BTC - A procura cumpriu o seu papel. Agora, observando o canal.BTC - A procura cumpriu o seu papel. Agora, observando o canal.
O BTC reagiu exatamente como deveria... a zona de procura azul manteve-se firme e os compradores entraram em ação!
Desde esta reação, o preço começou a alterar o seu momentum de curto prazo para cima, formando um canal ascendente. Nada de agressivo ainda, mas a estrutura está a melhorar gradualmente.
A partir daqui, o meu foco é simples:
enquanto o BTC continuar a ser negociado dentro deste canal azul, estarei pacientemente à procura de retrações em direção ao limite inferior e, a partir daí, de configurações de compra seguindo a tendência.
O íman natural para a alta continua a ser a zona de estrutura laranja, que ainda atua como a principal área de decisão.
Ideias da comunidade
TSM Após balanço bom, parece buscar a projeção de 100% de Fibo.A Taiwan Semiconductor Manufacturing Company é uma das maiores e mais importantes fabricantes de semicondutores do mundo, atuando como fornecedora estratégica para empresas de tecnologia, eletrônicos, inteligência artificial e computação de alto desempenho. Seu modelo de negócio é focado em fabricação sob contrato, com forte vantagem competitiva em escala, tecnologia e eficiência.
Pelo gráfico semanal, a empresa vem de uma tendência de alta iniciada em meados de agosto de 2015, sustentada por uma linha de tendência de alta bem definida. Recentemente, foi traçada uma projeção de Fibonacci considerando um fundo, o topo da pernada e a correção subsequente. O preço respeitou os níveis clássicos de Fibonacci ao longo do tempo, inclusive permanecendo por um período relevante dentro do range entre 50% e 61,8%, o que caracteriza uma correção saudável em gráfico semanal. Com o rompimento dessa região, o próximo alvo natural passa a ser o nível de 100% da projeção, que representa um potencial de apreciação superior a 50% a partir do ponto atual.
Esse movimento técnico ganha ainda mais relevância quando observado em conjunto com o resultado divulgado em 15 de janeiro de 2026. O balanço veio acima das expectativas tanto em lucro quanto em receita, com surpresas positivas expressas em percentual, informação que foi destacada diretamente no gráfico para facilitar a leitura. A confluência entre estrutura técnica bem respeitada e dados fundamentalistas melhores que o esperado reforça o interesse pelo ativo neste momento, sempre lembrando que o gráfico semanal exige paciência e acompanhamento por fechamento.
Disclaimer :
Esta análise tem fins exclusivamente educacionais e não constitui recomendação de compra ou venda de ativos. Faça sempre sua própria avaliação antes de investir.
OS JUROS NÃO CAEM MAIS, JÁ ESTAMOS EM DOMINÂNCIA FISCAL"OS JUROS NÃO IRÃO CAIR, JÁ ESTAMOS EM DOMINÂNCIA FISCAL"
OS JUROS NÃO CAEM MAIS, JÁ
ESTAMOS EM DOMINÂNCIA FISCAL
Relatório de Inteligência Macroeconômica: A Dicotomia do
Crescimento sob Juros Restritivos e o Risco de Dominância Fiscal
Data: 15 de Janeiro de 2026
Assunto: Análise Estrutural dos Dados de Varejo de Novembro/2025, Dinâmica Inflacionária e
Cenário Fiscal para o Ano Eleitoral de 2026.
1. Sumário Executivo e Tese Central
A divulgação dos resultados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) pelo Instituto Brasileiro
de Geografia e Estatística (IBGE) na manhã desta quinta-feira, 15 de janeiro de 2026, marca
um ponto de inflexão na análise da conjuntura econômica nacional. Os dados revelam um
crescimento de 1,0% no volume de vendas do varejo restrito em novembro de 2025 na
comparação com outubro, e uma expansão de 1,3% na comparação interanual.1 Este
desempenho, significativamente acima da mediana das expectativas de mercado — que
projetava uma alta modesta de 0,30% na margem 2 — consolida uma narrativa que desafia a
ortodoxia dos modelos de transmissão da política monetária: a economia brasileira apresenta
uma resistência estrutural ao ciclo de aperto monetário, mantendo o consumo aquecido
mesmo diante de uma Taxa Selic estacionada em patamares contracionistas de 15,00% ao
ano.5
A tese central deste relatório é que o Brasil atravessa um fenômeno de "imunização parcial"
aos juros. Esta imunização é sustentada por três pilares interconectados que neutralizam o
efeito da política monetária: (1) um canal de renda historicamente robusto, com desemprego
em mínimas de 5,2% e massa salarial recorde, que se sobrepõe ao canal de crédito; (2) um
efeito riqueza perverso derivado do rentismo, onde as taxas de juros elevadas transferem
renda para as classes de maior poder aquisitivo, sustentando o consumo de bens e serviços
premium; e (3) um impulso fiscal expansionista em ano eleitoral, materializado no Orçamento
de 2026 recém-sancionado com R$ 61 bilhões em emendas parlamentares.7
Este cenário coloca o Banco Central do Brasil em uma encruzilhada complexa. A convergência
da inflação para a meta de 3,0% torna-se uma tarefa de Sísifo, onde o esforço monetário é
constantemente compensado pela expansão fiscal e pela inércia dos preços de serviços. O
risco de dominância fiscal — momento em que a política monetária perde a capacidade de
controlar o nível de preços devido à insustentabilidade da dívida pública — deixa de ser uma
hipótese teórica remota para figurar como um cenário de cauda com probabilidade crescente
nas avaliações de risco para o final da década.
Ao longo deste documento, dissecaremos as minúcias dos dados setoriais do varejo, a
dinâmica inflacionária subjacente, as pressões do calendário eleitoral sobre as contas
públicas e as implicações desse "novo normal" de juros altos para a alocação de capital e a
estratégia macroeconômica.
2. Anatomia do Varejo em Novembro de 2025:
Resiliência e Heterogeneidade
A análise granular dos dados da PMC de novembro de 2025 oferece insights profundos sobre
o comportamento do consumidor brasileiro e a eficácia das promoções sazonais em um
ambiente de crédito caro.
2.1. O Desempenho Agregado e a Quebra de Expectativas
O avanço de 1,0% no volume de vendas do varejo restrito em novembro, após uma alta de
0,5% em outubro 2, sinaliza uma reaceleração da atividade no quarto trimestre de 2025.
Cristiano Santos, gerente da pesquisa do IBGE, destaca que este é o segundo mês
consecutivo de crescimento consistente, rompendo com o padrão de estabilidade (variações
próximas de zero) observado entre abril e setembro de 2025.1
Este resultado surpreendeu o mercado, cujas projeções coletadas pela Reuters apontavam
para uma alta de apenas 0,30% na margem e 0,20% na comparação anual.2 O fato de o
resultado real (1,3% anual) ter superado em mais de seis vezes a expectativa anual indica um
erro sistemático nos modelos econométricos dos analistas, que provavelmente
superestimaram o impacto restritivo dos juros de 15% sobre a propensão marginal a consumir
das famílias.
Além disso, o patamar de vendas de novembro de 2025 situa-se 11% acima do nível
pré-pandemia (fevereiro de 2020) 9, evidenciando que o varejo não apenas recuperou as
perdas passadas, mas estabeleceu um novo piso de atividade, sustentado por mudanças
estruturais na renda e no emprego.
2.2. A Influência da "Black Friday" e a Elasticidade-Preço
O desempenho de novembro foi fortemente influenciado pelas promoções da Black Friday.
Segundo o IBGE, esta foi a "melhor promoção desde 2021".1 Este dado é crucial para
entender a psicologia do consumidor atual: ele é altamente sensível a preços e oportunidades
de desconto, mas possui liquidez para aproveitar essas ofertas.
A elasticidade-preço da demanda manifestou-se com clareza no setor de Equipamentos e
material para escritório, informática e comunicação, que registrou um salto de 4,1% na
comparação mensal e impressionantes 9,9% na comparação anual.10 Este comportamento
sugere que, embora o crédito seja caro, as famílias acumularam poupança ou utilizaram a
renda corrente (13º salário e bônus) para adquirir bens duráveis de tecnologia quando o
preço se tornou atrativo. A estratégia dos varejistas de sacrificar margem para girar estoque
encontrou uma demanda reprimida pronta para agir.
