FTSE 100 faz história ao ultrapassar a barreira dos 10.000 ponto
Esta manhã, o FTSE 100 fez história ao romper a barreira psicológica dos 10.000 pontos, atingindo um novo máximo histórico. Este desempenho superior, que destaca Londres face à abertura mais contida de Wall Street, é sustentado pelo superciclo das matérias-primas e pela valorização dos metais preciosos, que mantêm o ímpeto após os ganhos expressivos de 2025. A confiança dos investidores é reforçada pela robustez do setor aeroespacial e de defesa: empresas como a Rolls-Royce e a Melrose Industries sobem mais de 3%, capitalizando o ciclo global de investimento em segurança e aviação civil. Esta rotação para setores menos tecnológicos é vista com otimismo pelo mercado, uma vez que atenua o receio de uma concentração excessiva de capital nas empresas de inteligência artificial.
Henrique Valente – ActivTrades
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Metais
Porque a prata subiu 100% em 2025?O ouro teve uma disparada dramática este ano, à medida que as políticas econômicas pouco ortodoxas da administração Trump nos EUA levaram investidores e bancos centrais a buscar ativos de proteção. Mas, neste momento, é a prata que está roubando a cena.
Um aperto na oferta do metal precioso fez seu preço saltar 100% até o início de dezembro, enquanto o ouro subiu 60%. Ambos estão passando por uma forte demanda de investidores que querem se proteger contra turbulência política, inflação e fraqueza cambial.
Ao contrário do ouro, a prata não é apenas escassa e bonita: ela também possui inúmeras propriedades úteis no mundo real que a tornam um componente valioso em diversos produtos. Com estoques próximos das mínimas históricas e investidores ainda correndo atrás de mais, há risco de escassez que pode afetar múltiplas indústrias.
Quem precisa de prata?
A prata é um excelente condutor elétrico usado em placas de circuito, interruptores, veículos elétricos e baterias. A pasta de prata é um ingrediente crítico em painéis solares, e o metal também é usado em revestimentos para dispositivos médicos. Preços altos por um período prolongado podem corroer a rentabilidade dos usuários industriais e estimular a substituição da prata por outros metais.
Assim como o ouro, a prata continua sendo popular na fabricação de joias e moedas. China e Índia permanecem como os maiores compradores, graças às suas vastas bases industriais, grandes populações e ao papel importante que as joias de prata ainda desempenham como reserva de valor transmitida entre gerações.
Governos e casas da moeda também consomem grandes quantidades de prata para produzir moedas de investimento e outros produtos. Como ativo negociável, ela é muito mais barata que o ouro por onça, tornando-se mais acessível ao investidor de varejo, e seu preço tende a oscilar com mais intensidade durante ralis dos metais preciosos.
Por que a prata subiu tanto este ano?
A prata costuma se mover junto com o ouro, mas com variações mais violentas. Depois que o ouro disparou nos primeiros meses de 2025, alguns investidores apontaram para a razão esticada entre os preços dos dois metais, acima de 100 para 1. A aparente “barateza” da prata em relação ao ouro foi suficiente para atrair compradores para o metal branco.
Níveis elevados de dívida em grandes economias como EUA, França e Japão, somados à falta de vontade política para resolver esses problemas, também incentivaram investidores a aumentar posições em prata e outros ativos alternativos, em um movimento mais amplo de fuga de títulos governamentais e moedas, o chamado “debasement trade”.
Enquanto isso, a produção global de prata tem sido limitada pela queda na qualidade do minério e pelo baixo desenvolvimento de novos projetos. México, Peru e China — os três maiores produtores — vêm enfrentando obstáculos que vão de questões regulatórias a restrições ambientais.
A demanda global por prata tem superado a produção das minas por cinco anos consecutivos, enquanto ETFs lastreados em prata física seguem atraindo novos investimentos.
Especulações de que os EUA poderiam impor tarifas sobre a prata levaram a uma enxurrada de metal para cofres ligados à Comex, em Nova York, já que traders buscavam aproveitar os prêmios mais altos naquele mercado.
Isso contribuiu para a queda dos estoques disponíveis em Londres, o principal centro global de negociação à vista. Esses estoques foram ainda mais reduzidos quando mais de cem milhões de onças migraram para ETFs lastreados em prata física.
Os traders seguem atentos à tarifação do mercado de metais, como sendo um dos pontos focais.
Onde isso vai parar?
Diante desse cenário, a prata entrou em um ciclo em que qualquer choque (político, industrial ou especulativo) reverbera com força desproporcional. A estrutura frágil do mercado, combinada com estoques historicamente baixos e uma demanda que segue firme, mantém o metal em uma zona de volatilidade extrema.
