Ouro Estável Antes da Publicação de Dados Importantes dos EUA
O preço do ouro recuou nas primeiras horas de negociação desta terça-feira, mantendo-se dentro do intervalo estreito observado nas últimas sessões, com suportes em torno dos 3.320 dólares e resistências nos 3.350 dólares. A evolução do preço do metal precioso está a ser impulsionada pelo otimismo em relação a uma possível desaceleração na guerra comercial em curso entre a China e os Estados Unidos, bem como por um ligeiro fortalecimento do dólar norte-americano face às principais moedas, o que pressiona o valor do ouro. Por outro lado, a imprevisibilidade da administração norte-americana acrescenta uma dose significativa de incerteza às perspetivas de longo prazo para a economia global. Esta dinâmica é ainda agravada pela instabilidade geopolítica persistente e pela possibilidade de cortes nas taxas de juro por parte da Reserva Federal, fatores que, em conjunto, dão apoio ao preço do ouro. Neste contexto, a divulgação dos dados de inflação PCE e do PIB dos EUA, marcada para amanhã, assim como os números do mercado laboral, agendados para sexta-feira, serão acompanhados de perto pelos investidores em ouro, já que poderão fornecer indicações mais claras sobre o rumo da política monetária da Reserva Federal.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
Análise Fundamentalista
O declínio da Europa está travando a ascensão da Airbus?A situação econômica da Europa reflete um cenário complexo, marcado por crescimento modesto e desafios significativos, gerando incertezas para grandes empresas como a Airbus. Em 2024, a projeção de crescimento do PIB da União Europeia ficou abaixo de 1%, com apenas uma ligeira recuperação esperada para 2025. Esse ritmo lento de expansão econômica, aliado à inflação persistente e às tensões geopolíticas contínuas, cria um ambiente instável para a prosperidade econômica sustentada.
A coesão da União Europeia enfrenta questionamentos crescentes, impulsionados pelo avanço de sentimentos nacionalistas e pela possibilidade de um aumento no protecionismo comercial. A UE lida com desafios estruturais, como disparidades econômicas, divisões políticas e o fortalecimento do euroceticismo, que podem acelerar sua fragmentação. Caso essa desintegração ocorra, os países membros terão de enfrentar, de forma independente, cenários econômicos e geopolíticos complexos, com impactos significativos para corporações multinacionais como a Airbus.
Ao mesmo tempo, a Airbus opera em um mercado altamente competitivo, especialmente em razão de sua rivalidade histórica com a Boeing, que busca superar seus recentes desafios operacionais e de reputação. Embora a Airbus tenha ampliado sua participação de mercado nos últimos anos, a resiliência da Boeing e a possível entrada de novos concorrentes podem ameaçar sua atual liderança no setor.
Para preservar sua vantagem competitiva, a Airbus precisa não apenas gerenciar as incertezas econômicas e a potencial fragmentação na Europa, mas também manter seu compromisso com a inovação tecnológica e a eficiência na produção. A capacidade da empresa de se adaptar de maneira ágil a esses desafios multifacetados será determinante para garantir seu sucesso a longo prazo e sua liderança contínua na indústria aeroespacial global.
O Que Está Mexendo com o Ouro Agora?O mercado de ouro tem experimentado oscilações significativas nos últimos dias, refletindo a complexidade do cenário econômico global. Após atingir um recorde histórico de US$ 3.500 por onça na semana passada, o preço do ouro recuou para cerca de US$ 3.260, antes de se estabilizar em torno de US$ 3.300. Essa volatilidade é resultado de uma combinação de fatores, incluindo tensões comerciais entre Estados Unidos e China, expectativas sobre a política monetária do Federal Reserve e mudanças na demanda por ouro na China.
Recentemente, houve sinais de possível distensão nas tensões comerciais entre Estados Unidos e China. O Secretário de Agricultura dos EUA, Brooke Rollins, mencionou conversas diárias com a China sobre tarifas, o que inicialmente reduziu a demanda por ativos considerados seguros, como o ouro . No entanto, a China negou oficialmente a existência de negociações tarifárias em andamento, o que mantém um nível de incerteza no mercado .
As expectativas de cortes nas taxas de juros pelo Federal Reserve têm influenciado o preço do ouro. Investidores aguardam dados econômicos importantes dos EUA, como o relatório de empregos e indicadores de inflação, que serão divulgados ainda nesta semana. Esses dados podem oferecer mais clareza sobre a direção da política monetária do Fed e, por conseguinte, impactar o mercado de ouro . A demanda por barras e moedas de ouro aumentou 29,81% . Essa mudança no perfil de consumo pode refletir uma maior busca por ouro como reserva de valor.
Apesar das recentes oscilações, o ouro continua sendo visto como uma proteção eficaz contra a inflação e as incertezas geopolíticas. Para os investidores, o cenário atual exige atenção e cautela. Acompanhar de perto os desdobramentos econômicos e políticos será essencial.
Atualmente, o ouro está operando dentro de uma faixa lateral ampla. Recentemente, houve uma quebra de uma linha de tendência de baixa (LTB), o que poderia indicar um possível movimento de alta. No entanto, a presença dessa faixa lateral ampla sugere cautela, pois o preço pode apresentar movimentos erráticos dentro desse intervalo.