2.3. Análise Setorial: Vencedores e Perdedores
A dispersão dos resultados entre as oito atividades pesquisadas pelo IBGE revela a dicotomia
econômica mencionada anteriormente. Sete das oito atividades registraram alta na margem,
o que denota um crescimento disseminado e não apenas concentrado em nichos
específicos.1
Tabela 1: Desempenho Detalhado do Varejo (Novembro 2025)
📋 Desempenho Detalhado do Varejo – Novembro 2025
Varejo Restrito (Total)
Variação mensal (Nov/Out): +1,0%
Variação anual (Nov25/Nov24): +1,3%
Dinâmica: Forte tração impulsionada por renda e promoções.
Equipamentos e Material de Escritório/Informática
Variação mensal: +4,1%
Variação anual: +9,9%
Dinâmica: Efeito Black Friday; alta elasticidade a descontos; demanda reprimida.
Móveis e Eletrodomésticos
Variação mensal: +2,3%
Variação anual: +5,2%
Dinâmica: Recuperação pontual; uso de crediário próprio das lojas e cartões.
Artigos Farmacêuticos, Médicos e Perfumaria
Variação mensal: +2,2%
Variação anual: +7,2%
Dinâmica: Demanda inelástica; envelhecimento populacional; setor defensivo.
Outros Artigos de Uso Pessoal e Doméstico
Variação mensal: +2,0%
Variação anual: +4,7%
Dinâmica: Inclui lojas de departamento e vendas online; forte correlação com e-commerce.
Livros, Jornais, Revistas e Papelaria
Variação mensal: +1,5%
Variação anual: +5,9%
Dinâmica: Recuperação de base fraca; sazonalidade de material escolar antecipada.
Hiper e Supermercados, Alimentos, Bebidas
Variação mensal: +1,0%
Variação anual: +1,0%
Dinâmica: Vetor principal: massa salarial e transferências de renda (Bolsa Família).
Combustíveis e Lubrificantes
Variação mensal: +0,6%
Variação anual: N/A
Dinâmica: Mobilidade urbana normalizada; correlação com atividade de serviços.
Tecidos, Vestuário e Calçados
Variação mensal: -0,8%
Variação anual: Negativo
Dinâmica: Único setor em queda; substituição de gastos por bens duráveis na Black Friday.
Fonte: Consolidação de dados IBGE e Broadcast.1
O setor de Hiper e Supermercados, com alta de 1,0% 1, é o fiel da balança. Representando
mais de 50% do peso do índice, seu crescimento é prova cabal de que a restrição monetária
não atingiu o consumo de bens essenciais. A trégua na inflação de alimentos em domicílio 1
aumentou o poder de compra real das famílias de baixa renda, que destinam a maior parte do
orçamento a esta categoria.
Por outro lado, o recuo de 0,8% em Tecidos, Vestuário e Calçados 10 pode ser interpretado
como um efeito substituição: diante do orçamento restrito e das promoções agressivas em
eletrônicos e eletrodomésticos, as famílias adiaram a renovação do guarda-roupa para
priorizar bens de maior valor agregado ofertados com desconto.
2.4. O Varejo Ampliado e a Sensibilidade aos Juros
A análise do Varejo Ampliado, que inclui veículos e materiais de construção, oferece a
evidência mais clara do impacto dos juros de 15%. O índice geral ampliado cresceu 0,7% na
margem 12, impulsionado pelo varejo restrito, mas os componentes sensíveis ao crédito
mostram fraqueza estrutural.
● Veículos, motos, partes e peças: Registrou queda de 0,2% na margem e um recuo
profundo de 5,8% na comparação anual.9 Este é o setor onde a política monetária
"morde". O financiamento de veículos (CDC) é extremamente sensível à taxa de juros.
Com a Selic a 15%, o custo final ao consumidor supera frequentemente 2,5% ao mês,
inviabilizando a renovação de frota para a classe média típica. A queda de 5,8% em 12
meses confirma que o ciclo de bens duráveis de alto valor financiado está travado.
● Material de Construção: Apresentou alta de 0,8% na margem, mas queda de 3,0% na
comparação anual.9 A leve recuperação mensal pode estar ligada a pequenas reformas
de fim de ano (pagas com 13º salário), mas a queda anual reflete o desaquecimento do
mercado imobiliário e a retração nos financiamentos para construção e reforma.
2.5. Disparidades Regionais
A recuperação do varejo não é uniforme geograficamente. Dados do IBGE mostram que o
crescimento ocorreu em 23 das 27 unidades da federação na comparação mensal. Destaque
para Rondônia (+9,2%), Roraima (+4,5%) e Espírito Santo (+4,3%).11
Esses outliers positivos, especialmente na região Norte, podem estar correlacionados com a
dinâmica do agronegócio e mineração, além de transferências de renda federais que têm
peso desproporcional nessas economias locais. Em contraste, estados mais industrializados
ou dependentes de serviços urbanos, como o Rio de Janeiro (-0,7%), apresentaram
desempenho mais fraco, refletindo as dificuldades fiscais locais e a dinâmica do mercado de
trabalho metropolitano. No Paraná, o varejo acumulou alta de 2,4% no ano, acima da média
nacional, impulsionado por eletrodomésticos (+14,5%) 13, sugerindo uma economia regional
mais resiliente.
3. O Paradoxo da Renda e a Ineficácia da Transmissão
Monetária
A persistência do crescimento do varejo em um ambiente de juros reais ex-ante próximos de
9,5% (Selic de 15% menos inflação esperada de 4,06%) exige uma explicação teórica robusta.
Por que a política monetária não está contendo a demanda agregada conforme previsto nos
modelos do Banco Central?
3.1. O Canal da Renda Sobrepuja o Canal do Crédito
A explicação primordial reside na força extraordinária do mercado de trabalho. A taxa de
desemprego caiu para 5,2% no trimestre encerrado em novembro de 2025, a menor da série
histórica do IBGE.14 Mais do que a quantidade de empregos, a qualidade da renda melhorou
em termos agregados.
A massa de rendimento real habitual atingiu o recorde de R$ 363,7 bilhões, com crescimento
de 5,8% no ano e 2,5% no trimestre.15 Isso significa que há uma injeção líquida de quase R$
20 bilhões a mais na economia em comparação com o ano anterior, proveniente apenas do
trabalho.
Esse volume colossal de renda nova entra na economia com alta velocidade de circulação.
Diferentemente do crédito, que depende da confiança e do custo do dinheiro, a renda do
trabalho é convertida quase imediatamente em consumo, especialmente nas faixas de renda
média e baixa. O varejo de supermercados e farmácias é o principal beneficiário desse fluxo.
O consumidor não precisa se endividar para comprar; ele usa o salário valorizado acima da
inflação.
3.2. Pleno Emprego e Pressão Salarial
O nível de 5,2% de desemprego sugere que a economia brasileira opera acima do seu nível de
pleno emprego (NAIRU), gerando pressões salariais. O rendimento médio real habitual
cresceu 4,5% no ano, atingindo R$ 3.574.15
Essa dinâmica cria um ciclo de retroalimentação: empresas contratam para atender a
demanda; a escassez de mão de obra eleva os salários; salários maiores aumentam o
consumo; o consumo sustenta as vendas das empresas. A política monetária, atuando apenas
sobre o custo do capital, tem dificuldade em romper esse ciclo inercial de renda-consumo
sem causar um choque recessivo muito mais profundo, o que o Banco Central tem evitado até
o momento.
3.3. O Efeito Riqueza do Rentismo (O "Hedge" das Classes Altas)
Um aspecto frequentemente subestimado é o efeito distributivo dos juros altos. Com a Selic a
15%, o Brasil oferece um dos maiores retornos reais do mundo para o capital financeiro. As
famílias detentoras de patrimônio líquido investido em renda fixa (CDI, Tesouro Selic,
LCIs/LCAs) experimentam um aumento significativo em sua renda disponível sem necessidade
de esforço produtivo adicional.