Se o fluxo de investimento continuar pressionando a oferta física e a produção global não reagir, novos episódios de estresse e desequilíbrio são praticamente uma certeza. Em outras palavras: enquanto o ouro continua sendo o porto seguro clássico, é a prata que hoje carrega o dinamismo e o risco do momento.
Prata Rompe a Barreira dos 50 Dólares
A prata ultrapassou ontem os 50 dólares por onça, atingindo o nível mais alto de sempre e quebrando uma resistência simbólica que há muito funcionava como teto psicológico no mercado. O movimento reflete uma combinação de forte procura industrial, sobretudo ligada a painéis solares e eletrónica, e uma componente especulativa significativa, alimentada por expectativas de cortes de juros e receios de inflação persistente. A escalada tem sido amplificada pela escassez no mercado físico, que está a provocar um “short squeeze” entre traders com posições curtas. O rali da prata contrasta com a ligeira correção do ouro, indicando que parte do capital especulativo está a migrar para o metal mais volátil em busca de ganhos adicionais. Do ponto de vista técnico, a superação dos 50 dólares por onça representa um potencial ponto de viragem. Uma consolidação acima desse nível poderá abrir espaço para nova valorização. No entanto, com o preço em território recorde e as posições longas já muito concentradas, qualquer mudança no sentimento macro ou fortalecimento do dólar pode desencadear uma realização rápida de lucros. Apesar da valorização acentuada nas últimas semanas, a prata não é tão inelástica como o ouro. Se os preços permanecerem elevados por um período prolongado, novos projetos de extração poderão tornar-se economicamente viáveis, e a reciclagem de prata industrial e joalharia tende a aumentar, aliviando gradualmente a pressão sobre a oferta.
Henrique Valente – Analista, ActivTrades
A alta no cobre é estruturalA alta do cobre parece ser uma tendência estrutural, impulsionada por uma nova fase da economia global — mais verde, elétrica e conectada. Apesar de oscilações de curto prazo serem inevitáveis, a tese de longo prazo permanece de alta.
Recentemente, a expectativa de tarifas nos Estados Unidos criou uma oportunidade de arbitragem entre os mercados americano e londrino. Traders têm aproveitado essa diferença ao enviar grandes volumes de cobre para os EUA, buscando se beneficiar dos preços mais altos por lá. Essa movimentação resultou na redução dos estoques nos armazéns da London Metal Exchange (LME), o que apertou ainda mais a oferta no mercado global, contribuindo para a elevação dos preços na LME.
O gráfico acima ilustra claramente o descolamento entre os preços cotados em Chicago e os cotados em Londres, considerando a medida por tonelada métrica.
As tarifas anunciadas por Trump tendem a sustentar os preços em patamares elevados, especialmente diante de uma oferta mais restrita e da demanda consistente da China — um consumidor voraz de cobre. Mesmo com o ambiente macroeconômico externo mais fraco limitando o potencial de alta dos preços do cobre na China, os fundamentos de curto prazo seguem resilientes, dando suporte a novas elevações.
No campo da demanda, espera-se que o consumo de cobre em 2025 continue demonstrando força, impulsionado pela transição energética acelerada em direção a fontes renováveis. Essa mudança de paradigma tende a aprofundar o desequilíbrio entre oferta e demanda no mercado de cobre.
Já pelo lado da oferta, as perturbações no setor de fundição vêm ganhando relevância e impactando os preços no curto prazo. A indústria chinesa de fundição de cobre, fortemente dependente de concentrados importados, é especialmente sensível a essas oscilações logísticas e regulatórias.
Voltando o olhar para o setor de metais como um todo, o ouro tem se mostrado surpreendentemente resiliente, mantendo uma escalada constante de preços e já consolidando níveis acima de 3.000 dólares por onça-troy.
Ao compararmos com o gráfico do cobre, nota-se uma correlação positiva entre o metal precioso e o metal básico, o que reforça o comportamento de valorização dos metais diante de incertezas geopolíticas e econômicas.
Quando adicionamos a prata à análise, fica ainda mais claro o movimento conjunto entre os três metais.
Porém, a leitura aqui é mais complexa. Se o risco de recessão aumenta com as tarifas, o preço do cobre pode cair por conta de uma demanda industrial menor, enquanto a prata pode subir, atuando como proteção (hedge). Por outro lado, se o mercado interpretar que essas tarifas pressionarão os custos — e, portanto, gerarão inflação — a prata também tende a se valorizar, dada sua função de proteção inflacionária.
