicos que deveriam ter sido coletados em outubro podem nunca ser registrados, dificultando a obtenção de uma visão abrangente sobre a saúde da economia americana.
Órgãos estatísticos, como o Departamento de Estatísticas do Trabalho (BLS) e o Departamento do Censo, não conseguiram coletar dados durante a paralisação, o que torna certos relatórios, especialmente aqueles que dependem de métodos manuais de coleta, particularmente vulneráveis.
Há um risco crescente de que o BLS não consiga publicar o índice de preços ao consumidor (CPI) de outubro, um dos principais indicadores de inflação. Economistas também demonstram preocupação com a pesquisa domiciliar que produz a taxa de desemprego. O problema está em como as agências — que já enfrentavam falta de pessoal antes da paralisação — irão priorizar os relatórios pendentes, considerando que novembro já está em andamento. Economistas e investidores se preparam para uma avalanche de dados quando as operações forem retomadas, já que as agências terão de conciliar o calendário de relatórios atrasados com os futuros.
Olhando para os dados anteriores ao shutdown, o mercado de trabalho mostra aumento no desemprego e redução na folha de pagamentos:
A inflação do setor de serviços registrou nova mínima no último dado divulgado, em setembro:
Ao observar as probabilidades implícitas nas opções do FOMC, ainda há uma chance substancial de corte de juros em dezembro mesmo após Powell ter adotado um tom mais hawkish em sua última fala:
Hassett mencionou que o PIB pode ser impactado, mas que esse efeito tende a ser superado no futuro. Os dados de PMI seguem um padrão constante ao longo do ano com a manufatura em contração e o setor de serviços em expansão, o que tem mantido a economia relativamente estável.
As próximas semanas devem esclarecer melhor o rumo da economia. O ativo que observo para esse movimento é o juro, cujo valor de face está em trajetória de valorização desde o Liberation Day. A ideia é estar posicionado para os próximos dados econômicos, que devem confirmar a continuidade da desaceleração, porém em ritmo sustentável, coerente com o cenário de soft landing.
Os juros de 10 anos devem encerrar o ano próximo da máxima anual, em torno de 114 dólares. Cortes em 2026 ainda não estão precificados. As opções indicam que o juro deve permanecer estável em janeiro e março, com probabilidades de retomada dos cortes apenas em abril.
O risco de baixa surge caso os dados sinalizem o temido higher for longer , cenário em que minha visão para os juros deixaria de se sustentar.
Dow Jones atinge os 48.000 pontos
O índice Dow Jones atingiu um novo máximo histórico nas negociações de terça-feira e mantém-se esta manhã próximo dos 48.000 pontos. O desempenho foi impulsionado por ganhos em sectores não tecnológicos, como indústria e energia, refletindo uma rotação dos investidores para áreas mais tradicionais da economia. O sentimento positivo também foi sustentado pela perspetiva do fim da paralisação do governo norte-americano, o que reduziu os receios de uma disrupção económica a curto prazo e trouxe maior apetite pelo risco. Em contraste, as empresas ligadas à inteligência artificial estiveram sob pressão, com destaque para a Nvidia, que desvalorizou 2,3% após a SoftBank ter vendido a sua participação na empresa. A operação reforçou a perceção de que o sector tecnológico pode estar exposto a uma correção depois de fortes valorizações ao longo do ano.
Henrique Valente – ActivTrades
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Tecnológicas recuperam e NVIDIA lidera ganhos
Os índices americanos recuperaram na segunda-feira, apoiados pela maior probabilidade de reabertura do governo dos EUA. A menor incerteza política deu algum alívio aos mercados e trouxe de volta o apetite pelo risco. O VIX, o índice que mede a volatilidade implícita do S&P 500 com base nos preços das opções, desceu para o nível mais baixo das últimas semanas, sinal de que os investidores estão menos preocupados com os riscos subjacentes. Neste ambiente mais construtivo, as tecnológicas voltaram a liderar os ganhos, com destaque para a NVIDIA. As acções avançaram mais de 6%, prolongando a trajectória de valorização que tem caracterizado o sector ligado à inteligência artificial. A empresa, que continua a beneficiar de uma procura excepcional pelos seus chips e que vai apresentar resultados na próxima semana, recebeu uma revisão em alta do preço-alvo por parte do Citigroup, agora colocado nos 220 dólares. O mercado reagiu também às expectativas de vendas mais fortes para 2025, reforçando a ideia de que a procura por capacidade de computação especializada ainda está longe de abrandar. Apesar do momento positivo, mantêm-se dúvidas sobre a sustentabilidade do rali caso o contexto macro volte a deteriorar-se ou surjam sinais de saturação no mercado de semicondutores. Ainda assim, por agora, os investidores parecem concentrar-se nos benefícios imediatos da estabilização política em Washington e no contínuo entusiasmo em torno da inteligência artificial.
