BTCUSD (4H) — Consolidação abaixo do nó de volume chave após corEstrutura de mercado: No gráfico de 4 horas, o BTCUSD mostrou um forte impulso de alta, seguido por uma correção e consolidação lateral. Mínimos mais altos estão sendo mantidos, portanto, a tendência de médio prazo continua de alta, embora o impulso tenha enfraquecido.
Movimento de preço: Após atingir o máximo em torno de 93.000 USD, o preço recuou e atualmente está sendo negociado próximo de 90.500 USD. Velas sobrepostas com sombras pronunciadas indicam indecisão no mercado e um equilíbrio entre compradores e vendedores.
Perfil de volume (lado direito):
Na faixa de 90.000–91.000 USD encontra-se um nó de alto volume (HVN) — uma área de preço justo.
Abaixo, há outro cluster de volume significativo em torno de 88.000–89.000 USD, que pode atuar como um suporte forte em caso de queda.
Acima do preço atual, o volume é significativamente menor até 92.000–93.000 USD, indicando que um rompimento de alta pode ser rápido.
RSI (14): O RSI está próximo de 45, abaixo do nível neutro de 50. Isso confirma a ausência de um forte impulso de alta, mas não indica sobrevenda.
Cenários:
Alta: A consolidação do preço acima de 91.000 USD pode abrir caminho para 92.500–93.000 USD.
Baixa: Uma queda sustentada abaixo de 90.000 USD aumenta a probabilidade de movimento para 88.000 USD.
Curto prazo: Mais provável é um movimento lateral dentro da zona de valor atual.
Ideias da comunidade
Notícias de última hora do fim de semana!Análise de tendência.
Os fundamentos do ouro ainda sustentam ganhos de longo prazo. O aumento das tensões geopolíticas entre os EUA e a Venezuela durante o fim de semana, juntamente com as compras dos principais bancos centrais, o aumento dos estoques por parte das mineradoras e o afrouxamento monetário adicional do Federal Reserve, impulsionarão o movimento de alta. Em resumo, a recente queda do ouro é um prelúdio para uma alta mais expressiva.
Por um lado, os ganhos significativos acumulados anteriormente podem levar alguns investidores a realizar lucros ou reequilibrar seus portfólios. Por outro lado, o Chicago Mercantile Exchange Group (CME Group), uma das maiores plataformas de negociação de commodities do mundo, aumentou os requisitos de margem para contratos futuros de ouro, prata e outros metais.
Isso significa que os investidores precisarão depositar mais margem ao abrir posições. Embora essa medida vise mitigar o risco de inadimplência na liquidação do contrato, também deverá conter, em certa medida, as compras especulativas. Além disso, os riscos geopolíticos sempre foram um dos principais impulsionadores da alta dos preços de ativos tradicionalmente considerados refúgio seguro, como o ouro. Em períodos de elevada incerteza no mercado, o ouro, com suas fortes propriedades de preservação de valor, muitas vezes se torna um porto seguro para fundos.
Acredito que os dois principais fatores que impulsionarão o desempenho do ouro em 2025 são: um ambiente geopolítico e econômico altamente tenso e um dólar enfraquecido e quedas nas taxas de juros marginais.
Os preços futuros do ouro dependerão mais da interação desses dois temas macroeconômicos.
Os preços atuais do ouro refletem, em certa medida, as expectativas do mercado em relação ao consenso macroeconômico. No entanto, na realidade, a economia raramente opera "de acordo com o roteiro do consenso", o que significa que os preços do ouro ainda podem divergir significativamente no futuro. Se uma leve desaceleração na economia dos EUA levar a novos cortes nas taxas de juros pelo Federal Reserve e o dólar continuar a se desvalorizar, o ouro será sustentado; se o ambiente econômico e político melhorar significativamente, o prêmio de risco do ouro poderá ser devolvido, com uma possível correção de 5% a 20%. Alguns também alertam que a taxa de aumento dos preços do ouro, após dobrar em dois anos, é "insustentável". O Commerzbank prevê que os preços do ouro podem subir para cerca de US$ 4.400 em 2026; embora alguns analistas independentes estejam otimistas quanto à continuidade da alta dos preços do ouro, eles também acreditam que a discussão no mercado sobre uma "bolha" não é necessariamente algo ruim — uma bolha não significa necessariamente um estouro imediato, mas sim um lembrete aos investidores de que a volatilidade aumentará. Em resumo, a forte alta dos preços do ouro em 2025 está mudando seus atributos como ativo: o ouro não é mais apenas um ativo de refúgio seguro, mas está se tornando um importante "ativo de alocação estratégica" para fundos globais se protegerem contra riscos geopolíticos, incertezas políticas e flutuações no sistema do dólar.
O sentimento dos investidores de varejo é extremamente otimista, e os bancos de investimento de Wall Street geralmente mantêm uma perspectiva de alta. A lógica principal reside na alta intensidade contínua das compras de ouro pelos bancos centrais, no fato de que as expectativas de queda das taxas de juros reais não foram completamente revertidas e na persistente incerteza macroeconômica. Embora seja improvável que a tendência do preço do ouro em 2026 replique o movimento de "linha reta acelerada" de 2025, a probabilidade de atingir novas máximas ainda é amplamente considerada alta devido a múltiplos fatores de suporte. As expectativas do mercado de que o ouro atinja US$ 5.000 estão gradualmente evoluindo de uma visão minoritária para um consenso mais amplo.
Análise do preço do ouro para a próxima segunda-feira:
Esta semana, o mercado foi afetado pela alta das ações chinesas, que desviaram fundos, e pelas preocupações com a restrição da liquidez global. Após atingir o nível de US$ 4.402, os preços do ouro sofreram pressão novamente e recuaram. Embora o gráfico semanal tenha se mantido ligeiramente acima do suporte da média móvel principal e o gráfico diário tenha mostrado resiliência no nível de US$ 4.270, o impulso de alta geral é bastante insuficiente. O mercado está atualmente em um padrão de oscilação de ampla faixa com um "teto" e um "piso", aguardando um novo sinal de aumento de volume para romper o equilíbrio.
Observando o gráfico de 4 horas, os preços do ouro oscilaram para baixo novamente na sexta-feira. Embora a queda tenha sido limitada, uma quebra abaixo do nível de suporte chave de 4300 pode abrir espaço para novas desvalorizações. Atualmente, as médias móveis de curto prazo estão em tendência de baixa, formando resistência, e o indicador MACD também está abaixo da linha zero, indicando um aumento do ímpeto de baixa. Se os preços enfraquecerem primeiro, o nível de suporte na área de 4305-4300 precisa ser observado atentamente. Uma recuperação técnica pode ocorrer ao primeiro toque. Os dois testes de 4300 e as duas recuperações para 4400 nesta semana representam um ajuste estrutural após a forte queda. Como enfatizei na sexta-feira, esta onda do ouro formou um padrão de fundo ombro-cabeça-ombro. Uma sustentação firme acima de 4400 desencadearia outra alta, com alvos em 4500 e 4550. Na tendência atual, não devemos tentar prever o topo. No entanto, sem uma sustentação firme acima de 4400, seria considerada uma consolidação em níveis baixos após a forte queda.
Portanto, essa mesma visão provavelmente se manterá na próxima semana. Atualmente, o preço de fechamento está em torno de 4330. Será que o preço de abertura da próxima semana se moverá na direção oposta à do preço de abertura desta semana? Somado ao estímulo das notícias positivas sobre ativos de refúgio durante o fim de semana, acredito que há uma alta probabilidade de uma alta direta. Em resumo, a estratégia de negociação de curto prazo recomendada para o ouro na próxima segunda-feira é principalmente de compra, com a venda a descoberto em altas como uma abordagem secundária. O principal nível de resistência a ser observado no curto prazo é 4400-4405, e o principal nível de suporte é 4270-4300. Por favor, acompanhe o ritmo.
Correção do Ouro para o Próximo Movimento de AltaOs preços do ouro estão atualmente a mover-se dentro de um canal de tendência de alta de médio prazo, com a estrutura de mínimos e máximos ascendentes ainda a manter-se firme. A correção atual é um recuo para a zona de procura + linha de tendência de alta, coincidindo com o suporte dinâmico do Kumo Ichimoku, indicando que a compra defensiva ainda está presente na posição técnica correta.
A nível macroeconómico, o mercado continua a precificar o cenário em que a Fed mantém uma postura cautelosa, os rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA dificilmente romperão para cima, enquanto a procura por proteção contra o risco permanece lenta no meio da instabilidade geopolítica e do crescimento global divergente.
Se a zona de suporte atual continuar a ser defendida, existe uma grande probabilidade de o preço se consolidar e depois recuar dentro do canal, em direção ao limite superior, como ilustrado no cenário.
👉 Qual a sua opinião? Concorda ou discorda?
XAU/USD Mantém a tendência de alta, o recuo é uma característicaEstrutura:
O XAUUSD mantém a sua tendência de alta, com o preço a continuar a ser bem suportado em torno das EMA34 e EMA89. As correções mostram uma fraca pressão vendedora e uma estrutura de mínimos mais altos está a formar-se gradualmente novamente → o fluxo de dinheiro ainda favorece a compra em baixa.
Suporte Macroeconómico:
A instabilidade macroeconómica, as expectativas de taxas de juro mais flexíveis e a procura de activos de refúgio continuam a sustentar o ouro no curto a médio prazo. A correção atual é mais técnica do que uma inversão de tendência.
Expectativa:
O cenário ideal é que o preço se mantenha acima da EMA → recuperação e movimento ascendente em direção a uma zona alvo mais elevada.
👉 Está à espera da retração para comprar ou já entrou numa operação? Concorda ou discorda?