Esse fenômeno, conhecido como "efeito renda do rentismo", sustenta o consumo das classes
A e B. Isso explica a resiliência do setor de serviços de alto padrão e do mercado de luxo, que
continua crescendo concentrado em marcas exclusivas (BMW, Mercedes-Benz, Volvo detêm
66% do mercado premium).16 Enquanto a classe média baixa sofre com o encarecimento do
f
inanciamento do carro popular, a classe alta compra veículos premium à vista ou com taxas
subsidiadas pelas montadoras, utilizando os rendimentos de suas aplicações financeiras.
Essa bifurcação do consumo ("K-shaped recovery") dilui a eficácia da política monetária, pois
uma parcela relevante da demanda (a de alta renda) torna-se positivamente correlacionada
com a alta de juros, ao invés de negativamente.
3.4. A Dinâmica do Crédito: Inadimplência vs. Concessão
Embora o crédito esteja caro, ele não desapareceu. O endividamento das famílias está
elevado, mas a concessão de crédito livre ainda mostra alguma vitalidade em linhas de curto
prazo. Contudo, a inadimplência começa a ser um sinal de alerta amarelo. Dados do Banco
Central mostram que a inadimplência da carteira de crédito livre para pessoas físicas subiu
para 6,3%, um avanço de 1,0 ponto percentual em doze meses.17
O aumento da inadimplência, paradoxalmente, convive com o aumento das vendas. Isso
sugere que as famílias estão priorizando o consumo corrente em detrimento do pagamento
de dívidas passadas, ou "rolando" o endividamento enquanto o mercado de trabalho permitir.
Bancos privados já adotam cautela na concessão 18, mas o impulso da renda tem sido
suficiente para manter a roda girando por enquanto.
4. A Inflação no "Último Quilômetro": Inércia e Difusão
A resiliência da atividade econômica cobra seu preço na dinâmica inflacionária. O Índice
Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) encerrou 2025 com alta acumulada de
4,26%.19 Embora dentro do intervalo de tolerância (teto de 4,50%), o índice está
desconfortavelmente acima da meta central de 3,00% e mostra sinais qualitativos
preocupantes para 2026.
4.1. O Salto no Índice de Difusão
O sinal de alerta mais estridente vem do índice de difusão — métrica que indica a
porcentagem de itens da cesta do IPCA que apresentaram aumento de preços. Este indicador
saltou de 56% em novembro para 60% em dezembro de 2025.20
Uma difusão de 60% indica que a inflação deixou de ser um problema de choques de oferta
pontuais (como uma quebra de safra afetando apenas alimentos) para se tornar um processo
generalizado de remarcação de preços. A difusão de itens não alimentícios, especificamente,
disparou de 49% para 65% 20, evidenciando que a pressão se espalhou para bens industriais
e serviços.
4.2. A Rigidez dos Serviços Subjacentes
A inflação de serviços, intimamente ligada ao hiato do produto e ao mercado de trabalho,
mostra-se resiliente. A média móvel de três meses dos núcleos de serviços subjacentes
acelerou para 5,1% anualizado em dezembro.21
Com o reajuste do salário mínimo para R$ 1.621 a partir de janeiro de 2026 (+6,78%) 22,
estabelece-se um novo piso nominal para os custos de serviços intensivos em mão de obra
(domésticos, reparos, beleza, alimentação fora do lar). Essa indexação salarial atua como um
mecanismo de realimentação inercial, dificultando a convergência da inflação para a meta de
3% sem uma desaceleração econômica que o atual cenário de pleno emprego não permite.
4.3. Expectativas Desancoradas
O mercado financeiro, captando esses sinais, mantém suas expectativas de inflação
desancoradas. O Boletim Focus projeta um IPCA de 4,06% para 2026 e 3,80% para 2027.23 O
fato de as expectativas de longo prazo (2027-2028) estarem estacionadas acima da meta
sugere uma falta de credibilidade na capacidade do Banco Central de entregar a inflação no
alvo, dada a pressão fiscal e a inércia da atividade. Esta desancoragem obriga o BC a manter
os juros mais altos por mais tempo, elevando o custo do desinflacionamento.
5. Dominância Fiscal e o Orçamento de 2026: O
Elefante na Sala
A discussão macroeconômica brasileira em 2026 é inevitavelmente gravitada pelo conceito de
Dominância Fiscal. Este fenômeno, teorizado por Sargent e Wallace, descreve uma situação
onde a política monetária perde a primazia no controle da inflação porque a política fiscal
torna-se insustentável. Se o mercado acredita que o governo não pagará sua dívida através
de superávits futuros, mas sim através de inflação (monetização), subir juros torna-se
contraproducente, pois apenas acelera o crescimento da dívida e o risco de calote,
depreciando o câmbio e gerando mais inflação.
5.1. O Orçamento Eleitoral e a Expansão de Gastos
A sanção do Orçamento de 2026 pelo Presidente Lula, ocorrida em 14 de janeiro, confirmou
os temores de uma política fiscal expansionista em ano eleitoral. O orçamento prevê
despesas totais de R$ 6,5 trilhões (incluindo rolagem da dívida) e, crucialmente, um volume
recorde de R$ 61 bilhões em emendas parlamentares.7
Essas emendas, em grande parte impositivas, funcionam como uma injeção direta de liquidez
nas bases eleitorais (municípios), pulverizando recursos em obras e serviços locais. O efeito
multiplicador desses gastos é alto e ocorre justamente no período pré-eleitoral,
contrabalanceando o esforço contracionista da Selic.
Além disso, programas sociais como o Bolsa Família (R$ 158,6 bilhões) e o Pé-de-Meia (R$
11,47 bilhões) mantêm a renda das camadas mais baixas elevada 24, sustentando o consumo
básico que observamos nos dados do varejo.
5.2. A Meta Fiscal: Ficção vs. Realidade
Oficialmente, a meta fiscal para 2026 é de um superávit primário de 0,25% do PIB (aprox. R$
34,5 bilhões).24 Contudo, a credibilidade dessa meta é nula junto aos agentes de mercado. O
Boletim Focus projeta um déficit primário de 0,53% do PIB para 2026.25
A discrepância entre o discurso oficial e a projeção de mercado deve-se à prática recorrente
de excluir despesas do cálculo da meta (como os R$ 57 bilhões em precatórios) e à
superestimação de receitas. Economistas como Felipe Salto e Rafaela Vitória alertam que a
meta fiscal precisará ser alterada ou que o governo dependerá de receitas extraordinárias
incertas para fechar as contas.26
Essa falta de transparência e compromisso fiscal real corrói a âncora fiscal, elevando o
prêmio de risco embutido na curva de juros.
5.3. A Trajetória da Dívida e o Risco de Ruptura
A consequência aritmética de déficits primários recorrentes somados a juros reais elevados é
o crescimento explosivo da dívida pública. O economista-chefe da XP, Caio Megale, alerta
que "será difícil alcançar meta fiscal positiva em 2026" e que o país vive "à beira da
dominância fiscal".27
Projeções de mercado indicam que a Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) pode atingir 82%
do PIB ao final de 2026 e caminhar para 90% até 2028 se não houver correção de rota.28
Com a Selic a 15%, o custo de carregamento dessa dívida é proibitivo. O governo gasta cerca
de 7-8% do PIB apenas com o pagamento de juros nominais. Isso cria um círculo vicioso: o
risco fiscal eleva os juros neutros; juros altos pioram a dívida; a piora da dívida eleva o risco
f
iscal.
Economistas divergem se já estamos em dominância fiscal plena ou não 29, mas o
comportamento dos ativos — com a curva de juros longa abrindo taxas apesar da inflação
corrente "controlada" — sugere que o mercado opera sob a premissa de dominância fiscal
incipiente.
6. O Cenário Internacional: Ventos Contrários de
Washington
A complexidade doméstica é amplificada por um ambiente externo que deixou de ser
favorável. A expectativa de um ciclo agressivo de cortes de juros nos Estados Unidos foi
frustrada.