A Queda é Inevitável?Apesar de seu vasto alcance e presença no mercado, a Meta Platforms enfrenta desafios crescentes que sugerem um futuro potencialmente turbulento. Embora pareça dominante, a empresa está cada vez mais vulnerável a pressões legais, regulatórias e competitivas. Esses obstáculos ameaçam corroer sua estabilidade financeira e transformar seu modelo de negócios.
Uma área crítica de preocupação é o custo humano da moderação de conteúdo. A Meta enfrenta processos judiciais na África, que alegam danos psicológicos severos a moderadores expostos a conteúdos perturbadores. Essas ações, especialmente em Gana e no Quênia, argumentam que a Meta é responsável pelo bem-estar desses trabalhadores terceirizados, citando falta de apoio adequado e exploração. Uma derrota nesses casos poderia estabelecer precedentes dispendiosos, obrigando a Meta a investir significativamente ou reestruturar suas operações globais de moderação, além de enfrentar passivos substanciais.
Paralelamente, a Meta enfrenta um escrutínio regulatório crescente, especialmente na Europa. Multas recentes da UE, sob a Lei de Mercados Digitais, destacam a intenção de controlar como as gigantes da tecnologia gerenciam dados de usuários e mantêm sua dominância de mercado. Essas penalidades, incluindo uma multa significativa sobre o modelo de "consentir ou pagar" e outra por práticas comerciais injustas, sinalizam uma tendência global de fiscalização mais rigorosa, que pode limitar o modelo de negócios publicitário da Meta. A isso soma-se o processo antitruste da FTC nos EUA, que busca reverter as aquisições do Instagram e WhatsApp, alegando práticas anticompetitivas. A possível separação forçada dessas plataformas altamente lucrativas representa uma ameaça existencial, já que o Instagram, por si só, responde por uma parcela significativa da receita publicitária da Meta.
Esses desafios legais e regulatórios interligados, combinados com a intensa competição no cenário digital e o retorno incerto de grandes investimentos, como o Metaverso, criam uma perspectiva desafiadora para a Meta. O impacto cumulativo dessas pressões pode afetar significativamente sua lucratividade, participação de mercado e percepção pública. Navegar nesse ambiente complexo exige que a Meta enfrente essas questões de forma eficaz ou corra o risco de uma queda substancial.
Reversão do Movimento Micro/Continuação do MacroNesta semana, o bitcoin quebrou o canal de baixa que havia formado para corrigir o desequilíbrio do movimento macro, após o Trump Trade do fim do ano passado (eleições EUA).
Depois de identificadas as regiões de demanda importantes para reação do preço, o mercado decidiu reagir mais rápido, antes mesmo de chegar naquela zona onde seria de grande interesse institucional, o otimismo em relação as negociações entre EUA e China surgiu de um afrouxamento por parte do presidente americano, que decidiu suspender as taxas de importação sob vários setores por um período de 90 dias.
Mais um motivo foi a continuação da desacelaração de mercado dos EUA, de acordo com os resultados de inflação apresentados na última semana, que traz mais força para o FED cortar juros em junho.
Esta quebra do canal poderá ser formatada no que chama-se de Rally Base Rally , segundo o método que utilizo para minhas análises técnicas, ICT . Repetindo mais uma vez o que aconteceu no ano anterior, exatamente entre os dias 06/11/23(rally), 07/11/23 a 09/11/23(base) até enfim dia 10/11/23.
Outro indicador que está sendo útil há muito tempo, por vantagem de ser “atrasado” e assim nos dá a oportunidade de antecipar o movimento, é a Liquidez Global M2(destacada em amarelo), que ilustra o crescimento anual da oferta global de dinheiro (M2) dos principais bancos centrais do mundo. A medida M2 inclui dinheiro em espécie, depósitos em contas correntes e poupança, contas de mercado monetário e depósitos.
Enquanto o fluxo dessas moedas aumenta em direção a criptos, o bitcoin tende a manter a dominância por ser o inverso delas, deflacionar em relação ao tempo.
A duvida que fica é, seria apenas um falso otimismo em relação a geopolítica mundial, isto é, uma manipulação para continuação do movimento negativo micro ou realmente uma mudança de característica( CHoCH ) a favor do movimento altista macro que elevaria o bitcoin de volta e acima dos $100.000?
BTC alvo para proximas semanas/mesesVamos direto ao ponto com uma análise do Bitcoin baseada no candle de 12 meses e na movimentação da semana atual. O preço do Bitcoin abriu o ano (candle anual) em torno de 94.658, caiu até a mínima de 67.728, mas fechou acima da abertura, mostrando força pra buscar uma nova máxima. Pela projeção, essa máxima pode bater entre 130.000 e 135.000. Pra ser mais conservador, coloco o alvo em 130.000.
Nessa semana, o Bitcoin abriu em 94.658 e fechou em 94.585, uma leve queda, mas ainda segurando bem acima da abertura anual. Esse movimento favorece a continuação da alta no candle de 12 meses, reforçando a busca por essa nova máxima. Fiquem de olho nos próximos dias pra confirmar o impulso! Alguma dúvida? Só mandar!
