Fractal
RCSL4 — Recrusul SA: O começo de uma jornada promissora04 de julho de 2025
Rafael Lagosta aqui, direto na veia para destrinchar a história por trás de RCSL4, papel que peguei a 0,96 com o olhar atento de quem sabe que o mercado fala nas entrelinhas.
Recrusul é uma empresa que carrega o Brasil nas costas. Fabrica carrocerias de caminhões, containers refrigerados, implementos rodoviários — um setor que vive do suor da logística e do agronegócio, duas engrenagens que não param nem com tempestade. Só isso já cria um pano de fundo robusto para o papel.
Mas o que interessa é o jogo que o preço conta. Por muito tempo, RCSL4 ficou escondido, quieto, quase esquecido. Nessa calmaria, quem teve olhos viu uma base firme se formar por volta de 0,90. Quando o papel tocou 0,96, para mim, era sinal claro: a maré começava a virar.
O mercado é um animal de hábitos. Para correr, ele precisa romper as amarras, e o preço 1,08 é essa corda que prende o bicho. Ultrapassar essa marca não é só um número no gráfico, é o momento em que o mercado ganha fôlego e acelera — o ganso sai voando e não para até o próximo pouso.
Os alvos intermediários de 1,54 e 1,78 são esses pousos estratégicos onde o mercado respira, confere a paisagem e decide se vale continuar a subida. A minha leitura? Se o mercado mostrar força aqui, o caminho até 2,92 abre-se claro, como estrada asfaltada em dia de sol.
Chegar a 2,92 não é utopia, é consequência natural de um cenário onde a empresa mantém seus resultados, o agronegócio não dá trancos, e a logística brasileira segue demandando equipamentos. É a soma do que já vem acontecendo com a esperança de que o jogo continue a nosso favor.
Não tem atalho. O mercado é pedra e vento, às vezes tropeça. Mas entrar em 0,96, com os olhos no 2,92, é enxergar além da poeira, é entender que um passo atrás muitas vezes é só o impulso para o salto.
Essa é a narrativa que gosto de contar: um ativo subestimado, que começa a despertar, com o mercado preparando o terreno para uma corrida que promete. Aguardemos os sinais — o rompimento do 1,08 será o grito da largada.
— Lagosta
O dinheiro é você...O SpineDAO é a ponta de lança de um movimento mais amplo: transformar o corpo humano, especificamente a coluna vertebral, no novo campo de exploração de dados e controle biotecnológico. Por fora, parece um projeto médico revolucionário — uma DAO com foco em saúde, descentralização, IA e acesso igualitário ao cuidado cirúrgico. Mas se você observar com atenção, vai ver que a real ambição está muito além disso. A coluna é o eixo do corpo humano. Nela se ramificam os principais fluxos do sistema nervoso, da postura, do movimento e do equilíbrio entre cérebro e matéria. Quem domina a coluna, domina o corpo. E quem mapeia em tempo real o comportamento da coluna em milhões de indivíduos, tem acesso à leitura biométrica mais precisa da atualidade — postura, dor, tensão, desequilíbrio emocional, cansaço, resposta neuromotora. Tudo isso se converte em dado. E dado é a moeda mais valiosa do nosso tempo.
Por trás da narrativa de "melhorar decisões cirúrgicas com IA", o que temos é um sistema de vigilância biomecânica. Sensores de rastreamento como o projeto "TraCker", acoplados ao corpo de pacientes operados, enviam dados contínuos sobre recuperação, performance e movimentação. Parece medicina personalizada. Mas é também criação de um banco de dados comportamental em nível físico. Integrado à blockchain, esse dado não desaparece mais. Ele é imutável. Rastreável. Comercializável. Um corpo que se move é um corpo que gera insight para sistemas de seguro, para fabricantes de próteses, para plataformas de IA que querem prever lesões antes que elas aconteçam. E mais: para governos e megacorporações que sonham com controle social baseado em biometria profunda.
A promessa de acesso descentralizado e saúde pública camufla o plano real: centralizar o controle dos dados mais íntimos do corpo humano em um consórcio bioinformacional de agentes privados disfarçados de DAO. Essa DAO não nasceu espontaneamente. Ela foi financiada com mais de 200 mil dólares em poucas horas por investidores que sabem o que estão comprando: soberania sobre uma nova fronteira — o sistema músculo-esquelético da população. A intenção não é curar. É capturar. É antecipar comportamentos. É criar um novo tipo de passaporte médico-financeiro que conecta sua coluna ao seu score de crédito, à sua produtividade no trabalho, à sua capacidade de resistir ao estresse.
