"ITUB4-ITAÚ-RELATÓRIO TÉCNICO" 4º TRIM ESTÁ AI?Análise Estratégica e Financeira do Itaú Unibanco: O Ciclo de Performance Superior e Transformação Estrutural (2024-2025)A análise do desempenho financeiro do Itaú Unibanco no biênio 2024-2025 revela uma instituição que atingiu um novo patamar de eficiência e rentabilidade, consolidando-se como a principal referência do setor bancário brasileiro e da América Latina. O período em questão é caracterizado por uma resiliência notável diante de um cenário macroeconômico complexo, marcado por taxas de juros reais elevadas e uma profunda transformação tecnológica. A trajetória do lucro líquido recorrente gerencial, que evoluiu de R$ 9,8 bilhões no primeiro trimestre de 2024 para R$ 11,9 bilhões no terceiro trimestre de 2025, evidencia não apenas o crescimento nominal, mas uma melhora qualitativa nos fundamentos da operação.1 Esta performance sustenta-se sobre três pilares fundamentais: a expansão seletiva da carteira de crédito com foco em garantias, a disciplina rigorosa na gestão de custos operacionais e a otimização da margem financeira com clientes através de uma gestão de passivos eficiente.Evolução dos Resultados Financeiros e LucratividadeO ciclo iniciado em 2024 consolidou o Itaú Unibanco como o banco de maior lucro na história do sistema financeiro nacional, em termos ajustados pela inflação.1 O fechamento do ano de 2024 com um lucro líquido recorrente gerencial de R$ 41,4 bilhões representou uma alta de 16,2% em relação aos R$ 35,6 bilhões registrados no ano anterior, refletindo a capacidade da instituição em extrair valor em diferentes ciclos econômicos.1 A continuidade desse ritmo foi observada nos primeiros nove meses de 2025, onde o lucro acumulado de R$ 34,5 bilhões superou em 13,1% o resultado do mesmo período de 2024, sinalizando que os motores de crescimento permanecem ativos e eficientes.6Série Histórica do Lucro Líquido e Variações TrimestraisA tabela abaixo detalha a progressão trimestral do lucro líquido recorrente gerencial ao longo dos sete trimestres analisados, evidenciando o crescimento sequencial e a estabilidade das variações, o que sugere uma gestão previsível e controlada dos fluxos de receita e despesa.PeríodoLucro Líquido Recorrente GerencialVariação vs. Trimestre Anterior1T24R$ 9,8 bilhões+3,9%2T24R$ 10,1 bilhões+3,1%3T24R$ 10,7 bilhões+6,0%4T24R$ 10,9 bilhões+2,0%1T25R$ 11,1 bilhões+2,2%2T25R$ 11,5 bilhões+3,4%3T25R$ 11,9 bilhões+3,2%O aumento consistente do lucro trimestre a trimestre é sustentado por uma rentabilidade sobre o patrimônio líquido (ROE) que iniciou 2024 em 21,9% e atingiu 23,3% no terceiro trimestre de 2025.2 Este patamar de rentabilidade é significativamente superior ao custo de capital próprio, gerando valor econômico substancial para os acionistas. A análise do ROE demonstra que, enquanto o banco expandiu seu patrimônio via retenção de lucros, a capacidade de gerar retorno sobre esse capital adicional não apenas se manteve, como se expandiu, indicando uma alocação de capital extremamente disciplinada.10Composição da Margem Financeira e Receitas de ServiçosA margem financeira total, que somou R$ 112,4 bilhões em 2024 (alta de 8,0%), foi o principal motor da lucratividade.1 Dentro dessa linha, a margem com clientes desempenhou um papel central, crescendo 7,1% em 2024 e mantendo um ritmo de 11,0% de alta anualizada no 3T25.4 O mecanismo de crescimento da margem com clientes baseia-se no aumento do volume médio da carteira e na melhoria da rentabilidade com passivos, compensando as pressões pontuais sobre os spreads de crédito decorrentes da maior seletividade em linhas de varejo.9Simultaneamente, a margem financeira com o mercado apresentou uma trajetória de recuperação ao longo de 2025. Após períodos de volatilidade em 2024, o banco revisou suas projeções para esta linha no 3T25, elevando o guidance anual para um intervalo entre R$ 3,0 bilhões e R$ 3,5 bilhões.3 Esse ajuste reflete um desempenho superior nas operações de tesouraria e na gestão de ativos e passivos (ALM), beneficiando-se das oscilações na curva de juros e da gestão estratégica de caixa.9As receitas de prestação de serviços e tarifas bancárias também contribuíram para o resultado consolidado, totalizando R$ 49,2 bilhões ao final de 2024.5 Embora o crescimento anual tenha sido moderado (+2,2% em 2024), essas receitas oferecem uma base estável de fluxo de caixa que não consome capital regulatório, essencial para a manutenção dos índices de solvência. Em 2025, o crescimento em segmentos como cartões, seguros e assessoria financeira (investment banking) ajudou a compensar a queda em tarifas de conta corrente, fruto da estratégia do banco em ampliar benefícios para aumentar o engajamento da base de clientes.9Dinâmica da Carteira de Crédito e Gestão de RiscoA gestão da carteira de crédito do Itaú Unibanco no período 2024-2025 exemplifica uma abordagem técnica de controle de riscos em um ambiente de inadimplência sistêmica desafiadora. A carteira total cresceu 15,5% em 2024, atingindo R$ 1,359 trilhão, e continuou sua expansão em 2025, alcançando R$ 1,402 trilhão em setembro.1 A estratégia focou na substituição de linhas de maior risco por modalidades com garantias reais, reduzindo a volatilidade do custo de crédito.Segmentação e Foco em Linhas ColateralizadasA análise detalhada da carteira no terceiro trimestre de 2025 revela as prioridades estratégicas da instituição. O crédito imobiliário foi o grande destaque, com um crescimento anual de 15,2%, totalizando R$ 137,1 bilhões.14 Esta linha é considerada estratégica por possuir baixa inadimplência, longo prazo de maturação e forte potencial de fidelização do cliente (cross-selling).Segmento da Carteira (Brasil)Saldo 3T25 (R$ bilhões)Variação Anual (3T25 vs 3T24)Pessoas Físicas456,4+6,5%Micro, Pequenas e Médias Empresas278,4+7,5%Grandes Empresas437,7+9,4%Total Brasil1.172,5+7,8%No