Bitcoin próximo do rompimento histórico?Com o ouro sinalizando topo e os mercados globais em alta, o Bitcoin se destaca como destino de capital estratégico. Análise técnica aponta tendência de valorização do preço do BINANCE:BTCUSD e potencial rotatividade para altcoins.
Com os principais índices acionários globais — como o CBOE:SPX e o NASDAQ:NDX — ensaiando rompimentos altistas e o ouro apresentando sinais de exaustão em sua última correção de alta, o Bitcoin surge como um dos ativos mais promissores do momento para investidores atentos ao ciclo macroeconômico.
A correção recente do ouro, após registrar máximas históricas, tem provocado um deslocamento de capital de volta para mercados estratégicos de risco. E com isso, o mercado cripto parece estar recebendo parte desse capital, sendo o Bitcoin o principal beneficiário desse fluxo migratório.
Bitcoin sustenta tendência de alta no mensal
Analisando o gráfico mensal do BTC, nota-se a construção de um padrão clássico de topos e fundos ascendentes, indicando a tentativa de consolidação de uma nova base de preço acima do último suporte relevante. A estrutura técnica sugere a manutenção da tendência de alta no longo prazo, com potencial para buscar novas máximas históricas ainda em 2024.
A dominância do Bitcoin também permanece elevada, reforçando seu status como o principal ativo receptor de capital no segmento cripto neste momento. Esse comportamento é típico nas fases iniciais de retomada do ciclo de valorização, em que o capital institucional e o varejo buscam segurança antes de se aventurar em ativos com maior volatilidade.
Migração de capital do ouro para o Bitcoin
O recente enfraquecimento do ouro, ativo tradicional de proteção, coincide com a estrutura de consolidação do BTC. Investidores estão reavaliando a atratividade do ouro após seu desempenho recente e passam a observar com mais atenção o Bitcoin como alternativa moderna de reserva de valor. O movimento sinaliza uma rotação de portfólio em que o Bitcoin passa a disputar protagonismo com o ouro como ativo estratégico.
Caso essa migração ganhe força, o preço do BTC poderá rapidamente buscar a faixa dos US$ 90 mil, rompendo a barreira psicológica das máximas históricas anteriores. Esse movimento, por sua vez, costuma anteceder o início de uma fase de forte valorização das altcoins.
Altcoins se preparam para o "estouro da boiada"
A análise de correlação interna do mercado cripto sugere que, após o Bitcoin atingir seu topo e começar a lateralizar ou corrigir, parte relevante do capital tende a migrar para altcoins, especialmente aquelas que apresentarem padrões de reversão de tendência contra o BTC. Não se trata de comparar altcoins em dólar, mas sim de identificar quais pares contra BTC demonstram maior força relativa.
Dentre os ativos destacados com boas perspectivas nesse sentido, encontra-se a BINANCE:SOLUSD , que está demonstrando estruturas de fundos ascendentes em gráficos mensais. Esses padrões aumentam a probabilidade de que tais criptomoedas superem o desempenho do Bitcoin no curto a médio prazo.
O par BINANCE:ETHBTC , por outro lado, ainda não apresenta sinais de reversão e a base de preço no gráfico de Ethereum BINANCE:ETHUSD foi perdida. Mas ainda é necessário observar por mais tempo. Uma forte movimentação de alta para aumentar a atratividade do ativo, estabelecendo novas bases como gatilho do retorno de alta para o ativo.
Contexto macro favorece risco
No panorama global, os mercados acionários de riscos correlacionados seguem com viés positivo. O S&P 500 e o Nasdaq apresentam topos ascendentes, e a expectativa de continuação de alta será reforçada caso vejamos o gráfico de 4 horas conseguindo mostrar a tendência se sustentando por mais tempo, sem reverter rapidamente a partir do último rompimento de topo. Isso confirmaria o apetite por risco por parte do mercado, o que tende a beneficiar diretamente o mercado cripto.
Caso o mercado tradicional consiga estancar a base de preços atual sem formar topos descendentes no gráfico semanal, o Bitcoin poderá continuar valorizando, e as altcoins devem responder ainda melhor nesse ambiente de maior liquidez e tolerância ao risco.
Apesar disso, é importante atenção às altcoins que já se anteciparam ao movimento e saíram na frente com altas no preço, pois podem precisar de uma correção antes de novos impulsos. Estratégias de swing trade podem se beneficiar de retrações em tempos gráficos intradiários, abrindo espaço para alocações táticas em posições com bom risco-retorno.
O momento atual sugere uma conjunção favorável para o Bitcoin manter sua trajetória de valorização, apoiado por fatores macroeconômicos e de fluxos de capital. No entanto, o verdadeiro próximo “boom” nas altcoins é o que ganhará as cenas dos próximos capítulos, quando iniciar o ciclo de lateralização do BTC, após alta. Pois são nestes momentos que o capital se pulveriza internamente favorecendo que algumas altcoins comecem a ganhar tração contra o BTC.
Para quem está de olho nas alts do ponto de vista contra o BTC e ao contexto macro global, terão uma vantagem clara na identificação de oportunidades de alto potencial nos próximos meses.
ICT - BNBUSDT - SEMANAL 24/04/2025
1 - A Liquidez sempre atrai o preço.
