"ITUB4-ITAÚ-RELATÓRIO TÉCNICO" 4º TRIM ESTÁ AI?Análise Estratégica e Financeira do Itaú Unibanco: O Ciclo de Performance Superior e Transformação Estrutural (2024-2025)A análise do desempenho financeiro do Itaú Unibanco no biênio 2024-2025 revela uma instituição que atingiu um novo patamar de eficiência e rentabilidade, consolidando-se como a principal referência do setor bancário brasileiro e da América Latina. O período em questão é caracterizado por uma resiliência notável diante de um cenário macroeconômico complexo, marcado por taxas de juros reais elevadas e uma profunda transformação tecnológica. A trajetória do lucro líquido recorrente gerencial, que evoluiu de R$ 9,8 bilhões no primeiro trimestre de 2024 para R$ 11,9 bilhões no terceiro trimestre de 2025, evidencia não apenas o crescimento nominal, mas uma melhora qualitativa nos fundamentos da operação.1 Esta performance sustenta-se sobre três pilares fundamentais: a expansão seletiva da carteira de crédito com foco em garantias, a disciplina rigorosa na gestão de custos operacionais e a otimização da margem financeira com clientes através de uma gestão de passivos eficiente.Evolução dos Resultados Financeiros e LucratividadeO ciclo iniciado em 2024 consolidou o Itaú Unibanco como o banco de maior lucro na história do sistema financeiro nacional, em termos ajustados pela inflação.1 O fechamento do ano de 2024 com um lucro líquido recorrente gerencial de R$ 41,4 bilhões representou uma alta de 16,2% em relação aos R$ 35,6 bilhões registrados no ano anterior, refletindo a capacidade da instituição em extrair valor em diferentes ciclos econômicos.1 A continuidade desse ritmo foi observada nos primeiros nove meses de 2025, onde o lucro acumulado de R$ 34,5 bilhões superou em 13,1% o resultado do mesmo período de 2024, sinalizando que os motores de crescimento permanecem ativos e eficientes.6Série Histórica do Lucro Líquido e Variações TrimestraisA tabela abaixo detalha a progressão trimestral do lucro líquido recorrente gerencial ao longo dos sete trimestres analisados, evidenciando o crescimento sequencial e a estabilidade das variações, o que sugere uma gestão previsível e controlada dos fluxos de receita e despesa.PeríodoLucro Líquido Recorrente GerencialVariação vs. Trimestre Anterior1T24R$ 9,8 bilhões+3,9%2T24R$ 10,1 bilhões+3,1%3T24R$ 10,7 bilhões+6,0%4T24R$ 10,9 bilhões+2,0%1T25R$ 11,1 bilhões+2,2%2T25R$ 11,5 bilhões+3,4%3T25R$ 11,9 bilhões+3,2%O aumento consistente do lucro trimestre a trimestre é sustentado por uma rentabilidade sobre o patrimônio líquido (ROE) que iniciou 2024 em 21,9% e atingiu 23,3% no terceiro trimestre de 2025.2 Este patamar de rentabilidade é significativamente superior ao custo de capital próprio, gerando valor econômico substancial para os acionistas. A análise do ROE demonstra que, enquanto o banco expandiu seu patrimônio via retenção de lucros, a capacidade de gerar retorno sobre esse capital adicional não apenas se manteve, como se expandiu, indicando uma alocação de capital extremamente disciplinada.10Composição da Margem Financeira e Receitas de ServiçosA margem financeira total, que somou R$ 112,4 bilhões em 2024 (alta de 8,0%), foi o principal motor da lucratividade.1 Dentro dessa linha, a margem com clientes desempenhou um papel central, crescendo 7,1% em 2024 e mantendo um ritmo de 11,0% de alta anualizada no 3T25.4 O mecanismo de crescimento da margem com clientes baseia-se no aumento do volume médio da carteira e na melhoria da rentabilidade com passivos, compensando as pressões pontuais sobre os spreads de crédito decorrentes da maior seletividade em linhas de varejo.9Simultaneamente, a margem financeira com o mercado apresentou uma trajetória de recuperação ao longo de 2025. Após períodos de volatilidade em 2024, o banco revisou suas projeções para esta linha no 3T25, elevando o guidance anual para um intervalo entre R$ 3,0 bilhões e R$ 3,5 bilhões.3 Esse ajuste reflete um desempenho superior nas operações de tesouraria e na gestão de ativos e passivos (ALM), beneficiando-se das oscilações na curva de juros e da gestão estratégica de caixa.9As receitas de prestação de serviços e tarifas bancárias também contribuíram para o resultado consolidado, totalizando R$ 49,2 bilhões ao final de 2024.5 Embora o crescimento anual tenha sido moderado (+2,2% em 2024), essas receitas oferecem uma base estável de fluxo de caixa que não consome capital regulatório, essencial para a manutenção dos índices de solvência. Em 2025, o crescimento em segmentos como cartões, seguros e assessoria financeira (investment banking) ajudou a compensar a queda em tarifas de conta corrente, fruto da estratégia do banco em ampliar benefícios para aumentar o engajamento da base de clientes.9Dinâmica da Carteira de Crédito e Gestão de RiscoA gestão da carteira de crédito do Itaú Unibanco no período 2024-2025 exemplifica uma abordagem técnica de controle de riscos em um ambiente de inadimplência sistêmica desafiadora. A carteira total cresceu 15,5% em 2024, atingindo R$ 1,359 trilhão, e continuou sua expansão em 2025, alcançando R$ 1,402 trilhão em setembro.1 A estratégia focou na substituição de linhas de maior risco por modalidades com garantias reais, reduzindo a volatilidade do custo de crédito.Segmentação e Foco em Linhas ColateralizadasA análise detalhada da carteira no terceiro trimestre de 2025 revela as prioridades estratégicas da instituição. O crédito imobiliário foi o grande destaque, com um crescimento anual de 15,2%, totalizando R$ 137,1 bilhões.14 Esta linha é considerada estratégica por possuir baixa inadimplência, longo prazo de maturação e forte potencial de fidelização do cliente (cross-selling).Segmento da Carteira (Brasil)Saldo 3T25 (R$ bilhões)Variação Anual (3T25 vs 3T24)Pessoas Físicas456,4+6,5%Micro, Pequenas e Médias Empresas278,4+7,5%Grandes Empresas437,7+9,4%Total Brasil1.172,5+7,8%No segmento de pessoas jurídicas, o banco apresentou uma aceleração relevante. A carteira de Grandes Empresas cresceu 9,4%, impulsionada pela demanda por capital de giro e operações estruturadas no mercado de capitais.6 Já o segmento de Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMEs) cresceu 7,5%, com foco em linhas amparadas por programas governamentais, como o FGI, que oferecem garantias que mitigam o risco de crédito.4Qualidade dos Ativos e Custo de CréditoA disciplina na concessão de crédito refletiu-se nos indicadores de inadimplência. O índice de atrasos acima de 90 dias (NPL 90) encerrou 2024 em 2,4% e manteve uma trajetória de queda ou estabilidade em 2025, fixando-se em 1,9% no terceiro trimestre deste último ano.3 Este patamar é o mais baixo entre os grandes bancos de varejo do Brasil, conferindo ao Itaú uma vantagem competitiva significativa em termos de necessidade de provisionamento.O custo de crédito apresentou uma redução nominal de 6,6% em 2024, resultado da melhoria dos modelos de score e da recuperação de créditos anteriormente baixados para prejuízo.1 Em 2025, o banco manteve o custo do crédito controlado, com o índice de custo do crédito sobre a carteira caindo para 2,6% no 3T25.15 Esse controle rigoroso permitiu que o banco absorvesse os impactos da inflação e dos juros altos sobre a capacidade de pagamento dos clientes sem comprometer o lucro líquido.Eficiência Operacional e a Transformação para o Modelo DigitalO índice de eficiência consolidado do Itaú Unibanco, situado em 39,5% no final de 2024 e mantido no 3T25, é um dos mais baixos (melhores) da indústria bancária global.2 Esse indicador reflete a capacidade do banco em gerar receitas crescentes enquanto mantém seus custos core sob controle estrito, crescendo abaixo da inflação acumulada no período.Racionalização da Estrutura Física e Expansão TecnológicaA estratégia de eficiência do banco baseia-se em uma dualidade: a redução da presença física tradicional e o investimento massivo em infraestrutura digital e inteligência artificial. Em 2024, o Itaú fechou 219 agências físicas no Brasil.12 Essa tendência intensificou-se em 2025, com o fechamento de mais 287 unidades nos doze meses encerrados em setembro.6 Este movimento não é apenas uma redução de custos, mas uma resposta à mudança de comportamento do consumidor, que migrou massivamente para canais digitais.Em contrapartida, as despesas com tecnologia cresceram significativamente, com alta de 17,3% em termos anuais no 3T25.9 O banco está em processo de migração de seus sistemas para a nuvem e utiliza inteligência artificial para otimizar desde o atendimento ao cliente até a detecção de fraudes e modelos de precificação de risco. A mudança do perfil de colaboradores reflete essa transformação: a área de tecnologia viu seu quadro crescer 12,5% em 2024, enquanto as áreas operacionais tradicionais foram reduzidas.12Gestão do Capital Humano e ProdutividadeA transformação digital impactou diretamente o quadro de funcionários. Ao final de setembro de 2025, a holding contava com 83.609 empregados no Brasil, uma redução de 3.254 postos de trabalho em doze meses.6 No entanto, a produtividade por colaborador aumentou. A relação de clientes por bancário saltou de 967 em 2019 para 1.149 no final de 2024, demonstrando que a tecnologia permitiu ao banco escalar sua operação com uma estrutura mais enxuta e eficiente.16As despesas de pessoal, incluindo a Participação nos Lucros e Resultados (PLR), cresceram 7,5% em 2024 e 9,6% no acumulado de 2025.5 Esse aumento deve-se em grande parte aos reajustes previstos em convenção coletiva e à contratação de profissionais de alta qualificação em tecnologia, cujas remunerações são superiores à média operacional. Mesmo com esse aumento nominal, a cobertura dessas despesas pelas receitas de prestação de serviços permanece em patamares elevados (142,3% em 2025), garantindo que a estrutura administrativa seja plenamente sustentada pelas receitas de tarifas.6Análise Comparativa e Posição no Mercado BancárioA performance do Itaú Unibanco destaca-se de forma acentuada quando comparada aos seus principais concorrentes diretos no mercado brasileiro — Bradesco, Santander e Banco