"Banco do Brasil-BBAS3- atento a perda de suporte e ajustes""Banco do Brasil-BBAS3- atento a perda de suporte e ajustes"
Sim, hoje toca um suporte importante em um dia em que todo o setor caiu e o Banco do Brasil caiu mais que todos os grandes bancos.
A perda da base do suporte se seguida 100%, algo que as vezes não atinge sua totalidade pode buscar a região de 19,00 reais, os 50% daria em torno de 20,10. Algo mais plausível.
🔎 Análise
Valuation atrativo: O P/L baixo e o P/VP inferior a 1 sugerem que o mercado precifica o Banco do Brasil com desconto, apesar de sua lucratividade.
Rentabilidade sólida: ROE acima de 10% mostra eficiência na geração de retorno para acionistas.
Dividendos consistentes: Dividend Yield acima de 5% reforça o perfil de empresa que distribui resultados regularmente.
Risco: Apesar dos fundamentos positivos, a ação sofreu queda de quase 6% nos últimos 12 meses, refletindo fatores macroeconômicos e percepção de risco político/regulatório.
⚖️ Pontos de atenção
Concorrência bancária: Itaú e Bradesco têm múltiplos mais altos, mas também maior previsibilidade.
Influência estatal: Como banco público, decisões estratégicas podem ser impactadas por políticas governamentais.
Cenário macroeconômico: Taxa de juros e inadimplência influenciam diretamente o desempenho do setor bancário.
Hoje
momento fundamentalista do banco do brasil
Resumo rápido: O Banco do Brasil (BBAS3) apresenta atualmente um P/L de 5,8, P/VP de 0,70, ROE de 12,1% e Dividend Yield de 5,4%, indicando uma ação barata em relação ao lucro e patrimônio, com retorno consistente e bom pagamento de dividendos.
Banco do Brasil S.A.(BBAS3)
13 de jan., 07:45 PM BRT·Mercado fechado
Seguindo
21,20BRL
-0,67 (-3,06%)
Hoje
1D5D1M1A5AMáximo
11:00
13:00
15:00
21,20
21,40
21,60
21,80
21,87
Alto21,82
Baixo21,05
Abrir21,78
Capitalização de Mercado121,49 bi
Vol39,31 mi
Volume Médio17,56 mi
P/L (TTM)—
Máximo de 52 semanas29,34
Mínimo de 52 semanas18,02
Ver mais
📊 Indicadores Fundamentalistas BBAS3
Aqui estão os principais números que ajudam a entender o momento fundamentalista do Banco do Brasil:
Indicador Valor Interpretação
Cotação atual R$ 21,20 Preço de mercado
P/L (Preço/Lucro) 5,8 Ação barata em relação ao lucro
P/VP (Preço/Valor Patrimonial) 0,70 Negociada abaixo do valor patrimonial
ROE (Retorno sobre Patrimônio) 12,1% Boa rentabilidade sobre o patrimônio
Dividend Yield 5,4% Atrativo para investidores de renda
Valor de mercado R$ 125,3 bi Grande porte, alta liquidez
Oscilação 12 meses -5,93% Desvalorização recente
Sources:
🔎 Análise
Valuation atrativo: O P/L baixo e o P/VP inferior a 1 sugerem que o mercado precifica o Banco do Brasil com desconto, apesar de sua lucratividade.
Rentabilidade sólida: ROE acima de 10% mostra eficiência na geração de retorno para acionistas.
Dividendos consistentes: Dividend Yield acima de 5% reforça o perfil de empresa que distribui resultados regularmente.
Risco: Apesar dos fundamentos positivos, a ação sofreu queda de quase 6% nos últimos 12 meses, refletindo fatores macroeconômicos e percepção de risco político/regulatório.
⚖️ Pontos de atenção
Concorrência bancária: Itaú e Bradesco têm múltiplos mais altos, mas também maior previsibilidade.
Influência estatal: Como banco público, decisões estratégicas podem ser impactadas por políticas governamentais.
Cenário macroeconômico: Taxa de juros e inadimplência influenciam diretamente o desempenho do setor bancário.
