XAUUSDAnálise MACRO XAUUSD:
O gráfico mostra uma estrutura de alta no macro maior, com forte continuidade após rompimento da região de 3.350,31. O preço busca alvos superiores, com projeções em 3.416 e 3.435.
Em tempos menores (1H / 30M), há oportunidade de day trade a favor da continuidade da alta, buscando pullback na região de 3.350 para retomada do movimento principal.
Tendência segue de alta enquanto respeitar essa zona de suporte.
vou criar outro post com a visão daytrade
Ouro
Ouro (XAU/USD): Balanço de Forças — Ponto de Decisão à VistaO ouro tem se movimentado dentro de um canal descendente (linhas vermelhas pontilhadas) desde meados de junho, refletindo a cautela dos investidores diante de indicadores macro e dos discursos dos bancos centrais. Agora, próximo aos 3.300 USD, formou-se uma zona de suporte reforçada por três elementos-chave:
Média Móvel de 144 períodos (linha laranja), sinalizando a confluência de longo prazo.
Nível 61% de Fibonacci do recente swing.
Suporte determinante.
Esse “tripé” torna a região um campo de batalha decisivo: quem comprou perto dos 3.246 USD buscaria defender suas posições, enquanto vendedores poderiam pressionar um rompimento de baixa. Vamos analisar os dois desdobramentos possíveis:
1. Cenário de Reversão (Alta)
Se o ouro encontrar demanda suficiente já entre 3.290–3.300 USD e confeccionar um pivô de alta, pode acelerar um rali em três etapas:
Primeira escada: superar o 38,2% de Fibonacci (aprox. 3.320 USD). Um fechamento acima desse patamar sinaliza força imediata.
Segundo patamar: a região entre 3.366 e 3.371 USD (50%–61,8% de Fib), onde frequentemente ocorrem testes de resistência e falsas quebras.
Objetivo estendido: o nível 1,618 de Fibonacci, nos 3.495 USD, projeção que capta o impulso total do último movimento altista.
2. Cenário de Continuação da Queda (Baixa)
Caso o canal mantenha seu controle e o suporte em ~3.300 USD seja rompido com candle de fechamento diário abaixo da WMA 144:
Primeiro alvo negativo: o fundo de 29 de junho, em 3.246 USD (1.0 de Fib).
Extensão bearish: projeção em 1,618 para baixo, aproximando-se de 3.172 USD.
Aviso de risco: As ideias e análises apresentadas neste artigo têm caráter exclusivamente educacional e informativo. Não se tratam de recomendações específicas de compra ou venda de ativos, tampouco substituem a opinião de um profissional habilitado.
Ouro Recupera entre Cortes do Fed e Menor Procura por Refúgio
Os preços do ouro recuperaram dos níveis mais baixos registados em junho durante as primeiras negociações desta segunda-feira, sendo atualmente negociados ligeiramente abaixo dos 3.300 dólares. O metal precioso tem estado sob pressão devido ao aumento do apetite pelo risco nos mercados financeiros, na sequência do cessar-fogo entre Israel e o Irão, que ajudou a aliviar as tensões geopolíticas no Médio Oriente. O optimismo do mercado foi ainda reforçado pelo acordo entre os EUA e a China sobre comércio e exportações de terras raras, bem como por relatos que apontam para a assinatura iminente de vários outros acordos entre os EUA e países terceiros, antes do prazo de 9 de julho — desenvolvimentos que melhoraram as perspectivas para a economia global. Neste contexto, não é surpreendente assistir a uma menor procura por ativos de refúgio, como o ouro, que tende a enfrentar ventos contrários quando a confiança dos investidores aumenta e os receios diminuem. Com a melhoria do panorama económico e geopolítico, muitos investidores estão a realizar lucros nas posições em ouro e a redirecionar capitais para ativos de risco, como as ações, com os principais índices dos EUA a atingirem máximos históricos. Embora a perspectiva de curto prazo para o ouro pareça negativa, vários fatores continuam a limitar o potencial de queda. Entre eles, destacam-se a incerteza persistente quanto à evolução da economia global e as crescentes expectativas de que a Reserva Federal venha a cortar as taxas de juro várias vezes este ano — sendo cada vez mais provável que o primeiro corte ocorra já em julho. Tal medida deverá pressionar o dólar norte-americano e, devido à correlação inversa entre ambos os ativos, oferecer suporte ao ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
Ouro Recua com Aumento do Apetite pelo Risco
O preço do ouro caiu nas primeiras negociações desta sexta-feira, situando-se agora no nível mais baixo registado em junho, abaixo dos 3.300 dólares. O sentimento do mercado tornou-se mais optimista após o anúncio de um cessar-fogo no conflito entre Israel e o Irão. Este clima de maior apetite pelo risco impulsionou os principais índices bolsistas para máximos históricos, ao mesmo tempo que reduziu a procura por ativos de refúgio, como o ouro.