Notícias, Análise Técnica e Perspetivas do Mercado do Ouro (9 deNotícias, Análise Técnica e Perspetivas do Mercado do Ouro (9 de janeiro)
Destaques Fundamentais: Na sexta-feira (9 de janeiro), os preços internacionais do ouro abriram com uma banda de negociação estreita e ligeiramente fraca. O mercado é atualmente influenciado por diversos fatores: um índice do dólar norte-americano em constante fortalecimento, expectativas pessimistas para os dados de emprego não agrícola (non-farm payroll) e o próximo ajuste anual do Índice de Commodities da Bloomberg, todos os quais deverão exercer pressão vendedora de curto prazo sobre os preços do ouro, limitando o ímpeto de alta. O aumento da volatilidade dos preços e o risco de uma correção deverão ser monitorizados na próxima semana. No entanto, a lógica de alta a médio-longo prazo permanece inalterada, com um preço-alvo de 5.000 dólares ou superior.
O foco do mercado hoje está nos dados de desemprego e de emprego não agrícola (non-farm payroll) dos EUA em dezembro. Embora o mercado espere geralmente que os dados sejam pessimistas para o ouro, considerando o desempenho dos dados de emprego e dos pedidos iniciais de seguro de desemprego (ADP) divulgados esta semana, os resultados reais podem ser melhores do que o esperado. Mesmo que os dados correspondam às expectativas, é pouco provável que um único dado inverta a tendência geral. Além disso, a procura de activos de refúgio, impulsionada pelos riscos geopolíticos e pela expectativa de cortes significativos nas taxas de juro, repetidamente mencionados pelas autoridades da Reserva Federal, ainda oferece um potencial suporte ao ouro. Portanto, se os dados provocarem uma correção de curto prazo nos preços do ouro, esta poderá ser vista como uma oportunidade para retomar posições longas.
Análise Técnica: Nos dois primeiros dias de negociação desta semana, o ouro, sustentado por padrões técnicos (como o padrão ombro-cabeça-ombro e fundo duplo), subiu continuamente a partir do nível de 4300, rompendo sucessivamente os níveis de 4400 e 4500. Embora os dados do relatório de empregos não agrícolas (ADP) e os pedidos de subsídio de desemprego tenham sido divulgados posteriormente, o seu impacto na tendência foi limitado, e o ouro manteve um padrão de consolidação em níveis elevados, atingindo um máximo de cerca de 4485 na quinta-feira. O mercado encontra-se atualmente numa fase de consolidação em níveis elevados dentro de uma tendência de alta.
Preste muita atenção aos dados do relatório de emprego não agrícola de sexta-feira. O valor anterior era de 64.000, e a previsão é de 60.000. Se o valor real for superior à previsão, poderá pressionar temporariamente os preços do ouro para baixo; inversamente, poderá impulsioná-los. Com base no desempenho dos dados da ADP, este relatório de empregos não agrícolas (non-farm payrolls) tem potencial para gerar alta, mas a amplitude da flutuação dependerá do valor efetivamente divulgado.
A médio-longo prazo, a Reserva Federal realizará a sua reunião de política monetária no final de Janeiro, e o mercado acompanhará de perto a discussão sobre a trajectória dos cortes das taxas de juro, o que continuará a gerar expectativas de alta para o ouro a nível macroeconómico.
Do ponto de vista técnico, o gráfico diário mostra uma falta de forte impulso ascendente abaixo dos 4500, sugerindo uma possível fase de correção. No entanto, enquanto o preço se mantiver acima do nível de suporte de 4400, a tendência geral mantém-se de consolidação ascendente dentro de uma tendência de alta. O gráfico H4 mostra bandas de Bollinger estreitas, com a gama de curto prazo concentrada entre 4500 e 4400. Qualquer recuo que não rompa o suporte chave de 4400 pode ser visto como uma oportunidade de compra em quedas. Estratégia de Negociação de Referência: Se os dados do relatório de empregos não agrícolas (non-farm payroll) forem negativos e provocarem uma correção, procure oportunidades de compra em quedas próximas à área de suporte acima de 4400. Se os dados forem positivos, observe o teste do preço na área de resistência de 4500-4550. A estratégia geral continua a ser comprar em correções e considerar as vendas a descoberto em alta.
Níveis-chave:
Resistência: 4520-4540
Suporte: 4470-4450
GBP/USD POSSIVEL COMPRA DE SWING TRADEGBP/USD POSSIVEL COMPRA DE SWING TRADE
Tudo bem pessoal ? Possível fundo para comprar GBP/USD
Segue uma nova análise dentro do conceito SMC com minha visão sobre os players institucionais dentro do atual cenário.
Podemos notar que o par acaba de tocar em um bullish breaker block após o ganho de liquidez (manipulação) o movimento ainda deve tocar no BISI e reverter para alta.
Pesquisa de Possível Long/Short em GMAT3/DXCO3
Contexto Macro: O Índice de Materiais Básicos
O IMAT (Índice de Materiais Básicos da B3) com o RSI demonstrando divergência que sugere perda de momentum comprador.
A zona de resistência entre 6.300-6.400 pontos historicamente representa uma região de consolidação.
A Tese: Long GMAT3 / Short DXCO3
Quando antecipamos uma correção setorial, a estratégia de pairs trading permite capturar o alpha relativo entre empresas do mesmo setor, neutralizando parcialmente o risco direcional do mercado.
Por que GMAT3 na ponta comprada?
O Grupo Mateus (GMAT3) encontra-se em região de suporte crítico na faixa dos R$ 4,40-4,50, após uma correção expressiva desde os R$ 9,50 no início de 2024. O papel acumula queda superior a 50% e agora testa uma zona de acumulação histórica (região sombreada no gráfico), onde compradores já demonstraram interesse no passado. A formação de candles de indecisão nessa região, combinada com a magnitude da queda, sugere exaustão vendedora e potencial de reversão ou ao menos um repique técnico.
Primeiro alvo: 1,054 (+16,78% de upside relativo)
Segundo alvo: 1,185 (+36,56% de upside relativo)
A linha de tendência de alta (LTA) de longo prazo no ratio oferece sustentação técnica para a posição, com o preço testando e respeitando esse suporte dinâmico.
Por que DXCO3 na ponta vendida?
A Dexco (DXCO3) também corrigiu forte desde os R$ 8,20, porém se encontra em posição técnica mais vulnerável. O papel negocia a R$ 5,26, ainda distante do suporte mais relevante na região dos R$ 4,60-4,70. Diferentemente de GMAT3, que já testou e está reagindo em seu suporte principal, DXCO3 permanece em tendência de baixa sem sinais claros de reversão, com espaço técnico para buscar níveis inferiores. Essa assimetria — um papel em suporte forte versus outro ainda que favorece a operação Long/Short.
Gestão de Risco
Não é uma recomendação de compra ou venda, sim um estudo. Analise seu perfil de investidor. É importante uso de derivativos como opção em Hedger.
Conclusão
A combinação de fadiga técnica no IMAT com o ratio GMAT3/DXCO3 em suporte histórico configura uma assimetria interessante para pairs trading. A estratégia permite exposição ao setor de materiais básicos com hedge parcial contra movimentos direcionais adversos.
Petróleo para 2026 - Fundamentos, AT e EspeculaçãoComentário não é profissional e não é recomendação de investimento nem de negociação. Minha única recomendação é: consulte um profissional da área antes de negociar.
Price Action
2025 foi um dos piores anos desde 2009, caindo 21%. Somente 2018 foi um ano pior e não por muito (caiu 24% naquele ano). Por análise de ondas de elliott acredito que podemos estar vendo um fium de correção no preço o que traria uma nova onda de alta ou seja, por este viés estou otimista com o preço do barril. Quando olhamos a intensidade da queda vemos que ele apresenta um padrão de decaimento exponencial (curva amarela) o que sugere uma desaceleração de queda. Isso por si só não garante nada é claro, no entanto quando associado a análise de ondas elas se corroboram mutuamente.
Fundamentos
A produção americana começou a atingir recordes, provavelmente uma consequência direta da política de energia barata da Administração Trump. O Reino da Arábia Saudita também aumentou produção em um turn around da sua política de corte produção para manutenção de preço.
Do ponto de vista de estoques estamos vendo leve diminuição dos estoques em Oklahoma o que sugere uma demanda aquecida suplantando a oferta em alta. Nesse sentido eu vejo que a demanda é o driver principal e ao mesmo tempo a ponta mais frágil. Caso 2026 seja um ano de desaceleração da economia a queda dos preços pode se aprofundar.
A queda de sondas em atividade sugere menor número de poços furados e portanto projeta um desaceleração da produção americana ou até queda da produção.
Conclusão
Análise técnica sugere possível alta enquanto que o equilíbrio dos fundamentos sugere um cenário complexo mas que dado que a Arábia Saudita sempre joga a favor da alta do preço e a retração das perfurações nos EUA sugerindo desaceleração da produção americana podem corroborar a a visão de análise técnica. A mera manutenção da demanda confirmaria esse cenário otimista ao passo que uma recessão econômica jogaria os preços mais para baixo realmente. Meu viés para não ficar em cima do muro é de que o cenário de probabilidades é de 70/30% de chances a favor de um ano positivo para o preço do petróleo.
A queda do ouro continua, com o mercado em suspenso antes da divA queda do ouro continua, com o mercado em suspenso antes da divulgação do relatório sobre o emprego não agrícola!
Na quinta-feira, o ouro nos EUA voltou a fechar em baixa, com uma queda de cerca de 0,6% no dia, oscilando atualmente em torno dos 4.423 dólares. Sem notícias repentinas para impulsionar a queda, assemelha-se mais à calmaria antes da tempestade – alguns fundos estão a optar por realizar lucros antes da divulgação dos dados relativos aos empregos não agrícolas.
🌍 Notícias: Todos aguardam uma resposta
O relatório de amanhã sobre os empregos não agrícolas será crucial para a direção do ouro no curto prazo. O mercado está a jogar um jogo: será que estes dados vão alterar as expectativas da Fed quanto ao ritmo dos cortes das taxas de juro?
Embora o consenso de "mais dois cortes nas taxas de juro este ano" tenha, de certa forma, pressionado o dólar, o ouro parece ter perdido temporariamente o seu catalisador de crescimento.
De notar que o sentimento de risco global arrefeceu um pouco e as tensões geopolíticas ainda estão latentes – estas “asas invisíveis” podem, subitamente, impulsionar os preços do ouro em algum momento.