do Brasil — especialmente no que tange à consistência do retorno e à qualidade da carteira de crédito.O Turnaround do Bradesco vs. a Consistência do ItaúO Bradesco enfrentou um período de reestruturação profunda em 2024 e 2025, tentando recuperar a rentabilidade perdida em safras de crédito anteriores. No 3T25, o Bradesco reportou um lucro líquido recorrente de R$ 6,2 bilhões, com um ROE de 14,7%.17 Embora o resultado indique uma recuperação (alta anual de 18,8% no lucro), os números ainda estão distantes do patamar de 23,3% de ROE do Itaú.10A inadimplência acima de 90 dias do Bradesco situou-se em 4,1% no 3T25, patamar muito superior aos 1,9% do Itaú.10 Esta diferença é o mecanismo central que explica a disparidade de lucros: enquanto o Itaú consegue reverter provisões ou manter custos baixos de risco, o Bradesco ainda precisa provisionar volumes elevados para cobrir perdas no varejo massificado.18Santander Brasil: Seletividade e Recuperação de MargensO Santander Brasil adotou uma postura de extrema seletividade em 2024, o que resultou em uma contração ou baixo crescimento da carteira de crédito em comparação ao mercado. No 3T25, o banco reportou lucro de R$ 4,0 bilhões e ROE de 17,5%.20 O Santander conseguiu melhorar sua eficiência operacional e reduzir custos, atingindo um índice de eficiência de 37,5% no 3T25, mas sua carteira de crédito cresceu apenas 3,8% no ano, refletindo a estratégia de evitar segmentos de risco até que o cenário macroeconômico seja mais claro.21A Crise do Agronegócio no Banco do BrasilO Banco do Brasil (BB), tradicionalmente o líder em rentabilidade devido à sua exposição ao agronegócio, sofreu um revés significativo em 2025. O lucro líquido ajustado no 3T25 foi de R$ 3,8 bilhões, uma queda drástica de 60% frente ao ano anterior.24 O ROE do BB desabou de 21,1% no 3T24 para apenas 8,4% no 3T25.24O principal driver dessa deterioração foi a crise na qualidade do crédito rural, com a inadimplência no agro saltando de 1,97% para 5,34% em um ano.26 Problemas climáticos e queda nos preços internacionais de commodities forçaram o banco a elevar sua projeção de custo de crédito para o intervalo de R$ 59 bilhões a R$ 62 bilhões em 2025.26 Esse cenário realça a resiliência do Itaú, que, ao possuir uma carteira mais diversificada e menor exposição proporcional ao risco agro direto, conseguiu atravessar o período sem choques de provisionamento.Indicador (3T25)Itaú UnibancoBradescoSantander BrasilBanco do BrasilLucro Líquido (R$ bi)11,96,24,03,8ROE (%)23,3%14,7%17,5%8,4%NPL 90 dias1,9%4,1%3,4%4,9%Eficiência39,5%~50,0%37,5%n/aCenário Macroeconômico e Impactos na Estratégia BancáriaA condução da política monetária pelo Banco Central do Brasil foi um fator determinante para os resultados do setor em 2024 e 2025. A resiliência da inflação e a volatilidade do câmbio mantiveram a Taxa Selic em níveis restritivos.A Selic em 15% e o Spread BancárioEm novembro de 2025, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic em 15% ao ano.28 Para o Itaú Unibanco, esse patamar elevado de juros tem um impacto positivo imediato na margem com passivos e na remuneração do capital próprio. Entretanto, ele limita o apetite por crédito de longo prazo e pressiona o custo de crédito dos clientes mais alavancados. A estratégia do banco de migrar para o crédito imobiliário e grandes empresas em 2025 foi um mecanismo de defesa contra esse cenário de juros "higher for longer".9As projeções de mercado indicam que o ciclo de queda da Selic deve se iniciar apenas no primeiro trimestre de 2026, com uma trajetória de redução gradual até 12,75% ao final daquele ano.29 Esta perspectiva de juros ainda elevados por vários meses garante a manutenção de margens financeiras robustas para o Itaú no curto prazo, permitindo que a instituição continue gerando capital orgânico de forma acelerada.11Inflação e Atividade EconômicaO IPCA encerrou 2025 com projeção de 4,3%, enquanto o PIB apresentou um crescimento resiliente de 2,2%.29 Esse ambiente de crescimento moderado com inflação sob controle relativo favorece o setor bancário, pois permite a expansão real das carteiras sem gerar os choques de inadimplência típicos de períodos de recessão. A estabilidade das expectativas de inflação para 2026 (3,8%) sugere que o Banco Central terá espaço para flexibilizar a política monetária, o que deve impulsionar o mercado de capitais e as receitas de assessoria financeira do banco.29Gestão de Capital, Dividendos e Retorno ao AcionistaA robusta geração de lucros do Itaú Unibanco permitiu uma política de remuneração aos acionistas extremamente generosa no período, aliada à manutenção de índices de capital acima das exigências regulatórias.Solvência e Índice de BasileiaO Capital Principal (CET1) do banco atingiu 13,5% em setembro de 2025, um aumento de 40 pontos-base em relação ao trimestre anterior.11 Esse nível de capital é considerado muito sólido e fornece ao banco a flexibilidade necessária para realizar aquisições estratégicas, expandir a carteira de crédito ou aumentar o payout de dividendos sem comprometer a estabilidade financeira.Distribuição de Resultados e BonificaçõesEm 2024, o banco anunciou a distribuição de R$ 15 bilhões em dividendos e Juros sobre Capital Próprio (JCP), o que representou cerca de 69,4% do resultado recorrente do ano.1 Além disso, foi realizada uma bonificação de ações na proporção de 1 para 10, aumentando a liquidez dos papéis no mercado.1 Em 2025, a tendência de pagamentos trimestrais e extraordinários continuou, com destaque para a recompra de ações no montante de R$ 3 bilhões, visando a capitalização via cancelamento de ações em tesouraria e o aumento da participação relativa de cada acionista remanescente.1Tipo de ProventoValor/ProporçãoData de Referência (Exemplo)Dividendos 2024R$ 1,25093 por açãoMarço 2025 1JCP 2024R$ 0,33344 por açãoMarço 2025 1Bonificação10% (1:10)Março 2025 1Dividendos EspeciaisUSD 0,00321 por ADROutubro 2026 33Sustentabilidade e Estratégia ESG para 2026O Itaú Unibanco tem integrado critérios Ambientais, Sociais e de Governança (ESG) em sua estratégia central, vendo esses fatores não apenas como conformidade, mas como uma vantagem competitiva e uma ferramenta de mitigação de risco de longo prazo.Finanças Sustentáveis e Crédito VerdeO banco projeta para 2026 a manutenção e ampliação de instrumentos financeiros sustentáveis, como os green bonds e sustainability-linked bonds.34 No agronegócio, o banco foca na prateleira "ESG Agro", que incentiva práticas como a utilização de bioinsumos e energia solar, áreas que já movimentaram mais de R$ 5 bilhões.34 Esta abordagem é fundamental para mitigar os riscos de crédito associados a mudanças climáticas, que, como visto no caso do Banco do Brasil, podem causar volatilidade severa nos resultados.Inclusão e Impacto SocialA transformação digital também tem sido utilizada como ferramenta de inclusão. Embora o fechamento de agências físicas seja um ponto de atrito com sindicatos e parte da população mais idosa, o banco tem investido em interfaces digitais acessíveis e em educação financeira.6 O aumento da base para mais de 100 milhões de clientes em 2025 demonstra o alcance da plataforma digital do banco em camadas da população que anteriormente tinham dificuldade de acesso ao sistema bancário tradicional.6Perspectivas Futuras e Projeções para 2026Ao olhar para 2026, o cenário para o Itaú Unibanco permanece construtivo, embora existam riscos no radar, especialmente relacionados à dinâmica fiscal brasileira e à transição de comando no Banco Central.Drivers de Crescimento e Preço-AlvoAnalistas de mercado mantêm uma visão otimista para as ações do banco (ITUB4). O preço-alvo médio para o final de 2026 situa-se entre R$ 45,00 e R$ 48,50, refletindo a expectativa de continuidade no crescimento dos lucros e manutenção do ROE acima de 20%.35 Os catalisadores para 2026 incluem:Ganhos de Eficiência Adicionais: A maturidade dos investimentos em nuvem e IA deve reduzir ainda mais o custo de servir, permitindo que o banco seja competitivo mesmo contra fintechs.11Retomada do Mercado de Capitais: Com o início da queda da Selic em 2026, espera-se um aumento no volume de IPOs e emissões de dívida, favorecendo o Itaú BBA.29Qualidade de Crédito Resiliente: O foco em crédito imobiliário e empresas de alto rating deve manter a inadimplência sob controle, permitindo que o banco cresça sua carteira sem choques de PDD.3Riscos e DesafiosOs principais riscos identificados para 2026 residem na esfera política e macroeconômica. Uma deterioração da percepção fiscal poderia forçar o Banco Central a manter juros altos por mais tempo que o esperado, o que acabaria por asfixiar o crescimento do crédito e elevar a inadimplência no varejo. Além disso, a competição com bancos digitais e a implementação plena do Open Finance continuam pressionando as receitas de serviços e exigindo investimentos constantes em inovação para manter a fidelidade do cliente.2ConclusõesO Itaú Unibanco atravessou o período de 2024 e 2025 consolidando uma posição de dominância técnica no setor financeiro brasileiro. A capacidade de entregar lucros recordes (R$ 41,4 bilhões em 2024 e R$ 34,5 bilhões nos 9M25) enquanto reduz sua estrutura física e melhora seus indicadores de risco demonstra uma gestão de excelência.1 A instituição não apenas reagiu às mudanças do mercado, como a digitalização e os juros altos, mas as utilizou para fortalecer seu balanço e aumentar o retorno ao acionista.Enquanto pares como o Banco do Brasil sofreram com crises setoriais e outros como o Bradesco ainda buscam recuperar sua rentabilidade histórica, o Itaú demonstrou um nível de consistência que o coloca como a principal escolha estratégica (top pick) para investidores no setor. A rentabilidade de 23,3% e o índice de eficiência de 39,5% no 3T25 são os testemunhos de um modelo de negócio que equilibra escala, tecnologia e prudência bancária.3 Para 2026, a instituição está posicionada para colher os frutos de uma potencial flexibilização monetária, apoiada em uma base de capital robusta e em uma carteira de crédito de alta qualidade.
