Ciclos Econômicos
BTC Correção do Ciclo em Andamento: Onde estamos no ciclo?Olá Amigos do TradingView! Trago abaixo uma atualização da nossa última ideia sobre o BTC, ambas as duas ideias de curto prazo perfeitamente válidas e em regiões muito importantes para uma validação de um dos lados.
O cenário Macro apresentado no topo o Bitcoin segue dentro de um contexto de correção de ciclo, após um movimento impulsivo. Até o momento não há confirmação técnica de que essa correção foi concluída.
Ao aproximar o zoom, vemos que o BTC ainda poderia seguir sua correção com espaço para continuidade em direção às zonas mais profundas de retração. No gráfico de 4H, observa-se uma estrutura lateral/corretiva, com regiões bem definidas de liquidez acima do preço.
Um movimento de alta no curto prazo não está descartado, mas, se ocorrer, tende a funcionar como pullback técnico, não como reversão estrutural. A invalidação desse cenário só ocorre com rompimento acima da zona marcada "Invalidação".
Caso o cenário principal seja invalidado, este passa a ser o próximo caminho técnico plausível.
Obrigado por acompanhar essas ideias e espero ter ajudado de alguma forma.
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- Minha Análise é puramente baseada em Análise Técnica Gráfica Clássica, com a ajuda do Fibonacci que é meu guia, sem viés Macroeconômico.
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- Lembrando que: O que realmente importa é o risco X retorno, não estamos no mercado para ser perfeito e sim lucrativo, erros todos nós cometemos, por isso temos que ser objetivos;
- Se deu errado, Stop e vai pra próxima, muitas vezes vamos estar certos porém não vamos ganhar dinheiro. isso é o mercado;
- Não adianta apenas saber a direção e sim o tempo de entrada correto, com um Risco barato e um Retorno alto;
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- Obrigado a todos e vamos acompanhar essa entrada, não hesite em mandar um comentário refinado aqui com sua opinião, respeitando as diretrizes da plataforma.
CRUZ DA MORTE A Cruz da Morte (Death Cross) e a Cruz Dourada (Golden Cross) são dois sinais técnicos amplamente usados na análise de tendências do Bitcoin e de outros ativos. Eles envolvem médias móveis e são usados para identificar possíveis mudanças de tendência.
1. Cruz da Morte (Death Cross)
Ocorre quando a média móvel de curto prazo (geralmente a Média Móvel Simples de 50 períodos - SMA 50) cruza para baixo da média móvel de longo prazo (geralmente a SMA 200).
Indica uma potencial tendência de baixa.
Pode sinalizar o início de um mercado de baixa (bear market) se confirmada com outros fatores, como volume alto na queda.
2. Cruz Dourada (Golden Cross)
Ocorre quando a média móvel de curto prazo (SMA 50) cruza para cima da média móvel de longo prazo (SMA 200).
Indica uma potencial tendência de alta.
Pode marcar o começo de um mercado de alta (bull market).
Bitcoin e o fim do ciclo de alta!Nesse momento, muitos podem começar a ler este artigo pensando que o ciclo de alta acabou, mas não é esse o motivo pelo qual escrevo. Minha intenção é antecipar para você as zonas temporais em que deve considerar seriamente realizar lucros das carteiras de hold e até mesmo estar disposto a avaliar vendas no mercado.
Nos últimos ciclos, esse padrão se repetiu, permitindo replicar as projeções.
No primeiro ciclo, em 2012, após marcar o fundo e o Halving, o preço se deslocou de forma parabólica em duas estruturas: a primeira, marcada em verde água, representa o efeito pós-Halving; a segunda, em vermelho, representa o efeito da euforia completa.
Esse comportamento se repetiu no ciclo de 2016 e também no ciclo de 2019:
O mais interessante é que, em todos os casos, o tempo entre o fundo do mercado de baixa e o Halving é exatamente o mesmo tempo entre o Halving e o topo do mercado de alta.