📊 Análise Técnica: Suporte Chave numa Encruzilhada
Atualmente, o ouro encontra-se numa confluência de níveis de suporte:
Média móvel de 100 horas ≈ 4429
Nível de retração de Fibonacci de 38,2% ≈ 4428
Se este nível não se mantiver, o próximo objetivo é 4400 – ou até mesmo abaixo.
Os indicadores apontam também para um fortalecimento do momentum de baixa: o MACD está abaixo da linha zero e a expandir-se negativamente, o RSI está a cair abaixo dos 40, indicando claramente uma tendência de baixa no curto prazo.
Uma recuperação? Possivelmente, mas primeiro precisa de romper o nível dos 4455 (retração de 23,6%).
Se não conseguir sustentar-se acima desse nível, qualquer recuperação será apenas uma correção técnica.
🧭 A minha Visão: Observar e esperar, mas estar preparado.
O mercado está à espera, e nós também.
Antes da divulgação dos dados do relatório de empregos não agrícolas (Non-Farm Payroll), uma tendência de baixa pode permanecer como o tema principal, mas não é aconselhável operar vendido agressivamente perto de áreas de suporte importantes — afinal, os riscos geopolíticos e as expectativas de corte nas taxas de juro são como duas "apólices de seguro imprevisíveis", que entram sempre em ação quando todos baixam a guarda. Níveis de resistência importantes: 4450-4470
Níveis de suporte importantes: 4400-4380
Operar no mercado não se resume apenas a prever a direção corretamente, mas também a dominar o timing e a respeitar o risco. Se também está a acompanhar este ponto de inflexão crucial no ouro, seja bem-vindo(a) a seguir-me. Vamos analisar o mercado logicamente e aguardar pacientemente pela oportunidade certa.
Faça like e guarde esta publicação para ficar a par das estratégias para o relatório de empregos não agrícolas!
Google, a vencedora do AI em 2025Alphabet mostrou que IA não ia matar o caixa dela como está sendo exposto em diversas outras companhias (NVIDIA, Oracle, AMD). Mas a IA promete melhorar o caixa.
No 3T25, o Google entregou crescimento forte em anúncios e, principalmente, aceleração no Cloud: receita total de US$ 102,35 bi, publicidade subindo ~12,6%, Cloud crescendo ~34% para US$ 15,16 bi.
Enquanto isso, a Nvidia entrou numa fase mais “chata”, pois o mercado já precifica perfeição e qualquer ruído vira freio. Um ruído enorme é China/exportações e tivemos exemplo nesta semana: a conversa sobre retomada/condições de exportação voltou a bater no papel e o tema segue como incerto, com incerteza regulatória + pedidos pendentes + exigência de pagamento antecipado, etc.
Frente a isso, o mercado começou a enxergar o Google como uma empresa completa para IA, não só “empresa de ads”. Ele tem distribuição (Search/Android/YouTube), dados, modelos (Gemini/DeepMind), Cloud e, crucialmente, compute próprio (TPUs), ou seja, ele reduz a dependência do “custo Nvidia” e ainda pode capturar margem na infra. Essa narrativa ficou bem mais forte com a percepção de avanço do Gemini e do ecossistema.
Somado ao fato da Alphabet operar um programa gigante de recompra de ações + capex de 90+bi de dólares para investimento, pronto, você tem uma empresa com receita e independente para criar sistemas de inteligência artificial e distribuí-los.
Isso não quer dizer que a Google não vá tropeçar em algum momento; o investimento se dá em constante vigília nos riscos inerentes. Dentre os riscos de baixa, estão os de sempre, as leis antimonopólio nos EUA e na Europa e, é claro, o risco mais discutido recentemente, o tamanho absurdo de capex de empresas de tecnologia em Inteligência Artificial.
Os preços do ouro recuaram na sexta-feira, com os dados do empreOs preços do ouro recuaram na sexta-feira, com os dados do emprego não agrícola (non-farm payroll) a tornarem-se uma variável chave!
Os preços internacionais do ouro caíram ligeiramente na sexta-feira (9 de janeiro), pressionados principalmente pelos efeitos combinados dos ajustes anuais das carteiras nos índices de matérias-primas e pelo fortalecimento contínuo do dólar norte-americano. Os investidores estão a ajustar as suas posições em antecipação dos dados importantes do emprego não agrícola dos EUA, o que leva a um sentimento cauteloso no mercado. À data da publicação desta notícia, o ouro à vista estava a cair 0,2%, cotado a 4.469,03 dólares por onça, mas ainda caminha para um ganho acumulado de mais de 3% esta semana, mantendo um padrão geral de consolidação em níveis elevados.
Embora os preços do ouro tenham recuado ligeiramente em relação ao seu máximo histórico de 4.549,71 dólares, a 26 de dezembro, o ímpeto de alta continua a ser evidente. O índice do dólar norte-americano continuou a sua recente tendência de alta, atingindo o máximo em quase um mês, exercendo uma pressão significativa sobre o ouro cotado em dólares. No entanto, o potencial de subida adicional para o dólar é limitado antes da divulgação dos dados de emprego não agrícola (Non-Farm Payroll), com o mercado a adoptar geralmente uma postura de cautela.
📉 Fundamentos: Sinais Mistos, Aguarda Orientações sobre o Emprego Não Agrícola
Numa perspectiva macroeconómica, o mercado do ouro encontra-se actualmente num braço de ferro entre as expectativas de uma política monetária expansionista e um dólar forte. O mercado espera amplamente que a Reserva Federal inicie o seu ciclo de cortes de juros este ano, o que torna o ouro um activo não remunerado bastante atractivo e atenua a pressão descendente exercida por um dólar mais forte.
Contudo, a divulgação de diversos dados económicos robustos dos EUA na segunda metade desta semana arrefeceu ainda mais as expectativas do mercado para um corte de juros em Janeiro, levando a uma ligeira queda nos preços do ouro. O relatório de emprego não agrícola desta noite será, portanto, um indicador-chave para os movimentos de preços no curto prazo 🔥:
Dados fortes → Expectativas de corte de juros podem ser novamente adiadas → Os preços do ouro podem enfrentar uma pressão de baixa significativa.
Dados fracos → Apostas em cortes de juros intensificam-se → Espera-se que o ouro recupere o ímpeto de alta.
Além do relatório sobre os empregos não agrícolas (non-farm payroll), o Supremo Tribunal dos EUA pode pronunciar-se hoje sobre o caso das tarifas de Trump; um resultado inesperado também poderia causar volatilidade no mercado. Além disso, os riscos geopolíticos (a situação na Venezuela, os atritos diplomáticos na Ásia, o conflito Rússia-Ucrânia, etc.) continuam a oferecer um potencial apoio aos preços do ouro, limitando o espaço para vendas a descoberto significativas.
📊 Análise Técnica: Emerge um padrão de ombro-cabeça-ombro; observe o suporte chave
No gráfico diário, os preços do ouro tentaram romper o nível dos 4.500 dólares, mas recuaram gradualmente para cerca de 4.400 dólares com a recuperação do dólar. As médias móveis de curto prazo ainda estão ligeiramente acima, oferecendo um suporte importante, mas o indicador MACD enfrenta o risco de uma correção de cruzamento baixista; é necessária uma confirmação adicional da direção com base nos dados de hoje à noite.
O gráfico de 4 horas mostra que, após uma queda contínua a meio da semana, os preços do ouro formaram um padrão preliminar de "ombro-cabeça-ombro", com máximos gradualmente mais baixos, indicando uma perspetiva de curto prazo menos otimista. O indicador MACD formou um cruzamento de baixa e espera-se que se mova em direção à linha zero. Por isso, antes da divulgação dos dados, recomenda-se uma estratégia de venda em alta.
🎯 Níveis-chave:
Resistência: 4480–4485; deve ser dada especial atenção à área de 4490–4500.
Níveis de suporte: 4415-4420; os níveis-chave estão na gama de 4400-4380.
💡 Estratégia de negociação: Entrada cautelosa, controlo rigoroso do risco.
Os preços do ouro caíram inicialmente antes de subirem na sessão da manhã, oscilando atualmente em torno dos 4470. A minha sugestão pessoal é considerar uma pequena posição curta na área dos 4480-4485, com um stop-loss a rondar os 8 dólares, visando os 4450-4430. Se romper abaixo deste nível, fique atento ao suporte em 4410. Ajustaremos a nossa estratégia dinamicamente se o mercado apresentar uma reversão clara após a divulgação dos dados!
Referência da Estratégia de Curto Prazo de Hoje:
Posições Vendidas: Venda em lotes entre 4480-4485 (tamanho da posição controlado a 20%), stop-loss a 8 dólares, target 4450-4430, com um target adicional de 4410 se romper abaixo deste nível.
Posições Compradas: Compre em lotes entre 4415-4420 (tamanho da posição controlado a 20%), stop-loss a 8 dólares, target 4450-4470.
Lembrete importante: os dados de emprego não agrícola (Non-Farm Payroll) causam frequentemente uma volatilidade significativa. Negocie com posições pequenas e defina ordens de stop-loss rigorosamente para evitar posições perdedoras! Para pontos de entrada e saída específicos, acompanhe os nossos alertas em tempo real ou junte-se ao nosso grupo de discussão para estratégias intradiárias sincronizadas.
No geral, o ouro ainda está a ser negociado perto dos máximos históricos. Impulsionada pelas expectativas de uma mudança na política monetária da Reserva Federal e pelos riscos geopolíticos, a tendência a médio prazo continua optimista. No entanto, a curto prazo, esteja atento a correções técnicas desencadeadas pela divulgação de dados e esteja preparado para ambos os cenários. Desejamos-lhe boas negociações esta noite e que acerte no momento perfeito para as suas operações! 🚀
Porque a Apple é a que mais perde no grupo das 7As ações da Apple são as que têm mais apanhado ultimamente. Quando o dinheiro está correndo atrás de narrativa e crescimento (AI, cloud, chips, datacenter), a Apple fica com um problema simples: ela é enorme, extremamente eficiente, mas o motor principal continua sendo um produto já onipresente.