Vale lembrar que a prata não está incluída no pacote de tarifas de Trump. Ademais, essas tarifas afetam principalmente o mercado físico de metais; os contratos futuros, por sua vez, podem ter liquidação financeira, o que abre espaço para comportamentos distintos entre os mercados.
Ainda assim, observar a correlação entre os metais é crucial em ciclos de expansão econômica. Cobre e prata geralmente sobem juntos, com a prata atuando também como metal industrial.
O gráfico da Fidelity Investments sobre ciclos econômicos mostra que a China está em fase inicial de expansão, enquanto outras economias estão encolhendo. Esse pode ser o ponto de partida de uma nova retomada no mercado de commodities industriais.
Cobre exagera e perde região importanteCobre é uma das metálicas mais versáteis e liquidas negociadas justamente por ser utilizada em infraestrutura, construção civil, projetos industriais, chips, carros e agora principalmente na transição energética.
É sabido que esse mercado opera apertado devido a demanda de carros elétricos e soluções "verdes", mas pouco sabe-se sobre quanto mais a indústria atual consegue suprir a demanda. Pesquisas recentes afirmam que novas minas precisam ser iniciadas nos próximos 10 anos se não quisermos ver um choque de demanda nesse mercado. O problema é que "abrir" uma nova mina é altamente custoso para as mineradoras e elas hoje estão mais interessadas em M&A, adquirindo as menores e tomando conta das minas atuais, e isso não resolve o gargalo de demanda crescente.
Olhando para o micro, o mercado está precificando diminuição momentânea da demanda, vulgo recessão, ainda é nebuloso tal horizonte mas já mencionado nas atas dos BCs por aí. Além disso o mercado está frustrado com o sumiço da China. Havia uma grande expectativa que com o fim da política de Covid-0 a aceleração da economia chinesa seria um dos drivers para o mundo, mas até agora nada ou muito pouco.
Olhando para o preço, o mercado vem negociando em range de 4,11 e 3,98, e hoje finalmente perdeu em movimento contínuo o antigo suporte de 3,98, chegando a romper a região de suporte de 3,88. Como a demanda industrial tem se mostrado real, acho difícil o metal seguir em uma tendência forte de queda como o ferro, e vejo espaço para realização do exagero de hoje.
Minha posição é de compra no na região de 3,85 e 3,86 para carregar até 3,98 observando como o preço se comportará ao retomar a range.
OURO sobe pra depois cair muitoPara os próximos 4 ou 7 dias o OURO nosso metal mais precioso deve subir para depois continuar a tendência de queda em contrapartida do Dólar que tem valorizado no panorama do mercado pós pandemia. Deve subir até 1795.89 ou 1808.65 para depois cair como oportunidade de pullback para 1726.24 concluindo um perfeito padrão ombro cabeça ombro.
Por outro lado com a inconsistência da economia americana resultada de um super pacote de ajustes de ajuda para população ocasionando um rombo no mercado, além das novas notícias da nova variante do vírus. O que ocasiona uma dúvida para novos investidores deixando o ouro como sempre uma garantia mundial.
GOLD LATERALIZAR PRA MICRO ALTA O ouro deve em contrapartida do dólar que deve perder força perante o euro com notícias do PIB, primeiro take profit deve ser no pivot anterior. Se romper a segunda resistência deve procurar a terceira resistência e mínima dos últimos meses. mas o provável é se recuperar.
ENTRADA: 1792.35
STOP LOSS: 1785.86
TAKE PROFIT: 1804.50, 1817.80
Ouro - FIB 61%Bom dia!
Ouro próximo de seu fim de correção em momento decisivo à poucos minutos do Payroll, e agora?
Em tendência de baixa de viés de correção, deve buscar sua fibonacci em 61% aos 1250. Tracejado vermelho no gráfico indica perda do pivot que levará a baixa.
Caso a força seja compradora, o preço deve romper o sinal em verde e buscar 1293, assim testando resistência móvel. O rompimento da LTB indica que retomamos tendência de alta .
CCI demonstra total interesse vendedor, por isso a probabilidade de buscar a fib de 61% da onda de alta é maior. Vale a pena esperar para um compra mais segura ou afinar seus trades para venda no intraday. Atenção para o Payroll!
Estudo pessoal e não recomendação de investimento. Negocie pelo próprio risco.
Gold - XauUsdBem Apresento a minha ideia para o gold , gostaria de ver o resultado do pullback do mesmo e quero destacar duas zonas em especifico - 1280.xx e 1287.xx . pois serão duas zonas de resistencia ( range de 70pips entre as 2) .
