SpaceX e a Nova Era dos MercadosAssim como a Terra orbita o Sol, o mundo estará prestes a orbitar a SpaceX.
Com toda certeza, você que lê este texto já está pensando: "Lá vêm teorias da conspiração."
Sim, eu sei. A frase do primeiro parágrafo parece exagerada à primeira vista. Afinal, estamos falando de uma empresa privada que fabrica foguetes, satélites e tem, hoje a utopia de colonizar Marte.
Mas vamos nos ater tão somente aos detalhes técnicos e financeiros e tentar prever o que pode acontecer nos bastidores de Wall Street e do mundo nos próximos dias para percebermos que talvez essa comparação não seja tão absurda quanto parece.
Percebo que boa parte do mercado e principalmente da mídia, observa o IPO da SpaceX como apenas mais uma abertura de capital histórica, mas esse IPO vai muito além.
Vejamos. Estamos na iminência de termos uma empresa recém-lançada avaliada em algo que beira os US$ 2 trilhões e, sendo assim avaliada, essa empresa seria a 15ª maior economia do mundo (rsrs - não se apegue a esse detalhe). Por si só, esse evento é capaz de alterar a dinâmica global dos fluxos de dinheiro e das alocações de capital, potencializando ainda mais o vasto desequilíbrio entre mercados emergentes e desenvolvidos.
E esse IPO tem literalmente o poder de altera a dinâmica do mercado.
Há muitas décadas, os índices financeiros globais eram, até certo ponto, controlados por filtros naturais do mercado. Ou seja, as empresas nasciam, cresciam, geravam resultados, passavam por ciclos econômicos e, somente após essa seleção natural do mercado, podiam ascender e conquistar seu espaço nos principais índices e benchmarks mundiais.
Com o IPO da SpaceX, esse processo está se invertendo e é justamente aqui que o meu texto anterior se encaixa: a queima de liquidez está sendo direcionada para agentes não tradicionais.
Vejamos. Temos uma única companhia com tamanho colossal, capaz de obrigar gestores de fundos, ETFs e administradores de índices a reformularem por completo suas metodologias simplesmente para acomodar a SpaceX. Que coisa, não?
Isso parece apenas um detalhe, mas suas consequências podem ser profundas.
Hoje, trilhões de dólares são administrados por fundos, e esses recursos não fazem análise fundamentalista; eles simplesmente seguem índices. Quando uma empresa do porte da SpaceX ingressa nesses índices, bilhões de dólares são automaticamente direcionados para suas ações, independentemente do valuation, do preço ou do risco envolvido.
E cada dólar que entra na SpaceX é um dólar a menos procurando oportunidades em mercados emergentes como Brasil, México, Indonésia, África do Sul ou Índia.
Seria 0 IPO o grande motivo do IBOV está corrigindo quase 20% somente em 2026? Ou temos algo pior para justificarmos essa correção?
Diante desse cenário que se desenha, as empresas brasileiras podem apresentar múltiplos mais atrativos, dividend yields superiores e níveis de valuation mais interessantes, mas ainda assim perderão espaço na disputa global por capital. E não será porque seus fundamentos pioraram, mas sim pelo simples fato de competirem contra uma máquina de absorção de liquidez.
Nossa bolsa já enfrenta há anos uma fuga estrutural de capital, agravada por questões políticas. Enquanto os Estados Unidos concentram as maiores empresas de tecnologia, inteligência artificial, computação espacial, semicondutores e infraestrutura digital, o mercado brasileiro permanece fortemente dependente de bancos, commodities, energia e consumo doméstico. E é aí que mora o perigo.
Por isso, o IPO da SpaceX não deve ser analisado apenas como um evento corporativo. Esse evento pode representar o início de uma nova era do capitalismo, na qual o capital deixa de ser distribuído com base em oportunidades relativas e passa a ser atraído por um número cada vez menor de empresas gigantescas.
Façam vossas análises e bons negócios.
Seja Consciente, Se Comprar, Use Stop.
Ibovespa
Bovespa Mini Index Daily: Dynamic Rejection Following a Near-TouWe are adding the Brazilian Equity Market into our multi-asset coverage, analyzing the Bovespa Index Mini Futures ( BMFBOVESPA:WIN1! - BMFBOVESPA) on the Daily (1D) chart. The asset is flashing a textbook institutional defense setup following a deep macro correction.