Eu elenquei três pontos de risco de baixa para a Apple, que, à medida que crescem, podem afundar mais o preço da ação. Mas não se engane! Apple ainda é uma empresa muito relevante.
O primeiro ponto é a dependência do iPhone. Mesmo com Serviços crescendo e ajudando a margem, a percepção de risco ainda nasce do ciclo de upgrade.
Se o consumidor estica a vida útil do aparelho (o que é o meu hábito), se a inovação incremental parece “insuficiente” para disparar uma troca em massa, ou se a China esfria, o mercado entende que a Apple vai entregar um crescimento mais morno. E, para uma ação que muitas vezes carrega múltiplo de empresa premium, crescimento morno é veneno para o preço.
O segundo é o que eu chamo de “desconto de AI”.
Nos últimos ciclos, boa parte da reprecificação das Mag7 veio do mercado pagando caro por quem parecia estar mais perto do “botão de receita” da inteligência artificial. A Apple pode estar construindo a sua estratégia do jeito dela, mais integrada, mais privada, mais lenta e controlada, mas o mercado financeiro não tem paciência quando o tema dominante é velocidade.
Se o investidor conclui que o catalisador de curto prazo está mais claro em Nvidia, Microsoft, Amazon ou Alphabet, a Apple perde o holofote e vira uma posição que você segura por qualidade, não por explosão.
Terceiro e último ponto é a China e geopolítica, que para a Apple é risco real, não abstrato. Ela tem exposição tanto na cadeia produtiva quanto na demanda. Qualquer ruído de tarifa, restrição, tensionamento regulatório ou mudança de humor do consumidor chinês vira desconto no papel, porque afeta exatamente o que importa: volume, pricing power e margem.
Em momentos de estresse macro, o mercado quer cortar risco onde o risco é mais óbvio.
A junção desses três pontos representa o porquê da Apple ter sido a empresa do grupo seleto que mais perdeu valor. Porém, se eu fosse elencar um principal, diria que é o fato do subaproveitamento de IA integrada em seu produto que, se atualizado, automaticamente resolve um pequeno ciclo do problema um, falta de motivos para atualizar para o mais novo aparelho.
Mas não se esqueça, Apple não é uma empresa ruim, frequentemente negocia como “empresa perfeita”: qualidade de execução, marca, caixa, buybacks, ecossistema. Uma virada na narrativa e nos anúncios da companhia pode ser o gatilho de entrada perfeito.
"ITUB4-ITAÚ-RELATÓRIO TÉCNICO" 4º TRIM ESTÁ AI?Análise Estratégica e Financeira do Itaú Unibanco: O Ciclo de Performance Superior e Transformação Estrutural (2024-2025)A análise do desempenho financeiro do Itaú Unibanco no biênio 2024-2025 revela uma instituição que atingiu um novo patamar de eficiência e rentabilidade, consolidando-se como a principal referência do setor bancário brasileiro e da América Latina. O período em questão é caracterizado por uma resiliência notável diante de um cenário macroeconômico complexo, marcado por taxas de juros reais elevadas e uma profunda transformação tecnológica. A trajetória do lucro líquido recorrente gerencial, que evoluiu de R$ 9,8 bilhões no primeiro trimestre de 2024 para R$ 11,9 bilhões no terceiro trimestre de 2025, evidencia não apenas o crescimento nominal, mas uma melhora qualitativa nos fundamentos da operação.1 Esta performance sustenta-se sobre três pilares fundamentais: a expansão seletiva da carteira de crédito com foco em garantias, a disciplina rigorosa na gestão de custos operacionais e a otimização da margem financeira com clientes através de uma gestão de passivos eficiente.Evolução dos Resultados Financeiros e LucratividadeO ciclo iniciado em 2024 consolidou o Itaú Unibanco como o banco de maior lucro na história do sistema financeiro nacional, em termos ajustados pela inflação.1 O fechamento do ano de 2024 com um lucro líquido recorrente gerencial de R$ 41,4 bilhões representou uma alta de 16,2% em relação aos R$ 35,6 bilhões registrados no ano anterior, refletindo a capacidade da instituição em extrair valor em diferentes ciclos econômicos.1 A continuidade desse ritmo foi observada nos primeiros nove meses de 2025, onde o lucro acumulado de R$ 34,5 bilhões superou em 13,1% o resultado do mesmo período de 2024, sinalizando que os motores de crescimento permanecem ativos e eficientes.6Série Histórica do Lucro Líquido e Variações TrimestraisA tabela abaixo detalha a progressão trimestral do lucro líquido recorrente gerencial ao longo dos sete trimestres analisados, evidenciando o crescimento sequencial e a estabilidade das variações, o que sugere uma gestão previsível e controlada dos fluxos de receita e despesa.PeríodoLucro Líquido Recorrente GerencialVariação vs. Trimestre Anterior1T24R$ 9,8 bilhões+3,9%2T24R$ 10,1 bilhões+3,1%3T24R$ 10,7 bilhões+6,0%4T24R$ 10,9 bilhões+2,0%1T25R$ 11,1 bilhões+2,2%2T25R$ 11,5 bilhões+3,4%3T25R$ 11,9 bilhões+3,2%O aumento consistente do lucro trimestre a trimestre é sustentado por uma rentabilidade sobre o patrimônio líquido (ROE) que iniciou 2024 em 21,9% e atingiu 23,3% no terceiro trimestre de 2025.2 Este patamar de rentabilidade é significativamente superior ao custo de capital próprio, gerando valor econômico substancial para os acionistas. A análise do ROE demonstra que, enquanto o banco expandiu seu patrimônio via retenção de lucros, a capacidade de gerar retorno sobre esse capital adicional não apenas se manteve, como se expandiu, indicando uma alocação de capital extremamente disciplinada.10Composição da Margem Financeira e Receitas de ServiçosA margem financeira total, que somou R$ 112,4 bilhões em 2024 (alta de 8,0%), foi o principal motor da lucratividade.1 Dentro dessa linha, a margem com clientes desempenhou um papel central, crescendo 7,1% em 2024 e mantendo um ritmo de 11,0% de alta anualizada no 3T25.4 O mecanismo de crescimento da margem com clientes baseia-se no aumento do volume médio da carteira e na melhoria da rentabilidade com passivos, compensando as pressões pontuais sobre os spreads de crédito decorrentes da maior seletividade em linhas de varejo.9Simultaneamente, a margem financeira com o mercado apresentou uma trajetória de recuperação ao longo de 2025. Após períodos de volatilidade em 2024, o banco revisou suas projeções para esta linha no 3T25, elevando o guidance anual para um intervalo entre R$ 3,0 bilhões e R$ 3,5 bilhões.3 Esse ajuste reflete um desempenho superior nas operações de tesouraria e na gestão de ativos e passivos (ALM), beneficiando-se das oscilações na curva de juros e da gestão estratégica de caixa.9As receitas de prestação de serviços e tarifas bancárias também contribuíram para o resultado consolidado, totalizando R$ 49,2 bilhões ao final de 2024.5 Embora o crescimento anual tenha sido moderado (+2,2% em 2024), essas receitas oferecem uma base estável de fluxo de caixa que não consome capital regulatório, essencial para a manutenção dos índices de solvência. Em 2025, o crescimento em segmentos como cartões, seguros e assessoria financeira (investment banking) ajudou a compensar a queda em tarifas de conta corrente, fruto da estratégia do banco em ampliar benefícios para aumentar o engajamento da base de clientes.9Dinâmica da Carteira de Crédito e Gestão de RiscoA gestão da carteira de crédito do Itaú Unibanco no período 2024-2025 exemplifica uma abordagem técnica de controle de riscos em um ambiente de inadimplência sistêmica desafiadora. A carteira total cresceu 15,5% em 2024, atingindo R$ 1,359 trilhão, e continuou sua expansão em 2025, alcançando R$ 1,402 trilhão em setembro.1 A estratégia focou na substituição de linhas de maior risco por modalidades com garantias reais, reduzindo a volatilidade do custo de crédito.Segmentação e Foco em Linhas ColateralizadasA análise detalhada da carteira no terceiro trimestre de 2025 revela as prioridades estratégicas da instituição. O crédito imobiliário foi o grande destaque, com um crescimento anual de 15,2%, totalizando R$ 137,1 bilhões.14 Esta linha é considerada estratégica por possuir baixa inadimplência, longo prazo de maturação e forte potencial de fidelização do cliente (cross-selling).Segmento da Carteira (Brasil)Saldo 3T25 (R$ bilhões)Variação Anual (3T25 vs 3T24)Pessoas Físicas456,4+6,5%Micro, Pequenas e Médias Empresas278,4+7,5%Grandes Empresas437,7+9,4%Total Brasil1.172,5+7,8%No segmento de pessoas jurídicas, o banco apresentou uma aceleração relevante. A carteira de Grandes Empresas cresceu 9,4%, impulsionada pela demanda por capital de giro e operações estruturadas no mercado de capitais.6 Já o segmento de Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMEs) cresceu 7,5%, com foco em linhas amparadas por programas governamentais, como o FGI, que oferecem garantias que mitigam o risco de crédito.4Qualidade dos Ativos e Custo de CréditoA disciplina na concessão de crédito refletiu-se nos indicadores de inadimplência. O índice de atrasos acima de 90 dias (NPL 90) encerrou 2024 em 2,4% e manteve uma trajetória de queda ou estabilidade em 2025, fixando-se em 1,9% no terceiro trimestre deste último ano.3 Este patamar é o mais baixo entre os grandes bancos de varejo do Brasil, conferindo ao Itaú uma vantagem competitiva significativa em termos de necessidade de provisionamento.O custo de crédito apresentou uma redução nominal de 6,6% em 2024, resultado da melhoria dos modelos de score e da