E se alguém acha que isso é teoria, observe o movimento de fusão entre IA, neurociência e vigilância contínua nas startups de saúde que explodiram nos últimos três anos. A Amazon, com o Halo. A Apple, com sensores de postura. O NIH, com programas de biomecânica preditiva. O SpineDAO é apenas a face descentralizada de um plano centralizador. A nova fronteira de controle não é mais o seu pensamento. É sua coluna. Porque dali se governa tudo: sua dor, sua mobilidade, sua capacidade de reagir. Eles sabem disso. E agora querem escalar isso. Em nome da medicina, claro. Sempre em nome do bem.
Rafael Lagosta.
Nós contra eles.. ou.... Nós com Eles...O que será?**15 de maio de 2025**
**Título: O Mercado, os Algoritmos e a Ilusão do Controle**
**Por: Rafael Lagosta**
O mercado financeiro é, antes de tudo, um organismo vivo. Alimentado por expectativas, dúvidas, certezas temporárias e apostas contrárias. Sempre foi — e sempre será — o campo de batalha entre a parte e a contraparte. É nesse choque de visões e convicções que nasce o preço. Se todos pensassem igual, o mercado deixaria de existir, como um motor que trava por excesso de combustão simultânea. A engrenagem precisa de rotação, e a rotação vem do conflito. O que muda com os tempos modernos é a velocidade da rotação, e essa aceleração tem nome: algoritmos.
Quando se fala de automatização e inteligência artificial no mercado, muitos ainda acham que se está falando de substituir o ser humano, de entregar o volante a um carro sem motorista. Mas não é isso. É muito mais como instalar um sistema de navegação de última geração em um carro esportivo. A direção continua sendo da pessoa — mas agora ela tem mapas atualizados em tempo real, sensores que avisam dos obstáculos e dados de tráfego na palma da mão. Os algoritmos entram como o copiloto hiperinteligente que não cansa, não pisca, não dorme e não hesita. Eles filtram, organizam, priorizam e reagem a estímulos de forma mais rápida do que qualquer ser humano. Mas não pensam. Não criam teses. Não duvidam. Não questionam.
Essa distinção é crucial. Porque o que move o mercado não é só a execução — é a expectativa. A antecipação. A crença no que virá. E isso, por mais dados que se possua, ainda é, e sempre será, território humano. O algoritmo pode te dizer que há uma anomalia no book, mas não consegue te dizer o que isso representa no contexto psicológico de um mercado que acabou de sofrer uma perda traumática com um evento político inesperado. Ele pode indicar que o volume aumentou 500% em uma ponta, mas não tem a vivência para entender o que esse volume representa em um momento de aversão global ao risco. A sensibilidade não é código. É história acumulada. É leitura de tempo e espaço. É feeling — palavra que nenhum robô vai compreender por completo.
A ilusão que alguns carregam é a de que a automação levará o mercado à eficiência plena, onde tudo será previsível, tudo será matemático, tudo será algoritmizado. Mas o próprio conceito de eficiência de mercado pressupõe que as informações sejam absorvidas instantaneamente por todos os agentes — e isso nunca acontecerá enquanto o ser humano for parte desse ecossistema. Porque informação não é apenas um dado lido. É um dado interpretado. E interpretação é um ato de fé, de cultura, de contexto, de linguagem.
Os algoritmos de alta frequência, por exemplo, são fantásticos para capturar micro-ineficiências. Arbitragem de centavos, variações imperceptíveis, reações instantâneas a notícias. Mas quando a questão é macro, quando o buraco é mais embaixo — como prever se uma eleição vai gerar fuga de capital ou se uma guerra vai reprecificar o petróleo — o mercado volta para o território das ideias. A máquina sabe operar, mas não sabe antecipar o medo. Não sabe captar o cheiro do pânico. E é aí que o humano volta a reinar.