2 - Identifique a liquidez e saberá para onde o mercado vai.
3 - "Ah..mas tem liquidez dos dois lados, não tem como saber para onde vai." Melhor ainda, se tomou de um lado primeiro, seguirá em direção ao outro.
4 - Como é o processo: Liquidez acumulada > tomada da liquidez > rompimento da estrutura que deu início a tomada > formação de zonas sem balanceamento > formação de liquidez interna > mitigação > distribuição até chegar na próxima zona de liquidez.
Recuo dos EUA Nas Tarifas Impulsiona o Ouro
O preço do ouro registou uma ligeira valorização com a abertura da sessão europeia, recuperando parte das perdas da véspera — um movimento que reforça a zona de suporte em torno dos 3.300 dólares. As perdas do dia anterior seguiram-se a uma mudança abrupta de posição por parte de Washington, com os Estados Unidos a recuarem em algumas tarifas aplicadas à China e o Presidente Trump a voltar atrás nas declarações que foram interpretadas como uma ameaça à independência da Reserva Federal — desenvolvimentos que anteriormente haviam agitado os mercados. Esta inversão repentina levou a uma rápida reorientação dos investidores para ativos de maior risco, impulsionando uma forte recuperação dos principais índices bolsistas a nível global. Com o regresso do apetite pelo risco, os ativos tradicionais de refúgio, como o ouro, foram penalizados, tendo muitos investidores aproveitado para realizar mais-valias. Contudo, a queda abaixo dos 3.300 dólares foi de curta duração. No início da sessão de quinta-feira, o ouro recuperou terreno, com os investidores a interpretarem o recuo como uma oportunidade de compra. O apelo do metal precioso enquanto valor-refúgio continua a atrair investidores, num ambiente de negociação dominado pela incerteza. As mudanças rápidas e imprevisíveis na política dos EUA dificultam o planeamento económico de longo prazo, contribuindo para um clima de maior cautela nos mercados e inclinando os riscos para o preço do ouro no sentido ascendente.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
Taxas de sucesso reais da cunha descendente na negociaçãoTaxas de sucesso reais da cunha descendente na negociação
A cunha descendente é um padrão gráfico altamente valorizado pelos traders pelo seu potencial de reversões de alta após uma fase de baixa ou consolidação. A sua eficácia foi extensivamente estudada e documentada por vários analistas técnicos e autores de renome.
Estatísticas principais
Saída de Alta: Em 82% dos casos, a saída da cunha descendente é para cima, tornando-se um dos padrões mais fiáveis para antecipar uma reversão positiva.
Meta de preço atingida: a meta teórica do padrão (calculada através do traçado da altura da cunha no ponto de rutura) é atingida em aproximadamente 63% a 88% dos casos, dependendo da fonte, demonstrando uma elevada taxa de sucesso na realização de lucros.
Reversão de tendência: em 55% a 68% dos casos, a cunha descendente atua como um padrão de reversão, sinalizando o fim de uma tendência de baixa e o início de uma nova fase de alta.
Retração: Após o rompimento, ocorre uma retração (regresso à linha de resistência) em aproximadamente 53% a 56% dos casos, o que pode proporcionar uma segunda oportunidade de entrada, mas tende a reduzir o desempenho global do padrão.
Falsas ruturas: as saídas falsas representam entre 10% e 27% dos casos. No entanto, um falso rompimento em alta apenas resulta num verdadeiro rompimento em baixa em 3% dos casos, tornando o sinal de alta particularmente robusto.
Desempenho e Contexto
Mercado em alta: O padrão tem um desempenho particularmente bom quando aparece durante uma fase corretiva de uma tendência de alta, com um objetivo de lucro atingido em 70% dos casos no prazo de três meses.
Potencial de ganho: O potencial máximo de ganho pode chegar aos 32% em metade dos casos durante uma rutura em alta, de acordo com estudos estatísticos sobre os mercados bolsistas.
Tempo de formação: quanto mais larga for a cunha e mais íngremes forem as linhas de tendência, mais rápido e violento será o movimento ascendente pós-ruptura.
Resumo comparativo das taxas de sucesso:
Taxa de Critérios ..........................................Frequência Observada
Saída de alta ........................................................82%
Objectivo de preço atingido ..................................63% a 88%
Padrão de Reversão ............................................55% a 68%
Retração após rotura ..........................................53% a 56%
Falsos rompimentos (falsas saídas) .........................10% a 27%
Os falsos rompimentos em alta levam a uma queda ..........3%
Pontos de Atenção
A cunha descendente é um padrão raro e difícil de identificar corretamente, exigindo pelo menos cinco pontos de contacto para ser válido.
O desempenho é melhor quando o rompimento ocorre a cerca de 60% do comprimento do padrão e quando o volume aumenta no momento do rompimento.
Os recuos, embora frequentes, tendem a enfraquecer o momentum inicial de alta.
Conclusão
A cunha descendente tem uma taxa de sucesso notável, com mais de 8 em cada 10 casos a resultar numa saída otimista e numa meta de preço a ser atingida na maioria dos casos. No entanto, continua a ser essencial validar o padrão com outros sinais técnicos (volume, momentum) e manter-se vigilante contra falsos rompimentos, mesmo que a sua taxa seja relativamente baixa. Quando dominado, este padrão revela-se uma ferramenta valiosa para os traders que procuram pontos de entrada otimizados em reversões de alta.