recuperação de créditos anteriormente baixados para prejuízo.1 Em 2025, o banco manteve o custo do crédito controlado, com o índice de custo do crédito sobre a carteira caindo para 2,6% no 3T25.15 Esse controle rigoroso permitiu que o banco absorvesse os impactos da inflação e dos juros altos sobre a capacidade de pagamento dos clientes sem comprometer o lucro líquido.Eficiência Operacional e a Transformação para o Modelo DigitalO índice de eficiência consolidado do Itaú Unibanco, situado em 39,5% no final de 2024 e mantido no 3T25, é um dos mais baixos (melhores) da indústria bancária global.2 Esse indicador reflete a capacidade do banco em gerar receitas crescentes enquanto mantém seus custos core sob controle estrito, crescendo abaixo da inflação acumulada no período.Racionalização da Estrutura Física e Expansão TecnológicaA estratégia de eficiência do banco baseia-se em uma dualidade: a redução da presença física tradicional e o investimento massivo em infraestrutura digital e inteligência artificial. Em 2024, o Itaú fechou 219 agências físicas no Brasil.12 Essa tendência intensificou-se em 2025, com o fechamento de mais 287 unidades nos doze meses encerrados em setembro.6 Este movimento não é apenas uma redução de custos, mas uma resposta à mudança de comportamento do consumidor, que migrou massivamente para canais digitais.Em contrapartida, as despesas com tecnologia cresceram significativamente, com alta de 17,3% em termos anuais no 3T25.9 O banco está em processo de migração de seus sistemas para a nuvem e utiliza inteligência artificial para otimizar desde o atendimento ao cliente até a detecção de fraudes e modelos de precificação de risco. A mudança do perfil de colaboradores reflete essa transformação: a área de tecnologia viu seu quadro crescer 12,5% em 2024, enquanto as áreas operacionais tradicionais foram reduzidas.12Gestão do Capital Humano e ProdutividadeA transformação digital impactou diretamente o quadro de funcionários. Ao final de setembro de 2025, a holding contava com 83.609 empregados no Brasil, uma redução de 3.254 postos de trabalho em doze meses.6 No entanto, a produtividade por colaborador aumentou. A relação de clientes por bancário saltou de 967 em 2019 para 1.149 no final de 2024, demonstrando que a tecnologia permitiu ao banco escalar sua operação com uma estrutura mais enxuta e eficiente.16As despesas de pessoal, incluindo a Participação nos Lucros e Resultados (PLR), cresceram 7,5% em 2024 e 9,6% no acumulado de 2025.5 Esse aumento deve-se em grande parte aos reajustes previstos em convenção coletiva e à contratação de profissionais de alta qualificação em tecnologia, cujas remunerações são superiores à média operacional. Mesmo com esse aumento nominal, a cobertura dessas despesas pelas receitas de prestação de serviços permanece em patamares elevados (142,3% em 2025), garantindo que a estrutura administrativa seja plenamente sustentada pelas receitas de tarifas.6Análise Comparativa e Posição no Mercado BancárioA performance do Itaú Unibanco destaca-se de forma acentuada quando comparada aos seus principais concorrentes diretos no mercado brasileiro — Bradesco, Santander e Banco do Brasil — especialmente no que tange à consistência do retorno e à qualidade da carteira de crédito.O Turnaround do Bradesco vs. a Consistência do ItaúO Bradesco enfrentou um período de reestruturação profunda em 2024 e 2025, tentando recuperar a rentabilidade perdida em safras de crédito anteriores. No 3T25, o Bradesco reportou um lucro líquido recorrente de R$ 6,2 bilhões, com um ROE de 14,7%.17 Embora o resultado indique uma recuperação (alta anual de 18,8% no lucro), os números ainda estão distantes do patamar de 23,3% de ROE do Itaú.10A inadimplência acima de 90 dias do Bradesco situou-se em 4,1% no 3T25, patamar muito superior aos 1,9% do Itaú.10 Esta diferença é o mecanismo central que explica a disparidade de lucros: enquanto o Itaú consegue reverter provisões ou manter custos baixos de risco, o Bradesco ainda precisa provisionar volumes elevados para cobrir perdas no varejo massificado.18Santander Brasil: Seletividade e Recuperação de MargensO Santander Brasil adotou uma postura de extrema seletividade em 2024, o que resultou em uma contração ou baixo crescimento da carteira de crédito em comparação ao mercado. No 3T25, o banco reportou lucro de R$ 4,0 bilhões e ROE de 17,5%.20 O Santander conseguiu melhorar sua eficiência operacional e reduzir custos, atingindo um índice de eficiência de 37,5% no 3T25, mas sua carteira de crédito cresceu apenas 3,8% no ano, refletindo a estratégia de evitar segmentos de risco até que o cenário macroeconômico seja mais claro.21A Crise do Agronegócio no Banco do BrasilO Banco do Brasil (BB), tradicionalmente o líder em rentabilidade devido à sua exposição ao agronegócio, sofreu um revés significativo em 2025. O lucro líquido ajustado no 3T25 foi de R$ 3,8 bilhões, uma queda drástica de 60% frente ao ano anterior.24 O ROE do BB desabou de 21,1% no 3T24 para apenas 8,4% no 3T25.24O principal driver dessa deterioração foi a crise na qualidade do crédito rural, com a inadimplência no agro saltando de 1,97% para 5,34% em um ano.26 Problemas climáticos e queda nos preços internacionais de commodities forçaram o banco a elevar sua projeção de custo de crédito para o intervalo de R$ 59 bilhões a R$ 62 bilhões em 2025.26 Esse cenário realça a resiliência do Itaú, que, ao possuir uma carteira mais diversificada e menor exposição proporcional ao risco agro direto, conseguiu atravessar o período sem choques de provisionamento.Indicador (3T25)Itaú UnibancoBradescoSantander BrasilBanco do BrasilLucro Líquido (R$ bi)11,96,24,03,8ROE (%)23,3%14,7%17,5%8,4%NPL 90 dias1,9%4,1%3,4%4,9%Eficiência39,5%~50,0%37,5%n/aCenário Macroeconômico e Impactos na Estratégia BancáriaA condução da política monetária pelo Banco Central do Brasil foi um fator determinante para os resultados do setor em 2024 e 2025. A resiliência da inflação e a volatilidade do câmbio mantiveram a Taxa Selic em níveis restritivos.A Selic em 15% e o Spread BancárioEm novembro de 2025, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic em 15% ao ano.28 Para o Itaú Unibanco, esse patamar elevado de juros tem um impacto positivo imediato na margem com passivos e na remuneração do capital próprio. Entretanto, ele limita o apetite por crédito de longo prazo e pressiona o custo de crédito dos clientes mais alavancados. A estratégia do banco de migrar para o crédito imobiliário e grandes empresas em 2025 foi um mecanismo de defesa contra esse cenário de juros "higher for longer".9As projeções de mercado indicam que o ciclo de queda da Selic deve se iniciar apenas no primeiro trimestre de 2026, com uma trajetória de redução gradual até 12,75% ao final daquele ano.29 Esta perspectiva de juros ainda elevados por vários meses garante a manutenção de margens financeiras robustas para o Itaú no curto prazo, permitindo que a instituição continue gerando capital orgânico de forma acelerada.11Inflação e Atividade EconômicaO IPCA encerrou 2025 com projeção de 4,3%, enquanto o PIB apresentou um crescimento resiliente de 2,2%.29 Esse ambiente de crescimento moderado com inflação sob controle relativo favorece o setor bancário, pois permite a expansão real das carteiras sem gerar os choques de inadimplência típicos de períodos de recessão. A estabilidade das expectativas de inflação para 2026 (3,8%) sugere que o Banco Central terá espaço para flexibilizar a política monetária, o que deve impulsionar o mercado de capitais e as receitas de assessoria financeira do banco.29Gestão de Capital, Dividendos e Retorno ao AcionistaA robusta geração de lucros do Itaú Unibanco permitiu uma política de remuneração aos acionistas extremamente generosa no período, aliada à manutenção de índices de capital acima das exigências regulatórias.Solvência e Índice de BasileiaO Capital Principal (CET1) do banco atingiu 13,5% em setembro de 2025, um aumento de 40 pontos-base em relação ao trimestre anterior.11 Esse nível de capital é considerado muito sólido e fornece ao banco a flexibilidade necessária para realizar aquisições estratégicas, expandir a carteira de crédito ou aumentar o payout de dividendos sem comprometer a estabilidade financeira.Distribuição de Resultados e BonificaçõesEm 2024, o banco anunciou a distribuição de R$ 15 bilhões em dividendos e Juros sobre Capital Próprio (JCP), o que representou cerca de 69,4% do resultado recorrente do ano.1 Além disso, foi realizada uma bonificação de ações na proporção de 1 para 10, aumentando a liquidez dos papéis no mercado.1 Em 2025, a tendência de pagamentos trimestrais e extraordinários continuou, com destaque para a recompra de ações no montante de R$ 3 bilhões, visando a capitalização via cancelamento de ações em tesouraria e o aumento da participação relativa de cada acionista remanescente.1Tipo de ProventoValor/ProporçãoData de Referência (Exemplo)Dividendos 2024R$ 1,25093 por açãoMarço 2025 1JCP 2024R$ 0,33344 por açãoMarço 2025 1Bonificação10% (1:10)Março 2025 1Dividendos EspeciaisUSD 0,00321 por ADROutubro 2026 33Sustentabilidade e Estratégia ESG para 2026O Itaú Unibanco tem integrado critérios Ambientais, Sociais e de Governança (ESG) em sua estratégia central, vendo esses fatores não apenas