segmento de pessoas jurídicas, o banco apresentou uma aceleração relevante. A carteira de Grandes Empresas cresceu 9,4%, impulsionada pela demanda por capital de giro e operações estruturadas no mercado de capitais.6 Já o segmento de Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMEs) cresceu 7,5%, com foco em linhas amparadas por programas governamentais, como o FGI, que oferecem garantias que mitigam o risco de crédito.4Qualidade dos Ativos e Custo de CréditoA disciplina na concessão de crédito refletiu-se nos indicadores de inadimplência. O índice de atrasos acima de 90 dias (NPL 90) encerrou 2024 em 2,4% e manteve uma trajetória de queda ou estabilidade em 2025, fixando-se em 1,9% no terceiro trimestre deste último ano.3 Este patamar é o mais baixo entre os grandes bancos de varejo do Brasil, conferindo ao Itaú uma vantagem competitiva significativa em termos de necessidade de provisionamento.O custo de crédito apresentou uma redução nominal de 6,6% em 2024, resultado da melhoria dos modelos de score e da recuperação de créditos anteriormente baixados para prejuízo.1 Em 2025, o banco manteve o custo do crédito controlado, com o índice de custo do crédito sobre a carteira caindo para 2,6% no 3T25.15 Esse controle rigoroso permitiu que o banco absorvesse os impactos da inflação e dos juros altos sobre a capacidade de pagamento dos clientes sem comprometer o lucro líquido.Eficiência Operacional e a Transformação para o Modelo DigitalO índice de eficiência consolidado do Itaú Unibanco, situado em 39,5% no final de 2024 e mantido no 3T25, é um dos mais baixos (melhores) da indústria bancária global.2 Esse indicador reflete a capacidade do banco em gerar receitas crescentes enquanto mantém seus custos core sob controle estrito, crescendo abaixo da inflação acumulada no período.Racionalização da Estrutura Física e Expansão TecnológicaA estratégia de eficiência do banco baseia-se em uma dualidade: a redução da presença física tradicional e o investimento massivo em infraestrutura digital e inteligência artificial. Em 2024, o Itaú fechou 219 agências físicas no Brasil.12 Essa tendência intensificou-se em 2025, com o fechamento de mais 287 unidades nos doze meses encerrados em setembro.6 Este movimento não é apenas uma redução de custos, mas uma resposta à mudança de comportamento do consumidor, que migrou massivamente para canais digitais.Em contrapartida, as despesas com tecnologia cresceram significativamente, com alta de 17,3% em termos anuais no 3T25.9 O banco está em processo de migração de seus sistemas para a nuvem e utiliza inteligência artificial para otimizar desde o atendimento ao cliente até a detecção de fraudes e modelos de precificação de risco. A mudança do perfil de colaboradores reflete essa transformação: a área de tecnologia viu seu quadro crescer 12,5% em 2024, enquanto as áreas operacionais tradicionais foram reduzidas.12Gestão do Capital Humano e ProdutividadeA transformação digital impactou diretamente o quadro de funcionários. Ao final de setembro de 2025, a holding contava com 83.609 empregados no Brasil, uma redução de 3.254 postos de trabalho em doze meses.6 No entanto, a produtividade por colaborador aumentou. A relação de clientes por bancário saltou de 967 em 2019 para 1.149 no final de 2024, demonstrando que a tecnologia permitiu ao banco escalar sua operação com uma estrutura mais enxuta e eficiente.16As despesas de pessoal, incluindo a Participação nos Lucros e Resultados (PLR), cresceram 7,5% em 2024 e 9,6% no acumulado de 2025.5 Esse aumento deve-se em grande parte aos reajustes previstos em convenção coletiva e à contratação de profissionais de alta qualificação em tecnologia, cujas remunerações são superiores à média operacional. Mesmo com esse aumento nominal, a cobertura dessas despesas pelas receitas de prestação de serviços permanece em patamares elevados (142,3% em 2025), garantindo que a estrutura administrativa seja plenamente sustentada pelas receitas de tarifas.6Análise Comparativa e Posição no Mercado BancárioA performance do Itaú Unibanco destaca-se de forma acentuada quando comparada aos seus principais concorrentes diretos no mercado brasileiro — Bradesco, Santander e Banco do Brasil — especialmente no que tange à consistência do retorno e à qualidade da carteira de crédito.O Turnaround do Bradesco vs. a Consistência do ItaúO Bradesco enfrentou um período de reestruturação profunda em 2024 e 2025, tentando recuperar a rentabilidade perdida em safras de crédito anteriores. No 3T25, o Bradesco reportou um lucro líquido recorrente de R$ 6,2 bilhões, com um ROE de 14,7%.17 Embora o resultado indique uma recuperação (alta anual de 18,8% no lucro), os números ainda estão distantes do patamar de 23,3% de ROE do Itaú.10A inadimplência acima de 90 dias do Bradesco situou-se em 4,1% no 3T25, patamar muito superior aos 1,9% do Itaú.10 Esta diferença é o mecanismo central que explica a disparidade de lucros: enquanto o Itaú consegue reverter provisões ou manter custos baixos de risco, o Bradesco ainda precisa provisionar volumes elevados para cobrir perdas no varejo massificado.18Santander Brasil: Seletividade e Recuperação de MargensO Santander Brasil adotou uma postura de extrema seletividade em 2024, o que resultou em uma contração ou baixo crescimento da carteira de crédito em comparação ao mercado. No 3T25, o banco reportou lucro de R$ 4,0 bilhões e ROE de 17,5%.20 O Santander conseguiu melhorar sua eficiência operacional e reduzir custos, atingindo um índice de eficiência de 37,5% no 3T25, mas sua carteira de crédito cresceu apenas 3,8% no ano, refletindo a estratégia de evitar segmentos de risco até que o cenário macroeconômico seja mais claro.21A Crise do Agronegócio no Banco do BrasilO Banco do Brasil (BB), tradicionalmente o líder em rentabilidade devido à sua exposição ao agronegócio, sofreu um revés significativo em 2025. O