O Triunfo Improvável do Rublo: O Que Está por Trás Disso?Nos primeiros meses de 2025, o Rublo russo destacou-se como a moeda de melhor desempenho global, registrando uma valorização significativa frente ao dólar americano. Essa alta inesperada é amplamente atribuída a medidas econômicas internas robustas. Com a inflação persistindo acima de 10%, o Banco Central da Rússia adotou uma política monetária rigorosa, elevando a taxa de juros básica para 21%. Essa postura agressiva busca conter a escalada dos preços e tornar o Rublo mais atrativo para investidores estrangeiros, especialmente por meio de estratégias de carry trade (operações que lucram com diferenciais de juros), o que eleva a demanda pela moeda. Além disso, um sólido superávit comercial, impulsionado pela conversão de receitas em moeda estrangeira por exportadores, fortaleceu a dinâmica de oferta e demanda do Rublo.
Além das medidas internas, mudanças na percepção geopolítica desempenharam um papel crucial. A crescente expectativa de um possível cessar-fogo no conflito da Ucrânia reduziu significativamente o risco político percebido dos ativos russos. Esse otimismo incentiva alguns investidores internacionais a retornarem cautelosamente aos mercados russos. Ao mesmo tempo, o enfraquecimento do dólar americano, influenciado por mudanças nas políticas comerciais dos EUA, ampliou a força relativa do Rublo no cenário global.
Estratégicamente, os esforços da Rússia para reduzir sua dependência do dólar americano também sustentam o Rublo. Iniciativas que promovem transações comerciais em moedas nacionais, como os acordos recentes que permitem pagamentos em Rublo com Cuba, refletem uma transição de longo prazo para sistemas financeiros alternativos. Contudo, essa valorização do Rublo traz desafios, especialmente para o orçamento estatal, que depende fortemente da conversão de receitas petrolíferas denominadas em dólares. Um Rublo mais forte resulta em menos recursos domésticos, o que pode pressionar as finanças públicas, sobretudo em meio à volatilidade dos preços globais do petróleo. O equilíbrio entre manter altas taxas de juros para controlar a inflação e mitigar seus impactos sobre o crédito e o investimento doméstico permanece uma consideração crítica para os formuladores de políticas.
Haven play: Long yen de volta ao focoEm meio à crescente incerteza em torno das ações dos EUA e do dólar americano, os investidores podem estar retornando a uma estratégia defensiva tradicional: ir longe no Iene Japonês.
Embora alguns analistas acreditem que a recente alta do iene ainda não está sobrecarregada, o Fundo Monetário Internacional (FMI) observou que o Banco Central do Japão provavelmente atrasará o momento de novos aumentos das taxas de juros, um fator que poderia limitar o potencial do Iene de se fortalecer ainda mais. Como tal, estamos olhando para o nível de suporte de 140,00 e o sentimento de baixa-Iene visto hoje, e a resistência potencial em 144,80.
A seguir, uma reunião agendada entre o Ministro das Finanças do Japão, Kato, e o Secretário do Tesouro dos EUA, Bessent, ainda esta semana.
Tensões dissipadas e incertezas persistentesO euro iniciou o dia pressionado, navegando por águas turbulentas impulsionadas por receios globais e pela expectativa de novos dados econômicos. Durante a madrugada, a moeda chegou a tocar mínimas, refletindo uma combinação de fatores políticos e sinais de fraqueza na atividade da zona do euro.
Com a abertura dos mercados europeus, o cenário começou a se transformar. Uma reviravolta nos ânimos veio após declarações vindas dos Estados Unidos que ajudaram a amenizar o clima de tensão comercial e, ao mesmo tempo, trouxeram alívio quanto à estabilidade da liderança no Federal Reserve. O dólar, que vinha forte, recuou parcialmente, abrindo espaço para uma recuperação do euro.
No entanto, a euforia foi contida por números pouco animadores do velho continente. O ritmo da atividade empresarial mostrou sinais de estagnação, o que levanta dúvidas sobre a capacidade de retomada econômica na região. Isso trouxe um efeito de freio à recuperação do euro, que passou a se estabilizar ao redor da marca de 1,1400.
Nesse momento, o par EUR/USD se encontra num ponto de equilíbrio delicado: de um lado, a cautela diante dos desafios econômicos da Europa; do outro, uma pausa na força do dólar diante das incertezas políticas e fiscais dos Estados Unidos. O que se vê é um mercado esperando por sinais mais claros — seja dos próximos indicadores econômicos, seja de novas declarações vindas das autoridades monetárias.
Disclaimer:
As informações apresentadas não constituem recomendação de investimento. O mercado de câmbio envolve riscos e pode não ser adequado para todos os perfis de investidor. Sempre avalie seus objetivos e consulte um profissional qualificado antes de tomar decisões financeiras.