Análise de Valuation: Itaú Unibanco (ITUB4)
Esta análise calcula o múltiplo Preço/Lucro (P/L) baseando-se na cotação atual de R$ 39,90 e nos resultados financeiros reportados de 2024 e as projeções para o fecho de 2025.
1. Premissas de Cálculo
Para o cálculo, utilizamos o número aproximado de 9,8 bilhões de ações (total do capital social do Itaú).
Passo A: Lucro por Ação (LPA) 2024 (Realizado)
Lucro Líquido 2024: R$ 41,4 bilhões.
LPA 2024: R$ 41,4 bi / 9,8 bi ações = R$ 4,22 por ação.
Passo B: Lucro por Ação (LPA) 2025 (Projetado/Anualizado)
Lucro 9M25 (9 meses): R$ 34,5 bilhões.
Média Mensal: R$ 3,83 bilhões.
Projeção 12 meses (2025): ~R$ 46,0 bilhões.
LPA 2025 Proj.: R$ 46,0 bi / 9,8 bi ações = R$ 4,69 por ação.
2. Cálculo do P/L (Preço = R$ 39,90)
O índice P/L indica quantos anos o investidor levaria para recuperar o capital investido através do lucro da empresa, caso este fosse constante.
Cenário
Preço (P)
Lucro/Ação (LPA)
Índice P/L
Base 2024 (Retroativo)
R$ 39,90
R$ 4,22
9,45x
Base 2025 (Estimado)
R$ 39,90
R$ 4,69
8,50x
3. Interpretação do Resultado
O que significa um P/L de 8,5x?
Atratividade: Historicamente, o Itaú negociou em janelas de 10x a 12x P/L. Um valor de 8,5x sugere que o ativo está a ser negociado com um desconto em relação à sua média histórica, apesar do lucro recorde.
Yield Implícito: Um P/L de 8,5x equivale a um "earnings yield" (rendimento do lucro) de aproximadamente 11,7% ao ano.
Comparativo: Enquanto o Itaú apresenta P/L de ~8,5x com ROE de 23%, outros grandes bancos brasileiros muitas vezes negociam a múltiplos similares, mas com rentabilidade (ROE) significativamente menor, o que reforça o prémio de qualidade do Itaú.
4. Conclusão
Com a ação a R$ 39,90, o mercado está a pagar cerca de 8,5 vezes o lucro esperado para este ano. Este patamar é considerado saudável para um banco que entrega crescimento de dois dígitos (13,1% no 9M25) e mantém a maior eficiência do setor.
Análise de Atratividade: O Itaú (ITUB4) está barato?
Ao analisar um P/L de 9,69x, não podemos olhar para o número isolado. Precisamos compará-lo com a rentabilidade (ROE) e a eficiência que o banco entrega.
1. O "Raio-X" da Barateza
Indicador
Valor Atual (3T25)
Por que indica "Barato"?
P/L Atual
9,69x
A média histórica de 10 anos do Itaú gira em torno de 11,5x a 12x. Estamos com um desconto de ~15% sobre a média.
ROE
23,3%
É a maior rentabilidade entre os grandes bancos privados. Geralmente, bancos com ROE > 20% deveriam negociar com P/L muito acima de 10x.
Crescimento (Lucro)
+13,1% (9M25)
O lucro cresce a dois dígitos, mas o preço da ação (P) não subiu na mesma proporção que o lucro (L), o que "achata" o P/L.
Eficiência
39,5%
Quanto menor, melhor. Manter este patamar enquanto o lucro sobe é sinal de uma "máquina" muito bem ajustada.
2. P/L vs. Crescimento (PEG Ratio)
Se utilizarmos o conceito de PEG Ratio (P/L dividido pelo crescimento do lucro), temos:
P/L: 9,69
Crescimento esperado: ~13%
PEG Ratio: 0,74
Nota: Na teoria de Peter Lynch, um PEG Ratio abaixo de 1,0 indica que uma empresa está subvalorizada (barata) em relação ao seu crescimento.
3. Comparativo com o Setor (Estimativas)
Banco
P/L Estimado
ROE
Status
Itaú
9,69x
23,3%
O mais eficiente com preço justo.
Bradesco
~10,5x
~15,0%
Mais caro por estar em fase de recuperação.
Banco do Brasil
~4,5x
~21,0%
Mais barato por ser estatal (risco político).
4. Conclusão: Está barata?
Sim, pelos seguintes motivos:
Margem de Segurança: Você está pagando menos de 10 vezes o lucro por um ativo que é o "benchmark" de gestão no Brasil.
Dividendos: Com lucros de R$ 11,9 bi por trimestre (3T25), a capacidade de pagamento de dividendos e JCP aumenta consideravelmente. O Dividend Yield tende a ser muito atraente nesse preço de R$ 39,90.
Série Histórica: Como você bem notou na série de 7 trimestres, o banco não para de crescer. Se o lucro sobe e o preço fica parado ou sobe devagar, a ação fica cada vez mais barata por "gravidade fundamentalista".
Aviso: Esta é uma análise técnica baseada em múltiplos e não constitui recomendação de compra.
Projeção de Valuation: Impacto de Lucro de R$ 12,5 bi no 4T25
Esta simulação considera o cenário otimista onde o lucro líquido recorrente gerencial atinge R$ 12,5 bilhões no último trimestre de 2025.
1. Novo Lucro Acumulado (LTM)
Para o cálculo do P/L atualizado, somamos os três trimestres já realizados de 2025 com a sua projeção para o 4T25:
1T25: R$ 11,1 bilhões
2T25: R$ 11,5 bilhões
3T25: R$ 11,9 bilhões
4T25 (Projeção): R$ 12,5 bilhões
Lucro Total 2025 (Estimado): R$ 47,0 bilhões
2. Novo Lucro por Ação (LPA)
Utilizando a base acionária exata de 11.026.869.192 ações:
$ AMEX:LPA = \frac{R\$ 47.000.000.000}{11.026.869.192} = \mathbf{R\$ 4,26}$$
3. Novo Preço/Lucro (P/L)
Com a cotação mantida em R$ 39,90:
$$P/L = \frac{39,90}{4,26} = \mathbf{9,36x}$$
4. Análise Comparativa e Conclusão
Métrica
Com 3T25 (Real)
Com 4T25 (Projetado R$ 12,5 bi)
Tendência
Lucro Anual
R$ 45,4 bi
R$ 47,0 bi
↑ Alta
LPA
R$ 4,12
R$ 4,26
↑ Alta
P/L
9,69x
9,36x
↓ "Mais Barato"
Insights Estratégicos:
Compressão de Múltiplo: Se o lucro sobe para R$ 12,5 bi e a ação continua em R$ 39,90, o P/L cai para 9,36x. Isso gera o que chamamos de "mola comprimida": o lucro cresce tanto que o preço da ação fica forçado a subir para que o P/L retorne aos níveis históricos saudáveis (acima de 11x).
Rentabilidade Estimada: Com um lucro de R$ 12,5 bi em um único trimestre, o ROE provavelmente romperia a barreira dos 24%, colocando o Itaú em um patamar de rentabilidade raramente visto em bancos desse porte globalmente.
Dividendos: Um lucro anual de R$ 47 bilhões aumenta drasticamente o potencial de dividendos extraordinários, o que costuma ser o gatilho para a valorização da cotação.
Veredito: Se esse lucro se confirmar, a R$ 39,90 a ação estaria extremamente barata, pois o mercado estaria precificando o banco como se ele estivesse estagnado, enquanto os dados mostram uma aceleração de lucros.