Henrique Valente – ActivTrades
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#AN027: Acordo Shutdown USA, Efeitos no Dólar e no Forex
O impasse político histórico nos Estados Unidos – com a paralisação do governo federal prevista para 2025 – parece estar perto de uma resolução. Olá, sou Andrea Russo, trader de Forex independente e proprietária com US$ 200.000 em capital sob gestão. Agradeço antecipadamente pelo seu tempo.
Um acordo no Senado prevê a reabertura do governo federal por meio de uma resolução provisória, com a reintegração dos salários atrasados dos servidores públicos.
No contexto do mercado de câmbio, esse evento tem implicações imediatas e de médio prazo para o dólar americano (USD) e as principais moedas globais. Neste artigo, analisamos a dinâmica e fornecemos um guia para quem opera no TradingView.
O que aconteceu
O Senado obteve uma aprovação processual inicial para a resolução de reabertura do governo.
Os mercados mostram um alívio inicial: o dólar americano interrompeu seu recente movimento de alta, aguardando confirmação operacional.
A paralisação do governo já havia causado atrasos na divulgação de dados econômicos e um clima de incerteza política que dificulta a definição clara das estratégias monetárias do Federal Reserve.
Impacto no Forex: Fatores-chave
1. Efeito do Risco Político e Sentimento
Com a perspectiva do fim da paralisação, o prêmio de risco associado ao governo dos EUA e à governança fiscal está diminuindo. Isso tende a favorecer o dólar no curto prazo, especialmente em relação a moedas consideradas refúgio seguro. No entanto, o sentimento permanece cauteloso, dada a incerteza residual.
2. Dados Macroeconômicos Atrasados e Volatilidade
A falta ou o atraso na divulgação de dados econômicos (por exemplo, emprego, inflação) complica a previsão das ações do Fed e reduz a capacidade dos investidores de se posicionarem com confiança em relação ao dólar.
3. Rendimentos e Carry Trades
Se o acordo impulsionar uma melhora no perfil econômico dos EUA, os rendimentos dos títulos do Tesouro americano podem subir, atraindo fluxos para o dólar. Por outro lado, se a economia mostrar sinais de fraqueza pós-paralisação, o efeito pode se inverter.
4. Cenários técnicos nos principais pares de moedas
EUR/USD: Possível recuperação do dólar → pressão de baixa sobre o EUR/USD. No entanto, se os dados dos EUA piorarem, uma forte tendência de dólar fraco poderá ser desencadeada.
USD/JPY: O dólar poderá se beneficiar da alta dos rendimentos + operações de carry trade; mas o iene poderá se tornar um porto seguro caso surjam riscos globais.
GBP/USD / AUD/USD: Moedas ligadas a commodities ou a riscos poderão se beneficiar do apetite por risco, mas um dólar forte limitará as recuperações.
Expectativa de Acordo em Washington Impulsiona Mercados
Os futuros do Nasdaq abriram no domingo com um gap positivo e uma valorização superior a 1%. Durante o fim de semana, o Senado avançou com um acordo para terminar a paralisação do governo e tanto os ativos de risco como o ouro e a prata beneficiaram da melhoria no sentimento de mercado. O entendimento inclui uma extensão temporária e parcial do financiamento federal, a reversão dos layoffs emitidos durante o shutdown e o pagamento retroativo aos funcionários federais afetados. O acordo também vai permitir retomar a publicação dos dados económicos, cruciais para guiar o mercado e as decisões da Reserva Federal sobre as taxas de juro. Apesar do avanço político, o financiamento do governo só ficaria assegurado até ao final de janeiro, o que mantém viva a possibilidade de uma nova paralisação no início de 2026.
Henrique Valente – Analista, ActivTrades
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Ouro Beneficia de Incerteza sobre IA e Dólar Mais Fraco
Os preços do ouro subiram nas primeiras horas de negociação desta sexta-feira, voltando a situar-se acima dos 4.000 dólares, beneficiando de uma maior procura por ativos considerados refúgio. Verificou-se uma diminuição do apetite pelo risco nos mercados financeiros, o que está a provocar quedas nas ações, à medida que o capital flui para ativos considerados mais seguros. Os investidores estão a reagir a uma crescente especulação em torno da possibilidade de uma bolha gerada pela inteligência artificial desencadear uma forte correção nos mercados acionistas. O ouro está também a ser apoiado pela incerteza criada pela paralisação do governo dos Estados Unidos, que já atingiu o seu 38.º dia, afetando a atividade económica e atrasando a publicação de dados importantes dos quais os investidores normalmente dependem. Um terceiro fator que sustenta o metal precioso é a ligeira fraqueza do dólar norte-americano, que caiu quase meio ponto percentual em relação às principais moedas na quinta-feira. Neste contexto, poderá haver margem para uma valorização adicional do ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Índices recuperam após correção ligada à IA
Os mercados globais estão a recuperar parcialmente esta quinta-feira, após a forte correção registada na véspera, desencadeada por receios de uma bolha nos setores ligados à inteligência artificial. O Nikkei 225 e o Hang Seng avançaram mais de 1%, refletindo a entrada de investidores que aproveitaram a queda para recompor posições. Nos Estados Unidos, o otimismo foi sustentado por dados económicos mais fortes do que o esperado, nomeadamente o crescimento do emprego privado e a resiliência do setor dos serviços, o que sugere que a economia americana continua robusta. Por outro lado, essa mesma força levanta dúvidas sobre a rapidez com que a Reserva Federal poderá reduzir as taxas de juro nas próximas reuniões.