É isso que quero compartilhar com você: os pontos em que a zona temporal sugere uma possível inflexão de movimento ou mudança de fase.
Isso nos mostra que, até meados de março de 2025, estaremos vivendo a fase pós-Halving e, após essa fase, entraremos na zona de euforia. O possível ponto de inflexão do ciclo deve ocorrer em meados de setembro de 2025.
Este estudo baseia-se na análise da zona temporal de Fibonacci e na projeção do ciclo com base em comportamentos simétricos de tempo do passado. Isso não é uma garantia de que seguiremos exatamente a mesma trajetória, mas serve como uma base adicional para medir o seu tempo de exposição ao ciclo.
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🚀BITCOIN SE PREPARANDO PARA EXPLODIR 🚀Olá amigos do TradingView, hoje vou trazer aqui um pouco da minha leitura do BITCOIN com olhar de longo prazo!
Existem algumas similaridades entre os ciclos do BITCOIN e você pode aproveitar isso para alocar seus recursos com maior intensidade em uma fase que antecede a grande corrida dos touros, a famosa Bull Run, nome dado para um mercado de alta.
Ciclo do Bitcoin
Se você estiver atento a esse gráfico pode capturar uma boa valorização no próximo ciclo de alta, então considere estar exposto na fase de acumulação, para conseguir capturar a fase da grande euforia em meio a um mercado de alta.
Veja que antes mesmo do mercado começar uma forte alta temos um período mais conturbado de 173dias que gerou dúvida a muitos participantes, o preço ainda não negociou nessa fase, então se você ainda tem a oportunidade para se preparar para esse momento de mercado.
Vejo esse período como muito precioso para aumentar as posições em BTC visando o novo ciclo de valorização, nessa fase também encontramos o melhor ponto para comprar Altcoins.
Acredito que temos um fundo bem definido no BTC a abertura de 2023 mostrou uma forte retomada, e podemos ter feito o primeiro movimento de recuperação de longo prazo.
Então esse breve estudo, se resume em mapear as principais zonas do ciclo do BTC para te ajudar a tomar melhores decisões.
Alguns estudos complementares:
Zona temporal
💲BITCOIN💲 E seu poder da multiplicação em um mercado de alta!
🔴Disclamer: Os comentários acima refletem única e exclusivamente minha opinião, isso não é recomendação de compra ou venda. Apenas uma série de estudos publicados, para que junto com a comunidade possamos discutir sobre táticas e técnicas operacionais.
🔹Gostaria de fazer alguma pergunta, tirar aquela dúvida? Fique à vontade, terei o prazer em ajudar.
Prepare-se para o inesperado08 de outubro de 2025
– sob minha leitura direta
Eu olho o discurso de John C. Williams e enxergo algo além da formalidade de um banqueiro central. O que ele entregou ali não é um texto protocolar, é um aviso. Ele começa com uma lembrança: um bote descendo o Rio Snake, em Wyoming, em 2011, ao lado de Klaas Knot. No meio do caminho, um urso preto atravessa o rio com seus filhotes. A cena é pura metáfora da política monetária. Nunca se coloca entre a mãe urso e os filhotes, assim como nunca se tenta impedir a natureza do mercado de reagir ao medo e à incerteza. O preço disso é sempre alto. A imagem do bote e do urso define o tom de tudo o que vem a seguir: navegar o inesperado é parte do ofício, e quem acha que pode prever o curso do rio com um mapa antigo está condenado a virar a jangada.
Williams fala em honra, amizade e princípios, mas o centro da mensagem é frio e técnico: o sistema financeiro global entrou na era da imprevisibilidade crônica. As crises recentes destruíram qualquer senso de normalidade. Crise financeira global, crise do euro, juros negativos, pandemia, guerra na Ucrânia, fragmentação do comércio e agora a inteligência artificial mudando a estrutura produtiva. O recado é simples: o mundo não vai voltar ao antigo equilíbrio. Os bancos centrais precisam operar dentro do caos com método, não mais tentando controlá-lo.