Análise de Sensibilidade: O que frustraria o mercado no 4T25?
O Itaú é hoje o "relógio suíço" da B3. O mercado precifica o banco esperando que a eficiência de 39,5% e o ROE de 23,3% continuem a brilhar.
1. Escala de Sentimento do Mercado
Lucro Líquido (4T25)
Impacto no P/L
Sentimento do Mercado
Acima de R$ 12,2 bi
9,4x ou menos
Euforia: Confirma aceleração e pode disparar dividendos extras.
R$ 11,9 bi a 12,1 bi
~9,6x
Neutro/Positivo: Manutenção do crescimento orgânico.
R$ 11,5 bi a 11,8 bi
~9,8x
Frustração Leve: Estagnação sequencial (lucro menor que o 3T25).
Abaixo de R$ 11,0 bi
> 10,2x
Pânico/Venda: Indica aumento de inadimplência ou perda de margem.
2. Os 3 Fatores de Frustração (O que observar além do lucro)
Mesmo que o lucro venha em R$ 12 bi, o mercado pode se frustrar se:
A. Aumento da Inadimplência (NPL)
O Itaú tem a melhor carteira do setor. Se o índice de atrasos acima de 90 dias subir significativamente, o mercado temerá que os lucros de 2026 sejam menores devido à necessidade de maiores provisões (PCLD).
B. Queda no ROE
O ROE de 23,3% é o grande troféu do banco. Se esse número cair para a casa dos 21%, os investidores podem entender que o banco atingiu o seu "tecto" de rentabilidade e começarão a vender as ações para buscar oportunidades com maior potencial de recuperação (como o Bradesco, caso este apresente uma viragem).
C. Orientação (Guidance) para 2026
O Itaú costuma divulgar suas projeções para o ano seguinte junto com o resultado do 4T. Se o banco projetar um crescimento de carteira ou de margem financeira muito modesto para 2026, o preço da ação pode sofrer, mesmo com um lucro recorde no 4T25.
3. Conclusão: O "Número do Medo"
O lucro que realmente frustraria o mercado seria qualquer valor abaixo de R$ 11,5 bilhões.
Isso significaria que o banco regrediu ao patamar do 2T25, quebrando a escada de crescimento trimestral. Nesse cenário, o P/L de 9,69x deixaria de ser visto como "barato" e passaria a ser visto como "condizente com uma empresa que parou de crescer".
Dica de Monitoramento: Fique atento ao dia 04/02/2026 (data do resultado no seu calendário). O mercado reagirá nos primeiros 15 minutos de pregão após a abertura.
SELIC
CEAB3 ARRISCADO! mas pode dar 15% no famoso repique"CEAB3 ARRISCADO! mas pode dar 15% no famoso repique"
CEAB3 – Trade arriscado, mas com potencial de repique de até 15%
- Contexto técnico:
O papel vinha consolidando logo abaixo da máxima histórica, mas perdeu duas formações em caixote, o que projetou quedas mais fortes. A pressão vendedora ganhou intensidade no pregão de hoje, acelerando o movimento de correção.
- Cenário atual:
A entrada de uma venda avassaladora trouxe volatilidade e aumentou o risco da operação. No entanto, o ativo já se encontra em região de sobrevendido em alguns indicadores, o que abre espaço para um possível respiro.
- Oportunidade de repique:
Caso surja um candle sinalizador de fundo (como um martelo ou engolfo de alta), pode se iniciar um repique técnico com upside estimado em 15%. Esse movimento seria caracterizado como uma correção dentro da tendência maior de baixa.
- Gestão de risco:
- Stop deve ser bem definido, abaixo do último fundo.
- O trade exige disciplina, pois o risco é elevado.
- O alvo deve ser parcial, com realização progressiva para proteger ganhos.
- Interpretação estratégica:
Este é um trade de oportunidade, não de tendência. O investidor precisa estar ciente de que se trata de uma operação contra o fluxo predominante, buscando apenas capturar o repique técnico.
O ativo consolidou um pouco abaixo da máxima histórica quando iniciou a perda de duas figuras em forma de caixote projetando-o para quedas maiores . Hoje com o movimento já em andamento sofreu um revés entrando uma venda avassaladora .
Vejo possibilidade de um respiro nos preços. Este repique pode ter upside de 15%. Mas precisamos de um candle sinalizador de fundo para início do movimento.
É um trade de alto risco mas possível de ser feito.
"COMO FICA O IBOV NA SUPER QUARTA E COM IPCA ?"Hoje ocorre a chamada Super Quarta, quando o Copom (Brasil) e o Federal Reserve (EUA) divulgam suas decisões de política monetária no mesmo dia. Além disso, há a divulgação da inflação brasileira, o que torna o pregão especialmente volátil.
🇧🇷 Brasil – Copom e Inflação
Taxa Selic: atualmente em 15%. O mercado espera manutenção, mas o comunicado será decisivo para indicar os próximos passos.
Inflação: divulgação prevista para hoje.
Se vier acima do esperado, aumenta a pressão sobre o Banco Central e pode gerar queda no Ibovespa e alta nos juros futuros.
Se vier mais baixa, abre espaço para otimismo e valorização dos ativos.
Impacto imediato: os dados de inflação devem mexer com o câmbio e os juros futuros antes mesmo da fala de Powell.
🇺🇸 Estados Unidos – Federal Reserve
O Fed avalia os juros americanos.
Expectativa de corte moderado, diante de inflação ainda acima da meta e sinais de desaceleração no mercado de trabalho.
Discurso de Jerome Powell: mais importante que a decisão em si, pois pode indicar se haverá novos cortes ou uma postura mais cautelosa.
Impacto global: os mercados emergentes, incluindo o Brasil, tendem a reagir fortemente ao tom do comunicado.
📊 Mercados
Ibovespa (IBOV): em 157.981 pontos, leve queda de -0,13%.
Oscilações esperadas:
Antes da fala de Powell → foco nos dados de inflação brasileira.
Após Powell → atenção volta para os EUA, com reflexos imediatos em câmbio e Bolsa.
Volatilidade elevada: investidores devem acompanhar em tempo real os comunicados e dados.
🎯 Conclusão
O dia é marcado por forte sensibilidade nos mercados. A combinação de inflação no Brasil, decisão do Copom e discurso de Powell nos EUA torna esta Super Quarta decisiva para traçar os rumos da economia em 2026.
"MAGALU-MGLU3 ainda não está no preço a queda da Selic"📉 Ação analisada: Magazine Luiza S.A. (MGLU3), listada na B3 (BMFBOVESPA).
💲 Cotação atual: R$ 9,13.
🔻 Variação do dia: queda de −4,80% (−0,46).
📊 Faixa de negociação:
Abertura: R$ 9,68
Máxima: R$ 9,73
Mínima: R$ 9,10
Fechamento: R$ 9,13
📈 Indicadores técnicos:
EMA (média móvel exponencial) de 9 períodos: R$ 8,94
SMA (média móvel simples) de 200 períodos: não especificada no trecho, mas presente no gráfico.
🔄 Volume negociado: 16,88 milhões.
⚖️ Livro de ofertas:
Venda: R$ 9,10
Compra: R$ 9,19
Em resumo, a página mostra o desempenho intradiário da ação MGLU3, destacando uma queda significativa no preço, com suporte e resistência próximos da faixa de R$ 9,10–9,73.
📊 Análise Técnica (MGLU3)
Tendência de curto prazo: O papel vem operando acima de médias móveis de curto e médio prazo, sugerindo viés altista, mas o Índice de Força Relativa (IFR) indica aproximação de sobrecompra, o que pode gerar correção.
Suportes relevantes: Faixa entre R$ 8,82 e R$ 8,60, seguida por níveis mais baixos próximos de R$ 8,08.
Resistências: Região de R$ 10,11 até R$ 11,39, que precisa ser rompida com volume para confirmar retomada.
Cenário atual: O ativo mostra oportunidade no curto prazo, mas exige gestão de risco com stop loss. No médio prazo, o mercado aguarda confirmação de recuperação; no longo prazo, ainda há desafios estruturais.
💼 Comentário Fundamentalista – Resultado 3T25
Lucro líquido: R$ 84,6 milhões, queda de 17,4% frente ao 3T24.
Lucro ajustado: R$ 21,2 milhões, retração de 69,8%.
Ebitda ajustado: R$ 711 milhões, praticamente estável, com margem de 7,9%.
Receita bruta: R$ 11,3 bilhões, leve recuo, mas com ganho de eficiência operacional.
Destaque: Lojas físicas cresceram 5% em vendas, reforçando a multicanalidade, enquanto o e-commerce perdeu participação.
Interpretação: Apesar da queda expressiva no lucro ajustado, o resultado foi melhor que o esperado pelo mercado, mostrando resiliência em meio a juros altos e consumo fraco.
🎄 Expectativas para o 4T25
O fim de ano tradicionalmente impulsiona o varejo, com Black Friday e Natal como catalisadores.
A empresa deve se apoiar na força das lojas físicas e na logística integrada para capturar vendas, mesmo com cenário macroeconômico desafiador.
Analistas destacam que o Magalu está em “modo defensivo”, mas o 4T tende a ser mais favorável, podendo aliviar margens e trazer recuperação parcial
Ibov em dólar super o nível de Dezembro 2019O Banco Central do Brasil manteve o discurso duro, mas o mercado entendeu a mensagem como um sinal de estabilidade e, paradoxalmente, isso reacendeu o apetite por risco.
