Morning Report 05/09Agenda 05/09
09:00 - BRA - Produção Industrial
11:00 - USA – Encomendas à Indústria
FX_IDC:USDBRL BMFBOVESPA:IBOV BMFBOVESPA:VALE3 BMFBOVESPA:PETR4
Brasil
O BMFBOVESPA:IBOV encontra-se atualmente em uma faixa de indefinição, oscilando entre os 115.500 e 118.500 pontos. Enquanto isso, a cotação do FX_IDC:USDBRL permanece abaixo da marca dos R$ 5,00, sem uma clara tendência definida.
Política:
O governo está buscando alternativas para reequilibrar as contas públicas e eliminar o déficit previsto para 2024. Entre as propostas em consideração, destaca-se a reforma administrativa, que tem como objetivo principal otimizar a estrutura do setor público, resultando na redução dos gastos governamentais. Além disso, a equipe econômica está avaliando a possibilidade de antecipar receitas provenientes do pré-sal como uma medida alternativa, que foi cogitada pelo governo anterior.
Hoje, o Projeto de Lei do Desenrola será apreciado no plenário da Câmara dos Deputados. Os aliados do governo estão esperançosos de que o anúncio da reforma ministerial ocorra até quinta-feira, quando o ex-presidente Lula viajará para Nova Délhi, na Índia, para participar das reuniões do G-20.
Estados Unidos
SP:SPX NASDAQ:NDX TVC:DJI TVC:US10Y
Em termos de análise técnica, no médio e longo prazo, os índices de ações Nasdaq e S&P500 continuam a se manter dentro de um canal de alta, impulsionados pelo otimismo relacionado à expectativa de que o Federal Reserve encerre o ciclo de aumentos das taxas de juros em 20 de setembro.
Hoje, os índices futuros estão apresentando uma ligeira queda, refletindo o sentimento negativo que prevalece em outras bolsas ao redor do mundo. No cronograma de eventos, aguarda-se a divulgação dos dados de Encomendas à Indústria às 11h, horário de Brasília.
Europa
TVC:SX5E XETR:DAX FTSE:UKX TVC:CAC40
Os mercados europeus são negociados em queda nesta manhã, após o Banco Central Europeu (BCE) rever a expectativa de inflação para daqui a 3 meses, elevando de 2,3%, para 2,4%. Mesmo assim as estimativas de inflação para o ano permanecem inalteradas em 3,4%. O BCE continua aplicando sua política contracionista de elevação das taxas de juros, atualmente em 3,75%, no esforço de frear a inflação e trazer de volta a meta de 2%. No entanto, o risco de uma deterioração do quadro econômico tem crescido após dados de PMI mostrarem forte contração dos setores pesquisados.
Ásia/Pacífico
TVC:HSI SSE:000062 TVC:NI225 TVC:KOSPI
Os mercados da Ásia/Pacífico fecharam majoritariamente em território negativo. A Coreia do Sul registrou uma taxa de inflação de 3,4% em agosto, superando as projeções iniciais. Enquanto isso, a China desapontou com uma leitura do Índice de Gestores de Compras (PMI) do setor de serviços abaixo das estimativas dos analistas. Por outro lado, o Reserve Bank of Australia, conforme esperado, manteve sua taxa de referência inalterada em 4,1% pelo terceiro mês consecutivo.
Commodities
SGX:FEF2! TVC:GOLD TVC:USOIL CBOT:AW1!
Minério de ferro fecha em queda de 0,59% em Dalian, na China, mesmo assim, a ASX:BHP e ASX:RIO encerram os pregões na madrugada em alta de 0,37% e 0,17%
Pequisar nas ideias por "KOSPI"
Bitcoin rompe a Cunha Descendente? Análise Técnica Aponta Alvo!฿ - Projeção Técnica - (BTC/USDT - Diário) - Atualização.
♾️
✪ Contexto Atual do Mercado - (macro e psicológico).
🏦 O mundo financeiro se encontra em um estado de tensão latente, marcado por:
➣ Tarifas comerciais impostas pelos EUA, reacendendo incertezas e nacionalismos econômicos.
