"DXY em 100 e Real em queda""Real em ajuste pós-feriado e DXY firme nos 100 pontos: sinais de dólar mais forte no Brasil"
O DXY mantém-se próximo dos 100 pontos, sinalizando força relativa do dólar frente às principais moedas globais. O Real Brasileiro, por sua vez, está em torno de 0,19 USD/BRL, após valorização de cerca de 9% no último ano, mas mostra sinais de fraqueza no curto prazo. Essa combinação sugere que o dólar pode ganhar tração no Brasil nos próximos pregões, especialmente após o feriado e diante da expectativa de ajustes externos e internos.
🌍 Panorama Internacional
DXY em 100 pontos: O índice dólar está em uma zona de suporte histórico. Relatórios recentes indicam que o Fed mantém cautela sobre cortes de juros, o que sustenta o dólar.
Dados dos EUA: O mercado de trabalho mostrou criação de empregos acima do esperado, mas com aumento da taxa de desemprego. Isso gera incerteza sobre a política monetária, mas reduz a probabilidade de cortes agressivos.
Fluxo global: A busca por ativos de segurança mantém o dólar como porto seguro, reforçando sua posição frente a moedas emergentes.
🇧🇷 Contexto Brasileiro
Cotação atual: O real está em 0,19 USD, equivalente a cerca de R$ 5,30 por dólar.
Valorização anual: Apesar da alta de 9% no último ano, o real perdeu força recentemente, refletindo ajustes pós-feriado e expectativas sobre política fiscal e monetária.
Banco Central: A Selic permanece em patamar elevado (15%), mas há dúvidas sobre quando os cortes começarão. Isso gera volatilidade e pressiona o câmbio.
🔎 Implicações
Curto prazo: A combinação de DXY firme e real enfraquecido sugere tendência de alta do dólar no Brasil.
Médio prazo: Se o Fed mantiver juros elevados e o Brasil sinalizar cortes futuros, o diferencial de taxas pode reduzir a atratividade do real, ampliando a pressão cambial.
Volatilidade: Notícias sobre commodities e política fiscal brasileira podem suavizar ou intensificar os movimentos.
💡 Em resumo: o dólar global mostra resiliência, e o real enfrenta ajustes internos. A tendência imediata é de dólar mais forte no Brasil, mas o cenário dependerá da política monetária dos EUA e da condução fiscal doméstica.
📅 Linha do Tempo – Eventos e Impactos no BRL/USD
Semana 1 – Pós-feriado no Brasil
Ajustes de fluxo cambial e retomada de operações.
Tendência inicial de pressão no real, com dólar mais firme.
Semana 2 – Dados de inflação nos EUA (CPI/PPI)
Se vierem acima do esperado → reforçam dólar forte (DXY sobe).
Se abaixo → aumentam apostas em cortes de juros, favorecendo moedas emergentes como o real.
Semana 3 – Reunião do Comitê de Política Monetária (Copom – Brasil)
Expectativa sobre manutenção ou cortes da Selic.
Cortes acelerados → reduzem atratividade do real, pressionando BRL/USD.
Manutenção → fortalece o real, limitando alta do dólar.
Semana 4 – Reunião do Federal Reserve (FOMC – EUA)
Decisão sobre juros americanos.
Postura hawkish → dólar global se fortalece, BRL/USD tende a subir.
Postura dovish → real pode ganhar espaço, dólar perde força.
Semana 5 – Dados de emprego nos EUA (Payroll)
Mercado de trabalho aquecido → reforça dólar.
Sinais de desaceleração → favorecem moedas emergentes.
🔎 Conclusão
O curto prazo favorece o dólar, com DXY em 100 pontos e real pressionado pós-feriado. O médio prazo dependerá do equilíbrio entre:
Política monetária do Fed (juros EUA)
Política monetária do Copom (Selic Brasil)
Dados econômicos (inflação e emprego)
💡 Em resumo: cada semana traz gatilhos que podem inverter ou reforçar a tendência.
Análise Fundamentalista
usdcad long USDCAD longo para Swing
TÉCNICO = Tendência de alta, 3 toque, rompimento de estrutura.
FUNDAMENTO = tínhamos dois fundamentos macro para essa semana, Resultado da
Nvidia e Payroll, Nvidia mostrou resultado maior que esperado, tirando a nuvem de que
há bolha. Porém o Payroll venho muito forte, que anula o corte de dezembro.
Fortalecendo as falas de Powell (por incrível que pareça eles cortaram as taxas, no entanto o que pesou no sentimento foi o seu Forward guidance) , na reunião passada, quando o dolar subiu fortemente.
quase todos os membros votantes do FOMC, estão céticos do que se trata de abaixar as taxas.
as expectativa da CME caiu drasticamente, (caiu para 39% hoje) de 60% alguns dias atrás.
e isso trás mais convicção das falas de powell da reunião passada . NÃO HÁ CORTE EM DEZEMBRO.
spread de títulos = POSITIVO para os EUA
0,86+ POSITIVO PARA USD
PAYROLL POSITIVO MOSTRANDO FORÇA DA ECONOMIA AMERICANA
TRUMP= anunciou que vai dar aos americanos 2 mil de beneficio isso já causa inflação por demanda
desconsidere as palavra de TRUMP E BASSET sobre baixar as taxas de juros, isso não é mais algo novo e o mercado já precificou isso
Bureau of Labor Statistics O reunião do FOMC de 10 de dezembro. Isso significa que o Fed não receberá os dados de empregos de outubro ( se o fed teve os dados de hoje do payroll e veio forte então é um risco off, para ativos de risco)
O alerta de Ray Dalio sobre a bolha perdeu rapidamente a vali...O alerta de Ray Dalio sobre a bolha perdeu rapidamente a validade hoje
O alerta de Ray Dalio para não “vender apenas porque há uma bolha” não surtiu efeito hoje, já que o relatório de empregos de setembro, divulgado com atraso, mostrou que 119.000 novos empregos reduziram as esperanças de um corte nas taxas de juros pelo Fed em dezembro.
O S&P 500 oscilou de um ganho de 1,9% para uma perda de 1,1%, e o Nasdaq passou de uma alta de 2,6% para uma queda de 1,5%. O gráfico do S&P 500 agora mostra um momentum em declínio, com a formação de máximas mais baixas. Esse tipo de comportamento envolvente pode marcar fases de exaustão em ralis prolongados.
O Bitcoin também se desfez, caindo quase 5% e afundando novamente abaixo de 87.000, à medida que as liquidações se aceleravam. A vela mensal atual pode estar confirmando uma possível mudança no momentum da tendência após uma subida de vários anos.