Neste contexto, os investidores estarão atentos à divulgação, ainda hoje, dos dados sobre o Índice de Despesas com Consumo Pessoal (PCE) nos EUA — o indicador de inflação preferido da Reserva Federal. O consenso entre os analistas aponta para uma ligeira subida nos dados de maio, face à leitura anterior, cenário que se considera já refletido nos preços de mercado. No entanto, uma divergência significativa em relação a estas expectativas poderá alterar as previsões quanto à trajetória das taxas de juro da Fed, com impacto no valor do dólar e, por consequência, nos preços do ouro, dada a correlação inversa entre os dois ativos.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
Ouro Cai com Aumento do Apetite pelo Risco
O preço do ouro caiu nas primeiras negociações na Europa, aproximando-se do nível dos 3.320 dólares, à medida que o apetite pelo risco aumentou nos mercados financeiros. O otimismo em torno da possibilidade de um cessar-fogo e de uma solução permanente para o conflito entre Israel, Irão e EUA — que reduziria o risco de uma escalada adicional — impulsionou ganhos generalizados nos mercados bolsistas e penalizou os ativos de refúgio, como o ouro, cuja procura está agora a diminuir. Neste contexto, é possível que o metal precioso registe novas perdas caso o otimismo se mantenha elevado, sendo que o nível dos 3.300 dólares surge como o próximo suporte significativo. No entanto, o potencial de queda é limitado pela persistente incerteza em torno do possível impacto estagflacionário das tarifas sobre a economia global, pelas compras contínuas de ouro por parte dos bancos centrais, pela turbulência geopolítica na Europa de Leste e pela expectativa de que a Reserva Federal poderá iniciar em breve cortes nas taxas de juro. Os investidores estarão atentos ao testemunho de Jerome Powell no Congresso dos EUA, mais tarde hoje, em busca de pistas sobre a trajetória futura da política monetária da Fed. Caso Powell adopte um tom mais dovish, aumentarão as probabilidades de um corte nas taxas já em Julho — o que poderá enfraquecer ainda mais o dólar e oferecer suporte ao preço do ouro, dada a correlação inversa entre os dois ativos.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
Ouro Sobe na Ásia, mas Recua com Apetite pelo Risco
O preço do ouro subiu no arranque da sessão asiática desta segunda-feira, atingindo um máximo de várias semanas acima dos 3.450 dólares, antes de inverter a tendência e cair para níveis abaixo do fecho de sexta-feira. Os ganhos iniciais foram impulsionados pelo aumento da procura por ativos de refúgio, na sequência do agravamento das tensões geopolíticas, com Israel e o Irão a trocarem vagas de ataques com mísseis. No entanto, apesar da gravidade da escalada entre os dois rivais regionais, a reação dos mercados foi relativamente contida. Os futuros acionistas registaram ganhos nas primeiras horas da sessão asiática, com o apetite pelo risco a regressar rapidamente e a anular os ganhos iniciais do ouro. Neste contexto, a atenção dos investidores continuará centrada nas negociações comerciais em curso, que permanecem como fator determinante para as perspetivas da economia global. Em paralelo, os mercados estarão também atentos à reunião da Reserva Federal agendada para esta semana e à decisão sobre as taxas de juro. Embora seja amplamente esperado que os juros se mantenham inalterados, os investidores seguirão com atenção a declaração pós-reunião e a conferência de imprensa, em busca de pistas sobre a orientação da política monetária no curto prazo. Qualquer alteração nas expectativas — que atualmente apontam para um corte de 25 pontos base em setembro, seguido de uma nova descida antes do final do ano — poderá influenciar o desempenho do dólar norte-americano e, por consequência, afetar o preço do ouro, dada a correlação inversa entre os dois ativos.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
Ouro Sobe Impulsionado pelo Conflito no Médio Oriente