➣ Cortes de juros na Europa, revelando a fragilidade de sua recuperação e o receio de estagflação.
➣ A fraqueza do DXY e a força contida do iene geram uma potencial migração para ativos alternativos.
➣ O mercado de criptoativos, por sua natureza apátrida e escassa, emerge como a Terra Prometida de capital especulativo e institucional.
♟ Há uma expectativa oculta, silenciosa, de que algo grande está por vir — como o som abafado de uma muralha prestes a ruir.
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♟ Estrutura Técnica - Gráfico Diário:
📊 O gráfico diário revela uma cunha descendente claramente formada, comprimindo o preço entre: Resistência dinâmica descendente (LTB) que tem sido testada múltiplas vezes e o Suporte horizontal estável na faixa de 82.700–83.000. O Candle atual atua como "Candle de enforcamento invertido", sinal de indecisão seguido possivelmente por rompimento ou retração.
🆔 Interpretação Profunda dos Indicadores:
➣ EMA 50 (85.351) & EMA 200 (85.019): Ainda em estrutura altista (Golden Cross passado), sem cruzamento recente — o que invalida a manchete de cruzamento atual. A EMA50 está começando a curvar-se lateralmente, sinalizando possível desaceleração.
➣ MACD - (Moving Average Convergence Divergence): Linhas se aproximando de cruzamento altista, mas sem confirmação plena. ● Histograma sugere perda de força vendedora, mas não há explosão bullish no momento ainda.
➣ RSI - (Índice de Força Relativa): (51,91) = Neutro, porém com viés altista. Rejeição da zona 45 mostra que os touros ainda vivem. ● Crucial observar se rompe 55 nos próximos candles para ativar força explosiva.
➣ Bollinger Bands: Estreitamento das bandas mostra compressão de volatilidade, prelúdio de movimento forte. ● Preço no limiar inferior com tendência a retornar ao centro da banda (reversão técnica clássica).
➣ Volume: Em contração, mas com barras altistas mais representativas — indício de acúmulo institucional discreto.
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🤔 ✔ Golden Cross – Realidade vs. Narrativa:
➣ A "Golden Cross" real aconteceu entre setembro e outubro de 2024 — como revelado pelos cruzamentos históricos. Estão falando dela, mas ao sugerirem uma Golden Cross iminente, esta informação se torna enganosa, pois o cruzamento já ocorreu há meses. O que existe hoje é manutenção da estrutura altista , mas não um novo cruzamento — e isso muda a narrativa completamente.
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🔑 Níveis-Chave: (Resistência, Suporte, Continuação)
➣ Resistência: $86.000–$87.500 e Topo do canal, precisa ser rompido com volume.
➣ Suporte Crítico: $83.000 - Base do padrão e EMA 200 próxima. Se perdido, ameaça cunha.
➣ Suporte Secundário: $80.400 e $74.000 - Alvos em caso de breakdown, potencial armadilha de urso.
🌏 Contexto Global Complementar:
🏦 Bolsas Asiáticas: Nikkei 225 com semana de 3,41% de alta, Kospi e Taiex em alta moderada, China levemente negativa - (atenção à tensão comercial).
🏦 - Bolsas Europeias: Queda leve no Euro Stoxx 50 (-0,5%) com BCE cortando juros — medo de recessão ainda ecoa.
🏦 🇺🇸 - Wall Street: Dow Jones -1,33%, S&P 500 levemente positivo, Nasdaq estável — indecisão estrutural. ● Mercado observa Trump e tarifas como variável crítica nos fluxos de capital.
💱 DXY / USDJPY / BTC:
➣ DXY abaixo de 99,50: dólar enfraquecido, favorece Bitcoin.
➣ USD/JPY estabilizado, mas o iene retém força, reforçando a correlação inversa ao BTC.
➣ Correlação BTC vs. DXY: -0,65 — estatisticamente válida para tomada de decisão.