👉 Se quiser, posso comparar o Banco do Brasil com outros bancos listados na B3 (como Itaú e Bradesco) para mostrar qual está mais descontado ou com melhor potencial. Deseja que eu faça essa comparação?
faça as tabelas em forma de lista com emojis
Claro! Vamos transformar os indicadores fundamentalistas do Banco do Brasil (BBAS3) em listas com emojis para ficar mais visual e fácil de acompanhar:
📊 Indicadores de Valuation
💰 Cotação atual: R$ 21,20
📉 P/L (Preço/Lucro): 5,8 → ação barata em relação ao lucro
📊 P/VP (Preço/Valor Patrimonial): 0,70 → negociada abaixo do valor patrimonial
📈 Rentabilidade
🔄 ROE (Retorno sobre Patrimônio): 12,1% → boa eficiência
💵 Dividend Yield: 5,4% → atrativo para quem busca renda
🏦 Estrutura e Mercado
🌍 Valor de mercado: R$ 125,3 bilhões → grande porte e alta liquidez
📉 Oscilação 12 meses: -5,93% → queda recente
⚖️ Pontos de Atenção
🏦 Concorrência com outros grandes bancos (Itaú, Bradesco)
🏛️ Influência estatal nas decisões estratégicas
📉 Impacto do cenário macroeconômico (juros, inadimplência)
Inadimplencia
"BBAS3: Liquidez Institucional segura !? mas 20,50 está ai""BBAS3: Liquidez Institucional segura !? mas 20,50 está ai"
Esta é uma provocação que fizemos agora.
BANCO DO BRASIL (BBAS3) – Projeção Técnica para R$20,50
Resultado 3T25: O Banco do Brasil apresentou desempenho aquém das expectativas, com lucro líquido consolidado de aproximadamente R$3,80 bilhões, refletindo pressão sobre margens e elevação do custo de crédito.
Rentabilidade: O ROE (Return on Equity) reportado foi de 8,40%, nível inferior ao histórico da instituição, indicando menor eficiência na geração de valor ao acionista.
Qualidade da carteira de crédito: A inadimplência permanece em trajetória ascendente e ainda não apresenta sinais claros de estabilização para o 4T25, o que adiciona risco à precificação futura.
Guidance: As projeções divulgadas pelo banco não sustentam o movimento altista recente, sugerindo descolamento entre preço de tela e fundamentos.
Análise Técnica
O ativo apresenta estrutura gráfica de realização , com formação de pivô de baixa e possibilidade de extensão do movimento até a região de R$20,50.
Caso haja rompimento consistente desse patamar, espera-se entrada de fluxo comprador institucional, preparando o papel para o 1T26, período sazonalmente mais robusto em termos de resultados.
A liquidez elevada de BBAS3 favorece a absorção de ordens de grande volume, indicando presença de players institucionais sustentando o preço e evitando correções mais abruptas.
Considerações Estratégicas
O movimento atual deve ser interpretado como precificação antecipada de cenários futuros, ainda que não corroborados pelos dados fundamentalistas.
A manutenção de posições relevantes por investidores de grande porte sugere defesa técnica das cotações, o que pode abrir espaço para operações táticas de curto prazo.
O monitoramento do guidance revisado e da evolução da inadimplência será determinante para validar ou refutar a continuidade da tendência altista.
📊 Em resumo: BBAS3 apresenta dissonância entre fundamentos e preço, mas o setup gráfico aponta para teste da faixa de R$20,50, com potencial entrada de força compradora caso haja rompimento.
"Assaí (ASAI3) resiliência em seus fundamentos" mas e o 3t2025?🔍 Assaí (ASAI3) em foco: desempenho financeiro no 2T25
No segundo trimestre de 2025, o Assaí apresentou resultados mistos, com sinais de estabilidade em alguns indicadores e leve pressão em outros. Vamos aos destaques:
💰 Valuation em movimento
O P/L (Preço/Lucro) ficou em 17,1x, levemente abaixo do 1T25 (17,4x), indicando uma pequena melhora na lucratividade relativa.