Aumento do apetite pelo risco pressiona preços do ouro
Os preços do ouro recuaram ligeiramente nas negociações de quinta-feira de manhã, enfrentando uma forte resistência em torno do nível dos $4.100. Uma recuperação do apetite pelo risco nos mercados acionistas está a penalizar o metal de refúgio. Outro fator que pesa sobre o ouro é o fortalecimento do dólar norte-americano. Vários responsáveis do FOMC têm-se mostrado pouco entusiasmados com a possibilidade de cortar as taxas de juro em dezembro, apontando riscos inflacionistas persistentes — o que reduziu as apostas numa decisão dessa natureza na última reunião de política monetária do ano. Neste contexto, os investidores estarão muito atentos à divulgação, ainda hoje, dos dados adiados relativos às Folhas de Pagamento Não Agrícolas (Non-Farm Payrolls) de setembro. Embora os números digam respeito ao final do verão, continuam a ser relevantes, pois fornecem o retrato mais recente do mercado laboral, substituindo os últimos que estavam disponíveis, relativos a agosto, refletindo o período em que a Fed de Jerome Powell começou a adotar uma posição mais dovish. Uma leitura forte reduziria ainda mais as expectativas de um corte de taxas em dezembro, fortalecendo o dólar e pressionando os preços do ouro, enquanto um número fraco teria provavelmente o efeito oposto.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
A Fortaleza da Oncologia de Precisão Está Desmoronando?No final de 2025, a indústria global de diagnósticos enfrenta uma potencial mudança de paradigma com rumores sobre negociações avançadas da Abbott Laboratories para adquirir a Exact Sciences. Essa consolidação potencial é catalisada por uma virada macroeconômica favorável; a decisão do Federal Reserve de cortar juros descongelou o "inverno de capital", permitindo que conglomerados ricos em caixa como a Abbott usem dívida para aquisições de alto valor. Embora a Exact Sciences tenha demonstrado resiliência financeira com receita recorde de US$ 851 milhões no 3º trimestre de 2025 e transição para lucratividade significativa, o negócio proposto é visto como necessidade estratégica, não mera saída. A Abbott busca um motor de crescimento duradouro pós-pandemia, enquanto a Exact Sciences precisa de um parceiro com "balanço patrimonial de fortaleza" para navegar em uma era de "risco exponencial".
Apesar da liderança de mercado, a Exact Sciences enfrenta vulnerabilidades crescentes que ameaçam sua independência. O fosso de propriedade intelectual foi violado após derrota crítica em litígio de patentes contra a Geneoscopy, invalidando reivindicações chave que protegiam o Cologuard e abrindo porta para competição imediata. Além disso, a empresa tem exposição geopolítica significativa devido à forte dependência de cadeias de suprimentos chinesas para precursores químicos essenciais, fragilidade que poderia ser catastrófica em caso de escalada nas tensões EUA-China. Em manobra defensiva, a Exact Sciences já começou a diversificar apostas tecnológicas licenciando a tecnologia de triagem baseada em sangue da Freenome, hedgeando contra a erosão potencial de seu monopólio em testes baseados em fezes.
A tese de valor de longo prazo da fusão repousa na escalada de inovação e desbloqueio de mercados internacionais. A Exact Sciences tem pipeline promissor, incluindo Cologuard Plus, que melhora especificidade para 94%, e a ferramenta de detecção precoce multicâncer Cancerguard. No entanto, historicamente lutou para exportar o Cologuard devido a custos altos e diretrizes de triagem estrangeiras incompatíveis. Uma aquisição permitiria à Exact Sciences alavancar a infraestrutura global massiva da Abbott para contornar essas barreiras, "friend-shore" cadeias vulneráveis e navegar frameworks regulatórios complexos como o Regulamento de Dispositivos Médicos da UE. Em última análise, essa transação representa uma fuga para a segurança, fundindo a inovação científica da Exact com o poder logístico da Abbott para assegurar o futuro do diagnóstico de câncer.
"BBAS3: Liquidez Institucional segura !? mas 20,50 está ai""BBAS3: Liquidez Institucional segura !? mas 20,50 está ai"
Esta é uma provocação que fizemos agora.
BANCO DO BRASIL (BBAS3) – Projeção Técnica para R$20,50
Resultado 3T25: O Banco do Brasil apresentou desempenho aquém das expectativas, com lucro líquido consolidado de aproximadamente R$3,80 bilhões, refletindo pressão sobre margens e elevação do custo de crédito.
Rentabilidade: O ROE (Return on Equity) reportado foi de 8,40%, nível inferior ao histórico da instituição, indicando menor eficiência na geração de valor ao acionista.
Qualidade da carteira de crédito: A inadimplência permanece em trajetória ascendente e ainda não apresenta sinais claros de estabilização para o 4T25, o que adiciona risco à precificação futura.
Guidance: As projeções divulgadas pelo banco não sustentam o movimento altista recente, sugerindo descolamento entre preço de tela e fundamentos.
Análise Técnica
O ativo apresenta estrutura gráfica de realização , com formação de pivô de baixa e possibilidade de extensão do movimento até a região de R$20,50.
Caso haja rompimento consistente desse patamar, espera-se entrada de fluxo comprador institucional, preparando o papel para o 1T26, período sazonalmente mais robusto em termos de resultados.
A liquidez elevada de BBAS3 favorece a absorção de ordens de grande volume, indicando presença de players institucionais sustentando o preço e evitando correções mais abruptas.
Considerações Estratégicas
O movimento atual deve ser interpretado como precificação antecipada de cenários futuros, ainda que não corroborados pelos dados fundamentalistas.
A manutenção de posições relevantes por investidores de grande porte sugere defesa técnica das cotações, o que pode abrir espaço para operações táticas de curto prazo.
O monitoramento do guidance revisado e da evolução da inadimplência será determinante para validar ou refutar a continuidade da tendência altista.
📊 Em resumo: BBAS3 apresenta dissonância entre fundamentos e preço, mas o setup gráfico aponta para teste da faixa de R$20,50, com potencial entrada de força compradora caso haja rompimento.
Morning Call - 19/11/2025 - Especial: Balanço da NvidiaAgenda de Indicadores:
10:30 – USA – Balança Comercial / Exportação / Importação
12:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto da EIA
15:00 – USA – Leilão de T-Bond de 20 anos
16:00 – USA – Ata do FOMC
Agenda de Autoridades:
12:00 – USA – Stephen Miran, governador do Fed (Vota), discursa sobre "Regulamentação Bancária e o Balanço Patrimonial do Fed" perante o Instituto de Política Bancária e o Conselho de Pequenas Empresas e Empreendedorismo.
14:45 – USA – Thomas Barkin, do Fed de Richmond (Não Vota), discursa em almoço oferecido pela VACEOs.
16:00 – USA – John Williams, do Fed de Nova York (Vota), discursa no evento híbrido "Criando Mercados Ausentes: Conectando Comunidades e Capital", organizado pelo Fed de Nova York.
Balanços Corporativos:
20:20 – USA – Nvidia
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLZ2025
Fiscal: O Senado aprovou nesta terça-feira o projeto que autoriza a atualização patrimonial de bens móveis e imóveis para fins de Imposto de Renda. A medida, que pode gerar até R$ 25 bilhões em receitas extras para o governo, segue agora para sanção do presidente Lula.
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — avançam nesta quarta-feira, em um pregão marcado pela expectativa da ata do Fed e pelo aguardado balanço da Nvidia. No dia de vencimento, o índice de volatilidade VIX recua levemente e opera em torno de 21,5 pontos.
Payroll: A BLS divulgará o relatório de empregos de setembro na quinta-feira, às 10h30 (horário de Brasília). David Morrison, da Trade Nation, comentou: “Há uma grande possibilidade de volatilidade nesses dados, mas ainda é difícil antecipar o que eles de fato vão sinalizar. Mesmo assim, faz sentido que membros do Fed se preparem para a possibilidade de manter os juros elevados em dezembro.” Morrison também chamou atenção para a qualidade dos números, lembrando que a coleta ficou interrompida por mais de um mês devido ao shutdown, o que pode comprometer parte das leituras.
Na CME, as apostas indicam agora 54% de probabilidade de manutenção dos juros na próxima reunião do Federal Reserve.
Especial: Balanço da Nvidia NASDAQ:NVDA
O mercado global de tecnologia prende a respiração nesta quarta-feira. Às 20h20 (Brasília), a Nvidia divulgará seus resultados trimestrais — um evento que pode definir o rumo das gigantes apostas de Wall Street em inteligência artificial. A leitura do balanço será decisiva para responder à pergunta que ecoa entre traders e gestores: o boom da IA ainda está sustentado por fundamentos ou já se aproxima de uma bolha?