### Technical Framework & Dynamic Support:
* **The 200 EMA Magnet:** After a steep corrective cycle from the April peaks, the mini index retraced aggressively into macro value territory. As highlighted inside the orange circle, the descent came to a sudden halt during a near-touch interaction with the rising **200-period Exponential Moving Average (Daily 200 EMA - purple line)**, which was tracking at **169,770** (currently hovering at **170,371**).
* **The Demand Absorption Candle:** The low of the daily session registered at **170,180**, missing a milimetric touch of the moving average by a tiny margin before aggressive dynamic buyers stepped in. The session responded with a powerful **+1.86%** bullish expansion candle, closing near local highs at **179,115**.
### Structural Outlook & Context:
The 200 EMA on the daily timeframe serves as the ultimate institutional line in the sand for a primary market cycle.
1. **The Bullish Rejection Signal:** The fact that the index printed a strong upside rejection candle immediately upon approaching the purple baseline indicates heavy liquidity absorption by institutional entities looking to defend the primary long-term uptrend.
2. **The Tactical Trajectory:** This successful defense sets up a short-term mean-reversion bounce. As long as the market validates structural acceptance above the newly established **170,000** psychological floor, momentum favors a technical recovery leg to test minor local supply layers overhead.
### Tactical Execution Mindset:
Shorting directly into a major, rising Daily 200 EMA baseline without a structural break carries a highly unfavorable risk-to-reward ratio. The optimal professional playbook involves monitoring lower timeframes (such as H4 or H1) inside this newly formed swing low to spot continuation patterns (like flags or minor retests) to position along the primary institutional buying impulse.
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📊 **ProData Chart** | By Rogerio Zaglia
*Technical Analysis, Price Action & Emerging Markets Strategy.*
⚠️ **Disclaimer:** For educational and informational purposes only. This technical study does not constitute investment advice or trading recommendations.
GGBR4 Semanal com Ganho Potencial de até 29,83%O gráfico semanal (1S) de Gerdau S.A. (GGBR4) apresenta uma das configurações mais limpas e promissoras dos últimos meses.
Após concluir uma extensa fase de acumulação macro, o preço validou uma sólida região de suporte e agora engata uma reversão de tendência com pivôs de alta bem definidos.
Estamos diante de um momento de transição de fluxo que pode acelerar fortemente o ativo.
Executar a Estratégia: Alvos Técnico-Operacionais
A análise gráfica e a projeção de Fibonacci indicam dois objetivos simétricos claros para o trade:
1) Primeiro Alvo (R$ 26,89): Resistência gráfica imediata e ponto de realização parcial, com +16,18% de upside.
2) Alvo Final (R$ 30,03): Objetivo principal da estrutura de expansão, oferecendo um excelente potencial de +29,83% de valorização.
Os indicadores de momentum na base do gráfico mostram a força compradora ganhando terreno, sugerindo que o Smart Money já está posicionado para essa movimentação.
Manter a Disciplina e a Visão de Longo Prazo
"O sucesso no trading não consiste em adivinhar o futuro, mas em reagir corretamente aos sinais técnicos com um gerenciamento de risco impecável."
Operar tempos gráficos maiores (1S) exige paciência institucional. Não se deixe abalar por oscilações diárias. A tendência macro está desenhada e a relação risco-retorno é extremamente favorável. Siga o plano de trading com precisão, gerencie o lote e deixe o tempo trabalhar a favor da estatística.
Bons negócios e consistência a todos!
Analisar o quê?Dias vêm, dias vão... boas notícias chegam, más notícias brotam. Assim têm sido os últimos cinco meses de 2026.
Dizem por aí que estamos vivendo uma bolha das IAs. Mas me parece que muitos se esqueceram de algo fundamental: toda grande bolha é precedida por excesso de liquidez. E esse excesso de dinheiro precisa ser direcionado para algum lugar.
Historicamente, boa parte desse excesso de capital encontrou seu caminho em grandes conflitos, ciclos de reconstrução e disputas por poder. Desta vez, porém, o dinheiro parece ter sido direcionado para algo potencialmente mais útil ao momento: a inteligência artificial. Afinal, quem sair na frente nessa nova corrida tecnológica poderá ditar o ritmo dos próximos conflitos econômicos, comerciais e geopolíticos.
