Ouro (XAUUSD) testando suporte chave — Possível reversão de altaNo gráfico de 1 hora, o ouro está em consolidação após uma correção maior. O preço atingiu a zona de suporte entre 4643–4660, historicamente uma área de demanda.
A ação do preço mostra enfraquecimento do momentum de baixa, com velas menores próximas ao suporte, indicando possível exaustão dos vendedores. Se o nível se mantiver, espera-se movimento de alta para 4700 e depois 4720–4740.
Uma quebra abaixo de 4640 invalida o cenário.
Goldmansachs
Ouro Construindo Estrutura para Captura de LiquidezNo timeframe de 1H, o ouro está gradualmente subindo após reagir da zona de demanda próxima à liquidez sell-side, indicando que os compradores estão defendendo os níveis inferiores. A recente ação de preço sugere um possível movimento em direção à liquidez buy-side acima das máximas recentes.
Uma captura dessa liquidez pode abrir caminho para a zona de resistência superior próxima de 5320. No entanto, um pequeno recuo para a zona de demanda ainda pode ocorrer antes da continuação.
Enquanto o preço permanecer acima da zona de demanda e do suporte, o viés permanece voltado para uma busca de liquidez para cima. 📈
Ouro (XAU/USD) – Configuração de rompimento no topo do intervaloO ouro está consolidando próximo ao limite superior de um intervalo bem definido, indicando acumulação nos topos. A formação consistente de mínimas mais altas sugere que os compradores permanecem no controle.
Um rompimento confirmado acima da resistência pode desencadear uma expansão de alta para níveis superiores, enquanto uma rejeição pode resultar em um recuo de curto prazo para a região central do intervalo.
Ouro (XAU/USD) – Estratégia de Venda com Alvo em 2.974,71 USDPontos Chave da Análise:
1. Zona de Entrada (Entry Point):
Destacada em torno de 3.235,94 USD, localizada dentro de uma área de consolidação (retângulo roxo).
2. Stop Loss:
Posicionado acima da zona de entrada, em torno de 3.290,58 USD, para limitar perdas caso o preço vá contra a posição.
3. Resistência:
Marcada em 3.121,49 USD, funcionando como possível suporte caso o preço rompa para baixo.
4. Alvo de Lucro (EA Target Point):
Indicada em 2.974,71 USD, sugerindo um movimento de queda projetado de aproximadamente -7,92% a partir do ponto de entrada.
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Interpretação da Estratégia:
Esta é uma estratégia de venda (short), esperando que o ouro caia após atingir a resistência e rompimento da zona de consolidação.
O gráfico indica uma possível inversão de tendência, com rompimento de suportes importantes.
Linhas de tendência e médias móveis sugerem enfraquecimento da tendência de alta anterior.
Análise Técnica de Ouro (XAU/USD) - Estratégia de Compra com AlvPonto de Entrada (Entry Point): por volta de 3.301,51 USD.
Alvo 1 (Target Point One): 3.376,65 USD.
Alvo 2 (EA Target Point): 3.523,55 USD (em torno dos 3.500,00 USD).
Stop Loss: abaixo de 3.265,26 USD, com proteção maior em 3.221,67 USD.
Outros detalhes:
As zonas roxas destacam áreas de suporte e resistência importantes.
Linhas de tendência indicam um canal de alta.
As marcações laranjas mostram pontos de reversão anteriores (topos e fundos relevantes).
Há também uma anotação mostrando uma possível valorização de 8,01% até o objetivo final.
Goldman Sachs: na cara do Gol?A ação da GS está a um tempo no radar (ideia publicada anteriormente), desde que sofreram após a divulgação dos resultados. Os preços efetuaram uma pernada de baixa, corrigiram até 61,8% de fibo fechando um Gap e agora parece estar querendo pivotar. Se fizer mais uma pernada para baixo, a ação irá proporcionar uma excelente relação de risco retorno. As probabilidades disso ocorrer são reforçadas pela correção até a média de 50 no diário, após o cruzamento e dela com a de 200 períodos. Média de 21 períodos do semanal querendo cruzar a de 50 períodos. Ação sendo negociada dentro da nuvem de ichimoku semanal e o próprio momento do mercado acionário americano em geral.
Vamos ver se é só chutar que sai o gol.
Grande Abraço
Leo
*não é recomendação de investimento.
Ideias para a Semana: 3ª - Goldman SachsSegue algumas ideias no radar que podem gerar oportunidades de curto prazo nessa semana. Terceira ideia é a ação do Goldman Sachs que apanhou depois da divulgação de resultados com grande gap, já perdeu diversos patamares importantes da sua trajetória altista e alguma correção pode ser nova oportunidade de venda.
Quem for se basear em Fibo, tem o desafio de encontrar a melhor posição da retração, pois há uns 3 pontos diferentes onde pode ser colocada. Defendo a dinamicidade do uso de retrações, ou seja, em alguns casos ajustar ela para o melhor "encaixe". O subjetivo aqui, ou cuidado, é não ajustar aquilo que queremos enxergar. Outra forma é trabalhar com várias retrações sobrepondo para encontrar convergências.