O EV/EBITDA caiu para 6,9x, mostrando que o mercado está atribuindo um valor mais atrativo à geração de caixa da empresa.
Já o P/VP recuou para 3,4x, sugerindo uma leve reprecificação do valor patrimonial 📉.
📉 Endividamento sob controle
A relação Dívida Líquida/EBITDA ficou em 3,17x, praticamente estável em relação ao trimestre anterior. Isso mostra que a alavancagem está sendo mantida dentro de parâmetros aceitáveis, mesmo com o cenário desafiador 💼.
📈 Rentabilidade com nuances
A Margem Bruta subiu para 16,7%, sinalizando eficiência operacional.
A Margem EBITDA Ajustado também cresceu para 5,7%, refletindo controle de custos e ganhos operacionais.
Já a Margem Líquida foi de 1,4%, mas com um detalhe importante: esse número foi inflado por créditos fiscais não recorrentes. Sem esse efeito, a margem ajustada seria de 0,9% ⚠️.
📊 Metodologia e contexto Todos os múltiplos foram calculados com base nos dados Pré-IFRS16, conforme destacado nos relatórios oficiais da companhia. Isso garante uma visão mais fiel da realidade operacional e financeira do Assaí 🧾.
📌 Conclusão O Assaí segue mostrando resiliência em seus fundamentos, com múltiplos de valuation mais atrativos e rentabilidade ajustada em linha com o histórico. A gestão da dívida continua eficiente, e os resultados do 2T25 reforçam a importância de olhar além dos números brutos — especialmente quando há efeitos não recorrentes envolvidos 🔎.
Bradesco da Transformação em 2024 ao Cenário Atual em 2025Relatório Bradesco: Da Transformação em 2024 ao Cenário Atual do 2T25
O Bradesco tem sido o foco de uma intensa narrativa de reestruturação e recuperação desde 2024, buscando reverter quedas de rentabilidade e reconquistar a confiança do mercado. O período compreendido entre 2024 e o 2T25 evidencia que essa trajetória é um processo em execução, demonstrado por melhorias consistentes nos principais indicadores financeiros.
1. Contexto Histórico: O Ano de Transição e Transformação (2024)
O ano de 2024 foi marcado como um período de transição e transformação para o Bradesco, com o início da execução de um novo plano estratégico focado em acelerar e aprofundar as mudanças no banco. A operação começou a ganhar tração, com tendências positivas se consolidando trimestre a trimestre.
• Desempenho Financeiro Gradual:
◦ O Lucro Líquido Recorrente demonstrou uma ascensão consistente. No 1T24, o banco reportou R$ 4,2 bilhões de lucro líquido recorrente, com um Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio (ROAE) de 10,2%, sinalizando uma inflexão na carteira de crédito e o início do plano estratégico.
◦ No 2T24, o lucro subiu para R$ 4,7 bilhões e o ROAE para 11,4%, superando as expectativas do mercado e reforçando a visão de recuperação "passo a passo".
◦ A tendência de alta continuou no 3T24, com lucro de R$ 5,2 bilhões e ROAE de 12,9%.
◦ Fechando o ano no 4T24, o lucro líquido recorrente alcançou R$ 5,4 bilhões, com ROAE de 12,7%, totalizando R$ 19,6 bilhões de lucro em 2024, um aumento de 20% em relação ao ano anterior.
• Qualidade da Carteira de Crédito:
◦ A partir do 1T24, o Bradesco reportou uma inflexão na qualidade de sua carteira de crédito, que havia contraído em 2023. A carteira retomou o crescimento em todos os segmentos, com foco em seletividade e linhas de crédito mais seguras, incluindo aquelas com garantia.
◦ A expansão foi notável em Pessoas Físicas (PF) e Pequenas e Médias Empresas (PMEs), com as "safras" mais recentes de crédito apresentando qualidade superior aos níveis pré-pandemia. Houve crescimento significativo em linhas como rural, imobiliário, crédito pessoal e veículos, além de cartões de alta renda.