6.1. O "Fed" e a Geopolítica de Trump
O Federal Reserve enfrenta seu próprio dilema. Com a economia americana resiliente e a
inflação ainda acima da meta de 2%, a precificação de cortes de juros foi adiada. Bancos
como J.P. Morgan agora preveem manutenção de juros altos ou até altas futuras em cenários
extremos (2027), enquanto Goldman Sachs e Barclays adiaram a expectativa de cortes para
meados ou final de 2026.31
A tensão política entre Donald Trump e Jerome Powell adiciona volatilidade.32 A possibilidade
de interferência política no Fed ou de políticas fiscais expansionistas (cortes de impostos) nos
EUA mantém os Treasuries americanos pagando taxas atrativas.
6.2. Impacto no "Carry Trade" e no Câmbio
Para o Brasil, juros altos nos EUA (na faixa de 3,5% - 4,0% ou mais) reduzem o diferencial de
juros (carry trade). Embora a Selic de 15% ainda ofereça um prêmio robusto, o risco fiscal
brasileiro diminui a atratividade ajustada ao risco dessa operação.
Isso pressiona a taxa de câmbio. O dólar abriu o dia 15/01/2026 cotado a R$ 5,38, com
volatilidade.33 Um câmbio depreciado atua como mais um vetor inflacionário (via preços de
importados e combustíveis), limitando ainda mais o espaço de manobra do Banco Central do
Brasil.
7. Mercado Financeiro: Reação e Precificação
(15/01/2026)
A reação dos mercados financeiros aos dados de varejo e ao cenário orçamentário reflete a
cautela extrema dos investidores.
7.1. Inclinação da Curva de Juros (Steepening)
Observamos um movimento clássico de inclinação da curva de juros (DI Futuro).
● Parte Curta (2026-2027): As taxas operam estáveis ou com leve alta, precificando a
manutenção da Selic em 15% por um período prolongado (Higher for Longer). O
mercado abandonou as apostas de cortes no curto prazo.34
● Parte Longa (2029-2035): As taxas abriram significativamente. O Tesouro IPCA+ 2035
atingiu rendimento de IPCA + 7,66%, e o prefixado 2035 chegou a 13,69%.35
○ Interpretação: O prêmio de risco na parte longa reflete o temor de insolvência fiscal
ou de retorno da inflação descontrolada. Taxas reais acima de 7,5% são
historicamente associadas a períodos de crise aguda de confiança.
7.2. Bolsa de Valores e Setores
O Ibovespa renovou máxima histórica aos 165 mil pontos 36, mas esse número esconde uma
rotação setorial importante.
● Varejo Cíclico: Ações como Magazine Luiza e Casas Bahia tiveram alta no dia
impulsionadas pelo dado de curto prazo do varejo, mas sofrem estruturalmente com o
custo da dívida.
● Setor Financeiro e Alta Renda: Bancos (Itaú, Bradesco) e varejo de alta renda (Vivara)
mostram desempenho superior, beneficiando-se dos spreads altos e da resiliência do
consumo de luxo.
8. Perspectivas para a Política Monetária: O Que
Esperar do Copom?
Diante do quadro de atividade aquecida, inflação inercial e risco fiscal, a próxima reunião do
Copom (27 e 28 de janeiro de 2026) reveste-se de importância crítica.37
8.1. Cenários de Decisão
1. Cenário Base (Manutenção em 15,00%): É o consenso majoritário. O BC deve manter a
taxa inalterada, mas endurecer o comunicado (Hawk), explicitando que a convergência
da inflação está ameaçada pela política fiscal e pela atividade forte. A estratégia será
manter os juros restritivos por tempo indeterminado até que o hiato do produto abra ou
as expectativas reancorem.
2. Cenário de Risco (Elevação de Juros): Embora menos provável no curto prazo, a tese
de gestoras como a Adam Capital — que veem chance de Selic parada ou até subindo —
ganha força.38 Se o dólar disparar ou a inflação de serviços acelerar mais, o BC pode ser
forçado a dar um "choque de credibilidade" elevando a taxa, a despeito do custo
político.
8.2. A Narrativa da "Ineficácia"
O BC precisará endereçar a narrativa de que a política monetária "não funciona". A
comunicação deve enfatizar que a política está funcionando (vide setor de veículos e crédito
corporativo), mas que seus efeitos estão sendo mascarados pelo impulso fiscal e de renda. O
reconhecimento explícito da descoordenação entre política fiscal e monetária pode gerar
ruído político com o governo, mas é necessário para a transparência técnica.
9. Conclusão e Estratégia
O Brasil inicia 2026 sob o signo de um desequilíbrio macroeconômico perigoso: uma
economia que cresce impulsionada por gastos públicos e consumo das famílias, mas que
acumula desequilíbrios fiscais e inflacionários que cobram seu preço na taxa de juros.
Para investidores e gestores corporativos, a leitura é clara:
1. Não apostar contra o consumo no curto prazo: O varejo deve continuar
surpreendendo positivamente no primeiro semestre devido ao calendário eleitoral e à
renda forte.
2. Cautela extrema com a dívida pública: O risco de cauda fiscal é elevado. A proteção
em ativos reais ou indexados à inflação (IPCA+) de prazos curtos/médios é preferível a
prefixados longos.
3. Juros "Higher for Longer": Planejamentos financeiros devem assumir um custo de
capital (Selic) de dois dígitos por todo o horizonte de 2026. A era dos juros baixos
📊 Indicadores-Chave e Projeções – Brasil (Jan/26 → Final 2026)
💰 Selic
Atual: 15,00%
Projeção: 12,25%
Tendência: 🔼 Alta (manutenção em 14–15%)
📈 IPCA (Inflação 12m)
Atual: 4,26%
Projeção: 4,06%
Tendência: 🔼 Alta (serviços pressionados)
📊 PIB
Atual: N/A
Projeção: 1,80%
Tendência: 🔼 Alta (revisões para cima após varejo forte)
📉 Déficit Primário
Atual: -0,48% (2025)
Projeção: -0,53%
Tendência: ⚠️ Piora (gastos eleitorais)
💵 Dólar
Atual: R$ 5,38
Projeção: R$ 5,40+
Tendência: 🌪️ Volátil (risco fiscal)
XAUUSD Setup: Aguardando o desconto para comprar ouro"O Ouro está esticado e operar rompimento agora é pedir para ser estopado. Como operadores
institucionais, nós não perseguimos o preço; nós deixamos o preço vir até a nossa zona.
O Plano de Voo:
O gráfico mostra uma clara intenção de buscar liquidez mais alta, mas precisamos de um preço de desconto (Discount Zone).
• Entrada Otimizada: Aguardando retorno à base de demanda em xxxx.
• Stop Loss: Protegido abaixo da invalidação estrutural.
• Take Profit: Liquidez externa em xxxx.
Paciência paga. Deixe o mercado vir até você. 🦅"
A Armadilha dos Vendedores e o alvo de 4670"Ouro (Gold) segue em estrutura macro de alta, mas o varejo está sendo induzido a vender no topo.
Análise Técnica (SMC):
1. Liquidez Capturada: O preço limpou os Highs anteriores, gerando liquidez de compra.
2. Inducement (Indução): O movimento atual de baixa é corretivo para mitigar ordens pendentes.
3. Zona de Interesse (POI): Estou aguardando o preço reagir no Order Block de H1/H4 na região de 4578.00 - 4582.00.
📉 O que esperar: Uma queda corretiva para limpar os 'early buyers' (compradores apressados).
📈 Gatilho: Confirmação de força na zona de 4580 para buscar o alvo final em 4670.97.
Não opere o que você acha, opere o que o gráfico mostra. Siga o rastro do dinheiro."
Regiões Importantes para o WING26 – hoje, 15/01/2026Planejamento e Organização
-Com base em métricas autorais estabeleço regiões para que sejam observadas em suas operações, de acordo com o seu operacional. Respeite sempre o seu operacional (o seu setup)!
-As regiões não são recomendações! Não façam compras ou vendas nas regiões apresentadas neste artigo. Elas servem como estudo de mercado para auxiliar o seu entendimento do momentum.
-Operações intraday (que iniciam e encerram no mesmo pregão) são de altíssimo risco e com bastante volatilidade. Além dos movimentos do ativo fique atento(a) as principais notícias durante o pregão.
REGIÕES IMPORTANTES:
Leia todo o conteúdo acima!