Para quem acompanha os gráficos diariamente, parece que o mercado abandonou qualquer racionalidade. Mas eis que existe uma luz no fim do túnel: os setups não mentem, mas o mercado, sim.
Seria isso uma correção em 38% da FIB
Partindo dessa premissa, eu vos digo: está tudo escrito nas estrelas... ou melhor, nas FIBOs.
E digo isso porque as FIBOs não preveem o futuro. Elas carregam a memória do passado. São marcas deixadas pelo próprio mercado ao longo de sua trajetória. Assim como um atleta conserva parte de sua força mesmo após meses sem treinar, o mercado também preserva cicatrizes, zonas de interesse e níveis que insistem em ser revisitados.
Vou dizer mais uma vez, e não me cansarei de repetir: o mercado vive de falácias. Mas aqueles que sabem interpretar as linhas de Fibonacci não ficarão ricos ou milionários da noite para o dia; porém, estarão mais preparados para enfrentar as tempestades.
Agora você, que chegou até aqui, deve estar se perguntando:
"O que esse maluco está querendo dizer? Não era para ele estar falando de gráficos e setups?"
Pois bem, eu vos digo: os setups e as FIBOs são como bússolas. Eles apontam caminhos e mostram possibilidades, mas não tomam decisões por você. Cabe a cada investidor filtrar as notícias, ignorar os ruídos e interpretar corretamente os sinais que o mercado emite diariamente.
No fim das contas, o gráfico não prevê o futuro. Ele apenas revela onde as probabilidades costumam estar. É como aquele velho ditado: o poder não corrompe, apenas revela o corrupto. Da mesma forma, o gráfico não cria movimentos, tendências ou emoções; ele apenas revela aquilo que o mercado já é.
Façam vossas análises e bons negócios.
Seja Consciente, Se Comprar, Use Stop.
IBOV em alerta: reversão à vista?GRÁFICO MENSAL
Com o encerramento do mês de maio, surgem sinais relevantes de enfraquecimento da tendência de alta no longo prazo, principalmente ao observar a sequência dos últimos candles:
- Maio: Engolfo de Baixa (padrão que pode indicar reversão quando formado em região de resistência);
- Abril: Estrela da Noite (estrutura tradicionalmente associada à perda de força compradora);
- Março: Enforcado (padrão que exige confirmação, mas que costuma chamar atenção quando aparece próximo das máximas).
Com o Ibovespa tendo registrado sua máxima histórica em 199.354,81 pontos, a formação dessa sequência de candles aumenta a atenção para um possível processo de correção ou reversão no gráfico mensal.
O Índice de Força Relativa (IFR) também reforça esse ponto ao ter alcançado níveis elevados em fevereiro (80,51 pontos), região historicamente associada à sobrecompra. Soma-se a isso o fato de o price action permanecer bastante afastado de sua média de longo prazo, com a MMA-200 ainda próxima da região dos 86 mil pontos.
Portanto, o gráfico mensal ainda preserva sua estrutura principal de alta, mas passa a apresentar elementos que justificam atenção para uma possível desaceleração ou correção mais ampla do movimento anterior.
GRÁFICO SEMANAL
No gráfico semanal, destaca-se uma possível Formação de Alargamento.
Esse tipo de estrutura costuma representar aumento de volatilidade e disputa entre compradores e vendedores. Quando aparece após movimentos prolongados de alta, pode indicar enfraquecimento da tendência anterior e aumento da incerteza quanto aos próximos movimentos.
Nesse contexto, o gráfico semanal passa a funcionar como uma zona intermediária entre a força da tendência principal e o surgimento de sinais corretivos observados nos tempos menores.
GRÁFICO DIÁRIO
No gráfico diário, observa-se a formação do padrão gráfico Pires Invertido, tradicionalmente associado à possibilidade de continuidade do movimento corretivo.
Considerando como referência a região de suporte em 175.039,34 pontos, caso o rompimento observado no dia 29 de maio venha a ser confirmado nos próximos pregões, a projeção técnica do padrão indicaria alvo na região de 150.723,87 pontos.
Ainda assim, vale destacar que projeções gráficas dependem da manutenção da estrutura e devem ser acompanhadas em conjunto com o comportamento do price action e dos suportes intermediários.