◦ A inadimplência acima de 90 dias registrou quedas consistentes, com 0,2 p.p. de redução no 4T24 em relação ao 3T24 e 1,1 p.p. em 12 meses, em todos os segmentos. As despesas com Provisão para Devedores Duvidosos (PDD) também caíram significativamente nos trimestres subsequentes ao 1T24.
• Receitas e Despesas: As receitas totais cresceram, impulsionadas pela margem financeira total, receitas de serviços e desempenho das operações de seguros. As despesas operacionais permaneceram sob controle, apesar dos investimentos estratégicos em tecnologia e no segmento de alta renda.
• Iniciativas Estratégicas em 2024:
◦ Plano de Transformação e Digitalização: O banco estabeleceu um escritório de transformação com equipes dedicadas. Houve investimentos em canais digitais, revitalização do aplicativo, e início do uso intensivo de Inteligência Artificial (IA) para aprimorar a experiência do cliente.
◦ Ajuste do Footprint: O Bradesco continuou o ajuste de sua rede física, fechando agências tradicionais e ativando canais digitais e correspondentes bancários.
◦ Compromisso com Sustentabilidade (ESG): A meta de direcionar R$ 250 bilhões para atividades socioambientais até 2025 foi atingida antecipadamente no 1S24 e expandida para R$ 320 bilhões até o final de 2024. O banco também aderiu ao Net Zero Banking Alliance, comprometendo-se com a descarbonização de portfólios.
◦ Aquisições e Parcerias: Em 2024, o Bradesco concluiu o fechamento de capital da Cielo e a aquisição de participação no Grupo Santa, além de adquirir 50% do Banco John Deere.
2. Momento Atual: Segundo Trimestre de 2025 (2T25)
No 2T25, o Bradesco consolidou sua trajetória de recuperação gradual e sólida, demonstrando resiliência e foco contínuo em sua transformação estratégica.
• Desempenho Financeiro Robusto:
◦ O Lucro Líquido Recorrente atingiu R$ 6,1 bilhões, representando um aumento significativo de 28,6% em relação ao mesmo período do ano anterior, e um ROAE de 14,6%. Este resultado demonstra uma continuidade da melhora tanto trimestral quanto anual.
◦ A Margem Financeira Total alcançou R$ 18,0 bilhões, impulsionada por um forte crescimento da margem com clientes. As receitas totais cresceram 15,1% a/a, confirmando que o desempenho das receitas é o principal driver da rentabilidade em 2025.
◦ O segmento de seguros apresentou um desempenho robusto, com provisões técnicas totalizando R$ 425,1 bilhões, um aumento de 11,2% em 12 meses.
◦ A qualidade da carteira de crédito manteve-se sob controle, com a inadimplência acima de 90 dias estável em 4,1% no 2T25, o mesmo indicador de março de 2025.
◦ O Capital Nível 1 ficou robusto em 13,0% e o índice de capital principal em 11,1%, dentro dos limites regulatórios e gerenciais.
• Avanços Estratégicos Acelerados:
◦ Transformação Digital e IA: A estratégia "AI First" é protagonista, com investimentos contínuos em Inteligência Artificial Generativa (GenAI), como a "Bia Generativa" e o "Pix Automático", para aprimorar a experiência do cliente. A internalização de mais de 1.800 pessoas em tecnologia e o crescimento de 33% no quadro de desenvolvedores desde o início de 2024 são destaques. Houve redução de 33% no lead time das entregas de TI e um aumento de 84% nas horas de desenvolvimento para o negócio no 1S25 vs 1S24.
◦ Segmento de Alta Renda (Bradesco Principal): O novo segmento, lançado em novembro de 2024, expandiu-se com mais 7 escritórios em julho de 2025 (totalizando 7, incluindo São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte e Recife), com expectativa de alcançar 500 mil clientes em 2025.
◦ Foco em PMEs: Uso intensivo de GenAI, mais serviços via Cielo (como antecipação de recebíveis), e um novo App Empresas & Negócios com aumento de usuários.
◦ Ajuste do Footprint: O ajuste do footprint foi acelerado, com uma redução de 1.536 pontos de atendimento em comparação a junho de 2024.