>Ponto CENTRAL |167.590|
-Zona Média SUPERIOR |169.230|
Região Superior: 169.980 até 168.480
-Zona Média INFERIOR |165.950|
Região Inferior: 166.700 até 165.200
Fibonacci _ Retrações:
163.420 (≈23.6%)
161.015 (≈38.2%)
159.065 (≈50.0%)
-157.120 (≈61.8%)
154.350 (≈78.6%)
Disclaimer
Planejar e executar uma operação no contrato de WIN requer atenção aos detalhes, uma estratégia bem definida e o comprometimento com o seu operacional. Os aspectos mencionados acima são elaborados com o intuito educacional e não são uma recomendação deste analista. Os estudos realizados neste artigo refletem, única e exclusivamente, as opiniões pessoais do analista. Reforço, turma, que não são recomendações de compra e(ou) venda de qualquer ativo. Este estudo foi feito pelo Analista de Valores Mobiliários - Pessoa Natural (Autônomo) – Netto Alves (CNPI-T 9820), nos termos da Resolução CVM no 20/2021 conforme previsto no art. 3o, inc. I. O conteúdo deste estudo não é garantia ou promessa de desempenho real, pois dados e retornos passados não são garantia de resultado futuro. Importante ressaltar que operar no mercado financeiro envolve riscos e não há nada que possa garantir rentabilidade.
XAUUSD (H4) – QUEBRA DE LINHA DE TENDÊNCIA CONFIRMADAXAUUSD (H4) – QUEBRA DA LINHA DE TENDÊNCIA CONFIRMADA, AGORA É TUDO SOBRE COMPRAR NO PONTO BAIXO.
Contexto macroeconômico
Fluxos de ativos de refúgio ainda estão apoiando metais preciosos à medida que a incerteza geopolítica aumenta. As manchetes sobre a situação dos EUA–Venezuela e a resistência política podem manter a ação do preço reativa, o que significa que picos acentuados e varreduras de liquidez são muito possíveis antes que o mercado se comprometa com a próxima perna.
Visão técnica (H4)
A estrutura bullish permanece intacta: máximas mais altas + mínimas mais altas.
O preço quebrou a linha de tendência/resistência e está segurando acima da área de "resistência de compra" em torno de 4550 → um sinal positivo para a continuação.
A extensão de Fibonacci 1.618 acima é um grande ímã de liquidez, mas também uma zona onde a realização de lucros de curto prazo pode acionar um retrocesso.
Níveis chave
Suporte pivot: 4550–4545
Suporte mais profundo: 4475–4455 (área de equilíbrio dentro do canal de alta)
Resistência alvo: 4760–4770 (zona de Fibo 1.618 / "venda Fibonacci")
Cenários de negociação
Cenário 1: COMPRA seguindo a tendência (preferido)
Entrada: Comprar na correção 4552–4560
SL: 4540
TP1: 4635–4660
TP2: 4720–4740
TP3: 4760–4770
Plano: esperar uma reação clara no novo suporte após a quebra, então seguir a tendência.
Cenário 2: COMPRA mais segura após uma varredura de liquidez mais profunda
Se o preço cair fortemente em liquidez fina/notícias:
Entrada: Comprar 4475–4455
SL: 4435
TP: 4550 → 4635 → 4760
Cenário 3: VENDA de reação (apenas a curto prazo)
Somente se houver uma rejeição clara nas máximas:
Zona de venda: 4760–4770
SL: 4785
TP: 4685 → 4635 → 4550
Conclusão
O viés H4 permanece bullish após a quebra da linha de tendência. A melhor abordagem é não correr atrás — aguardar uma queda até 4550 para comprar com estrutura. A VENDA é apenas uma reação tática se o preço rejeitar fortemente na extensão 1.618.
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BBAS3: preço recua, lucro desacelera e o gráfico acende alertasBanco do Brasil (BBAS3)
A cotação atingiu o topo em R$ 29,31. Considerando a mínima mais relevante em R$ 7,14 (2020), o movimento de alta acumulado foi de aproximadamente +314%.
É importante contextualizar esse rali com os fundamentos: no auge do movimento, o lucro líquido alcançou R$ 32,53 bilhões, enquanto atualmente está em R$ 12,82 bilhões, indicando uma desaceleração relevante na geração de resultados.
No gráfico, alguns níveis de atenção ficam evidentes (linhas horizontais em amarelo), que marcaram zonas importantes de decisão do mercado no passado.
No momento, com a cotação em torno de R$ 21,50, o preço retorna para a região de 50% de retração de Fibonacci, zona clássica de equilíbrio entre compradores e vendedores.
🔎 Ponto-chave de acompanhamento:
O rompimento da região de R$ 18,08 pode confirmar a continuidade da tendência de baixa, abrindo espaço para movimentos mais profundos.
Acima disso, o ativo permanece em uma zona de correção dentro do movimento maior.
Morning Call - 15/01/2026 - Resultado da TSMC Impulsiona Nasdaq Agenda de Indicadores:
9:00 – BRA – Vendas no Varejo
9:30 – UE – BCE divulga Ata da última Reunião de Política Monetária
10:30 – USA – Pedidos Semanais por Seguro-Desemprego
10:30 – USA – Índice Empire State de Atividade Industrial
10:30 – USA – Índice de Atividade Industrial do Fed Filadélfia
Agenda de Autoridades:
10:35 – USA – Raphael Bostic, do Fed de Atlanta (Não Vota), discursa sobre as perspectivas econômicas na reunião do Conselho de Administração da Câmara de Comércio da Região Metropolitana de Atlanta
11:15 – USA – Michael Barr, Governador do Fed (Vota), participa do painel "Stablecoins" na Conferência "Futuro das Finanças" da Wharton School da Universidade da Pensilvânia
14:40 – USA – Thomas Barkin, do Fed de Richmond (Não Vota), discursa na Conferência de Previsões Financeiras da Associação de Banqueiros da Virgínia/Câmara de Comércio da Virgínia
15:30 – USA – Jeffrey Schmid, do Fed de Kansas City (Não Vota), discursa sobre política monetária e perspectivas econômicas no Clube Econômico de Kansas City
Resultados Corporativos:
4:00 - TSMC
8:00 - BlackRock
9:30 - Goldman Sachs
9:30 - Morgan Stanley
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLG2026
Eleições 2026: A pesquisa Genial/Quaest mostrou que a vantagem do presidente Lula diminuiu no primeiro e segundo turno contra seus principais opositores, Tarcísio de Freitas e Flávio Bolsonaro. No segundo turno, Lula lidera com 5 pontos de vantagem contra Tarcísio e 7 pontos de vantagem contra Flávio.
Haddad Deixará Fazenda: Haddad confirmou ontem a noite que deixará o Ministério da Fazenda ainda neste mês, sem trazer informações sobre quem será seu substituto. O ministro afirmou que pretende ajudar no esforço pela reeleição do presidente Lula, reafirmando que não pretende ser candidato, embora não descarte dialogar com o PT sobre essa possibilidade.
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — operam em alta nesta quinta-feira, sustentados pelo forte desempenho do setor de tecnologia após a divulgação do balanço da TSMC.
A maior fabricante mundial de chips avançados para inteligência artificial reportou resultados acima das expectativas no quarto trimestre e projetou crescimento robusto para 2026, reforçando a narrativa de demanda estruturalmente forte por semicondutores ligados à IA. O balanço divulgado na madrugada impulsiona o apetite por risco no pré-mercado de Nova York, com reflexos diretos nas ações de grandes empresas do setor de tecnologia e inteligência artificial.
O movimento ajuda a sustentar principalmente os contratos do Nasdaq, em um momento em que o mercado vinha passando por rotação setorial e realização de lucros nas empresas de semicondutores nos últimos pregões. A leitura positiva do resultado da TSMC reacende a confiança de que os investimentos em IA seguem gerando retorno, mesmo diante de juros ainda elevados e de um Federal Reserve mais cauteloso.
Além do noticiário corporativo, os investidores seguem monitorando o cenário macroeconômico e político nos EUA, incluindo as tensões recentes entre Donald Trump e Jerome Powell, bem como as expectativas em torno da política monetária. Apesar do ambiente de incerteza, o desempenho da TSMC fornece um catalisador claro de curto prazo, permitindo que os futuros americanos iniciem o dia em terreno positivo.