Grande Abraço
Leo
*não é recomendação de investimentos.
Rompimento de Topo Histórico e começa a pintar oportunidadeHá um padrão no ativo entre altas e correções, estamos diante do rompimento do topo histórico e note que todas as vezes que isso aconteceu logo depois veio uma correção forte. Já estamos no dia seguinte do rompimento do topo e podemos vislumbrar uma correção, neste momento 3,9997 queda de -7%
Existem sinais na correção aonde podemos especular retomada de preços, assim que isso aconteceu irei publicar por aqui. Por isso é importante me seguir e ficar atento nas minhas postagens.
Notem que o estocástico cruzou para cima e já está virando.
O importante é ver o tamanho barra que venha a romper o fundo anterior.
É um ativo que tem fluxo muito direcional tanto nas quedas quanto nas compras.
O start do último rali deve ter sido por conta da parceria com a Goldman Sachs.
JViés de alta
COGN3 vai reverter?Não se trata de recomendação de operação. Trata-se apenas de estudos para aprendizado e posteriormente consulta.
Recomendações:
- Refinitiv com 13 recomendações; 5 venda; 6 manter; 2 comprar. Alvos de preço em: mínimo R$5,00; médio R$7,00; máximo R$8,40.
- BTG reduziu o preço-alvo de R$6,50 a R$5,40.
- Goldman Sachs se mantém neutro sobre as ações da Cogna. Preço-alvo é de R$7,00.
- BBI com recomendação neutra e preço-alvo de R$6,50.
- Morgan Stanley recomendação overweight (exposição acima da média) para a ação e preço-alvo de R$8,00.
AT:
COGN3 pode estar fazendo sua reversão. Ativo encontrou forte zona de absorção na faixa de R$4,00. Uma zona de memória de preço antiga de meados de 2008/2009. A zona inclusive evitou que a retração atingisse o 3° alvo da retração de Fibonacci traçada em amarelo com base no pivô demarcado. Alvos marcados nos Fibos como pontos importantes no curto/médio prazo, se alinham com alvos dos analistas.
Ativo acumula variação:
+1,92% na semana;
+13% último mês;
-3,99% no último trimestre;
-20,42% nos últimos 6 meses;
-55,65% nos últimos 12 meses;
Volatilidade histórica em 53,93 em 11/12/2020
Fundamentalista:
A empresa está mais complexa para ser avaliada por conta de vários eventos não recorrentes. Não era considerada pelos investidores de longo prazo uma boa empresa até o final de 2010. Melhorou muito no decorrer dos últimos anos mas está sofrendo com a pandemia devido as medidas de afastamento social e proibição das aulas. Além de caixa pressionado por investimentos e reestruturações.
Estrutura:
- Cogna educação
- Cogna Ventures - Pitágoras Ampli
- Kroton
- Platos
- Saber
- Vasta - Somos
Pontos positivos:
- A COGN3 hoje é uma das maiores empresas privadas de educação no mundo.
- Anúncio de vacinas podem impulsionar fortemente a empresa.
- O ACV (importante indicador para o ramo educacional) da VASTA fechou contratos para o ano letivo 2021 de 835 milhões de reais, alta de 21% ante receita de subscrição reconhecido em 2020 (4T19 a 3T20). Ao menos metade dos lucros da VASTA devem ser direcionados para pagamento de debentures da COGN3 e isso deve ajudar a aliviar a atual pressão fiscal da empresa.
- O recente fluxo de caixa livre de R$ 183 milhões veio como uma surpresa positiva segundo o BTG. Entre julho e setembro de 2019, a Cogna tinha uma posição de R$ 86 milhões.
- A dívida líquida menor, beneficiada pela oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) da Vasta na Nasdaq e por parte do valor da conta garantia relacionada à aquisição da Somos, também agradou.
- Empresa demonstra fortes investimentos para evolução do meio on-line, algo que deve ajudar a contornar os efeitos da pandemia.
Pontos negativos:
- Afastamento social prejudica muito a empresa.
- Dívidas adquiridas para reestruturações pressionam o caixa.
- Redução de disponibilidade do FIES.
- Os resultados do terceiro trimestre do ano decepcionaram. A companhia apresentou prejuízo líquido consolidado de R$ 1,29 bilhões.
- Ebitda, que representa o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, terminou no negativo (-R$ 610 milhões).
- O prejuízo contábil conforme interpretação pode chegar a 1,7 Bilhões em 2020.
- Analistas do BTG Pactual manifestaram preocupação especificamente com a redução da educação presencial e o quanto isso afeta a empresa. A companhia quer reestruturar essa frente, mas, conforme lembra o banco, o negócio ainda representa 55% do Ebitda consolidado da empresa.
- Segundo o Bradesco BBI, os números foram fracos no geral para a Cogna, ainda pressionados pelos números da Kroton, com um tíquete mais fraco e altas provisões para dívidas.