◦ Sustentabilidade (ESG): O Bradesco alcançou 95,5% de sua meta ampliada de direcionar R$ 350 bilhões para setores e atividades com benefícios socioambientais até o final de 2025, reforçando seu compromisso com o financiamento de negócios sustentáveis.
• Cenário Macroeconômico e Desafios:
◦ A economia brasileira manteve-se aquecida, mas com sinais de acomodação, reflexo da elevação da taxa Selic. O PIB deve crescer 2,1% em 2025.
◦ A taxa Selic foi elevada para 15% pelo Banco Central, que, apesar de esperar cortes até o final do ano, mantém uma política monetária significativamente contracionista.
◦ Embora a gestão do banco demonstre otimismo sobre a estabilidade ou leve queda da inadimplência em 2025, analistas de mercado mantêm cautela, projetando um possível aumento no segundo semestre devido aos juros elevados e ao comprometimento de renda das famílias. As despesas operacionais continuam impactadas pelos investimentos estratégicos.
◦ O cenário internacional também apresenta incertezas, como a política tarifária norte-americana e tensões geopolíticas.
Em síntese, o Bradesco segue com confiança, passo a passo, em sua jornada de reestruturação iniciada em 2024, buscando uma rentabilidade sustentável e aprimorando a experiência de seus clientes através de uma forte agenda de transformação digital e ESG
"BANCO DO BRASIL- BBAS3 O VILÃO FOI CONFIRMADO""BANCO DO BRASIL 2t2025 deixa preocupações"
Graficamente está em região de resistência e vai depender para qual parte o mercado vai olhar do balanço para impulsiona-lo acima de 20,00 ou devolver para os 18,00 reais .
Análise do Resultado do 2º Trimestre de 2025 (2T25) do Banco do Brasil
3,784 bilhões na tabela detalhada).
Comparativo: Este número representa uma queda massiva de -48,7% em relação ao trimestre anterior (1T25) e de -60,2% em relação ao mesmo período do ano passado (2T24).
Conclusão Imediata: O resultado foi, de fato, extremamente fraco, confirmando o cenário pessimista que o mercado estava precificando.
2. Comparando com a Nossa Simulação
O resultado, embora muito ruim, veio ligeiramente melhor do que o nosso cenário mais pessimista. Isso é um ponto importante. Não foi o "apocalipse total" que alguns poderiam temer, mas ainda assim foi um número que quebrou a sequência de lucros robustos do banco.
Vamos recalcular o P/L com os números.
Conclusão: Com a divulgação do resultado, o P/L do banco, na cotação atual, se ajustou para exatamente 4,00x. Isso mostra que o mercado foi incrivelmente preciso em sua precificação, derrubando o preço da ação até o ponto em que o novo múltiplo refletisse a nova realidade de lucros menores.
3. O "Porquê" do Resultado: O Vilão Confirmado
A análise do relatório confirma nossa tese ponto por ponto:
Causa Raiz: O relatório é explícito ao dizer que a linha foi influenciada "pela continuidade da dinâmica agravada da carteira de agronegócios cuja inadimplência alcançou 3,49%".
Inadimplência Geral (+90 dias): Subiu forte, de 3,86% no 1T25 para 4,21% no 2T25. O problema, centrado no agro, está contaminando o indicador geral.
4. O Fator Mais Importante: O Novo Guidance (Projeções para 2025)
Esta é, talvez, a parte mais crucial do relatório para o investidor. O banco revisou suas projeções para o ano de 2025, e os novos números são um choque de realidade:
Análise do Guidance:
A diretoria do banco está, essencialmente, validando a tese pessimista dos analistas e dos "bancos gringos". O ponto médio da nova projeção de lucro é de R$ 23 bilhões, exatamente o número que usamos em nossa simulação de "bear case".
A incerteza sobre o tamanho do problema para 2025 acabou. O próprio banco colocou um número na mesa.
Síntese Final e O que Esperar Agora
O Pior Já Passou? A grande questão agora é se o 2T25 representou o "fundo do poço" em termos de provisionamento e reconhecimento de perdas. O novo guidance sugere que o segundo semestre ainda terá um Custo de Crédito elevado para atingir a meta anual.