Três anos após a explosão do ChatGPT, esse debate ganha força. Crescem rumores de que acordos circulares — em que empresas parceiras inflam mutuamente suas receitas — estariam ajudando a sustentar parte do avanço do setor, aumentando o risco de uma correção mais severa.
Esse clima de dúvida motivou alguns grandes fundos a realizar lucros. O Thiel Macro vendeu toda sua posição de US$ 100 milhões na Nvidia, enquanto o SoftBank também zerou sua participação de US$ 5,8 bilhões — embora tenha reinvestido em outra empresa de IA. A realização coincide com uma queda de 7,9% da Nvidia em novembro, após ter subido mais de 1.200% nos últimos três anos. O S&P 500, no mesmo período, recuou 2,5%.
Apesar do desconforto crescente, uma parte essencial da história permanece inalterada: a demanda pelos chips da Nvidia continua explosiva. Gigantes como Microsoft, Apple, Meta, Google e Amazon seguem investindo bilhões em data centers de IA. Jensen Huang, CEO da Nvidia, afirmou no mês passado que há US$ 500 bilhões em encomendas já contratadas até 2026.
Mas o foco dos traders mudou. Agora, a atenção não está apenas no crescimento da demanda, mas no peso da depreciação desses chips avançados nos balanços das empresas compradoras. Como a Nvidia passou a atualizar seus modelos anualmente, versões anteriores tornam-se obsoletas mais rápido, levando companhias a revisarem sua estrutura de custos.
O famoso gestor de fundo Michael Burry — inspiração para A Grande Aposta — alertou recentemente que grandes provedores de nuvem podem estar inflando seus lucros ao estender artificialmente a vida útil depreciável dos equipamentos de IA, como os chips da Nvidia.
Para o terceiro trimestre fiscal, o consenso aponta para uma alta de 56% na receita, a US$ 54,92 bilhões, uma queda no crescimento superior a 250% visto em trimestres anteriores.
A empresa deve ainda reportar:
margem bruta ajustada de 73,6%, cerca de 2 p.p. abaixo do ano passado;
lucro líquido de aproximadamente US$ 29,54 bilhões, alta de 53%.
O veredito chega hoje à noite. E, para muitos analistas, o desempenho das ações após o balanço será um teste direto da sustentabilidade do rally que transformou a Nvidia na primeira empresa de mais de US$ 5 trilhões em valor de mercado.
Europa
Os principais índices de ações da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — registram um novo dia de perdas nesta quarta-feira, embora de forma mais moderada. Os traders adotam uma postura cautelosa antes de dois eventos-chave: a divulgação da ata do Fed e os resultados trimestrais da Nvidia, ambos previstos para hoje.
As ações de tecnologia europeias recuam cerca de 0,5%, refletindo o clima de espera em torno do balanço da Nvidia, que poderá tanto intensificar quanto aliviar as preocupações sobre as elevadas avaliações do setor. A Schneider Electric, fabricante de equipamentos ligados à IA, opera com leve baixa, enquanto a Siemens Energy avança mais de 1% em movimento de correção após fortes quedas recentes.
No Reino Unido, a inflação ao consumidor desacelerou para 3,6% em outubro, ante 3,8% em setembro — primeira queda desde maio e em linha com as expectativas. O dado oferece algum alívio ao governo às vésperas do orçamento anual e reforça as apostas de um possível corte de juros pelo Banco da Inglaterra em dezembro. Após a divulgação, a libra recuou levemente frente ao dólar, ao passo que o FTSE 100 registrou uma alta temporária.
Ásia/Pacífico
O clima de cautela continuou dominando os mercados da Ásia-Pacífico nesta madrugada, com vários índices acumulando o quarto dia seguido de queda. As preocupações permanecem concentradas em dois pontos: a crescente desconfiança sobre as avaliações elevadas das empresas ligadas à inteligência artificial e a incerteza quanto à possibilidade de um corte de juros pelo Federal Reserve no próximo mês.
Na Coreia do Sul e em Taiwan, os índices Kospi TVC:KOSPI e TWSE FTSE:TW50 recuaram 0,6%, refletindo a pressão contínua sobre gigantes de tecnologia da região. Na Austrália, o ASX ASX:XJO encerrou o pregão com queda de 0,2%.
No Japão, o Nikkei TVC:NI225 caiu 0,3%. O anúncio de planos de gastos governamentais elevados fez os rendimentos dos títulos de longo prazo atingirem novos recordes, enquanto o iene voltou a ganhar força e ultrapassou os 155 por dólar — nível considerado sensível pelas autoridades, que alertaram para possível intervenção no câmbio. As tensões diplomáticas com a China adicionaram mais pressão ao mercado japonês.
Na China continental, os índices Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 e China A50 FTSE:XIN9 fecharam de forma mista. Segundo a Pesquisa de Gestores de Fundos da Ásia do BofA Securities, 29% dos entrevistados agora projetam uma desaceleração maior da economia chinesa, enquanto os traders passaram a prever um espaço mais limitado para novos estímulos monetários.
Em Hong Kong, o Hang Seng HSI:HSI teve mais um pregão negativo, liderado por empresas de tecnologia. A Xiaomi despencou 4,8% após anunciar que vai aumentar os preços de seus smartphones no próximo ano, devido ao encarecimento dos chips de memória. Já as ações da Baidu recuaram 1% depois que a empresa reportou queda de 7% na receita trimestral.
Uma única injeção pode silenciar uma doença para sempre?A Benitec Biopharma emergiu da obscuridade clínica para validação de plataforma com resultados inéditos de ensaio fase 1b/2a mostrando taxa de resposta de 100% em todos os seis pacientes tratados com BB-301, sua terapia gênica para Distrofia Muscular Oculofaríngea (OPMD). Essa doença genética rara, caracterizada por dificuldades progressivas de deglutição que podem levar a pneumonia aspirativa fatal, não tem tratamentos farmacêuticos aprovados. A abordagem proprietária "Silence and Replace" da Benitec usa interferência de RNA direcionada por DNA para silenciar simultaneamente a produção da proteína mutante tóxica enquanto fornece um substituto funcional, um mecanismo sofisticado de dupla ação entregue via injeção única de vetor AAV9. Os dados clínicos revelaram melhoras dramáticas, com um paciente experimentando redução de 89% na carga de deglutição, normalizando essencialmente sua experiência alimentar. A designação Fast Track subsequente da FDA para BB-301 reforça a convicção regulatória nessa abordagem.
A posição estratégica da empresa vai além de um único ativo. Novembro de 2025 marcou um evento de capital transformador com captação de US$ 100 milhões a US$ 13,50 por ação, quase o triplo dos US$ 4,80 de 18 meses antes, ancorada por investimento direto de US$ 20 milhões da Suvretta Capital, que agora controla cerca de 44% das ações em circulação. Essa validação institucional, aliada a um balanço patrimonial sólido com runway até 2028-2029, desriscou fundamentalmente a tese de investimento. A parceria de manufatura com a Lonza garante produção escalável conforme GMP, evitando riscos geopolíticos de cadeia de suprimentos que afetam concorrentes dependentes de CDMOs chinesas. Com proteção robusta de PI até os anos 2040 e designação de Medicamento Órfão fornecendo exclusividade adicional de mercado, a Benitec opera em vácuo competitivo, pois nenhum outro programa em estágio clínico mira OPMD.