Europa
Os principais índices de ações europeus — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — ampliaram os ganhos nesta quinta-feira, sustentados por uma combinação de dados econômicos positivos e pelo forte desempenho do setor de tecnologia.
O principal catalisador do pregão foi o setor de semicondutores. Os investidores reagiram de forma positiva ao balanço da TSMC, maior fabricante mundial de chips avançados para inteligência artificial, que reportou lucro no quarto trimestre acima das expectativas. O resultado impulsionou as ações da ASML, maior fornecedora global de equipamentos para a indústria de semicondutores, que avançaram 6,7% e renovaram máxima histórica. Com isso, o índice europeu de tecnologia subiu 2,5%, liderando os ganhos no STOXX 600.
Além do noticiário corporativo, o cenário macroeconômico também contribuiu para o tom mais construtivo do mercado. No Reino Unido, dados divulgados mostraram que a economia cresceu acima do esperado em novembro, reforçando a percepção de resiliência da atividade na região.
Em outra frente, os dados de inflação da Suécia também ajudaram a sustentar o sentimento positivo. Os preços ao consumidor medidos pelo índice com taxa de juros fixa subiram 2,1% em dezembro na comparação anual, em linha com a meta do banco central, reduzindo preocupações sobre novos apertos monetários no curto prazo.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram a quinta-feira sem direção única, com o Kospi TVC:KOSPI , principal índice da Coreia do Sul, liderando os ganhos e renovando máxima histórica.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI avançou 1,6%, após o banco central manter a taxa básica de juros em 2,50% e sinalizar o encerramento do ciclo de flexibilização monetária, priorizando a estabilidade financeira. A recente desvalorização do won reduziu o espaço para novos estímulos, reforçando uma postura mais cautelosa da autoridade monetária. No mercado acionário, o desempenho foi amplamente positivo: as ações da Kia dispararam 6,7%, enquanto Hyundai subiu 2,5% e Samsung avançou 2,6%.
Nos demais mercados da região, o pregão foi marcado pela continuidade da rotação de carteiras, com realização de lucros em ações de tecnologia — especialmente nos segmentos de semicondutores e inteligência artificial — e busca por oportunidades em setores mais descontados.
No Japão, o Nikkei TVC:NI225 recuou 0,4%, pressionado pelas quedas da SoftBank (-5%) e da Advantest (-2,5%). Na direção oposta, os setores financeiro e de bens de consumo duráveis apresentaram forte desempenho, com destaque para a Toyota, que avançou 2,5%.
No mercado cambial, o iene voltou a se valorizar, afastando-se do nível de 160 ienes por dólar, após o Ministério das Finanças do Japão alertar para a possibilidade de intervenção cambial. Os rendimentos dos títulos do governo japonês também recuaram, afastando-se das máximas históricas recentes.
Na China, os mercados acionários tiveram desempenho misto. O China A50 FTSE:XIN9 e o Shenzhen SZSE:399001 encerraram em alta, enquanto o Shanghai SSE:000001 e o Hang Seng HSI:HSI registraram leves quedas, pressionados principalmente pelo desempenho negativo das empresas de tecnologia.
Na Austrália, o ASX ASX:XJO subiu 0,5%, sustentado pelo avanço das ações da BHP, que registraram alta superior a 2,6%.
Especial TSMC
A TSMC, maior fabricante mundial de chips avançados voltados à inteligência artificial, anunciou nesta quinta-feira um salto de 35% no lucro do quarto trimestre, superando amplamente as expectativas do mercado e alcançando um recorde histórico. A companhia também apresentou projeções robustas para 2026 e reforçou os planos de expansão de sua capacidade produtiva nos Estados Unidos.
Beneficiando-se do que classifica como a “megatendência da IA”, a TSMC afirmou que tanto seus clientes diretos quanto os consumidores finais estão enviando sinais fortes de demanda, com pedidos crescentes por capacidade produtiva. Nesse contexto, a empresa estima que sua receita em 2026 avance cerca de 30% em dólares.
A fabricante taiwanesa, que tem Nvidia e Apple entre seus principais clientes, anunciou no ano passado investimentos adicionais de US$ 100 bilhões nos EUA, somando-se aos US$ 65 bilhões já comprometidos para a construção de três fábricas no estado do Arizona — uma delas já em operação.
O avanço acelerado da inteligência artificial tem permitido à TSMC ampliar ainda mais sua vantagem competitiva. Hoje, a companhia é a empresa listada mais valiosa da Ásia, com valor de mercado próximo a US$ 1,4 trilhão, mais do que o dobro da capitalização da sul-coreana Samsung.
Em reação aos resultados e às projeções, as ações da TSMC sobem quase 6% no pré-mercado de Nova York.
NG Futuros de Gás Natural na média 200, gráfico semanalOs futuros de gás natural é um ativo ligado ao mercado de energia, amplamente utilizado tanto para hedge quanto para especulação. Seu preço é fortemente influenciado por fatores como clima, níveis de estoque, demanda industrial e questões geopolíticas, o que costuma gerar movimentos expressivos ao longo do tempo.
Pelo gráfico semanal, NG se encontra dentro de uma cunha ascendente. Recentemente, o preço tocou uma região próxima ao fundo dessa estrutura, mais precisamente entre U$3,05 e U$3,08. O candle atual está levemente abaixo da média de 200 períodos, o que exige atenção. Um ponto importante para monitoramento é a região dos U$3,57. Caso o preço consiga se manter acima desse patamar, pode ganhar força para buscar a linha superior da cunha, mantendo a estrutura ativa.
Disclaimer :
Esta análise tem fins exclusivamente educacionais e não constitui recomendação de compra ou venda de ativos. Faça sempre sua própria avaliação antes de investir.
CDB colapso brasileiro Juros altíssimo, muitos investidores estão migrando da renda variável para a renda fixa, excesso de capital em uma única cesta, governo gastando,roubando na cara dura,a sociedade já se a costumou com o trem desgovernado.governo vai dar um jeito de se beneficiar dessa cesta farta.
Bandeira de Alta - Entenda como operar essa figura gráficaA bandeira de alta é uma figura que indica continuidade de tendência. Pode-se dizer que as bandeiras representam um breve descanso, após um forte movimento de alta, para depois os preços retomarem a direção do movimento original.
O padrão se forma da seguinte maneira: os preços vêm em fortíssimo movimento direcional para cima, isto é, os preços subiram muito em um curto espaço de tempo (chamamos esse movimento de mastro). Então, os preços perdem a força e formam uma consolidação de curta duração. A consolidação pode assumir a forma de um pequeno canal inclinado contra a tendência que chamamos de bandeira.
O rompimento da figura completa o padrão. É possível projetar o movimento após o rompimento medindo a amplitude do mastro e transferindo-a para o ponto de rompimento.
Dessa forma, se a formação do mastro for de R$ 8,00, o mais provável é que os preços percorram uma distância de mais R$ 8,00 a partir do ponto de rompimento.
Geralmente o rompimento da bandeira no gráfico diário não deve demorar mais de quatro semanas para ocorrer. Se ultrapassar esse período é melhor descartar essa formação que pode assumir outras figuras gráficas como retângulos ou triângulos.
O volume durante a formação da bandeira tende a diminuir, aumentando novamente no ponto de rompimento.
No gráfico acima temos duas bandeiras de alta no gráfico diário da Usiminas (USIM5) , sendo que a bandeira 1 rompeu no pregão de 25/11/2025 e após o seu rompimento subiu aproximadamente 14,85% em apenas 11 dias úteis. Em seguida, fez outra bandeira de alta que foi rompida em 23/12/2025 e após o seu rompimento já subiu mais de 15%. Observe que foi traçada a projeção de alta da bandeira 2 que fica em R$ 7,30 e funciona como alvo de lucro aos comprados.
Portanto, fiquem atentos na formação dessa figura gráfica que pode resultar em excelente potencial de lucro no Swing Trade.
Bons estudos e ótimos investimentos a todos!