1D -Podemos ver que o Price action acabou por marcar um lower low , de momento estou a espera de um possível pullback a area dos 1287oz o que alinha perfeitamente com os 38% da minha fib diária . Ter em atenção a estrutura da mesma zona ( suporte que foi rompido, logo estarei a espera do possível re teste na zona para confirmar a passagem de suporte a resistencia)
Contudo a uma grande probabilidade de o preço procurar um LONGER RETRACEMENT , logo ter em atenção que so estarei a fazer shorts partir desses níveis caso veja uma rejeição a se formar nos mesmos (4H) .. Pois ter em atenção que os 1300oz alinham perfeitamente com os 71% e seria para mim uma zona muito mais favorável para fazer o short devido ao risk reward que poderia aplicar na operação.
4H -Podemos ver a consolidação do par após e sua retração a area dos 38% de fib em 4H (1280oz) , isto me da a ideia que possivelmente possamos ver o preço a tentar marcar lower levels antes de realmente fazer o pull back . Irei estar atento a area dos 1280oz pois a confirmação de exaustão perto dessa area com o spike poderá ser o ponto esperado para trazer o Price Action para a area dos 1260/1255oz .. contudo gostaria de ver o price fazer um pull back para a area mencionada do tf diário (1287oz) , pois tal seria a perfeita confluência entre a area dos 71/78% fib em 4h com a area dos 38% de fib no tf diario. rompimento dos 78% da fib em 4h ira me por em standby ate os níveis 1295/1300 sejam realmente atingidos .
Short Term target 1250oz
XAUUSD| Reserva de valor ou especulação?Análise constituída da ação do preço (price action) , suas resistências e suportes advieram da fundamentada teoria de Fibonacci.
Tal viés expõe ambas visões possíveis para o gráfico, ou seja, há a presença de favoráveis tanto a continuação baixista, quanto a altista. Os preços atuais indicam uma tendência de alta, mas não excluem a possibilidade de reversão do quadro gráfico.
- Visto que os preços dizem por si só, em última instância são julgamentos de valores vindos de consumidores, e os gráficos são ordenadas compilações destes mesmos, os desenhos traçados (linha de tendência, suporte, resistência e alvos) são interpretações de possíveis juízos das várias relações humanas formadoras do preço; logo é cognoscível a imprecisão e, consequentemente, a crucialidade do stop para amenizar prejuízos e resguardar o lucro.
- Atentem-se ao fato de que nesta presente análise não há gerenciamento de risco, regiões de stop, regiões de take profit, mas há a constituição de uma tentativa, suscetível a probabilidades desfavoráveis, de prever (com as bases teóricas citadas acima) o movimento futuro do preço.
- Interprete minha análise com seus próprios critérios e considere traçar linhas de compra, venda, stop e take profit.
"A graph cannot tell a man when exactly he must do a thing.
(Um gráfico não pode dizer ao homem exatamente quando ele deve fazer algo).
A man cannot make a thing happen before it is time."
(O homem não pode fazer acontecer antes que seja a hora).
- No One
- Ninguém
Reação Ouro - Potencial ReversãoBoa noite.
Após forte movimento baixista o ouro encontrou níveis de suporte de janeiro deste ano confluente com níveis de topos e fundos importantes de outros anos atrás também, mas ainda em níveis muito abaixo do esperado por conservadores a três meses atrás.
Finalmente (aparentemente) o ouro parece ter encontrado seu fundo. Até o momento estamos em consolidação do preço entre suportes de 1180 e resistência de 1200 dólares a onça. Por enquanto, pode-se traçar uma linha de tendência de alta vindo da mais baixa mínima e baseando-se nas mínimas e fechamentos no suporte, teremos uma afunilamento no preço estilo triângulo ascendente. Podemos contar também com o sinal da nuvem Ichimoku que está prestes a "virar". Para não deixar de falar do CCI, também apresenta divergência no preço.
O pivot do estilo Doji é meu ponto de compra, representando incerteza do mercado pode ser um ótimo ponto de viragem. Resultados acima da resistência da range mais de 400 pips são possíveis num prazo de 3 meses. A resistência é confluente com a exp'. Fib. da range e com correção de 38% da fibonacci do grande swing de baixa.
Além disso, ouro tem certa correlação negativa com o dólar, e isso pode definir o rumo dessa operação. A correlação do ouro com o euro é grande justamente por causa do dólar, alguns pares para assistir são FX:EURUSD e TVC:DXY
Uma operação longa e mas de baixo risco e muito retorno ao meu ver, paciência é a chave aqui.
Forte abraço, até breve!












