Ouro renova máximos apesar de alívio geopolítico
Os preços do ouro atingiram um novo máximo histórico nas primeiras horas de negociação de sexta-feira, antes de recuarem para níveis ligeiramente acima dos 4.900 dólares. Apesar de algum alívio de curto prazo nas tensões geopolíticas, após o recuo do presidente dos EUA da iminência de uma guerra comercial com a Europa em torno da Gronelândia e de ter afastado a possibilidade de recorrer à força, o enquadramento geopolítico global continua turbulento e imprevisível. A guerra na Ucrânia, o risco de um ataque norte-americano de grande escala ao Irão e as fissuras cada vez mais visíveis na tradicional aliança ocidental continuam a reforçar o apelo do ouro como ativo de refúgio. Ao mesmo tempo, o dólar norte-americano mantém uma trajetória descendente face às restantes principais moedas, numa dinâmica que oferece apoio adicional ao metal precioso. As expectativas do mercado em relação à política monetária da Reserva Federal estão a tornar-se cada vez mais dovish, com a pressão política da Casa Branca a aparentar sobrepor-se aos dados económicos. Os números divulgados ontem mostraram que o crescimento do PIB no terceiro trimestre foi de 4,4%, acima das expectativas, enquanto a leitura mais recente da inflação subiu para 2,8%. Ainda assim, as expectativas de uma Fed mais dovish continuam a pesar sobre o dólar, dando novo impulso ao ouro e criando margem para novas subidas dos preços.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Davos
Ouro perto de máximos apesar do alívio geopolítico
Os preços do ouro recuaram nas primeiras horas de negociação de quinta-feira, mas mantiveram-se próximos dos máximos históricos alcançados na sessão anterior. Os investidores reagiram positivamente à presença de Donald Trump em Davos, onde afastou a utilização da força para obter controlo sobre a Gronelândia e retirou as ameaças de impor novas tarifas sobre a Europa. Esta mudança reavivou o apetite pelo risco, impulsionando os mercados acionistas e reduzindo a procura por ativos de refúgio, como o ouro. Ao mesmo tempo, a mudança de posição do presidente norte-americano também apoiou o dólar, à medida que a estratégia de “vender a América” perdeu força, criando um obstáculo adicional para o metal precioso. Ainda assim, as tensões entre os Estados Unidos e a Europa permanecem elevadas, com ambas as partes a aparentarem estar cada vez mais distantes. Esta rutura deverá continuar a gerar incerteza geopolítica, num contexto que se mantém altamente favorável ao ouro no médio e longo prazo. No curto prazo, os investidores continuarão atentos à evolução do cenário geopolítico e irão igualmente acompanhar a divulgação dos dados do PIB dos EUA relativos ao terceiro trimestre, bem como do índice PCE, a medida de inflação preferida da Reserva Federal. Estes indicadores poderão ajudar a moldar as expectativas em torno de eventuais cortes nas taxas de juro, influenciando o comportamento do dólar e, por extensão, os preços do ouro, tendo em conta a relação inversa entre os dois ativos.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Ouro Atinge Novo Máximo com Escalada das Tensões EUA–Europa
O preço do ouro subiu para um novo máximo histórico nas primeiras horas da negociação de quarta-feira, refletindo níveis elevados de procura por ativos de refúgio e o enfraquecimento do dólar norte-americano. Os investidores estão cada vez mais preocupados com a possibilidade de uma guerra comercial entre os Estados Unidos e a Europa, na sequência de uma postura mais agressiva de Washington relativamente ao controlo da Gronelândia e das tentativas europeias de fazer frente a essa posição. Esta dinâmica resultou, até agora, numa escalada de retórica hostil de ambos os lados, interpretada pelos traders como um sinal de que a situação poderá deteriorar-se. Tal tem alimentado uma maior procura por ouro, o ativo de refúgio por excelência, ao mesmo tempo que reaviva a chamada estratégia de “vender a América”, pressionando o dólar em baixa. As atenções centram-se agora em Davos, onde o Presidente dos Estados Unidos deverá esta tarde proferir um discurso e reunir-se com líderes europeus. Estes encontros poderão marcar o início de uma solução ou conduzir a um agravamento das relações, dependendo da forma como os acontecimentos se desenrolarem. Para já, o caminho de menor resistência para o ouro continua a apontar para cima, sustentado pela persistente turbulência geopolítica, pelos receios de uma guerra comercial transatlântica e por um dólar mais fraco. Estes fatores continuam a reforçar o apelo do metal precioso como ativo de refúgio, com a correlação inversa entre o ouro e o dólar a fornecer apoio adicional.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Perspectivas para o EUR / USD: ideias de Davos e discursos do...Perspectivas para o EUR / USD: ideias de Davos e discursos do Fed
Vários funcionários do BCE estão expressando oposição aos cortes nas taxas, potencialmente ajudando a reduzir as perdas no EUR/USD, que atualmente está testando o nível de Fibonacci de 61,8% após uma queda de mais de 0,7%.
Davos levou os funcionários do BCE a partilharem os seus pontos de vista sobre as perspectivas da área do Euro e as suas posições sobre a probabilidade de cortes nas taxas de juro em 2024.
O membro do Conselho de administração do BCE, Gediminas Avermkus, também presidente do banco central da Lituânia, sugere adiar uma mudança do banco central, mas vê a possibilidade de um corte no verão. Do mesmo modo, o membro do Conselho de administração do BCE, Madis M9ller, Governador do Banco Central da Estónia, considera que as expectativas de uma redução das taxas estão à frente da realidade actual dos dados.
No entanto, a direção futura do EUR/USD permanece incerta, uma vez que as autoridades do Fed estão a recuar contra os aumentos das taxas de juro, e a sua influência nos mercados pode ser mais significativa.
Christopher Waller, membro do Federal Reserve, cujos comentários de novembro elevaram as expectativas de cortes nas taxas do Fed, hoje (não em Davos) expressou uma perspectiva mais cautelosa sobre o ritmo dos cortes nas taxas ("não vejo razão para avançar tão rapidamente ou cortar tão rapidamente como no passado").
Monitorar os endereços de outros membros do Fed esta semana será crucial:
Quarta-Feira, Jan 17
09: 00: discurso do Bowman do Fed
09: 00: discurso do Fed em Barr
15: 00: Discurso de Williams do Fed
Quinta-Feira, Jan 18
07: 30: discurso Bostic do Fed
Sexta-Feira, 19 De Janeiro
16:15: discurso Daly do Fed