Os preços do ouro subiram para máximos de várias semanas nas primeiras horas da sessão de sexta-feira, antes de estabilizarem acima do nível dos 3.400 dólares. A valorização do metal precioso ocorreu na sequência da reação dos investidores aos desenvolvimentos no Médio Oriente, onde Israel lançou aquilo que descreveu como ataques preventivos contra o Irão, incluindo o assassinato de figuras militares e científicas de topo. Teerão retaliou com o lançamento de drones de ataque, num agravamento significativo das tensões geopolíticas. Este ambiente de risco elevado desencadeou uma fuga para ativos considerados seguros nos mercados financeiros, impulsionando a procura por refúgios como o ouro. No entanto, o potencial de valorização adicional do metal precioso está, para já, limitado pela recuperação do dólar norte-americano. A divisa norte-americana também beneficiou da queda no apetite pelo risco, recuperando dos níveis mais baixos desde 2022. Sendo ambos ativos de refúgio, o aumento da procura pelo dólar tem limitado os ganhos do ouro, devido à correlação inversa entre os dois.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
Ouro Estável com Tensões Geopolíticas e Enfraquecimento do Dólar
O preço do ouro manteve-se estável nas negociações da manhã de quinta-feira, consolidando-se acima do nível dos 3.350 dólares e preservando os ganhos registados na sessão anterior. O apetite pelo risco nos mercados financeiros abrandou ligeiramente após declarações de Donald Trump, feitas na quarta-feira, nas quais afirmou que a sua administração se prepara para aplicar tarifas unilaterais sobre parceiros comerciais. Estas declarações atenuaram o otimismo gerado pelo aparente acordo de princípio alcançado entre os Estados Unidos e a China, após dois dias de negociações, no qual ambas as partes concordaram, para já, em manter as tarifas inalteradas. Ao mesmo tempo, as tensões geopolíticas estão a intensificar-se. Relatos sugerem que Israel poderá estar a preparar um ataque ao Irão, enquanto a Rússia intensificou a campanha de bombardeamentos sobre cidades ucranianas. Este aumento da incerteza global está a dar suporte ao ouro, reforçando o seu apelo como ativo de refúgio. Entretanto, os dados de inflação nos Estados Unidos relativos ao mês de maio, divulgados na quarta-feira, revelaram uma subida em relação à leitura anterior, mas ficaram aquém das expectativas. Esta dinâmica aumentou a especulação de que a Reserva Federal poderá cortar as taxas de juro em setembro, pressionando o dólar, que perdeu terreno face a outras moedas de referência. Dado o efeito de correlação inversa entre o ouro e o dólar, esta conjuntura está a favorecer o metal precioso. No curto prazo, poderá haver espaço para novas valorizações do ouro, especialmente se os dados da inflação dos preços no produtor, que serão divulgados hoje nos EUA, também ficarem abaixo das previsões, o que poderá provocar novas perdas para o dólar e aumentar ainda mais o apelo do ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
Ouro Sobe Antes da Divulgação dos Dados de Inflação dos EUA
Os preços do ouro subiram durante as primeiras horas da sessão europeia desta terça-feira, antecipando a divulgação, ainda hoje, dos dados de inflação nos Estados Unidos. O metal precioso tem registado uma negociação dentro de um intervalo estreito ao longo desta semana, refletindo a influência de forças opostas nos mercados. Por um lado, as tensões geopolíticas e as incertezas em relação às perspetivas económicas globais a longo prazo têm reforçado o apelo do ouro como ativo de refúgio. Por outro, o apetite pelo risco tem aumentado, impulsionado pelo otimismo renovado em torno das negociações comerciais entre os EUA e a China, que poderão evitar uma guerra comercial em larga escala entre as duas maiores economias do mundo — uma dinâmica que favorece ativos de risco, como as ações, em detrimento do ouro. A acrescentar pressão sobre o metal precioso, os dados do mercado de trabalho norte-americano, divulgados na passada sexta-feira e acima das expectativas, vieram evidenciar a resiliência da economia dos EUA, reduzindo a probabilidade de um corte das taxas de juro pela Reserva Federal no final do verão. Esta leitura sustentou o dólar, cuja valorização tende a penalizar o preço do ouro, devido à correlação inversa entre ambos os ativos. Neste contexto, os investidores estarão atentos à publicação dos dados de inflação norte-americanos referentes ao mês de maio. Os analistas continuam divididos quanto ao momento e à dimensão do impacto das tarifas nos preços. Surpresas em alta poderão reduzir ainda mais as expectativas de cortes nas taxas de juro da Fed, fortalecendo o dólar e gerando potencial de queda para o ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
Ouro Estabiliza Com Foco na Fed e Tensões Globais
