GBPUSD | CENÁRIO MACRO REFORÇA LEITURA DE DISTRIBUIÇÃOO cenário macroeconômico favorece a leitura dessa estrutura de Distribuição de Wyckoff, pelo menos por enquanto.
De um lado, o Banco da Inglaterra (BoE) iniciou o ciclo de cortes de juros, reagindo ao enfraquecimento da atividade e ao aumento do risco doméstico e fiscal.
O ponto-chave dessa trajetória será o dia 26 de novembro, quando será apresentado o Orçamento de 2026 — que promete marcar um período de austeridade fiscal e elevação de impostos.
Do outro lado, o Federal Reserve também realizou cortes, mas mantém uma postura mais hawkish, diante de uma inflação que segue acima da meta e de uma leitura ainda nebulosa da atividade americana após o shutdown mais longo da história.
O resultado é um momentum mais favorável ao USD, já que o mercado ainda questiona a necessidade de cortes em dezembro, enquanto, no Reino Unido, cresce a expectativa de flexibilização monetária combinada com aperto fiscal iminente.
📊 Resumo macro do momento:
• 🇬🇧 BoE: política dovish, cortes já iniciados e risco fiscal crescente.
• 🇺🇸 Fed: postura hawkish, juros altos por mais tempo e economia ainda resiliente.
#InWyckoffWeTrust
Inwyckoffwetrust
EURUSD | EM DISTRIBUIÇÃO? PMI reforça divergência macroVoltamos com os posts!
Nesta análise que fiz há algumas semanas — antes mesmo do rompimento da fase distributiva — o cenário já apontava fraqueza estrutural do euro.
Hoje, o quadro está mais claro: os dados desta segunda-feira reforçam a resiliência industrial dos EUA frente à fragilidade europeia.
• 🇪🇺 Zona do Euro: O PMI Industrial ficou em 50,0, indicando estagnação da atividade e ausência de impulso para retomada. A Alemanha marcou 49,6, ainda em contração. O discurso do BCE permanece dovish, refletindo preocupação com o crescimento fraco.
• 🇺🇸 Estados Unidos: O PMI Industrial S&P Global subiu para 52,5, e o ISM Industrial manteve-se em 48,7, com destaque para o índice de preços em 58,0, apontando pressões inflacionárias persistentes.
• O contraste entre uma Europa parada e uma América ainda aquecida reforça o diferencial de política monetária pró-dólar, mantendo o USD como ativo preferido no curto prazo.
Sera que #InWyckoffWeTrust ?
XAUUSD | Em cenário de dólar fraco chegaremos a 200%?O ouro segue sustentado por um ambiente macro favorável, reforçando a tese de continuidade do movimento altista.
🔑 Macro:
• A expectativa de cortes futuros pelo Fed e a desaceleração da economia americana mantêm o dólar fragilizado.
• O enfraquecimento das yields e maior busca por proteção em meio a incertezas fiscais e tarifárias nos EUA dão suporte adicional ao metal.
• O fluxo global de portfólio segue migrando para ativos defensivos, enquanto a perspectiva de crescimento abaixo do potencial nos EUA pressiona ainda mais o viés dovish.
📊 Técnico (alvo):
• Projeção segue mirando a extensão de 200% em 3.940.
👉 Cenário:
• Caso o dólar siga pressionado, o rally tende a se estender até o alvo projetado.
• Uma reversão mais forte no dólar poderia atrasar essa trajetória, mas o balanço macro ainda favorece o ouro.
⚖️ Resumo: Em meio a dólar fraco, yields em queda e incertezas nos EUA, o ouro segue com espaço para buscar o alvo de 200%.
US500 | Wyckoff is Good - Pero la parcial es Mejor! Atualizando a ideia de ontem: a estrutura de Wyckoff se confirmou lindamente com o início da Fase E.
Entrei na continuidade do mSOS/LPS, e no rompimento do Creek fiz parcial — só seguindo o script. 📈
Os dados macro de hoje (PMI e ISM) vieram favoráveis e ajudaram a empurrar o mercado. A leitura estava clara, era só confiar no plano.
Pode me chamar de fraco 😅, mas preferi garantir parte do lucro. Agora é esperar os dados de amanhã:
ou sigo até 6.570 (projeção de 100% da estrutura formada),
e se o movimento continuar, até 6.640 (alvo de 200%).
Ou então viro a mão mesmo, kkkkk.
SP500 | In Wyckoff We Thrust Again?A contagem Wyckoff volta ao centro do radar com um possível cenário de reacumulação no gráfico de 4H do SP500.
Já seguimos a trilha dessa estrutura em outras oportunidades ( veja aqui ) e mais uma vez a metodologia nos coloca frente a uma encruzilhada técnica e macro: após um Shakeout clássico na Fase C, o ativo reagiu com uma sequência de LPSs e mSOS, sugerindo início da Fase D — ponto onde normalmente os grandes players voltam a carregar.
🔍 Mas será que dessa vez vai?
O pano de fundo macroeconômico ajuda a dar mais peso ao argumento:
• PMIs mistos , mas com viés de desaceleração em setores-chave;
• Mercado de trabalho com sinais de alívio , preparando o palco para o dado mais importante da semana: Payroll (06/09).
• E o mais importante: 96,6% de probabilidade de corte de juros pelo Fed na reunião de 17 de setembro, segundo o CME FedWatch .
📌 Por outro lado, a inflação segue estacionada acima da meta de 2% , o que mantém o Fed em um dilema: ceder aos sinais de fraqueza cíclica ou manter o discurso duro para domar a inflação de serviços?
👉 Enquanto isso, o preço está nos contando uma história clara.
Se o Payroll vier abaixo do esperado, o cenário de reacumulação rumo a novos topos históricos ganha tração . Caso contrário, podemos ver o mercado frustrar o otimismo técnico — como já vimos em outras fases D incompletas.