Viés Auren Energia SAAqui vai a minha entrada na BMFBOVESPA:AURE3
Empresa do Setor de Energia.
BMFBOVESPA:AURE3
- Essa entrada consiste em um Candle de força, juntamente inclinado nas Médias Móveis, servindo como suporte.
- Logo abaixo vem a Média Móvel de 200, que também serve como suporte para a entrada.
I ALVO: 14,297.
II ALVO: 15,112.
III ALVO: 16,419.
- Aqui vai uma imagem do Gráfico Semanal que entra em confluência;
- Porém, com uma Média Móvel de 200 na cara;
- Mesmo assim, estou assumindo o risco e acreditando no movimento por uma série de fatores que vou demonstrar aqui:
BMFBOVESPA:AURE3
- Esse Candle de força também pode ser interpretado como um Candle de exaustão, anulando a minha teoria de entrada, mas mesmo assim confio no meu método e acima disso na minha gestão de risco.
BMFBOVESPA:AURE3
- Uma coisa interessante que me faz gostar desse tipo de entrada é a angulação, é algo que reparo bastante, principalmente no Diário e as vezes no Semanal, por exemplo:
- Esse tipo de angulação me deixa muito confortável para trabalhar, tendo em vista que ele primeiro lateraliza, acumula, para assim ganhar força para o novo movimento.
- Sempre trabalhei com essa parte visual do gráfico que me mostra esse tipo de angulação, e é algo que vem dando certo e vou refinando com o passar do tempo, faço o convite para vocês começarem a olhar as angulações a partir de hoje.
- Lembrando que: nós comerciantes, não trabalhamos com certezas mas sim com probabilidades e estatísticas, além do Risco x Retorno, que na minha opinião, é o mais importante de todos.
BMFBOVESPA:AURE3
- Irei demonstrar aqui também um Gráfico Mensal dessa ação, que demonstra a floresta em si, alvos mais longos, que na minha opinião também ajuda a confiar na minha entrada do Diário:
- Esses são alvos Macros, em cima de retrações de Fibonacci, me fazendo acreditar que a longo prazo possa vir a buscar, não só pela análise gráfica, mas também por ser um setor de energia.
- Outra coisa que quero deixar claro aqui, essa é uma entrada de Risco x Retorno 3,5 pra 1.
- Não quero alongar meu Stop nessa operação, apesar de acreditar que exista alvos mais longos pra frente, porém tenho uma Média Grande de 200 no Semanal passando na minha cara, não quero enfrentá-la assim, sei que não vai ser fácil esse Trade, exige também coragem e confiança no seu trabalho e naquilo que você acredita.
- Caso ela bata na Média Móvel de 200 e volte, não vou pagar pra ver, aceito o Stop e sigo pra próxima, novamente, estou aqui também pelo Risco x Retorno, não apenas para achar que estou certo ou errado.
- O que vai me fazer vivo no mercado é isso, entender que ele existe todos os dias, semanas e meses, o que resta é aproveitar as oportunidades que ele nos dá, sem querer ficar controlando o que não está no nosso alcance.
- Agradeço a todos que leram até aqui, novamente é uma entrada arriscada, não estou sugerindo compra para ninguém, tudo que faço aqui é o meu Viés, baseado em Tendência, Fibonacci e Análise Técnica Clássica.
- Fiquem com Deus e vamos acompanhar! Abraços.
Confirmação de Quebra de estrutura de altaO Ibovespa abre mais espaço para cair, conforme o cenário macro se mantiver.
Como foi o fluxo estrangeiro que fez a alta recente, essa diminuição de fluxo ou ele cessando, provavelmente dará oportunidade aos vendedores melhorarem sua posição e aos que desejam se posicionar na compra, uma nova oportunidade.
Estudo Mini-indice para a 1º semana de marçoAgora começa aparecer uma maior probabilidade de termos correções um pouco maior do que vimos na semana passada, porém ainda longe de haver uma reversão de tendência.
O cenário macro mais provável ainda está em continuidade de subida. Se mantiver o forte momentum comprador, segunda-feira pode já tentar voltar forte para cima, caso não haja uma concretização da guerra EUA x IRÃ, aproveitando um desarme dos hedges de proteção do fim de semana.