Ele defende três fundamentos como âncora dessa nova travessia: responsabilidade, transparência e expectativas de inflação bem ancoradas. Esses três pilares são, na verdade, um escudo moral e técnico. Sem eles, a confiança na moeda se desfaz, e sem confiança, o dinheiro vira apenas papel e dígito sem valor. Responsabilidade é assumir o risco das próprias decisões e entender que a função de um banco central é proteger o poder de compra e a credibilidade do sistema, mesmo que isso signifique contrariar governos, mercados e modismos.
No passado, muitos acreditavam que a política monetária não tinha força real para conter a inflação. Foi assim que a estagnação e a inflação alta se tornaram regra por anos. Williams deixa claro que a história puniu esse erro. Quando a autoridade monetária abre mão de agir, o mercado assume o volante. Ele lembra que independência e instrumentos adequados são indispensáveis. A política de juros é só uma das ferramentas, não o sistema inteiro. Reduzir a política monetária à definição da taxa de curto prazo é a mesma coisa que tentar pilotar um avião só com o manche. A altitude, o combustível e a velocidade também importam.
Ele cita Friedman e Schwartz, lembrando que o Fed errou feio na Grande Depressão por acreditar que juros baixos significavam política expansionista, quando na prática o crédito estava morrendo. Liquidez é o sangue do sistema. Bernanke, décadas depois, entendeu isso e reagiu com vigor em 2008. A política “não convencional” de comprar ativos e expandir o balanço não foi uma heresia, foi o retorno ao verdadeiro espírito da política monetária: usar todos os meios para manter o sistema respirando. Williams reafirma que flexibilidade tática não é fraqueza, é inteligência. O erro é ser dogmático.
A segunda base é a transparência. Ele trata isso com naturalidade, mas há poder nessa palavra. Transparência não é sobre bondade institucional, é sobre controle da narrativa. Um banco central que fala de forma clara e consistente cria a moldura mental do mercado. O investidor reage menos por instinto e mais por leitura racional quando sabe o que esperar. É assim que se ancora expectativa, não com promessas, mas com coerência. Bancos como o Riksbank e o Norges Bank publicam até projeções de trajetória futura de juros. Outros preferem manter uma margem de ambiguidade. Cada modelo tem sua função. O importante é que a mensagem e a ação conversem entre si.
A transparência gera previsibilidade relativa e, com isso, reduz o custo psicológico da incerteza. Famílias e empresas precisam planejar. Quando entendem a lógica do banco central, confiam que o jogo é racional. Isso aumenta o poder da política sem precisar de mais instrumentos. O público passa a trabalhar junto com a autoridade, e não contra ela. Essa é a verdadeira sutileza do conceito: comunicação é ferramenta monetária tanto quanto a taxa básica.
O terceiro princípio é o das expectativas de inflação bem ancoradas. Esse é o coração de qualquer política monetária moderna. Manter a percepção de estabilidade impede que o medo se multiplique. Quando as pessoas acreditam que a inflação vai subir, elas agem para se proteger, e ao fazer isso, aceleram exatamente aquilo que temem. As expectativas são autorrealizáveis. Quando estão ancoradas, o sistema respira. Quando se soltam, o sistema entra em pânico.
A ancoragem depende de ações consistentes e de uma meta explícita. Não adianta prometer estabilidade se as decisões contradizem o discurso. Expectativas são construídas no tempo. Cada decisão, cada fala, cada relatório reforça ou destrói essa credibilidade. Williams sabe disso e por isso insiste que as expectativas não são um dado natural, são uma criação humana, moldada por política e comunicação. A economia não é um corpo fixo, é um organismo que reage à percepção de quem a observa.
Ele amarra tudo de volta à imagem do urso no rio. O inesperado está sempre logo depois da curva. O papel de quem conduz o bote é não se desesperar quando o instinto coletivo entra em pânico. Responsabilidade, transparência e expectativas ancoradas são o leme, o remo e a bússola nessa travessia. A mensagem é clara: não há manual para o caos, mas há princípios que impedem a deriva.