XAUUSD – Gráfico Diário: tendência de alta intacta, momentum em Estrutura de Tendência
O preço permanece acima da linha de tendência de alta, confirmando uma forte tendência altista no médio e longo prazo.
A sequência de máximas e mínimas ascendentes continua válida.
Nenhuma quebra de tendência até o momento → os compradores seguem no controle.
2. Ação do Preço (Price Action)
O mercado está consolidando próximo às máximas, sem vendas agressivas — característica típica de continuação de tendência.
O último recuo é corretivo, não impulsivo.
Enquanto o último fundo mais alto e a linha de tendência forem mantidos, o viés permanece altista.
3. RSI (14)
O RSI está em torno de 68, logo abaixo da zona de sobrecompra.
Divergências baixistas apareceram anteriormente, mas não estão ativas no momento.
RSI acima de 50 confirma momentum altista, embora possa haver desaceleração no curto prazo.
4. Awesome Oscillator (AO)
O AO permanece em território positivo, indicando que o momentum de alta ainda está presente.
O histograma mostra perda gradual de força → desaceleração do momentum, sem sinal de reversão.
5. MACD
O MACD está acima da linha zero, reforçando a estrutura de alta.
O momentum está se estabilizando, sugerindo uma fase de consolidação antes do próximo movimento direcional.
Níveis Importantes
Suporte imediato: Linha de tendência de alta / último fundo ascendente
Suporte principal: Zona de consolidação anterior
Resistência: Nível psicológico e projeção da tendência em direção a 5.000 USD
Perspectiva
Viés: Altista
Curto prazo: Possível consolidação ou leve correção
Médio prazo: Continuação da tendência favorecida enquanto a linha de tendência for respeitada
👉 Conclusão: A tendência principal de alta permanece forte. Recuos em direção às áreas de suporte ainda podem oferecer oportunidades de compra.
XAUUSD – Correção intradayXAUUSD – Correção Intradiária & Configuração de Continuação | Lana ✨
O ouro está entrando em uma fase de correção técnica após testar a zona de ATH, enquanto a estrutura bullish de médio prazo permanece intacta. O movimento de hoje parece mais uma correção controlada para reequilibrar a liquidez, não uma reversão de tendência.
📉 Comportamento Atual do Preço
O preço reagiu da zona de oferta de ATH, formando uma alta mais baixa de curto prazo.
O mercado está atualmente testando a linha de tendência ascendente, que é um suporte dinâmico chave neste ciclo bullish.
Enquanto o preço se mantiver acima do suporte estrutural, a tendência geral permanece bullish.
Esta correção é tecnicamente saudável após um forte movimento impulsivo.
🔑 Zonas Técnicas Chaves para Observar
Zona de teste/rejeição para venda: área de ATH
Vendedores de curto prazo estão ativos aqui, causando a correção atual.
Zona de compra 1: 4495 – 4498
Um nível de valor anterior e zona de confluência da linha de tendência, adequada para compras reativas.
Zona de compra 2: 4442 – 4446
Suporte mais forte e área de liquidez mais profunda se a correção se estender.
Estas zonas são onde se espera que os compradores voltem a entrar.
📈 Cenários de Negociação
Cenário Primário:
Aguarde o preço completar a correção em 4495–4498, então procure confirmação bullish para reentrar na tendência.
Cenário Alternativo:
Se a pressão de venda aumentar, a zona de 4442–4446 se torna o nível chave para observar reações de compra mais fortes.
Uma manutenção limpa acima da linha de tendência mantém a estrutura de alta válida, com o reteste de ATH como o próximo objetivo.
🌍 Contexto Fundamental
De acordo com o CME FedWatch, o mercado está precificando uma probabilidade de 95% de que o Fed mantenha as taxas de juros inalteradas em janeiro.
A probabilidade de um corte de taxa em janeiro permanece muito baixa, em 5%.
As expectativas para março também tendem a não haver mudança, com cortes de taxa ainda incertos.
Isso reforça um panorama macro estável para o ouro, onde as correções são mais provavelmente impulsionadas pela realização de lucros e posicionamento, em vez de uma mudança na política monetária.
🧠 Notas
Esta é uma correção dentro de uma tendência de alta, não uma reversão bearish.
Concentre-se em comprar valor, não em perseguir altas.
Deixe o preço confirmar em zonas chave antes de entrar.
✨ Mantenha-se paciente, respeite a estrutura e deixe o mercado vir até seus níveis.
Análise gráfica FOREX e OURO/PRATA | Pré mercado 14.01.26 | Neste vídeo faço uma análise gráfica do pré-mercado com foco em estrutura de preço, liquidez e contexto institucional, baseada nos conceitos de ICT (Inner Circle Trader).
Analisamos possíveis cenários de continuação ou reversão, zonas de interesse, highs e lows relevantes, além do comportamento do preço antes da abertura do mercado.
Este conteúdo tem caráter educacional, com o objetivo de descomplicar a leitura do mercado e ajudar no desenvolvimento do seu raciocínio técnico.
Disclaimer
Este vídeo não constitui recomendação de investimento (not financial advice). As análises apresentadas refletem apenas estudos técnicos e não garantem resultados. Cada trader é responsável pelas suas próprias decisões e riscos.
análise gráfica, pré-mercado, ict, inner circle trader, price action, liquidez, estrutura de mercado, trading, nasdaq, us100, futuros, mercado financeiro, day trade, smart money, análise técnica
JASMYUSDT | Possível SHORT corretivoJASMYUSDT | Possível SHORT corretivo –
Após um forte impulso de alta, o preço entrou em zona de distribuição/consolidação no 4H, mostrando perda de momentum e rejeições claras na região de resistência.
🔎 Contexto técnico:
Estrutura de topos mais baixos
Preço trabalhando abaixo da região premium do movimento
Rejeição consistente na zona de retração (~62% Fib)
Canal projetado com viés descendente, favorecendo correção
🎯 Plano do trade (ideia):
Entrada: região atual / perda do fundo local
Stop: acima do topo da consolidação (invalidação clara)
Gestão:
Parcial de 50% no TP1
Stop em break-even no restante
Alvo principal: TP2 (~20%)
📌 Trade de correção técnica, não reversão de tendência macro.
📌 RR favorável e cenário bem definido enquanto o topo da caixa não for recuperado.
⚠️ Caso o preço rompa e sustente acima da resistência, o setup perde validade.
💬 Ideia para estudo e acompanhamento. Gestão de risco é essencial.
XAUUSDÍndice de Preços no Produtor (IPP) - dados económicos num contexto de máximo histórico do ouro.
⭐️INFORMAÇÃO SOBRE O OURO:
O ouro (XAU/USD) recupera em direção ao máximo histórico de 4.634,64 dólares atingido na sessão anterior, sendo negociado a cerca de 4.620,00 dólares por onça troy na quarta-feira. Os metais preciosos, incluindo o ouro, atraem os compradores no meio de crescentes apostas em cortes das taxas de juro por parte da Reserva Federal (Fed) após a inflação mais fraca nos Estados Unidos (EUA).
Os dados da inflação dos EUA relativos a Dezembro sinalizaram uma desaceleração da inflação subjacente nos EUA, reforçando a visão de que as pressões sobre os preços estão a diminuir gradualmente. Os contratos de futuros sobre taxas mostraram os investidores divididos entre as expectativas de dois ou três cortes nas taxas da Fed este ano, muito acima da projeção mediana dos decisores políticos de um.
⭐️Comentários pessoais:
Os compradores continuam a sua tendência de alta - consolidando-se em torno do preço do máximo histórico de 4.630 dólares e aguardando o estabelecimento de novos máximos.
⭐️CONFIGURAÇÃO DO PREÇO DO OURO:
🔥Zona de VENDA de OURO: 4684 - 4686 SL 4691
TP1: $4670
TP2: $4655
TP3: $4630
🔥Zona de COMPRA de OURO: 4565 - 4563 SL 4558
TP1: $4580
TP2: $4600
TP3: $4615
⭐️Análise técnica:
Com base nos indicadores técnicos EMA 34, EMA89 e áreas de suporte e resistência, configure uma ordem de COMPRA adequada.