lucro líquido ajustado no 3T25 foi de R$ 3,8 bilhões, uma queda drástica de 60% frente ao ano anterior.24 O ROE do BB desabou de 21,1% no 3T24 para apenas 8,4% no 3T25.24O principal driver dessa deterioração foi a crise na qualidade do crédito rural, com a inadimplência no agro saltando de 1,97% para 5,34% em um ano.26 Problemas climáticos e queda nos preços internacionais de commodities forçaram o banco a elevar sua projeção de custo de crédito para o intervalo de R$ 59 bilhões a R$ 62 bilhões em 2025.26 Esse cenário realça a resiliência do Itaú, que, ao possuir uma carteira mais diversificada e menor exposição proporcional ao risco agro direto, conseguiu atravessar o período sem choques de provisionamento.Indicador (3T25)Itaú UnibancoBradescoSantander BrasilBanco do BrasilLucro Líquido (R$ bi)11,96,24,03,8ROE (%)23,3%14,7%17,5%8,4%NPL 90 dias1,9%4,1%3,4%4,9%Eficiência39,5%~50,0%37,5%n/aCenário Macroeconômico e Impactos na Estratégia BancáriaA condução da política monetária pelo Banco Central do Brasil foi um fator determinante para os resultados do setor em 2024 e 2025. A resiliência da inflação e a volatilidade do câmbio mantiveram a Taxa Selic em níveis restritivos.A Selic em 15% e o Spread BancárioEm novembro de 2025, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic em 15% ao ano.28 Para o Itaú Unibanco, esse patamar elevado de juros tem um impacto positivo imediato na margem com passivos e na remuneração do capital próprio. Entretanto, ele limita o apetite por crédito de longo prazo e pressiona o custo de crédito dos clientes mais alavancados. A estratégia do banco de migrar para o crédito imobiliário e grandes empresas em 2025 foi um mecanismo de defesa contra esse cenário de juros "higher for longer".9As projeções de mercado indicam que o ciclo de queda da Selic deve se iniciar apenas no primeiro trimestre de 2026, com uma trajetória de redução gradual até 12,75% ao final daquele ano.29 Esta perspectiva de juros ainda elevados por vários meses garante a manutenção de margens financeiras robustas para o Itaú no curto prazo, permitindo que a instituição continue gerando capital orgânico de forma acelerada.11Inflação e Atividade EconômicaO IPCA encerrou 2025 com projeção de 4,3%, enquanto o PIB apresentou um crescimento resiliente de 2,2%.29 Esse ambiente de crescimento moderado com inflação sob controle relativo favorece o setor bancário, pois permite a expansão real das carteiras sem gerar os choques de inadimplência típicos de períodos de recessão. A estabilidade das expectativas de inflação para 2026 (3,8%) sugere que o Banco Central terá espaço para flexibilizar a política monetária, o que deve impulsionar o mercado de capitais e as receitas de assessoria financeira do banco.29Gestão de Capital, Dividendos e Retorno ao AcionistaA robusta geração de lucros do Itaú Unibanco permitiu uma política de remuneração aos acionistas extremamente generosa no período, aliada à manutenção de índices de capital acima das exigências regulatórias.Solvência e Índice de BasileiaO Capital Principal (CET1) do banco atingiu 13,5% em setembro de 2025, um aumento de 40 pontos-base em relação ao trimestre anterior.11 Esse nível de capital é considerado muito sólido e fornece ao banco a flexibilidade necessária para realizar aquisições estratégicas, expandir a carteira de crédito ou aumentar o payout de dividendos sem comprometer a estabilidade financeira.Distribuição de Resultados e BonificaçõesEm 2024, o banco anunciou a distribuição de R$ 15 bilhões em dividendos e Juros sobre Capital Próprio (JCP), o que representou cerca de 69,4% do resultado recorrente do ano.1 Além disso, foi realizada uma bonificação de ações na proporção de 1 para 10, aumentando a liquidez dos papéis no mercado.1 Em 2025, a tendência de pagamentos trimestrais e extraordinários continuou, com destaque para a recompra de ações no montante de R$ 3 bilhões, visando a capitalização via cancelamento de ações em tesouraria e o aumento da participação relativa de cada acionista remanescente.1Tipo de ProventoValor/ProporçãoData de Referência (Exemplo)Dividendos 2024R$ 1,25093 por açãoMarço 2025 1JCP 2024R$ 0,33344 por açãoMarço 2025 1Bonificação10% (1:10)Março 2025 1Dividendos EspeciaisUSD 0,00321 por ADROutubro 2026 33Sustentabilidade e Estratégia ESG para 2026O Itaú Unibanco tem integrado critérios Ambientais, Sociais e de Governança (ESG) em sua estratégia central, vendo esses fatores não apenas como conformidade, mas como uma vantagem competitiva e uma ferramenta de mitigação de risco de longo prazo.Finanças Sustentáveis e Crédito VerdeO banco projeta para 2026 a manutenção e ampliação de instrumentos financeiros sustentáveis, como os green bonds e sustainability-linked bonds.34 No agronegócio, o banco foca na prateleira "ESG Agro", que incentiva práticas como a utilização de bioinsumos e energia solar, áreas que já movimentaram mais de R$ 5 bilhões.34 Esta abordagem é fundamental para mitigar os riscos de crédito associados a mudanças climáticas, que, como visto no caso do Banco do Brasil, podem causar volatilidade severa nos resultados.Inclusão e Impacto SocialA transformação digital também tem sido utilizada como ferramenta de inclusão. Embora o fechamento de agências físicas seja um ponto de atrito com sindicatos e parte da população mais idosa, o banco tem investido em interfaces digitais acessíveis e em educação financeira.6 O aumento da base para mais de 100 milhões de clientes em 2025 demonstra o alcance da plataforma digital do banco em camadas da população que anteriormente tinham dificuldade de acesso ao sistema bancário tradicional.6Perspectivas Futuras e Projeções para 2026Ao olhar para 2026, o cenário para o Itaú Unibanco permanece construtivo, embora existam riscos no radar, especialmente relacionados à dinâmica fiscal brasileira e à transição de comando no Banco Central.Drivers de Crescimento e