Henrique Valente – ActivTrades
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Temores de Bolha da IA e “Shutdown” nos EUA Impulsionam Ouro
Os preços do ouro subiram nas primeiras horas de negociação desta quarta-feira, beneficiando de uma maior procura por ativos de refúgio e aproximando-se do importante nível dos 4.000 dólares. Os investidores regressaram ao metal precioso a meio da semana, impulsionando uma recuperação num contexto de crescente aversão ao risco nos mercados financeiros. Os receios de uma bolha provocada pela inteligência artificial continuam a dominar a atenção dos investidores, à medida que um número crescente de vozes influentes alerta para a possibilidade de uma correção significativa nos preços das ações. Outro fator de apoio ao ouro é o atual “shutdown” do governo dos Estados Unidos, que impede a divulgação de alguns dados económicos importantes, aumentando a incerteza. No entanto, o potencial de valorização do metal precioso permanece limitado pela força do dólar norte-americano. A postura restritiva do presidente da Reserva Federal, Jerome Powell, continua a lançar dúvidas sobre a probabilidade de um corte nas taxas de juro em dezembro. Estas incertezas têm sustentado o dólar e feito subir os rendimentos das obrigações do Tesouro, pressionando o metal precioso. Neste contexto, os investidores estarão atentos à divulgação dos dados de emprego ADP e do índice PMI dos serviços dos Estados Unidos, previstos para mais tarde hoje, que poderão fornecer novos indícios sobre o estado da economia norte-americana e influenciar as expectativas de cortes das taxas de juro da Fed — e, consequentemente, os preços do ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Wall Street em Máximos Apesar do Shutdown
Os futuros do S&P500 estão a negociar em 6725 esta manhã, à medida que os investidores relativizam o impasse político em Washington que levou à primeira paralisação do governo em sete anos. Este bloqueio ameaça atrasar a divulgação de dados económicos cruciais, incluindo o relatório de emprego de sexta-feira, uma vez que muitos serviços públicos estão suspensos. Apesar disso, o consenso nos mercados é de que a paralisação não durará muito tempo. O foco dos investidores permanece nas expectativas de cortes de taxas por parte da Reserva Federal, reforçadas pela fraqueza recente nos indicadores do mercado de trabalho privado. Neste contexto, as bolsas norte-americanas continuam a negociar em máximos históricos, sustentadas pelo alívio das yields das obrigações do Tesouro e pela valorização de setores como saúde e tecnologia. Na Europa, o otimismo também prevalece. O DAX tem vindo a registar ganhos nos últimos dias, impulsionado pela força das farmacêuticas, pelo bom desempenho do setor tecnológico e pela expetativa de políticas orçamentais mais flexíveis na Alemanha. O apetite por risco mantém-se elevado, apesar da fragilidade macroeconómica da região.
Henrique Valente – ActivTrades
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Paralisação liderada pelos republicanos: o que está em jogo p...Paralisação liderada pelos republicanos: o que está em jogo para o USD?
Estamos a quatro dias de uma possível paralisação parcial do governo, e as negociações entre os legisladores ainda não produziram uma resolução.
Na segunda-feira, o líder da maioria no Senado, Chuck Schumer, o líder da minoria no Senado, Mitch McConnell, o Presidente da Câmara, Mike Johnson, e o líder da minoria na câmara, Hakeem Jeffries, se reúnem no Salão Oval com o Presidente e o vice-presidente para negociar as condições para manter o governo operacional além de Março 1.
Os democratas do Senado têm expressado frustração, colocando a culpa nos Republicanos da Câmara, criticando particularmente o líder Mike Johnson, pelo atual impasse. O senador Jon Tester, um democrata de Montana, expressou descontentamento, afirmando: "estamos fazendo isso a cada seis meses. Isso é besteira.... precisamos fazer o que fomos eleitos para fazer, financiar o governo, não fechá-lo", em entrevista à CNN.
Se nenhuma resolução for alcançada, uma paralisação parcial deve começar às 12h do sábado.
Notavelmente, a última vez que o governo dos EUA estava à beira de uma paralisação (Setembro - Outubro de 2023), o USD continuou se fortalecendo contra grandes parceiros como o Euro, com o USD sendo visto como um porto seguro.
Mas no ano passado, houve alguns outros fatores que poderiam ter agravado essa atividade de compra de dólares, incluindo o diferencial de taxa de juros dos EUA e comentários de alguns membros do Fed deixando claro que a política não mudará tão cedo. Desta vez, talvez não seja tão claro que há um conjunto tão forte de fatores que pressionam por um USD robusto.