A beleza da coisa está justamente na convivência imperfeita. Não vai haver apagamento da humanidade no mercado. Vai haver hibridização. O que estamos construindo é um modelo onde a frieza do código encontra a intuição do trader. Onde a matemática do sistema conversa com a subjetividade da análise. O trader que entender isso vai prosperar. O que quiser ser substituído por uma máquina, será. Não por crueldade, mas por lógica. A máquina ganha no terreno da repetição, da velocidade, da consistência. Mas perde feio no campo do imprevisível, da virada de chave, do sentimento coletivo.
E mesmo no mundo dos algoritmos, não há homogeneidade. Cada fundo, cada banco, cada player programa seus robôs com lógicas distintas. Uns são agressivos, outros defensivos. Uns priorizam volume, outros priorizam momentum. Isso mantém a pluralidade viva. Porque no fim do dia, mesmo que os códigos sejam frios, quem os escreve são pessoas com filosofias diferentes. A divergência permanece. E onde há divergência, há mercado. A utopia de um mercado onde todo mundo acerta é o caminho mais curto para a paralisia. Acerto unânime é sinônimo de ausência de risco. E sem risco, não há prêmio. E sem prêmio, não há jogo.
O papel do humano, portanto, se desloca. Ele deixa de ser executor e passa a ser estrategista. Deixa de ser o piloto que gira o volante e passa a ser o comandante que desenha a rota. A leitura de ciclo, a análise de contexto, o estudo dos sinais fracos, tudo isso continua nas mãos de quem vive, sente e enxerga o mercado como um organismo complexo e em mutação constante. É na união entre máquina e mente que mora o futuro do mercado — não na substituição de um pelo outro.
Não haverá um dia em que todos vão operar iguais. Porque mesmo que todos tenham acesso aos mesmos dados, a forma como os processam ainda será diferente. A leitura emocional, a bagagem cultural, o timing de entrada e saída, tudo isso continuará variando. E é essa variação que sustenta a dinâmica essencial do mercado. Algoritmos aceleram, mas não substituem. Potencializam, mas não criam do zero. Eles são próteses sofisticadas, mas o cérebro segue no controle.
Portanto, a pergunta não é se o mercado será automatizado, mas sim quem saberá usar essa automação como alavanca e não como muleta. Quem entender que o algoritmo é ferramenta e não guru. Quem conseguir unir o mundo da lógica com o da intuição. O mercado do futuro será híbrido, sim. Mas nunca será estático. Porque enquanto houver diferença de opinião, haverá parte e contraparte. E enquanto houver isso, haverá jogo. E onde houver jogo, haverá oportunidade para quem souber ver o que a máquina ainda não consegue.
Confluência RSI com onda 5 da 5 (Bitcoin)Elliot diz que a onda 5 pode ter a extensão de 0.618 da onda 1 + onda 3 (W1+W3), diante dessa informação, podemos notar uma tríplice confluência, da onda 5 do ciclo macro chegando ao mesmo nível da onda 5 do fractal da onda 5, além disso, vemos a região de 72 do RSI gráfico semanal confluindo certinho no alvo de 125 a 128 mil dólares por Bitcoin.
Bitcoin em Queda - Armadilha ou Reversão?Essa é uma breve análise baseada nas minhas contagens de Elliott e nos possíveis movimentos de validação para estruturas futuras.
Se você gostou do conteúdo e deseja apoiar o meu trabalho, não esqueça de deixar seu Boost aqui e me seguir para continuar recebendo análises como essa! 🚀
Análise do Bitcoin 06/02/2025 Essa é uma breve análise baseada nas minhas contagens de Elliott e nos possíveis movimentos de validação para estruturas futuras.
Lembre que estou otimista com o contexto e acredito que podemos estar diante de uma contagem otimista.
Se você gostou do conteúdo e deseja apoiar o meu trabalho, não esqueça de deixar seu Boost aqui e me seguir para continuar recebendo análises como essa! 🚀
Novo movimento do Bitcoin? Renovação de máixma ou mais quedas? Essa é uma breve análise baseada nas minhas contagens de Elliott e nos possíveis movimentos de validação para estruturas futuras.
Se você gostou do conteúdo e deseja apoiar o meu trabalho, não esqueça de deixar seu Boost aqui e me seguir para continuar recebendo análises como essa! 🚀






