Preço-AlvoAnalistas de mercado mantêm uma visão otimista para as ações do banco (ITUB4). O preço-alvo médio para o final de 2026 situa-se entre R$ 45,00 e R$ 48,50, refletindo a expectativa de continuidade no crescimento dos lucros e manutenção do ROE acima de 20%.35 Os catalisadores para 2026 incluem:Ganhos de Eficiência Adicionais: A maturidade dos investimentos em nuvem e IA deve reduzir ainda mais o custo de servir, permitindo que o banco seja competitivo mesmo contra fintechs.11Retomada do Mercado de Capitais: Com o início da queda da Selic em 2026, espera-se um aumento no volume de IPOs e emissões de dívida, favorecendo o Itaú BBA.29Qualidade de Crédito Resiliente: O foco em crédito imobiliário e empresas de alto rating deve manter a inadimplência sob controle, permitindo que o banco cresça sua carteira sem choques de PDD.3Riscos e DesafiosOs principais riscos identificados para 2026 residem na esfera política e macroeconômica. Uma deterioração da percepção fiscal poderia forçar o Banco Central a manter juros altos por mais tempo que o esperado, o que acabaria por asfixiar o crescimento do crédito e elevar a inadimplência no varejo. Além disso, a competição com bancos digitais e a implementação plena do Open Finance continuam pressionando as receitas de serviços e exigindo investimentos constantes em inovação para manter a fidelidade do cliente.2ConclusõesO Itaú Unibanco atravessou o período de 2024 e 2025 consolidando uma posição de dominância técnica no setor financeiro brasileiro. A capacidade de entregar lucros recordes (R$ 41,4 bilhões em 2024 e R$ 34,5 bilhões nos 9M25) enquanto reduz sua estrutura física e melhora seus indicadores de risco demonstra uma gestão de excelência.1 A instituição não apenas reagiu às mudanças do mercado, como a digitalização e os juros altos, mas as utilizou para fortalecer seu balanço e aumentar o retorno ao acionista.Enquanto pares como o Banco do Brasil sofreram com crises setoriais e outros como o Bradesco ainda buscam recuperar sua rentabilidade histórica, o Itaú demonstrou um nível de consistência que o coloca como a principal escolha estratégica (top pick) para investidores no setor. A rentabilidade de 23,3% e o índice de eficiência de 39,5% no 3T25 são os testemunhos de um modelo de negócio que equilibra escala, tecnologia e prudência bancária.3 Para 2026, a instituição está posicionada para colher os frutos de uma potencial flexibilização monetária, apoiada em uma base de capital robusta e em uma carteira de crédito de alta qualidade.
Análise de Valuation: Itaú Unibanco (ITUB4)
Esta análise calcula o múltiplo Preço/Lucro (P/L) baseando-se na cotação atual de R$ 39,90 e nos resultados financeiros reportados de 2024 e as projeções para o fecho de 2025.
1. Premissas de Cálculo
Para o cálculo, utilizamos o número aproximado de 9,8 bilhões de ações (total do capital social do Itaú).
Passo A: Lucro por Ação (LPA) 2024 (Realizado)
Lucro Líquido 2024: R$ 41,4 bilhões.
LPA 2024: R$ 41,4 bi / 9,8 bi ações = R$ 4,22 por ação.
Passo B: Lucro por Ação (LPA) 2025 (Projetado/Anualizado)
Lucro 9M25 (9 meses): R$ 34,5 bilhões.
Média Mensal: R$ 3,83 bilhões.
Projeção 12 meses (2025): ~R$ 46,0 bilhões.
LPA 2025 Proj.: R$ 46,0 bi / 9,8 bi ações = R$ 4,69 por ação.
2. Cálculo do P/L (Preço = R$ 39,90)
O índice P/L indica quantos anos o investidor levaria para recuperar o capital investido através do lucro da empresa, caso este fosse constante.
Cenário
Preço (P)
Lucro/Ação (LPA)
Índice P/L
Base 2024 (Retroativo)
R$ 39,90
R$ 4,22
9,45x
Base 2025 (Estimado)
R$ 39,90
R$ 4,69
8,50x
3. Interpretação do Resultado
O que significa um P/L de 8,5x?
Atratividade: Historicamente, o Itaú negociou em janelas de 10x a 12x P/L. Um valor de 8,5x sugere que o ativo está a ser negociado com um desconto em relação à sua média histórica, apesar do lucro recorde.
Yield Implícito: Um P/L de 8,5x equivale a um "earnings yield" (rendimento do lucro) de aproximadamente 11,7% ao ano.
Comparativo: Enquanto o Itaú apresenta P/L de ~8,5x com ROE de 23%, outros grandes bancos brasileiros muitas vezes negociam a múltiplos similares, mas com rentabilidade (ROE) significativamente menor, o que reforça o prémio de qualidade do Itaú.
4. Conclusão
Com a ação a R$ 39,90, o mercado está a pagar cerca de 8,5 vezes o lucro esperado para este ano. Este patamar é considerado saudável para um banco que entrega crescimento de dois dígitos (13,1% no 9M25) e mantém a maior eficiência do setor.
Análise de Atratividade: O Itaú (ITUB4) está barato?
Ao analisar um P/L de 9,69x, não podemos olhar para o número isolado. Precisamos compará-lo com a rentabilidade (ROE) e a eficiência que o banco entrega.
1. O "Raio-X" da Barateza
Indicador
Valor Atual (3T25)
Por que indica "Barato"?
P/L Atual
9,69x
A média histórica de 10 anos do Itaú gira em torno de 11,5x a 12x. Estamos com um desconto de ~15% sobre a média.
ROE
23,3%
É a maior rentabilidade entre os grandes bancos privados. Geralmente, bancos com ROE > 20% deveriam negociar com P/L muito acima de 10x.
Crescimento (Lucro)
+13,1% (9M25)
O lucro cresce a dois dígitos, mas o preço da ação (P) não subiu na mesma proporção que o lucro (L), o que "achata" o P/L.
Eficiência
39,5%
Quanto menor, melhor. Manter este patamar enquanto o lucro sobe é sinal de uma "máquina" muito bem ajustada.
2. P/L vs. Crescimento (PEG Ratio)
Se utilizarmos o conceito de PEG Ratio (P/L dividido pelo crescimento do lucro), temos:
P/L: 9,69
Crescimento esperado: ~13%
PEG Ratio: 0,74
Nota: Na teoria de Peter Lynch, um PEG Ratio abaixo de 1,0 indica que uma empresa está subvalorizada (barata) em relação ao seu crescimento.
3. Comparativo com o Setor (Estimativas)
Banco
P/L Estimado
ROE
Status
Itaú
9,69x
23,3%
O mais eficiente com preço justo.
Bradesco
~10,5x
~15,0%
Mais caro por estar em fase de recuperação.
Banco do Brasil
~4,5x
~21,0%
Mais barato por ser estatal (risco político).