Na ata divulgada após a reunião de novembro, a autoridade monetária reforçou sua confiança de que juros elevados por mais tempo serão suficientes para garantir a convergência da inflação à meta. A Selic permaneceu em 15% pela terceira vez consecutiva, consolidando o ciclo de aperto mais longo das últimas duas décadas.
O recado implícito foi claro: o combate à inflação está próximo de seu ponto de maturação. O IPCA de outubro, que avançou apenas 0,09% no mês e acumulou 4,68% em 12 meses, abaixo das projeções, reforça essa percepção. O cenário combina desaceleração dos preços, queda nas expectativas de inflação futura e uma economia que segue crescendo de forma moderada.
Com isso, a curva de juros começou a precificar o início de um ciclo de cortes já no primeiro trimestre de 2026. Os contratos de swap para janeiro de 2027 recuaram mais de 13 pontos-base, indicando que o mercado passou a enxergar espaço para flexibilização da política monetária antes do que se imaginava. Essa reprecificação, aliada à inflação mais comportada, tem efeito direto sobre o câmbio e sobre o apetite por ativos brasileiros, dois vetores que explicam o rali recente do Ibovespa em dólar.
Enquanto isso, o fluxo estrangeiro volta a se intensificar. Em meio a um cenário global de juros altos por mais tempo nos EUA, investidores buscam mercados emergentes com prêmio real elevado e o Brasil, com Selic real acima de 10%, desponta como um porto seguro relativo. O ganho adicional vem da valorização das commodities e da melhora dos balanços corporativos domésticos, especialmente no setor financeiro e de energia.
Mesmo com incertezas fiscais e a proximidade das eleições de 2026, o investidor estrangeiro percebe que o Banco Central brasileiro está jogando no campo da credibilidade. Gabriel Galípolo manteve o tom cauteloso, mas transmitiu uma mensagem de confiança: a inflação está cedendo e o pior já passou. A perspectiva de estabilidade política até o ciclo eleitoral, somada à queda gradual das expectativas de inflação, reforça a atratividade da Bolsa em dólares que está em seu melhor momendo desde Dezembro de 2019:
No fim das contas, o Índice Bovespa em dólar sobe porque o investidor estrangeiro começa a enxergar valor onde antes via apenas risco. O câmbio estabilizado, a inflação sob controle e a promessa de um ciclo de corte de juros — ainda que gradual — criam o tipo de combinação rara em economias emergentes: prêmio real alto, crescimento moderado e credibilidade monetária.
O Brasil, ao menos por enquanto, parece ser o “carry trade” mais seguro do mundo.
"BTG PACTUAL , solidez, diversificação e excelência"I. Desempenho Financeiro Consolidado 💰
💵 Lucro Líquido Ajustado: R$ 4,5 bilhões (+42% a.a.) ◦ LTM 3T25: R$ 12,1 bilhões
📊 Receita Total: R$ 8,8 bilhões (+37% a.a. / +6% vs 2T25) ◦ LTM 3T25: R$ 30,7 bilhões
🏆 ROAE Ajustado: 28,1% (melhor que o trimestre anterior)
⚡ Eficiência Operacional: Índice ajustado em 34,1% (recorde histórico de eficiência)
II. Balanço Patrimonial e Capital 🏦
📈 Ativos Totais: R$ 685 bilhões (+4,4% vs 2T25)
💎 Patrimônio Líquido: R$ 65,6 bilhões (+16,6% a.a.)
🛡️ Índice de Basileia: 15,5%
📉 VaR Médio: 0,30% do PL médio
💸 Funding Desgarantido: R$ 308 bilhões (+20% a.a.)
💧 Liquidez (LCR): 168,5%
III. Métricas de Clientes e Ativos 👥📂
💰 Net New Money (NNM): R$ 83 bilhões no 3T25 / R$ 296 bilhões LTM
🏢 Portfólio de Crédito: R$ 247 bilhões (+17,4% a.a.) ◦ PME: R$ 29 bilhões
📈 AuM/AuA: R$ 1,2 trilhão (+19% a.a.)
🔒 AuC: R$ 2,3 trilhões (+25% a.a.)
IV. Destaques por Área de Negócio 🚀
🏦 Corporate Lending & Business Banking: ◦ Receita recorde: R$ 2,15 bilhões (+2,2% vs 2T25) ◦ Lançamento do BTG Pay 💳
💼 Investment Banking: ◦ Receita: R$ 643 milhões ◦ #1 em ECM no Brasil 🥇
📊 Asset Management: ◦ Receita recorde: R$ 747,5 milhões (+23,3% a.a.) ◦ Captações líquidas: R$ 33,5 bilhões
👑 Wealth Management & Personal Banking: ◦ Receita recorde: R$ 1,36 bilhões
🤝 Participations: ◦ Receita: R$ 324,8 milhões ◦ Inclui Banco Pan, Too Seguros e Pan Corretora
V. Outros Destaques 🌍✨
🌱 Sustentabilidade (ESG): ◦ R$ 4,9 bilhões em agricultura regenerativa ◦ Parceria IFC: até US$ 1 bi até 2028 ◦ Acordo AIIB: US$ 160 milhões para infraestrutura climática
🏦 Aquisição: HSBC Bank (Uruguay) S.A. por US$ 175 milhões
🎯 Frase que melhor descreve o BTG Pactual
"ROAE de 28,1%, superando o desempenho do trimestre anterior e reafirmando a solidez, diversificação e excelência da nossa franquia."
Essa frase traduz o espírito do BTG Pactual: sólido, diversificado e sempre em busca de excelência 🚀🔥.
"IBOV pode lateralizar mas ainda não interrompe a tendência""IBOV 🔻pode lateralizar mas ainda não interrompe a tendência"
A proximidade da temporada de resultados do terceiro trimestre é um momento estratégico no mercado. E os grandes players sabem disso muito bem.
📊 Por que isso importa agora:
Movimentos antecipados: Investidores institucionais costumam se posicionar antes da divulgação dos balanços, apostando em empresas que devem surpreender positivamente.
Volatilidade aumentada: A expectativa de resultados pode gerar oscilações fortes, especialmente em ações com histórico de surpresas ou guidance revisado.
Setores com potencial: Bancos, varejo, energia e tecnologia são setores que tradicionalmente mostram volatilidade nessa época — seja por resultados operacionais ou por sinalizações sobre o fim de ano.
🔍 O que observar:
Margens e guidance: Empresas que mantêm ou elevam projeções para o 4º trimestre tendem a atrair fluxo.
Revisões de analistas: Fique atento às revisões de preço-alvo e recomendação — elas costumam antecipar o movimento dos grandes fundos.
Volume e opções: Aumento de volume e movimentação em derivativos pode indicar posicionamento institucional.
🧭 Cenário geral:
A tensão entre EUA e China, somada à derrota do governo brasileiro na MP do IOF, aumentou a aversão ao risco e pressionou o mercado
qui estão os principais destaques que influenciaram a queda do Ibovespa na sexta-feira, 10 de outubro:
🔻 Setores que mais pesaram:
Saúde: Ações como Hapvida estiveram entre os piores desempenhos do dia.
Siderurgia: Empresas do setor também puxaram o índice para baixo, refletindo preocupações com demanda global e preços de commodities.
📈 Contraponto positivo:
Ambipar e Aura Minerals se destacaram com alta, ajudando a limitar as perdas do índice.
Esses movimentos refletem um cenário de cautela, com investidores reagindo a fatores externos (como queda em Wall Street e no petróleo) e internos (como incertezas fiscais)
"Assaí (ASAI3) resiliência em seus fundamentos" mas e o 3t2025?🔍 Assaí (ASAI3) em foco: desempenho financeiro no 2T25
No segundo trimestre de 2025, o Assaí apresentou resultados mistos, com sinais de estabilidade em alguns indicadores e leve pressão em outros. Vamos aos destaques:
💰 Valuation em movimento
O P/L (Preço/Lucro) ficou em 17,1x, levemente abaixo do 1T25 (17,4x), indicando uma pequena melhora na lucratividade relativa.
O EV/EBITDA caiu para 6,9x, mostrando que o mercado está atribuindo um valor mais atrativo à geração de caixa da empresa.
Já o P/VP recuou para 3,4x, sugerindo uma leve reprecificação do valor patrimonial 📉.
📉 Endividamento sob controle
A relação Dívida Líquida/EBITDA ficou em 3,17x, praticamente estável em relação ao trimestre anterior. Isso mostra que a alavancagem está sendo mantida dentro de parâmetros aceitáveis, mesmo com o cenário desafiador 💼.
📈 Rentabilidade com nuances
A Margem Bruta subiu para 16,7%, sinalizando eficiência operacional.
A Margem EBITDA Ajustado também cresceu para 5,7%, refletindo controle de custos e ganhos operacionais.
Já a Margem Líquida foi de 1,4%, mas com um detalhe importante: esse número foi inflado por créditos fiscais não recorrentes. Sem esse efeito, a margem ajustada seria de 0,9% ⚠️.
📊 Metodologia e contexto Todos os múltiplos foram calculados com base nos dados Pré-IFRS16, conforme destacado nos relatórios oficiais da companhia. Isso garante uma visão mais fiel da realidade operacional e financeira do Assaí 🧾.
📌 Conclusão O Assaí segue mostrando resiliência em seus fundamentos, com múltiplos de valuation mais atrativos e rentabilidade ajustada em linha com o histórico. A gestão da dívida continua eficiente, e os resultados do 2T25 reforçam a importância de olhar além dos números brutos — especialmente quando há efeitos não recorrentes envolvidos 🔎.