As implicações mais amplas posicionam a Benitec como líder de plataforma em vez de empresa de produto único. A arquitetura "Silence and Replace" resolve limitação fundamental da terapia gênica tradicional: trata distúrbios autossomos dominantes onde proteínas mutantes tóxicas tornam a simples substituição gênica ineficaz. Isso desbloqueia uma classe inteira de doenças genéticas previamente não tratáveis. A liderança da empresa, incluindo CEO Dr. Jerel Banks (com credenciais M.D./Ph.D. e experiência em pesquisa de ações de biotecnologia) e diretora Dr. Sharon Mates (que levou a Intra-Cellular Therapies a aquisição de US$ 14,6 bilhões pela J&J), sugere preparação para escala comercial ou aquisição estratégica. Com poder de precificação potencial de US$ 2-3 milhões por tratamento baseado em terapias gênicas comparáveis, e valor empresarial de cerca de US$ 250 milhões contra oportunidade de receita de bilhões de dólares, a Benitec representa um perfil atraente de risco-retorno assimétrico na vanguarda da medicina genética curativa.
Níveis de risco de intervenção das configurações do USD/JPY O USD/JPY está avançando para a metade superior de 155, e esse é o nível que preocupa tanto os bancos quanto os formuladores de políticas.
O Goldman Sachs afirma que o iene ainda pode enfraquecer no curto prazo, mas a alta a partir deste ponto é limitada, pois quanto mais o par sobe, mais provável se torna a intervenção.
O Credit Agricole observa que o Ministério das Finanças do Japão já emitiu alertas, embora seu indicador de intervenção esteja apenas em 4 de 7, ainda não no ponto em que Tóquio normalmente entra no mercado.
Cada tick acima de 155 aumenta a probabilidade de intervenção verbal ou direta. Se o preço ultrapassar 156 de forma decisiva, esses alertas podem se intensificar. Se o movimento se tornar rápido ou desordenado, o risco de intervenção real aumenta drasticamente.
Um possível suporte fraco está no nível de Fibonacci de 38,2% indicado no gráfico. Se o par cair abaixo desse nível, pode ser o primeiro sinal de que as discussões sobre intervenção estão começando a influenciar a ação do preço.
Morning Call - 18/11/2025 - Ouro Recua NovamenteAgenda de Indicadores:
10:15 – USA – Variação Semanal de Empregos Privados ADP
10:30 – USA – Preços de Bens Importados e Exportados
11:15 – USA – Produção Industrial (Pode não ser divulgada)
18:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal API
Agenda de Autoridades:
12:30 – USA – Michael Barr, Governador do Fed (Vota), discursa sobre supervisão bancária na Série de Palestras Alan Meltzer da Escola de Negócios Kogod.
13:00 – USA – Thomas Barkin, do Fed de Richmond (Não Vota), discursa na Cúpula Econômica Top of Virginia.
10:20 – USA – Lorie Logan, do Fed de Dallas (Não Vota), faz o discurso de encerramento no evento híbrido "Perspectivas Globais com Gretchen Watkins", em Houston, Texas.
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLZ2025
Inflação e Juros: O Boletim Focus trouxe ontem uma melhora importante nas projeções de inflação para 2025: a estimativa do IPCA recuou de 4,55% para 4,46%, ficando abaixo do teto da meta de 4,50% do Banco Central. Já o IBC-Br mostrou uma contração maior que a esperada, de 0,24% na atividade econômica em setembro. Mesmo assim, ambos os indicadores passaram praticamente despercebidos pela curva de juros, que continuou sendo guiada pelo aumento da aversão ao risco no cenário internacional.
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — recuam nesta terça-feira, acompanhando o clima de aversão ao risco observado na sessão anterior. O índice de volatilidade VIX ACTIVTRADES:USAVIXX2025 voltou a superar os 22 pontos, indicando maior demanda por proteção no mercado de opções dos EUA.
O apetite por risco será colocado à prova nesta semana com dois eventos centrais: o Payroll de setembro, previsto para quinta-feira às 10h30 (horário de Brasília), e o balanço trimestral da Nvidia, marcado para quarta-feira às 20h20.
Comentário de David Morrison, da Trade Nation: “Há uma grande possibilidade de volatilidade nesses dados, mas não está claro o que exatamente eles poderão sinalizar. Ainda assim, é compreensível que membros do Fed se preparem para a chance de manter as taxas elevadas em dezembro.” Morrison também alertou que a qualidade dos dados pode estar comprometida, já que a coleta ficou paralisada por mais de um mês devido ao shutdown.
Na CME, as apostas agora apontam para uma probabilidade de 54% de manutenção dos juros na próxima reunião do Fed.
Europa
Os principais índices de ações da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — recuam com força nesta terça-feira, em meio à cautela dos traders antes do balanço da Nvidia e da divulgação do Payroll nos Estados Unidos.
O sentimento de aversão ao risco pesa especialmente sobre o setor financeiro, com grandes bancos e seguradoras registrando quedas superiores a 2%. Entre as empresas de tecnologia, fabricantes de equipamentos ligados à inteligência artificial — como Siemens Energy e Schneider Electric — recuam entre 2% e 3%.
Do lado positivo, as ações da farmacêutica suíça Roche avançam quase 6% após a divulgação de resultados favoráveis da fase final de testes de seu novo medicamento para câncer de mama.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam a terça-feira em forte queda, com o setor de tecnologia no centro das atenções.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI liderou as perdas ao despencar 3,3%, voltando a operar abaixo do importante nível de 4.000 pontos. Entre as principais ações do índice, Samsung recuou 2,8%, SK Hynix caiu quase 6% e LG Energy Solutions perdeu 4,3%.
No Japão, o Nikkei TVC:NI225 caiu 3,2%, na maior baixa em mais de sete meses, retornando abaixo do patamar-chave de 50.000 pontos. As ações do SoftBank Group caíram 7,5%, enquanto Tokyo Electron e Advantest recuaram 5,5% e 3,7%, respectivamente.
Comentário de Naoki Fujiwara, da Shinkin Asset Management: “Os fatores que sustentavam a alta perderam força — como o avanço da inteligência artificial e a expectativa de cortes de juros nos EUA. O agravamento das relações entre Japão e China também vem afetando o sentimento do mercado.”
Na China, os índices Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Hang Seng HSI:HSI recuaram até 1,7%, acompanhando o tom negativo da região.
Em Taiwan, o índice TWSE caiu 2,5%, pressionado pela queda de 2,8% da TSMC. Na Austrália, o ASX ASX:XJO terminou o pregão em baixa de 2%.
Criptoativos
O Bitcoin ACTIVTRADES:BTCUSD rompeu novamente abaixo dos US$ 90.000, atingindo o menor nível em sete meses e reforçando o enfraquecimento do apetite global por ativos de risco. A moeda digital perdeu todo o ganho acumulado em 2025 e agora negocia cerca de 30% abaixo do recorde superior a US$ 126.000 alcançado em outubro. Operadores do mercado apontam que o ajuste ocorre em meio à crescente incerteza sobre novos cortes de juros nos Estados Unidos e à deterioração do sentimento após a longa fase de valorização que impulsionou o setor de criptoativos neste ano.
Comentário de Joshua Chu, da Associação Web3 de Hong Kong: “A onda de vendas está sendo amplificada por empresas e instituições listadas que estão reduzindo suas posições após terem investido fortemente durante a alta, aumentando os riscos de contágio no mercado. Quando o suporte diminui e a incerteza macroeconômica cresce, a confiança pode se deteriorar com velocidade notável.”