No fundo, o que ele descreve é a transição para uma nova era da política monetária, onde o banqueiro central precisa ser menos contador e mais estrategista. A previsibilidade acabou. O sistema se tornou dinâmico, com múltiplas variáveis interagindo em tempo real. Mudanças demográficas, automação, inteligência artificial, tensões geopolíticas e choques climáticos farão parte do ambiente permanente. A estabilidade deixou de ser o ponto de partida e virou objetivo em movimento.
Essa leitura vale para qualquer mercado. As velhas correlações estão se quebrando. Ouro, dólar, títulos, ações — tudo começa a responder mais à psicologia coletiva do que às fórmulas clássicas. A incerteza virou ativo, e quem souber precificar o imprevisto vai prosperar. O discurso de Williams é o reconhecimento de que o comando monetário global precisa lidar com o mesmo que todo operador sente no pregão: o incerto como rotina.
Ele fala de princípios, mas o subtexto é um só: o medo voltou a ser componente essencial da equação. A política monetária não é mais uma ciência de controle, é uma arte de sobrevivência. Assim como no bote de 2011, o urso sempre estará no rio, e quem estiver no comando precisa aprender a remar sem perder o equilíbrio, mesmo sabendo que a correnteza é mais forte do que qualquer plano. A estabilidade, agora, é manter a direção mesmo com a água batendo no peito. Quem entender isso vai atravessar o rio inteiro.
O mundo inteiro acordado eu sem dormir 03/10/2025
O maior tesouro escondido sob a Amazônia — Rafael Lagosta
Eu sempre soube que a Amazônia escondia muito mais do que madeira, minério ou biodiversidade. Agora o planeta descobre o que, para mim, soa como o movimento mais simbólico da história recente: o SAGA, Sistema Aquífero Grande Amazônia. Não é apenas uma mancha azul subterrânea no mapa, é o equivalente a um cofre secreto da Terra que guarda 150 quatrilhões de litros de água doce, suficientes para manter a humanidade viva por pelo menos 250 anos. Quando escuto esse número, a primeira reação é quase filosófica: por que a natureza guardaria tanto, em silêncio, por milênios, justamente embaixo da floresta que já carrega o título de pulmão do mundo?
Esse aquífero não é uma simples reserva estática, é dinâmico. Ele pulsa. Ele alimenta a atmosfera, os rios, os lençóis mais superficiais, os reservatórios que enchem turbinas de hidrelétricas e as plantações que sustentam não só o Brasil, mas o abastecimento global de alimentos. Estima-se que o SAGA despeje 8 trilhões de m³ por ano em transferência hídrica para outras regiões. Se comparo isso a uma conta bancária, é como se fosse um fundo soberano natural, que paga dividendos constantemente em forma de chuva, colheita, eletricidade e equilíbrio climático. Só que, diferente de qualquer banco, esse não aceita calote: ou cuidamos, ou o colapso vem em forma de seca e instabilidade ambiental.
Quando penso no tamanho desse tesouro, não consigo evitar a comparação com o Aquífero Guarani. O Guarani, até então considerado a joia da coroa dos recursos hídricos subterrâneos, parece agora uma bela pedra, mas diante de um diamante bruto ainda maior. O SAGA o supera em 3,5 vezes em volume. E detalhe: ele está debaixo da maior floresta tropical do mundo, a mesma que está sendo desmontada árvore por árvore ao sabor de interesses imediatistas. É como se alguém estivesse arrancando o telhado de uma casa sem perceber que no porão existe um cofre lotado de ouro que pode salvar a família inteira no futuro.
Esse sistema não nasceu por acaso. Ele é resultado de milhões de anos de deposição sedimentar das bacias do Acre, Solimões, Amazonas e Marajó. Cada camada de areia, argila e rocha porosa funciona como uma esponja natural que armazenou e filtrou água ao longo de eras. É quase como um organismo vivo debaixo da terra, respirando devagar. Eu gosto de pensar nisso como a pulsação invisível do planeta, uma corrente vital subterrânea que conecta a floresta com o futuro da humanidade.