A Tese de Investimento se Transforma: A tese deixa de ser "será que o resultado virá ruim?" e passa a ser "a cotação atual oferece uma margem de segurança suficiente para um ano de lucro baixo, e o banco conseguirá se recuperar em 2026?".
O mercado agora tem a confirmação que precisava. A reação do preço da ação a partir de agora dependerá se os investidores acreditam que todos os problemas já estão no preço ou se a visibilidade ruim para o resto do ano justifica novas quedas.
Análise Detalhada dos Indicadores
Custo do Crédito & Inadimplência:
A tabela mostra a história completa. A Inadimplência subiu de forma consistente, e o Custo do Crédito explodiu para R$ 15,9 bilhões, confirmando ser o principal fator por trás do resultado fraco. Este é o epicentro do problema.
ROE (Rentabilidade):
A consequência direta do aumento das provisões foi adestruição da rentabilidade. O ROE despencou para 8,4%, um patamar muito baixo para um grande banco e bem distante dos +20% que o BB vinha entregando. Isso mostra o quanto o lucro foi impactado.
P/L (Avaliação):
Com a cotação em R$ 19,85, o P/L se ajustou para 4,13x. Este parece ser o novo "ponto de equilíbrio" que o mercado encontrou. Ele reflete o balanço entre:
O negativo:O drástico continua sem fins lucrativos.
O "menos pior": O fato de que o resultado não foi ainda pior e o banco já deu um guidance claro (mesmo que baixo) para o ano.
O mercado não está mais pagando um múltiplo próximo de 5x (como no 1T25), mas também não jogou o múltiplo para a casa de 3x, sugerindo que o pior do pânico pode ter passado, dando lugar a uma análise mais fria da nova realidade.
Índice de Basileia (Solvência):
Este é o dado mais importante do lado positivo. Mesmo com um lucro baixíssimo e provisões gigantescas, o Índice de Basileia permaneceu estável em 14,14%. Isso sinaliza que o banco tem uma posição de capital extremamente sólida e é capaz de absorver o impacto da crise de crédito sem comprometer sua solvência. É a prova de que o banco "aguenta o tranco".
Conclusão
A tabela pinta um quadro muito claro: o Banco do Brasil está no meio de uma crise de crédito cíclica, centrada no agronegócio, que demoliu sua rentabilidade no curto prazo.
No entanto, sua base de capital permanece robusta, e o mercado ajustou seu preço para um múltiplo (P/L de ~4,1x) que agora parece refletir adequadamente este novo cenário de lucros mais baixos, mas sem risco de insolvência. A discussão agora se volta para a velocidade da recuperação a partir de 2026.
A Causa Primária (O Problema): A linha de Inadimplência mostra o problema se agravando trimestre a trimestre.
A Reação (O Remédio Amargo): Para combater o aumento da inadimplência e cumprir as novas regras, o banco foi forçado a aumentar drasticamente o Custo do Crédito (Provisões). A evolução é impressionante.
A Consequência Direta (O Impacto no Lucro):O aumento maciço das provisões teve um impacto direto e devastador na última linha do resultado. Isso é visível na queda brutal doROE, que desabou de 21,6% para apenas 8,4%. A rentabilidade do banco foi sacrificada para fortalecer seu balanço contra calotes.
A Consequência no Mercado (O Impacto no Preço): O mercado, antecipando e depois confirmando essa forte queda na rentabilidade, reajustou o preço da ação para baixo. O P/L caiu de um pico de 4,84x para 4,13x, refletindo que os investidores não estão mais dispostos a pagar um múltiplo alto por um banco com rentabilidade de um dígito.
A Segurança Estrutural (A Solidez): Em meio a toda essa turbulência, o Índice de Basileia permaneceu estável. Este é o atestado de saúde estrutural do banco, mostrando que, apesar da "hemorragia" no resultado causada pelas provisões, sua base de capital é forte o suficiente para suportar o choque sem risco sistêmico.