como conformidade, mas como uma vantagem competitiva e uma ferramenta de mitigação de risco de longo prazo.Finanças Sustentáveis e Crédito VerdeO banco projeta para 2026 a manutenção e ampliação de instrumentos financeiros sustentáveis, como os green bonds e sustainability-linked bonds.34 No agronegócio, o banco foca na prateleira "ESG Agro", que incentiva práticas como a utilização de bioinsumos e energia solar, áreas que já movimentaram mais de R$ 5 bilhões.34 Esta abordagem é fundamental para mitigar os riscos de crédito associados a mudanças climáticas, que, como visto no caso do Banco do Brasil, podem causar volatilidade severa nos resultados.Inclusão e Impacto SocialA transformação digital também tem sido utilizada como ferramenta de inclusão. Embora o fechamento de agências físicas seja um ponto de atrito com sindicatos e parte da população mais idosa, o banco tem investido em interfaces digitais acessíveis e em educação financeira.6 O aumento da base para mais de 100 milhões de clientes em 2025 demonstra o alcance da plataforma digital do banco em camadas da população que anteriormente tinham dificuldade de acesso ao sistema bancário tradicional.6Perspectivas Futuras e Projeções para 2026Ao olhar para 2026, o cenário para o Itaú Unibanco permanece construtivo, embora existam riscos no radar, especialmente relacionados à dinâmica fiscal brasileira e à transição de comando no Banco Central.Drivers de Crescimento e Preço-AlvoAnalistas de mercado mantêm uma visão otimista para as ações do banco (ITUB4). O preço-alvo médio para o final de 2026 situa-se entre R$ 45,00 e R$ 48,50, refletindo a expectativa de continuidade no crescimento dos lucros e manutenção do ROE acima de 20%.35 Os catalisadores para 2026 incluem:Ganhos de Eficiência Adicionais: A maturidade dos investimentos em nuvem e IA deve reduzir ainda mais o custo de servir, permitindo que o banco seja competitivo mesmo contra fintechs.11Retomada do Mercado de Capitais: Com o início da queda da Selic em 2026, espera-se um aumento no volume de IPOs e emissões de dívida, favorecendo o Itaú BBA.29Qualidade de Crédito Resiliente: O foco em crédito imobiliário e empresas de alto rating deve manter a inadimplência sob controle, permitindo que o banco cresça sua carteira sem choques de PDD.3Riscos e DesafiosOs principais riscos identificados para 2026 residem na esfera política e macroeconômica. Uma deterioração da percepção fiscal poderia forçar o Banco Central a manter juros altos por mais tempo que o esperado, o que acabaria por asfixiar o crescimento do crédito e elevar a inadimplência no varejo. Além disso, a competição com bancos digitais e a implementação plena do Open Finance continuam pressionando as receitas de serviços e exigindo investimentos constantes em inovação para manter a fidelidade do cliente.2ConclusõesO Itaú Unibanco atravessou o período de 2024 e 2025 consolidando uma posição de dominância técnica no setor financeiro brasileiro. A capacidade de entregar lucros recordes (R$ 41,4 bilhões em 2024 e R$ 34,5 bilhões nos 9M25) enquanto reduz sua estrutura física e melhora seus indicadores de risco demonstra uma gestão de excelência.1 A instituição não apenas reagiu às mudanças do mercado, como a digitalização e os juros altos, mas as utilizou para fortalecer seu balanço e aumentar o retorno ao acionista.Enquanto pares como o Banco do Brasil sofreram com crises setoriais e outros como o Bradesco ainda buscam recuperar sua rentabilidade histórica, o Itaú demonstrou um nível de consistência que o coloca como a principal escolha estratégica (top pick) para investidores no setor. A rentabilidade de 23,3% e o índice de eficiência de 39,5% no 3T25 são os testemunhos de um modelo de negócio que equilibra escala, tecnologia e prudência bancária.3 Para 2026, a instituição está posicionada para colher os frutos de uma potencial flexibilização monetária, apoiada em uma base de capital robusta e em uma carteira de crédito de alta qualidade.
Análise de Valuation: Itaú Unibanco (ITUB4)
Esta análise calcula o múltiplo Preço/Lucro (P/L) baseando-se na cotação atual de R$ 39,90 e nos resultados financeiros reportados de 2024 e as projeções para o fecho de 2025.
1. Premissas de Cálculo
Para o cálculo, utilizamos o número aproximado de 9,8 bilhões de ações (total do capital social do Itaú).
Passo A: Lucro por Ação (LPA) 2024 (Realizado)
Lucro Líquido 2024: R$ 41,4 bilhões.
LPA 2024: R$ 41,4 bi / 9,8 bi ações = R$ 4,22 por ação.
Passo B: Lucro por Ação (LPA) 2025 (Projetado/Anualizado)
Lucro 9M25 (9 meses): R$ 34,5 bilhões.
Média Mensal: R$ 3,83 bilhões.
Projeção 12 meses (2025): ~R$ 46,0 bilhões.
LPA 2025 Proj.: R$ 46,0 bi / 9,8 bi ações = R$ 4,69 por ação.
2. Cálculo do P/L (Preço = R$ 39,90)
O índice P/L indica quantos anos o investidor levaria para recuperar o capital investido através do lucro da empresa, caso este fosse constante.
Cenário
Preço (P)
Lucro/Ação (LPA)
Índice P/L
Base 2024 (Retroativo)
R$ 39,90
R$ 4,22
9,45x
Base 2025 (Estimado)
R$ 39,90
R$ 4,69
8,50x
3. Interpretação do Resultado
O que significa um P/L de 8,5x?
Atratividade: Historicamente, o Itaú negociou em janelas de 10x a 12x P/L. Um valor de 8,5x sugere que o ativo está a ser negociado com um desconto em relação à sua média histórica, apesar do lucro recorde.
Yield Implícito: Um P/L de 8,5x equivale a um "earnings yield" (rendimento do lucro) de aproximadamente 11,7% ao ano.
Comparativo: Enquanto o Itaú apresenta P/L de ~8,5x com ROE de 23%, outros grandes bancos brasileiros muitas vezes negociam a múltiplos similares, mas com rentabilidade (ROE) significativamente menor, o que reforça o prémio de qualidade do Itaú.
4. Conclusão
Com a ação a R$ 39,90, o mercado está a pagar cerca de 8,5 vezes o lucro esperado para este ano. Este patamar é considerado saudável para um banco que entrega crescimento de dois dígitos (13,1% no 9M25) e mantém a maior eficiência do setor.
Análise de Atratividade: O Itaú (ITUB4) está barato?
Ao analisar um P/L de 9,69x, não podemos olhar para o número isolado. Precisamos compará-lo com a rentabilidade (ROE) e a eficiência que o banco entrega.
1. O "Raio-X" da Barateza
Indicador
Valor Atual (3T25)
Por que indica "Barato"?
P/L Atual
9,69x
A média histórica de 10 anos do Itaú gira em torno de 11,5x a 12x. Estamos com um desconto de ~15% sobre a média.
ROE
23,3%
É a maior rentabilidade entre os grandes bancos privados. Geralmente, bancos com ROE > 20% deveriam negociar com P/L muito acima de 10x.
Crescimento (Lucro)
+13,1% (9M25)
O lucro cresce a dois dígitos, mas o preço da ação (P) não subiu na mesma proporção que o lucro (L), o que "achata" o P/L.
Eficiência
39,5%
Quanto menor, melhor. Manter este patamar enquanto o lucro sobe é sinal de uma "máquina" muito bem ajustada.
2. P/L vs. Crescimento (PEG Ratio)
Se utilizarmos o conceito de PEG Ratio (P/L dividido pelo crescimento do lucro), temos:
P/L: 9,69
Crescimento esperado: ~13%
PEG Ratio: 0,74
Nota: Na teoria de Peter Lynch, um PEG Ratio abaixo de 1,0 indica que uma empresa está subvalorizada (barata) em relação ao seu crescimento.
3. Comparativo com o Setor (Estimativas)
Banco
P/L Estimado
ROE
Status
Itaú
9,69x
23,3%
O mais eficiente com preço justo.
Bradesco
~10,5x
~15,0%
Mais caro por estar em fase de recuperação.
Banco do Brasil
~4,5x
~21,0%
Mais barato por ser estatal (risco político).
4. Conclusão: Está barata?
Sim, pelos seguintes motivos:
Margem de Segurança: Você está pagando menos de 10 vezes o lucro por um ativo que é o "benchmark" de gestão no Brasil.
Dividendos: Com lucros de R$ 11,9 bi por trimestre (3T25), a capacidade de pagamento de dividendos e JCP aumenta consideravelmente. O Dividend Yield tende a ser muito atraente nesse preço de R$ 39,90.
Série Histórica: Como você bem notou na série de 7 trimestres, o banco não para de crescer. Se o lucro sobe e o preço fica parado ou sobe devagar, a ação fica cada vez mais barata por "gravidade fundamentalista".
Aviso: Esta é uma análise técnica baseada em múltiplos e não constitui recomendação de compra.
Projeção de Valuation: Impacto de Lucro de R$ 12,5 bi no 4T25
Esta simulação considera o cenário otimista onde o lucro líquido recorrente gerencial atinge R$ 12,5 bilhões no último trimestre de 2025.
1. Novo Lucro Acumulado (LTM)
Para o cálculo do P/L atualizado, somamos os três trimestres já realizados de 2025 com a sua projeção para o 4T25:
1T25: R$ 11,1 bilhões
2T25: R$ 11,5 bilhões
3T25: R$ 11,9 bilhões
4T25 (Projeção): R$ 12,5 bilhões
Lucro Total 2025 (Estimado): R$ 47,0 bilhões
2. Novo Lucro por Ação (LPA)
Utilizando a base acionária exata de 11.026.869.192 ações:
$ AMEX:LPA = \frac{R\$ 47.000.000.000}{11.026.869.192} = \mathbf{R\$ 4,26}$$
3. Novo Preço/Lucro (P/L)
Com a cotação mantida em R$ 39,90:
$$P/L = \frac{39,90}{4,26} = \mathbf{9,36x}$$
4. Análise Comparativa e Conclusão
Métrica
Com 3T25 (Real)
Com 4T25 (Projetado R$ 12,5 bi)
Tendência
Lucro Anual
R$ 45,4 bi
R$ 47,0 bi
↑ Alta
LPA
R$ 4,12
R$ 4,26
↑ Alta
P/L
9,69x
9,36x
↓ "Mais Barato"
Insights Estratégicos:
Compressão de Múltiplo: Se o lucro sobe para R$ 12,5 bi e a ação continua em R$ 39,90, o P/L cai para 9,36x. Isso gera o que chamamos de "mola comprimida": o lucro cresce tanto que o preço da ação fica forçado a subir para que o P/L retorne aos níveis históricos saudáveis (acima de 11x).