Os preços do ouro oscilaram nas primeiras horas de negociação desta terça-feira e, após uma recuperação, mantêm-se agora em torno do nível dos 3.300 dólares por onça. Os investidores encontram-se divididos entre o otimismo em relação ao desfecho das negociações comerciais entre os Estados Unidos e a China e as persistentes preocupações com a conjuntura económica global, as tensões geopolíticas e a possibilidade de cortes nas taxas de juro por parte da Reserva Federal. Um resultado positivo nas negociações entre as duas maiores economias do mundo poderia ajudar a evitar uma guerra comercial em grande escala. Esta perspetiva está a reforçar o apetite pelo risco nos mercados financeiros, o que tende a penalizar o preço do ouro. No entanto, os riscos geopolíticos contínuos sustentam a procura pelo metal precioso como ativo de refúgio, enquanto as expectativas de cortes nas taxas da Fed pressionam o dólar em baixa — outro fator de apoio ao ouro, dada a relação inversa geralmente observada entre os dois ativos. Neste contexto, a divulgação amanhã dos dados da inflação nos EUA relativos ao mês de maio poderá ter um impacto relevante nas expectativas do mercado quanto à trajetória da política monetária da Fed, influenciando tanto o desempenho do dólar como, consequentemente, o preço do ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
Ouro Estável Antes dos Dados do Emprego nos EUA
O preço do ouro mante-se estável com a abertura dos mercados europeus, negociando ligeiramente abaixo dos máximos de várias semanas atingidos no início da semana. Este comportamento reflete uma postura cautelosa por parte dos investidores, que já estão focados na divulgação dos dados do emprego nos EUA (non-farm payrolls) referente ao mês de maio, marcada para esta sexta-feira. O metal precioso continua a beneficiar de suporte, impulsionado pela incerteza em torno da política tarifária norte-americana, por uma perspectiva económica global pouco animadora e por tensões geopolíticas persistentes — fatores que reforçam o apelo do ouro como ativo-refúgio. Neste contexto, os dados de emprego nos EUA a divulgar amanhã poderão ser determinantes para moldar as expectativas em relação à próxima decisão da Reserva Federal. Com sinais de arrefecimento no mercado laboral norte-americano, cresce a convicção entre os investidores de que o banco central poderá iniciar cortes nas taxas de juro antes do final do verão, sendo provável que se siga pelo menos mais um corte até ao final do ano. Este cenário deverá exercer pressão sobre o dólar norte-americano e, devido à correlação inversa entre ambas as classes de ativos, proporcionar apoio adicional aos preços do ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
Ouro Acima dos $3.350 em Clima de Incerteza
Os preços do ouro tocaram máximos de várias semanas antes de recuar, durante as negociações da manhã de terça-feira, mantendo-se atualmente ligeiramente acima do nível dos $3.350. Sinais de fadiga começam a surgir nos mercados financeiros, após um primeiro semestre marcado por elevada volatilidade. Os fatores subjacentes a esta instabilidade mantêm-se praticamente inalterados — incerteza contínua em torno das tarifas globais, tensões geopolíticas elevadas, perspectivas económicas pouco animadoras e crescentes preocupações fiscais nos Estados Unidos. Neste cenário, é expectável que o ouro continue a encontrar suporte acima do patamar dos $3.300. No entanto, o potencial de valorização poderá estar limitado, a curto prazo, por um renovado apetite pelo risco, à medida que os mercados ponderam a possibilidade de que as ameaças tarifárias mais extremas da administração Trump não se concretizem totalmente. Outro fator determinante na trajetória do ouro é o comportamento do dólar norte-americano, que continua intimamente ligado às expectativas sobre o rumo da política monetária da Reserva Federal. O consenso atual entre os investidores aponta para dois cortes de 25 pontos base nas taxas de juro até ao final do ano. Ainda assim, é pouco provável que haja maior clareza antes do verão, altura em que o impacto económico da incerteza atual poderá começar a refletir-se em menor crescimento e maior inflação. Caso este cenário se confirme, poderá verificar-se um regresso à volatilidade nos mercados durante a segunda metade do ano — um contexto que tenderia a favorecer novas subidas no preço do ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
OURO H4Perspectiva de Ouro otimista, uma vez que se encontra em um canal descendente onde tende a rompimento pra compra, temos 3 torques na resistencia do canal com grande possibilidade de rompimento no 4º torque.