- Segundo o BBI e outros analistas, os resultados de curto prazo ainda devem estar sob pressão.
Empresas de mesmo setor para comparação:
ANIM3, BAHI3, YDUQ3 e SEER3.
GGBR4 Goldman, Agora e Refinitiv apontam compraNão é recomendação de operação. Apenas estudos para aprendizado e posterior consulta.
GGBR4 em Dez/2020
-De 14 recomendações da Refinitiv
1 Venda
4 Manter
9 Compra
Preço mínimo R$14
Médio R$22
Máximo R$26
- Goldman Sachs reiterou a recomendação de 'compra', e o preço-alvo subiu de R$ 24,5 para R$ 25.
- A Ágora com recomendação de compra preço-alvo de R$ 26
PONTOS POSITIVOS
- Empresa tradicional do ramo da siderurgia e compõe o índice Bovespa em um nível médio/alto 1,09% se contarmos a holding GOAU4 0,35% o total chega a 1,44%
- Empresas relacionadas a commodities devem ser favorecidas nessa fase de reaquecimento das economias e nas rotações de carteiras
- Minério de ferro batendo máximas e em forte tendência de alta
- Alta do minério e do dólar tendem a ser mais positivas do que negativas
- Empresas desse setor costumam ter movimentos fortes e explosivos. Algo muito atraente ao swing e position
- Patrimônio líquido vem aumentando nos últimos 3 anos
- Dívida líquida da empresa vinha em queda desde Dez/2015. Teve alta na atual crise sanitária, mas já voltou a cair o que demonstra bom esforço por parte da gestão
- Contratos que estão sendo fechados apontam para futuros balanços bem mais positivos nos próximos trimestres
PONTOS NEGATIVOS
- Gerdau é uma empresa altamente globalizada com operações presentes em diversos países o que torna a análise do ativo bem mais complexa
- Empresa cíclica e diversos balanços nos últimos anos apresentaram prejuízo
- Mesmo com prejuízos o salários dos executivos segue alto e isso desagrada investidores de longo prazo
- Para investir de forma mais consciente na empresa o ideal é estar habituado ao ciclo dos balanços e do minério de ferro
- Devido aos balanços oscilarem, não é uma boa pagadora de dividendos
- Empresa já ultrapassou seu valor pré-crise e acumula alta de 33% nos últimos 12 meses. Algo que pode comprometer a força do movimento de alta
- P/L em níveis altos para uma empresa que teve recentes balanços deficitários é mais um ponto negativo para investidores de longo prazo
- Tecnologia de fabricação exige fortes investimentos e atualizações que contribuem para os balanços da empresa oscilarem
- O aumento severo dos produtos por conta da alta do minério de ferro eventualmente podem desacelerar o consumo doméstico, mas é pouco provável
AZUL4 BTG indica compraNão é dica de operação, apenas estudos para aprendizado e posterior consulta.
Ativo teve um perna de alta forte deve ter leve correção após atingir o 1° alvo de projeção do pivô marcado em vermelho IFR21 períodos no gráfico diário entrando em sobrecompra o que sugere um respiro. Após essa possível leve correção ou consolidação, deverá seguir com tendência de alta.
PONTOS POSITIVOS
-O Goldman Sachs já recomendava compra antes da alta em 9/11 e o BTG Pactual elevou o rating da Azul (AZUL4) de neutro para compra além de aumentar o preço-alvo de R$ 26 para R$ 47 algo que casa com a projeção do 2°alvo de Fibonacci.
- Segundo o banco BTG, os resultados da empresa superaram as expectativas em termos operacionais. Além disso, os analistas do BTG acreditam que a empresa fez um “bom trabalho” em termos de gestão de riscos durante a crise.
-Apesar de ter maior exposição a rotas internacionais do que a Gol, a Azul continua conservadora em relação a voos internacionais e tem se concentrado em voos domésticos. “Nós achamos esta iniciativa positiva dado à retomada mais lenta esperada para os voos internacionais”, disse o BTG.
-Azul captou com debêntures mais do que o esperado. A emissão de debêntures conversíveis em ações preferenciais somou R$ 1,745 bilhão, com emissão de 1.745.900 debêntures. O estimado era movimentar R$ 1,6 bilhão.
-Os papéis decolaram no pregão de 9/11/2020. Por volta das 12h25, as ações da companhia aérea brasileira apresentavam uma alta de 13%, negociadas a R$ 29,25 na B3. Os investidores estão animados com o avanço da vacina da Pfizer e BioNTech, além da finalização do bookbuilding da oferta de debêntures da companhia.
PONTOS NEGATIVOS
- Pode passar por leve correção devido as fortes altas recentes.
- Ativo depende fortemente de vacina para abrir e consolidar o real potencial de alta. Noticias relacionadas a vacinas podem trazer volatilidade no ativo.
- Mesmo com exemplar gestão e grande colchão de capital de giro da empresa. O setor é delicado e fortemente afetado pelas restrições sanitárias, devido aos custos operacionais extremamente elevados.