🎯⊕ Projeção e Potencial de Movimento:
⏫ Rompimento da Cunha - (Bullish) + Rompimento da LTB → ativação de alvo em $90.500–$92.000, com confirmação (volume + RSI > 55), pode buscar $98.000–$101.000.
⏬ Rejeição & Retração: Perda do suporte de $83.000 → Teste em $80.400, e Break abaixo de $79.000 → Armageddon técnico até $74.000.
🎯⏬ Alvo de Cunha Descendente (métrica clássica): Altura da base (~$6.000) + rompimento → $91.000 a $93.000 como objetivo máximo da figura.
⌘ A fórmula tradicional da análise técnica para se projetar o alvo de rompimento de uma cunha descendente (falling wedge) é a seguinte: Alvo = Ponto de rompimento + Altura da base da cunha: Aplicando ao atual gráfico BTC/USDT diário:
➣ Base da Cunha (altura vertical máxima): O topo mais alto do padrão está na região de aproximadamente $89.000, e o fundo da cunha (região de suporte horizontal) está perto de $83.000. 𖠹 Altura ≈ $6.000
➣ Ponto de possível rompimento (na LTB): Atualmente entre $85.000 e $87.000 dependendo do momento e ângulo de saída. Logo, se o rompimento ocorrer na região dos $87.000, então o alvo técnico de projeção da cunha será:
➕ $87.000 + $6.000 = $93.000 - Ou seja, o alvo projetado pós-rompimento da cunha descendente fica entre $91.000 a $93.000, variando conforme o exato ponto de breakout.
🔔 Esse alvo não é uma garantia, mas sim uma referência técnica. Ele costuma funcionar melhor quando o volume confirma o rompimento e os indicadores (como RSI e MACD) também acompanham.
𖠂 - Rompimentos de cunhas descendentes, historicamente, ocorrem com violência e clareza. O que está em jogo aqui não é apenas um padrão técnico — é o sinal velado do despertar de uma nova fase cíclica.
Analyst 🜁 Σ ฿ Ordo Crypton ฿ Σ 🜃 Arcanum
Poderia ser pior para o ouro e o Bitcoin, certo?Só a Apple perdeu quase 640 mil milhões de dólares em capitalização de mercado ao longo de apenas três dias. O S & P 500 caiu mais de 10% durante o mesmo período—O Seu pior desempenho desde o início da pandemia de COVID-19. Na Ásia, o selloff é ainda mais grave, com o Nikkei 225 do Japão a cair quase 8%, O KOSPI 200 da Coreia do Sul a cair quase 6% e as acções de Taiwan a cair perto de 10%, provocando disjuntores.
Em comparação, Bitcoin e Ouro, enquanto sob pressão, parecem estar resistindo à desaceleração Com relativamente menos pânico.
O Bitcoin diminuiu cerca de 10%—uma queda notável, mas não incomum para os padrões de criptografia. Negociando perto de US $ 76.000, voltou aos níveis pré-eleitorais, violando as zonas de apoio de curto e longo prazo.
O ouro está acompanhando seu pior desempenho em três dias em mais de quatro anos. Embora estejam a surgir algumas previsões positivas. O Deutsche Bank revisou sua previsão de preço do ouro no final do ano para cima, para us $3.350, citando riscos crescentes de recessão e demanda renovada de refúgio seguro.
Bom dia trader ! Abertura de mercado 19/5/2021ATIVOS: SHCOMP, NI225, SX5E, DAX, UKX, PX1, UKOIL, FEF1!, VIX, GOLD BTCUSD
Bom dia traders !
Os eventos mais importantes do dia são : Participação de Pazuello na CPI da covid19 e estoques de petróleo nos EUA.
Ásia fechou no negativo, com as praças de HSI e KOSPI fechadas (feriado).
Europa operando no negativo.
Commodities ( UKOIL e FEF1), brent e minério de ferro respectivamente, operando no vermelho.
VIX e Ouro caindo.
BTCUSD ainda em correção baixista operando na faixa dos 40K USD.
Deixem seus comentários, críticas e sugestões.