A inclusão do valor das provisões deixa claro que a queda do lucro e do preço da ação não foi um evento aleatório, mas uma consequência direta e matemática de uma decisão gerencial necessária para lidar com a deterioração da carteira de crédito.
"COMO FICA BBAS3 COM LUCRO LÍQUIDO 2T2025 +- 2,90 B."Análise:
O que Esperar do Mercado Amanhã?
Este número de 4,05x é extremamente revelador. Ele nos diz o seguinte:
O Mercado "Acertou" o Pessimismo: Um P/L de ~4,0x é muito próximo do múltiplo em que o banco negociava no final de 2024 (3,91x). Isso significa que a forte queda no preço da ação foi, neste cenário, um movimento racional e preciso do mercado, que antecipou corretamente a magnitude da deterioração do lucro. A tese de que o mercado vendeu em pânico perde força; ele vendeu com base em uma projeção que se confirmaria.
O Foco do Mercado Muda Imediatamente: Se este número for confirmado, a discussão sobre o resultado do 2T25 acaba na hora. O mercado já o precificou. Toda a atenção se voltará para o futuro. A pergunta-chave deixará de ser "Quão ruim foi o trimestre?" e passará a ser:
"Este é o fundo do poço?"
A Reação do Preço Amanhã Dependerá do "Guidance":
Cenário Negativo (Ação pode cair mais): Se a diretoria, na teleconferência de resultados, sinalizar que a crise do agro continua, que mais provisões serão necessárias no 3T25 e revisar para baixo suas projeções para o ano (o "guidance"), o mercado entenderá que o "L" do P/L vai cair ainda mais. Neste caso, mesmo a R$ 19,24, a ação pode ser considerada "cara" e sofrer novas quedas.
Cenário Positivo (Ação pode estabilizar ou subir): Se a diretoria disser que o 2T25 foi o "pior trimestre", que as maiores provisões já foram feitas e que esperam uma melhora gradual para o segundo semestre, o mercado pode interpretar que o lucro "bateu no fundo". Neste caso, um P/L de 4,05x sobre um lucro que parou de cair pode ser visto como uma grande oportunidade de compra, e o preço poderia encontrar um piso sólido neste patamar ou até iniciar uma recuperação.
Em resumo, um lucro de R$ 2,90 bilhões confirmaria as piores expectativas. A reação da ação a partir daí dependerá 100% da narrativa que a diretoria do banco construir para o futuro. Prepare-se para acompanhar de perto não apenas o número do lucro, mas principalmente os comentários e as projeções da administração na teleconferência de resultados.
Análise da Evolução Trimestral:
Estabilidade em 2024: O ano de 2024 demonstrou uma notável consistência, com o lucro trimestral variando muito pouco, sempre na casa dos R9,3 a 9,6 bilhões. Isso refletiu um período de forte rentabilidade e previsibilidade.
O Ponto de Virada no 1T25: O primeiro trimestre de 2025 marca uma quebra clara nessa tendência, com o lucro caindo para R$ 7,4 bilhões.
*Motivo da Queda: Conforme discutimos, essa redução não se deve apenas a uma piora operacional, mas é fortemente influenciada pela adoção da nova regra contábil (IFRS 9) e pelo aumento preventivo das provisões para perdas no crédito, principalmente no agronegócio.
SANB11 frustrou na região de média de 200 periodosSANB11 frustrou na região de média de 200 períodos
O resultado impulsionou o ativo mas quando chegou na região de média de 200 períodos frustrou o movimento e agora que veio a realização do setor e da bolsa estamos vendo o quando fez falta não conseguir atingir alvos bem acima para agora usar a MM200 como suporte. O momento agora é de olhar para suporte e o ultimo candle mostrou que o sentimento do mercado era de realização.
"Lojas Renner LREN3 o fluxo impulsiona o ativo, mas há alertas""Lojas Renner LREN3 o fluxo impulsiona o ativo, mas há alertas"- contra fluxo e um bom balanço de segundo trimestre de 2024 não há argumentos. O ativo vem forte e a região de 19 reais já está no horizonte. A região de 19,00 reais ja seria precificando um terceiro trimestre melhor que o segundo, e temos que lembrar sem nos abalar que temos ainda esta semana inflação nos USA , a nossa veio ontem de certa forma até contida indicando 4,35 % para 12 meses. Payroll para a semana que vem , decisão de juros no dia 18 de setembro aqui e no USA.