O Ethereum $ACTIVTRADES:ETHUSDA segue trajetória semelhante, acumulando perdas próximas a 40% nos últimos meses. Depois de atingir quase US$ 5.000 em agosto, a segunda maior criptomoeda do mercado agora é negociada abaixo de US$ 3.000, refletindo a pressão generalizada sobre os ativos digitais.
Commodities
O ouro ACTIVTRADES:GOLD recua para o menor nível em mais de uma semana nesta terça-feira, pressionado pela redução das apostas em um corte de juros pelo Federal Reserve no próximo mês — movimento que enfraquece a demanda pelo metal antes da divulgação de dados econômicos dos EUA.
Entre as demais commodities metálicas, a prata ACTIVTRADES:SILVER opera com leve alta, enquanto o cobre ACTIVTRADES:COPPERZ2025 apresenta uma pequena correção negativa.
No mercado de energia, os preços do petróleo Brent ACTIVTRADES:BRENT e WTI ACTIVTRADES:LCRUDE avançam de forma moderada. As cotações permanecem presas em uma faixa estreita nos últimos meses, refletindo o aumento da oferta da OPEP e a incerteza sobre sanções e os efeitos da guerra no fluxo de petróleo russo.
Ouro entre suporte chave e incerteza sobre juros
Os preços do ouro caíram nas primeiras negociações de terça-feira, antes de recuperarem de um mínimo de uma semana, mantendo-se ligeiramente acima do importante nível de suporte dos $4.000. O metal precioso continua a enfrentar ventos contrários resultantes da diminuição das expectativas de que a Reserva Federal venha a cortar as taxas de juro em dezembro. Com a reabertura do governo dos Estados Unidos, a divulgação de dados económicos será retomada — incluindo o relatório de Emprego Não Agrícola de setembro, que tinha sido adiado — deixando os investidores mais incertos e levando-os a atribuir probabilidades mais baixas a um novo corte de taxas antes do final do ano. Esta dinâmica tem sido reforçada por uma série de declarações públicas cautelosas de membros séniores do FOMC, que demonstraram alguma hesitação em reduzir os custos de financiamento. Ao mesmo tempo, o estatuto de ativo de refúgio do ouro continua a sustentar a procura, numa altura em que a aversão ao risco aumenta nos mercados financeiros, provocando perdas generalizadas nas ações, devido ao crescimento dos receios de uma desaceleração económica. Neste contexto — com o ouro preso entre forças opostas — os investidores aguardam agora a divulgação da última ata do FOMC, na quarta-feira, na expectativa de obterem maior clareza sobre o rumo das taxas de juro da Fed. Quaisquer sinais relativamente à orientação futura da política monetária deverão influenciar o desempenho do dólar norte-americano e, consequentemente, o do metal precioso, dada a correlação inversa existente entre os dois ativos.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
As tensões na Ásia podem triplicar seus retornos de hedge?Como as crescentes tensões geopolíticas entre China e Japão criam um caso de investimento atraente para o ProShares UltraPro Short QQQ (SQQQ), um ETF inverso triplo alavancado que rastreia o Nasdaq-100 (NDX). A concentração extrema do Nasdaq-100 em setores de tecnologia (61% de peso) e dependência de cadeias de suprimentos globais impecáveis o tornam unicamente vulnerável à instabilidade na Ásia-Pacífico. A estrutura tripla inversa do SQQQ permite que investidores lucrem com quedas esperadas no NDX sem contas de margem tradicionais, enquanto seu mecanismo de composição diária é otimizado para capturar movimentos de alta volatilidade e quedas direcionais que crises geopolíticas geralmente desencadeiam.
A vulnerabilidade central vem de gargalos críticos nas cadeias de suprimentos no Leste Asiático. A China controla quase 90% do processamento global de elementos de terras raras essenciais para motores de VE, sensores e sistemas de defesa, e já usou esse domínio como arma contra o Japão em disputas territoriais. Enquanto isso, o Japão detém 50% do mercado global em materiais semicondutores críticos como fotoresistentes, tornando qualquer interrupção equivalente a parar a fabricação de chips para empresas do NDX. Com o Nasdaq-100 derivando cerca de 10% de receitas diretamente da China continental e quase 50% internacionalmente, tensões escaladas ameaçam perdas de receita simultâneas em múltiplos mercados principais, forçando regionalização custosa das cadeias de suprimentos que comprimem margens de lucro.
Além das cadeias físicas, a análise identifica operações cibernéticas patrocinadas pelo Estado como a ameaça aguda mais imediata. Agências dos EUA avaliam que atores cibernéticos chineses estão se posicionando previamente em redes de infraestrutura crítica para permitir ataques disruptivos em crises maiores, com o Japão relatando ataques cibernéticos militares chineses anteriores contra 200 empresas e institutos de pesquisa. Paradas de produção induzidas por ciberataques poderiam gerar bilhões em receitas perdidas enquanto degradam a produção de inovação que sustenta as valorações do NDX. Incerteza geopolítica correlaciona diretamente com gastos reduzidos em P&D corporativo e declínios demonstráveis na qualidade de patentes e taxas de citação.
A convergência desses riscos — armamentização de cadeias de suprimentos, custos forçados de regionalização, taxas de desconto elevadas por prêmios de risco geopolítico e ameaças de guerra cibernética — cria um ambiente ideal para a exposição tripla inversa do SQQQ. Conselhos corporativos que falham em incorporar monitoramento robusto de risco geopolítico nas valorações do NDX representam uma falha fundamental de governança, pois a mudança estrutural da eficiência global para cadeias focadas em resiliência exige gastos de capital significativos que minam as altas valorações de crescimento que sustentam os preços atuais do NDX.
EURCHF sobrevendido - Poderia atingir 0,96 na recuperação?EURCHF sobrevendido - Poderia atingir 0,96 na recuperação?
O JP Morgan considera que a alta do franco suíço não se justifica. De acordo com o JP Morgan, a economia da zona do euro está se mantendo melhor do que os mercados esperavam. Nesse ambiente, o JP Morgan acredita que os níveis atuais do EURCHF representam uma oportunidade para diminuir a força do franco e reconstruir posições compradas.
Se o par se recuperar dos níveis atuais, a primeira área de interesse poderá ser 0,9350, seguida por 0,9450, onde as altas anteriores e a estrutura de curto prazo convergem. Uma recuperação mais sustentada poderá levar o par de volta para 0,9600–0,9700, uma importante faixa de resistência que limitou todas as altas no último ano.
Nasdaq recupera após forte correção
Os mercados acionistas recuperaram na sexta-feira, após a forte correção registada nos dias anteriores, num contexto de receios de sobreaquecimento, em particular no setor tecnológico. Os futuros do Nasdaq estão esta manhã a negociar perto dos 25 300 pontos, prolongando a recuperação de sexta-feira, mas os riscos permanecem elevados. Esta semana, os investidores estarão especialmente atentos a dois eventos: a apresentação de resultados da Nvidia, na quarta-feira, e a publicação dos dados de emprego de setembro nos EUA, na quinta-feira, que poderão ser determinantes para a decisão da Reserva Federal sobre as taxas de juro em dezembro. Atualmente, os mercados de previsões atribuem uma probabilidade praticamente idêntica entre a manutenção das taxas e um corte de 25 pontos base, o que aumenta o potencial de volatilidade em caso de surpresa nos dados macroeconómicos.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
U
Morning Call - 17/11/2025 - Mercados Aguardam PayrollAgenda de Indicadores:
8:25 – BRA – Boletim Focus
9:00 – BRA – IBC-Br
10:30 – CAD – IPC
10:30 – USA – Índice Empire State de Atividade Industrial em Nova York
Agenda de Autoridades:
9:00 – BRA – Gabriel Galípolo, presidente do BCB, palestra no Fórum Internacional de Equidade Racial Empresarial.