"MAGAZINE LUIZA- MGLU3 FICOU MUITO CARO"📉"MAGAZINE LUIZA-🔸🔸 MGLU3 FICOU MUITO CARO"📉
📊 Magazine Luiza (MGLU3): Entre a Resiliência Operacional e o Desafio dos Juros. Qual o Preço Justo?
Publicado em: 18 de setembro de 2025
Hoje, com as ações do Magazine Luiza (MGLU3) negociadas na casa dos R$ 11,42, muitos investidores se perguntam: qual o real valor da companhia e o que esperar para o futuro? Para responder a essa pergunta, mergulhamos nos dados do mais recente relatório financeiro da empresa — o ITR do segundo trimestre de 2025 — e traçamos cenários para entender o que pode destravar o valor da ação.
📉 Raio-X do 2º Trimestre de 2025: Um Resultado Amargo
O Magazine Luiza enfrentou um trimestre desafiador. Apesar de um leve crescimento na receita, o resultado final foi negativo. Vamos entender o que aconteceu 👇
🔹 Receita Líquida: R$ 9,13 bilhões 🔹 Resultado Financeiro: -R$ 495,6 milhões 🔹 Lucro/Prejuízo Líquido: -R$ 24,4 milhões
📊 Em comparação com o mesmo período de 2024:
🔸 Receita subiu timidamente (de R$ 9,01 bi para R$ 9,13 bi) 🔸 O resultado financeiro piorou (de -R$ 401,1 mi para -R$ 495,6 mi) 🔸 O lucro virou prejuízo (de +R$ 23,6 mi para -R$ 24,4 mi)
💣 O grande vilão? As despesas financeiras, que cresceram 18,9% e engoliram todo o lucro operacional. Isso inclui juros da dívida e custos com antecipação de recebíveis.
💪 Mas nem tudo foi negativo: a empresa mostrou resiliência na geração de caixa operacional, sinal de que o varejo segue forte e eficiente.
📈 Múltiplos e Valuation: Onde Estamos Hoje?
Com a cotação atual de R$ 11,42, o valor de mercado do Magazine Luiza é de aproximadamente R$ 8,44 bilhões. Com base nos últimos 12 meses, os múltiplos são:
P/L (Preço/Lucro): 36,7x
P/VPA (Preço/Valor Patrimonial): 0,76x
EV/EBITDA: 4,11x
🔹 O P/VPA abaixo de 1 indica que a ação está abaixo do valor patrimonial. 🔹 O P/L elevado reflete lucros baixos e voláteis. 🔹 O EV/EBITDA mostra uma geração de caixa mais estável — foco dos analistas.
🚀 Cenários Futuros: O Caminho Para a Valorização
📌 Cenário 1: P/L de 19
Para justificar um múltiplo P/L de 19 com o preço atual, a empresa precisaria entregar um lucro líquido anual de R$ 444,2 milhões — quase o dobro do resultado atual de R$ 229,8 milhões. Esse nível de lucratividade nunca foi atingido em 12 meses.
📌 Cenário 2: Alta Performance
Se a empresa alcançasse R$ 200 milhões de lucro por trimestre (R$ 800 milhões/ano), e o mercado atribuísse um P/L de 20, o preço justo da ação seria R$ 21,65 — um potencial de alta de quase 90%.
📉 Projeção para o 3T25 e Impacto no Preço Justo
Com consumo ainda tímido e juros elevados, projetamos um lucro líquido ajustado entre R$ 5 milhões e R$ 40 milhões.
🔻 Isso reduziria o lucro acumulado dos últimos 12 meses, já que o 3T24 (R$ 102,4 milhões) sairia da base de cálculo.
➡️ Nesse cenário, para um P/L de 20, o preço justo da ação estaria entre R$ 3,58 e R$ 4,53.
🧠 Conclusão
O Magazine Luiza mostra uma operação de varejo resiliente e geradora de caixa, mas enfrenta forte pressão na última linha do balanço devido à estrutura de capital e aos juros altos.
🔑 Gatilho principal para valorização: Queda na taxa Selic, que pode aliviar despesas financeiras e permitir que a força operacional se converta em lucros mais robustos.
⚠️ Aviso Legal: Este relatório é baseado em informações públicas e projeções. Possui caráter analítico e educacional, não constituindo recomendação de compra ou venda de ativos.
"IBOV PODE REALIZAR LUCRO COM COMUNICADO DO BANCO CENTRAL.⚠️ 💥IBOV PODE CAIR !📉💥 DECISÃO DO BANCO CENTRAL BR💥 🇧🇷 PODE MUDAR TUDO!"
💥 SUPER QUARTA: O DIA QUE PODE VIRAR O MERCADO DE CABEÇA PRA BAIXO! Brasil e Estados Unidos tomam decisões cruciais sobre suas taxas de juros. O Banco Central brasileiro pode surpreender, enquanto o Federal Reserve dos EUA sinaliza mudanças que afetam o mundo inteiro. 📉 O Ibovespa está sob pressão, o dólar oscila, e investidores estão em alerta máximo. Entenda os riscos, os cenários e o que esperar das próximas horas. Este vídeo traz uma análise completa, com dados, contexto e projeções para quem quer se proteger ou aproveitar as oportunidades.
Relatório de Análise Macroeconômica e Projeção para a Decisão do Copom
Resumo Executivo
Este relatório apresenta uma análise aprofundada dos mais recentes dados macroeconômicos brasileiros, englobando o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) de Vendas no Varejo e a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua. A análise revela um cenário de contrastes significativo, onde a atividade econômica mostra sinais claros de resfriamento, enquanto o mercado de trabalho mantém uma resiliência notável. A inflação, embora em desaceleração no seu índice geral, persiste em segmentos cruciais, como o de serviços. Diante desse quadro de desinflação incompleta e de pressão advindas do mercado de trabalho, a decisão mais voluntária e logicamente consistente para o Comitê de Política Monetária (Copom) é a manutenção da taxa Selic em 15,00% ao ano. A comunicação oficial do Banco Central será o ponto focal da atenção dos mercados, com a expectativa de que a autoridade monetária reforce a necessidade de vigilância e a dependência de dados para ancorar com certeza as expectativas de inflação de longo prazo.
1. Introdução: O Contexto da Reunião do Copom
A economia brasileira se encontra em um ponto de inflexão crítica, com a próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, que se inicia em 16 de setembro e terá sua decisão anunciada no dia 17, ocorrendo sob um cenário de sinais macroeconômicos divergentes. Enquanto alguns indicadores, como o de atividade e o de comércio, apontam para a efetividade da política monetária restritiva rompida, outros, em especial os relativos ao mercado de trabalho e à inflação de serviços, sinalizando desafios persistentes para as declarações do processo desinflacionário.
O objetivo deste relatório é integrar os dados dos principais indicadores econômicos para fornecer um panorama coeso e fundamentado. O objetivo é conectar as leituras de inflação, atividade econômica e mercado de trabalho para projetar, com alto grau de confiança, a decisão de política monetária do Banco Central.
2. Análise dos Indicadores Chave: A Radiografia dos Dados Recentes
A avaliação do Comitê de Política Monetária se baseia em um amplo conjunto de informações sobre a evolução da economia brasileira e mundial.1A seguir, um resumo dos últimos dados disponíveis:
📊✨ Resumo dos Últimos Dados Econômicos (2025) ✨📊
🔹 IPCA (Inflação ao consumidor) 📅 Agosto de 2025 📉 Variação mensal: -0,11% 😮 📊 Acumulado 12 meses: 5,13% 🔥💰
🔹 IBC-Br (Atividade Econômica) 📅 Julho de 2025 📉 Variação mensal (ajustada): -0,5% 🧊📉 📈 Acumulado 12 meses: 3,5% 🚀📊
🔹 Vendas no Varejo 🛍️🛒 📅 Julho de 2025 📉 Variação mensal (ajustada): -0,3% 😬📉 📈 Acumulado 12 meses: 2,5% 💼💵
🔹 Taxa de Desocupação 👷♀️👨🏭 📅 Trimestre encerrado em Julho de 2025 📉 5,6% — Mínima histórica desde 2012! 🏆🎯🎉
🔹 Massa Salarial 💸💼 📅 Trimestre encerrado em Julho de 2025 💰 R$ 352,3 bilhões — Recorde histórico! 🤑📈🏅
2.1. Inflação (IPCA): A Desinflação Agregada e as Pressões Persistentes
O IPCA, índice oficial de inflação do país, apresentou uma deflação de -0,11% em agosto de 2025, o que contrasta com a inflação acumulada de 5,13% em 12 meses.2Essa desaceleração do índice geral reflete principalmente a melhoria no comportamento dos preços de alimentos e a deflação nos combustíveis10, que foram impulsionadas por fatores de oferta mais desenvolvidos. Embora essa trajetória agregada seja positiva, ela ainda não representa uma vitória sobre a inflação.
Uma análise mais aprofundada da composição do IPCA revela uma dicotomia. Enquanto os preços de bens e commodities (ligados a choques de oferta e câmbio) estão caindo, a inflação de serviços permanece alta e resiliente.10Essa persistência é uma rotina da demanda interna e está intrinsecamente ligada aos custos de mão de obra. A estabilidade dos preços, para o Banco Central, somente será alcançada quando todas as fontes de pressão inflacionária, especialmente as ligadas à demanda doméstica, estiverem sob controle. A persistência da inflação de serviços sugere que a política monetária, embora eficaz em frear a demanda por bens, ainda não foi suficiente para desaquecer a demanda por serviços, o que representa a "última milha" do processo desinflacionário, geralmente o mais difícil.