Tempos também um lastro claro de mov comprador com retração em 50% de fibo $3.260
com alvos e, $3.367 , $3.425 e $ 3.500.
Buy Ouro
Entry $3.260 - 3.292
TP1 $3.367
TP2 $3.267 - 3.425
SL $ 3.235
FECHAMENTO DO MÊS DE MAIO 2025ATIVOS: BITCOIN, OURO, SXXP, NI225, HSI, DJI, SPX, DJI, IBOV, IFIX, PETR4, VALE3, BBAS3, ITUB4, SANB11, BBEC4, ABEV3, GOLL4, AZUL4
Olá amigo Trader ! Olá amigo Investidor ! Olá amigo ÁGUIA !
Segue estudo de fechamento do mês de Maio, utilizando a base de tempo mensal.
Principais conclusões: Ouro ficou no zero a zero, Bitcoin bateu máximas mas recuou no final do mês. Quanto às bolsas mundiais vemos que tivemos uma recuperação das bolsas americanas e no geral bolsas em alta. Destaque também para o IFIX (índice dos fundos imobiliários) que bate máximas históricas.
Vejam em detalhes a análise em vídeo.
Ouro Cai Abaixo dos $3.300 com Foco na Inflação nos EUA
O preço do ouro caiu abaixo do nível dos $3.300 nas primeiras horas de negociação desta sexta-feira, devolvendo grande parte dos ganhos registados na sessão anterior. As perdas são, em grande parte, atribuídas ao fortalecimento do dólar norte-americano durante a madrugada, embora esse movimento pareça ter perdido força com os mercados à espera da divulgação dos dados do índice PCE — a medida de inflação preferida da Reserva Federal dos EUA. A ata mais recente do FOMC confirmou que a Fed continua a adoptar uma abordagem dependente dos dados, o que significa que os números da inflação divulgados hoje poderão influenciar as expectativas quanto ao momento e à magnitude dos próximos cortes nas taxas de juro. Esta conjuntura poderá ter impacto no dólar e, devido à correlação inversa entre os dois ativos, também poderá afetar o preço do ouro. No entanto, a pressão descendente sobre o metal precioso permanece limitada devido à incerteza persistente em torno das tarifas comerciais, ao agravamento das tensões geopolíticas e às crescentes preocupações com a conjuntura económica global. A juntar a estes fatores, os riscos orçamentais associados à proposta de cortes fiscais apresentada pela administração norte-americana estão a alimentar a cautela dos investidores. Num contexto marcado por tantas incertezas, a posição do ouro como ativo refúgio deverá continuar a proporcionar suporte em torno do patamar dos $3.300.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
Ouro Cai com Subida do Apetite pelo Risco e Dólar Forte
O preço do ouro recuou nas primeiras horas da sessão de quinta-feira, prolongando a tendência negativa dos últimos três dias. O metal precioso voltou a ser pressionado por um renovado apetite pelo risco por parte dos investidores, na sequência da decisão de um tribunal federal dos EUA de bloquear as tarifas do chamado "Dia da Libertação", propostas pelo Presidente Trump. A decisão impulsionou os mercados acionistas e reduziu a procura por ativos de refúgio, como o ouro. A pressão sobre o metal aumentou ainda com a divulgação, na quarta-feira, da ata mais recente da reunião da Reserva Federal, que reiterou a abordagem dependente dos dados por parte do banco central norte-americano. A ausência de sinais claros quanto ao momento de um eventual corte das taxas de juro reforçou o dólar, o que penalizou ainda mais o ouro. Neste contexto, o preço do ouro caiu abaixo do nível psicológico dos 3.300 dólares. No entanto, as persistentes incertezas em torno do comércio global, a fragilidade da conjuntura económica internacional e as tensões geopolíticas em curso deverão oferecer algum suporte ao metal precioso, podendo contribuir para um eventual regresso a valores acima dos 3.300 dólares num futuro próximo.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
Preços do Ouro Sobem Antes de Dados dos EUA