Mas como tudo que é valioso, esse tesouro traz riscos imensos. Primeiro, a ignorância humana. A maioria dos poços perfurados até agora atinge apenas 500 metros de profundidade, o que significa que mal arranhamos a superfície desse gigante. Não sabemos ainda a qualidade exata das águas em camadas mais profundas. Qualquer exploração descontrolada, sem estudo e sem limites, pode não só contaminar o aquífero, como comprometer sua capacidade de recarga. É como furar um barril de vinho raro sem entender como ele foi maturado e arriscar perder a safra inteira.
Outro risco é a fronteira. O SAGA não respeita linhas traçadas em mapas políticos. Ele é transfronteiriço. E aí entra o jogo mais perigoso: geopolítica. Água, hoje, já vale mais que petróleo em algumas regiões do planeta. Imagine daqui a 30 anos, quando secas, desertificação e mudanças climáticas empurrarem nações inteiras para guerras por recursos básicos. O Brasil, ao descobrir e confirmar o maior reservatório de água do mundo, passa automaticamente a segurar a chave de um cofre que todo o planeta pode desejar. A questão é: será que teremos maturidade para gerenciar isso sem vender barato, sem entregar de bandeja, sem repetir a mesma história colonial que já vimos com ouro, borracha e petróleo?
Eu vejo o SAGA como uma espécie de seguro existencial para a humanidade. Enquanto rios secam, geleiras desaparecem e lençóis freáticos viram pó em desertos modernos, a Amazônia guarda esse oceano invisível. A floresta não é apenas pulmão, é também coração e agora, com essa descoberta, é rim e fígado do planeta. Ela filtra, bombeia e regula. Sem ela, o ciclo hidrológico entra em colapso. A ironia é cruel: estamos destruindo justamente o ecossistema que protege a entrada desse aquífero. Se a floresta cai, a infiltração da água de chuva diminui, o ciclo de recarga enfraquece, e o grande tesouro começa a virar lenda antes mesmo de ser usado.
Do ponto de vista econômico, não dá para subestimar o peso dessa descoberta. Em um mundo onde fundos soberanos se diversificam em urânio, lítio, petróleo, energia solar e eólica, o Brasil agora apresenta algo que nenhum outro país tem em igual escala: a maior reserva hídrica subterrânea. Isso muda a balança geopolítica. E eu sei que a pergunta inevitável virá: quanto vale esse ativo? Não existe cálculo exato. Se pegarmos a média do valor de um litro de água engarrafada no varejo global, estamos falando de cifras que extrapolam qualquer PIB conhecido. Claro, não se trata de vender água engarrafada, mas de compreender o poder estratégico de ter esse recurso. É como sentar em cima de um arsenal nuclear verde, que ao invés de destruir, pode manter civilizações inteiras de pé.
Só que, diferente de um arsenal, esse recurso é vivo. Ele depende da manutenção da floresta, da proteção do solo, do controle da poluição, da gestão inteligente de uso agrícola. A grande questão é: será que conseguiremos pensar em longo prazo em um país que mal consegue planejar um orçamento anual sem remendos? A tentação de abrir a torneira agora para abastecer mercados internacionais pode ser fatal. Água não é soja, não é minério, não é petróleo. Ela não tem substituto.
Eu vejo essa descoberta como um convite da Terra. Um teste de maturidade para a humanidade. A pergunta é simples: vocês vão usar isso para salvar o planeta ou para destruí-lo ainda mais rápido? A escolha está em nossas mãos, mas a responsabilidade pesa mais sobre o Brasil. E isso, para mim, é quase um fardo histórico. Nós carregamos não só a floresta que regula o oxigênio e o clima, mas agora também o maior oceano subterrâneo de água doce. É como se o destino tivesse decidido colocar o futuro da humanidade nas mãos de um país que ainda briga com o básico: fome, desigualdade, corrupção. Talvez justamente por isso, porque a vida sempre gosta de testar os improváveis.