Porém, uma correção um pouco maior ainda estaria dentro de um cenário fortemente altista, atraindo mais vendedores e aumentando mais a liquidez para um eventual estope deles.
Estudo do WINFUT - Tendência de alta inalteradaEm um nível de preço mais elevado do que o anterior em que acumulou, o índice BOVESPA, agora se prepara para dar novo salto, se considerarmos os movimentos anteriores e a continuidade do cenário macro econômico.
Nesse ponto, qualquer narrativa será para dar combustível (liquidez) para subir mais.
Do ponto técnico, existe um índice forte na subida, se guiando pelas médias móveis como a de 50 períodos.
Temos o IBOV EM Dólar!No IBOVESPA dolarizado, pode-se observar uma tendência de curto prazo apontando para a região dos 40K, coincidindo com um nível de resistência indicado pela retração de Fibonacci traçada no gráfico.
Caso esse movimento se confirme, poderemos ver o alvo dos 200 mil pontos sendo alcançado no IBOV.
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RAIZ4 Análise da AçãoRAIZ4 Análise da Ação
Os indicadores técnicos diários estão positivos.A ação está tentando romper para cima a resistência em 0,88. Acreditamos que, após um longo período de lateralização, esse nível possa ser superado. Com os indicadores também em território positivo, entendemos que as condições técnicas adequadas estão formadas. O único fator que a ação precisa é a entrada de suporte comprador. Atualmente, o preço está se movimentando acima da média móvel de 21 dias (0,82). Caso rompa a resistência e realize fechamentos diários acima desse nível, a média móvel de 50 dias será o primeiro alvo, localizada também na resistência de 0,94. Mantendo-se o cenário positivo no longo prazo, a média móvel de 200 dias (1,27) pode se tornar o melhor objetivo. Em um possível movimento negativo, o suporte em 0,79 é um nível importante a ser observado.
Resistências: 0,88 - 0,94 - 0,99
Suportes: 0,79
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RECV3 Ações Análise TécnicaRECV3 Ações Análise Técnica
Os indicadores técnicos semanais seguem com viés positivo. Após se movimentar de forma lateral no nível de suporte em 10,40, a ação aparenta ter iniciado uma tendência de alta. O fato de os indicadores começarem a apresentar sinais positivos, partindo de níveis mais baixos, pode indicar um possível potencial de valorização do ativo. Caso a ação rompa para cima a média móvel de 21 dias (11,955), a probabilidade de fortalecimento do suporte pode aumentar. Mesmo estando muito abaixo da média móvel de 200 dias (17,055), consideramos a possibilidade de um movimento de alta.
Resistências: 11,70 - 12,80 - 13,40
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CSNA3 Ações Análise Técnica CSNA3 Ações Análise Técnica
Os indicadores técnicos semanais seguem com viés positivo. A ação continua sendo negociada acima da média móvel de 21 dias (8,31). Enquanto permanecer acima dessa média, acreditamos que o cenário positivo possa ser mantido. Por outro lado, observamos que o ativo ainda está abaixo das médias móveis de 50 e 200 dias (10,30 – 11,30). Caso os níveis de suporte se mantenham, existe a possibilidade de o preço testar essas médias. A pressão vendedora observada nas últimas duas semanas pode estar chegando ao fim, acompanhada por redução no volume. Se houver entrada de compras acima do suporte em 8,84, o ativo pode voltar a assumir uma posição de alta.
Resistências: 9,72 - 10,33 - 10,84 - 11,93
Suportes: 8,84 - 7,97 - 7,35 - 6,72
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Os indicadores técnicos no gráfico diário estão positivos. A ação rompeu para cima a resistência em 5,53 e a média móvel de 200 dias (5,49). Com os indicadores apontando para cima, esperamos movimentos positivos no preço. Enquanto o ativo permanecer acima da média móvel de 200 dias, pode haver aumento da força de suporte.
Resistências: 5,70 – 5,89 – 6,13
Suportes: 5,53 – 5,19 – 5,07
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Ibovespa (IBOV) entra em formação de Pivot de AltaO Ibovespa fechou em alta de 1,07% aos 162.482 pontos se aproximando da sua máxima histórica que fica em 165.035 pontos (topo deixado em 05 de dezembro desse ano). Se romper essa resistência irá confirmar um novo pivot de alta que foi traçado em azul no gráfico acima, o que pode abrir campo de alta até as projeções de 61,8%, 100% e 161,8% de Fibonacci que ficam respectivamente em 172.120, 176.500 e 183.585 pontos. Já os próximos suportes ficam em 158.225 (MME21), 155.187 e 153.570 pontos.