11:00 – USA – John Williams, do Fed de Nova York (Vota), faz um discurso de boas-vindas na Conferência de Reforma da Governança e da Cultura de 2025, organizada pelo Banco da Reserva Federal de Nova York.
11:30 – USA – Philip Jefferson, vice-presidente do Fed (Vota), discursa sobre as perspectivas econômicas e a política monetária em evento organizado pelo Fed de Kansas City, após ser apresentado pelo presidente do Fed de Kansas City, Jeffrey Schmid.
15:00 – USA – Neel Kashkari, do Fed de Minneapolis (Não Vota), participa de um bate-papo informal e de uma sessão de perguntas e respostas com Christophe Beck, CEO da Ecolab, no almoço de novembro do Clube Econômico de Minnesota.
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLZ2025
IBC-Br: As estimativas para setembro sugerem uma retração de 0,10% no indicador, interrompendo o avanço registrado em agosto. O movimento deve ser consequência da perda de fôlego da indústria, que caiu 0,40%, e da leve baixa nas vendas do varejo (-0,30%). Mesmo com o setor de serviços mostrando expansão de 0,60%, o desempenho não teria sido suficiente para evitar o resultado negativo no mês.
Relatório Bimestral de Receitas e Despesas: O governo precisará divulgar o último relatório de 2025 até o dia 22 de novembro, data que cai em um sábado. Por isso, o Ministério do Planejamento deve antecipar a publicação para quarta-feira (19) ou sexta-feira (21). O documento traz uma atualização das projeções para o resultado primário e pode determinar novas liberações, ou bloqueios, de recursos para garantir o cumprimento da meta fiscal.
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — iniciam a semana em alta, com destaque para o setor de tecnologia. O índice de volatilidade VIX ACTIVTRADES:USAVIXX2025 recua novamente e opera abaixo dos 20 pontos.
O apetite por risco será testado nesta semana por dois eventos-chave: o Payroll de setembro, que será divulgado na quinta-feira às 10h30 (horário de Brasília), e o balanço trimestral da Nvidia, na quarta-feira às 20h20.
Comentário de David Morrison, da Trade Nation: “Há uma grande possibilidade de volatilidade nesses dados, mas não está claro o que exatamente eles poderão sinalizar. Ainda assim, faz sentido que membros do Fed se preparem para a chance de as taxas permanecerem elevadas em dezembro.” Morrison também destacou que a qualidade das informações pode estar comprometida, uma vez que a coleta de dados ficou interrompida por mais de um mês devido ao shutdown.
Na sexta-feira, as expectativas para políticas monetárias esfriaram ainda mais: a probabilidade de manutenção dos juros em dezembro chegou a 56%, após comentários do presidente do Fed de Kansas City, Jeffrey Schmid, e da presidente do Fed de Dallas, Lorie Logan, que expressaram dúvidas sobre a necessidade de novos cortes.
Ao longo da semana, Home Depot NYSE:HD , Target NASDAQ:TH , Walmart NYSE:WMT e Nvidia NASDAQ:NVDA divulgarão seus resultados trimestrais. O balanço da Nvidia é o mais aguardado, sendo visto como um teste crucial para a forte valorização do setor de tecnologia.
Desde o lançamento do ChatGPT, em novembro de 2022, as ações da Nvidia acumulam alta próxima de 1.000%. Somente em 2025, a valorização já supera 40%, levando a empresa a se tornar a primeira a ultrapassar US$ 5 trilhões em valor de mercado no mês passado.
Europa
Os principais índices de ações da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — recuam nesta segunda-feira, em meio à cautela dos traders à espera do início da divulgação dos dados americanos desta semana, que inclui o Payroll de setembro na quinta-feira.
No noticiário corporativo, as ações da Airbus avançam 1,5% após reportagem da Reuters indicar que a fabricante está prestes a garantir a maior parte de um grande pedido da flydubai no Dubai Airshow, desafiando o tradicional domínio da Boeing.
Ásia/Pacífico
Os mercados acionários asiáticos fecharam majoritariamente em queda nesta segunda-feira, pressionados pelo aumento das tensões entre China e Japão, que afetou diretamente setores sensíveis da bolsa de Tóquio.
O Ministério da Educação da China emitiu no domingo um alerta para estudantes chineses no Japão, recomendando cautela e uma avaliação cuidadosa de riscos. A pasta citou deterioração da segurança pública, aumento de crimes contra cidadãos chineses e um ambiente acadêmico desfavorável no país.
Na bolsa de Tóquio, empresas de cosméticos e beleza, altamente dependentes do consumo chinês, recuaram até 11%. Lojas de departamento e redes hoteleiras também foram pressionadas, refletindo o impacto esperado sobre o turismo. O índice Nikkei TVC:NI225 caiu 0,1%, com o setor industrial impedindo uma queda mais acentuada.
Entre os indicadores, a economia japonesa contraiu 1,8% na prévia do 3º trimestre e 0,4% na comparação anual, afetada pelas tarifas impostas pelos EUA. Em contrapartida, a produção industrial cresceu 2,6% em setembro. Rumores sobre um pacote de estímulos de US$ 110 bilhões da primeira-ministra elevaram ainda mais os rendimentos dos títulos japoneses ao longo de toda a curva, ampliando o estresse no mercado de dívida.
Traders apontam riscos adicionais para o iene caso a confiança na disciplina fiscal japonesa seja abalada — cenário semelhante ao observado no Reino Unido na semana passada, quando ações, títulos e a libra desabaram após notícias de que a ministra das Finanças, Rachel Reeves, poderia recuar de aumentos de impostos.
Na China, os índices Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Hang Seng HSI:HSI fecharam em baixa moderada. O índice australiano ASX ASX:XJO terminou o pregão praticamente estável.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI avançou quase 2%, recuperando parte da forte queda de 3,8% registrada na sexta-feira.
Criptoativos
As criptomoedas, que recentemente têm funcionado como um termômetro do apetite por risco nas ações de tecnologia, registraram na semana passada sua maior queda desde março, acumulando perdas superiores a 10%. Nesta segunda-feira, o Bitcoin ACTIVTRADES:BTCUSD opera em torno de US$ 95.000, enquanto o Ethereum ACTIVTRADES:ETHUSD oscila próximo de US$ 3.200.
U
Uma empresa pode impulsionar o futuro nuclear dos EUA?A BWX Technologies (BWXT) posicionou-se na interseção crítica entre segurança nacional e infraestrutura de energia, estabelecendo domínio no setor nuclear avançado por meio de contratos estratégicos e liderança tecnológica. Os resultados do terceiro trimestre de 2025 da empresa revelam um ímpeto notável, com receita atingindo US$ 866 milhões (aumento de 29% em relação ao ano anterior) e backlog total saltando para US$ 7,4 bilhões, um aumento de 119%. Com uma relação book-to-bill de 2,6 vezes, a BWXT demonstra demanda substancialmente superior à capacidade atual, impulsionada pelas forças convergentes de descarbonização, eletrificação e o crescimento explosivo das necessidades de energia de IA.
O fosso competitivo da BWXT se estende por múltiplas dimensões. A empresa garantiu contratos de defesa cruciais no valor de US$ 1,5 bilhão para enriquecimento de urânio doméstico e US$ 1,6 bilhão para produção de urânio empobrecido de alta pureza, abordando diretamente a vulnerabilidade estratégica dos EUA à dependência de combustível estrangeiro. Liderando o Projeto Pele, o primeiro protótipo de microrreator transportável do Departamento de Defesa que fornece 1-5 MW, a BWXT está fabricando o núcleo do reator para entrega em 2027, alinhado ao mandato da Ordem Executiva 14299 para acelerar o implantação nuclear avançado para segurança nacional e infraestrutura de IA. Essa vantagem de pioneirismo posiciona a empresa fortemente para programas subsequentes como o Projeto JANUS, que visa implantar um reator de instalação militar até setembro de 2028.