4. Conclusão: Está barata?
Sim, pelos seguintes motivos:
Margem de Segurança: Você está pagando menos de 10 vezes o lucro por um ativo que é o "benchmark" de gestão no Brasil.
Dividendos: Com lucros de R$ 11,9 bi por trimestre (3T25), a capacidade de pagamento de dividendos e JCP aumenta consideravelmente. O Dividend Yield tende a ser muito atraente nesse preço de R$ 39,90.
Série Histórica: Como você bem notou na série de 7 trimestres, o banco não para de crescer. Se o lucro sobe e o preço fica parado ou sobe devagar, a ação fica cada vez mais barata por "gravidade fundamentalista".
Aviso: Esta é uma análise técnica baseada em múltiplos e não constitui recomendação de compra.
Projeção de Valuation: Impacto de Lucro de R$ 12,5 bi no 4T25
Esta simulação considera o cenário otimista onde o lucro líquido recorrente gerencial atinge R$ 12,5 bilhões no último trimestre de 2025.
1. Novo Lucro Acumulado (LTM)
Para o cálculo do P/L atualizado, somamos os três trimestres já realizados de 2025 com a sua projeção para o 4T25:
1T25: R$ 11,1 bilhões
2T25: R$ 11,5 bilhões
3T25: R$ 11,9 bilhões
4T25 (Projeção): R$ 12,5 bilhões
Lucro Total 2025 (Estimado): R$ 47,0 bilhões
2. Novo Lucro por Ação (LPA)
Utilizando a base acionária exata de 11.026.869.192 ações:
$ AMEX:LPA = \frac{R\$ 47.000.000.000}{11.026.869.192} = \mathbf{R\$ 4,26}$$
3. Novo Preço/Lucro (P/L)
Com a cotação mantida em R$ 39,90:
$$P/L = \frac{39,90}{4,26} = \mathbf{9,36x}$$
4. Análise Comparativa e Conclusão
Métrica
Com 3T25 (Real)
Com 4T25 (Projetado R$ 12,5 bi)
Tendência
Lucro Anual
R$ 45,4 bi
R$ 47,0 bi
↑ Alta
LPA
R$ 4,12
R$ 4,26
↑ Alta
P/L
9,69x
9,36x
↓ "Mais Barato"
Insights Estratégicos:
Compressão de Múltiplo: Se o lucro sobe para R$ 12,5 bi e a ação continua em R$ 39,90, o P/L cai para 9,36x. Isso gera o que chamamos de "mola comprimida": o lucro cresce tanto que o preço da ação fica forçado a subir para que o P/L retorne aos níveis históricos saudáveis (acima de 11x).
Rentabilidade Estimada: Com um lucro de R$ 12,5 bi em um único trimestre, o ROE provavelmente romperia a barreira dos 24%, colocando o Itaú em um patamar de rentabilidade raramente visto em bancos desse porte globalmente.
Dividendos: Um lucro anual de R$ 47 bilhões aumenta drasticamente o potencial de dividendos extraordinários, o que costuma ser o gatilho para a valorização da cotação.
Veredito: Se esse lucro se confirmar, a R$ 39,90 a ação estaria extremamente barata, pois o mercado estaria precificando o banco como se ele estivesse estagnado, enquanto os dados mostram uma aceleração de lucros.
Análise de Sensibilidade: O que frustraria o mercado no 4T25?
O Itaú é hoje o "relógio suíço" da B3. O mercado precifica o banco esperando que a eficiência de 39,5% e o ROE de 23,3% continuem a brilhar.
1. Escala de Sentimento do Mercado
Lucro Líquido (4T25)
Impacto no P/L
Sentimento do Mercado
Acima de R$ 12,2 bi
9,4x ou menos
Euforia: Confirma aceleração e pode disparar dividendos extras.
R$ 11,9 bi a 12,1 bi
~9,6x
Neutro/Positivo: Manutenção do crescimento orgânico.
R$ 11,5 bi a 11,8 bi
~9,8x
Frustração Leve: Estagnação sequencial (lucro menor que o 3T25).
Abaixo de R$ 11,0 bi
> 10,2x
Pânico/Venda: Indica aumento de inadimplência ou perda de margem.
2. Os 3 Fatores de Frustração (O que observar além do lucro)
Mesmo que o lucro venha em R$ 12 bi, o mercado pode se frustrar se:
A. Aumento da Inadimplência (NPL)
O Itaú tem a melhor carteira do setor. Se o índice de atrasos acima de 90 dias subir significativamente, o mercado temerá que os lucros de 2026 sejam menores devido à necessidade de maiores provisões (PCLD).
B. Queda no ROE
O ROE de 23,3% é o grande troféu do banco. Se esse número cair para a casa dos 21%, os investidores podem entender que o banco atingiu o seu "tecto" de rentabilidade e começarão a vender as ações para buscar oportunidades com maior potencial de recuperação (como o Bradesco, caso este apresente uma viragem).
C. Orientação (Guidance) para 2026
O Itaú costuma divulgar suas projeções para o ano seguinte junto com o resultado do 4T. Se o banco projetar um crescimento de carteira ou de margem financeira muito modesto para 2026, o preço da ação pode sofrer, mesmo com um lucro recorde no 4T25.
3. Conclusão: O "Número do Medo"
O lucro que realmente frustraria o mercado seria qualquer valor abaixo de R$ 11,5 bilhões.
Isso significaria que o banco regrediu ao patamar do 2T25, quebrando a escada de crescimento trimestral. Nesse cenário, o P/L de 9,69x deixaria de ser visto como "barato" e passaria a ser visto como "condizente com uma empresa que parou de crescer".
Dica de Monitoramento: Fique atento ao dia 04/02/2026 (data do resultado no seu calendário). O mercado reagirá nos primeiros 15 minutos de pregão após a abertura.