Quando penso no SAGA, penso em herança. A herança que nunca recebemos, mas que sempre esteve ali. Um testamento silencioso escrito nas rochas sedimentares da Amazônia. Cabe a nós decidir se vamos honrar ou rasgar esse testamento. O tempo, esse sim, é implacável. O aquífero pode durar séculos, mas nossa pressa e ganância podem esgotá-lo em poucas décadas.
Eu... Rafael Lagosta, digo: não há trade mais importante do que esse. É o trade da sobrevivência.
E nesse mercado, não existe stop loss possível. Se errarmos, a perda é definitiva.
BTC.D está Gritando ‘Altseason‘ – Você Está Prestando Atenção?Esta análise é uma continuação das seguintes publicações anteriores:
Após a conclusão da onda (i) com uma cunha ascendente (diagonal final), a dominância do BTC segue em um processo corretivo que pode estar chegando à sua fase final. Nesta atualização, apresento duas leituras possíveis para esse movimento, ambas consistentes com a projeção de uma Onda ii em desenvolvimento.
Cenário 1: Correção Complexa em W–X–Y
Neste primeiro cenário, a dominância está desenvolvendo uma estrutura corretiva W–X–Y, o que é típico após movimentos impulsivos estendidos.
A primeira perna (W) foi concluída com um padrão ABC.
O movimento atual seria a Onda X, com retrações técnicas (38% - 50%).
A expectativa é de uma perna Y corretiva, que pode levar a dominância à zonas alvo entre 54% e 52%, mais só poderemos afirmar com convicção depois que essa estrutura de onda (X) se confirmar.
Cenário 2: Impulso Baixista em 5 Ondas
Neste segundo cenário, a correção não se daria por uma estrutura complexa, mas por um impulso de baixa em cinco ondas completas (1–2–3–4–5).
A onda 4 seria um pullback técnico exato nas retrações clássicas (38% e 50%) da Onda 3.
A onda 5 estaria em curso, projetando o final da Onda ii para a região de 52,32% alvo de extensão fibonacci de 100%.
🚨 A invalidação dessa segunda estrutura ocorre acima de 60,43%, nível que marca o topo da onda 1. Se respeitado, este cenário se mantém válido e sugere aceleração na dominância das altcoins.
A dominância do BTC está cumprindo o papel projetado há meses: corrigir após estrutura de exaustão. O foco agora é observar se essa queda termina com uma correção complexa (WXY) ou em (1,2,3,4,5) com um movimento impulsivo mais direto.
📢 E você? Qual dos dois cenários parece mais provável?
Deixe sua opinião abaixo — e se essa análise te ajudou.
Gráfico (Mini Índice – 1H)O mercado estava em forte tendência de baixa, projetando extensões até níveis extremos de Fibonacci (4.236 – 4.5).
Após o esgotamento da queda, o preço entrou em uma consolidação (SMR) no fundo, caracterizando acumulação institucional.
Ocorreu uma captura de liquidez abaixo do range e, logo em seguida, uma quebra de estrutura (BOS) para cima, sinalizando reversão.
O preço retornou para a região de OTE, onde houve mitigação das ordens institucionais.
A partir daí, iniciou-se a expansão do Market Maker Buy Model (MMBM), com topos e fundos ascendentes.
O preço respeitou BPR e TS como zonas de suporte, confirmando a continuidade da alta.
O alvo final do modelo foi alcançado: a captura da liquidez acima dos topos em ~144.200, concluindo o ciclo do MMBM.
👉 Em resumo: a imagem mostra um MMBM completo, saindo da consolidação de fundo (acumulação), passando pela captura de liquidez, confirmação no OTE, e finalizando na caça de liquidez acima dos topos.






