Rentabilidade Estimada: Com um lucro de R$ 12,5 bi em um único trimestre, o ROE provavelmente romperia a barreira dos 24%, colocando o Itaú em um patamar de rentabilidade raramente visto em bancos desse porte globalmente.
Dividendos: Um lucro anual de R$ 47 bilhões aumenta drasticamente o potencial de dividendos extraordinários, o que costuma ser o gatilho para a valorização da cotação.
Veredito: Se esse lucro se confirmar, a R$ 39,90 a ação estaria extremamente barata, pois o mercado estaria precificando o banco como se ele estivesse estagnado, enquanto os dados mostram uma aceleração de lucros.
Análise de Sensibilidade: O que frustraria o mercado no 4T25?
O Itaú é hoje o "relógio suíço" da B3. O mercado precifica o banco esperando que a eficiência de 39,5% e o ROE de 23,3% continuem a brilhar.
1. Escala de Sentimento do Mercado
Lucro Líquido (4T25)
Impacto no P/L
Sentimento do Mercado
Acima de R$ 12,2 bi
9,4x ou menos
Euforia: Confirma aceleração e pode disparar dividendos extras.
R$ 11,9 bi a 12,1 bi
~9,6x
Neutro/Positivo: Manutenção do crescimento orgânico.
R$ 11,5 bi a 11,8 bi
~9,8x
Frustração Leve: Estagnação sequencial (lucro menor que o 3T25).
Abaixo de R$ 11,0 bi
> 10,2x
Pânico/Venda: Indica aumento de inadimplência ou perda de margem.
2. Os 3 Fatores de Frustração (O que observar além do lucro)
Mesmo que o lucro venha em R$ 12 bi, o mercado pode se frustrar se:
A. Aumento da Inadimplência (NPL)
O Itaú tem a melhor carteira do setor. Se o índice de atrasos acima de 90 dias subir significativamente, o mercado temerá que os lucros de 2026 sejam menores devido à necessidade de maiores provisões (PCLD).
B. Queda no ROE
O ROE de 23,3% é o grande troféu do banco. Se esse número cair para a casa dos 21%, os investidores podem entender que o banco atingiu o seu "tecto" de rentabilidade e começarão a vender as ações para buscar oportunidades com maior potencial de recuperação (como o Bradesco, caso este apresente uma viragem).
C. Orientação (Guidance) para 2026
O Itaú costuma divulgar suas projeções para o ano seguinte junto com o resultado do 4T. Se o banco projetar um crescimento de carteira ou de margem financeira muito modesto para 2026, o preço da ação pode sofrer, mesmo com um lucro recorde no 4T25.
3. Conclusão: O "Número do Medo"
O lucro que realmente frustraria o mercado seria qualquer valor abaixo de R$ 11,5 bilhões.
Isso significaria que o banco regrediu ao patamar do 2T25, quebrando a escada de crescimento trimestral. Nesse cenário, o P/L de 9,69x deixaria de ser visto como "barato" e passaria a ser visto como "condizente com uma empresa que parou de crescer".
Dica de Monitoramento: Fique atento ao dia 04/02/2026 (data do resultado no seu calendário). O mercado reagirá nos primeiros 15 minutos de pregão após a abertura.
Bitcoin para 2026Essa postagem não constitui, não tem intenção, não deve ser entendida e nem confundida com recomendação de investimento. Para investir, primeiro consulte um analista certificado pelos órgãos competentes.
Por análise de ondas de elliott prevejo um 2026 não muito otimista para o Bitcoin. Acredito estarmos em uma grande correção que já até está confirmada pela recente desvalorização de aproximadamente 30%. Essa queda já poderia satisfazer uma grande correção de onde poderíamos ver um novo ciclo de alta.
No entanto devido a velocidade dessa queda em relação ao movimento de alta que a precedeu, uma análise temporal de fibonacci sugere que só a partir de setembro que teríamos um novo ciclo de alta de fato iniciado . Até lá, creio que o bitcoin deve oscilar na zona mostrada em branco. É uma zona bastante larga tendo os limites superiores em 98k e inferior em aproximadamente 55k. Poderemos ter movimentos de alta e de queda dentro dessa zona . Meu alvo de preço pra correção é a zona azul, entre 69k e 55k obedecendo à guideline de retorno à onda 4 anterior.
Caso haja o rompimento de alta da zona branca e verde mostradas no gráfico (romper acima de 108k) essa análise fica invalidada.
Ouro em compasso de espera antes do Non-Farm Payrolls
Os preços do ouro recuaram ligeiramente nas primeiras negociações de sexta-feira, com muitos investidores a manterem-se à margem antes da divulgação, esta tarde, dos dados do mercado de trabalho dos EUA relativos a dezembro, incluindo o relatório de emprego mais acompanhado, o Non-Farm Payrolls. O metal precioso tem estado sob pressão devido a uma modesta recuperação do dólar norte-americano nas últimas duas semanas, o que tende a penalizar o ouro em virtude da correlação inversa entre os dois ativos. Ainda assim, o suporte para os preços do ouro mantém-se sólido em torno do nível dos 4.450 dólares, sustentado pela persistente incerteza geopolítica, que continua a alimentar a procura por ativos de refúgio, bem como pelas expectativas dovish em relação à Reserva Federal, que atualmente apontam para pelo menos dois cortes das taxas de juro em 2026. Neste contexto, todas as atenções estarão hoje centradas nos dados do mercado de trabalho dos EUA, que poderão reforçar ou alterar as expectativas dovish em torno da Fed. Com muitos investidores à espera destes números antes de assumirem novas posições de dimensão relevante, a sua divulgação poderá desencadear movimentos significativos nos preços do ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Morning Call - 09/01/2026 - Payroll e Suprema Corte dos EUAAgenda de Indicadores:
9:00 – BRA – IPCA final de 2025
10:30 – USA – Relatório de Emprego Não-Agrícola Payroll
10:30 – USA – Ganho Salarial Médio por Hora
10:30 – USA – Taxa de Desemprego
12:00 – USA – Uni. Michigan: Expectativa de Inflação de 1 e 5 anos
12:00 – USA – Uni. Michigan: Confiança do Consumidor
14:00 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta
14:00 – USA – O Federal Reserve divulga dados sobre a saúde financeira das famílias americanas em seu relatório de Fluxo de Fundos para o terceiro trimestre de 2025
Agenda de Autoridades:
12:00 – USA – Neel Kashkari, do Fed de Minneapolis (Não Vota), fará um discurso de boas-vindas e participará de um bate-papo informal na Conferência Virtual sobre as Condições Econômicas Regionais de 2026
15:35 – USA – Thomas Barkin, do Fed de Richmond (Não Vota), falará no Fórum de Perspectivas Econômicas da Associação de Banqueiros de Maryland
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLG2026
Produção Industrial: As projeções indicam crescimento nulo em novembro e na base anual, podendo se tornar o sexto mês consecutivo de estagnação, o que deve elevar o apelo para que o Copom comece a derrubar o juro em março.
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — operam próximos da estabilidade, antes da divulgação do relatório de empregos Payroll e da decisão da Suprema Corte americana sobre a legalidade das amplas tarifas globais impostas pelo presidente Donald Trump.
A eventual derrubada das tarifas pela Suprema Corte poderia afetar a arrecadação do governo americano, pressionando os rendimentos dos títulos do Tesouro, ao mesmo tempo em que impulsiona o mercado de ações.
Outro evento de suma importância, é o relatório de empregos não agrícolas dos EUA referente a dezembro, que deverá dissipar a névoa de dados deixada pela paralisação do governo e oferecer novos sinais sobre as perspectivas da política monetária do Federal Reserve.
"A menos que haja uma grande surpresa positiva nos dados de emprego não agrícola, os mercados provavelmente continuarão inclinados a acreditar que o Fed ainda reduzirá as taxas de juros ao longo de 2026", disse Michael Wan, do MUFG.
Na CME, os traders apostam na probabilidade de 86% de manutenção da taxa de juros na reunião de janeiro do Fed, mas consideram uma probabilidade de 38% de um corte de 25 pontos-base em março.
A expectativa é de que a folha de pagamento não agrícola tenha registrado a criação de cerca de 60 mil vagas em dezembro, após um aumento de 64 mil em novembro. Em outubro, a economia americana perdeu 105 mil postos de trabalho — a maior queda em quase cinco anos — refletindo principalmente a saída de funcionários do governo federal que aderiram a programas de desligamento voluntário.
No mercado de commodities, os preços do petróleo caminham para registrar a maior alta semanal desde o final de outubro, aproximando-se da máxima de duas semanas. Os investidores acompanham atentamente os desdobramentos na Venezuela e demonstram preocupação com o fornecimento global, especialmente envolvendo Rússia, Iraque e Irã.
Em publicação nas redes sociais nesta sexta-feira, o presidente Trump afirmou ter cancelado uma segunda onda de ataques à Venezuela, anteriormente prevista, após sinais de cooperação por parte do país sul-americano.
Diante desse cenário, os investidores seguem relutantes em assumir posições mais agressivas antes de eventos com potencial significativo de impacto nos mercados.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam majoritariamente em alta nesta sessão, com exceção do índice Ibex 35 ACTIVTRADES:ESP35 da Espanha, que apresenta desempenho inferior aos pares.
No noticiário corporativo, as ações da mineradora Glencore, listada em Londres, avançam 8,3% após surgirem notícias sobre o início de negociações para uma possível fusão com a mineradora Rio Tinto, cujos papéis operam em queda de 2%.
No setor de tecnologia, a TSMC revisou para cima as perspectivas para o setor de semicondutores em 2026, impulsionando as ações da fabricante holandesa de equipamentos para chips ASML, que sobem 3,9%. O papel também reage positivamente à elevação do preço-alvo promovida pelo HSBC.
Já no setor automotivo, os investidores acompanham com atenção a expectativa de que a Suprema Corte dos EUA se pronuncie sobre a legalidade das amplas tarifas globais impostas pelo presidente Donald Trump.