Itub4
"ITAÚ -ITUB4 está bem precificado, mas o Crédito pode complicar"📊 Resultados Financeiros
Lucro recorrente gerencial: R$ 11,5 bilhões (↑3,4% vs. 1T25; ↑14,3% vs. 2T24)
Margem financeira com clientes: R$ 30,3 bilhões (↑3,1% vs. 1T25; ↑15,4% vs. 2T24)
Retorno sobre patrimônio (ROE): 23,3% consolidado; 24,4% no Brasil
Índice de inadimplência >90 dias (NPL): 1,9% consolidado; estável em relação ao trimestre anterior
💳 Carteira de Crédito
Total da carteira: R$ 1,389 trilhão (↑0,4% vs. 1T25; ↑7,3% vs. 2T24)
Segmentos com maior crescimento:
Crédito imobiliário: ↑17,2% vs. 2T24
Micro, pequenas e médias empresas: ↑13,1%
Grandes empresas: ↑6,4%
Cartão de crédito financiado: crescimento de 6,1% no ano
📈 Receita de Serviços e Seguros
Receita de serviços: R$ 11,3 bilhões (↑1,0% vs. 1T25)
Resultado de seguros, previdência e capitalização: R$ 2,8 bilhões (↑8,8% vs. 1T25; ↑17,3% vs. 2T24)
Captação líquida em fundos: R$ 47,5 bilhões no trimestre
🧠 Iniciativas Digitais e Inovação
SuperApp Itaú:
+25% no uso por cliente
19 lançamentos de produtos em 18 meses
Migração para plataforma fullbank:
10,1 milhões de clientes migrados
99,3% de conversão
NPS acima de 80 pontos
📌 Guidance (Projeções para 2025)
Carteira de crédito: crescimento entre 4,5% e 8,5%
Margem financeira com clientes: crescimento entre 11,0% e 14,0%
Receita de serviços e seguros: crescimento entre 4,0% e 7,0%
Custo do crédito: entre R$ 34,5 bi e R$ 38,5 bi
ITUB4: Alerta de Topo Duplo e Oportunidade de Reversão?Ações em Destaque: Onde Está a Próxima Grande Jogada?
ITUB4: Alerta de Topo Duplo e Oportunidade de Reversão?
O ativo ITUB4 (36,58, +0,25%) atualmente negocia acima das médias móveis (MMS) de médio e longo prazo, indicando uma tendência altista consolidada nestes horizontes. Contudo, as MMS de curto prazo exibem uma inflexão descendente, sinalizando uma potencial pressão vendedora no curtíssimo prazo.
ITUB4 atingiu um pico em 38,57, onde a momentum diminuiu significativamente, resultando na formação de um padrão de topo duplo com uma projeção de queda até 35,43. O cenário de curto prazo é de baixa, com uma desvalorização de aproximadamente 2,88% desde o topo. Fique atento a possíveis reversões ou aceleração da queda, dependendo da sustentação dos níveis de suporte.
Fechamento da SEMANA 18/5 - TH EM IBOV E ITAÚ !ATIVOS: IBOV, IFIX, PETR4, VALE3, BBAS3, ITUB4, BBDC4, SANB11, ABEV3, BHIA3, EMBR3
Olá amigo Trader ! Olá amigo Investidor ! Olá amigo ÁGUIA !
Semana muito auspiciosa para o IBOV que marcou seu TH (TOPO HISTÓRICO) nominal, mas ainda o TH real vem lá de maio de 2008 (gráfico IBOV normalizado em dólares).
Banco do Brasil (BBAS3) cai forte frente a resultados que desapontaram o mercado.
Itaú-Unibanco marca também sua máxima histórica.
IFIX ( índice dos fundos imobiliários) também renova seu TOPO HISTÓRICO.
Vejam em detalhes a análise em vídeo.
Comparativo blue chips do setor bancário ! Oportunidades !ATIVOS: IBOV, BBAS3, BBDC4, ITUB4, SANB11
COMPARATIVO: EVOLUÇÃO DE PREÇOS YTD, P/L , P/VP
Estudo comparativo entre as blue chips do setor bancário.
Estudo simples: Evolução de preços YTD e dos múltiplos P/VP e P/L.
Notamos BB (Banco do Brasil) com múltiplos muito interessantes, baixo P/L e baixo P/VP !
O melhor momento para se comprar!Dizem por aí que o melhor momento para se comprar qualquer "bom ativo" é quando podemos ver sangue na mesa (SELIC subindo), ou ao som dos canhões (terra arrasada por falácias políticas).
Aliado ao que foi dito acima, podemos ver o índice brasileiro bem próximo de um importante ponto de suporte, a região de 127,3K.
Muitos desarranjos vêm ocorrendo ao longo de 2024, principalmente os desarranjos internos advindos da má gestão do erário público por parte dos nossos governantes.
Vale ressaltar que temos muitas boas empresas na bacia das almas, o que deixa o investidor raiz com os dedos coçando para fazer umas comprinhas.
Graficamente falando, temos as linhas vermelhas da FIB como pontos de suporte, e o primeiro da fila é a faixa de 127,3K.
Façam vossas análises e bons negócios.
Seja Consciente, Se Comprar, Use Stop Loss.
Veja abaixo outras análises gráficas.
"Itaúsa ITSA4 pode fazer ajuste em 10,60""Itaúsa ITSA4 pode fazer ajuste em 10,60" a complexidade de uma holding é muita , pois se trata de várias empresas de setores diferentes que nos últimos tempos não tem conseguido fazer movimentos positivos de forma conjunta. O Itaú segura o resultado da holding que também tem Alpargatas, Dexco, CCR, Aegea saneamento, Copa energia, NTS.
Temos baseado no resultado de segundo trimestre o preço justo em 10,60. A assimetria mostra que podemos ter chegado em uma máxima do ano.
Olhando para sua composição e a situação de não termos nenhuma perspectiva de corte na taxa de juros e pior o fantasma de uma elevação e uma inflação que está em 4,50, o cenário não fica favorável para as outras empresas do grupo.
Sendo assim não tenho no momento o que poderia fazer o ativo buscar romper a máxima atingida este ano.
"Itaú-#ITUB4 o ajuste veio hoje""Itaú-#ITUB4 o ajuste veio hoje" o mercado está todo no vermelho. E o ajuste do preço do ativo veio hoje, incentivado pela alta da Selic , uma expectativa pior do fiscal brasileiro e a quebra de expectativas.
Estamos com o mercado mensurando várias altas de juros, e uma coisa eu aprendi, os bancos ganham bem com os juros , mas até os níveis em que não impacta a saúde financeira dos seus clientes/devedores.
Hoje vimos os juros futuros colocando a Selic em 12,00 e querendo ainda mais.
O setor financeiro bancário ainda tem a questão da CSLL , então para os investidores do setor financeiro bancário pode surgir oportunidade patrocinada por mais correções como as de hoje.