2.2. Atividade Econômica (IBC-Br): O Arrefecimento da Demanda
O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma prévia do PIB, registrou uma queda de -0,5% em julho de 2025, na comparação mensal dessazonalizada.3Este resultado marcou o terceiro recuo consecutivo e ficou aquém das expectativas do mercado.11A queda na atividade econômica foi generalizada, com recuos na indústria (-1,1%), agropecuária (-0,8%) e serviços (-0,2%).4
A ampla disseminação da queda por todos os setores é uma evidência concreta de que a política monetária restritiva do Banco Central está funcionando conforme o planejado.11A retração não é um evento isolado, mas um movimento sistêmico de desaceleração da economia, o que é um pré-requisito para a desinflação sustentada. Este dado, por si só, poderia alimentar o debate sobre o início de um ciclo de cortes de juros, mas a sua interpretação deve ser contextualizada com os outros indicadores, particularmente o do mercado de trabalho.
2.3. Vendas no Varejo: O Reflexo da Demanda Contida
As vendas do comércio varejista registraram uma queda de -0,3% em julho, na comparação com junho.5Este é o quarto resultado negativo consecutivo do setor, diminuindo uma "perda de fôlego no curto prazo".5A retração no varejo é o reflexo mais direto do impacto das altas taxas de juros no consumo das famílias. A queda foi mais acentuada em segmentos como tecidos e vestuário (-2,9%) e equipamentos de informática (-3,1%), enquanto até mesmo o setor de hipermercados e produtos alimentícios recuou (-0,3%).5
Esta retração consistente no consumo de bens valida a eficácia da política monetária no controle da demanda agregada. O aumento do custo do crédito e a persistência da inflação elevam o endividamento e inibem as compras, especialmente de bens duráveis e semiduráveis. A queda nas vendas no varejo demonstra que o abertura monetária está alcançando seu objetivo de desaquecer o consumo, mas, conforme observado na análise do IPCA, este efeito ainda não se traduziu na desaceleração da demanda por serviços.
2.4. Mercado de Trabalho (PNAD Contínua): O Ponto de Controvérsia
A taxa de desocupação do trimestre encerrado em julho de 2025 caiu para 5,6%, a menor taxa desde o início da série histórica em 2012.7A população atingiu um novo recorde de 102,4 milhões de pessoas, e a massa salarial real alcançou o maior valor da série histórica, chegando a R$ 352,3 bilhões.7
A força do mercado de trabalho é um fator fundamentalmente pró-inflacionário.14A combinação de desemprego baixo e crescente impulsiona a demanda e aumenta os custos de produção, dificultando o processo de desinflação. A queda na população desalentada demonstra que as pessoas estão, de fato, encontrando emprego, e não abandonando a força de trabalho.7Essa resiliência do emprego e da renda é o principal obstáculo para que o Copom inicie um ciclo de cortes de juros. A política de juros altos precisa ser mantida para que a desaceleração da economia, já visível no IBC-Br e no varejo, finalmente se reflita no mercado de trabalho e, subsequentemente, na inflação de serviços.
Balanço do Santander: Cautela com Provisões Pesa no Lucro Balanço do Santander: Cautela com Provisões Pesa no Lucro Trimestral, mas Melhora na Eficiência e Inadimplência se Destacam.
Análise Completa: Santander (SANB11) Divulga Resultados do 2º Trimestre de 2025 em Meio a Cenário Desafiador
São Paulo, 30 de julho de 2025 – O Santander Brasil (SANB11) abriu a temporada de balanços dos grandes bancos com a divulgação de seus resultados do segundo trimestre de 2025. Em um ambiente macroeconômico marcado por juros elevados e maior seletividade no crédito, o banco apresentou números que, embora demonstrem uma desaceleração em relação ao trimestre anterior, superam o desempenho do mesmo período de 2024 e reforçam a resiliência de sua estratégia.
Com o mercado atento, a ação da companhia (unit SANB11) fechou o pregão de ontem, 29 de julho, cotada a R$ 26,37.
Desempenho do 2º Trimestre de 2025: Lucratividade e Cautela
O banco reportou um lucro líquido gerencial de R$ 3,7 bilhões, representando uma queda de 5,2% em comparação com o primeiro trimestre de 2025, mas um avanço significativo de 9,8% em relação ao segundo trimestre de 2024. A rentabilidade sobre o patrimônio líquido (ROAE) ajustado atingiu 16,4%, uma retração de 1,1 ponto percentual na comparação trimestral, porém uma melhora de 0,8 ponto percentual na base anual.
Este resultado reflete uma postura mais cautelosa do banco, evidenciada pelo aumento da Provisão para Devedores Duvidosos (PDD), que cresceu tanto na comparação trimestral quanto na anual. Essa movimentação indica uma preparação para um cenário de maior risco de crédito, ainda que o índice de inadimplência acima de 90 dias tenha apresentado uma melhora, caindo para 3,1%.
A margem financeira com clientes foi um dos destaques positivos, com um crescimento de 11,3% em doze meses, impulsionada pela boa gestão de preços e volumes. As receitas de comissões e prestação de serviços também mostraram solidez, alcançando R$ 5,2 bilhões.
Evolução dos Principais Indicadores nos Últimos Trimestres
Para contextualizar o desempenho atual, é fundamental observar a trajetória dos principais indicadores do Santander ao longo dos últimos trimestres:
Indicador 3T24 4T24 1T25 2T25
Lucro Líquido (R$ bi) 3,7 3,9 3,9 3,7
ROE Gerencial 17,0% 17,2% 17,4% 16,4%
Carteira de Crédito (R$ bi) 663,5 682,7 682,3 675,5
Inadimplência (>90 dias) 3,2% 3,2% 3,3% 3,1%
Índice de Eficiência 38,9% 37,4% 37,2% 36,8%
P/L (Preço/Lucro) ~8,0 ~7,4 ~7,07 ~7,05
A tabela evidencia que, após uma recuperação robusta na virada do ano, o segundo trimestre de 2025 representou uma acomodação nos lucros e na rentabilidade. Por outro lado, o banco atingiu seu melhor índice de eficiência (36,8%) dos últimos três anos, sinalizando um controle de custos eficaz e os frutos da sua transformação digital.
Análise de Múltiplos: P/L em Nível Atrativo
Com o fechamento da ação em R$ 26,37 e o lucro acumulado nos últimos doze meses, o múltiplo Preço/Lucro (P/L) do Santander situa-se em aproximadamente 7,05 vezes. Este patamar é inferior ao observado nos trimestres anteriores, indicando que a ação está sendo negociada a um preço mais descontado em relação aos seus lucros. Para investidores de valor, um P/L mais baixo pode sinalizar um ponto de entrada interessante, considerando a solidez e a posição de mercado do banco.
Em suma, o resultado do Santander no segundo trimestre de 2025, embora sem grandes surpresas, confirma a capacidade do banco de navegar em um cenário adverso, mantendo a lucratividade e a solidez de seu balanço. A gestão prudente do risco de crédito e o foco contínuo em eficiência operacional são os pilares que sustentam a estratégia e devem continuar a guiar o desempenho da instituição nos próximos trimestres.
ABEV3: Buscando Direção Após Perda de ForçaGRÁFICO DO DIA 21/05/2025
ABEV3: 14,16 (−0,91%)
O ativo fez topo em 14,90 e realizou lucro em 13,83. Após isso, perdeu o momento e está diminuindo a amplitude dos movimentos. Permanece ainda dentro de uma estrutura de alta, mas, no atual momento, procura um fato direcional vertical. O ativo está em observação, pois "pipa que perde vento cai."
BBDC4 gráfico bom em momento complicado.Ativo tentou romper a MM200, mas frustrou o movimento. MMS rápidas viradas para cima.
Fez topo na região de 13,08, onde teve rejeição de preço. Temos o desenho de um pullback em andamento que viraria pivô de alta ao novamente atingir a região de 13,08. Teremos que aguardar, pois as questões macroeconômicas irão impactar as perspectivas futuras do ativo e dos mercados.
Bradesco PN
O Bradesco PN está com um bom gráfico no curto prazo, mas mantê-lo assim será um enorme desafio.
SANB11: Atenção Redobrada para Compradores no Curto PrazoSANB11 26,62 -3,31%
O ativo está na média de 200 períodos. MM9 e 21 estão flat. A tentativa de rompimento da figura altista foi frustrada. Os compradores acharam muito arriscado o momento macroeconômico para financiar a busca por 28,10.
Sendo assim, preferiu a cautela. Outro ativo para aguardar definições, mas há ressalvas pela posição gráfica, pois a continuidade da realização pode projetá-lo para novas quedas em 26,03 e 25,37.
Por isto, o nível de atenção dos posicionados para curto prazo com intenções altistas devem ser redobradas.
IBOV figura baixista "M" presente, sim ela projeta 128600 pontosAnálise Técnica - IBOV - 31/03/2025
IBOV: 130.259,54 (-1,25%)
Observa-se a formação de uma figura baixista no topo do movimento. A confirmação da quebra do suporte em 130.250 aciona um gatilho de venda, projetando um alvo de 128.600,00.