Ouro Cai 6% Após Máximos com Retorno do Apetite pelo Risco
O preço do ouro recuou nas primeiras horas da sessão europeia, à medida que o apetite pelo risco voltou a ganhar força nos mercados. Depois de atingir um novo máximo histórico e testar a importante barreira psicológica dos 3.500 dólares, o metal precioso caiu momentaneamente abaixo dos 3.300 dólares esta manhã — uma descida de 6% desde o pico registado ontem até ao mínimo de hoje. O atual clima de incerteza tem provocado uma acentuada volatilidade nos mercados, impulsionada por decisões erráticas e reviravoltas inesperadas na política da administração norte-americana. As duas últimas sessões ilustram bem esta dinâmica. Na véspera, os investidores reagiram com nervosismo às declarações do Presidente Trump, que foram interpretadas como uma ameaça à independência da Reserva Federal, minando a confiança nos ativos norte-americanos. Em resposta, registou-se uma venda generalizada de ações, obrigações do Tesouro e dólares, com os fluxos de capital a dirigirem-se para o ouro. Contudo, mais tarde nesse mesmo dia, Trump recuou, negando publicamente qualquer intenção de demitir o presidente da Fed. Esta declaração, aliada aos comentários do Secretário do Tesouro dos EUA, que colocou em causa a lógica da guerra comercial com a China, contribuiu para restaurar a confiança dos investidores. A inversão do sentimento deu origem a uma recuperação dos ativos de risco, enquanto a realização de mais-valias pressionou o preço do ouro em baixa. Num contexto de crescente pessimismo económico e incerteza, o nível dos 3.300 dólares começa agora a afirmar-se como uma zona de suporte relevante — com potencial para desencadear movimentos de compra sempre que os preços recuam abaixo desse patamar.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
Por que as ações da 3M subiram apesar das ameaças tarifárias?As ações da gigante industrial 3M Co. registraram um aumento significativo após a divulgação dos resultados financeiros do primeiro trimestre de 2025. O salto foi impulsionado principalmente pelo fato de a empresa ter reportado lucros ajustados e receita líquida total acima das expectativas de Wall Street. Esse desempenho demonstrou uma posição operacional mais robusta do que os analistas previam.
Os resultados positivos derivam de vários fatores-chave destacados no relatório. A 3M apresentou um crescimento orgânico sólido das vendas e obteve uma notável expansão da margem operacional ajustada. Essa melhoria nas margens reflete a eficácia das iniciativas contínuas de redução de custos da gestão e o foco estratégico na eficiência operacional, contribuindo diretamente para o crescimento de dois dígitos no lucro por ação durante o trimestre.
Embora a empresa tenha alertado sobre possíveis impactos futuros no lucro de 2025 devido ao aumento das tensões comerciais globais e ameaças tarifárias, a gestão também detalhou estratégias proativas para mitigar esses riscos. Os planos incluem ajustes na cadeia de suprimentos, ações de precificação e a utilização de sua rede global de manufatura, com potencial aumento da produção nos EUA. A empresa manteve sua projeção de lucro ajustado para o ano inteiro, destacando que essa perspectiva já incorpora os impactos tarifários esperados. Os investidores provavelmente reagiram positivamente à combinação de um desempenho trimestral robusto e medidas claras para superar os desafios identificados.
Ouro: Entre recordes, tensão política e o peso de um tuíteO ouro sempre teve um papel curioso na história: quando tudo parece desmoronar, é ele quem as pessoas procuram. Um refúgio. Uma âncora. E nos últimos tempos, não tem sido diferente. O metal precioso vinha em disparada, embalado por incertezas globais, guerras comerciais e um cenário político cada vez mais imprevisível. Até que… algo mudou.
Nesta terça-feira, o ouro cravou um novo marco: US$ 3.500 a onça. Um número histórico. Mas bastou uma declaração — não de um presidente do banco central, mas do Secretário do Tesouro dos EUA — para que o fôlego começasse a falhar. Scott Bessent disse o que muitos queriam ouvir: talvez as tensões entre EUA e China estejam perto de um ponto de inflexão. Talvez o impasse comercial esteja com os dias contados.
Esse “talvez” foi o suficiente para mudar o jogo. O mercado, que vinha apostando pesado no medo, resolveu respirar. E quando isso acontece, o ouro perde espaço. O preço caiu para a região de US$ 3.390. Nada de pânico. Apenas uma pausa. Uma realização. Mas cheia de significado.
O contexto político americano também adiciona suas próprias cores a esse quadro. Donald Trump voltou a mirar suas críticas em Jerome Powell, presidente do Federal Reserve. Chamou-o de “Sr. Tarde Demais”, pediu sua saída, questionou sua autoridade. Um movimento que não apenas agita o noticiário, mas que também balança as bases da autonomia monetária dos Estados Unidos. E quando a política flerta com o controle do Fed, o mercado ouve — e reage.
No pano de fundo, os gráficos contavam uma história silenciosa. Pavios longos, médias móveis se curvando, um suporte técnico por perto. Quem lê gráficos sabe: quando o preço hesita no topo, é porque há dúvidas. E o investidor odeia dúvida.
Mas não se engane: o ouro não saiu de cena. Ainda é um protagonista. Ainda carrega nas costas o peso das incertezas e o brilho da segurança. Só não está mais correndo sozinho. Agora, ele observa, avalia, espera o próximo capítulo.