Fechamento do mês de AGOSTO 2024 ! Prestem atenção no IBOV !ATIVOS: DJI,SPX, NDX, SXXP, NI225, HSI, GOLD, BTCUSD, USDBRL, IBOV, PETR4, VALE3, BBAS3, ITUB4, BBDC4, SANB11, AMBP3
Olá amigo trader ! Olá amigo investidor ! Olá amigo ÁGUIA !
Bolsas mundias foram muito bem no mês de Agosto, tivemos o susto com o "carry trade" que derrubou o Nikkei, as bolsas mundiais reagiram muito bem, inclusive o IBOV marcou novo "Topo Histórico".
A expectativa do corte de juros pelo FOMC agora em Setembro foi um driver muito importante, agora esperar a confirmação desta expectativa.
Entre as blue chips brasileiras apenas VALE foi mal no mês, destaque para os bancos e em especial o Bradesco.
Ouro nas alturas !
Vejam em detalhes a análise em vídeo.
ITUB4 - estudo semanalITUB - estudo semanal
Após uma forte barra de alta, rompendo a região dos 34,25 o papel deixou na semana passada uma pequena barra neutra que, não rompeu a máxima da barra anterior e essa semana por enquanto apenas ameaçou a mínima da semana anterior, com isso é comum essas barras serem pequenas pausas para uma nova barra de alta dando continuidade no movimento.
Com isso, a região dos 39,40 e depois os 41,06 são possíveis alvos por fibonacci.
"Itaú -ITUB4 37,40 é caro, justo 36,00, atrativo em 34,60""Itaú -ITUB4 37,40 é caro, justo 36,00, atrativo em 34,60"- o movimento de rotação de ativos na bolsa e de realização pode ajustar o preço de itaú ou coloca-lo atrativo na região de 34,60-.
Mas se perder a região de 34,60 o barato pode sair caro , pois será com condições Macro ou Micro preocupantes.
Temos um momento então que o banco Itaú atingiu o seu ponto de equilíbrio baseado no ultimo resultado.
"Itaú e ai para onde vai o ativo , qual será a Narrativa?Itaú (ITUB4) lucra R$ 10,1 bilhões no segundo trimestre, alta anual de 15,2%
O Itaú (ITUB4) reportou lucro recorrente gerencial de R$ 10,1 bilhões referente ao segundo trimestre de 2024. A cifra é 15,2% maior que a registrada um ano antes. O resultado ficou praticamente em linha com o esperado. O consenso LSEG apontava para lucro líquido de R$ 10 bilhões.
O retorno sobre patrimônio líquido (ROE, na sigla em inglês) anualizado do maior banco privado brasileiro foi de 22,4%, com crescimento de 1,5 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2023.
A carteira de crédito total ajustada da instituição financeira bateu R$ 1,254 trilhão, com crescimento anual de 8,9%.
A margem financeira gerencial foi de R$ 27,665 bilhões, com alta de 6,4% ante o mesmo período de 2023.
A margem com clientes do banco foi de R$ 26,3 bilhões, com crescimento anual de 5,4%. Já a margem com o mercado, de R$ 1,4 bilhão, com expansão de 31%.
O índice de inadimplência total do banco, para empréstimos com mais de 90 dias de atraso, sofreu um recuo de 0,3 ponto percentual, na mesma base de comparação, para 2,7%. As despesas de provisão para créditos de liquidação duvidosa (PDD), por sua vez, recuaram 3,3%, para R$ 9,3 bilhões.
“O cenário positivo na qualidade de crédito, em função das safras recentes, e a consequente melhora nos índices de inadimplência justificam a redução da despesa de provisão para créditos de liquidação duvidosa na comparação anual”, diz o comunicado do banco.
O Itaú informou ainda que seu custo de crédito no segundo trimestre totalizou R$ 8,8 bilhões, com queda de 6,7% em bases anuais.
A receita de seguros e serviços do Itaú cresceu 10,4% no mesmo intervalo de tempo, para R$ 11,33 bilhões.
As despesas não decorrentes de juros totalizaram R$ 15,07 bilhões no período, com alta anual de 5,6%.
Semana com baixa nos mercados, OURO bombando, Ambipar imparável ATIVOS: GOLD, BTCUSD, SPX, DJI, NDX, SXXP, HSI, NI225, SXXP, IBOV, PETR4, VALE3, ITUB4, BBAS3, SANB11, BBDC4, AMBP3
Olá amigo trader ! Olá amigo Investidor ! Olá amigo ÁGUIA !
Semana pesada para os mercados internacionais, Japão fica como destaque de baixa.
Ouro dispara enquanto que Bitcoin cai.
Localmente as principais "blue chips" caíram, em linha com a queda do benchmark IBOV.
Destaque de alta local para AMBIPAR.
Vejam em detalhes a análise em vídeo.
Fechamento - Sexta quase 13 com pane cibernética !ATIVOS: IBOV, USDBRL, OURO, CRWD, SPX, NDX, DJI, NI225, SXXP, HSI, PETR4, VALE3, ITUB4, BBAS3, ITUB4, SANB11, BBDC4, ABEV3
Olá amigo trader ! Olá amigo investidor ! Olá amigo ÁGUIA !
Semana ruim para as bolsas mundiais ! Só baixa ao redor do mundo !
Por aqui IBOV até que caiu pouco, era até previsível, bateu no objetivo gráfico: Número de Ouro de Fibonacci.
Falando sobre a pane cibernética mais uma vez podemos falar: O mercado anda na frente, CRWD já disparava sinais gráficos de "tragédia", lógico que não era imaginada a pane cibernética, mas a dinâmica de preços seguiu à risca a Análise técnica.
Petrobras e bancos vão bem na semana, já vale caiu forte.
Ouro bate topo histórico mas deixou um candle de reversão baixista na tela, uma estrela cadente.
Vejam em detalhes a análise em vídeo.
Fechamento da semana: IBOV em incrível sequência altista !ATIVOS: IBOV, USDBRL, GOLD, NVDA, NDX, SPX, DJI, NI225, SXXP, PETR4, VALE3, ITUB4, BBAS3, BBDC4, ABEV3
Olá amigo trader ! Olá amigo investidor ! Olá amigo ÁGUIA !
IBOV foi testar milimetricamente o objetivo técnico que comentei, o benchmark apresentou uma sequência altista incrível de 10 pregões em sequência.
Bolsas mundiais sobem com números bons de inflação nos EUA (IPC e IPP) que podem suscitar corte de juros na próxima reunião do FOMC.
Vejam em detalhes a análise em vídeo.