Então temos um caminho cheio de dados decisivos que podem trazer volatilidade aos preços.
"Banco do Brasil momento de ressalvas mas pode buscar o 27,30""Banco do Brasil momento de ressalvas mas pode buscar o 27,30"- O momento é de ressalvas porque o banco manifestou a intenção de se aventurar em créditos mais arriscados. Se a curva da inadimplência estiver ainda em tendencia de baixa esta atitude pode não impactar os números do banco.
as o momento de curto prazo ainda é de buscar a região de 27,30.
"Santander se os #USA não atrapalhar os 30,24 tá próximo""Santander se os #USA não atrapalhar os 30,24 tá próximo"- o balanço do segundo trimestre o credencia a região de 30,24. Está no momento na região da média de 200 períodos e libertando dela a tendencia é que busque este topo almejado.
Esta semana novamente temos dados nos Estado Unidos , e vindo em linha vai estabilizar a volatilidade do mercado em níveis aceitáveis.
"Itaú e ai para onde vai o ativo , qual será a Narrativa?Itaú (ITUB4) lucra R$ 10,1 bilhões no segundo trimestre, alta anual de 15,2%
O Itaú (ITUB4) reportou lucro recorrente gerencial de R$ 10,1 bilhões referente ao segundo trimestre de 2024. A cifra é 15,2% maior que a registrada um ano antes. O resultado ficou praticamente em linha com o esperado. O consenso LSEG apontava para lucro líquido de R$ 10 bilhões.
O retorno sobre patrimônio líquido (ROE, na sigla em inglês) anualizado do maior banco privado brasileiro foi de 22,4%, com crescimento de 1,5 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2023.
A carteira de crédito total ajustada da instituição financeira bateu R$ 1,254 trilhão, com crescimento anual de 8,9%.
A margem financeira gerencial foi de R$ 27,665 bilhões, com alta de 6,4% ante o mesmo período de 2023.
A margem com clientes do banco foi de R$ 26,3 bilhões, com crescimento anual de 5,4%. Já a margem com o mercado, de R$ 1,4 bilhão, com expansão de 31%.
O índice de inadimplência total do banco, para empréstimos com mais de 90 dias de atraso, sofreu um recuo de 0,3 ponto percentual, na mesma base de comparação, para 2,7%. As despesas de provisão para créditos de liquidação duvidosa (PDD), por sua vez, recuaram 3,3%, para R$ 9,3 bilhões.
“O cenário positivo na qualidade de crédito, em função das safras recentes, e a consequente melhora nos índices de inadimplência justificam a redução da despesa de provisão para créditos de liquidação duvidosa na comparação anual”, diz o comunicado do banco.
O Itaú informou ainda que seu custo de crédito no segundo trimestre totalizou R$ 8,8 bilhões, com queda de 6,7% em bases anuais.
A receita de seguros e serviços do Itaú cresceu 10,4% no mesmo intervalo de tempo, para R$ 11,33 bilhões.
As despesas não decorrentes de juros totalizaram R$ 15,07 bilhões no período, com alta anual de 5,6%.
"Bradesco já sonha e pode alcançar o almejado 16,50""Bradesco se pegar leve na realização pode alcançar o almejado 16,50"-
Sim pode chegar , e tem que ser antes da divulgação do resultado do terceiro trimestre no final de outubro. Se considerarmos apenas o balanço , seria questão de tempo e realização parciais para chegar no topo de 16,50 tão indicado pelo mercado.
Mas temos pelo caminho:
* eleição americana
*risco do retorno da inflação nos Estados Unidos e a narrativa de redução do juros desaparecer.
* pânico de uma possível recessão nos Estado Unidos.
* Fato inesperado e totalmente imprevisível em relação a nossa politica fiscal.