BITCOIN (BTCUSD): Rumo aos 100 milBITCOIN (BTCUSD): Rumo aos 100 mil
O Bitcoin finalmente completou uma acumulação de alta dentro de
um grande padrão de triângulo ascendente no gráfico diário.
Existe uma elevada probabilidade de que o mercado continue
a subir agora.
O próximo forte agrupamento de resistência está na área de 98800 - 101200.
Acredito que será alcançado em breve.
USDJPY - Apenas análise gráficaNesta operação vou entrar com uma posição longa.
Analisando o par nos time-frames superiores (semanal) existe a possibilidade de o par estar a realizar um padrão de reversão fundo duplo.
Penso que o limite inferior deste mesmo padrão está próximo do preço 139,885, o limite intermédio a 158,877 e o limite superior a 161,950.
O objetivo principal nesta operação vai ser a zona entre o preço 158,877 e 161,950 (take-profit).
Como apoio para esta análise foram utilizados alguns indicadores e dados que foram divulgados relacionados com este par.
Aviso Legal:
Conteúdo informativo, sem recomendações. O autor não se responsabiliza por decisões tomadas com base neste perfil. Consulte um profissional antes de investir.
Ouro confirma tendência de alta!O XAUUSD rompeu a linha de tendência de baixa anterior e manteve-se acima da nuvem Ichimoku, indicando uma reafirmação da tendência principal.
A actual zona de preços actua como uma zona crucial de reteste, onde anteriormente predominava a oferta, mas está agora a ser activamente absorvida pela compra.
O breve movimento lateral antes de um novo impulso de alta reflete um estado saudável do mercado, sem sinais de forte redistribuição.
Cenário de preço
Enquanto o preço se mantiver acima da zona de suporte recentemente quebrada, a estrutura de tendência de alta mantém-se.
Cenário preferencial: breve consolidação → continuação da tendência de alta, em direção à zona alvo acima, conforme apresentado no gráfico.
Correções menores servem apenas para confirmar a oferta e a procura.
XAU/USD – Retração num Canal de AltaO ouro está a mover-se dentro de um canal de alta de médio prazo. Após uma forte rutura da zona de consolidação, o preço voltou para testar novamente a zona de procura (área azul) – onde convergem as EMA34 e EMA89, indicando que a tendência de alta se mantém intacta.
A correção atual é uma retração saudável, que ainda não rompeu a estrutura das mínimas mais elevadas. A EMA34 atua como suporte dinâmico, enquanto a EMA89 continua a manter o ímpeto da tendência de médio prazo.
Se o preço se mantiver acima da zona de procura e das EMAs, o XAU/USD tem potencial para recuperar dentro do canal, em direção à zona OBJETIVO acima, conforme assinalado no gráfico.
👉 Continuação ou correção mais profunda? Partilhe a sua opinião.
O que é Volatilidade Implícita?Pontos Básicos
A volatilidade implícita nos informa qual intervalo percentual o mercado de opções está precificando como um movimento de um desvio padrão (68,3% de probabilidade) para o próximo ano.
Por exemplo, se a IV é de 17%, então o ativo tem a probabilidade de um desvio padrão (68,3%) de se mover 17% em qualquer direção em um ano.
Em vez de usar dados históricos para calcular um movimento de um desvio padrão — que é o que a volatilidade realizada (RV) faz — a volatilidade implícita calcula o intervalo percentual esperado com base no quão “caras” as opções estão em termos relativos.
Se as opções de compra/venda (long) estão em alta demanda e sendo negociadas com um prêmio mais alto, a volatilidade implícita será maior, o que significa que o mercado de opções estará precificando um intervalo percentual mais amplo.
Intermediário: Caro vs. Sobreprecificado
Os traders de volatilidade enfrentam o problema perpétuo de que só podemos saber se as opções estão caras, mas nunca realmente se estão sobreprecificadas (valor acima do justo), pois isso exigiria conhecimento antecipado da volatilidade realizada futura, o que é impossível além das limitações de previsões e estimativas.
Os termos “sobreprecificado” e “subprecificado” não são mais tão usados por traders teóricos de opções, porque seu uso implica que se sabe quanto a opção deveria valer. Na linguagem moderna, diz-se que as opções estão sendo negociadas com uma “IV alta” ou uma “IV baixa”, significando que se tem uma noção de onde a volatilidade implícita esteve no passado e a medida atual é, portanto, alta ou baixa em comparação (McMillan, 2012, p. 689).
Uma das formas de medir essa “carência” relativa da IV rapidamente é com o IV Rank ou Percentil de IV, disponíveis em algumas corretoras e recursos gratuitos na web.
Outro aspecto importante da estratégia com IV é a sua forte reversão à média (mean reversion). A IV de opções de longa duração é mais fácil de prever para fins de negociação, pois há uma grande chance de retornarem às médias históricas profundas, mas a margem de erro é menor ao prever mudanças na IV. Isso ocorre porque opções de longa duração têm mais vega, que é a grega de primeira ordem que mede a sensibilidade do preço de uma opção às mudanças na IV.
Avançado: Dinâmica das Gregas
A volatilidade implícita é de importância fundamental para os traders de opções porque ela oscila, às vezes de forma muito imprevisível, com base nas respostas gerais do mercado de opções. Estar do lado certo dessa mudança pode significar lucro rápido.
As outras gregas principais (delta, gamma e theta) movem-se de forma previsível e mecânica com base em mudanças no preço à vista (spot), no tempo e na IV. No entanto, o vega (mudanças na IV em relação às mudanças no preço) é, por si só, o “curinga” onde o mercado é frequentemente mais ineficiente. Isso ocorre porque os modelos teóricos de precificação de opções assumem que a volatilidade é constante. Enquanto isso, a volatilidade quase nunca é constante. É por isso que a volatilidade implícita é tão ineficiente e interessante para nós como traders: onde há ineficiência, há uma vantagem (edge).
Especialista: Como a IV é Calculada
Em relação ao cálculo da volatilidade implícita para tentar medir a expectativa do mercado sobre a volatilidade futura (Schwager, 2008, p. 579), não existe uma solução em forma fechada conhecida para calcular a IV.
“A volatilidade implícita é o número de volatilidade que, se inserido em um modelo teórico de precificação junto com todas as outras variáveis, resultaria em um valor teórico de uma opção igual ao preço de mercado dessa mesma opção” (Cottle, 2008, p. 382).
O que isto significa é que o processo de cálculo da IV é feito com métodos de “tentativa e erro” (plug-and-play) que testam diferentes entradas de volatilidade até que haja uma correspondência com o preço listado. Isso também assume que todas as outras variáveis — além da volatilidade — são conhecidas e precisas (Natenberg, 2015, p. 545).
Um dos muitos desafios para o mercado de opções é como a volatilidade realizada (RV) oscila de forma confiável dependendo da hora do dia. Em Trading Volatility, Bennett detalha esses padrões repetitivos para as sessões à vista:
Para a maioria dos mercados, a volatilidade intradiária é maior logo após a abertura e pouco antes do fechamento. A volatilidade intradiária tende a cair no meio do dia devido à falta de anúncios e à redução de volumes/liquidez em razão do intervalo de almoço. Por esse motivo, usar uma estimativa de volatilidade mais frequente do que a diária tende a gerar muito “ruído”. Traders que desejam levar em conta preços intradiários devem, em vez disso, usar uma medida de volatilidade avançada. (2014, p. 236)
Esta é uma das muitas razões pelas quais a análise de preços justos de IV é um processo contínuo e dinâmico.
Trade contra a tendência com PVRSAContra - trade, buscando a 200 e 233 EMA. Preço quebra o dragão com volume notável na direção da alta.
Obs: a operação é contra a tendência, pois o preço esta abixo da 200 e 233 EMA.
Alerta: fechei o TP1 com lucro na entrada feita no gbpcad e coloquei tp2 no 0x0 , pois realizei esta entrada no gbpchf na mesma direção do gbpcad.
Gerenciamento:
Stop Loss = 1.5 * ATR = 1.5 * 46 = 69pips
Tp1 = 46 pips = 1*ATR
Tp2 = Aberto até o próximo SR com volume notável






