Fechamento da Semana 5/7 - IBOV sobe, dólar cai ! ATIVOS: IBOV, IBOV:USD, SPX, DJI, NDX, NI225, HSI, SXXP, USDBRL, PETR4, VALE3, ITUB4, BBAS3, BBDC4, SANB11, ABEV3, IFIX, SMALL11, IFIX
Olá amigo trader ! Olá amigo investidor ! Olá ÁGUIA !
Semana com recorde nas bolsas americanas e localmente uma paz entre o Mercado e o governo Lula que resultou em queda do dólar e alta da bolsa.
Conseguimos notar a compra técnica no IBOV dolarizado, região do objetivo de ouro de Fibonacci.
Semana não foi boa para os bancos, com exceção de Itaú-Unibanco.
Vejam em detalhes a análise em vídeo.
Fechamento da semana, do mês e do primeiro semestre !ATIVOS: IBOV, USDBRL, NVDA, IFIX, PETR4, VALE3, BBAS3, ITUB4, ABEV3
Olá amigo trader ! Olá amigo investidor ! Olá amigo ÁGUIA !
IBOV tem queda no semestre, nas as figuras mensal e semanal são positivas.
Notamos a ênfase negativa que o mercado está direcionando à B3. É fato que o IBOV caiu no semestre, mas não é a tragédia e o quadro desolador que muitos pregam.
Na semana tivemos boa performance das blue chips: Petro e Vale foram bem, entre os bancos que analisamos apensas Bradesco caiu, até Ambev subiu !
IFIX apresentou alta no semanal.
Mas que está voando é a doleta ! Que fechou na faixa do R$ 5,60.
Vejam em detalhes a análise em vídeo.
Fechamento Semana 1/6 - Importante teste gráfico para o IBOV !ATIVOS: SPX, DJI,NDX,SXXP, IBOV, IFIX, PETR4, VALE3, BBAS3, ITUB4, BBDC4, ABEV3
Olá amigo trader ! Olá amigo investidor ! Olá ÁGUIAS !
Semana ruim para as bolsas e pior ainda para o IBOV !
IBOV tem um teste gráfico muito importante, está na região da linha de suporte de seu canal de baixa, perdendo azeda mais !
Petrobras entre as "blue chips" foi a única que subiu na semana !
Vejam em detalhes a análise em vídeo.
"ITUB4 buscando suporte oportunidade de ficar,entrar ou sair?"O Itaú Unibanco (código de ação ITUB4) tem sido um dos destaques no setor financeiro bancário no Brasil. Vamos dar uma olhada em algumas informações relevantes:
Desempenho no 1º Trimestre de 2024:
O Itaú Unibanco registrou um lucro recorde de R$ 9,771 bilhões no primeiro trimestre deste ano1. Esse resultado superou as expectativas dos analistas e deve figurar como o maior lucro entre todas as instituições financeiras brasileiras.
O banco continua sendo o maior banco privado do Brasil2.
Analistas do Citi veem o Itaú como uma boa aposta no setor bancário brasileiro, reiterando a recomendação de “compra” e elevando o preço-alvo das ações para R$ 373.
Comparativo com o Banco do Brasil (BBAS3):
O Itaú Unibanco e o Banco do Brasil foram os destaques da temporada de balanços do 1º trimestre de 2024 entre as grandes instituições financeiras do país4.
O lucro recorrente gerencial do Itaú foi de R$ 9,77 bilhões, representando um aumento de 15,8% em relação ao mesmo período do ano anterior5.
Em resumo, o Itaú Unibanco tem apresentado resultados sólidos e é considerado uma opção interessante no setor financeiro brasileiro. Vale a pena acompanhar o desempenho contínuo dessa instituição! 🚀📈
Fechamento 10/5 - IBOV na contramão do mundo ! Petrobras em TH !ATIVOS: IBOV, NDX, SPX, DJI, HSI, SXXP, IFIX, PETR4, VALE3, BBAS3, ITUB4, BBDC4, ABEV3, OURO, BITCOIN
Olá amigo trader ! Olá amigo investidor ! Olá ÁGUIAS !
IBOV na contramão das bolsas mundiais ! Bolsas americanas, China e Europa com excelente semana.
Petrobras rompe resistência e marca novo topo histórico.
Bancos vão bem ( BB e Itaú), já Bradesco cai na semana.
Ouro continua nas alturas ! Bitcoin em seu movimento corretivo de baixa após o halving.
Vejam em detalhes a análise em vídeo.
Fechamento 27/4 - Semana boa para as bolsas mundiais !ATIVOS: IBOV, SXXP, HSI, NI225, NDX, SPX, DJI, VIX, GOLD, BTCUSD, PETR4, VALE3, ITUB4, BBAS3, ITUB4, BBDC4, ABEV3, PETZ3, GOOGLE, MICROSOFT
Olá amigo trader ! Olá amigo investidor ! Olá ÁGUIAS !
Semana boa para as bolsas mundiais, mesmo com figuras ruins de PMIs e inflação nos EUA, por aqui o IPCA-15 veio melhor que o esperado.
Petrobras tem uma excelente semana enquanto que Vale recua.
No setor bancário o Banco do Brasil destoa do setor caindo, por sua vez Itaú-Unibanco e Bradesco vão bem.
Destaque para Google e Microsoft na semana !
Ouro e bitcoin caem na semana.
Vejam em detalhes a análise em vídeo.
Fechamento da Semana 20/4 - IBOV cai novamente junto com o mundoATIVOS: SPX, NDX, DJI, VIX, SXXP, HSI, IBOV, PETR4, VALE3, ITUB4, BBAS3, ABEV3, MGLU3, PCAR3,BHIA3, PETZ3
Olá amigo investidor ! Olá amigo trader ! Olá ÁGUIAS !
Uma semana de quedas para as bolsas mundiais, o conflito Israel x Irã no Oriente médio, temores com inflação e a sinalização de cortes mais tardios na taxa de juros dos EUA pesaram no mercado.
Por aqui também ficou sinalizada desaceleração nos cortes da SELIC.
Petrobras vai bem na semana, fechando um gap.....VALE também se destaca fechando um gap semanal.
Para os bancos a semana foi de baixa, bem como para o setor de consumo.
Destaque para PETZ3 com a fusão com a COBASI dispara mais de 30% !
Vejam em detalhes a análise em vídeo.






