Os preços do ouro registaram uma ligeira subida esta quarta-feira, situando-se ligeiramente acima dos 3.300 dólares. Os mercados mantiveram-se globalmente calmos, com os investidores a adoptarem uma postura cautelosa antes da divulgação de vários dados económicos relevantes. Entre os destaques estão as atas mais recentes da Reserva Federal (FOMC), a serem divulgadas ainda hoje, bem como os números do PIB dos EUA e o índice PCE de inflação — o indicador de inflação preferido da Fed — ambos com publicação prevista até ao final da semana. Apesar da quietude nos mercados, a recente trégua comercial entre os EUA e a China continua a gerar algum optimismo, ajudando a equilibrar os riscos geopolíticos persistentes e a incerteza económica, fatores que tradicionalmente favorecem o ouro. Neste contexto, a atenção dos investidores está centrada nas atas do FOMC. A comunicação da Reserva Federal continua a desempenhar um papel crucial na gestão das expectativas do mercado e qualquer sinal de uma postura mais restritiva ou acomodatícia poderá desencadear uma reação imediata. Como é habitual, alterações na expectativa de taxas de juro afetam a procura pelo dólar norte-americano e, consequentemente, influenciam o preço do ouro, dada a relação inversa que normalmente existe entre ambos os ativos.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
Ouro Recua com Adiamento de Tarifas
O preço do ouro recuou nas primeiras horas da sessão europeia, à medida que o apetite pelo risco aumentava, impulsionado pelo anúncio da administração norte-americana de adiar para 9 de julho a imposição de tarifas de 50% sobre as importações europeias. Esta decisão desviou fluxos de investimento do metal precioso, tradicional refúgio em períodos de incerteza. Simultaneamente, uma ligeira recuperação do dólar norte-americano acrescentou pressão descendente sobre o ouro, que caiu abaixo do patamar dos 3.300 dólares. Apesar deste recuo, o ouro continua próximo desse nível psicologicamente relevante, e é provável que os investidores hesitem em apostar fortemente numa continuação das quedas. A incerteza em torno das tarifas mantém-se, assim como as preocupações com a situação fiscal dos Estados Unidos — sobretudo enquanto o Senado analisa a aprovação de um pacote de cortes fiscais que poderá acrescentar cerca de 4 biliões de dólares à dívida pública. Estes fatores deverão continuar a dar suporte ao ouro, tal como as tensões geopolíticas persistentes na Ucrânia e no Médio Oriente. Adicionalmente, os mercados estão a antecipar pelo menos dois cortes de 25 pontos base na taxa de juro por parte da Reserva Federal ainda este ano, o que poderá enfraquecer o dólar e impulsionar o ouro, dada a correlação inversa entre os dois ativos. Neste contexto, é pouco provável que o preço do ouro desça de forma significativa abaixo dos 3.300 dólares, mantendo-se o caminho de menor resistência orientado para uma valorização.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
Ouro Sobe Com Queda do Apetite pelo Risco
Os preços do ouro subiram na manhã desta quarta-feira, mantendo-se acima dos 3.300 dólares — um nível que não era atingido há mais de uma semana. Após uma reação inicial contida, os investidores parecem agora dar maior peso à recente descida do rating de crédito dos Estados Unidos por parte da Moody’s. Com o Presidente Trump a pressionar o Congresso para aprovar a sua proposta de cortes fiscais, aumentam os receios de que a já elevada dívida pública americana possa crescer ainda mais — um cenário que levanta novas dúvidas sobre as perspetivas da maior economia do mundo. Ao mesmo tempo, o otimismo que marcou o início da semana em torno da trégua comercial entre os EUA e a China dissipou-se, depois de Pequim ter acusado Washington de violar acordos comerciais anteriores. Esta escalada de tensão fez aumentar a procura por ativos de refúgio, beneficiando o ouro, num momento em que o apetite pelo risco nos mercados financeiros diminui. Neste contexto — e com o dólar norte-americano a enfraquecer, o que tende a apoiar o ouro devido à correlação inversa entre ambos — o nível dos 3.300 dólares deverá manter-se como zona de suporte no curto prazo.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
Otimismo Geopolítico Contém Preços do Ouro
Os preços do ouro abriram a sessão europeia praticamente inalterados, mantendo-se firmes acima do patamar dos 3.200 dólares. O sentimento dos mercados continua fortemente influenciado pelo otimismo em torno da trégua comercial entre os Estados Unidos e a China, bem como pelas esperanças renovadas de progressos no caminho para a paz entre a Rússia e a Ucrânia. A recente descida do rating de crédito dos EUA por parte da Moody’s foi largamente ignorada pelos investidores, tal como a desvalorização do dólar — fatores que, em circunstâncias normais, tenderiam a favorecer o ouro, um ativo que não gera rendimento. No entanto, com o apetite pelo risco