“A decisão pode ser significativa. Mas acredito que o governo dos EUA encontrará alguma solução legal, mesmo que as tarifas sejam consideradas ilegais pelo tribunal”, afirmou Field, da Morningstar.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados asiáticos encerraram a sexta-feira majoritariamente em alta, com destaque semanal para o índice Kospi TVC:KOSPI da Coreia do Sul, que avançou em quatro dos cinco pregões da semana. O novo recorde do índice foi impulsionado principalmente pelo forte desempenho das montadoras, com Hyundai e Kia registrando altas expressivas de 7,5% e 6,7%, respectivamente.
Apesar do bom desempenho do mercado acionário, o won sul-coreano segue como a moeda de pior performance na região. Autoridades locais afirmaram que a recente desvalorização cambial não reflete os fundamentos econômicos do país.
No Japão, o índice Nikkei TVC:NI225 subiu 1,6%, com 169 ações encerrando no campo positivo e 54 em queda. Assim como na Coreia do Sul, o setor automotivo liderou os ganhos, com Toyota avançando 2,8% e Honda subindo 3,1%.
Na China, os principais índices — Shenzhen SZSE:399001 , Hang Seng HSI:HSI , China A50 FTSE:XIN9 e Shanghai SSE:000001 — registraram altas de até 1,2%, após os dados de inflação ao consumidor indicarem o maior aumento de preços em 34 meses, com o IPC subindo 0,8% na base anual. O dado ajudou a melhorar o sentimento em relação às perspectivas de crescimento econômico. Ainda assim, o índice de preços ao produtor segue em território deflacionário, com queda de 1,9% em relação ao ano anterior.
Em Taiwan, o índice TWSE 50 FTSE:TW50 recuou 0,3% no aguardo da divulgação do resultado da TSMC após o encerramento do mercado. A maior fabricante mundial de chips sob encomenda, relatou um aumento de 20,45% na receita do quarto trimestre em comparação com o ano anterior, superando as previsões do mercado, impulsionada pela demanda crescente por seus produtos em resposta ao aumento do interesse em aplicações de IA. A TSMC sobe 0,5% no pré-mercado de Nova York.
No Pacífico, o índice australiano ASX ASX:XJO fechou praticamente estável, impactado pela forte queda de 6% das ações da mineradora Rio Tinto. O movimento ocorreu após a divulgação de que a empresa iniciou negociações preliminares para uma possível aquisição da Glencore, operação que poderia resultar na criação de uma gigante do setor de mineração avaliada em aproximadamente US$ 207 bilhões.
Movimentação de Preços e Análise de Notícias no dia 9 de JaneiroEm relação ao relatório de emprego NFP dos EUA desta noite, o mercado espera geralmente um aumento de aproximadamente 60.000 vagas, uma ligeira queda na taxa de desemprego para 4,5% e um aumento de 0,3% nos salários por hora em comparação com o mês anterior. Este é o primeiro relatório de emprego NFP divulgado integralmente dentro do prazo desde a paralisação do governo norte-americano em outubro passado, que interrompeu o calendário de divulgação de dados. Embora a inflação actual esteja acima da meta de 2%, a próxima decisão da Fed dependerá ainda de saber se a fraqueza do mercado de trabalho continua a justificar políticas de afrouxamento monetário, o que realça a importância destes dados.
Um mercado de trabalho fraco é geralmente positivo para os preços do ouro: se o crescimento do emprego abrandar e a taxa de desemprego subir, indicando enfraquecimento da atividade económica, isso poderá fortalecer as expectativas do mercado por um corte na taxa de juro da Fed. Os cortes na taxa de juro normalmente reduzem o custo de oportunidade de manter ouro, impulsionando os seus preços.
É possível que ocorra volatilidade no curto prazo: se os dados reais forem inferiores ao esperado (por exemplo, se o número de empregos não agrícolas criados for significativamente inferior a 60.000 ou se a taxa de desemprego for superior a 4,6%), os preços do ouro poderão subir devido ao aumento da procura de activos de refúgio e às expectativas de um corte na taxa de juro. Por outro lado, se os dados superarem as expectativas, os preços do ouro poderão sofrer pressão no curto prazo.
Em síntese, independentemente dos resultados dos dados, espera-se que o corte da taxa de juro e a incerteza geopolítica continuem a sustentar os preços do ouro. No curto prazo, é provável que os preços do ouro mantenham uma tendência de alta, mantendo-se num nível elevado (acima dos 4400) e oscilando dentro de um intervalo estreito.
Tecnicamente, o gráfico diário mostrou um padrão de candlestick martelo de alta ontem. Embora os preços tenham recuado ligeiramente durante a sessão asiática, ainda assim encontraram suporte, indicando que as expectativas do mercado para novos ganhos no curto prazo continuam fortes. No entanto, observou-se cautela nas negociações durante as sessões asiática e europeia. Os investidores aguardam a divulgação dos dados, e a análise técnica será menos relevante durante a sessão de Nova Iorque, pelo que serão omitidas análises adicionais.
Considerando os riscos associados aos dados do NFP (National Farm Agricultural, ou Emprego Não Familiar), uma estratégia conservadora é manter-se à margem e evitar a incerteza causada pela mudança do foco do mercado. Os níveis de suporte a observar no mercado de Nova Iorque rondam os 4420/4395. Evite tentar prever o topo durante uma tendência de alta; esteja ciente de que novas máximas podem ser atingidas a qualquer momento.
Mais análises →
Regiões Importantes para o WING26 – HOJE, 09/01/2026Planejamento e Organização
-Com base em métricas autorais estabeleço regiões para que sejam observadas em suas operações, de acordo com o seu operacional. Respeite sempre o seu operacional (o seu setup)!
-As regiões não são recomendações! Não façam compras ou vendas nas regiões apresentadas neste artigo. Elas servem como estudo de mercado para auxiliar o seu entendimento do momentum.
-Operações intraday (que iniciam e encerram no mesmo pregão) são de altíssimo risco e com bastante volatilidade. Além dos movimentos do ativo fique atento(a) as principais notícias durante o pregão.
REGIÕES IMPORTANTES:
Leia todo o conteúdo acima!
>Ponto CENTRAL |164.670|
-Zona Média SUPERIOR |166.965|
Região Superior: 167.870 até 166.055
-Zona Média INFERIOR |162.375|
Região Inferior: 163.285 até 161.470
Fibonacci _ Retrações:
162.920 (≈23.6%)
160.605 (≈38.2%)
158.740 (≈50.0%)
-156.870 (≈61.8%)
154.210 (≈78.6%)
Disclaimer
Planejar e executar uma operação no contrato de WIN requer atenção aos detalhes, uma estratégia bem definida e o comprometimento com o seu operacional. Os aspectos mencionados acima são elaborados com o intuito educacional e não são uma recomendação deste analista. Os estudos realizados neste artigo refletem, única e exclusivamente, as opiniões pessoais do analista. Reforço, turma, que não são recomendações de compra e(ou) venda de qualquer ativo. Este estudo foi feito pelo Analista de Valores Mobiliários - Pessoa Natural (Autônomo) – Netto Alves (CNPI-T 9820), nos termos da Resolução CVM no 20/2021 conforme previsto no art. 3o, inc. I. O conteúdo deste estudo não é garantia ou promessa de desempenho real, pois dados e retornos passados não são garantia de resultado futuro. Importante ressaltar que operar no mercado financeiro envolve riscos e não há nada que possa garantir rentabilidade.
XAUUSD (H3) – Plano LiamQuebra da linha de tendência confirma a tendência de alta ✅ | Compre no desconto, venda para scalp no ATH
Visão rápida
No gráfico H3, a história é clara: o preço quebrou a linha de tendência de baixa e manteve a estrutura após um claro BOS, o que mantém o viés bullish para a continuação.
Mas a melhor execução continua sendo a mesma: sem FOMO. Prefiro comprar de zonas de liquidez em desconto do que perseguir velas na faixa média.
Níveis-chave (do seu gráfico)
✅ Zona de Compra 1 (recompra): 4434 – 4437
✅ Zona de Compra 2 (desbalanceamento de liquidez): 4340 – 4343 (zona de varredura profunda)
✅ Scalp de Venda no ATH: 4560 (principal ponto de take profit / venda de reação)
Leitura técnica (estilo Liam)
A quebra da tendência confirma a tendência de alta: a quebra da linha de tendência sinaliza que os compradores estão de volta ao controle.
4434–4437 é a área de reentrada clara: uma zona de pullback lógica com melhor R:R.
Se a volatilidade disparar e o preço buscar liquidez, 4340–4343 é a área de “melhor valor” para procurar uma forte reação.
Cenários de trading
✅ Cenário A (prioridade): COMPRAR o pullback em 4434–4437
Entrada: 4434 – 4437
SL: abaixo de 4426 (ou abaixo do mais recente mínimo swing H1/H3)
TP1: 4485 – 4500
TP2: 4560 (ATH – alvo principal)
Lógica: A confirmação da tendência de alta está em vigor — eu só quero a entrada no pullback, não uma perseguição.
✅ Cenário B (compra profunda): Se o preço varrer para baixo em 4340–4343
Entrada: 4340 – 4343
SL: abaixo de 4330
TP: 4434 → 4500 → 4560
Lógica: Este é o “ponto doce” se o mercado fizer um reset de liquidez antes de empurrar mais alto novamente.
⚠️ Cenário C (apenas scalp): VENDER reação no ATH 4560
Entrada: 4560 (somente se virmos clara rejeição / fraqueza)
SL: acima do máximo da varredura
TP: 4520 → 4500 (scalp rápido)
Nota: Esta é uma ideia de scalp no ATH — não é uma chamada bearish de longo prazo enquanto a estrutura bullish estiver intacta.
Notas-chave
Evite entradas em faixa média. Execute apenas em 4434–4437 ou 4340–4343.
Espere por confirmação no M15–H1 (rejeição / engolfamento / MSS).
Gestão de risco: 1–2% por ideia, escalonar para o ATH.
Você está esperando a compra do pullback em 4434, ou esperando uma varredura mais profunda em 4340 para a entrada mais clara? 👀






