A história de uma semana sangrentaA semana passada ficou marcada pela maior queda dos mercados acionistas da última década. O pânico que se criou foi consequente das crescentes preocupações de que o surto do coronavírus se transforme numa pandemia global com graves implicações no crescimento económico. Apesar de a China ter revelado dados encorajadores que refletiam um declínio do crescimento do número de infetados, o coronavírus espalhou-se por outros países – especialmente na Coreia do Sul, Irão e Itália.
À medida que estas notícias chegavam no passado fim de semana, já se podia expectar uma abertura em queda dos principais índices mundiais. E foi assim mesmo que se deu início a uma “sangrenta” semana. As ações começaram por abrir a semana numa forte queda e o sentimento de grande aversão pelo risco levou a um aumento da procura por ativos de maior segurança. Depois, ao longo da semana foi também possível observar a permanência do sentimento de aversão pelo risco à medida que cada vez mais empresas anunciavam as expectativas de perdas de lucros nos próximos meses.
O afastamento de ativos de maior risco levou o S&P 500 a cair 11% em cinco dias, tendo sido essa a sua maior queda semanal desde a crise financeira de 2008. Este declínio de sete dias consecutivos marcou também a sua maior derrapagem em mais de três anos. Já o Dow Jones teve também um declínio semanal de 12%, tendo caído quase 1.200 pontos na quinta-feira – essa foi a sua maior queda de sempre num só dia. A acompanhar estas quedas estiveram também os mercados asiáticos e europeus, onde foi possível observar o Stoxx 600 - principal índice de referência da Zona Euro - a perder 12% e o índice sul-coreano - Kospi - a cair 7%. Em Portugal, o PSI-20 desceu 11,5%, tendo sido esse o seu pior desempenho desde a crise financeira de 2008 que retirou 7,5 mil milhões de euros ao índice português.
Como é comum em dias de maior aversão pelo risco, ativos de maior segurança tendem a ser procurados e isso foi o que aconteceu com o mercado de dívida. Foi possível observar uma queda relativamente acentuada das yields um pouco por todo o mundo. Em particular, na Zona Euro as yields desceram em praticamente todos os países, tendo a dívida alemã sido aquela que teve maior procura. No outro lado do Atlântico, também as yields das obrigações do tesouro norte-americanas caíram tendo sido lideradas por uma diminuição das maturidades a 2 e 5 anos. As maturidades mais longas perderam menos valor, no entanto os juros da dívida a 10 e 30 anos bateram mínimos históricos na terça e na sexta-feira. Como consequência, a yield curve acabou por se tornar mais íngreme, refletindo também a possibilidade de existir um futuro corte na taxa de juro diretora da Reserva Federal americana.
No que toca ao petróleo e em especial ao crude, o mesmo acabou por descer para o valor mais baixo desde janeiro de 2016. Os preços afundaram durante seis dias consecutivos contribuindo para uma perda semanal de 16,15% - a maior queda semanal desde dezembro de 2008.
Já o metal dourado teve uma grande valorização no primeiro dia da semana, no entanto apesar de toda a restante semana ter sido de aversão pelo risco, o ouro nunca mais voltou a subir. Não é normal, no entanto existe uma explicação muito clara para isso. No fundo, de forma a colmatar as perdas que se experienciavam nos mercados acionistas ou perante a existência de margin calls, os investidores viram-se forçados a vender o metal. Consequentemente, isto levou a uma desvalorização que acabou por acontecer nos restantes dias da semana e em especial no dia de sexta-feira.
É importante ter consciência de que nem o vírus nem os seus impactos negativos irão desaparecer nos próximos tempos. No entanto, espera-se agora uma forte oposição. Diversos bancos centrais poderão baixar as suas taxas de juro diretoras e vários países já se mostraram também abertos a que existam políticas públicas de estímulo à economia. À medida que o impacto do coronavírus se tornar mais quantificável, a volatilidade nos mercados poderá aliviar (tanto para o bem como para o mal) assumindo então um rumo mais consistente. Não há ainda razão para se pensar que este bull market tenha acabado e muito menos para se assumir que um “urso” tomou o seu lugar.