A superioridade técnica da empresa centra-se na maestria na fabricação de combustível TRISO, partículas isotrópicas tristruturais que não derretem sob condições de reator e servem como sistemas de segurança autônomos. A BWXT controla patentes proprietárias para designs especializados de elementos de combustível HALEU e mantém parcerias estratégicas com Northrop Grumman (sistemas de controle) e Rolls-Royce LibertyWorks (conversão de energia), garantindo conformidade com padrões rigorosos de cibersegurança do DoD. Essa abordagem integrada, abrangendo autorização de enriquecimento de combustível, design de componentes patenteados, capacidades de fabricação validadas e parcerias de grau de defesa, cria barreiras formidáveis à concorrência enquanto captura o vento a favor de múltiplas décadas da adoção nuclear institucional mandada por políticas federais e necessidade geopolítica.
¿Qué nivel debe mantener el BTC o caerá a 90 000?El bitcoin se encuentra en una encrucijada crucial. El movimiento de esta semana podría resultar vital para las previsiones de las criptomonedas de cara a Navidad.
El bitcoin ha ampliado sus pérdidas por cuarta sesión consecutiva y ahora cotiza por debajo de los 95 000 dólares. Los 93 700 dólares son posiblemente el soporte más inmediato en el gráfico.
Para que cualquier recuperación cobre impulso, es posible que el precio tenga que recuperar los 101 150 dólares y establecer mínimos más altos por encima de ese nivel.
Quizás la cuestión fundamental más importante que ejerce presión sobre el BTCUSD son las declaraciones de los responsables de la Reserva Federal, que cuestionan si se justifica una bajada de tipos en diciembre. A esto se suma que Japan Exchange Group aparentemente ha suspendido la cotización de tres empresas de tesorería de criptomonedas mientras revisa las nuevas normas de cumplimiento y divulgación. Japón sigue siendo el mayor mercado de Asia para las empresas de tesorería de Bitcoin que cotizan en bolsa, con catorce empresas que actualmente poseen BTC.
BTC a 81k ? ou recuperaBTC testou varias vezes suporte 96k agora recusando pode testar regiao 81k , provavelmente fechar suporte 93k do gap no CME, vamos aguardar os proximo movimentos e preparar nossas entradas pessoal, tmj
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ETH/USDT - 14/11/2025Sure, here’s your analysis translated to English, keeping the SMC/ICT logic:
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The chart shows ETH/USDT on the **M15**, inside a still bearish context, coming from a strong downside displacement that originated up in the **H4 FVG** (institutional supply zone). That leg down delivered price into **discount**, and after the first low (S QD), the market started to work inside a range, building liquidity on both sides.
On the right side of the chart we see the recent structure: price makes a new bearish impulse, **sweeps the previous low (Sweep of Dsl / sell-side liquidity)** and, right after that sweep, buying volume steps in and the market starts to react. This reaction creates a **bullish M5 order block** (marked in green) and an **M5 FVG** just below it, exactly where you drew the 0.62 / 0.705 / 0.79 retracements.
From an ICT perspective, this is classic:
* First, smart money reaches for liquidity below the lows (Sweep);
* Then it leaves an order block + imbalance in a discount area;
* After that, the expectation is **price expansion to the upside** toward an opposite liquidity/supply pool (in this case, the higher supply zone).
The descending dashed channel cutting through this reaction is the **“SSL” of the micro downtrend**. The break of this line together with a break of the last internal high gives us a **MSS/CHoCH to the upside** on intraday, suggesting that the efficient side *for now* is the buy side — not to fully reverse the macro trend, but to travel from “discount → premium”.
From this, the trade idea implied by the drawing is:
* **Buy zone (Demand/Entry):**
Pullback of price back into the **M5 OB + M5 FVG**, inside the 0.62–0.79 retracement block of the last bullish leg. That’s where we expect smart money to reload longs, defending the block after the Sweep.
* **Stop-loss (protection):**
Below the sweep low / bottom of the M5 FVG – around **3.06x** on the chart. If price accepts below that level, it means the OB failed and the long scenario is invalid.
* **Profit targets (take profit):**
1. **TP1:** return to the area of the last intraday highs (around **3.23x–3.25x**), where there’s buy-side liquidity to be taken.
2. **TP2 (main):** push into the **H4 FVG** around **3.33x**, which is the major higher-timeframe supply POI. In SMC logic: you’re aiming to capture the path of liquidity from the swept sell-side at the bottom up to the buy-side pool concentrated in that higher supply zone.
Once price reaches that **H4 FVG / institutional supply**, your own sketch already suggests the next SMC/ICT step: wait for distribution, a sweep of highs, and *then* look for a short scenario back down. In other words:
1. right now, the trade is a **long as a corrective move from discount**,
2. up there, you shift back to **shorts from the supply POI**.
All of this fits the SMC sequence: liquidity → displacement → OB/FVG mitigation → displacement in the opposite direction toward the next liquidity pool.
ETH/USDT - 14/11/2025Here’s the same idea in English, already formatted for you to use as a trade description:
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I’m looking at ETH/USDT with a top-down view, but in this specific scenario my goal is to **trade long inside a broader bearish context**, riding the corrective move up into the higher supply POI (H4 FVG).
On H4 and H1, price has been in a clear downtrend after a strong bearish displacement from a major supply area, so the macro bias is still bearish. However, after that move, price has moved into **discount territory**, near daily demand levels, and is starting to show signs of seller exhaustion.
On M5, the market formed a sequence of lower highs (descending trendline) until it printed a **liquidity sweep** below the previous low around **3.09x–3.10x**, taking out stops in that region. That sweep was quickly rejected, showing absorption of selling and fresh buying interest. From here, my plan is not to short the continuation, but to **participate in the bullish pullback** that can push price up into the next institutional supply zone.
The idea is: I wait for a clear **break of structure to the upside (BoS)** on the intraday chart, breaking the last corrective high. After that BoS, I look for long entries on the **pullback into discount of the new bullish leg**, between the **0.62–0.79 Fibonacci retracements**, roughly around **3.14x–3.16x**. This zone aligns with the “Liquidity Grab + BoS + Retest” pattern projected on the chart.
**Trade idea (long):**
* **Direction:** LONG (buying the corrective move).
* **Entry zone:** around **3.14x–3.16x**, after a confirmed BoS, targeting a deep pullback of the new bullish leg.
* **Stop loss:** below the liquidity-grab low, around **3.09x**, which invalidates the setup if price trades back below that area.
* **Take-profit targets:**
* **TP1:** the **bearish order block** marked on M5, around **3.20x–3.21x**, where I expect the first reaction from supply and partial profit.
* **TP2 (main target):** the higher **H4 supply / FVG** area around **3.33x–3.35x**, where price returns to “expensive” territory in the macro context.
The logic is straightforward: **buy in discount after a liquidity sweep**, ride the corrective leg up into a clear institutional supply zone, and only then consider switching back to a bearish bias. Risk is clearly defined below the swept low, and profit targets are aligned with the intraday bearish OB (TP1) and the higher H4 FVG POI (TP2), making the trade idea easy to understand for any reader.