Porque, no fim das contas, não é só o preço que sobe ou desce. É o sentimento do mundo que pulsa por trás de cada movimento.
Ouro atinge novo recorde com incertezas políticas nos EUAO preço do ouro atingiu um novo máximo histórico no início da sessão de terça-feira, mantendo-se agora ligeiramente abaixo dos 3.500 dólares. O apelo de valor-refúgio do metal precioso continua a atrair investidores inquietos com as políticas comerciais erráticas da administração norte-americana e, mais recentemente, com as tentativas de interferência na independência da Reserva Federal — incluindo a pressão para cortes imediatos nas taxas de juro e alegadas discussões sobre a possível substituição do presidente do banco central. Um dos principais motivos pelos quais os ativos norte-americanos têm dominado os mercados financeiros globais nas últimas décadas é a perceção de estabilidade e boa governança. No entanto, os acontecimentos recentes começaram a desgastar essa reputação, levando a uma saída de capitais dos EUA. Num contexto de enfraquecimento do dólar — que, curiosamente, ocorre em paralelo com a descida dos rendimentos das obrigações do Tesouro — e de incerteza económica e geopolítica, não surpreende que o preço do ouro esteja a subir. Apesar de tecnicamente parecer sobrecomprado, poucos traders se atreveriam a apostar contra o ouro no atual ambiente de elevada incerteza e perda de confiança nos ativos norte-americanos — o que sugere que poderá ainda haver margem para novas valorizações.
Ricardo Evangelista – Analista Sénior, ActivTrades
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🜁. Estrutura Técnica - (Curto Prazo):
🜍 1. Bandas de Bollinger: O preço está na banda superior, após expansão recente.
✔️ Leitura: A banda está ampliando, indicando *volatilidade crescente* e possível continuação da alta, desde que não haja rejeição abrupta, a Média Central da BB (87.673) está atuando como base de suporte dinâmico.
🜍 2. Médias Móveis: SMA10 ($88.027) e SMA20 ($87.673) estão ambas abaixo do preço, com inclinação positiva.
✔️ Leitura: O cruzamento anterior das médias reforça a *tese de rompimento válido*, e o preço está respeitando a SMA10 como suporte imediato.
🜍 3. Stochastic RSI: Região de sobrecompra (79,47), mas sem cruzamento descendente ainda.
✔️ Leitura: Há Sinal de força no movimento, mas com risco de exaustão intradiária - exige vigilância nos próximos candles.
🜍 4. MACD - (Moving Average Convergence Divergence): Linha MACD (471,13) acima da Linha Sinal (447,86) = com histograma positivo e crescente.
✔️ Leitura: Indica momentum altista estável, com força ainda acumulada na última onda de compra.
🜍 5. Volume: Aumento progressivo na barra recente, embora inferior ao pico anterior.
✔️ Leitura: Volume de confirmação do breakout ainda abaixo do ideal - sinal que o movimento pode precisar de novo gatilho.
📊 2. Contexto Fundamentalista - (Curto Prazo):
🔆 Potenciais Catalisadores:
Debate sobre o Projeto de Lei de Reservas Bitcoin nos EUA** em destaque.
Fluxo institucional crescente** via ETFs e movimentação em carteiras do tipo *cold storage* (Reports CryptoQuant).
DXY (Índice do Dólar)** segue lateralizando, não impondo força contra o BTC neste ciclo intradiário.
📌 Isso cria um cenário onde o BTC ganha fôlego técnico com respaldo estrutural macro, mas o H1 depende de volume renovado para não estagnar no topo da BB.
🜍 Veredito Técnico e Tático (H1):
Status: Tendência de Alta Confirmada;
Ponto Crítico: $88.784 - (resistência na BB superior).
🎯 Alvo Técnico Intradiário:
Extensão para zona dos ($89.200 – $89.400) se romper a resistência com força;
Suporte imediato: $87.670 - (SMA20 / BB média);
Suporte secundário: $86.561 - (BB inferior).
⚠️ Risco atual: Sobrecompra no Stoch RSI + leve desaceleração no volume = possibilidade de retração curta para respiro.
📌 Próximos Passos Recomendados:
1. Observar volume nos próximos candles - (30m–1h);
2. Validar se Stoch RSI faz cruzamento descendente = sinal de pullback;
3. Utilizar retração de Fibonacci caso o preço retraia à média da BB.
✍️📈 Análise sob os selos de ₿Σ ≗ Ordo 314 (שדי) Crypton ≗ 🜖ℵ*.
A Seca Vai Elevar o Preço do Trigo?Os mercados globais de trigo estão atraindo grande atenção, enquanto traders e analistas avaliam os fatores que moldarão a trajetória futura dos preços. A atividade recente nos principais mercados de futuros indica um crescente otimismo sobre a possibilidade de alta nos preços. Embora diversos elementos contribuam para a dinâmica complexa do comércio de grãos, os indicadores atuais apontam preocupações com a oferta como o principal impulsionador dessa perspectiva.
Um dos principais motivos para a expectativa de preços mais altos do trigo está nas condições agrícolas adversas em importantes regiões produtoras. Nos Estados Unidos, um fornecedor global essencial, há preocupações com a safra de trigo de inverno. A seca persistente em áreas-chave de cultivo está prejudicando o desenvolvimento das lavouras e ameaça os rendimentos esperados. Essa pressão ambiental é vista pelos participantes do mercado como uma limitação significativa na oferta futura.