Viés Futuro de Boi Gordo - Longo PrazoBMFBOVESPA:BGI1!
- Meu Viés a longo prazo para o Futuro de Boi Gordo
BMFBOVESPA:BGI1!
Hoje o @ do BOI se encontra em R$325,00 reais.
- Minha Análise é puramente baseada em Análise Técnica Gráfica Clássica, com a ajuda do Fibonacci que é meu guia, sem viés Macroeconômico.
- Para facilitar a visualização do traçamento do Fibonacci:
- I ALVO em R$447,75 reais para o @ do BMFBOVESPA:BGI1!
- II ALVO em R$507,90 reais
- III ALVO em R$605,25 reais
- Lembrando que: O que realmente importa é o risco X retorno, não estamos no mercado para ser perfeito e sim lucrativo, erros todos nós cometemos, por isso temos que ser objetivos;
- Se deu errado, Stop e vai pra próxima, muitas vezes vamos estar certos porém não vamos ganhar dinheiro. isso é o mercado;
- Não adianta apenas saber a direção e sim o tempo de entrada correto, com um Risco barato e um Retorno alto;
- É isso que vai fazer sua conta fechar no final do Mês.
- Obrigado a todos e vamos acompanhar essa entrada, não hesite em mandar um comentário refinado aqui com sua opinião, respeitando as diretrizes da plataforma.
Ibov em dólar super o nível de Dezembro 2019O Banco Central do Brasil manteve o discurso duro, mas o mercado entendeu a mensagem como um sinal de estabilidade e, paradoxalmente, isso reacendeu o apetite por risco.
Na ata divulgada após a reunião de novembro, a autoridade monetária reforçou sua confiança de que juros elevados por mais tempo serão suficientes para garantir a convergência da inflação à meta. A Selic permaneceu em 15% pela terceira vez consecutiva, consolidando o ciclo de aperto mais longo das últimas duas décadas.
O recado implícito foi claro: o combate à inflação está próximo de seu ponto de maturação. O IPCA de outubro, que avançou apenas 0,09% no mês e acumulou 4,68% em 12 meses, abaixo das projeções, reforça essa percepção. O cenário combina desaceleração dos preços, queda nas expectativas de inflação futura e uma economia que segue crescendo de forma moderada.
Com isso, a curva de juros começou a precificar o início de um ciclo de cortes já no primeiro trimestre de 2026. Os contratos de swap para janeiro de 2027 recuaram mais de 13 pontos-base, indicando que o mercado passou a enxergar espaço para flexibilização da política monetária antes do que se imaginava. Essa reprecificação, aliada à inflação mais comportada, tem efeito direto sobre o câmbio e sobre o apetite por ativos brasileiros, dois vetores que explicam o rali recente do Ibovespa em dólar.
Enquanto isso, o fluxo estrangeiro volta a se intensificar. Em meio a um cenário global de juros altos por mais tempo nos EUA, investidores buscam mercados emergentes com prêmio real elevado e o Brasil, com Selic real acima de 10%, desponta como um porto seguro relativo. O ganho adicional vem da valorização das commodities e da melhora dos balanços corporativos domésticos, especialmente no setor financeiro e de energia.
Mesmo com incertezas fiscais e a proximidade das eleições de 2026, o investidor estrangeiro percebe que o Banco Central brasileiro está jogando no campo da credibilidade. Gabriel Galípolo manteve o tom cauteloso, mas transmitiu uma mensagem de confiança: a inflação está cedendo e o pior já passou. A perspectiva de estabilidade política até o ciclo eleitoral, somada à queda gradual das expectativas de inflação, reforça a atratividade da Bolsa em dólares que está em seu melhor momendo desde Dezembro de 2019:
No fim das contas, o Índice Bovespa em dólar sobe porque o investidor estrangeiro começa a enxergar valor onde antes via apenas risco. O câmbio estabilizado, a inflação sob controle e a promessa de um ciclo de corte de juros — ainda que gradual — criam o tipo de combinação rara em economias emergentes: prêmio real alto, crescimento moderado e credibilidade monetária.