ainda em níveis elevados, o metal precioso tem dificuldade em atrair forte interesse comprador. Por outro lado, o sentimento nos mercados parece, para já, indiferente às crescentes expectativas de cortes nas taxas de juro por parte da Reserva Federal, depois de os dados de inflação e vendas a retalho da semana passada terem ficado aquém do esperado. Embora cortes nas taxas costumem ser positivos para o ouro, o atual ambiente de maior tolerância ao risco tem limitado o seu potencial de valorização. Neste contexto, é provável que o preço do ouro continue a enfrentar ventos contrários no curto prazo. Ainda assim, o potencial de queda parece limitado, uma vez que a incerteza continua a ser a palavra-chave entre os investidores. A pausa nas tarifas entre os EUA e a China é vista como temporária, e o capítulo iniciado com o chamado "dia da libertação" ainda está longe de estar encerrado. Ao mesmo tempo, a turbulência geopolítica persiste, com os conflitos em Gaza e na Ucrânia a manterem-se como motivos de preocupação e a oferecerem suporte a ativos de refúgio como o ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
Ouro Recupera com Queda do Rating dos EUA
Os preços do ouro recuperaram terreno nas primeiras horas da sessão de segunda-feira, impulsionados pela crescente procura por ativos de refúgio, na sequência da decisão da Moody’s de retirar à economia dos Estados Unidos a sua classificação de crédito máxima (triplo A). Esta decisão reflete preocupações crescentes com o volume da dívida americana e levou a uma venda generalizada de ativos norte-americanos — o que se traduziu numa queda do dólar face às principais moedas e numa descida dos preços das obrigações do Tesouro, com as yields a 30 anos a atingirem os 5%. A pressão sobre os mercados foi agravada pela aprovação, durante a noite, de uma proposta de redução de impostos apresentada por Donald Trump, que ultrapassou um obstáculo no Congresso com o apoio de republicanos fiscalmente conservadores. A conjugação da descida do rating devido ao aumento da dívida e da aprovação iminente de cortes fiscais deverá continuar a alimentar a procura por ouro como valor-refúgio. Outros fatores de suporte incluem as persistentes tensões geopolíticas, a incerteza quanto ao crescimento da economia global e a fraqueza do dólar norte-americano. No entanto, o potencial de valorização permanece, para já, limitado pela trégua comercial de 90 dias entre os EUA e a China, bem como pelo otimismo quanto a novos acordos tarifários que Washington poderá anunciar em breve com outros parceiros comerciais. Neste contexto, os preços do ouro deverão manter-se sustentados acima do nível dos 3.200 dólares, com margem para novas valorizações até aos 3.300 dólares.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
Ouro rompe canal de baixa e testa resistência crítica Após dias de pressão vendedora, o ouro finalmente encontrou força para reagir. O movimento de queda foi bem delineado por um canal descendente que guiou o preço desde o topo na região dos 3.414 USD, destacando um fluxo constante de realização por parte dos compradores. No entanto, essa dinâmica começou a mudar.
A reversão se iniciou de forma técnica e previsível: o preço respeitou a extensão de 4,236 de Fibonacci, traçada com base na perna de impulso anterior. Essa região — por volta de 3.110 USD — atuou como suporte decisivo, exatamente onde vemos a marcação com a seta laranja no gráfico.
A partir dali, o ouro iniciou uma sequência de candles altistas, quebrando o canal de baixa e mirando níveis superiores. O primeiro grande desafio já foi alcançado: a extensão de 2,618 de Fibonacci, em torno de 3.223 USD, foi testada e momentaneamente superada. Essa é uma zona técnica de possível exaustão, onde vendedores podem voltar a atuar.
Caso o ativo mantenha a força e o volume, os próximos níveis de interesse passam a ser 3.295 USD (1,618) e 3.340 USD (nível 1 de Fibonacci). Por outro lado, qualquer rejeição forte nessa região atual pode indicar uma correção até a base rompida do canal ou até mesmo um reteste da zona dos 3.150 USD.
Este conteúdo tem caráter exclusivamente educacional e não deve ser interpretado como recomendação de compra ou venda de ativos. A tomada de decisão no mercado financeiro é de responsabilidade individual e envolve riscos.






