As médias móveis (MMs) de 9 e 21 períodos mantêm-se com inclinação ascendente, embora as extremidades estejam voltadas para baixo, sinalizando uma possível perda de força compradora. O índice permanece acima da MM de 200 períodos, o que ainda sugere uma tendência de alta de longo prazo.
Para que o índice se livre do atual momento baixista terciário, será necessário romper a resistência em 133.400.
O dia 01 de abril de 2025 poderá ser um dia perigoso para o IBOV, pois a cautela do mercado aparecerá fazendo o índice perder o suporte e quase 2000 pontos levando-o a 128600.
Não temos sinais por enquanto de defesa da posição .
SANB11: Sinais de Alta e Potencial de ValorizaçãoSANB11: Sinais de Alta Persistentes e Potencial de Valorização
Preço Atual: R$ 27,13
Variação: +1,06% (indicando um movimento positivo no preço da ação)
Análise Técnica:
Médias Móveis (MMS): As MMS de 9 e 21 períodos estão ambas apontando para cima, um sinal técnico forte de tendência de alta no curto prazo.
Preço Acima da MM 200: O fato de o preço da ação estar acima da Média Móvel de 200 períodos reforça a tendência de alta, indicando que a ação está em uma trajetória ascendente de longo prazo.
Movimento em Curso: O movimento de alta ainda está em andamento, sugerindo que há potencial para mais valorização no curto prazo.
Formação Gráfica Altista:
Padrão: A ação SANB11 está formando um padrão gráfico altista, o que indica que o preço pode continuar subindo.
Alvo: A máxima desse padrão está em R$ 29,10, o que representa um potencial de valorização significativo.
Alvos Secundários: Além da máxima, existem outras regiões de preço que podem servir como alvos secundários, onde a ação pode encontrar resistência ou suporte.
Considerações Adicionais:
Volume: É importante observar o volume de negociação da ação. Um volume crescente durante o movimento de alta pode indicar maior convicção dos compradores e fortalecer a tendência.
Contexto do Mercado: A análise técnica deve ser complementada com a análise do contexto do mercado, incluindo notícias econômicas, políticas e do setor bancário, que podem afetar o desempenho da ação.
Gerenciamento de Risco: É fundamental ter uma estratégia de gerenciamento de risco ao investir em ações. Defina seus pontos de entrada e saída com base em sua análise e tolerância ao risco.
Conclusão:
A ação SANB11 apresenta sinais técnicos de alta, com potencial para valorização no curto prazo, impulsionada por um padrão gráfico altista e o movimento de alta em curso. No entanto, é importante realizar uma análise completa e considerar o contexto do mercado antes de tomar qualquer decisão de investimento.
BANCO DO BRASIL momento dual , o setor está consolidado.GRÁFICO DO DIA 28/03/2025
BBAS3. 28.64 -0.17%
MMS 9.21 viradas para cima, ativo acima da MM 200.
Temos a possibilidade de termos topo duplo a ser formado se buscar a região de 26,71 ao mesmo tempo que se vencer a região de 28,85 forma pullback para novas altas com alvo e pivô de alta com alvo em 29,44.
A estrutura formada no topo é de acomodação e que tem polaridade dual.
Como já disse antes, talvez com as máximas do IBOV sendo adquiridas e a euforia de novos entrantes fará o BBAS3 buscar 29.44. O que acho ficar caro pelos resultados já divulgados.
Então precisamos em BBAS3 da formação de um setup , seja ele baixista ou altista.
MGLU3! Rejeição na Resistência Acende Sinal VermelhoAnálise Técnica: MGLU3 na Resistência
Ativo: MGLU3
Variação: +0,29%
Cotação: R$ 10,49 (Este valor precisa ser confirmado, pois pode ter sido um erro de leitura do texto original referente a outro ativo)
Análise das Médias Móveis:
Média Móvel de 9 períodos (MM9): Apresenta inclinação positiva, indicando momentum de curto prazo altista.
Média Móvel de 21 períodos (MM21): Também com inclinação positiva, reforçando a tendência de alta no curto prazo.
Média Móvel de 200 períodos (MM200): Recentemente rompida para cima, sinalizando uma potencial mudança na tendência de longo prazo de baixista para altista.
Níveis de Resistência:
O ativo atingiu a região de resistência em R$ 10,67, onde observa-se uma reação vendedora.
Padrões de Candlestick:
A análise dos candles recentes revela sinais de enfraquecimento da pressão compradora e aumento da força vendedora, caracterizados por candles pequenos e espaçados. Essa formação sugere uma possível dificuldade do preço em superar a resistência no curto prazo.
Cenário:
Diante da confluência da resistência em R$ 10,67 com os sinais de rejeição observados nos candles, o cenário para MGLU3 no curto prazo inclina-se para uma possível reversão ou consolidação abaixo desse nível. A incapacidade de romper a resistência com volume comprador consistente pode abrir espaço para um movimento corretivo.
Considerações:
Traders e investidores devem monitorar de perto a evolução do preço na região de R$ 10,67.
Um rompimento confirmado dessa resistência, acompanhado de volume significativo, invalidaria o cenário de reversão e poderia impulsionar o ativo a patamares superiores.
Caso a pressão vendedora se intensifique, o suporte mais próximo a ser observado encontra-se na região da MM200, que agora atua como um potencial suporte dinâmico.
VIVT3 estrutura de baixa pesa sobre o ativoEstrutura pesada de baixa pesa sobre o ativo , as médias móveis 9,21 que estavam flats começa a apontar para baixo. O preço não consegue se libertar desta estrutura.
De olho na média móvel de 200 períodos está chegando e pode ser perdida nos próximos dias.
Temos possíveis alvos para estas quedas na região de 46,95 e com menor possibilidade agora a região de 45,27.
IBOV-por enquanto não mudou nada, é altista, vamos OBSERVAR!!!Médias Móveis 9,21 viradas para cima e setups armados altista entre as médias 9,21,200.
A estrutura é de alta no curto prazo e podemos estar formando uma bandeira de alta.
A certificação desta bandeira se dá com o piso não sendo perdido em 130.250, o que seria muito bom para aliviar os comprados.
A haste da bandeira é muito ousada e causa precaução por causa do cenário Macro e interno.
O alvo desta estrutura é 140 000, o que penso um pouco de exagero mas o tempo dirá quem está certo, e tem que ser muito corajoso para operar usando este alvo.
Resumindo a queda de ontem NÃO ARRANHOU A ESTRUTURA DE ALTA CRIADA.
"IBOV alta pontual em meio á tendência de baixa"Análise Técnica do IBOV - 07/03/2025
Cenário Atual:
O Ibovespa encerrou o pregão de 07/03/2025 com alta de 1,36%, atingindo a marca de 125.034,63 pontos. Apesar do movimento positivo, o índice ainda se encontra inserido em um contexto de tendência de baixa, conforme evidenciado pela inclinação descendente das Médias Móveis (MMs).
Indicadores Técnicos:
Médias Móveis (MMs): A disposição das MMs, com inclinação para baixo, sinaliza a persistência da pressão vendedora sobre o índice. Este é um indicativo de que, mesmo com a alta do dia, o sentimento predominante ainda é de baixa.
Resistências: A superação de resistências sucessivas será crucial para a reversão da tendência. Para isso, serão necessários movimentos de alta consistentes, acompanhados de correções saudáveis.
Canal de Alta: O retorno do IBOV ao canal de alta anterior seria um sinal relevante de mudança no comportamento do mercado, indicando um possível reposicionamento dos investidores.
Interpretação:
A alta observada no pregão de 07/03/2025, embora bem-vinda, é insuficiente para caracterizar uma reversão da tendência de baixa. A analogia do "cachorro pulando de um avião em queda" ilustra a fragilidade do movimento altista diante do contexto geral.
Próximos Passos:
Confirmação: Os próximos pregões serão decisivos para confirmar se o movimento de alta terá continuidade e força suficiente para superar as resistências.
Monitoramento do Canal de Alta: O retorno ao canal de alta anterior é um evento chave a ser monitorado. Caso ocorra, será necessário reavaliar a amplitude do canal e ajustar as projeções.
"MAGALU entre stops e compradores sobe hoje, mas tem..."MAGALU entre stops e compradores sobe hoje, mas tem o inicio da semana que vem antes da divulgação de resultado do 4º trimestre de 2024 para provar que não foi apenas stops dos vendidos.
A alta coincidiu com o vencimento de opções semanais o que pode ter suscitado um desmonte de posição.
Seguindo este raciocínio poderemos ter na segunda-feira os operadores que tiveram que comprar o papel hoje desovando .
A alta sustentável só vem acima de 8,02, indicando um momento diferente para o ativo dentro de toda aquela narrativa de possibilidade de queda de juros.
LREN3 AINDA SOFRE COM RESULTADO DO 4º TRIMESTRE DE 2024O ativo ainda sofre o impacto da queda forte que teve por causa do balanço.
Observamos que houve estabilização do preço em R$ 10,80 que no meio do caos , parece ter achado fundo .
O fundo formado ficou arredondado. As médias móveis de 9 e 21 períodos estão longe do preço. Temos que ver se este movimento não é apenas o famoso repique.
Neste instante analisando a queda foi tão forte que o topo relevante está muito longe e temos que buscar alvos mais próximos em 11,76.
Isto já faria ultrapassar a média de 9 períodos e a aproximação da de 21.
Estamos em um momento que não seria surpresa se o ativo batesse nas médias e voltasse ao fundo, principalmente se o Payroll de hoje trouxer negatividade ao mercado.






