O Brasil, ao menos por enquanto, parece ser o “carry trade” mais seguro do mundo.
O que esperar do COPOMO Banco Central do Brasil deve manter a Selic inalterada nesta quarta-feira, no maior patamar em quase duas décadas. A mensagem é clara: o ciclo de juros altos ainda está longe de terminar, e os investidores começam a se conformar com a ideia de que o custo do dinheiro continuará elevado por mais tempo do que se imaginava.
Sob a liderança de Gabriel Galípolo, o Comitê de Política Monetária (Copom) deve preservar a taxa básica em 15% pelo terceiro encontro consecutivo segundo a maior parte das opiniões do mercado. O consenso reflete uma virada de percepção: não se trata mais de quando os cortes começarão, mas por quanto tempo o Banco Central vai segurar as rédeas.
Nos bastidores, a visão é que Galípolo e seus colegas do conselho ainda estão desconfortáveis com a inércia inflacionária. Programas sociais e estímulos fiscais do governo ampliam a pressão sobre os gastos públicos, e qualquer sinal de afrouxamento prematuro poderia reacender a inflação.
Mesmo que o BC reconheça uma melhora marginal nas expectativas de preços, o tom seguirá restritivo. A maior questão é se isso abrirá caminho para um corte em dezembro. Os dados até permitem essa hipótese, mas acreditamos que o BC evitará sinalizar qualquer movimento antes que a inflação esteja claramente dentro da meta.
Economia resiliente, mas custo alto
O mercado de trabalho continua aquecido: a criação formal de empregos superou as projeções em setembro, e o desemprego segue em 5,6%, um dos menores níveis históricos. Essa resiliência, paradoxalmente, dá margem para o BC manter o aperto por mais tempo.
Desde o início do ciclo, o Banco Central elevou a Selic sete vezes seguidas, somando 4,5 pontos percentuais de alta, antes de interromper o movimento em junho. O objetivo era observar os efeitos do aperto sobre o custo de vida e, por enquanto, os resultados começam a aparecer.
A inflação de meados de outubro ficou em 4,94% em 12 meses, o menor nível desde o início de 2025. As projeções para 2025 a 2028 recuaram levemente, sinalizando que a trajetória caminha na direção certa.
Para o Índice Bovespa a decisão já está no preço, o mercado buscou máxima histórica no dia do COPOM e sobe mais de 25% no ano. A oportunidade está em setores de exportação e empresas dolarizadas (papel e celulose, mineração, proteína), que tendem a se beneficiar de eventual desvalorização cambial e desaceleração doméstica. Do outro lado da moeda, um BC mais duro mantém o real relativamente forte, já que o diferencial de juros com os EUA segue alto. Isso atrai carry trade via USDJPY, mas não garante fluxo de capital para a bolsa.
Cautela até 2026
Ainda assim, a mensagem do Copom deve ser firme: a convergência da inflação à meta vem antes de qualquer afrouxamento. A ideia de um corte antecipado perde força a cada nova reunião.
Em outras palavras, o Brasil pode conviver com juros de dois dígitos por boa parte de 2026. E, para um mercado que se acostumou a sonhar com cortes rápidos, a realidade é que o Banco Central agora está sob um novo comando, mas o mesmo pragmatismo não parece disposto a correr riscos.
Testando Utilização de IFR no contrato futuro de Dólar.Você sabia que o TradingView permite testar estratégias de forma simples e intuitiva?
Recentemente, realizamos um backtest utilizando o indicador IFR (Índice de Força Relativa) no contrato futuro de dólar (WDO), com o gráfico ajustado em 15 minutos.
📊 Período analisado: de 27/10/2021 a 27/10/2025
⚙️ Total de operações: 325
✅ Taxa de acerto: 64,31%
💰 Lucro acumulado: R$ 13.780,00
O IFR é um dos indicadores técnicos mais utilizados do mercado — ele mede a força e o ritmo dos movimentos de preço, indicando momentos de sobrecompra (acima de 70) e sobrevenda (abaixo de 30). Você pode acompanhar pelo gráfico os pontos exatos que as operações seriam abertas e fechadas.
Esses sinais ajudam o trader a identificar possíveis pontos de reversão ou de entrada mais precisa nas operações.
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