Morning Call - 14/11/2025 - Tecnologia desaba no MundoAgenda de Indicadores:
9:00 – BRA – Pnad Contínua
10:00 – BRA – Prisma Fiscal
14:00 – USA – PIB do Fed de Atlanta
Agenda de Autoridades:
9:30 e 11:00 – BRA – Membros do BCB tem reunião fechada com economistas.
12:05 – USA – Jeffrey Schmid, do Fed de Kansas City (Vota), discursa sobre política monetária e perspectivas econômicas na conferência híbrida "Energia e Economia: A Geografia dos Fluxos de Energia".
15:00 – BRA – Fernando Haddad, Ministro da Fazenda, participa de cerimônia em Brasília.
16:30 – USA – Lorie Logan, do Fed de Dallas (Não Vota), participa de um bate-papo informal na conferência híbrida "Energia e Economia: A Geografia dos Fluxos de Energia".
17:20 – USA – Raphael Bostic, do Fed de Atlanta (Não Vota), participa de uma conversa moderada na conferência anual da Associação para Análise e Gestão de Políticas Públicas.
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLZ2025
Projeções: A Fazenda revisou ontem a projeção de crescimento do PIB para 2025, de 2,3% para 2,2%, enquanto manteve a estimativa de 2,4% para 2026. Para a inflação, o IPCA projetado para 2025 foi reduzido de 4,8% para 4,6%.
Já a Moody’s elevou sua previsão de crescimento do PIB brasileiro deste ano, de 2,0% para 2,1%. A agência também projeta expansão de 2% para 2026 e 2027, destacando o papel da diversificação doméstica e do setor exportador. A Moody’s observa que a China deverá permanecer como um mercado crucial para as exportações brasileiras de commodities.
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — recuam novamente, em meio à pressão contínua sobre o setor de tecnologia e ao aumento das dúvidas sobre novos cortes de juros pelo Federal Reserve. Nesse ambiente de cautela, o índice de volatilidade VIX ACTIVTRADES:USAVIXX2025 volta a superar os 20 pontos.
Os dados econômicos represados durante o shutdown devem voltar a ser divulgados a partir da próxima semana. No entanto, a BLS — responsável pelo Payroll — pode não publicar a taxa de desemprego, atualmente o indicador mais importante para o Fed. Entre os traders, ganha força a narrativa de que, com o Fed 'às cegas', as chances de um corte em dezembro diminuem.
Além disso, um número crescente de dirigentes do Federal Reserve tem adotado um tom mais cauteloso sobre novas reduções da taxa básica, citando a persistência da inflação e a resiliência do mercado de trabalho. Na CME, a probabilidade majoritária (50,4%) voltou a ser de manutenção da taxa na reunião de dezembro.
No setor tecnológico, as dúvidas aumentam. O forte investimento em data centers levanta o risco de que o crescimento de receita e lucro trazido pela inteligência artificial não seja suficiente nem para compensar a depreciação dessas estruturas — ampliando as incertezas sobre a viabilidade desses investimentos trilionários.
Comentário de Kyle Rodda, da Capital.com: “O foco da onda de vendas é uma combinação de expectativas menores de cortes de juros pelo Fed e a perda de ímpeto nas negociações envolvendo inteligência artificial, em meio ao temor de retorno insuficiente sobre esses investimentos.”
Europa
Os principais índices de ações da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — recuam nesta sexta-feira, ampliando as perdas da sessão anterior. Ainda assim, a região deve encerrar a semana no campo positivo.
No Reino Unido, o mercado acionário é pressionado pela forte alta nos rendimentos dos títulos do governo, após reportagem indicando que a ministra das Finanças, Rachel Reeves, descartou o aumento das alíquotas do imposto de renda no orçamento previsto para o fim do mês. A notícia reacendeu dúvidas sobre como o governo pretende equilibrar as contas públicas. No câmbio, a libra permanece estável frente ao dólar.
No front macroeconômico, o PIB da zona do euro cresceu 0,2% no terceiro trimestre, em linha com as expectativas. Na comparação anual, a economia avançou 1,4%, levemente acima da projeção de 1,3%.
Ásia/Pacífico
Os mercados da Ásia-Pacífico recuaram nesta sexta-feira, acompanhando as perdas de Wall Street, em meio à pressão contínua sobre as ações de tecnologia e ao aumento das dúvidas sobre a probabilidade de novos cortes de juros pelo Fed.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI liderou as quedas, despencando 3,8%, pressionado principalmente por Samsung KRX:005930 (-5,5%) e SK Hynix KRX:000660 (-8,5%), fornecedora de chips de memória para a Nvidia NASDAQ:NVDA . O won sul-coreano, por outro lado, se valorizou 0,7% após o ministro das Finanças afirmar que consultará os principais participantes do mercado cambial para discutir formas de estabilizar a moeda, que recentemente se aproximou do topo de abril, que abre caminho ao menor nível frente ao dólar desde 2009.
Na China, os índices Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Hang Seng HSI:HSI acompanharam o movimento de aversão ao risco e caíram até 2%. Entre os dados econômicos divulgados, a produção industrial avançou 4,9% (abaixo da expectativa de 5,5%), enquanto as vendas no varejo subiram 2,9% (acima da previsão de 2,7%). A taxa de desemprego recuou para 5,1%, ante 5,2% no dado anterior.
No Japão, o Nikkei TVC:NI225 caiu 1,7%, com destaque para o recuo de 6,5% das ações do SoftBank Group. Na Austrália, o índice ASX ASX:XJO encerrou o pregão em baixa de 1,3%.
Commodities
As commodities operam majoritariamente em alta nesta sexta-feira. A prata ACTIVTRADES:SILVER e o cobre ACTIVTRADES:COPPERZ2025 avançam, enquanto o ouro ACTIVTRADES:GOLD recua, pressionado pela valorização do dólar e pela elevação das taxas futuras de juros nos EUA, em meio à crescente dúvida sobre um possível corte pelo Fed na reunião de dezembro.
No mercado de energia, os preços do petróleo Brent ACTIVTRADES:BRENT e WTI ACTIVTRADES:LCRUDE sobem mais de 2%, após um ataque de drone ucraniano atingir o porto de Novorossiysk — um dos principais centros de armazenamento e exportação de petróleo da Rússia. Segundo autoridades russas, o ataque danificou um navio, prédios residenciais e um depósito de petróleo, deixando três tripulantes feridos. O porto suspendeu temporariamente as exportações, e fontes do setor afirmam que os embarques de petróleo bruto via Novorossiysk totalizaram cerca de 761 mil barris por dia em outubro.
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Ouro em alta moderada perante incerteza nos EUA
Os preços do ouro estão a negociar ligeiramente em alta esta manhã, apoiados por um clima de cautela nos mercados financeiros. As preocupações de que o dinamismo da economia norte-americana possa estar a enfraquecer, em parte devido a paralisação do governo, continuam a reforçar o apelo do metal como ativo de refúgio. No entanto, o potencial de valorização permanece limitado. Os investidores têm vindo a descontar uma menor probabilidade de um corte das taxas da Fed em dezembro, na sequência de uma série de declarações cautelosas de altos responsáveis, que destacaram o acesso limitado a dados económicos e as persistentes pressões inflacionistas. Esta dinâmica tem vindo a dar suporte ao dólar norte-americano e a limitar novos ganhos para o ouro. Ainda assim, a tendência de fundo mantém-se positiva. Expectativas económicas pessimistas, o aumento da aversão ao risco, a possibilidade de cortes adicionais por parte da Fed para além de dezembro e a instabilidade geopolítica em curso deverão continuar a sustentar o metal precioso nas próximas sessões.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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