Essas preocupações são reforçadas por avaliações oficiais sobre a condição das lavouras. Dados recentes do Departamento de Agricultura dos EUA mostram que a classificação da condição do trigo de inverno está abaixo dos níveis do ano anterior e das expectativas médias dos analistas. Essa deterioração na condição das colheitas sugere um cenário de oferta mais restrita do que o anteriormente refletido nos preços de mercado, aumentando a probabilidade de valorização dos preços à medida que a oferta se reduz em relação à demanda. Isso ocorre mesmo com outros fatores globais, como variações nos preços de exportação de outras regiões, influenciando o mercado de diferentes formas.
E se Kid Rock dirigisse o Fed?O ouro quebrou acima de US $ 3.400 pela primeira vez, estabelecendo um novo recorde histórico à medida que a confiança dos investidores nos Estados Unidos continua a diminuir.
O Citi prevê que o ouro pode chegar a US $ 3.500 nos próximos três meses. No entanto, esta projecção pode estar a subestimar o potencial de Trump para minar ainda mais a confiança nos EUA.
Na segunda-feira, o presidente Trump intensificou a pressão sobre o Presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, chamando-o de "grande perdedor" e exigindo cortes imediatos nas taxas de juros. Na semana passada, o presidente disse:"a demissão de Powell não pode ser rápida o suficiente".
Um movimento para demitir Powell provavelmente desencadearia uma volatilidade significativa do mercado. Os mercados geralmente vêem Powell como uma figura estabilizadora, e a história mostra que um banco central menos independente é menos eficaz em manter a inflação sob controle.
Eu acho que pode ser justo perguntar o que um presidente do Federal Reserve, Kid Rock, faria pelo preço do ouro.
A IA Pode Desenvolver o Próximo Escudo da América?A Palantir Technologies está estrategicamente posicionada na vanguarda de uma potencial iniciativa transformadora de defesa dos EUA: o sistema de defesa antimísseis “Golden Dome”. Como parceira essencial de um consórcio liderado, segundo informações, pela SpaceX e que inclui a Anduril Industries, a Palantir é uma das principais candidatas a participar significativamente neste projeto de bilhões de dólares. O Golden Dome visa desenvolver um escudo de próxima geração, interconectado, contra ameaças avançadas de mísseis, com ênfase no rápido desenvolvimento e integração de sensores espaciais e capacidades defensivas diversas, superando os cronogramas tradicionais de aquisição.
Dentro desse ambicioso escopo, o papel da Palantir aproveita sua competência principal em IA e análise de dados em larga escala. Espera-se que a empresa forneça a plataforma de software fundamental para processar e interpretar dados de centenas ou milhares de satélites de rastreamento, criando consciência situacional em tempo real e viabilizando respostas coordenadas na complexa rede de defesa. Essa participação também pode se beneficiar de abordagens inovadoras de aquisição, como o modelo de subscrição proposto pela SpaceX, garantindo, potencialmente, fluxos de receita estáveis e de longo prazo para a Palantir.
Os sucessos recentes destacam a prontidão da Palantir para um papel tão exigente. A rápida adoção do seu Sistema Maven Smart, adotado pela OTAN, valida suas capacidades de IA em ambientes militares de alto risco, enquanto sua parceria com a Vatn Systems demonstra a utilidade de sua plataforma na modernização e escalabilidade da produção de defesa. Garantir uma posição chave no Golden Dome representaria uma grande vitória estratégica, solidificando a ascensão da Palantir como uma força disruptiva no setor de tecnologia de defesa e evidenciando um significativo potencial de crescimento à medida que ajuda a moldar o futuro da segurança nacional.
Trap Confirmed, Time for Phase 2Two days ago, we called the "Final Ascent Before the Abyss" — and SOLUSDT didn’t disappoint.
Price delivered the setup perfectly, nuking straight to the 134–135 region where the first liquidity pocket was waiting.
But now... things have changed.
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What changed?
The 134 level held — not just held, it absorbed.
Open Interest is rising again, signaling renewed positioning — but it's unclear whether that’s smart money reloading… or fresh victims lining up.
Delta on recent pushes is weak — indicating effort without strong conviction.
In other words:
We’re no longer in “freefall mode”.
We’re in a distribution trap, possibly phase 2 of a larger unwind.
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Current setup logic:
Shorts at 141.5–142.2 → key resistance where absorption occurred
Stops above 143.2 → clean invalidation for a proper squeeze
Targets remain: 137.0 (retest) → then 133.6, and eventually 129.5 if BTC cooperates
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Bullish invalidation?
If SOL can sustain above 143.2 with strong Delta and fresh OI buildup,
we flip to long targeting 145.8 → 149.5 (stop hunt zone from March).
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Conclusion:
> “The abyss already claimed its first victims.
But those who think it's over... are probably the next ones lining up.”
This isn’t a new trend yet — it’s a trap with better marketing.
Stay sharp, don’t trust green candles, and always check who’s actually buying.






















